Seminário. expert PDF. Trial. Lei /14 - Aspectos Contábeis das Normas. Março Elaborado por:

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1 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) opções 2 ou 3 (núcleo de relacionamento) web: Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis São Paulo SP Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão Seminário Lei /14 - Aspectos Contábeis das Normas Elaborado por: Antônio Fernando Coelho A reprodução total ou parcial, bem como a reprodução de apostilas a partir desta obra intelectual, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópias e de gravação, somente poderá ocorrer com a permissão expressa do seu Autor (Lei n. 9610) TODOS OS DIREITOS RESERVADOS: É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184. Março 2015 O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

2 De 14 a 16 de junho de 2015 Acesse: Lei nº /2014 Aspectos contábeis das Normas Palestra 1

3 Objetivo da palestra Atualizar os conhecimentos acerca das mudanças introduzidas na legislação tributária do IRPJ, CSL, PIS e COFINS em função da utilização dos princípios internacionais de contabilidade na apuração dos resultados contábeis tributáveis. Lei 6.404/76 Porque estamos aqui? Normas para companhias abertas, mas com boa aderência as sociedades limitadas Lei /07 MP 449/08 e Lei /09 IN 949/09 Lei /14 IN 1422 e IN 1515 Sociedades de grande porte, normas de divulgação, auditoria, DFC, novo desenho do balanço patrimonial RTT Neutralidade Tributária FCONT Mudanças na legislação tributária do IRPJ, CSL, PIS e COFINS em função da utilização dos princípios internacionais de contabilidade na apuração dos resultados contábeis tributáveis Criação da Escrituração Contábil Fiscal e normatização da Lei , orientando sobre os efeitos fiscais da lei 2

4 Primeiro, uma reflexão: Se hoje temos uma contabilidade tão evoluída considerando a aplicação dos IFRS s, eu pergunto: tínhamos então uma contabilidade ultrapassada, arcaica, pouco usual e sem resultados eficientes? Contabilidade antes da harmonização com as práticas internacionais Contabilidade depois da harmonização com as práticas internacionais. Menor nível de exigência. Mais rigor para companhias abertas. Pouca aplicabilidade por parte dos contadores. Contabilidade avançada, mas pouco conhecida. Ética e transparência. Relatórios contábeis estruturados. Mais importância aos stakeholders. Contabilidade avançada e refinada. Leitura universal - padronização 3

5 Normas Contábeis... antes...e mais umas oito 4

6 ...e mais umas oito...vai até o 46 mais o CPC PME 5

7 Lei /2014 Capítulo I IRPJ e CSLL Capítulo II PIS e COFINS pouca coisa Capítulo III Outros pequenos assuntos Capítulo IV Da adoção inicial Capítulo V Instituições financeiras Capítulo VI Regime transitório de tributação Capítulo VII Opção pelos efeitos em 2014 Capítulo VIII e IX Tributação em bases universais Capítulo X Parcelamento Capítulo XI Disposições finais Capítulo I: IRPJ e CSLL Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, entre eles:. Valor máximo para bens do ativo não circulante serem lançados integralmente no resultado: R$ 1.200,00, desde que seu prazo de vida útil seja inferior a um ano. Art. 64 da IN

8 Capítulo I: IRPJ e CSLL Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, no que tange:. Juros pagos antecipadamente, os descontos de títulos de crédito, a correção monetária prefixada e o deságio concedido na colocação de debêntures ou títulos de crédito deverão ser apropriados pro rata tempore. Contas a receber Banco 5.000, ,00 Desconto ocorreu em 10/jan. R$ 200,00 / 30 * 20 = R$ 133,33 Ativo DRE Duplicata descontada Juros antecipados Despesa financeira 5.000,00 200,00 133,33 133,33 Capítulo I: IRPJ e CSLL Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, no que tange:. Juros e outros encargos, associados a empréstimos contraídos, especificamente ou não, para financiar a aquisição, construção ou produção de bens classificados como estoques de longa maturação, propriedade para investimentos, ativo imobilizado ou ativo intangível, podem ser registrados como custo do ativo, desde que incorridos até o momento em que os referidos bens estejam prontos para seu uso ou venda. (Art. 73 da IN 1515) 7

