Aula 03 - Redes e Conectividade. Prof. Hugo V. L. Souza

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aula 03 - Redes e Conectividade. Prof. Hugo V. L. Souza"

Transcrição

1 Aula 03 - Redes e Conectividade Prof. Hugo V. L. Souza

2 Agenda Introdução as Redes de Computadores Fundamentos das redes de alta velocidades e a internet Redes locais e privadas - LANs Redes locais sem fio - WLANs Redes de Longa Distância e públicas - WANs Redes de Computadores aplicadas a SCM Princípios da conectividade: terminais, pontos de acesso e operações organizacionais e de rotina Conectividade e rotinas: backup, repositório e compartilhamento de dados Conectividade aplicada a Logística Fundamentos de redes de distribuição e automação com a Internet Objetos, rastreamento monitorado e gerenciamento integrado pela Internet, introdução aos SIGs;

3 Introdução as Redes de Computadores Continuando nossas aulas sobre a Tecnologia aplicada a Logistica, estaremos iniciando hoje os estudos sobre os fundamentos das redes de computadores; Esta teoria, fundamental para o aprendizado dos processos da empresas, contextualiza vários termos técnicos, mas que estão constantemente em uso nos diversos modelos atuais do mercado; Desta forma, é importante que todos nós entendamos a importância dos princípios das redes e da conectividade aplicada a Logística, fator diferencial em um campo competitivo nos dias de hoje;

4 Introdução as Redes de Computadores Entendendo um pouco sobre esta teoria das redes de computadores, é importante que consideremos alguns preceitos básicos sobre a comunicação; A comunicação precisa ser: Estabelecida entre um emissor e um receptor; Definida através de um processo, estabelecido e controlado através de padrões comuns; Os padrões comuns podem ser códigos, regras ou mecanismos de entendimento comum dos dados; Os dados precisam estar/ser reconhecidos por todos que podem ou devem ler ou escrever;

5 Introdução as Redes de Computadores Vendo por este contexto uma rede de comunicação é algo que estabelece os grupos ou pessoas que compõem a comunicação em uma empresa; Desta forma, quando implementamos a tecnologia na empresa, como uso de computadores, sendo estes responsáveis estabelecerem esta rede, podemos definir este conceito como uma rede de computadores; e como saber diferenciar um conceito do outro?

6 Introdução as Redes de Computadores Através dos conceitos que podemos ler: Uma rede de comunicação é: Um conjunto de atores, que podem ser pessoas ou grupos de pessoas, que se comunicam utilizando um contexto bem definido [ambiente, processo e regras] para gerar, alterar e armazenar dados, informações e conhecimentos; Uma rede de computadores é: Um conjunto de dispositivos [computadores, tablets, etc.] que se comunicam por redes de comunicação em uma mesma empresa ou empresas diferentes, estabelecendo a movimentação dos dados entre diferentes redes e em diferentes locais;

7 Introdução as Redes de Computadores Mas como podemos entender o que é o dado? e a informação? e o conhecimento? Dado: unidade básica de representação, escrita através de códigos que busca abstrair algum significado; Informação: podem ser caracterizados como dados interpretados e tratados, mediante uma ou mais regras de entendimento; Conhecimento: pode ser considerado como o alinhamento das informações para que gerar novas informações que, por sua vez, geram novos conhecimentos;

8 Introdução as Redes de Computadores Observem o exemplo: mfafx996j0uwywf6.png mfafx996h4vxxy1j.png

9 Introdução as Redes de Computadores Uma rede de computadores é complexa e complicada. Nela, estão organizados várias regras, que abrangem desde os procedimentos de trabalho das pessoas até a configuração dos próprios computadores; Nas empresas, para ser mais exato, o fundamental é que saibamos como estas redes impactam o trabalho no dia-a-dia. Na prática, as redes podem ser restritas, quando apenas os colaboradores da empresa podem obter acesso na própria empresa, ou ao contrário, quando o acesso pode ser externo; Quando conseguimos diferenciar cada uma destas situações é por que estamos diante de:

10 Introdução as Redes de Computadores Uma Rede Local [LAN]: também em conhecida como intranet. Na rede LAN, ou intranet, os colaboradores configuram e participam de uma rede privada, em que todas as informações só podem ser acessadas de dentro da empresas; Nas redes privadas, circular vários documentos, principalmente com o uso de s e grupos de e- mails conhecidos como listas de s. As redes de intranet geralmente tem como objetivo prover uma administração da empresa, buscando facilitar o desenvolvimento de processos internos e da adaptação de mudancas, comuns de serem realizadas no dia-a-dia;

11 Introdução as Redes de Computadores Outra característica de uma rede privada é reportar as garantias da integridade dos dados e de sua qualidade. Isto significa dizer que a segurança dos dados é algo fundamental para que nem todos aqueles que não tenham acesso estejam de posse da informação; Outras propriedades importantes das LANs podem ser descritas por: Gerenciamento de acesso dos colobadores aos documentos; Controle preciso da informação; Especificação das regras de funcionamento da empresa de maneira prática; Maior abrangência da informação;

