CAURJ CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO APROVADO EM 27/04/2005 PLANO AMBULATORIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAURJ CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO APROVADO EM 27/04/2005 PLANO AMBULATORIAL"

Transcrição

1 CAURJ CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO APROVADO EM 27/04/2005 PLANO AMBULATORIAL

2 REGULAMENTO DO PLANO AMBULATORIAL DA CAURJ* (*ENTIDADE REGISTRADA SOB O Nº PLANO REGISTRADO NA A.N.S. SOB O N.º /03-0) I. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O plano ambulatorial criado pela CAURJ CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSI- TÁRIA DO RIO DE JANEIRO, doravante denominada simplesmente CAURJ, será regido pelo presente Regulamento, em conformidade com a Lei n /98, na forma e condições estabelecidas a seguir. 1º Excetuada a hipótese prevista no parágrafo segundo deste artigo, a abrangência territorial deste plano está restrita aos seguintes Municípios, todos localizados no Estado do Rio de Janeiro: I. Rio de Janeiro; II. Duque de Caxias; III. Nova Iguaçu; IV. Nilópolis; V. Niterói; VI. Petrópolis; VII. São Gonçalo; VIII. Teresópolis. 2º Excepcionalmente a CAURJ poderá, a critério da Diretoria Executiva, reembolsar despesas efetuadas com assistência à saúde, exclusivamente em casos de urgência ou emergência (conforme definido no art. 11 1º deste Regulamento), incorridas em Municípios não listados neste artigo, quando o beneficiário se encontrar em viagem, respeitados os limites definidos no parágrafo primeiro do art. 2º. 3º Este regulamento não afasta a aplicação dos dispositivos pertinentes previstos no estatuto da CAURJ. Art. 2º Os serviços previstos neste plano serão prestados: I. Por entidades e profissionais previamente credenciados ou; II. Por entidades e profissionais escolhidos pelo beneficiário, observado o disposto nos 1º e 2º deste artigo.

3 1º Em qualquer hipótese o reembolso se dará nos limites das obrigações estabelecidas por este Regulamento, e de acordo com a relação de preços de serviços médicos e hospitalares praticados pela CAURJ, pagável, sempre que possível, até trinta dias após a entrega de documentação adequada a comprovar as despesas efetuadas. 2º A possibilidade de escolha, pelo Beneficiário, do profissional ou entidade, não o exime de obter a autorização prévia, quando for o caso, nos termos do art. 13 e seguintes deste Regulamento. 3º A CAURJ manterá credenciamentos com profissionais e entidades, a fim de assegurar a qualidade de atendimento a seus usuários. 4º A CAURJ se reserva o direito de cancelar o credenciamento de hospitais, médicos, laboratórios e demais serviços, em especial aqueles que suspenderem o atendimento, bem como nomear novos credenciamentos. 5º O cancelamento e os novos credenciamentos a que se refere este artigo serão informados na página eletrônica da CAURJ, disponível no endereço Art. 3º As situações não previstas neste regulamento, bem como as dúvidas que surgirem em sua interpretação, serão resolvidas pela Diretoria Executiva da CAURJ, com recurso para o Conselho Diretor, nos termos estabelecidos no estatuto da CAURJ, observada a natureza associativa da CAURJ, sua ausência de objetivos lucrativos e sua condição de operadora de sistema de assistência à saúde pela modalidade de autogestão. II. DOS BENEFICIÁRIOS Art. 4º Os beneficiários do plano de saúde da CAURJ se dividem em beneficiários-titulares, ou simplesmente Titulares, e seus dependentes. Art. 5º Beneficiários-titulares são todos aqueles associados da CAURJ nos termos de seu estatuto. Parágrafo único O Cônjuge ou companheira(o) do Titular poderá permanecer inscrito(a)s no plano como pensionista deste(a), desde que já esteja inscrito(a) no plano quando do falecimento do Titular, assumindo integralmente a responsabilidade pelo pagamento da contribuição devida e pelas que, eventualmente, estiverem em atraso. Art. 6º São dependentes do titular: I. o cônjuge; II. a (o) companheiro(a) que conviva com o Titular há mais de um ano; III. os filhos, netos e irmãos do titular, solteiros e até completarem 35 (trinta e cinco) anos

4 de idade. IV. os pais do Titular; V. o ex-cônjuge do Titular, desde que a permanência no plano conste de decisão judicial. 1º A existência de filho com a(o) companheira(o) dispensa o cumprimento do prazo previsto no inciso II deste artigo. 2º O filho(a) solteiro(a), sem rendimento próprio, e considerado inválido(a) por fato ocorrido antes de completar 18 (dezoito) anos de idade, poderá permanecer como dependente, enquanto perdurar a invalidez, independentemente de sua idade. 3º - A inclusão de dependentes terá efeitos a partir de sua aceitação pela CAURJ e cessará trinta dias após o advento da condição resolutiva da situação de dependência. Art. 7º Qualquer alteração nas condições necessárias para a inscrição de dependentes deverá ser imediatamente comunicada pelo Titular à CAURJ que poderá, a qualquer tempo, exigir do mesmo a comprovação da existência ou da manutenção das referidas condições. Parágrafo único Se, após 30 (trinta) dias do recebimento da exigência de comprovação de que trata este artigo, o Titular quedar-se inerte, o dependente, cuja condição de dependência não foi provada, perderá o direito ao uso do plano, retomando-o tão logo se faça a prova. Art. 8º Perderá a condição de beneficiário e o direito ao uso do plano, para si e para seus dependentes: I. O Titular que deixar de pagar sua contribuição mensal ou sua co-participação ou deixar de quitar seus débitos por mais de 60 (sessenta) dias, consecutivos ou não, independentemente da perda de sua condição de associado; II. III. IV. Qualquer beneficiário que obtiver ou tentar obter os serviços do plano ou a inscrição de dependentes mediante fraude; O Titular demitido ou exonerado da instituição vinculada à CAURJ; O Titular que perder a condição de associado da CAURJ, seja por decisão voluntária, seja por exclusão do quadro social. 1º - Perderá ainda o direito ao uso do plano o dependente que perder esta condição. 2º- O beneficiário que perder o direito ao uso do plano, na forma prevista no inciso I deste artigo, poderá readquirir sua condição de beneficiário, a exclusivo critério da Diretoria Executiva da CAURJ, desde que, cumulativamente: a) promova a quitação de seus débitos para com a CAURJ; b) apresente motivo relevante para a inadimplência e, c) cumpra novo período de carência de 180 (cento e oitenta) dias. 3º - O beneficiário que perder o direito de uso do plano não ficará desobrigado de quitar o seu débito e os encargos devidos.