9 Capítulo I: IRPJ e CSLL Custo de empréstimos - exemplo Ativo circulante Ativo circulante Passivo circulante Bancos Estoques Empréstimos , , , , , , , , , , , , , , ,00 1 Saldo inicial Obs: 5% de juros mensais Pagamento da parcela Capítulo I: IRPJ e CSLL Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, no que tange:. Desdobramento do custo de aquisição de investimentos, entre valor contábil e: (i) mais ou menos valia, ou (ii) goodwill. Suponha que uma empresa adquiriu 50% de participação em outra empresa pelo valor de R$ ,00 e o valor do Patrimônio Líquido da empresa investida seja de R$ ,00: Investimentos Mais valia , ,00 Banco ,00 PL $ x 50% 8

10 Capítulo I: IRPJ e CSLL Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, no que tange:. Ajuste do saldo da conta investimentos com base no patrimônio líquido da investida, recebimento de dividendos diminui o saldo do investimento, e os ajustes decorrentes da Equity não causam efeito no lucro real nenhuma novidade! Investimentos Mais valia , , , , ,00 Banco DRE - Equity 5.000, , ,00 Exclui no Lalur Capítulo I: IRPJ e CSLL PL da investida no final do período aumentou para R$ Sendo assim, R$ X 50% = R$ Art. 2: Alterações no DL nº 1.598/77, no que tange:. Serão classificados como ganhos ou perdas de capital, e computados na determinação do lucro real, os resultados na alienação, inclusive por desapropriação, na baixa por perecimento, extinção, desgaste, obsolescência ou exaustão, ou na liquidação de bens do ativo não circulante, classificados como investimentos, imobilizado ou intangível nada mudou. Depreciação DRE Ativo imobilizado acumulada Baixa ativo imobilizado 5.000, , , , , , ,00 DRE Ganho de Banco Outras receitas capital 2.200, ,00 Receita 2.200,00 Vl residual 1.000, ,00 9

11 Art. 4º á 6º - Ajuste a Valor Presente O valores reconhecidos no resultado, derivados de ajuste a valor presente de ativos e passivos de longo prazo, somente serão dedutíveis na apuração do lucro real quando o elemento correspondente da receita também for contabilizado, respeitando portanto o princípio da competência (Art. 34 á 40 da IN 1515/14) Vamos a um exemplo: Ex: empresa adquiriu matéria-prima para produção no valor de R$ ,00, para pagamento em 5 parcelas de R$ 7.000,00, sem entrada. A taxa de juros média do mercado é 1,8% a.m , , , , ,00 = 1,018^1 1,018^2 1,018^3 1,018^4 1,018^ , , , , ,00 = 1,0180 1,0363 1,0550 1,0740 1, , , , , ,64 = ,61 Estoque MP Juros a transcorrer Fornecedores , , ,00 10

12 Art. 4º á 6º - Ajuste a Valor Presente A pessoa jurídica que, até o ano-calendário anterior, houver sido tributada com base no lucro real deverá adicionar à base de cálculo do imposto de renda, correspondente ao primeiro período de apuração no qual houver optado pela tributação com base no lucro presumido ou for tributada com base no lucro arbitrado, os saldos dos valores cuja tributação havia diferido, independentemente da necessidade de controle no livro. Lucro Real - LALUR Lucro líquido Adição permanente Despesa não dedutível Exclusão temporária Depreciação incentivada Lucro real Lucro Presumido Receitas totais Presunção... 8% Base de cálculo Depreciação incentivada Base de cálculo total Art. 7º á 9º - Lucro presumido e arbitrado Na apuração do ganho de capital em aplicações financeiras, é vedado o cômputo de encargos financeiros de empréstimos passivos relacionados. Aplicação financeira Financiamento Bancos , , , , , , ,00 Aplicação financeira , , ,00 Ganho de capital maior, tributação maior 11