12 Introdução as Redes de Computadores Exemplo de uma intranet: 48a d5-454c-939f-bbf d5/ Solution_SocialIntranet.aspx

13 Introdução as Redes de Computadores A intranet pode ser com fio, com cabos ligados aos computadores, ou como uma rede sem fio. Quando utilizamos uma rede local sem fio, estamos trabalhando em uma WLAN; O termo W significa Wireless, ou sejam comunicação sem fio. Desta forma, as redes privadas podem ser cabeadas ou sem fio, ambas sendo consideradas como intranet; Uma Rede de Longa Distância [WAN]: é conhecida como extranet, ou melhor dizendo, internet;

14 Introdução as Redes de Computadores A internet é uma grande rede de computadores, só que o acesso se torna público, não havendo, em certas condições, o controle acerca de onde a informação esteja circulando; A internet também é conhecida como rede pública. Nesta rede, os colaboradores podem trabalhar com sistemas que estejam disponíveis para quaisquer pessoas acessarem, como é o caso de sites, portais ou sistemas públicos; Na prática, a internet é um nicho em que as pessoas conseguem relevar uma portabilidade para se trabalhar, não dependendo fisicamente da empresa;

15 Introdução as Redes de Computadores A internet foi desenvolvida, obtendo como principais objetivos: Prover o acesso aos dados externos da empresa, ou informações públicas importantes; Obter um contato com os clientes, sendo estes elos fundamentais para aplicar mudanças e inovações; Aproximar e integrar novas empresas, formando grupos organizacionais, visto que cada empresa utiliza uma intranet, mas que depende da internet para se comunicarem; Obter informações de seus colaboradores que estejam trabalhando de maneira externa na empresa, mas sem restringir o acesso aos sistemas gerenciais;

16 Introdução as Redes de Computadores Exemplo do uso da internet: ic/internet-das-coisas01.png

17 Redes de Computadores aplicadas a SCM Com o avanço das redes de computadores, e principalmente da internet, a inovação se tornou algo presente no dia-a-dia das empresas; No contexto logístico, por exemplo a expansão das tecnologias herdou algumas notações complexas, mas que auxiliam muitos profissionais a exercerem sua profissão tanto dentro, quanto fora da empresa; Esta conectividade que cresceu delimita a integração dentre as redes privadas e públicas, buscando soluções que atendam as demandas, que se tornem suficientes para corrigirem os problemas;

18 Redes de Computadores aplicadas a SCM Estes princípios da conectividade se baseiam atualmente em três fatores: Processos: correspondem as operações que as empresas desenvolvem baseadas nas ferramentas que adotam; Ferramentas: corresponde os softwares, frameworks e modelos de dados adotados pelas empresas; Infraestrutura: corresponde a organização e ao alinhamento destes itens mediante a capacidade operacional e logística que a empresa pode ofertar para integrar a tecnologia como ponto forte;

19 Redes de Computadores aplicadas a SCM Como as empresas de logística focam a distribuição, rastreamento, além de outros procedimentos operacionais, a tecnologia na logística tem como ponto forte a infraestrutura A infraestrutura tecnológica é algo complexo, mas simples de entender. Cada empresa precisar definir os tipos de rede que irá implantar, os processos, bem como as pessoas competentes, além outras operações, dois quais podemos destacar:

20 Redes de Computadores aplicadas a SCM Definição de terminais: os terminais são equipamentos que garantem a entrada da informação no sistemas. Geralmente podem ser computadores, localizados na empresa, ou tablets em que os operadores externos importam informações de trabalho; Por que usar terminais? Os termais delimitam as fontes de entrada da informação de maneira que seu controle esteja correto e que o gerenciamento delimite a capacidade de trabalho a informação; Medir a quantidade de pessoas x quantidade de trabalho e realizar uma rastreabilidade de: quem faz o que?

21 Redes de Computadores aplicadas a SCM Definição de pontos de acesso: os pontos de acesso podem conhecido como portas que viabilizam o acesso dos terminais, como por exemplo, pontos de rede cabeadas, roteadores sem fio, dentre outros meios, como internet móvel e tecnologias que busquem autenticar o colaborador na rede da empresa; Na prática, o ponto de acesso está presente na empresa, de maneira interna, mas há situações em que estes pontos estão limitados, como por exemplo em distribuidores em trânsito, entregadores, etc.;

22 Redes de Computadores aplicadas a SCM Definição de operações organizacionais e de rotina: correspondem aos tipos de operações que não caracterizam exatamente um ou mais processos de logística, mas sim, da administração de servidores, terminais, pontos de acesso, dentre outros equipamentos que configuram a infraestrutura; As rotinas são pequenas operações locais, sendo principalmente técnicas e individuais ao colaborador. Neste contexto a logística pode focar diversos aspectos como distribuição, armazenamento, gerenciamento, etc., mas dependendo, de certa forma, de algumas rotinas operacionais da tecnologia, que podem estar descritas:

