TRATAMENTO DE DEJETOS HUMANOS: USO DA SANITÁRIA COMPOSTEIRA SECA COMO ALTERNATIVA NO IFC - CAMPUS RIO DO SUL

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1 TRATAMENTO DE DEJETOS HUMANOS: USO DA SANITÁRIA COMPOSTEIRA SECA COMO ALTERNATIVA NO IFC - CAMPUS RIO DO SUL Ana Carla KUNESKI 1, Bruno MONTIBELLER 2, Évany FERRARI 3, Iago SCHIOCHET 4, Graciane Regina PEREIRA 5 RESUMO O presente trabalho teve como objetivos: apontar a quantidade de água utilizada no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul, apresentando um novo recurso para diminuir o consumo de água; reutilizar os dejetos humanos na agricultura, passando pelo processo de compostagem, através da sanitária composteira seca e identificar a percepção escolar em relação à sanitária composteira seca e ao consumo de água no Instituto. Neste relatório descrevemos o que é uma sanitária composteira seca, que corresponde a um sistema integrado que utiliza matéria orgânica seca na descarga ao invés de água, como ela funciona e como se utiliza. A sanitária composteira seca (SCS) está inserida na área da Permacultura e procura reduzir o uso de água, e a reciclagem dos dejetos humanos respeitando a ética do uso dos recursos naturais (cuidado com o planeta e com as pessoas). Para a realização deste projeto foi realizado um diagnóstico de percepção dos alunos em relação ao uso da água e da composteira seca. O diagnóstico contava com cinco perguntas. Os dados obtidos foram transformados em porcentagens e discutidos, também buscou-se os dados do uso da água no Instituto para defendermos a idéia de que a sanitária composteira seca é uma forma de economizar água e reutilizar os compostos sólidos produzidos (os dejetos). Concluímos que a falta de conhecimento dos alunos faz com que eles não tenham nenhuma consciência em relação à redução do consumo de água e que a sanitária composteira seca é uma nova alternativa de reduzir este consumo de água e estabelecer novas alternativas de tratamento dos dejetos e da água utilizados. PALAVRAS-CHAVE: sanitária composteira seca, permacultura, Instituto Federal Catarinense. INTRODUÇÃO É bastante recente e ainda embrionária a preocupação da humanidade com a preservação e valorização de água do planeta e com o tratamento adequado dos dejetos gerados, como fezes e a urina. A água existente na Terra é essencial para a vida de qualquer ser, uma vez que somos constituídos por cerca de 80% de água e não vivemos mais do que 3 dias sem ela. Assim, a água é elemento primordial para qualquer sistema vivo. Sabe-se que mais de um bilhão de pessoas no mundo não têm acesso à água potável e morrem por falta d água ou por doenças (hepatite infecciosa, esquistossomose, 1 Aluna da 2ª série do Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. 2 Aluno da 2ª série do Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. 3 Aluna da 2ª série do Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. 4 Aluno da 2ª série do Curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. 5 Professora de Ensino Básico, Técnico e Tecnólogo do Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul. 1