13 Art. 7º á 9º - Lucro presumido e arbitrado Somente serão utilizadas para fins de cálculo dos Juros sobre Capital Próprio as seguintes contas do Patrimônio Líquido (Art 28 da IN 1515): I - capital social; II - reservas de capital; III - reservas de lucros; IV - ações em tesouraria; e V - prejuízos acumulados Os instrumentos patrimoniais referentes às aquisições de serviços (Pagamento Baseado em Ações) somente serão considerados depois da transferência definitiva da sua propriedade. O montante dos juros remuneratórios passível de dedução nos termos do caput não poderá exceder o maior entre os seguintes valores: I - 50% do lucro líquido do exercício antes da dedução dos juros, caso estes sejam contabilizados como despesa; ou II - 50% do somatório dos lucros acumulados e reservas de lucros. Art. 11 Despesas pré-operacionais Serão dedutíveis para fins de imposto de renda, em quotas fixas mensais e no prazo mínimo de 5 (cinco) anos, a partir: I - do início das operações ou da plena utilização das instalações; e II - do início das atividades das novas instalações, no caso de expansão de atividades industriais. (Art. 72 da IN 1515) 12

14 Art. 13 Ganho na avaliação pelo valor justo Aumento do ativo ou redução no passivo só serão computados no lucro real desde que controlados/evidenciados em conta distinta. Do contrário, serão tributados imediatamente. Serão tributados a medida que o ativo ou passivo seja realizado, mediante venda, depreciação/exaustão/amortização ou baixa. O ganho não poderá acarretar redução de prejuízo fiscal do período, devendo ser considerado em período de apuração seguinte em que exista lucro real. Não se aplica ao reconhecimento inicial de ativos recebidos de doações. O tema Valor Justo consta dos Art. 41 á 53 da IN Como avaliar pelo valor justo: a) das matérias-primas e dos bens em almoxarifado, o preço pelo qual possam ser repostos, mediante compra no mercado; b) dos bens ou direitos destinados à venda, o preço líquido de realização mediante venda no mercado, deduzidos os impostos e demais despesas necessárias para a venda, e a margem de lucro; c) dos investimentos, o valor líquido pelo qual possam ser alienados a terceiros. d) dos instrumentos financeiros, o valor que pode se obter em um mercado ativo, decorrente de transação não compulsória realizada entre partes independentes; e, na ausência de um mercado ativo para um determinado instrumento financeiro: 1) o valor que se pode obter em um mercado ativo com a negociação de outro instrumento financeiro de natureza, prazo e risco similares; 2) o valor presente líquido dos fluxos de caixa futuros para instrumentos financeiros de natureza, prazo e risco similares; ou 3) o valor obtido por meio de modelos matemático-estatísticos de precificação de instrumentos financeiros. 13

15 Art. 13 Ganho na avaliação pelo valor justo Exemplo: determinado ativo com vida útil de 5 anos, cujo valor original era de R$ , foi avaliado por R$ pelo valor justo. Ativo imobilizado Ajuste pelo valor justo Passivo não circulante , ,00 166, ,00 DRE Depreciação acumulada Depreciação VJ Ganho pelo valor justo 1.666,67 166,67 166,67 Despesa depreciação Despesa depreciação 1.666,67 166,67 Sub-conta distinta Art. 14 e 15 Perda na avaliação pelo valor justo Redução do ativo ou aumento no passivo só serão computados no lucro real desde que controlados/evidenciados em conta distinta. Do contrário, serão considerados indedutíveis. Serão computados na apuração do lucro real a medida que o ativo ou passivo seja realizado, mediante venda, depreciação/ exaustão/amortização ou baixa. Se o valor justo for calculado com base em ativo ou passivo indedutível, o ajuste de avaliação patrimonial também será indedutível. 14

