Curso de Engenharia de Computação FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso de Engenharia de Computação FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS"

Transcrição

1 Curso de Engenharia de Computação FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS Viviane Peloso Itatiba São Paulo Brasil Novembro de 2004

2 ii O presente exemplar da monografia FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS contempla as correções sugeridas pela banca examinadora durante a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso. Itatiba/SP, 08 de Dezembro de Prof Ms. José Aparecido Carrilho USF Universidade São Francisco Itatiba SP.

3 iii Curso de Engenharia de Computação FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS Viviane Peloso Monografia apresentada à disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, do Curso de Engenharia de Computação da Universidade São Francisco, sob a orientação do Prof. Ms. José Aparecido Carrilho, como exigência parcial para conclusão do curso de graduação. Orientador: Prof. Ms. José Aparecido Carrilho Itatiba São Paulo Brasil Novembro de 2004

4 iv FERRAMENTAS CASE: IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA MANUTENÇÃO DE BANCO DE DADOS Viviane Peloso Monografia defendida e aprovada em 27 de novembro de 2004 pela Banca Examinadora assim constituída: Prof Ms. José Aparecido Carrilho USF Universidade São Francisco Itatiba SP. Prof Ms. Alencar de Melo Junior USF Universidade São Francisco Itatiba SP. Prof Ms. Thales Coelho Borges Lima USF Universidade São Francisco Itatiba SP.

5 v.agradecimentos Agradeço primeiramente ao Professor José Aparecido Carrilho, meu orientador, que acreditou em mim e incentivou-me para a conclusão deste trabalho, face aos inúmeros percalços do trajeto. Agradeço também ao Professor Alencar de Melo Júnior, um companheiro de percurso e de discussões profícuas, dentro e fora do contexto deste trabalho, agraciando-me incontáveis vezes com sua paciência, conhecimento e amizade. Alguns experimentos e vários entendimentos não teriam sido possíveis sem a colaboração de Fernando Davanço, Fábio Nascimbeni Lopes e Gladston José de Oliveira. Eu agradeço fraternalmente a todos.

6 vi Sumário Lista de Siglas...vii Lista de Figuras... viii Lista de Tabelas...ix Resumo...x Abstract...x 1 INTRODUÇÃO FERRAMENTAS CASE Ambientes CASE Vantagens e Desvantagens Taxonomia Arquitetura IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO Arquitetura do Banco de Dados Oracle Obtenção da Estrutura da Base de Dados Verificação da Estrutura de Base de Dados Gerador de Arquivo Binário Protótipo DBComparer CONCLUSÃO Contribuições Extensões...17 Apêndice 1 Exemplos de comandos selects utilizados na implementação do protótipo 18 Referências Bibliográficas...20 Bibliografia Consultada...21

7 vii Lista de Siglas CASE ADS DFD E-R I-CASE SCM PRO SIM Computer Aided Software Engineering Ambiente de Desenvolvimento de Software Diagrama de Fluxo de Dados Entidade Relacionamento Integrated Computer Aided Software Engineering Software Configuration Management Prototipação Simulação

8 viii Lista de Figuras Figura 2-1 Blocos Construtivos de CASE...4 Figura 2-2 Classificação de Ferramentas CASE...6 Figura 2-3 Exemplos de Arquitetura de Ferramentas CASE...10 Figura 3-1 Telas dos aplicativos SQL Explorer e SQL Monitor atuando concorrentemente...12 Figura 3-2 Tela do Gerador de arquivos binários...13 Figura 3-3 Tela principal do DBComparer...14 Figura 3-4 Mensagem exibida após o término da verificação...14 Figura 3-5 Tela principal do DBComparer com o Log de resultado...15

9 ix Lista de Tabelas Tabela 2-1 Classificação de Ferramentas CASE...6

10 x Resumo O objetivo deste trabalho é a implementação de um protótipo de Ferramenta CASE (Computer Aided Software Engineering) direcionada a utilização de usuários finais, para a realização da árdua tarefa de verificar a consistência da estrutura de base de dados Oracle, aproveitando para embasar a realização de um estudo sobre os diversos tipos de Ferramentas CASE existentes atualmente no mercado. Para isto a mesma foi dividida em duas partes. A primeira parte constitui um estudo sobre Ferramentas CASE, na qual estão descritos não apenas os diversos tipos de Ferramentas existentes, mas inclusive fatores como: definição, ambientes CASE, vantagens e desvantagens em sua utilização e arquitetura. Esta parte terá a função de demonstrar a deficiência de Ferramentas CASE para usuários finais existente no mercado atual. A segunda parte envolve a familiarização com a linguagem de programação escolhida (Delphi 5) e com os aplicativos SQL Explorer e SQL Monitor, além da realização de um estudo na arquitetura no banco de dados Oracle para a definição de uma forma de se obter os dados referentes às estruturas das base de dados Oracle. PALAVRAS-CHAVE: CASE, FERRAMENTA, BASE DE DADOS Abstract The objective of this work is the implementation an archetype of CASE Toll (Computer Aided Software Engineering) directed the use final users, for the accomplishment of the arduous task to verify the consistency the structure database Oracle, using to advantage to base the accomplishment of a study on the diverse types of CASE Tools currently existing in the market. For this the same one was divided in two parts. The first part constitutes a study on CASE Tools, in which is described not only the diverse types of existing Tools, but also factors as: definition, CASE environments, advantages and disadvantages in its use and architecture. This part will have the function to demonstrate the deficiency of CASE Tools for final users existing in the current market. The second part involves the familiarization with the chosen programming language (Delphi 5) and with applicatory SQL Explorer and SQL Monitor, beyond the accomplishment of a study in the architecture in the database Oracle for the definition a form if getting the referring data to the structures the database Oracle. KEY WORDS: CASE, TOOL, DATABASE

11 1 1 INTRODUÇÃO Desde 1955, engenheiros mecânicos e elétricos trabalhavam com ferramentas manuais rudimentares como: livros, tabelas, réguas de cálculos, calculadoras mecânicas, lápis, pranchetas e outros objetos que possibilitavam que um engenheiro criasse modelos do produto a ser projetado. Uma década se passou e este mesmo grupo de engenheiros começou a experimentar a engenharia baseada em computador, surgiam os montadores e compiladores. A partir daí, a primeira geração de Engenharia de Software Auxiliada por Computador, ou seja, de ferramentas conhecidas atualmente como Ferramentas CASE foi sendo desenvolvida, surgiram os dicionários de dados (1960), os editores textuais (1970) e os editores gráficos (1980). A segunda geração iniciou-se a partir de 1980, através de ferramentas para documentação e diagramação, sendo seguida pelo surgimento de ferramentas de verificação de análise e projeto, ferramentas de geração automática de código a partir do projeto e ferramentas de automação do projeto. Apenas nos anos 90, com a terceira geração de Ferramentas CASE, desenvolveram-se ferramentas com assistência inteligente, recurso para reutilização e engenharia reversa. Atualmente, os engenheiros de software dispõem de um número maior e mais variado de ferramentas no mercado, que trazem benefícios ao processo de desenvolvimento de produtos de software, a saber: encoraja um ambiente interativo, reduz custos de manutenção, melhora a qualidade do produto de software, agiliza o processo de desenvolvimento, aumenta a produtividade. Toda ferramenta ou método que auxilie num processo de construção lógica ou física, documentação ou teste pode ser considerada uma Ferramenta CASE. A dissertação presente tem como foco o desenvolvimento de um protótipo de Ferramenta CASE voltada a utilização de usuários finais, apresentado na seção sete, para a verificação de estruturas de base de dados e a partir desta verificação detectar erros com maior eficácia e eficiência. Aproveita-se também para realizar um estudo sobre os diversos tipos de Ferramentas CASE encontradas atualmente no mercado, ressaltando a deficiência no mercado de Ferramentas CASE para usuários finais.