23 Redes de Computadores aplicadas a SCM Backup: corresponde ao controle dos dados, principalmente de dados lógicos ou digitalizados. O backup é comum, utilizando um servidor para aramzenar informaçoes como documentos, arquivos, dentre outros artefatos que podem ser utilizados no dia-a-dia pela empresa; A operação de backup também é conhecida como cópia de segurança. A cópia de segurança é algo fundamental que garante, na teoria, que a empresa evite danos ao que foi salvo em um evento que não esteja programado, ou em casos de segurança da informação;

24 Redes de Computadores aplicadas a SCM Exemplo de um processo comum de backup realizado pelas empresas: https://i-technet.sec.s-msft.com/dynimg/ic gif

25 Redes de Computadores aplicadas a SCM Outra tecnologia que um grande conjunto de empresas utiliza é conhecido como repositório; Repositório: funciona como uma espécie de espaço onde os colaboradores podem ler e gravar informações centralizadas, mediante a um conjunto de regras que estabelecem: Usuários ou grupos de usuários que podem ler/ escrever; Arquivos, dados ou documentos mapeados para serem lidos ou escritos; Áreas dos servidores que podem ou não estar disponíveis para leitura ou escrita; Os repositórios podem ser de vários tipos, dependendo do contexto e do negócio que a empresa desempenha;

26 Redes de Computadores aplicadas a SCM Alguns dos principais repositórios que podemos listar estão conhecidos como: Repositórios relacionais: são aqueles em que as leituras e escritas dos arquivos dependem de consultas ou regras para serem utilizados. Podemos entender este mecanismo com o seguinte exemplo: O cenário é: buscar clientes que compraram a vista e pagaram mais do que 200R$: Relação/consulta desenvolvida: Tabela de clientes: cpf, nome, endereço; Tabela de produtos: codigoproduto, preçovenda, preçocompra, desconto; Tabela de Venda: codigovenda, data, hora, quantidade de produtos; Onde está a relação na consulta?

27 Redes de Computadores aplicadas a SCM Alguns dos principais repositórios que podemos listar estão conhecidos como: Repositórios não relacionais: não dependem de uma consulta ou mesmo regra para que os dados estejam disponíveis para o cliente; Como os dados podem ser encontrados? Grupos de conteúdos Ex.: documentos específicos, notas fiscais, arquivos diversos, fotos, etc etc.; Grupos de usuários Ex.: chefe, gerentes, operadores, etc; Grupos de serviços Ex.: serviços, operações que apenas usuários cadastrados podem obter leitura ou escrita;

28 Redes de Computadores aplicadas a SCM A terceira rotina é conhecida como compartilhamento de dados. O compartilhamento em si não corresponde apenas a tramitação da informaçao, mas sim, todo o processo de gerenciamento e controle da informação; O compartilhamento na prática é realizado pela gerencia da informação. Para não nos alongamos no conteúdo, basta entender que trabalhamos com tres tipos de conteúdo: Dados: correspondem a símbolos que buscam representar algo do mundo real, mas sem um significado aparente definido; Informação é um ou mais símbolos que representam um significado. Este significado pode retornar alguma operação específica; Conhecimento: corresponde o alinhamento das informações para gerar novas informações ou novos conhecimentos;

29 Conectividade aplicada a Logística A conectividade é uma chave importante neste escopo que estamos estudando hoje. Sem ela, o trabalho exercido por nós não teria como ser realizado corretamente; Para a Logística, para ser mais exato, as redes fundamentam quase tudo, em um contexto estrutural. Imagine que se não entender esta teoria e na prática, o colaborador não poderá conseguir organizar ou definir as atividades do dia-a-dia; Pensando desta forma, um conceito importante, baseado nas redes de comunicação e computação modernas é considerado como a base para o uso da informática no gerenciamento de insumos; Estamos falando das Redes de distribuição;

30 Conectividade aplicada a Logística A conectividade é uma chave importante neste escopo que estamos estudando hoje. Sem ela, o trabalho exercido por nós não teria como ser realizado corretamente; Para a Logística, para ser mais exato, as redes fundamentam quase tudo, em um contexto estrutural. Imagine que se não entender esta teoria e na prática, o colaborador não poderá conseguir organizar ou definir as atividades do dia-a-dia; Pensando desta forma, um conceito importante, baseado nas redes de comunicação e computação modernas é considerado como a base para o uso da informática no gerenciamento de insumos; Estamos falando das Redes de distribuição e Automação ou Redes de Distribuição de Dados;

31 Conectividade aplicada a Logística Uma Rede de distribuição Automatizada ou Rede de Distribuição de dados automatizados é aquela em que toda uma estrutura é projetada para que a distribuição, conhecida como movimentação seja realizada, considerando as mudanças que ocorre em sua malha; A Malha compreende a todo o entorno que compõem os nós ou pontos do grupo. Imagine, por exemplo que você irá percorre um longo caminho entre duas cidades, mas que para que se chegue ao destino será necessário percorrer por outras, que podem ou não estarem localizadas na mesma rota; Os nós estão ligados por rotas. As rotas compreendem um arco de ligação entre um nó-origem e um nó-destino endereçado através de um padrão conhecido como protocolo;