16 Art. 14 e 15 Perda na avaliação pelo valor justo Exemplo: determinado ativo cujo valor original era de R$ foi avaliado por R$ pelo valor justo. Ativo imobilizado Ajuste pelo valor justo Passivo não circulante , , ,00 166,67 Depreciação acumulada Depreciação VJ Perda pelo valor justo 1.666,67 166,67 166,67 Despesa depreciação Despesa depreciação 1.666,67 166,67 Art. 14 e 15 Perda na avaliação pelo valor justo Exemplo de ajuste em se tratando de uma aplicação financeira: Ativo Aplicação financeira Banco 5.000,00 200, , , ,00 Ativo DRE Perda - AVJ Perda - AVJ 200,00 200,00 200,00 15

17 Art. 16 Valor justo Presumido para Real Empresa tributada pelo Presumido que passar para Lucro Real deverá incluir na tributação pelo Presumido os ganhos ou perdas apurados pela avaliação dos ativos pelo valor justo. Esses ganhos e perdas podem ser diferidos mediante os critérios estabelecidos sobre realização desses itens. É mais uma questão de contabilidade mercantil do que de tributação. Art. 63 da IN Art. 17 á 19 Valor justo: ganho ou perda de capital na subscrição de ações Art. 54 da IN 1515 Decorre de integralização de capital com ativos não monetários, ou na emissão de ações. O valor do ajuste pelo valor justo não integra a base de cálculo do IR/CSLL, desde que o ajuste seja contabilizado em subconta distinta e devidamente discriminado. O ajuste será tributado:. Em razão da depreciação/amortização/exaustão. Na alienação. A razão de 1/60 avos no caso de bens não sujeitos a depreciação Ajuste pelo valor justo que não for contabilizado em subconta distinta é tributado integralmente, ou considerado não dedutível. Se a empresa estiver com prejuízo fiscal, o efeito aqui mencionado será válido só quando a empresa auferir lucro. 16

18 Integralização de capital com bens do ativo imobilizado Ativo Passivo Patrimônio Líquido Equipamento AVJ Ganho no aumento CS Capital Social , ,00 416, , ,00 Ativo DRE Ativo Investimento Realização do ganho Imobilizado ,00 416, ,00 Vida útil do bem: 24 meses Realização do AVJ = R$ / 24 = 416,67 Depreciação: R$ / 24 = R$ 2.500,00 Investida Ativo Depreciação acumul ,00 Art. 20 á 26 Incorporação, fusão e cisão Art. 62 da IN 1515 Art. 20 e 21: mais ou menos-valia: O saldo existente na contabilidade referente à mais-valia ou menosvalia, decorrente da aquisição de participação societária entre partes não dependentes, poderá ser considerado como integrante do custo do bem ou direito que lhe deu causa e do cômputo da depreciação, amortização ou exaustão. Na hipótese de cisão, se o bem ou direito que deu causa a mais ou menos-valia não houver sido transferido para o patrimônio da sucessora, esta poderá, para efeitos de IR/CSLL deduzir a referida importância em quotas fixas mensais e no prazo mínimo de 5 (cinco) anos contados da data do evento. 17