5 III. DAS COBERTURAS E EXCLUSÕES Art. 9º - A assistência à saúde assegurada por este plano inclui, exclusivamente, atendimentos realizados em consultório ou ambulatório, com as restrições do art. 10 deste Regulamento, compreendendo: a. consultas médicas em clínicas básicas e especializadas, inclusive obstétricas para pré-natal; b. cobertura de serviços de apoio diagnóstico, tratamentos e demais procedimentos ambulatoriais, incluindo procedimentos cirúrgicos ambulatoriais solicitados pelo médico assistente mesmo quando realizadas em ambiente hospitalar com as restrições do art. 10 deste Regulamento (em especial de sua letra a ); c. cobertura de atendimentos caracterizados como de urgência e emergência, conforme definidos no art o deste Regulamento, que demandem atenção continuada, pelo período máximo de 12 (doze) horas; d. cobertura de remoção, após realizados os atendimentos classificados como urgência e emergência, exclusivamente quando caracterizada pelo médico assistente a falta de recursos oferecidos pela unidade para a continuidade da atenção ao paciente ou pela necessidade de internação; e. hemodiálise e diálise peritonial; f. quimioterapia ambulatorial; g. radioterapia; h. hemoterapia ambulatorial; i. atendimento às emergências psiquiátricas, assim consideradas, exclusivamente, as situações que impliquem em risco de vida ou de danos físicos para o próprio ou para terceiros (incluídas as ameaças e tentativas de suicídio e autoagressão) e/ou em risco de danos morais e patrimoniais importantes; j. cobertura à psicoterapia de crise, entendida, exclusivamente, como o atendimento intensivo prestado por um ou mais profissionais, na área da saúde mental, com duração máxima de doze semanas, tendo início imediatamente após o atendimento de emergência e sendo limitada a doze sessões por ano (não cumulativas); k. tratamento psiquiátrico básico, prestado por médico, com número ilimitado de consultas. Art Não são cobertos pelo plano os seguintes serviços, tratamentos ou eventos: a. quaisquer serviços ou tratamentos que requeiram internação hospitalar, inclusive procedimentos para fins de diagnóstico ou terapia que, embora prescindam de internação, demandem o apoio de estrutura hospitalar por período superior a 12 (doze) horas, ou demandem serviços de recuperação

6 pós anestésica, UTI, CETIN e similares; b. atendimento a domicílio; c. exames radiológicos; d. tratamentos ou exames experimentais, condenados, ilícitos ou proibidos pela ética médica; e. aviamento de óculos e lentes, de aparelhos de surdez, de aparelhos ortopédicos e de qualquer outra órtese; f. fornecimento de medicamentos e vacinas de qualquer natureza; g. serviços de enfermagem; h. quaisquer procedimentos (inclusive dermatológicos) para fins estéticos, cosméticos ou embelezadores; i. check-up preventivo; j. tratamento de pacientes portadores de moléstia infecto-contagiosa de notificação compulsória, sujeito a isolamento e que seja de responsabilidade do poder público; k. qualquer tratamento ou exame não reconhecido pelas autoridades competentes ou não incluído no rol de procedimentos adotado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS; l. qualquer tratamento ou exame sem indicação médica especializada; m. fornecimento de próteses e órteses de qualquer natureza; n. tratamento em clínicas de emagrecimento (exceto para tratamento da obesidade mórbida); o. tratamentos, exames ou procedimentos odontológicos; p. tratamentos de infertilidade e esterelidade, procedimentos para controle de natalidade e métodos anticoncepcionais; q. procedimentos diagnósticos e terapêuticos em hemodinâmica; r. quaisquer procedimentos que exijam forma de anestesia diversa da anestesia local, sedação ou bloqueio; s. quimioterapia intra-tecal ou as que demandem internação; t. radiomoldagens, radioimplantes e braquiterapia; u. nutrição parenteral ou enteral; v. embolizações e radiologia intervencionista; w. fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e tratamento ludoterápico. IV. DAS CARÊNCIAS Art. 11 São os seguintes os períodos de carência: I. 24 (vinte e quatro) horas para os casos de atendimento de urgência e emergên-