32 Conectividade aplicada a Logística Um protocolo é um conjunto de regras que precisam ser seguidas para a comunicaçao ocorra ao longo do trajeto da rede; Esta comunicação é baseada em um processo conhecido como geoprocessamento, que estabelece todo um conjunto de relacionamento entres estes termos para garanti a interação e o gerenciamento das propriedades: pag30e.jpg

33 Conectividade aplicada a Logística Cada dado, documento, insumo ou produto movimentado por este padrão utilizando redes de automação é conhecido como objeto; Os objetos pode ser descritos como componentes que estão compostos por características gerais ou específicas. As propriedades variam de acordo como o tipo de objeto, a categoria, o molde de transporte, além de outras propriedades relacionadas ao gerenciamento da rede, estando dentre estas que podemos citar: Segmentaçao de objetos; Rastreamento dos objetos; Arranjo dos objetos;

34 Conectividade aplicada a Logística A segmentação dos objetos compreendem ao processo de acompanhamento através da organização de grupos de dados integrados; Estes dados monitoram o andamento da realocação entre cada novo nó, mediante ao atendimento ou não da condição de chegada do objeto, principalmente quando são realizadas as operações: Checagem geográfica: localiza em uma rota qual o segmento ou ponto o objeto está sendo tramitado; Confirmação/Não-confirmação: valida ou não a tramitação do objeto para o próximo nó;

35 Conectividade aplicada a Logística Imagine como exemplo, que sua encomenda comprada pela internet vai percorrer um longo caminho e que cada caminho deste esta subdivido em caminhos menores; A estrutura poderá depender do tipo de sistema utilizado pela empresa e pelo processo logístico que a mesma utiliza; Nem sempre o software pode garantir que a comunicação esteja coesa. As propriedades da comutação neste caso dependem da empresa;

36 Conectividade aplicada a Logística O Rastreamento corresponde ao alinhamento dos pontos e comparação das regras relacionais para comparar as características e propriedades dos objetos; Na prática, o rastreamento ocorre por similaridades, em cenários que os objetos podem ser repetidos, ou por disparidades, quando os objetos podem ser totalmente diferentes; No rastreamento, a segmentação precisa está corretamente implantada, para que as regras de gerenciamento dos dados estejam corretas;

37 Conectividade aplicada a Logística Exemplo de segmentação dos quadros: TtuzBw6FnUI/AAAAAAAAF0M/d-KETiqucFw/s1600/ Pedido.jpg

38 Conectividade aplicada a Logística Exemplo de segmentação dos quadros: https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2010/06/ custeio1.jpg

39 Conectividade aplicada a Logística Nesta configuração que estudamos sobre sistema de logística a dependencia acerca do processo da empresa é relevante; Não tem como uma empresa investir em um software sem que seus processos logísticos estejam definidos e validados, pois o sistema apenas poderá alinhar o comparar as atividades desempenhadas pelos funcionários; O Arranjo dos objetos corresponde a um conjunto de grupos de dados ou objetos que podem ser iguais, parecidos ou diferentes, mas que delimitam como o processo poderá funcionar;

40 Conectividade aplicada a Logística Voltando ao exemplo da encomenda, imagine que duas, vinte ou cinquenta estão a caminho de um local parecido; Desta forma, os grupos de entrega podem ser relacionados e os dados da mesma forma. O que isto significa dizer: Diminuição de custos; Viabilização de entregas; Diminuição de esforço; Exemplo: entregas de comidas delivery entregues para locais considerados próximos;

41 Conectividade aplicada a Logística Onde a Internet entra neste contexto? A internet é uma rede similar, com nós, e uma arquitetura bem definida; O software e a comunicação podem ser públicas ou privadas, dependendo da regra da empresa; Onde a Logística entra no contexto? Ela precisa definir os processos de funcionamento e distribuição de bens; O software presta o suporte dependendo destes aspectos que vimos nos últimos slides; O que eu preciso entender Relação e comparação de informaçoes integram todo este cenário logístico;

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução aos Processos de Software: modelos e ciclo de vida de software Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES

DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DESCRITIVO TÉCNICO INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES 39 A, por resolução do seu Comitê Técnico, em acordo com o Estatuto e as Regras da Competição, adotou as exigências mínimas que seguem no tocante a esta

Leia mais

Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com

Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com Prof. Marcelo Machado Cunha Parte 1 www.marcelomachado.com Conceito, características e classificação das Redes de Computadores; Topologias; Meios físicos de transmissão; Equipamentos de Rede; Segurança;

Leia mais

Introdução a microinformática: fundamentos de software, hardware, sistemas operacionais e tipos de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L.