19 Art. 20 á 26 Incorporação, fusão e cisão Ativo Empresa A Passivo Ativo Empresa B Passivo Investimento Mais valia Imobilizado PL Empresa A Empresa B Ativo Passivo Ativo Passivo Imobilizado Investimento Mais valia Imobilizado PL Art. 20 á 26 Incorporação, fusão e cisão Art. 22: A pessoa jurídica que absorver patrimônio de outra, em virtude de incorporação, fusão ou cisão, na qual detinha participação societária adquirida com ágio por rentabilidade futura (goodwill), poderá excluir para fins de apuração do lucro real dos períodos de apuração subsequentes o saldo do referido ágio, à razão de 1/60 avos mensais. (vide slide seguinte) Art. 23: Mesmos critérios no caso de compra vantajosa. Art. 26: Os ganhos decorrentes de avaliação com base no valor justo na sucedida não poderão ser considerados na sucessora como integrante do custo do bem ou direito para efeito de determinação de ganho ou perda de capital e do cômputo da depreciação. Na sucessora, esses ganhos ou perdas terão o mesmo tratamento tributário que teriam na sucedida. No geral: muito cuidado com o Laudo de Avaliação que fundamenta o processo de cisão, fusão ou incorporação. 18

20 Art. 20 á 26 Incorporação, fusão e cisão Empresa A Empresa B Ativo Passivo Ativo Passivo Investimento Goodwill Intangível PL Empresa A Empresa B Ativo Passivo Ativo Passivo Intangível Exclusão Goodwill Intangível PL Lalur em 60 x Art. 27 Ganho por compra vantajosa O ganho decorrente do excesso do valor líquido dos ativos identificáveis adquiridos e dos passivos assumidos, mensurados pelo valor justo, em relação ao pagamento efetuado, será computado no lucro real no período de apuração relativo à data do evento e posteriores, à razão de 1/60 (um sessenta avos). Ativo adquirido Passivo adquirido Caixa , , ,00 Ganho DRE 166, ,00 166,67 Depreciação acumulada Despesa depreciação 2.777, ,78 Ex: vida útil 3 anos 19

21 Art. 28 Tratamento tributário do Goodwill A amortização do ágio, fundamentado em goodwill, não será computado na determinação do lucro real até o momento da alienação ou baixa do investimento. Investimento Ágio - goodwill , , ,00 Adição no Lalur DRE Caixa 2.000, ,00 Art. 29 Contratos de longo prazo (Art 79 e 80 da IN 1515) Não mudou nada, ou seja: (i) custos incorridos no período em relação ao custo total estimado, ou (ii) porcentagem executada em função do progresso físico. Regra diferente é tributada!! Ativo DRE Caixa e bancos Custo incorrido , , ,00 Ativo DRE Estoques e custos Receita de Vendas , , ,00 Valor da receita do contrato: R$ ,00 Custo todal estimado: R$ ,00 Custo incorrido: R$ ,00 Relação percentual: 5,33% R$ X 5,33%. Contrapartida: contas a receber 20

22 Art. 30 Subvenções para investimentos Isenção ou redução de impostos, concedidas como estímulo à implantação ou expansão de empreendimentos econômicos e as doações feitas pelo poder público não serão computadas na determinação do lucro real, desde que seja registrada em reserva de lucros e que sejam utilizadas para absorção de prejuízos ou aumento de Capital Social. Art. 112 da IN 1515 Patrimônio Líquido Passivo circulante Reservas de lucros ISS a recolher 1.000, , ,00 DRE ISS sobre vendas 1.000,00 Art. 31 Prêmio na emissão de debêntures O prêmio na emissão de debêntures não será computado no lucro real, se: I - a titularidade do título não seja de sócio ou titular da empresa; e II - seja registrado em reserva de lucros específica, para ser utilizada: a) absorção de prejuízos, desde que já tenham sido totalmente absorvidas as demais Reservas de Lucros, com exceção da Reserva Legal; ou b) aumento do capital social. Ativo Passivo Caixa e bancos Debêntures a pagar , ,00 Patrimônio líquido Reserva de lucros debêntures ao valor 5.000,00 de face R$ 1,00 cada. Valor pago pelo mercado: R$ 1,50 21

23 Art. 32 Teste de recuperabilidade (Art. 74 da IN 1515) A perda de impairment acontece quando o valor contábil é superior ao valor recuperável de um ativo de longa duração, ou grupo de ativos. Caso a empresa possua sinais internos e externos de que seus ativos estão registrados na contabilidade com valor acima do praticado no mercado, ou se a expectativa de benefício futuro a ser gerado pelo bem está abaixo da prevista, ela deve realizar testes para demonstrar esta diferença. O contribuinte poderá reconhecer na apuração do lucro real somente os valores contabilizados como redução ao valor recuperável de ativos que não tenham sido objeto de reversão, e somente quando ocorrer a alienação ou baixa do bem correspondente. Art. 32 Teste de recuperabilidade Ex: ativo imobilizado cujo valor contábil atual é R$ ,00 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 12 Entradas de caixa Custos e despesas Fluxo de caixa Taxa de desconto do cashflow 1,1200 1,0144 1,0017 1, % Descontado a valor presente

24 Art. 32 Teste de recuperabilidade DRE Ativo imobilizado Perda por impairment , , ,00 Adição no Lalur. Na baixa ou venda, exclui no Lalur No caso de alienação ou baixa de um ativo que compõe uma unidade geradora de caixa, o valor a ser reconhecido na apuração do lucro real deve ser proporcional à relação entre o valor contábil desse ativo e o total da unidade geradora de caixa à data em que foi realizado o teste de recuperabilidade. DRE Ativo imobilizado Perda por impairment , , ,60 R$ refere-se a unidade geradora de caixa. O ativo é de R$ O ativo representa 71,43% da unidade geradora. Art. 33 e 34 Pagamento baseado em ações (Art 76 da IN 1515) O valor da remuneração dos serviços prestados por empregados ou similares, efetuada por meio de acordo com pagamento baseado em ações, deve ser adicionado ao lucro real no período de apuração em que o custo ou a despesa forem apropriados, e somente será dedutível depois do pagamento ou da transferência da propriedade definitiva das ações. Passivo Circulante DRE , , ,00 Dedutível Caixa ,00 Capital social ,00 23

25 Art. 35 e 36 Contratos de concessão Art 81 á 83 da IN 1515 No caso de contrato de concessão de serviços públicos em que a concessionária reconhece como receita o direito de exploração recebido do poder concedente, o resultado decorrente desse reconhecimento deverá ser computado no lucro real à medida que ocorrer a realização do respectivo ativo intangível, mediante amortização, alienação ou baixa. Vamos a um exemplo: o Governo Estadual concede a uma concessionária o direito de cobrar pedágios em um trecho de 50 km entre as cidades A e B. Em troca desse direito, a concessionária poderá cobrar R$ 5,00 de pedágio. As obras de construção da estrada correrão por conta da concessionária, e ao final de 10 anos a estrada, centros de apoio e demais benfeitorias ficarão para o Estado. Ativo intangível Caixa Construção da estrada, praça de pedágio, pontos de apoio, etc. Custos e despesas Receita de vendas Amortização em 120 meses. Receita total da concessão: R$ ,00 / 120 meses 24

26 Art. 37 á 39 Aquisição de participação societária em etapas No caso de aquisição de controle de outra empresa na qual já se detinha participação societária anterior, o ganho ou perda na avaliação da participação societária anterior pelo valor justo, poderá ser diferido(a) por ocasião da alienação ou baixa do investimento. A empresa deverá manter controle desses valores no Lalur. Investimentos Ajuste Valor Justo , ,00 a a 1.000,00 b ,00 Caixa ,00 b Exclusão no Lalur a avaliação da participação societária antes da aquisição do controle b aquisição do controle Art. 40 Depreciação exclusão no Lalur Art. 65 á 68 da IN 1515 A taxa anual de depreciação será fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem. O Fisco publicará periodicamente o prazo de vida útil admissível, ficando assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação dos seus bens, desde que faça a prova dessa adequação, quando adotar taxa diferente. Caso a quota de depreciação registrada na contabilidade do contribuinte seja menor do que aquela calculada com base nos parâmetros fiscais, a diferença poderá ser excluída do lucro líquido na apuração do lucro real. Essa exclusão virará adição quando o bem completar sua depreciação total (método semelhante a depreciação acelerada incentivada). 25