7 II. III. IV. cia; 60 (sessenta) dias para consultas; 60 (sessenta) dias para exames laboratoriais; 180 (cento e oitenta) dias para exames complementares. 1º São considerados casos de urgência, exclusivamente, aqueles resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional; e casos de emergência, exclusivamente, aqueles que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente. 2º O período de carência começa a contar, para o Titular e seus dependentes, no dia seguinte ao dia do efetivo pagamento da primeira contribuição, e, no caso de dependente incluído posteriormente, no dia seguinte ao dia do efetivo pagamento de sua primeira contribuição (salvo as exceções expressamente previstas em lei). V. DOS PROCEDIMENTOS PARA O ATENDIMENTO Art. 12 Para receber qualquer atendimento os beneficiários deverão identificar-se perante o profissional ou entidade credenciada mediante apresentação de documento de identidade e da carteira de identificação do plano, observado, quando for o caso, o disposto no artigo seguinte. Art. 13 Todos os procedimentos cobertos por este regulamento estão sujeitos à autorização prévia da CAURJ para a sua realização, exceto: I. consultas médicas em clínicas básicas e especializadas; II. III. IV. exames de laboratório (Análises Clínicas e Anatomopatologia); exames radiológicos simples; exames eletrocardiográficos; V. exames eletroencefalográficos simples. 1º. As autorizações emitidas pela CAURJ para a realização dos procedimentos terão o prazo de validade de 30 (trinta) dias. 2º. Após o vencimento do prazo fixado no 1º as autorizações deverão ser obrigatoriamente revalidadas pela CAURJ. 3º. As autorizações devem ser solicitadas com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas para exames complementares; 4º. Em casos de urgência e emergência ocorridos durante os finais de semana, feriados ou fora do horário de funcionamento da CAURJ, as autorizações deverão ser solicitadas no prazo de até 48 (quarenta e oito) horas após o procedimento; 5º. Nos casos de urgência e emergência, conforme definidas no art. 12 1º deste Regula-

8 mento, a Autorização Prévia será substituída por relatório clínico justificando sua necessidade. 6º. Em qualquer hipótese de procedimento sujeito à autorização prévia esta poderá ser condicionada ao prévio exame por profissional avaliador indicado pela CAURJ. VI. DA CONTRIBUIÇÃO DOS ASSOCIADOS Art. 14º A contribuição mensal devida pelo Beneficiário-Titular será a soma das contribuições devidas por beneficiário inscrito, incluindo o próprio titular, de acordo com as faixas etárias estipuladas na tabela em anexo. A CAURJ poderá estabelecer tabelas diferenciadas para associados que sejam funcionários ativos e seus dependentes diretos, e agregados. Art. 15º O valor da contribuição devida pelos beneficiários poderá ser reajustado pelo Conselho Diretor, mediante proposta formulada pela Diretoria Executiva, observadas as disposições legais e regulamentares aplicáveis e o disposto neste artigo. 1º. As contraprestações pecuniárias sofrerão reajuste financeiro sempre que ocorrer variação nos custos administrativos, médicos e/ou hospitalares do plano, inclusive no caso de aumento da rede credenciada e dos serviços cobertos, respeitado o prazo mínimo previsto na legislação. 2º. As contraprestações pecuniárias sofrerão reajuste técnico calculado com base em critérios atuariais de análise de risco referentes à alteração no nível de sinistralidade do respectivo plano nos termos e dentro da periodicidade prevista na regulamentação pertinente. 3º. Independentemente dos reajustes tratados acima a contraprestação pecuniária de qualquer beneficiário do plano será automaticamente aumentada sempre que ocorrer alteração na sua idade que implique deslocamento para a faixa etária superior, conforme previsto na Tabela Anexa a este Regulamento. Art. 16 A contribuição mensal será paga pelo associado mediante débito efetuado em conta corrente. 1º Considerar-se-á autorizado o débito em conta corrente das contribuições devidas pelo associado com a simples adesão a este plano. 2º Não havendo possibilidade de pagamento na forma estipulada neste artigo, o associado deverá quitar o seu débito diretamente na sede da CAURJ ou em outra forma indicada pela CAURJ. Art. 17 A contribuição mensal que não for debitada em conta corrente nem paga diretamente na sede da CAURJ, ou como for indicado pela CAURJ, até o dia 15 do mês subsequente ao mês vencido, serão acrescidas de multa de 2%, e de correção monetária na menor periodicidade permitida por lei, calculada pelo I.G.P. (índice geral de preços) da Fundação Getúlio Vargas, ou por outro índice apto a refletir a inflação no período.

9 ANEXO AO REGULAMENTO DO PLANO AMBULATORIAL DA CAURJ TABELA DE MENSALIDADES PARA O PLANO AMBULATORIAL (ABRIL 2005) I. de 0 (zero) a 18 (dezoito) anos de idade: R$ 28,11 II. de 19 (dezenove) a 23 (vinte e Três) anos de idade: R$ 33,01 III. de 24 (vinte e quatro) a 28 (vinte e oito) anos de idade: R$ 43,81 IV. de 29 (vinte e nove) a 33 (trinta e três) anos de idade: R$ V. de 34 (trinta e quatro) a 38 (trinta e oito) anos de idade: R$ 57,85 VI. de 39 (trinta e nove) a 43 (quarenta e três) anos de idade: R$ 71,99 VII. de 44 (quarenta e quatro) a 48 (quarenta e oito) anos de idade: R$ 84,86 VIII de 49 (quarenta e nove) a 53 (cinqüenta e três) anos de idade: R$101,36 IX. de 54 (cinqüenta e quatro) a 58 (cinqüenta e oito) anos de idade: R$120,90 X. Acima de 59 (cinqüenta e nove) anos de idade: R$167,81

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº - 262, DE 1º - DE AGOSTO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº - 262, DE 1º - DE AGOSTO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº - 262, DE 1º - DE AGOSTO DE 2011 Atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde previstos na RN nº 211, de 11 de janeiro de 2010. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde

Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde Manual de Orientação para Contratação do Plano de Saúde Maio/2016 www.cabesp.com.br CNPJ 62.231.527/0001-84 Plano Cabesp Família: 442.499/03-9 ANS - nº 35233-1 3 ÍNDICE ITEM PÁGINA PLANO DE ASSISTÊNCIA

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Modelo de contrato Protegido pela Lei nº 9.610, de 19/02/1998 - Lei de Direitos Autorais IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES CONTRATANTES CONTRATANTE:(Nome

Leia mais

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV 1 CAPÍTULO I Do Objeto Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da CASANPREV, dos Participantes, Assistidos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 102, DE 15 DE SETEMBRO DE 2014. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

RESOLUÇÃO Nº 102, DE 15 DE SETEMBRO DE 2014. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RESOLUÇÃO Nº 102, DE 15 DE SETEMBRO DE 2014. A PRESIDENTE DO CONSELHO DIRETOR da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais e considerando os documentos constantes

Leia mais

www.saudepas.com.br ANS - n.º 40924-3

www.saudepas.com.br ANS - n.º 40924-3 SAÚDE PAS www.saudepas.com.br ANS - n.º 40924-3 SAÚDE PAS A SUA REDE PREFERENCIAL! - MÉDICOS - LABORATÓRIOS - CLÍNICAS DE IMAGENS Nesta Rede, utilize apenas seu cartão do Saúde PAS (e documento de identificação)

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS

REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS REGULAMENTO DO PLANO INDIVIDUAL DE PECÚLIO POR MORTE DAS CARACTERÍSTICAS Art. 1º. A Bradesco Vida e Previdência S.A., doravante denominada EAPC, institui o Plano de Pecúlio por Morte, estruturado no Regime

Leia mais

Resposta Área Técnica: Sim. Desde que atendam aos pré-requisitos constantes no Edital.

Resposta Área Técnica: Sim. Desde que atendam aos pré-requisitos constantes no Edital. Advocacia-Geral da União Secretaria-Geral de Administração Superintendência de Administração no Distrito Federal Coordenação de Compras Licitações e Contratos Divisão de Compras e Licitações ESCLARECIMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 195, DE 14 DE JULHO DE 2009. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação para

Leia mais

CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC

CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC CONTRATO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ANIMAL PLANO PETMEDIC QUALIFICAÇÃO Nome: DO(A) CONTRATANTE: Filiação: / Data de nascimento: / / CPF: RG: Órgão emissor: Endereço: Nº Complemento: Bairro: CEP Cidade: UF:

Leia mais

REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS. Art. 2º As Bibliotecas da Univás estão a serviço da comunidade, oferecendo aos usuários:

REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS. Art. 2º As Bibliotecas da Univás estão a serviço da comunidade, oferecendo aos usuários: REGULAMENTO DAS BIBLIOTECAS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1 Este Regulamento normatiza o funcionamento das Bibliotecas da Universidade do Vale do Sapucaí Univás, mantida pela Fundação de Ensino Superior

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 396, DE 25 DE JANEIRO DE 2016 Altera a Resolução Normativa RN nº 124, de 30 de março de 2006, que dispõe sobre a aplicação de penalidades para as infrações à legislação dos

Leia mais

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei:

LEI Nº 2.581/2009. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: LEI Nº 2.581/2009 DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO DE CAETÉ. O Prefeito Municipal de Caeté, Minas Gerais, faz saber que a Câmara Municipal

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 25 15/5/2009 15:03 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.656, DE 3 DE JUNHO DE 1998. Texto compilado Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência

Leia mais

CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO - CAURJ PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ENFERMARIA BÁSICO

CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO - CAURJ PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ENFERMARIA BÁSICO CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO - CAURJ PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ENFERMARIA BÁSICO REGULAMENTO DO PLANO ENFERMARIA BÁSICO DA CAURJ* (*REGISTRADO NA ANS SOB O Nº. 426.433/99-9) I.

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PROCESSO Nº

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO PROCESSO Nº DESPACHO Remeto à Secretaria do CSDPU a proposta de resolução em anexo, para autuação e distribuição. Adoto como justificativa para a Resolução as considerações constantes em seu preâmbulo. Informo, ainda,

Leia mais

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 Viçosa Minas Gerais Fevereiro/2008 Índice Página Glossário - Capítulo II Das Definições... 3 Nome do Plano de Benefícios

Leia mais

PROJETO BÁSICO PARA RECARGA DE GÁS E REMANEJAMENTO DE CONDICIONADORES DE AR TIPO SPLIT E JANELA

PROJETO BÁSICO PARA RECARGA DE GÁS E REMANEJAMENTO DE CONDICIONADORES DE AR TIPO SPLIT E JANELA PROJETO BÁSICO PARA RECARGA DE GÁS E REMANEJAMENTO DE CONDICIONADORES DE AR TIPO SPLIT E JANELA Janeiro/2013 Página 1 de 6 1. DO OBJETO 1.1 Contratação de empresa(s) especializada(s) em manutenção e instalação

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL 1. FINALIDADE 1.1. Este Regulamento tem por finalidade disciplinar as concessões de empréstimos aos Participantes do Plano de Benefícios JMalucelli, administrado pelo

Leia mais

Art. 2º - Aprovar o Regulamento Geral do Programa de Assistência à Saúde dos Servidores do Detran/DF, que acompanha esta Instrução de Serviço.

Art. 2º - Aprovar o Regulamento Geral do Programa de Assistência à Saúde dos Servidores do Detran/DF, que acompanha esta Instrução de Serviço. Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal SINJ INSTRUÇÃO Nº 12, DE 21 DE JANEIRO 2008 Cria o Programa de Assistência à Saúde dos Servidores do Departamento de Trânsito do Distrito Federal

Leia mais

Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO. Manual do Usuário

Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO. Manual do Usuário Associação Unisaúde Marau MANUAL DO USUÁRIO Manual do Usuário MANUAL DO USUÁRIO SUMÁRIO. QUALIFICAÇÃO DA OPERADORA DE PLANO DE SAÚDE... 3 2. CARACTERÍSTICAS DO PLANO... 3 2.. Objetivo... 3 2.2. Nome comercial

Leia mais

a) MORTE POR ACIDENTE Garante aos beneficiários do segurado o pagamento do valor do capital contratado;

a) MORTE POR ACIDENTE Garante aos beneficiários do segurado o pagamento do valor do capital contratado; TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

P O R T A R I A N.º 331/99.

P O R T A R I A N.º 331/99. P O R T A R I A N.º 331/99. Dispõe sobre Regulamentação O DIRETOR GERAL DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DE GOIÁS - IPASGO, usando de suas atribuições legais, R E S O

Leia mais

<!ID852972-1> PORTARIA MPOG/SRH Nº 1.983, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2006 - DOU DE 06/12/2006

<!ID852972-1> PORTARIA MPOG/SRH Nº 1.983, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2006 - DOU DE 06/12/2006 PORTARIA MPOG/SRH Nº 1.983, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2006 - DOU DE 06/12/2006 Estabelece orientações aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC sobre

Leia mais

SulAmérica Saúde PME

SulAmérica Saúde PME SulAmérica Saúde PME SulAmérica Saúde PME Ambulatorial e Hospitalar com Obstetrícia Condições Gerais ANS - Nº 000043 0057.8013.0797 Índice Condições Gerais do Contrato de Seguro Saúde PME Modalidade Ambulatorial

Leia mais

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA

PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE - PAS/SERPRO LIVRE ESCOLHA A modalidade Livre Escolha consiste no reembolso de despesas médicas e/ou hospitalares de procedimentos constantes da Tabela de Reembolso do PAS-SERPRO

Leia mais

ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013

ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013 ANEXO V MINUTA - TERMO DE ACORDO TERMO DE ACORDO Nº /2013 TERMO DE ACORDO QUE ENTRE SI O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, E A ADMINISTRADORA BENEFÍCIOS PARA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS TERMO DE CREDENCIAMENTO N 02/09 Processo Administrativo n 09/10/14.340 Interessado: Secretaria Municipal de Recursos Humanos Objeto: Assistência à Saúde, através de Plano de Contratação Coletiva por Adesão,

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 590/DILEP.CIF.SEGPES.GDGSET.GP, DE 30 DE AGOSTO DE 2013

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 590/DILEP.CIF.SEGPES.GDGSET.GP, DE 30 DE AGOSTO DE 2013 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 590/DILEP.CIF.SEGPES.GDGSET.GP, DE 30 DE AGOSTO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos adotados para concessão, indenização, parcelamento e pagamento

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 1, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 1, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 1, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007 Estabelece orientações aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil

Leia mais

RESOLUÇÃO CEG nº 12/2008

RESOLUÇÃO CEG nº 12/2008 RESOLUÇÃO CEG nº 12/2008 Normas para o Estágio 1) Considerando a Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008, que trata de Estágios de Estudantes; 2) Considerando a não existência de resolução geral que normatize

Leia mais

PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015.

PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015. PORTARIA UNIDA Nº. 18/2015, de 26 Outubro de 2015. O Diretor Geral da Faculdade Unida de Vitória, no uso das atribuições conferidas pelo Regimento Interno resolve regulamentar os procedimentos gerais para

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO MENSAL FIXO

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO MENSAL FIXO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO MENSAL FIXO Pelo presente instrumento particular, a TELEFÔNICA DATA S/A, empresa com sede na Cidade de Barueri, Estado de São Paulo, na Avenida Tamboré,

Leia mais

REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO

REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO REGULAMENTO FINANCEIRO DA FITO DOS CONTRATANTES Art. 1º - Pela matrícula, a Fundação Instituto Tecnológico de Osasco, doravante denominada FITO e o Aluno e/ou Responsável Financeiro estabelecem recíprocos

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O N º 1 9 1 / 2 0 0 7

R E S O L U Ç Ã O N º 1 9 1 / 2 0 0 7 R E S O L U Ç Ã O N º 1 9 1 / 2 0 0 7 O Conselho Deliberativo do AGROS Instituto UFV de Seguridade Social, no uso de suas atribuições legais, resolve: 1. Aprovar o Regulamento do Plano de Assistência à

Leia mais

RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE

RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE RESOLUÇÃO N 007/2010 TCE Disciplina o procedimento para concessão dos auxílios saúde e alimentação no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, e dá outras providências. O TRIBUNAL

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032/04 PR, de 31de maio de 2004. Publicada no DOE em 1 /07/04, vigência a partir de 31/05/04.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032/04 PR, de 31de maio de 2004. Publicada no DOE em 1 /07/04, vigência a partir de 31/05/04. Alterações: Alterado o inciso IV do art. 5 pela IN 042/05 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 032/04 PR, de 31de maio de 2004. Publicada no DOE em 1 /07/04, vigência a partir de 31/05/04. Institui critérios para os

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO N 0 53, DE 30 DE ABRIL DE 2014 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Leia mais

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados

Leia mais

PARECER Nº 034/2013 DA COORDENADORIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS.

PARECER Nº 034/2013 DA COORDENADORIA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ECONOMIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONEGÓCIOS PARECER Nº 034/2013 DA COORDENADORIA

Leia mais

ESTATUTO DO PRO-ANEST

ESTATUTO DO PRO-ANEST ESTATUTO DO PRO-ANEST CAPÍTULO I OBJETIVOS E CONSTITUIÇÃO Art. 1 - O Pro-Anest é um programa de assistência social, criado pela COOPANEST- PE, em 1994, em benefício unicamente de seus cooperados associados.

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO 1 DAS PARTES

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO 1 DAS PARTES 1 DAS PARTES CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO FAPES ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS LTDA, nome fantasia PREVQUALI ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS, sociedade brasileira limitada, administradora de benefícios, inscrita

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Nº Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, de um lado: ÂNGULO EQUIPAMENTOS LTDA., devidamente inscrita no CNPJ/MF sob n º 74.305.616/0001-07

Leia mais

PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ESPECIAL

PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ESPECIAL CAURJ CAIXA ASSISTENCIAL UNIVERSITÁRIA DO RIO DE JANEIRO REGULAMENTO APROVADO EM 27/04/2005 PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE ESPECIAL REGULAMENTO DO PLANO ASSISTENCIAL ESPECIAL* (*ENTIDADE REGISTRADA NA ANS

Leia mais

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO

CAPÍTULO I - VIGÊNCIA E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II - REMUNERAÇÃO E PAGAMENTO CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, QUE ENTRE SI FAZEM, DE UM LADO O SINDICATO DOS CONDUTORES DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS E TRABALHADORES EM TRANSPORTES DE CARGAS EM GERAL E PASSAGEIROS NO MUNICÍPIO DO RIO DE

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015.