Introdução a microinformática: fundamentos de software, hardware, sistemas operacionais e tipos de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Introdução a microinformática: fundamentos de software, hardware, sistemas operacionais e tipos de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos

Leia mais

o desenvolvimento, o crescimento e a disseminação moral, honestidade e cooperação real transparência, alta qualidade e preços justos

o desenvolvimento, o crescimento e a disseminação moral, honestidade e cooperação real transparência, alta qualidade e preços justos Desde Junho do ano 2000, trabalhamos muito e buscamos crescer, em nossa sede e em capital. Mas todo nosso crescimento só foi e é possível porque nunca deixamos de lado o desenvolvimento, o crescimento

Leia mais

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas

Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Dicas para implantação do Autodesk Vault para pequenas e médias empresas Rodrigo Tito Nova CS Informática Cristiano Oliveira ConsultCAD É sabido por todos que hoje, o processo de desenvolvimento do produto

Leia mais

Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Apresentação da disciplina e proposta didática Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados para o todo ou quaisquer partes do documento, em

Leia mais

Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo.

Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo. 1 TEMA Assunto: Redes de computadores. Tema: As vantagens de implantar uma rede estruturada em ambiente corporativo. 2 PROBLEMA Problema: Qual a importância de criar uma rede estruturada em instituições

Leia mais

Informática Básica. Internet Intranet Extranet

Informática Básica. Internet Intranet Extranet Informática Básica Internet Intranet Extranet Para começar... O que é Internet? Como a Internet nasceu? Como funciona a Internet? Serviços da Internet Considerações finais O que é Internet? Ah, essa eu

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

Princípios fundamentais dos Sistemas de Informação: introdução, sistemas e níveis organizacionais e as TICs Prof. MSc Hugo Vieira L.

Princípios fundamentais dos Sistemas de Informação: introdução, sistemas e níveis organizacionais e as TICs Prof. MSc Hugo Vieira L. Princípios fundamentais dos Sistemas de Informação: introdução, sistemas e níveis organizacionais e as TICs Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão

Leia mais

MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA

MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA MÓDULO 11 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO DO SISTEMA Através dos elementos que fazem parte do projeto do sistema é que podemos determinar quais as partes do sistema que serão atribuídas às quais tipos

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS

PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS Aulas : Terças e Quintas Horário: AB Noite [18:30 20:20hs] PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE INTRANETS 1 Conteúdo O que Rede? Conceito; Como Surgiu? Objetivo; Evolução Tipos de

Leia mais

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios.

Internet of Things. utilizá-la em diversos tipos de negócios. Internet of Things 10 formas de utilizá-la em diversos tipos de negócios. INTRODUÇÃO As interfaces Machine to Machine (M2M) estão facilitando cada vez mais a comunicação entre objetos conectados. E essa

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO

LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO LINHA CRIATIVA, Informática & Soluções PORTFOLIO 2015 A LINHA CRIATIVA é uma solução de TI focada em produtos inteligentes e simples, actuando no sector de empresas de médio e pequeno porte, nas áreas

Leia mais

Plataforma Sharp OSA VAÇÃO

Plataforma Sharp OSA VAÇÃO Plataforma Sharp OSA VAÇÃO A plataforma Sharp OSA abre sua MFP para se tornar um portal personalizado, localizado estrategicamente dentro do seu negócio. Associado a um amplo potencial de desenvolvimento

Leia mais

EXIN Cloud Computing Fundamentos

EXIN Cloud Computing Fundamentos Exame Simulado EXIN Cloud Computing Fundamentos Edição Maio 2013 Copyright 2013 EXIN Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser publicado, reproduzido, copiado ou armazenada

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor

Leia mais

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS

MONITORAMENTO WIRELESS EM TEMPERATURA, UMIDADE, PRESSÃO & GPS 1 AR AUTOMAÇÃO EMPRESA & SOLUÇÕES A AR Automação é uma empresa especializada no desenvolvimento de sistemas wireless (sem fios) que atualmente, negocia comercialmente seus produtos e sistemas para diferentes

Leia mais

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA. Curso: Redes de Computadores e Telecomunicações

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA. Curso: Redes de Computadores e Telecomunicações UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA Curso: Redes de Computadores Módulo 2 - Conceitos e Fundamentos Evolução das Redes d LAN, MAN e WAN Material de Apoio 2011 / sem2 Prof. Luiz Shigueru Seo CONCEITOS e FUNDAMENTOS

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais: princípios, tipos, apoio a decisão Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Sistemas de Informações Gerenciais: princípios, tipos, apoio a decisão Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Sistemas de Informações Gerenciais: princípios, tipos, apoio a decisão Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados para o todo ou quaisquer

Leia mais

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5

Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Processos Técnicos - Aulas 4 e 5 Trabalho / PEM Tema: Frameworks Públicos Grupo: equipe do TCC Entrega: versão digital, 1ª semana de Abril (de 31/03 a 04/04), no e-mail do professor (rodrigues.yuri@yahoo.com.br)

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Sociedade do Conhecimento

Sociedade do Conhecimento Gerenciamento (Gestão) Eletrônico de Documentos GED Introdução Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED Sociedade do Conhecimento Nunca se produziu tanto documento e se precisou de tanta velocidade

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade

Funcionalidade Escalabilidade Adaptabilidade Gerenciabilidade Projeto de Redes Requisitos Funcionalidade -- A rede precisa funcionar. A rede precisa permitir que os usuários desempenhem os seus deveres profissionais. A rede precisa oferecer conectividade de usuário-para-usuário