27 Art. 41 e 42 Amortização do intangível (Art. 70 e 71 da IN 1515) A amortização de direitos classificados no ativo não circulante intangível é considerada dedutível na determinação do lucro real. Poderão ser excluídos, para fins de apuração do lucro real, os gastos com desenvolvimento de inovação tecnológica, quando registrados no ativo não circulante intangível, no período de apuração em que forem incorridos (Art. 17 da Lei /2005). Cuidado: Ao utilizar esse benefício, deverá adicionar ao lucro líquido o valor da realização (amortização) do ativo intangível, do contrário você estaria deduzindo duas vezes! Art. 43 Prejuízos não operacionais Os prejuízos decorrentes da alienação de bens e direitos do ativo imobilizado, investimento e intangível, mesmo que reclassificados para o ativo circulante com intenção de venda, poderão ser compensados, nos períodos de apuração subsequentes ao de sua apuração, somente com lucros de mesma natureza, observado o limite de 30%. Art. 44 Contratos de concessão lucro presumido No caso de contratos de concessão de serviços públicos, a receita reconhecida pela construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo intangível, não integrará a base de cálculo do imposto sobre a renda quando se tratar de lucro presumido ou arbitrado. 26

28 Art. 45 Custos estimados de desmontagens Art. 69 da IN 1515 Os gastos de desmontagem e retirada de item do ativo imobilizado ou restauração do local em que está situado somente serão dedutíveis quando efetivamente incorridos. Sendo assim, provisões passivas não são dedutíveis. Não afeta o resultado tributável nem via depreciação!! Ativo Passivo Caixa e bancos Serviços desmontagem , , ,00 2 Ativo imobilizado Máquinas 1 - aquisição da máquina , gastos de montagem e ,00 instalação , provisão dos gastos com desmontagem Art. 46 á 49 Arrendamento mercantil Art. 86 á 91 da IN 1515 Não mudou praticamente nada. As contraprestações e as despesas financeiras podem ser computadas no lucro real. O que mudou foi a forma de contabilizar contratos de leasing; quando caracterizados como leasing financeiro, a operação, segundo o princípio da essência sobre a forma, deve ser registrada como compra financiada. Ativo imobilizado Passivo DRE Caminhões Financiamentos Despesa financeira , , , ,28 Ativo Ativo DRE Juros a transcorrer Caixa e bancos Despesa depreciação , , , ,33 Valor do bem arrendado: R$ ,00 Quantidade de parcelas: 36 Valor da contraprestação: 8.192,17 Estimativa de vida útil: 60 meses O valor da contraprestação é dedutível na apuração do IR 27

29 Art. 52 á 55 Créditos de PIS/COFINS (não-cumulativo) Os valores de Ajuste a Valor Presente compõem o custo de aquisição da mercadoria para fins de apuração do crédito de PIS/COFINS. Os ganhos e perdas decorrentes da avaliação dos ativos ao Valor Justo não serão considerados para cálculo dos créditos de PIS/ COFINS. No caso de contrato de concessão de serviços públicos, a receita decorrente da construção, recuperação, reforma, ampliação ou melhoramento da infraestrutura, cuja contrapartida seja ativo financeiro, integrará a base de cálculo do PIS/Cofins, à medida do efetivo recebimento. Mas então onde residem os nossos problemas? 28

30 Plano de contas Seção Registro J050: Plano de Contas do Contribuinte Seção Registro J051: Plano de Contas Referencial Seção Bloco K: Saldos das Contas Contábeis e Referenciais Seção Registro K001: Abertura do Bloco K Seção Registro K030: Identificação dos Períodos e Formas de Apuração do IRPJ e da CSLL no Ano-Calendário Seção Registro K155: Detalhes dos Saldos Contábeis (Depois do Encerramento do Resultado do Período) Seção Registro K156: Mapeamento Referencial do Saldo Final Seção Registro K355: Saldos Finais das Contas Contábeis de Resultado Antes do Encerramento Seção Registro K356: Mapeamento Referencial dos Saldos Finais das Contas Contábeis de Resultado Antes do Encerramento Seção Registro K990: Encerramento do Bloco K Contabilização analítica de clientes e fornecedores Conferência das notas fiscais de venda e de compra Atentar-se para datas e valores de faturas Comparação dos valores de venda e compra a prazo com os valores a vista, visando detectar Ajustes a Valor Presente Importação do movimento financeiro do cliente: emissão de notas fiscais, notas fiscais de entrada, recebimentos e pagamentos, juros e descontos, etc Software que indique o valor dos juros embutidos nas parcelas facilidade para Registro do AVP Conferências tributárias considerando que o AVP não impacta os cálculos de PIS e COFINS. 29

31 Controles mais enérgicos em relação a contabilização de bancos e cartões Confrontação entre o extrato bancário e os documentos suporte Saques sem comprovação Lançamentos agrupados de cobrança bancária Exigência da boa e velha cópia de cheque Descriminação das contas recebidas com cartão de crédito e débito Circularização para identificação de contas bancárias ocultas Definição e reconhecimento das receitas, segundo o CPC 30 Receita é o ingresso bruto de benefícios econômicos durante o período observado no curso das atividades ordinárias da entidade que resultam no aumento do seu patrimônio líquido, exceto os aumentos de patrimônio líquido relacionados às contribuições dos proprietários. A receita proveniente da venda de bens deve ser reconhecida apenas quando: a) a entidade tenha transferido para o comprador os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos bens; b) não mantenha envolvimento continuado na gestão dos bens vendidos; c) o valor dos ingressos seja confiavelmente mensurável; d) for mensurada pelo valor justo da retribuição recebida ou a receber; e) seja provável que os benefícios econômicos associados à transação fluirão para a entidade; f) as despesas incorridas ou a serem incorridas, referentes à transação, possam ser confiavelmente mensuradas. 30

32 Art. 3º A receita bruta compreende: I - o produto da venda de bens nas operações de conta própria; II - o preço da prestação de serviços em geral; III - o resultado auferido nas operações de conta alheia; e IV - as receitas da atividade ou objeto principal da pessoa jurídica não compreendidas nos incisos I a III. 1º A receita líquida será a receita bruta diminuída de: I - devoluções e vendas canceladas; II - descontos concedidos incondicionalmente; III - tributos sobre ela incidentes; e IV - valores decorrentes do ajuste a valor presente, de que trata o inciso VIII do caput do art. 183 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, das operações vinculadas à receita bruta. Continuidade Definição e reconhecimento da Receita Bruta, segundo a IN 1515: Aplicação do CPC 26 voltado ao Patrimônio Líquido Consistência e comparabilidade Políticas contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro Movimentação de reservas de lucros e de capital Destinação dos lucros Compensação adequada dos prejuízos acumulados Resultado abrangente, apresentando em separado o montante atribuível aos sócios majoritários e aos minoritários 31

33 Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido da JBS S.A. Utilização do Lalur (lucro real) e controles na DRE (lucro presumido). Lalur = Escrituração Contábil Fiscal. Demonstração do Resultado do Exercício extremamente refinada para contribuintes enquadrados no Lucro Presumido. Distribuição de lucros altamente fiscalizada. Descrição completa dos lançamentos e respeito as normas contábeis e fiscais. Para fins de apresentação de demonstrações financeiras, escrituração contábil de acordo com os livros razão e diário e prestação de contas aos usuários da informação contábil, não existe mais diferença entre lucro real e lucro presumido 32

34 Referências bibliográficas Acesso em Acesso em Acesso em Acesso em Acesso em pdf Acesso em

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