12 2 Na seção dois são apresentados os conceitos gerais de Ferramentas CASE. A implementação de um protótipo para a verificação de estruturas de base de dados Oracle é descrita na seção três e as conclusões deste trabalho são apresentadas na seção quatro.

13 3 2 FERRAMENTAS CASE Atualmente, a palavra ferramenta está muita associada à idéia de ferramenta de software ou ferramenta automatizada, que é um software feito para auxiliar em alguma tarefa. A Ferramenta CASE é a solução que mais tem causado revolução hoje em dia nos ADS's (Ambiente de Desenvolvimento de Software), com ela é possível baixar em muito o tempo total de desenvolvimento de software. Sua presença tornou-se vital para o bom funcionamento de um ADS, auxiliando em todo o ciclo de desenvolvimento (Gerência, Análise, Projeto, Implementação e Teste), além de exercer uma grande importância para a manutenção do software. Esta importância também pode estar associada ao apoio realizado pelas Ferramentas CASE às metodologias e métodos que vão surgindo. Sem ferramentas, uma metodologia ou método não terá boa aceitação no mercado, isto ocorreu com diagramas como o DFD (Diagrama de Fluxo de Dados) e o E-R (Entidade Relacionamento), que só foram amplamente utilizados quando surgiram as primeiras ferramentas para auxiliar na tarefa de diagramação. 2.1 Ambientes CASE Em [YONEZAWA], o autor apresenta três tipos de ambientes CASE, a saber: 1. Lower-CASE ferramentas de ambientes mais simples, provêm suporte à codificação, teste, depuração e manutenção do código do software; 2. Upper-CASE ferramentas de ambientes mais complexos, automatizam diversas tarefas de análise e de projetos de sistemas e são capazes de gerar código automaticamente, a partir das especificações dadas; 3. I-CASE (Integrated-CASE) ambiente caracterizado por um grupo de Ferramentas CASE integradas, isto é, que se relacionam entre si (entradas e saídas) e que permitem controlar a consistência dos dados quando uma metodologia é seguida. A idéia de metodologia embutida no ambiente garante uma maior integração entre as ferramentas, permitindo que as próprias ferramentas façam a verificação de consistência dos dados gerados por elas.

14 4 Ferramentas CASE Arcabouço de integração Serviços de portabilidade Sistema operacional Plataforma de hardware Arquitetura do ambiente Figura 2-1 Blocos Construtivos de CASE. Para [PRESSMAN95], a Figura 2-1 representa uma fundação abrangente para a integração de Ferramentas CASE. No entanto, a maioria das Ferramentas CASE utilizadas hoje não foi construída usando todos esses blocos construtivos. De fato, algumas Ferramentas CASE permanecem como soluções pontuais. Isto é, uma ferramenta é usada para assistir uma atividade específica de engenharia de software (por exemplo, modelagem de dados) mas não se comunica indiretamente com outras ferramentas, não está ligada a uma base de dados de projeto, não é parte de um I-CASE. Apesar dessa situação não ser ideal, uma Ferramenta CASE pode ser usada bastante efetivamente, mesmo sendo uma solução pontual. 2.2 Vantagens e Desvantagens Ainda segundo [PRESSMAN95], dentre as vantagens na utilização das Ferramentas CASE pode-se levar em consideração os seguintes itens, a saber: 1. Maior qualidade dos produtos finais as Ferramentas CASE diminuem a probabilidade de erros, uma vez que podem ajudar no controle de consistência dos dados em um ADS. Também proporcionam maior eficácia dos produtos, ao auxiliarem as fases de Análise e Teste do produto pelo usuário; 2. Produtividade ao ajudar e até mesmo ao realizar algumas tarefas automaticamente, as ferramentas contribuem para uma maior agilidade no desenvolvimento de software, isto é, mais produtos em menos tempo; 3. Eliminação de trabalho monótono as Ferramentas CASE podem realizar algumas tarefas cansativas para os desenvolvedores, tais como procurar informações e desenhar símbolos de um diagrama, as quais são mais suscetíveis ao erro; 4. Mais tempo para a tomada de decisão em conseqüência de as ferramentas realizarem certas atividades pelas pessoas, estas ficam liberadas para outras tarefas,

15 5 geralmente mais nobres, que exigem tomadas de decisão e criatividade, ao invés de tarefas repetitivas; 5. Flexibilidade para mudanças as ferramentas permitem que sejam mudados dados e diagramas de maneira mais rápida e fácil, o que ajuda o desenvolvedor no trabalho de tentar satisfazer o usuário; 6. Menos programação as ferramentas eliminam muito do trabalho de programação, deixando mais tempo para que a equipe técnica se preocupe com a Análise do Sistema, que é onde se define como solucionar o problema do usuário; 7. Melhor documentação por armazenarem dados e diagramas, as ferramentas também contribuem para uma melhor documentação do sistema, agilizando relatórios, busca de informações e alterações; 8. Manutenção mais fácil e ágil por conseqüência do item anterior, é possível ter mais informações sobre o software na hora de realizar sua manutenção (correção, atualização ou expansão). Conforme [TRAVASSOS], as vantagens descritas acima podem ser rebatidas com algumas desvantagens: 1. Incompatibilidade de ferramentas; 2. Elevado custo da ferramenta e do treino para a sua utilização; 3. Limitações na flexibilidade da documentação; 4. Impossibilidade de utilizar vários métodos na mesma ferramenta; 5. Modificação cultural; 6. Ferramentas de gerência não integradas ás atividades; 7. Armazenamento de dados inadequados. 2.3 Taxonomia Para melhor entender o âmbito de CASE e para melhor apreciar onde tais ferramentas podem ser aplicadas, é necessária a criação de uma taxonomia de Ferramentas CASE. Alguns riscos são inerentes sempre que se tenta categorizar Ferramentas CASE, pois uma confusão (ou antagonismo) pode surgir ao se colocar uma ferramenta específica numa categoria, quando outros poderiam acreditar que ela pertencesse à outra categoria. Segundo [TRAVASSOS], inicialmente pode-se considerar a seguinte taxonomia, descrita na Figura 2-2:

16 6 1. Ferramentas Horizontais oferecem serviços utilizados durante todo o ciclo de vida de um software, tais como suporte à documentação e gerenciamento de versões e configurações; 2. Ferramentas Verticais são utilizadas em fases específicas do ciclo de vida de um software, tais como análise de requisitos e teste de software. Figura 2-2 Classificação de Ferramentas CASE. Um outro tipo de taxonomia pode ser criado conforme o conjunto de serviços principais que as Ferramentas CASE oferecem. Um serviço é uma ação efetuada pelo computador que é de interesse do desenvolvedor [SCHEFSTRÖ E BROEK]. Uma proposta de classificação é apresentada na tabela 2-1 [PRESSMAN92]. Através desta tabela podemos observar o amplo espectro de Ferramentas CASE existentes, apesar de ser comum a referência a Ferramentas CASE como ferramentas específicas para análise e projeto de software. Tabela 2-1 Classificação de Ferramentas CASE. Atividades Exemplos de Ferramentas Planejamento de Sistemas Gerenciais Foundation, Interactive Engineering Workbench, Information Engineering Facility; Gerenciamento de Projetos SuperProject, Microsoft Project, MacProject II, ESTIMATES; Especificação de Requisitos CORE, RMS/PC, R-Trace; Especificação Formal de Sistemas CADIZ, OBJ; Documentação Interleaf, Page Maker (Aldus); Comunicação Utilitários do Unix, Microsoft mail; Controle de Qualidade Q/Auditor, Auditor; Gerenciamento de Versões e Configurações SCCS do Unix, PVCS ; Análise e Projeto de Software JSD, SADT, HOOD, PC Case, OMT; Projeto e Desenvolvimento de Interfaces Interviews, Lucas Film; Programação Turbo X s, Anna.

17 7 Baseando-se agora em [PRESSMAN95], tem-se uma taxonomia de Ferramentas CASE por função semelhante à descrita na tabela 2-1, a saber: 1. Ferramentas de Engenharia de Processo de Negócio estas ferramentas modelando os requisitos de informação estratégica de uma organização, fornecem um metamodelo a partir do qual são derivados sistemas de informação específicos. Em vez de focalizar os requisitos de uma aplicação específica, a informação do negócio é modelada à medida que se move entre as várias entidades organizacionais de uma companhia. O objetivo principal das ferramentas dessa categoria é representar os objetos de dados de negócio, seus relacionamentos e como esses objetos de dados fluem entre as diferentes áreas de negócio, dentro de uma companhia; 2. Ferramentas de Gerenciamento de Projetos uma ferramenta para auxílio à Gerência de Projetos de Desenvolvimento de Software deve armazenar informações sobre orçamento (custos e investimentos), cronogramas, atividades, recursos, documentos e decisões. Deve oferecer recursos para que sejam feitos gráficos tais como atividades X pessoal, atividades X recursos, pessoal X recursos ou deve ela mesma gerar estes gráficos a partir de informações fornecidas pelo usuário. Quando houver algum problema (por exemplo, atraso no cronograma ou gastos excedentes), a ferramenta deve avisar o Gerente de Projeto e recalcular as conseqüências (o novo prazo ou o aumento nos custos). Esta ferramenta também deve ser responsável pelo armazenamento dos documentos do Projeto (tais como relatórios de andamento/atividades, planos, atas de reuniões, etc). Outra tarefa importante é o Controle de Versões, pois durante o desenvolvimento de software, são criadas várias versões do sistema, sendo que cada versão é composta de versões de módulos. Então, a ferramenta deve armazenar informações sobre quais módulos foram utilizados, onde eles estão guardados, quem os fez e como eles foram integrados. Estas informações serão importantes no caso de manutenção do sistema; 3. Ferramentas de Documentação ferramentas de produção de documentos e de editoração eletrônica apóiam praticamente toda a engenharia de software. A maioria das organizações de desenvolvimento de software gasta uma grande quantidade de tempo desenvolvendo documentos e, em muitos casos, o processo de documentação propriamente dito é bastante ineficiente. É comum uma organização de desenvolvimento de software gastar 20% ou 30% de todo o esforço de desenvolvimento de software em documentação. Por esta razão, as ferramentas de documentação fornecem uma importante oportunidade para melhorar a produtividade;

18 8 4. Ferramentas de Garantia de Qualidade a maioria das Ferramentas CASE que alegam focalizar garantia de qualidade são na verdade ferramentas de métricas que fazem a auditoria do código-fonte para assegurar o atendimento das normas de linguagem. Outras ferramentas extraem métricas técnicas num esforço de projetar a qualidade do software que está sendo construído; 5. Ferramentas de Gestão de Configuração de Software a gestão de configuração de software fica no miolo de qualquer ambiente CASE. As ferramentas podem assistir as cinco principais tarefas de SCM (Software Configuration Management) (identificação, controle de versão, controle de modificação, auditoria e listagem de categorias); 6. Ferramentas de Prototipação diversas ferramentas diferentes de prototipação podem ser usadas. Pintores de tela permite ao engenheiro de software definir o layout de tela rapidamente para aplicações interativas. As ferramentas CASE de prototipação mais sofisticadas permitem a criação de projeto de dados acoplado com layout, tanto de tela quanto de relatório. Muitas ferramentas de análise e projeto têm extensões que fornecem uma opção de prototipação. As ferramentas PRO/SIM (Prototipação/Simulação) geram estruturas de código-fonte Ada e C para construir aplicações (de tempo real). Finalmente, diversas ferramentas de quarta geração têm característica de prototipação; 7. Ferramentas de Reengenharia ferramentas para software herdado. Compõem um conjunto de atividades de manutenção que atualmente absorvem uma significativa porcentagem de todo o esforço relacionado a software. A categoria de ferramentas de reengenharia pode ser subdividida nas seguintes funções: 7.1 Ferramentas de engenharia reversa para especificação aceitam o códigofonte como entrada e geram modelos gráficos de análise e projeto estruturado, listas de onde onde-usado e outras informações de projetos; 7.2 Ferramentas de reestruturação e análise de código analisam a sintaxe do programa, geram um grafo de fluxo de controle e geram automaticamente um programa estruturado; 7.3 Ferramentas de reengenharia de sistemas on-line são usadas para modificar sistemas de base de dados on-line. Essas ferramentas são limitadas a linguagens de programação específicas (apesar da maioria das principais linguagens serem apoiadas) e requerem algum grau de interação com o engenheiro de software;

19 9 8. Ferramentas de Análise e Projeto ferramentas de análise e projeto permitem ao engenheiro de software criar modelos do sistema a ser construído. Os modelos contêm uma representação dos dados, funções e comportamento (em nível de análise) e caracterizações do projeto de dados, arquitetural, em nível de componente e de interface. Pela a realização de verificações de consistência e de variedades de modelos, as ferramentas de análise e projeto fornecem aos engenheiros de software um certo grau de discernimento na representação da análise e ajudam a eliminar erros, antes que se propaguem para o projeto, ou pior, para a implementação propriamente dita; 9. Ferramentas de Programação hoje em dia já existem inúmeras ferramentas para projeto e implementação automática de interfaces. As mais simples geram a interface (inclusive o código do programa) a partir de descrições feitas por um projetista. Outras permitem a criação interativa da interface através de facilidades tais como: escolher um elemento de interface (menu, botão, barras, etc), posicioná-lo na tela, associar a ele uma rotina a ser chamada, alterar suas propriedades (cor, título, etc). As novas linguagens de programação (por exemplo, Visual-Basic, Delphi e Borland C++) já trazem embutidas estas tais ferramentas, imprescindíveis para um ambiente de programação. Entretanto, estas ferramentas ainda devem ser aperfeiçoadas para permitir a criação de interfaces avançadas, por exemplo, que utilizam recursos de multimídia (sons, imagens estáticas e vídeos); 10. Ferramentas de Integração de testes em seu indicador de ferramentas de testes de software, a engenharia de qualidade de software define as seguintes categorias de ferramentas de testes: 10.1 Aquisição de dados ferramentas que adquirem dados a serem usados durante o teste; 10.2 Medição estática ferramentas que analisam o código-fonte sem executar casos de teste; 10.3 Medição dinâmica ferramentas que analisam o código-fonte durante a execução; 10.4 Simulação ferramentas que simulam funções de hardware e outros dispositivos externos; 10.5 Gestão de testes ferramentas que assistem o planejamento, desenvolvimento e controle de testes; 10.6 Ferramentas de cruzamento funcional ferramentas que cruzam as fronteiras das categorias precedentes.

20 10 Deve-se levar em conta que muitas ferramentas de testes têm características que abrangem duas ou mais destas categorias. 2.4 Arquitetura As Ferramentas CASE encontradas atualmente no mercado geralmente funcionam de forma isolada. Estas utilizam formatos de dados proprietários, o que impede que ferramentas façam uso dos dados produzidos uma das outras. Exemplos dos tipos de arquitetura existentes são mostrados na Figura 2-3 [BROWN E FEILER]. Fontes Ferramentas a) Filtro Dados Derivados... Ferramentas com Dicionário de Dados b) Dicionário de Dados Ferramentas com Banco de Dados c) Banco de Dados Figura 2-3 Exemplos de Arquitetura de Ferramentas CASE.. O exemplo 2-3a. mostra uma ferramenta filtro que recebe arquivo de dados como entrada e transforma em arquivos de saída. Os arquivos trazem dentro de si o formato de dados da ferramenta, que geralmente é de complexa compreensão. O exemplo 2-3b. mostra uma ferramenta que utiliza um dicionário de dados para catalogar suas informações. Finalmente, o exemplo 2-3c. ilustra uma ferramenta que utiliza um gerenciador de banco de dados para armazenamento de suas informações.

21 11 3 IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO O protótipo DBComparer, desenvolvido na linguagem de programação orientada a objetos Borland Delphi 5, atua na fase de manutenção do ciclo de vida de um software, pois realiza a tarefa de verificação da estrutura de base de dados dos bancos Oracle detectando a existência de erros com eficiência e eficácia, sendo direcionado à utilização de usuários finais no papel de clientes do produto de software. Para a obtenção da estrutura da base de dados para a realização da verificação foi necessária a realização de um estudo sobre a arquitetura dos Bancos de Dados Oracle, apresentado na seção 3.1. Na seção 3.2, está detalhada a forma de obtenção da estrutura da base de dados sendo seguida pela seção 3.3, que apresenta a forma em que a verificação se baseia. 3.1 Arquitetura do Banco de Dados Oracle Segundo [LONEY], um banco de dados Oracle armazena seus dados em arquivos, sendo que existem estruturas internas do banco de dados que fornecem um mapeamento lógico dos dados para estes arquivos, permitindo que diferentes tipos de dados sejam armazenados separadamente. Essas divisões lógicas são chamadas de tablespaces. Cada banco de dados tem no mínimo um tablespace chamado tablespace SYSTEM. As tabelas de dicionário de dados armazenam todas as informações sobre todos os objetos do banco de dados: código fonte dos pacotes, procedimentos, funções, triggers, métodos etc. Os segmentos de dicionário de dados que armazenam fisicamente as tabelas de dicionário de dados, estão armazenados no tablespace SYSTEM. 3.2 Obtenção da Estrutura da Base de Dados A estrutura da base de dados é adquirida pelo protótipo através de comandos selects nas tabelas dos dicionários de dados da tablespace SYSTEM do Oracle. Esses comandos selects foram obtidos utilizando os aplicativos SQL Explorer e SQL Monitor concorrentemente.

22 12 Figura 3-1 Telas dos aplicativos SQL Explorer e SQL Monitor atuando concorrentemente 3.3 Verificação da Estrutura de Base de Dados A forma de verificação da estrutura de base de dados se baseia na comparação da base de dados do desenvolvedor com a base de dados do cliente Gerador de Arquivo Binário Inicialmente foi desenvolvido um gerador de arquivos binários direcionado apenas a utilização do desenvolvedor. Os usuários finais terão acesso apenas ao protótipo DBComparer e a um arquivo binário criado pelo desenvolvedor através deste gerador, contendo a estrutura de base de dados correta que será base de comparação com a estrutura de base de dados do cliente. A opção de trabalhar com arquivos binários foi escolhida na intenção de se evitar que o usuário final altere dados contidos no arquivo, o que não seria possível com a utilização de arquivos textos.

23 13 Figura 3-2 Tela do Gerador de arquivos binários Para a geração do arquivo binário é necessária a configuração do diretório de destino do arquivo a ser gerado e a realização da conexão com a base de dados em que se deseja armazenar a estrutura no arquivo Protótipo DBComparer Ao ser iniciado, o protótipo considera as configurações de base de dados gravadas em um arquivo.ini (inicialização) criado anteriormente. Caso este arquivo ainda não exista, é necessário que antes do acionamento da verificação da base de dados, o usuário acesse a opção de conexão com o banco de dados para que o protótipo se conecte a base de dados que deverá ser verificada e gere o arquivo.ini. O usuário terá a opção de realizar a verificação de todos os objetos existentes na estrutura de uma base de dados ou de selecionar apenas o(s) objeto(s) que deseja verificar.

24 14 Figura 3-3 Tela principal do DBComparer Quando acionado o botão Verificar Base todos os objetos ou apenas os escolhidos terão sua consistência verificada, sendo que toda comparação é realizada com base no arquivo binário gravado no mesmo diretório que o executável do DBComparer. Para a execução dos comandos selects na base do cliente e para o armazenamento dos dados resultantes destes comandos, é utilizado um componente da linguagem DELPHI 5 chamado TQuery, destinado a transmitir comandos SQL para um banco de dados. Com a estrutura correta armazenada no arquivo binário e a estrutura a ser verificada armazenada em queries, o arquivo binário é aberto e lido para que seja iniciada a comparação das duas base de dados. Ao término da verificação, é exibida uma mensagem informando o usuário Figura 3-4. Figura 3-4 Mensagem exibida após o término da verificação

25 15 Com o término da verificação também é gerado um log (Figura 3-5) que pode ser visualizado tanto na janela principal do DBComparer ou no arquivo.log gerado e gravado no mesmo diretório que o executável do DbComparer. Figura 3-5 Tela principal do DBComparer com o Log de re sultado

26 16 4 CONCLUSÃO A pesquisa desenvolvida ao longo deste trabalho buscou o conhecimento sobre Ferramentas CASE, focando-se principalmente nos diversos tipos de Ferramentas existentes atualmente no mercado, para que fosse possível destacar a deficiência no mercado destas para usuários finais. Para tanto, foi implementado um protótipo de Ferramenta Case que atua na fase de manutenção do ciclo de vida do software, realizando a tarefa de verificação da base de dados dos clientes. Ao longo desta pesquisa ficou claro o nível de entusiasmo representado pela área de Ferramentas CASE perante a Engenharia de Software, já que é através dessas ferramentas que os desenvolvedores observam suas técnicas e capacidades aplicadas ao próprio processo de desenvolvimento de software, tornando este processo preciso, efetivo e assistido, além de beneficiar a comunidade em geral obtendo um desenvolvimento de software de qualidade. Talvez seja pelo fato de que as Ferramentas CASE sejam desenvolvidas objetivando a automação de tarefas executadas durante o ciclo de vida de um software, que geralmente são direcionadas apenas à utilização dos desenvolvedores de software. A implementação do protótipo sugere a utilização em conjunto de desenvolvedores e usuários finais, o nde o usuário final, no caso o cliente, atua diretamente na execução do protótipo de Ferramenta CASE no lugar do desenvolvedor, que não possui mais a sua presença pessoal ou por telefone solicitada para a realização da tarefa, já que com a utilização do protótipo, as informações corretas não são mais de posse apenas do desenvolvedor. Desta forma, temos uma Ferramenta CASE atuando na automação de uma tarefa executada durante uma das fases do ciclo de vida de um software: a fase de manutenção, direcionada à utilização de usuários finais. A tendência é de cada vez mais surgir ferramentas que auxiliem no desenvolvimento de software, tornando os ambientes de desenvolvimento de software cada vez mais qualitativos, automatizados e, conseqüentemente, mais eficazes e eficientes. Este é o atual desafio da engenharia de software: projetar Ferramentas CASE que atuem o mais eficaz possível. 4.1 Contribuições Resumidamente, as principais contribuições gerais deste estudo foram o conhecimento dos diversos tipos de Ferramentas CASE destacando sua importância para a Engenharia de Software, além da implementação do protótipo de Ferramenta CASE direcionada a utilização

Ferramentas computacionais para engenharia de software

Ferramentas computacionais para engenharia de software Definição Ferramentas CASE (do inglês Computer-Aided Software Engineering) é uma classificação que abrange todas ferramentas baseadas em computadores que auxiliam atividades de engenharia de software,

Leia mais

SELEÇÃO DE FERRAMENTAS CASE

SELEÇÃO DE FERRAMENTAS CASE 1 Elison Roberto Imenes RA 0300776 SELEÇÃO DE FERRAMENTAS CASE Monografia apresentada à disciplina Trabalho de Graduação, do curso de Ciência da Computação da Faculdade de Jaguariúna, sob orientação do

Leia mais

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi.

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi. Capítulo 1 O Que é o Delphi Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE) Como o Delphi se encaixa na família Borland

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Documentação de um Produto de Software

Documentação de um Produto de Software Documentação de um Produto de Software Versão 3.0 Autora: Profª Ana Paula Gonçalves Serra Revisor: Prof. Fernando Giorno 2005 ÍNDICE DETALHADO PREFÁCIO... 4 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO... 6 1.1. TEMA...

Leia mais

Sistemas Dinâmicos Baseados em Metamodelos

Sistemas Dinâmicos Baseados em Metamodelos Sistemas Dinâmicos Baseados em Metamodelos Diego Moreira 1, Marcelo Mrack 1 1 Setor de Informática Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) Av. Independência, 2293 Bairro Universitário 96.815-900 Santa

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS

PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS PROPOSTA DE SOFTWARE DE INSTALAÇÃO PARA UM AMBIENTE INTEGRADO DE GERÊNCIA DE PROJETOS E DE PROCESSOS DE NEGÓCIOS Élysson Mendes Rezende Bacharelando em Sistemas de Informação Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL

Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL Engenharia Reversa para Recuperação de Modelos de Sistemas Desenvolvidos em PL/SQL Rodnei Couto 1, Luana Lachtermacher 1, Soeli Fiorini 1, Akeo Tanabe 1, Gustavo Carvalho 1, Arndt von Staa 1, Ricardo Choren

Leia mais

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software.

Objetivos. Processos de Software. Tópicos abordados. O processo de software. Modelos genéricos de modelos de processo de software. Processos de Software Objetivos Apresentar os modelos de processo de software Conjunto coerente de atividades para especificar, projetar, implementar e testar s de software Descrever os diferentes modelos

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE

Figura 1 - Arquitetura multi-camadas do SIE Um estudo sobre os aspectos de desenvolvimento e distribuição do SIE Fernando Pires Barbosa¹, Equipe Técnica do SIE¹ ¹Centro de Processamento de Dados, Universidade Federal de Santa Maria fernando.barbosa@cpd.ufsm.br

Leia mais

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Análise dos Requisitos de Software

Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE. Análise dos Requisitos de Software Ciência da Computação ENGENHARIA DE SOFTWARE Análise dos Requisitos de Software Prof. Claudinei Dias email: prof.claudinei.dias@gmail.com Roteiro Introdução Tipos de requisitos Atividades Princípios da

Leia mais

05/05/2010. Década de 60: a chamada Crise do Software

05/05/2010. Década de 60: a chamada Crise do Software Pressman, Roger S. Software Engineering: A Practiotioner s Approach. Editora: McGraw- Hill. Ano: 2001. Edição: 5 Introdução Sommerville, Ian. SW Engineering. Editora: Addison Wesley. Ano: 2003. Edição:

Leia mais

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho.

DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. - DSI DSI é o processo cujo objetivo é introduzir mudanças num sistema de informação, com objetivo de melhorar o seu desempenho. Preocupação: Problema técnicos Mudança na natureza e conteúdo do trabalho

Leia mais

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com

REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE. Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com REVISÃO ENGENHARIA DO SOFTWARE Isac Aguiar isacaguiar.com.br isacaguiar@gmail.com Software Sequencia de Instruções a serem seguidas ou executadas Dados e rotinas desenvolvidos por computadores Programas

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS

SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETOS DE SOFTWARE - SGPS Lilian R. M. Paiva, Luciene C. Oliveira, Mariana D. Justino, Mateus S. Silva, Mylene L. Rodrigues Engenharia de Computação - Universidade de Uberaba (UNIUBE)

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO

18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO 18º Congresso de Iniciação Científica UM ESTUDO EXPLORATÓRIO SOBRE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS DE SOFTWARE PARA SISTEMA EMBARCADO Autor(es) MARINA CALÇA Orientador(es) LUIZ EDUARDO GALVÃO MARTINS

Leia mais

:: aula 11. :: Diagrama de Seqüência e Protótipos. :: Olá! Nesta aula, continuaremos a 4ª fase do Projeto Desenho.

:: aula 11. :: Diagrama de Seqüência e Protótipos. :: Olá! Nesta aula, continuaremos a 4ª fase do Projeto Desenho. :: Nome do Curso Sistemas da informação :: Nome da Unidade Curricular PI Sistemas orientados a objetos :: Tema da aula Diagrama de Seqüência e Prototipação :: Fase / Etapa Fase 4 Desenho do Projeto e Interligação

Leia mais

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3

Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando Alves Rodrigues 2, Silvio Francisco dos Santos 3 DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO PARA O CONTROLE DE PROCESSOS DA QUALIDADE NA DIRETORIA DE METROLOGIA CIENTÍFICA E INDUSTRIAL DIMCI/INMETRO. Anderson Corrêa Carraro 1, Fernando

Leia mais

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados

SISTEMA DE BANCO DE DADOS. Banco e Modelagem de dados SISTEMA DE BANCO DE DADOS Banco e Modelagem de dados Sumário Conceitos/Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Arquiteturas de um Sistema Gerenciador... 5 3. Componentes de um Sistema... 8 4. Vantagens

Leia mais

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML.

Palavras-Chaves: engenharia de requisitos, modelagem, UML. APLICAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS PARA COMPREENSÃO DE DOMÍNIO DO PROBLEMA PARA SISTEMA DE CONTROLE COMERCIAL LEONARDO DE PAULA SANCHES Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas RENAN HENRIQUE

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS

ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS ESPECIFICAÇÃO DO AMBIENTE EXPSEE SEGUNDO O MÉTODO CATALYSIS RESUMO Este artigo apresenta a especificação de um sistema gerenciador de workflow, o ExPSEE, de acordo com a abordagem de desenvolvimento baseado

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 03 In a calm sea every man is a pilot. Engenharia de Software I Aula 3 Gerenciamento de

Leia mais

CASE Orientada a Objetos com Múltiplas Visões e Implementação Automática de Sistemas - MVCASE

CASE Orientada a Objetos com Múltiplas Visões e Implementação Automática de Sistemas - MVCASE CASE Orientada a Objetos com Múltiplas Visões e Implementação Automática de Sistemas - MVCASE Tathiana da Silva Barrére Antonio Francisco do Prado Vitor César Bonafe E-mail: (tathiana,prado,bonafe)@dc.ufscar.br

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE: TESTES E QUALIDADE DE PRODUTO Prof. José Manuel de Sacadura Rocha

ENGENHARIA DE SOFTWARE: TESTES E QUALIDADE DE PRODUTO Prof. José Manuel de Sacadura Rocha ENGENHARIA DE SOFTWARE: TESTES E QUALIDADE DE PRODUTO Prof. José Manuel de Sacadura Rocha RESUMO Trata-se da qualidade no desenvolvimento do produto software principalmente com respeito à fase de testes

Leia mais

Modelagem de Sistemas de Informação

Modelagem de Sistemas de Informação Modelagem de Sistemas de Informação Professora conteudista: Gislaine Stachissini Sumário Modelagem de Sistemas de Informação Unidade I 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO...1 1.1 Conceitos...2 1.2 Objetivo...3 1.3

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

Plano de Projeto G Stock. G Stock. Plano de Projeto. Versão 1.0

Plano de Projeto G Stock. G Stock. Plano de Projeto. Versão 1.0 Plano de Projeto G Stock Plano de Projeto G Stock Versão 1.0 Histórico das Revisões Data Versão Descrição Autores 10/09/2010 1.0 Descrição inicial do plano de projeto Denyson José Ellís Carvalho Isadora

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO DE PESQUISA IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

INTEGRANDO MÉTRICA DE SOFTWARES AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS

INTEGRANDO MÉTRICA DE SOFTWARES AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS I Congresso Brasileiro de Computação CBComp 2001 109 INTEGRANDO MÉTRICA DE SOFTWARES AO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Fabiane Barreto Vavassori 1,2 Everton Wilson de Souza 1 Julio César Fiamoncini 1 fabiane@inf.univali.br

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

SOFTWARES. Rotina de Instruções. Dados

SOFTWARES. Rotina de Instruções. Dados SOFTWARES 1 CONCEITOS Podemos dizer que os softwares são a alma do computador, eles são responsáveis pelo seu funcionamento e aproveitamento. De uma forma geral os softwares se desenvolvem através de uma

Leia mais

2.Gerência de Projetos: Métricas de Software

2.Gerência de Projetos: Métricas de Software 2.Gerência de Projetos: Métricas de Software A seguir consideraremos os conceitos fundamentais que levam à administração efetiva de projetos de software. Vamos considerar o papel da administração e das

Leia mais

Table 1. Dados do trabalho

Table 1. Dados do trabalho Título: Desenvolvimento de geradores de aplicação configuráveis por linguagens de padrões Aluno: Edison Kicho Shimabukuro Junior Orientador: Prof. Dr. Paulo Cesar Masiero Co-Orientadora: Prof a. Dr. Rosana

Leia mais

SISTEGRA SISTEMA DIGITAL BIBLIOTECÁRIO

SISTEGRA SISTEMA DIGITAL BIBLIOTECÁRIO SISTEGRA SISTEMA DIGITAL BIBLIOTECÁRIO Emerson Fernando Alves do Couto, efcouto@hotmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br UEMS Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul/Nova Andradina Resumo:

Leia mais

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática Curso Conexão Noções de Informática Aula 2 Arquitetura de Computadores (Software) Agenda Introdução; Tipos de Software; Básico; Aplicativo; Livre; Proprietário. Pirataria de Software; Demos, Freewares

Leia mais

GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código

GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código GeCA: Uma Ferramenta de Engenharia Reversa e Geração Automática de Código Igor Steinmacher 1, Éderson Fernando Amorim 1, Flávio Luiz Schiavoni 1, Elisa Hatsue Moriya Huzita 1 1 Departamento de Informática

Leia mais

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2 ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Definição de uma tecnologia de implementação e do repositório de dados para a criação da ferramenta

Leia mais

ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio

ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio 1. Introdução ATENAS: Um Sistema Gerenciador de Regras de Negócio Geraldo Zimbrão da Silva (IM/UFRJ) Victor Teixeira de Almeida (COPPE/UFRJ) Jano Moreira de Souza (COPPE/UFRJ) Francisco Gonçalves Pereira

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO

TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO TÍTULO: UM ESTUDO CONCEITUAL SOBRE CERTIFICAÇÃO DE SOFTWARE EMBARCADO AERONÁUTICO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA

Leia mais

Aprenda as melhores práticas para construir um completo sistema de teste automatizado

Aprenda as melhores práticas para construir um completo sistema de teste automatizado Aprenda as melhores práticas para construir um completo sistema de teste automatizado Renan Azevedo Engenheiro de Produto de Teste e Medição -Américas Aprenda as melhores práticas para construir um completo

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO Eng. Fábio Favaretto, MSC Dep. de Eng. Mecânica da Escola de Eng. de São Carlos - USP Av. Dr. Carlos Botelho,

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Gerenciamento de Configuração de Software

Gerenciamento de Configuração de Software Gerenciamento de Configuração de Software Prof. Ricardo Argenton Ramos [Baseado na apresentação do prof. Masiero ICMC-USP] Contexto para Gerência de Configuração 2 Problema dos Dados Compartilhados Desenvolvedor

Leia mais

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi

Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas. Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Metodologias de Desenvolvimento de Sistemas Analise de Sistemas I UNIPAC Rodrigo Videschi Histórico Uso de Metodologias Histórico Uso de Metodologias Era da Pré-Metodologia 1960-1970 Era da Metodologia

Leia mais

Um Sistema Web para apoio ao Gerenciamento de atividades de Teste de Software em Pequenas Empresas

Um Sistema Web para apoio ao Gerenciamento de atividades de Teste de Software em Pequenas Empresas Um Sistema Web para apoio ao Gerenciamento de atividades de Teste de Software em Pequenas Empresas Luciano Gomes Helvinger, Rodrigo Prestes Machado Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Faculdade

Leia mais

Definir o espaço das informações das organizações; Realizar o detalhamento das análises dos fluxos de dados;

Definir o espaço das informações das organizações; Realizar o detalhamento das análises dos fluxos de dados; MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EAD Módulo 1 Arquitetura dos sistemas de informação A unificação das perspectivas desenvolvidas pelo modelo de negócio e dos sistemas de informação formam a arquitetura

Leia mais

O Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Sistemas i

O Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Sistemas i O Ciclo de Vida do de Sistemas i O Ciclo de Vida do de Sistemas ( SDLC Systems Development Life Cycle), conhecido também com o ciclo de vida do software refere-se aos estágios de concepção, projeto, criação

Leia mais

Tuning em queries em Banco de Dados

Tuning em queries em Banco de Dados Tuning em queries em Banco de Dados Alison K. L. Leite 1, Izabella C. A. M. S. Bosco 1, Juliana M. Massoni 1, Patrícia B. Ribeiro 1 1 Curso de Tecnologia em Banco de Dados - Faculdade de Tecnologia de

Leia mais

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop

Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Microsoft Visual Studio Express 2012 for Windows Desktop Apresentação da ferramenta Professor: Danilo Giacobo Página pessoal: www.danilogiacobo.eti.br E-mail: danilogiacobo@gmail.com 1 Introdução Visual

Leia mais

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com.

Banco de Dados I. Apresentação (mini-currículo) Conceitos. Disciplina Banco de Dados. Cont... Cont... Edson Thizon (edson@esucri.com. Sistemas da Informação Banco de Dados I Edson Thizon (edson@esucri.com.br) 2008 Apresentação (mini-currículo) Formação Acadêmica Mestrando em Ciência da Computação (UFSC/ ) Créditos Concluídos. Bacharel

Leia mais

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1.

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1. Modelos de Sistema Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1 Objetivos Explicar por que o contexto de um sistema deve ser modelado como parte do processo de RE Descrever

Leia mais

Gerência de Configuração de Software Introdução

Gerência de Configuração de Software Introdução Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Ciência da Computação Processo de Engenharia de Software II Gerência de Configuração de Software Introdução Rafael Leonardo Vivian {rlvivian.uem

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

Com relação às áreas de conhecimento de projetos conforme o. PMBoK, julgue os itens subseqüentes.

Com relação às áreas de conhecimento de projetos conforme o. PMBoK, julgue os itens subseqüentes. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE

LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SEGUNDO O MÉTODO VOLERE RESUMO Fazer um bom levantamento e especificação de requisitos é algo primordial para quem trabalha com desenvolvimento de sistemas. Esse levantamento

Leia mais

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados Artigo apresentado ao UNIS, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados André Luis dos Reis Revair,

Leia mais

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA

APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA APLICAÇÃO DA MODELAGEM UML NA FASE DE ANÁLISE DE UM PROJETO DE SOFTWARE PARA AGENDAMENTO DE USO DE VEÍCULOS INTERNOS DE UMA EMPRESA ANDRE APARECIDO LEAL DE ALMEIDA Discente da AEMS Faculdades Integradas

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR. CARGO: Técnico de Nível Superior Júnior II - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

PROVA DE NÍVEL SUPERIOR. CARGO: Técnico de Nível Superior Júnior II - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO PROVA DE NÍVEL SUPERIOR CARGO: Técnico de Nível Superior Júnior II - TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1. O ambiente Delphi suporta o desenvolvimento de aplicações orientadas a objetos por meio da linguagem Object

Leia mais

Padrões de Contagem de Pontos de Função

Padrões de Contagem de Pontos de Função Padrões de Contagem de Pontos de Função Contexto Versão: 1.0.0 Objetivo O propósito deste documento é apresentar os padrões estabelecidos para utilização da técnica de Análise de Pontos de Função no ambiente

Leia mais

Evolução de Software e Refatoração

Evolução de Software e Refatoração Evolução de Software e Refatoração Mudança de software Mudança de software é inevitável Novos requisitos surgem quando o software é usado; O ambiente de negócio muda; Erros devem ser reparados; Novos computadores

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Universidade São Judas Tadeu Profª Dra. Ana Paula Gonçalves Serra Engenharia de O Processo Uma Visão Genérica Capítulo 2 (até item 2.2. inclusive) Engenharia de - Roger Pressman 6ª edição McGrawHill Capítulo

Leia mais

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.

Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu. "Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza givanaldo.rocha@ifrn.edu.br http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO APLICADO NA ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS BASEADO EM DATA WAREHOUSE

SISTEMA DE INFORMAÇÃO APLICADO NA ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS BASEADO EM DATA WAREHOUSE SISTEMA DE INFORMAÇÃO APLICADO NA ÁREA DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS BASEADO EM DATA WAREHOUSE OSCAR DALFOVO, M.A. dalfovo@furb.rct-sc.br Professor da Universidade Regional de Blumenau Rua: Antônio da

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR RESUMO

SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR RESUMO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL-CONTROCAR SOUZA, R. C. F. 1 VERONA, E. D. 2 RESUMO Este artigo mostra o desenvolvimento de um sistema computacional (CONTROCAR) voltado para gerenciamento de empresas que

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE VI: Como desenvolver Sistemas de Informação e Gerenciar Projetos. Novos sistemas de informação são construídos como soluções para os problemas

Leia mais

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Alcides Vaz da Silva 1 Luiz Gustavo Galves Mählmann 2 Newton Muller 3 RESUMO Este artigo apresenta o projeto de desenvolvimento de um Sistema de Informação

Leia mais

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/

SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ SIGECO07 Sistema Integrado de Gestão de Contas Universidade Federal de Lavras PLANO DE PROJETO 23/09/2007 SIGECO07/GERENCIA/PROJETOS/ ModeloPlanoProjeto_2007_04_24 SIGECO07_PlanoProjeto_2007_09_23 Página

Leia mais

Diagnóstico do Uso de Ferramentas CASE: Uma Investigação na cidade de Passo Fundo

Diagnóstico do Uso de Ferramentas CASE: Uma Investigação na cidade de Passo Fundo Diagnóstico do Uso de Ferramentas CASE: Uma Investigação na cidade de Passo Fundo Lis Ângela De Bortoli 1, Jane Costi Colossi 1, Jones A. Garbin 1, Juliane Foresti 1 1 Curso de Ciência da Computação Universidade

Leia mais

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software O que é software? Software e Engenharia de Software Programas de computador Entidade abstrata. Ferramentas (mecanismos) pelas quais: exploramos os recursos do hardware. executamos determinadas tarefas

Leia mais

UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS

UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS UTILIZAÇÃO DA CRONOGRAMAÇÃO NA GERÊNCIA DE PROJETO E PROTOTIPAGEM NA VALIDAÇÃO DE REQUISITOS Ademilson Ângelo Cabral Discente do curso Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Faculdades Integradas

Leia mais

Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade?

Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? RESUMO DA SOLUÇÃO CA SERVICE MANAGEMENT - GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Como posso gerenciar melhor os meus ativos de software e reduzir o risco de auditorias de conformidade? O CA Service Management

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL 2015 Sabemos que as empresas atualmente utilizam uma variedade muito grande de sistemas de informação. Se você analisar qualquer empresa que conheça, constatará que existem

Leia mais

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática

Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Implantando um Programa de Melhoria de Processo: Uma Experiência Prática Evandro Polese Alves Ricardo de Almeida Falbo Departamento de Informática - UFES Av. Fernando Ferrari, s/n, Vitória - ES - Brasil

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS DOCUMENTO DE REQUISITOS ID documento: Data: / / Versão : Responsável pelo documento: ID Projeto: HISTÓRICO DE REVISÕES Data de criação/ atualização Descrição da(s) Mudança(s) Ocorrida(s) Autor Versão do

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

posso personalizar minha implantação de gerenciamento de identidades sem codificações e serviços extensivos?

posso personalizar minha implantação de gerenciamento de identidades sem codificações e serviços extensivos? RESUMO DA SOLUÇÃO Utilitários Connector Xpress e Policy Xpress no CA IdentityMinder posso personalizar minha implantação de gerenciamento de identidades sem codificações e serviços extensivos? agility

Leia mais

Cisco Intelligent Automation for Cloud

Cisco Intelligent Automation for Cloud Dados técnicos do produto Cisco Intelligent Automation for Cloud Os primeiros a adotarem serviços com base em nuvem buscavam uma economia de custo maior que a virtualização e abstração de servidores podiam

Leia mais

GEADA. Gerador de Expressões Algébricas em Digrafos Acíclicos. para versão 1.0, de agosto/2008. Autor: Márcio Katsumi Oikawa

GEADA. Gerador de Expressões Algébricas em Digrafos Acíclicos. para versão 1.0, de agosto/2008. Autor: Márcio Katsumi Oikawa GEADA Gerador de Expressões Algébricas em Digrafos Acíclicos para versão 1.0, de agosto/2008. Autor: Márcio Katsumi Oikawa 1 1 Introdução O GEADA (Gerador de Expressões Algébricas em Digrafos Acíclicos)

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

Desenvolvendo relatórios com CRYSTAL REPORTS XI. Gildo C. Araújo

Desenvolvendo relatórios com CRYSTAL REPORTS XI. Gildo C. Araújo Desenvolvendo relatórios com CRYSTAL REPORTS XI Gildo C. Araújo I Desenvolvendo Relatórios com Crystal Reports XI Copyright 2006 da Editora Alta Books Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: TÉCNICO EM INFORMÁTICA Qualificação:

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Capítulo 3 Processos de Software Slides do Livro do Sommerville, 2000 Disponíveis em inglês em www.software-engin.com Traduzidos por Jacinta Pereira Graduando do Curso de Letras

Leia mais

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO

Intranets. FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO Intranets FERNANDO ALBUQUERQUE Departamento de Ciência da Computação Universidade de Brasília 1.INTRODUÇÃO As intranets são redes internas às organizações que usam as tecnologias utilizadas na rede mundial

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 8 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 8-17/05/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software (Caps. 13 e 14 do

Leia mais

Professor Ricardo Argenton Ramos. Material baseado na apresentação: Rosely Sanches e Rosana T. Vaccare Braga (USP-São Carlos)

Professor Ricardo Argenton Ramos. Material baseado na apresentação: Rosely Sanches e Rosana T. Vaccare Braga (USP-São Carlos) ENGENHARIA DE SOFTWARE 1 PLANEJAMENTO DO PROJETO Professor Ricardo Argenton Ramos 2011 Material baseado na apresentação: Rosely Sanches e Rosana T. Vaccare Braga (USP-São Carlos) Atividades da Engenharia

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP. Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³

DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP. Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³ DESENVOLVIMENTO DE IDE PARA PLATAFORMA OMAP Larissa Lucena Vasconcelos¹, Raul Fernandes Herbster², Joseana Macêdo Fechine³ 1 Aluna do Curso de Ciência da Computação, integrante do PET-Computação, Depto.

Leia mais

Opções para impressão de códigos de barras para impressoras Zebra em ambientes Oracle WMS e MSCA RELATÓRIO INFORMATIVO SOBRE APLICAÇÃO

Opções para impressão de códigos de barras para impressoras Zebra em ambientes Oracle WMS e MSCA RELATÓRIO INFORMATIVO SOBRE APLICAÇÃO Opções para impressão de códigos de barras para impressoras Zebra em ambientes Oracle WMS e MSCA RELATÓRIO INFORMATIVO SOBRE APLICAÇÃO Direitos autorais 2004 ZIH Corp. Todos os nomes e números de produtos

Leia mais