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Redes de Computadores MISSÃO DO CURSO Com a modernização tecnológica e com o surgimento destes novos serviços e produtos, fica clara a necessidade de profissionais

Leia mais

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos)

Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Comunicação sem fio (somente para determinados modelos) Guia do Usuário Copyright 2006 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft e Windows são marcas registradas da Microsoft Corporation nos

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

Evolução na Comunicação de

Evolução na Comunicação de Evolução na Comunicação de Dados Invenção do telégrafo em 1838 Código Morse. 1º Telégrafo Código Morse Evolução na Comunicação de Dados A evolução da comunicação através de sinais elétricos deu origem

Leia mais

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula :

Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador. Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação. Objetivo : Roteiro da Aula : Teleprocessamento e Redes Universidade Católica do Salvador Aula 04 - Estrutura de Redes de Comunicação Objetivo : Nesta aula, vamos começar a entender o processo de interligação entre os equipamentos

Leia mais

Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ

Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ Projeto Rede WiFi amplia disponibilidade, segurança e praticidade da rede de internet da UERJ Perfil A história da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) teve início em 04 de dezembro de 1950,

Leia mais

Desculpe, mas este serviço (jogo) encontra se em manutenção.

Desculpe, mas este serviço (jogo) encontra se em manutenção. Estrutura de servidor e banco de dados para multijogadores massivos Marcelo Henrique dos Santos marcelosantos@outlook.com Desculpe, mas este serviço (jogo) encontra se em manutenção. São Paulo SP, Fevereiro/2013

Leia mais

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos)

Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Comunicação Sem Fio (Somente em Determinados Modelos) Guia do Usuário Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft é uma marca registrada da Microsoft Corporation nos Estados Unidos.

Leia mais

SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais.

SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais. SIntegra Abordagem Completa - Conceitos Gerais. 1 por Victory Fernandes Creio que muitos de vocês leitores, assim como eu, venham sendo constantemente abordados por seus clientes a respeito da obrigatoriedade

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI - Tecnologia da informação SI - Tecnologia da informação Com a evolução tecnológica surgiram vários setores onde se tem informatização,

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi

Redes de Computadores. Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Prof. Késsia Marchi Redes de Computadores Redes de Computadores Possibilita a conexão entre vários computadores Troca de informação Acesso de múltiplos usuários Comunicação de dados

Leia mais

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS

Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS 1 INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação/ IFTI 1402 Turma 25 09 de abril de 2015 Proposta de Avaliação de Empresas para o uso do SAAS Raphael Henrique Duarte

Leia mais

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes

MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com. Gerenciamento e Administração de Redes MSc Eliton Smith elitonsmith@gmail.com Gerenciamento e Administração de Redes 2 Gerência de Redes ou Gerenciamento de Redes É o controle de qualquer objeto passível de ser monitorado numa estrutura de

Leia mais

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores Conceitos Básicos de Rede Um manual para empresas com até 75 computadores 1 Conceitos Básicos de Rede Conceitos Básicos de Rede... 1 A Função de Uma Rede... 1 Introdução às Redes... 2 Mais Conceitos Básicos

Leia mais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais

15/02/2015. Conteúdo deste módulo. Curso de Preparatório para Concursos Públicos. Tecnologia da Informação REDES. Conceitos Iniciais Curso de Preparatório para Concursos Públicos Tecnologia da Informação REDES Conceitos Iniciais; Classificações das Redes; Topologias de Redes; Meios de Transmissão; Arquitetura de Redes; Conteúdo deste

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

gladiador INTERNET CONTROLADA

gladiador INTERNET CONTROLADA gladiador INTERNET CONTROLADA funcionalidades do sistema gladiador sistema Gerenciamento de usuários, gerenciamento de discos, data e hora do sistema, backup gladiador. Estações de Trabalho Mapeamento

Leia mais

Introdução às Redes de Computadores

Introdução às Redes de Computadores Introdução às Redes de Computadores Evolução na comunicação Comunicação sempre foi uma necessidade humana, buscando aproximar comunidades distantes Sinais de fumaça Pombo-Correio Telégrafo (século XIX)

Leia mais

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti. TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes

Tecnologia e Infraestrutura. Conceitos de Redes Tecnologia e Infraestrutura Conceitos de Redes Agenda Introdução às Tecnologias de Redes: a) Conceitos de redes (LAN, MAN e WAN); b) Dispositivos (Hub, Switch e Roteador). Conceitos e tipos de Mídias de

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com

Topologias e abrangência das redes de computadores. Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Topologias e abrangência das redes de computadores Nataniel Vieira nataniel.vieira@gmail.com Objetivos Tornar os alunos capazes de reconhecer os tipos de topologias de redes de computadores assim como

Leia mais

Projeto de Redes Top-Down

Projeto de Redes Top-Down Projeto de Redes Top-Down Referência: Slides extraídos (material de apoio) do livro Top-Down Network Design (2nd Edition), Priscilla Oppenheimer, Cisco Press, 2010. http://www.topdownbook.com/ Alterações