2 elefantíase, cólera, febre, tifóide, poliomielite, vermes, entre outras) que poderiam ser erradicadas pelo simples acesso à água potável ou pela não contaminação dos recursos hídricos. No Brasil, os dejetos humanos e animais quando jogados nos rios ou subsolo, representam a forma mais grave de contaminação das águas. Frente a essa falta de habilidade em manejar os recursos e criar soluções para os problemas gerados pela humanidade, pretendeu-se com este trabalho, indicar o uso da sanitária composteira seca (SCS) como uma maneira eficiente de economizar a água, não contaminando o ambiente onde vivemos e aproveitando os dejetos gerados. A SCS está inserida na área da Permacultura. Um projeto de permacultura consiste em planejar, implantar e manter com consciência os ecossistemas produtivos que tenham a diversidade, resistência e estabilidade como os ecossistemas naturais. Ele resulta na junção harmoniosa entre pessoas e a natureza gerando alimentação, energia e habitação entre outras necessidades materiais e não materiais de maneira sustentável (ORTIZ, 2003). Estima-se que o consumo médio diário e mensal de água no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense - Campus Rio do Sul é muito alto, pois existe uma grande demanda de água na higienização das instalações e para as moradias. Apesar da água utilizada ser toda provinda de fontes da área da instituição, há o custo do tratamento antes e após o uso. Entendemos que a melhor forma de tratar os dejetos humanos começa em não misturá-los na água, visto o grande gasto no tratamento dos esgotos, uma vez que nas estações de tratamento convencionais 99% do volume tratado corresponde à água, e nesse processo, apenas os sólidos são removidos e reaproveitados e a parcela líquida volta para o rio sem tratamento. A sanitária composteira seca é indicada para lugares que possuem pouca água e uma grande produção de dejetos humanos, por exemplo, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul há uma grande produção de dejetos nas moradias dos alunos na escola (internos), nos prédios, nas moradias dos servidores, os dejetos são encaminhados para fossas sépticas e após tratamento primário são lançados em um ribeirão. Existe uma grande diferença da patente para a sanitária composteira seca. Nessa última, não há odor ou qualquer contaminação de água por fonte líquida ou sólida. Com base no exposto, este trabalho teve como objetivo geral demonstrar que o uso da sanitária composteira seca é uma alternativa viável na redução do consumo de água e poluição da água por dejetos humanos. Além disso, buscou-se identificar a percepção da comunidade escolar relacionada ao uso da sanitária composteira seca e esclarecê-la sobre a importância de aperfeiçoar o sistema de tratamento de dejetos humanos, e também identificar a quantidade de água utilizada no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul, para concluir se a sanitária composteira seca é uma alternativa viável na redução do consumo de água no Instituto. O trabalho foi organizado da seguinte forma: na primeira parte foi feita uma fundamentação teórica sobre permacultura, compostagem e sanitária composteira seca; a segunda parte apresenta os materiais e métodos de trabalho; a terceira os resultados, com análise e discussão dos dados a para finalizar as considerações finais. 2

3 MATERIAL E MÉTODOS Para a elaboração deste projeto foram realizadas as seguintes etapas: a) Revisões bibliográficas em livros, artigos, revistas e sites da internet que demonstravam como surgiu o banheiro seco, como se realiza a sua construção, como funciona e como se utiliza. Essa etapa, foi realizada no período de maio de 2008 a março de Utilizou-se principalmente sites, pois o tema ainda é novo e existem poucas publicações. b) Diagnóstico sobre banheiro seco com alunos: o diagnóstico foi realizado no dia 10 de março de 2009 com os alunos dos primeiros anos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense - Campus de Rio do Sul. O diagnóstico foi realizado com todos os alunos do primeiro ano, totalizando 131 entrevistas. O diagnóstico contou com 5 perguntas: 1) Você sabe quanto de água gasta em cada descarga? ( ) Sim ( ) Não 2) Você sabe o que é um banheiro seco? Sim ( ) Não ( ) Talvez ( ) 3) Você vai quantas vezes no banheiro? Duas vezes ( ) Mais de 2 ( ) 4) Você usaria o banheiro seco? Sim ( ) Não ( ) 5) O que você acha de temos um banheiro seco? Bom ( ) ruim ( ) As respostas foram trabalhadas em uma planilha no programa Microsoft Excel. Depois se realizou a construção de gráficos e tabelas para facilitar a análise dos dados. c) Retorno a comunidade: após a tabulação dos dados e análise, os resultados foram levados às turmas pesquisadas, no mês de outubro na apresentação do trabalho na FETEC (). d) Preparação dos materiais para FETEC foi realizada no mês de junho e julho com a confecção de cartazes que demonstram os dados da pesquisa. Também foi confeccionado uma maquete para ilustrar a SCS. RESULTADOS E DISCUSSÕES Sanitária composteira seca A SCS é uma forma de preservar o meio ambiente. Surgiu como uma alternativa de reduzir o consumo de água, além de reutilizar os dejetos sólidos como forma de compostos orgânicos. Esta nova idéia foi desenvolvida pela permacultura e pode ser implantada em ambientes variados onde a produção de dejetos humanos ocorre, como é o caso da escola. Segundo Ortiz (2003), a SCS é um sistema integrado de tratamento de resíduos humanos (fezes, urina e papel higiênico) sem consumo de água. Funciona através de uma camada isolada e impermeável que evita a contaminação, nela se mistura os resíduos com serragem promovendo a compostagem seca e a reintegração do excedentes (em forma de composto) ao ambiente. A sanitária composteira seca é um banheiro que utiliza matéria orgânica seca na descarga ao invés de água. Com isto, evita o emprego de redes de esgoto, pois os 3

4 dejetos são tratados no local pelo processo da compostagem. Os dejetos, após serem tratados, podem ser utilizados como adubo para as plantas. A matéria orgânica seca funciona como uma barreira garantindo um ambiente inodoro. É uma alternativa de saneamento ambiental, por não poluir o solo nem os corpos d água. O uso da SCS é diferenciado e necessita de cuidados diferenciados: jogar na câmara uma medida de serragem após cada uso; não jogar dentro das câmaras materiais inorgânicos. Disponibilizar um lixeiro no sanitário para objetos como absorventes femininos, fraudas, etc.; os homens devem evitar urinar na câmara. As mulheres pelas dificuldades inerentes (de privacidade) ficam liberadas desta prática. Outra possibilidade é mudar o sistema para que a urina seja captada e não se misture ao composto, pois o excesso de urina vai prejudicar o processo de compostagem. É bom colocar um cartaz na porta, pelo lado de dentro, destacando os bons hábitos de uso do sanitário, principalmente se for de uso público (VIEIRA, 2006). Para se construir um SCS podem ser usados diferentes materiais, entretanto alguns princípios devem ser seguidos. Para construção da SCS devem-se observar alguns procedimentos: a. Escolha do local, se possível com um desnível de 1 a 2 m, isto favorece a construção da rampa que será também o apoio da construção. Declividade da rampa 45º. b. Construção das duas câmaras de uso alternado, cada 6 meses, com um volume mínimo de 1 m 3 cada uma. c. Levantar alvenaria de tijolo. d. Montado o banheiro faz-se a bancada com dois acentos de acordo com as câmaras. e. Instalação do mictório, para uso masculino, a urina é tratada junto com água do lavatório em um círculo de bananeiras. f. Fechamento e vedação do sistema. g. Colocação das chapas que fecham a parte superior das câmaras, isto é para o isolamento, aquecimento e ventilação (o funcionamento do sistema é por convecção de ar quente). h. Colocação das portas de inspeção das câmaras. i. Instalação da chaminé para saída dos gases e/ou ar quente. Todas as instalações devem ser muito bem vedadas, evitando a entrada de correntes de ar. j. Quanto as dimensões e materiais a serem usados na parte superior (sala do banheiro) fica a critério do construtor e na opção dos materiais disponíveis. Recomenda-se utilizar 6 meses uma câmera e logo passar para a outra, mais 6 meses e poderá ser retirado o material da primeira câmera, este já terá um ano de compostagem no depósito, podendo ser encaminhado para a minhocário onde será transformado em húmus e utilizado como adubo natural nos cultivos. A sanitária composteira seca (SCS) foi desenvolvida como uma alternativa de redução no consumo de água no tratamento dos dejetos, pois o banheiro normal necessita de alta quantidade de água, veja os dados a seguir: a válvula de descarga, ao ser acionada gasta de 10 a 30 litros de água, sendo assim podemos perceber que o banheiro normal não é uma alternativa viável ao mundo de hoje, por isso deve-se se 4

5 encontrar e utilizar outras alternativas viáveis que contribuem para a redução no consumo de água. No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense - Campus Rio do Sul o consumo de água é muito alto, ficando em média entre 110 a 122,8 m 3 cúbicos de água por dia. Diagnóstico com os alunos Para o obtenção de dados foi realizado um diagnóstico com os alunos da primeira série do Instituto Federal de Educação, Ciência Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul, totalizando 131 alunos. O diagnóstico consistiu em aplicar 5 questões básicas. Os resultados deste diagnóstico estão apresentados abaixo. Na Figura 1, podemos perceber que a maioria dos alunos não tem o conhecimento de quantos litros de água usam em cada descarga (69%), o que é preocupante. Nosso objetivo foi levar estes dados para os alunos, e promover a conscientização ambiental. 31% 69% Sabe quanto gasta Não sabe quanto gasta Figura 1 Conhecimento dos alunos do gasto de água em cada descarga Esse gasto varia para cada modelo de descarga. Uma bacia sanitária com a válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros. Bacias sanitárias de 6 litros por acionamento (fabricadas a partir de 2001) necessitam um tempo de acionamento 50% menor para efetuar a limpeza, neste caso pode-se chegar a volumes de 6 litros por descarga. Quando a válvula está defeituosa, pode chegar a gastar até 30 litros ( Ou seja, se considerarmos esse gasto no IFC, que representa mais de 30% em uma residência normal, verificamos que a quantidade de água gasta é grande. Podemos perceber que a maioria dos alunos(45%) não sabem o que é um banheiro seco (Figura 2), por isso o nosso objetivo foi transmitir esta informação para a comunidade escolar, estimulando a reflexão dessa forma alternativa de tratamento de dejetos. 5

6 24% 31% Sabe o que é SCS 45% Não sabe o que é SCS Sem resposta Figura 2 Conhecimento dos alunos sobre sanitária composteira seca A maioria dos alunos afirmaram que tem a necessidade de ir ao banheiro mais de duas vezes ao dia (Figura 3), havendo assim um gasto maior de água, o que justifica a recomendação da utilização do banheiro seco. Se imaginarmos que a cada descarga (modelo antigo) gasta em média 12L, e que cada pessoa da instituição (aproximadamente 400 pessoas) dê 3 descargas diárias, temos um gasto de aproximadamente L de água por dia, que se transformam em L de esgoto. 36,64% 30,53% 32,82% 1 vez 2 vezes mais vezes Figura 3 Quantas vezes vai ao banheiro por dia Percebemos que a porcentagem de pessoas que usariam o banheiro seco é alta (61%), e só 39% não usaria o banheiro seco (Figura 4). O que demonstra a aceitação para essa tecnologia. Os que assinalaram não podem não ter conhecimento suficiente desta tecnologia. 6

7 39% 61% Utilizaria Não utilizaria Figura 4 Utilização da sanitária composteira seca Na Figura 5 pode se perceber que houve aceitação na construção de um banheiro seco no Instituto, onde cerca de cinqüenta e sete por cento (57%) disseram que achavam boa a idéia de construí-lo e dezesseis por cento (16%) disseram que achavam muito boa essa construção, porém cerca de vinte por cento (20%) opinaram que seria ruim a construção de banheiro seco e 7% disseram talvez, pois não tinham sua opinião formada. 16% 7% bom ruim muito bom talvez 57% 20% Figura 5 Opinião sobre a construção de uma sanitária composteira seca no IFC Campus Rio do Sul Com o diagnóstico e uma pequena explicação sobre SCS no momento da intervenção conseguimos fazer com que os alunos pensem sobre a possibilidade da instalação. Quando conheceram a alternativa, a maioria dos alunos aprovarou a idéia de construir e utilizar um banheiro seco no Instituto. Retorno a comunidade O retorno a comunidade se deu na apresentação do trabalho no dia da FETEC (Feira De Conhecimento Tecnológico e Científico) que foi realizada no dia 21 de outubro de Para este evento elaborou-se cartazes e uma maquete do modelo da sanitária composteira conforme modelo UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e a utilização de um recurso audiovisual com animação da construção da sanitária composteira seca. 7

8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Figura 6 Maquete da SCS exposta na X FETEC Os objetivos do trabalho foi trazer uma proposta de alternativa para reduzir o consumo e poluição de água por dejetos humanos, identificar a percepção da comunidade escolar em relação ao uso da sanitária composteira seca, além de esclarecêla sobre a importância de aperfeiçoar o sistema de tratamento de dejetos humanos, demonstrando que a sanitária composteira seca é diferente de um banheiro comum. Identificamos também a quantidade de água gasta no Instituto, que é alta, o que sugere medidas de economia. Podemos concluir que tivemos êxito em nosso trabalho, pois tivemos uma aceitação de mais de 57 % para a construção de uma sanitária composteira seca e que mais de 61% dos entrevistados usariam a sanitária. Além da aceitação podemos perceber que a maioria dos problemas em relação ao excesso de consumo de água está ligado à falta de informação. Através da pesquisa diagnosticamos que a maioria dos entrevistados não possuía o conhecimento de quantos litros de água é utilizado em cada descarga, que demonstra a falta de conscientização ambiental. Então chegamos a conclusão de que a sanitária composteira é sim uma alternativa viável para a redução do consumo de água no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense Campus Rio do Sul. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BANHEIRO seco. Disponível em Acesso em 03 jul T&db=&docid=DAE20C6250A B00508A40. Acesso em 24/11/2009. ORTIZ, Pedro Marcos; TIMMERMANN Jorge R. Banheiro seco (comportável). Permacultura Austro Brasileiro- IPAB,2003 SIMÃO, Paulo Safady. Construção Sustentável. Disponível em Acesso em 20 fev VIEIRA, Itamar. Sanitário compostável. Disponível em em 23 mar

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