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA CONFEA. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. RESOLUÇÃO Nº 1.066, DE 25 DE SETEMBRO de 2015. Fixa os critérios para cobrança das anuidades, serviços e multas a serem pagos pelas pessoas físicas e jurídicas registradas no Sistema Confea/Crea, e dá

Leia mais

COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015

COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015 COMUNICADO 2 CREDENCIAMENTO TSE Nº 1/2015 Respostas aos questionamentos da Unimed Seguros PERGUNTA 1: Podemos entender que poderão participar do processo de credenciamento todas as empresas interessadas

Leia mais

DECRETO Nº 034/2013. O Prefeito do Município de Sertanópolis, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e considerando:

DECRETO Nº 034/2013. O Prefeito do Município de Sertanópolis, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e considerando: DECRETO Nº 034/2013 SÚMULA: Dispõe sobre a jornada de trabalho em Regime de Trabalho em Turnos RTT e Regime de Trabalho de Sobreaviso RPS no âmbito da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo

Leia mais

RESOLUÇÃO TC Nº 240, DE 29 DE MAIO DE 2012. DOE 30.5.2012 (Alterada pela Resolução nº 276, de 2.9.2014 - DOEL-TC 3.9.2014, p.1)

RESOLUÇÃO TC Nº 240, DE 29 DE MAIO DE 2012. DOE 30.5.2012 (Alterada pela Resolução nº 276, de 2.9.2014 - DOEL-TC 3.9.2014, p.1) RESOLUÇÃO TC Nº 240, DE 29 DE MAIO DE 2012. DOE 30.5.2012 (Alterada pela Resolução nº 276, de 2.9.2014 - DOEL-TC 3.9.2014, p.1) Dispõe sobre a concessão, na forma de auxílio financeiro, da assistência

Leia mais

CONTRATO UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE PESSOA FÍSICA

CONTRATO UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE PESSOA FÍSICA O presente instrumento denominado CONTRATO E CONDIÇÕES GERAIS DE UTILIZAÇÃO DO CARTÃO PRÉ-PAGO DE SAÚDE REDE SEMPRE ( CONTRATO ) regula a utilização pelo CONTRATANTE, definido no item 1 abaixo, do Cartão

Leia mais

RESOLUÇÃO CRCRJ Nº 439/2014

RESOLUÇÃO CRCRJ Nº 439/2014 RESOLUÇÃO CRCRJ Nº 439/2014 APROVA NOVO REGULAMENTO DE CURSOS DE ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL REALIZADOS PELO CRCRJ. O Plenário do CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (CRCRJ), no

Leia mais

ANEXO I INSTITUI O PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES DA AUTORIDADE PUBLICA OLÌMPICA

ANEXO I INSTITUI O PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES DA AUTORIDADE PUBLICA OLÌMPICA Publicado no: Boletim de Serviço Especial nº 01, de 13 de janeiro de 2015 ANEXO I INSTITUI O PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DOS SERVIDORES DA AUTORIDADE PUBLICA OLÌMPICA DA FINALIDADE Art. 1º - Regulamentar

Leia mais

Simulação de Crédito Pessoal

Simulação de Crédito Pessoal Simulação de Crédito Pessoal Data de Impressão: 15-10-2013 12:35 Número de Simulação: 13892037 Resumo Prestação Comissão de Processamento (mensal) (Acresce Imposto do Selo à Taxa em vigor) Seguro de Vida

Leia mais

EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 01/14 -Processo nº 1.120-

EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 01/14 -Processo nº 1.120- EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 01/14 -Processo nº 1.120- O SEPREM Serviço de Previdência Municipal de Itapetininga, com sede na Rua Monsenhor Soares, 65, centro, no Município de Itapetininga, Estado de

Leia mais

PROTEÇÃO ACIDENTES PESSOAIS SOB MEDIDA

PROTEÇÃO ACIDENTES PESSOAIS SOB MEDIDA PROTEÇÃO ACIDENTES PESSOAIS SOB MEDIDA Í N D I C E 1. ACIONAMENTO DO SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA.... 2 2. INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SUA ASSISTÊNCIA 24 HORAS.... 2 3. ASSISTÊNCIA FUNERAL INDIVIDUAL. (LIMITADO

Leia mais

INSTRUÇÕES GERAIS PARA REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MEDICAMENTO E DE REEMBOLSOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO N 155/1999

INSTRUÇÕES GERAIS PARA REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MEDICAMENTO E DE REEMBOLSOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO N 155/1999 INSTRUÇÕES GERAIS PARA REQUERIMENTO DE AUXÍLIO MEDICAMENTO E DE REEMBOLSOS DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO N 155/1999 AUXÍLIO MEDICAMENTO DE USO CRÔNICO Art. 20. O FASCAL assegurará auxílio aos associados regularmente

Leia mais

TERMO DE ADESÃO PARA INCLUSÃO DE BENEFICIÁRIOS

TERMO DE ADESÃO PARA INCLUSÃO DE BENEFICIÁRIOS TERMO DE ADESÃO PARA INCLUSÃO DE BENEFICIÁRIOS DADOS DA OPERADORA CONTRATADA Nome: UNIMED FEDERAÇÃO DO PARANÁ FEDERAÇÃO ESTADUAL DAS COOPERATIVAS MÉDICAS DO ESTADO DO PARANÁ Endereço: RUA ANTÔNIO CAMILO

Leia mais

BB SEGURO CRÉDITO PROTEGIDO

BB SEGURO CRÉDITO PROTEGIDO BB SEGURO CRÉDITO PROTEGIDO Contrato do Seguro CNPJ 28.196.889/0001-43 Processo SUSEP nº 15414.003063/2009-70 Contrato do Seguro BB SEGURO CRÉDITO PROTEGIDO Processo SUSEP nº 15414.003063/2009-70 1 1.

Leia mais

Guia técnico do consultor. Plano de Saúde Coletivo por Adesão

Guia técnico do consultor. Plano de Saúde Coletivo por Adesão Guia técnico do consultor Plano de Saúde Coletivo por Adesão 1. Entidades titulares elegíveis documentos necessários Estas são as entidades para as quais a Qualicorp oferece, em condições especiais, o

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N.º 07/2015 PLANTÃO MÉDICO DE ESPECIALIDADES

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N.º 07/2015 PLANTÃO MÉDICO DE ESPECIALIDADES EDITAL DE CREDENCIAMENTO N.º 07/2015 PLANTÃO MÉDICO DE ESPECIALIDADES O Município de Não-Me-Toque comunica aos interessados que está procedendo ao CHAMAMENTO PÚBLICO no horário das 8:15 às 11:33h e das

Leia mais

Resolução nº 003, de 02 de Fevereiro de 2.016

Resolução nº 003, de 02 de Fevereiro de 2.016 Resolução nº 003, de 02 de Fevereiro de 2.016 Regulamenta os serviços disponibilizados aos Associados e dependentes do SIRCOM/BENEFÍCIOS e dá outras providências Considerando a existência de uma regulamentação

Leia mais

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato:

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL Nome do Participante/Assistido: Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Valor do Empréstimo: Quantidade de Prestações: Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: Valor liquido

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 4.567, DE 29 DE JULHO DE 2011

LEI MUNICIPAL Nº 4.567, DE 29 DE JULHO DE 2011 - Autoriza o Poder Executivo Municipal, a Câmara Municipal, o TATUIPREV e a Fundação Manoel Guedes a celebrarem convênio com o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tatuí e Região e dá outras

Leia mais

I CLÁUSULAS ECONÔMICAS

I CLÁUSULAS ECONÔMICAS PAUTA PARA RENOVAÇÃO DA CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO CLÁUSULAS ECONÔMICAS - ENTRE O SINDICATO DOS AEROVIÁRIOS E O SINDICATO NACIONAL DA EMPRESAS AEROVIÁRIAS SNEA 2011-2012 01 ABRANGÊNCIA O SINDICATO

Leia mais

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO

MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO VERSÃO: 01/7/2008 2/10 MANUAL DE NORMAS FORMADOR DE MERCADO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO TERCEIRO DO CREDENCIAMENTO

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO CEFET-SP

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO CEFET-SP REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO CEFET-SP Capítulo I DA NATUREZA E SUAS FINALIDADES Art. 1º O estágio baseia-se na Lei nº. 11.788, sancionada em 25 de setembro de 2008. Parágrafo

Leia mais

REGULAME TO DE ESTÁGIO

REGULAME TO DE ESTÁGIO Serviço Público Federal I STITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊ CIA E TEC OLOGIA SUL-RIO-GRA DE SE - IFSul REGULAME TO DE ESTÁGIO CAPÍTULO I DA ATUREZA E DAS FI ALIDADES Art. 1 O estágio constitui-se na interface

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 389, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2015 Dispõe sobre a transparência das informações no âmbito da saúde suplementar, estabelece

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO Nº 13.270 DECRETO Nº 13.270 Regulamenta o parcelamento e pagamento de créditos do município de Vitória e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Vitória, Capital do, no uso de suas atribuições legais, e

Leia mais

RASCUNHO INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PREÂMBULO 1. OBJETO 2. E-MAIL MARKETING

RASCUNHO INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PREÂMBULO 1. OBJETO 2. E-MAIL MARKETING INSTRUMENTO PARTICULAR DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE E-MAIL MARKETING Pelo presente instrumento e na melhor forma de direito, de um lado,, pessoa jurídica/física, inscrita no CNPJ/CPF sob o nº, com sede/endereço

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/DIR/2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/DIR/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/DIR/2013 ESTABELECE AS NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA A CONCESSÃO DE BOLSAS DE PESQUISA PARA SERVIDORES DOCENTES, TÉCNICO- ADMINISTRATIVOS E DISCENTES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE

Leia mais

Portaria Nº 52, de 26 setembro de 2002.

Portaria Nº 52, de 26 setembro de 2002. Portaria Nº 52, de 26 setembro de 2002. O PRESIDENTE DA COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR CAPES, no uso das atribuições conferidas pelo art. 21, incisos II e V, do Decreto nº

Leia mais

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352)

NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E DO PARNAÍBA Vinculada ao Ministério da Integração Nacional - MI NORMA DE TREINAMENTO (NOR-352) FOR-101/01 MANUAL DE RECURSOS HUMANOS CÓDIGO: 350

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VOZ SOBRE PROTOCOLO DE INTERNET VOIP PHONEX

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VOZ SOBRE PROTOCOLO DE INTERNET VOIP PHONEX CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE VOZ SOBRE PROTOCOLO DE INTERNET VOIP PHONEX São partes deste Contrato: O CLIENTE devidamente qualificado na Proposta Comercial PHONEX parte integrante deste contrato,

Leia mais

CONSIDERANDO o disposto nos arts. 20, inciso II, 22, inciso III, e 24, inciso IV, da Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001; e

CONSIDERANDO o disposto nos arts. 20, inciso II, 22, inciso III, e 24, inciso IV, da Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001; e Dispõe sobre procedimentos a serem observados na aplicação do Estatuto do Idoso no âmbito dos serviços de transporte rodoviário interestadual de passageiros, e dá outras providências. A Diretoria da Agência

Leia mais

LEI FEDERAL DO VALE TRANSPORTE

LEI FEDERAL DO VALE TRANSPORTE LEI FEDERAL DO VALE TRANSPORTE A LEI FEDERAL NÃO SE APLICA AOS SERVIDORES MUNICIPAIS LEI 7418/ 1985 Art. 1º Fica instituído o vale-transporte, (Vetado) que o empregador, pessoa física ou jurídica, antecipará

Leia mais

Educação Profissional Cursos Técnicos. Regulamento de Estágio Supervisionado

Educação Profissional Cursos Técnicos. Regulamento de Estágio Supervisionado Educação Profissional Cursos Técnicos Regulamento de Estágio Supervisionado CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O presente Regulamento de Estágio Supervisionado refere-se à formação do aluno

Leia mais

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR

PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR PARECER TÉCNICO Nº 16/GEAS/GGRAS/DIPRO/2016 COBERTURA: IMPLANTE COCLEAR Nos termos do art. 4º, inciso III, da Lei nº 9.961, de 2000, compete à Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS elaborar o Rol de

Leia mais

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS

EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado

Leia mais

APROVA PROCEDIMENTOS DE ADMISSÃO DE EMPREGADOS DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

APROVA PROCEDIMENTOS DE ADMISSÃO DE EMPREGADOS DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. APROVA PROCEDIMENTOS DE ADMISSÃO DE EMPREGADOS DO SESCOOP/PR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RESOLUÇÃO Nº: 025 DO SESCOOP/PR 08/07/2004. SUMÁRIO Finalidade 1. Da Finalidade 2. Da Admissão 3. Da Carteira de Trabalho

Leia mais

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0

PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA INTERNATIONAL MEAL COMPANY ALIMENTAÇÃO S.A. CNPJ/MF: 17.314.329/0001-20 NIRE: 3530048875-0 CLÁUSULA 1. OBJETIVO DA OUTORGA DE OPÇÕES 1.1 O objetivo do Plano de Opção

Leia mais

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG

MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG MINUTA DA RESOLUÇÃO DA COMISSÃO DE IMPLANTAÇÃO DAS 30 HORAS SEMANAIS DO CEFET-MG Regulamenta o processo de implementação e avaliação da flexibilização da jornada de trabalho dos servidores técnico-administrativos

Leia mais

MINUTA (ANEXO II) CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA

MINUTA (ANEXO II) CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA MINUTA (ANEXO II) CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, de um lado, o CONSELHO REGIONAL DE NUTRICIONISTAS 3ª REGIÃO,

Leia mais

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 1.749-C DE 2011

REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 1.749-C DE 2011 REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 1.749-C DE 2011 Autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares EBSERH; acrescenta dispositivos ao Decreto-Lei

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2015/2015 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: MS000362/2015 DATA DE REGISTRO NO MTE: 31/08/2015 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR043879/2015 NÚMERO DO PROCESSO: 46312.003330/2015-29 DATA DO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO ESTÁGIOS CURRICULARES OBRIGATÓRIOS E NÃO- OBRIGATÓRIOS DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA UNISC CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ARQUIVOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 Este regulamento fixa as normas para o estágio do Curso de Graduação

Leia mais

CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013

CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013 CONTRATO ADMINISTRATIVO Nº. 006/2013 PROCESSO ADMNISTRATIVO Nº. 117/2013 Dispensa de Licitação Art. 24, II, da Lei 8.666/93 Pelo presente instrumento que entre si celebram CÂMARA MUNICIPAL DE ALFREDO CHAVES,

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS. CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS QUE ENTRE SI CELEBRAM A VIVA ADMINISTRADORA DE BENEFÍCIOS E O SINTRASP/SC PARA ADMINISTRAÇÃO DE PLANO DE BENEFÍCIOS. CONTRATANTE: SINDICATO DOS TRABALHADORES EM SEGURANÇA

Leia mais

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT

EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 001/2016 - IPMT CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E SIMILARES, SOCIEDADES CORRETORAS, DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS E PESSOAS JURÍDICAS QUE ATUEM COMO

Leia mais

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/.

Confira a autenticidade no endereço http://www3.mte.gov.br/sistemas/mediador/. CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2014/2016 NÚMERO DE REGISTRO NO MTE: SRT00355/2014 DATA DE REGISTRO NO MTE: 03/11/2014 NÚMERO DA SOLICITAÇÃO: MR056083/2014 NÚMERO DO PROCESSO: 46000.007397/2014-75 DATA

Leia mais

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde

Manual de Orientação para Contratação de Planos de Saúde Direito de migrar para plano individual ou familiar aproveitando carência do plano coletivo empresarial Os beneficiários dos planos coletivos empresariais que tiverem o benefício de plano de saúde extinto,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 58, de 5 DE OUTUBRO DE 2013

RESOLUÇÃO N 58, de 5 DE OUTUBRO DE 2013 RESOLUÇÃO N 58, de 5 DE OUTUBRO DE 2013 Dispõe sobre o procedimento para a aplicação das sanções ético-disciplinares relacionadas às infrações ético-disciplinares por descumprimento à Lei n 12.378, de

Leia mais

Instrumento de Comercialização de Planos de Saúde

Instrumento de Comercialização de Planos de Saúde De 30 à 99 vidas Com Coparticipação 1. DAS PARTES: 1.1. Celebra(m) o presente instrumento, na qualidade de CONTRATANTE(S), a(s) pessoa(s) jurídica(s) abaixo qualificada(s): RAZÃO SOCIAL: NOME FANTASIA:

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA 009/2005-ProGRAD

INSTRUÇÃO NORMATIVA 009/2005-ProGRAD UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA 009/2005-ProGRAD Dispõe sobre princípios reguladores para o desenvolvimento de estágio não obrigatório dos cursos de

Leia mais