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK)

ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) ESTUDO DE VIABILIDADE, PROJETO E IMPLANTAÇÃO DE UMA REDE VPN (VIRTUAL PRIVATE NETWORK) 1. VPN Segundo TANENBAUM (2003), VPNs (Virtual Private Networks) são redes sobrepostas às redes públicas, mas com

Leia mais

IT SERVICES. 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: São Paulo -SP 20/03/2014

IT SERVICES. 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: São Paulo -SP 20/03/2014 IT SERVICES 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia LOCAL: São Paulo -SP 20/03/2014 TEMA DA PALESTRA: Desafios da Gestão de TI no Mercado Jurídico PALESTRANTE:

Leia mais

Sistemas de Produtividade

Sistemas de Produtividade Sistemas de Produtividade Os Sistemas de Produtividade que apresentaremos em seguida são soluções completas e podem funcionar interligadas ou não no. Elas recebem dados dos aplicativos de produtividade,

Leia mais

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES (GR3P30)

PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES (GR3P30) UNIP Brasília - Coordenação CG/CW/GR/AD Senhores Alunos, PIM TECNOLOGIA EM GERENCIAMENTO DE REDES (GR3P30) Seguem informações importantes sobre o PIM: 1. O QUE É? - Os PIM (Projeto Integrado Multidisciplinar)

Leia mais

Tecnologias de GED Simone de Abreu

Tecnologias de GED Simone de Abreu Tecnologias de GED Simone de Abreu A rapidez na localização da informação contida no documento é hoje a prioridade das empresas e organizações, já que 95% das informações relevantes para o processo de

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Cluster, Grid e computação em nuvem Slide 8 Nielsen C. Damasceno Introdução Inicialmente, os ambientes distribuídos eram formados através de um cluster. Com o avanço das tecnologias

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática

Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Curso Técnico Integrado em Manutenção e Suporte em Informática Disciplina: Infraestrutura de Redes de Computadores 1. Conceitos básicos, Classificação e Topologias de Redes Prof. Ronaldo

Leia mais

1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade.

1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade. 1. Quem somos nós? A AGI Soluções nasceu em Belo Horizonte (BH), com a simples missão de entregar serviços de TI de forma rápida e com alta qualidade. Todos nós da AGI Soluções trabalhamos durante anos

Leia mais

Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix

Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix 1/7 Controle e Monitoramento Inteligente dos processos e regras de negócios utilizando a Plataforma Zabbix Navegue: 1/7 > www.alertasecurity.com.br +55 11 3105.8655 2/7 PERFIL ALERTA SECURITY SOLUTIONS

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação

Fundamentos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação Objetivo da Aula Tecnologia e as Organizações, importância dos sistemas de informação e níveis de atuação dos sistemas de informação Organizações & Tecnologia TECNOLOGIA A razão e a capacidade do homem

Leia mais

[ Empowering Business, Architecting IT. ]

[ Empowering Business, Architecting IT. ] SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios Setembro/2012 Sumário Matéria publicada na Information Week... 4 Artigo Case Ipiranga... 7 SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios

Leia mais

like a Boss mandic Um GUIA para você escolher bem, e se tornar uma Autoridade em Serviços de Compartilhamento de Arquivos na Nuvem.

like a Boss mandic Um GUIA para você escolher bem, e se tornar uma Autoridade em Serviços de Compartilhamento de Arquivos na Nuvem. BOX like a Boss Um GUIA para você escolher bem, e se tornar uma Autoridade em Serviços de Compartilhamento de Arquivos na Nuvem. mandic CLOUD SOLUTIONS Mais e mais empresas buscam soluções para dar suporte

Leia mais

Portfólio de Serviços Dominit 2016

Portfólio de Serviços Dominit 2016 Portfólio de Serviços Dominit 2016 A Dominit é uma empresa nacional que atua como integradora de soluções de tecnologia da informação. Temos como diferencial a proposta de parceria para nossos clientes

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação I

Administração de Sistemas de Informação I Administração de Sistemas de Informação I Prof. Farinha Aula 03 Telecomunicações Sistemas de Telecomunicações 1 Sistemas de Telecomunicações Consiste de Hardware e Software transmitindo informação (texto,

Leia mais

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo.

Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Vigilância IP Axis. Infinitas possibilidades para a vigilância por vídeo. Desafios da vigilância por vídeo hoje O mercado de vigilância por vídeo está crescendo, impulsionado por preocupações de segurança

Leia mais

Plano de Gerência de Configuração

Plano de Gerência de Configuração Plano de Gerência de Configuração Objetivo do Documento Introdução A aplicação deste plano garante a integridade de códigos-fonte e demais produtos dos sistemas do, permitindo o acompanhamento destes itens

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO WESLLEYMOURA@GMAIL.COM RECONHECIMENTO DE ALGUNS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ANÁLISE DE SISTEMAS ERP (Enterprise Resource Planning) Em sua essência, ERP é um sistema de gestão empresarial. Imagine que você tenha

Leia mais

Sistema de Digitalização e Gerenciamento de Arquivos On-Line

Sistema de Digitalização e Gerenciamento de Arquivos On-Line Sistema de Digitalização e Gerenciamento de Arquivos On-Line O aplicativo Aplicativo com quase 3 anos de mercado, onde gerencia atualmente mais de 500.000 arquivos sendo eles entre digitalizados ou anexados

Leia mais

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS

FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS FERRAMENTAS E SOLUÇÕES DE APOIO À GESTÃO E MANUTENÇÃO DE ATIVOS Ivo BRAGA 1 RESUMO Os Serviços de manutenção exigem cada vez mais um elevado nível de complexidade. Mesmo a nível local onde o grau de especialização

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES

REDES DE COMPUTADORES CURSO TÉCNICO DE INFORMÁTICA Módulo A REDES DE COMPUTADORES Arquiteturas e Abrangência ESCOLHENDO A ARQUITETURA Em redes, podemos trabalhar em 2 tipos de arquiteturas, com vantagens e desvantagens; É diretamente

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes 1 Redes de Dados Inicialmente o compartilhamento de dados era realizado a partir de disquetes (Sneakernets) Cada vez que um arquivo era modificado ele teria que

Leia mais

Apresentação da Empresa e seus Serviços.

Apresentação da Empresa e seus Serviços. Apresentação da Empresa e seus Serviços. 1 Conteúdo do Documento Sobre a MSCTI... 3 Portfólio de Serviços... 4 O que a consultoria MSCTI faz?... 5 Outros Serviços e Soluções... 6 Certificações... 7 Clientes

Leia mais

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment

Meio Físico. Mensagem. Protocolo. Emissor e Receptor. Data Terminal Equipment Data Communications Equipment Emissor Receptor Meio Físico Mensagem Protocolo Emissor e Receptor Data Terminal Equipment Data Communications Equipment (DTE) + (DCE) Meio Físico Mensagem ( pacote ) O meio físico É o elemento que transmite

Leia mais

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para

Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Prof. Edson Maia Graduado em Web Design e Programação Bacharel e Licenciado em Geografia Especialista em Gestão Ambiental Complementação para Magistério Superior Especialista em Docência para Educação

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador

Leia mais

Android. Escolhe o dispositivo Android certo!

Android. Escolhe o dispositivo Android certo! Android O Android é a plataforma mais popular do mundo das telecomunicações. Podemos usar todos os aplicativos do Google, existem mais de 600.000 aplicativos e jogos disponíveis no Google Play para nos

Leia mais

Projeto: Implantação de Sistema Objetivo

Projeto: Implantação de Sistema Objetivo Projeto: Implantação de Sistema Objetivo Permitir ao aluno o contato com sistemas de informação gerenciais e com algumas fases de implantação de sistemas, como, análise do sistema, definição da matriz

Leia mais

Voz em ambiente Wireless

Voz em ambiente Wireless Voz em ambiente Wireless Mobilidade, acesso sem fio e convergência são temas do momento no atual mercado das redes de comunicação. É uma tendência irreversível, que vem se tornando realidade e incorporando-se

Leia mais

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede)

FACSENAC. SISGEP SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO DRP (Documento de Requisitos do Projeto de Rede) FACSENAC SISTEMA GERENCIADOR PEDAGÓGICO Versão: 1.2 Data: 25/11/2011 Identificador do documento: Documento de Visão V. 1.7 Histórico de revisões Versão Data Descrição Autor 1.0 03/10/2011 Primeira Edição

Leia mais

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP UNIVERSIDADE PAULISTA GERENCIAMENTO DE REDES Segurança Lógica e Física de Redes 2 Semestre de 2012 SEGURANÇA FÍSICA Introdução Recomendações para o controle do acesso físico Política de segurança

Leia mais

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012

Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 Por Érica Barcelos Fevereiro, 2012 2 INTRODUÇÃO Com a informatização dos sistemas nas empresas veio também o aumento da competitividade e isso fez com que a qualidade dos serviços fosse questionada. O

Leia mais

Tipos de Rede. Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010

Tipos de Rede. Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010 2010 Tipos de Rede Maria João Bastos MegaExpansão 16-03-2010 REDES Em computação, rede de área local (ou LAN, acrónimo de local área network) é uma rede de computador utilizada na interconexão de equipamentos

Leia mais

Associação Brasileira de Automação GS1 Brasil

Associação Brasileira de Automação GS1 Brasil Associação Brasileira de Automação GS1 Brasil Estudo o uso do código de barras no Brasil 30 de junho de 2015 Consumidor e o Código de Barras 2 Consumidor e o Código de Barras - Perfil 45% - HOMENS 55%

Leia mais

Controles gerais iguais aos de pacotes de softwares: Instalação, Configuração, Manutenção, Utilitários.

Controles gerais iguais aos de pacotes de softwares: Instalação, Configuração, Manutenção, Utilitários. $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR $8',725,$'$7(&12/2*,$'$,1)250$d 2 &RQWUROHVVREUHEDQFRGHGDGRVH PLFURFRPSXWDGRUHV

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais