COMUNICAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E PROVEDORES DE ACESSO A INTERNET: UMA TRILOGIA INOVADORA E SEUS ASPECTOS TRIBUTÁRIOS ÁREA TEMÁTICA: TEMA LIVRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMUNICAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E PROVEDORES DE ACESSO A INTERNET: UMA TRILOGIA INOVADORA E SEUS ASPECTOS TRIBUTÁRIOS ÁREA TEMÁTICA: TEMA LIVRE"

Transcrição

1 1 COMUNICAÇÃO, TELECOMUNICAÇÃO E PROVEDORES DE ACESSO A INTERNET: UMA TRILOGIA INOVADORA E SEUS ASPECTOS TRIBUTÁRIOS AUTORAS: ÁREA TEMÁTICA: TEMA LIVRE Márcia Josienne Monteiro Chacon Av. Conde da Boa Vista, 1317, apto.404, Boa Vista, Recife/PE Brasil CEP Telefones: (81) CRC/PE /O Magna Regina de Souza Lima Rua Capitão Francisco Ramos, 160 UR4, Recife/PE Brasil CEP Telefone: CRC/PE /P-5 PUBLICAÇÃO/DIVULGAÇÃO : In: VII ENECON. Dias 15 a 17 de junho., 2005, Teresina/PI.. omunicação, Telecomunicação e Provedores de Acesso a Internet: Uma trilogia inovadora e seus aspectos

2 2 RESUMO: As mudanças tecnológicas em curso têm gerado enorme surpresa em todas as áreas do convívio social. Situações ou casos antes tratados como ficção científica já fazem parte do dia-a-dia das pessoas e desafiam os cientistas e técnicos de todas os setores. Quanto ao conhecimento, estamos na fase de perplexidade, de aproximação, de problematização. No futuro, os esforços científicos, terão de aprofundar suas percepções e construir os elementos necessários para que se lide com estas novas realidades, inclusive com a Internet, que de acordo com a economia digital está forçando uma nova maneira de pensar e exigindo novas abordagens do projeto e planejamento empresariais, compelindo os empresários a interagir de uma maneira diferente com seus fornecedores, concorrentes e parceiros. Diante dessas informações, o problema que se apresenta é: qual o entendimento dos usuários da grande rede sobre comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet? O objetivo desse estudo foi enumerar conceitos e investigar o conhecimento dos usuários da Internet sobre o assunto e como se comportam em relação à tributação dos provedores. A Teoria da Comunicação tem influenciado o desenvolvimento de diversos ramos do conhecimento humano, principalmente no campo das pesquisas relacionadas com neurologia, tecnologias de mídia, lingüística, psicologia, psiquiatria, teoria das organizações, desenvolvimento dos sistemas de informações, economia, pedagogia, entre outras. Termos como comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet são vocábulos que apesar de simples quando postos juntos traduzem uma infinidade de complicações. Conclui-se que grande parte do universo de usuários da Internet possui dúvidas sobre o significado de comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet. Para que a taxação de serviços dos provedores de acesso a Internet seja realizada, algumas mudanças na legislação deveram ocorrer, tais como: definição do que seja fato gerador, sujeito ativo e passivo e objeto da causa tributária. PALAVRAS-CHAVE: Provedores de Internet, tributação, serviços de acesso.

3 3 INTRODUÇÃO Diante da nova roupagem econômica, passa-se a testemunhar as transformações radicais na forma de vida que vem sendo evidenciada ao longo dos anos. Destaca-se, entre os vários fenômenos observados e vivenciados, a chamada Revolução da Informação. Expressões como "Era da Informação", "Sociedade da Informação", "Nova Economia", entre outras, anunciam as mudanças em curso, algumas delas tão-somente na sua fase inaugural. É importante destacar que a informação sempre esteve presente na sociedade humana. Portanto, a revolução da Informação não fez surgir nada de novo como a codificação ou armazenamento e a transmissão da informação. Entretanto, este fenômeno está modificando profundamente as formas de existência, produção, posse, propriedade e transmissão da mesma. As mudanças tecnológicas em curso têm gerado enorme surpresa em todas as áreas do convívio social. Afinal, situações ou casos antes tratados como ficção científica já fazem parte do dia-a-dia das pessoas e desafiam os cientistas e técnicos de todas os setores. As considerações realizadas neste trabalho são parciais. Conspiram contra elas a complexidade, a novidade e a vertiginosa velocidade das mudanças. Assim, quanto ao conhecimento, estamos na fase de perplexidade, de aproximação, de problematização. No futuro, inexoravelmente, os esforços científicos, terão de aprofundar suas percepções e construir os elementos necessários para que se lide com estas novas realidades, inclusive com a Internet, que de acordo com a economia digital está forçando uma nova maneira de pensar e exigindo novas abordagens do projeto e planejamento empresariais, compelindo os empresários a interagir de uma maneira diferente com seus fornecedores, concorrentes e parceiros. Diante dessas informações, o problema que se apresenta é: qual o entendimento dos usuários da grande rede sobre comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a

4 4 Internet? Dessa forma, o objetivo desse estudo é enumerar conceitos e investigar o conhecimento dos usuários da Internet sobre o assunto e como se comportam em relação à tributação dos provedores. Para alcance do objetivo geral, são estabelecidos três objetivos específicos: 1) identificar o significado dos vocábulos comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet; 2) analisar a questão da tributação dos provedores de acesso à internet sob as óticas do ICMS e do ISS; e 3) observar como se interpretam os usuários desses serviços e qual sua opinião através de um questionário fechado direcionado a 300 usuários. O trabalho está dividido em quatro seções. Após esta introdução, apresentam-se as características da Internet, seu início e expansão. A seção dois traz o referencial sobre Comunicação, Telecomunicação e Provedores de acesso a Internet. Na seção três questiona-se a tributação dos provedores de acesso a Internet e apresentam-se os resultados do questionário enviado aos usuários de serviços da Internet. A última seção traz as considerações e recomendações finais sobre as explorações do estudo. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A internet A Internet surge por volta de Nesse momento o propósito era conectar a Arpanet - Advanced Research and Projects Agency, Agência norte-americana a quatro universidades. Mudanças relacionada a grande rede que ora surgia possibilitando a interligação de várias universidades ocorreu nos anos seguintes. A proposta inicial era que se algo acontecesse a uma dessas redes, ou circuitos, o restante deveria funcionar normalmente, dessa forma não acarretaria perda de informações. Marcellos (2004) esclarece que o caminho seguido pela Internet ao longo do tempo foi: a) Primeiras redes: Arpanet; b) Redes internacionais: ESNET, NSFNET, Ebone; c) Múltiplas redes internacionais: internet;

5 5 d) Redes internacionais multifuncionais. No Brasil, a internet surge em meados de 1988, também com objetivos acadêmicos. A partir de 1993 a Internet deixa o campo acadêmico e ruma para a exploração comercial. O vocábulo Internet, ainda novo, apesar de sua longa trajetória, praticamente não possui definição nos dicionários brasileiros. O Ministério das Comunicações através da Portaria 148 de 31/05/1995 define como sendo: o nome genérico que designa o conjunto de redes, os meios de transmissão e comutação, roteadores, equipamentos e protocolos necessários à comunicação entre computadores, bem como o softwere e os dados contidos nestes computadores. Através de telefones, computadores, televisões, microfones, qualquer pessoa tem acesso à internet. Para Marcellos (2004) a Internet está submetendo todos os ramos da economia a uma mudança fundamental, na forma de realizar negócios, sendo isso resultado de uma revolução, fruto dos instrumentos integrados de gestão que ligam compradores e vendedores em uma única e complexa rede. As empresas precisam trabalhar e necessitam de maior agilidade em suas decisões junto a fornecedores e alguns casos também vale considerar interligações junto a concorrentes, respondendo dessa forma às mudanças de mercado. A relação social está sendo influenciada pelas relações tecnológicas e econômicas, sob essa ótica, a Internet facilita a comunicação entre todos os seres. A Comunicação Nos dias de hoje, definir comunicação não é tarefa muito fácil. Poderia-se dizer que é uma notícia ou algum tipo de aviso que uma pessoa faz para outra. A Teoria da Comunicação de acordo com Lima, Chacon e Vasconcelos (2004) é uma das abordagens das metodologias de pesquisa que ocupa posição relevante visto que não tem sentido emitir determinadas demonstrações se não for para informar e estas não forem

6 6 utilizadas satisfatoriamente pelos usuários. Essa teoria foi desenvolvida por Claude Shannon (1949), sob abordagem matemática para solucionar problemas referentes à transmissão de sinais no campo das telecomunicações, e pode auxiliar na compreensão da forma sistêmica em determinados processos. A referida teoria apresenta os seguintes elementos, conforme modelo gerado por Shannon: fonte, emissor, mensagem, canal e receptor, que podem contribuir para eficácia do processo de comunicação. Smith (apud DIAS FILHO, 2001) destaca que a Teoria da Comunicação tem influenciado o desenvolvimento de diversos ramos do conhecimento humano, principalmente no campo das pesquisas relacionadas com neurologia, tecnologias de mídia, lingüística, psicologia, psiquiatria, teoria das organizações, desenvolvimento dos sistemas de informações, economia, pedagogia, entre outras. Cada componente que constitui o processo de comunicação pode influenciar o grau de fidelidade atingido na transmissão da mensagem. No entanto, segundo o autor, em termos de influência sobre a eficiência geral do processo, o receptor é o elemento crítico. Ao ponderar tal assertiva, percebe-se que o nível de entendimento do usuário para a decodificação da mensagem é o fator maior (...) na mesma obra, destaca o quão imprescindível é que o receptor compreenda o código empregado na mensagem, do contrário, o esforço ao preparar e enviá-la terá sido inútil. Segundo Bloomfield (apud DIAS FILHO, 2001): A preocupação com o receptor é um princípio orientador para qualquer fonte de comunicação[...] quando a fonte escolhe um código para mensagem, deve escolher um que seja conhecido do receptor. [...] a única justificativa para a existência da comunicação é o receptor, o alvo ao qual tudo é destinado. Nesse contexto, para que se consiga fornecer para o usuário, devidamente identificado, quanta informação solicita e qual a finalidade do uso da informação faz-se necessário ainda muita pesquisa. A fim de que se possa saber o nível de conhecimento do usuário a respeito das informações que deseja receber. De acordo com Vasconcelos e Viana (2002) o conhecimento é o contexto maior da informação. Desta forma, é imprescindível que se lance mão da reflexão sobre a qualidade do

7 7 preparo do usuário (seu background), bem como seus interesses para que a colisão de objetivos logre êxito. Segundo Libonati e Souto Maior (1996) dentro da perspectiva da Teoria da Comunicação, o produto do sistema de informação constitui o canal ou veículo de comunicação com seu meio ambiente sócio-econômico. A sua análise (ou interpretação) deve propiciar aos diversos agentes econômicos (usuários), que interagem com o meio, tomadas de decisões relevantes. O esquema que segue representa como se dá o ciclo da comunicação. CANAL DE COMUNICAÇÃO EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR RUÍDO FEEDBACK Fonte: Souto Maior (1994) A partir do esquema observa-se ainda o elemento ruído que pode distorcer a informação ocasionando uma comunicação falha. Necessário se faz conhecer alguns tipos de ruídos, que no nosso caso são característicos e próprios das grandes redes que compõem o complexo Internet. Nos dicionários o vocábulo comunicação quer dizer: aviso, notícia, comunicado, participação, amizade, convivência, intimidade. Ex: É plebeu, mas tem comunicação com a nobreza. Acesso, passagem, corredor.

8 8 A Constituição Federal Título VIII, Capítulo V, declara, ao cuidar da comunicação social em seu artigo 220, que: A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veiculo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nessa Constituição. Sob essa ótica, existe uma denotação que a comunicação a que se refere corresponde a veiculação de idéias, mensagens, informações ou relacionamentos entre pessoas. O veiculo de comunicação, pois, podem ser o mais variado possível, cartas, periódicos, livros, revistas, jornais, televisão, Internet, ligações telefônicas e as mais diversas formas de telecomunicações. Diante do expostos já se pode ter uma idéia formada do que seja comunicação, porém qual o significado do termo serviço de comunicação contido no artigo 155 da constituição federal? Art. 155, compete aos Estados e ao Distrito Federal instituírem impostos sobre :... II. Operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as prestações se iniciem no exterior. A luz do artigo acima qual serviço de comunicação pode ser tributado pelo ICMS? Na linguagem dos que escreveram o direito econômico, o espírito da economicidade é o que justifica a incidência. Se alguém escreve um bilhete ou uma simples carta contendo dizeres de sua própria vida, ou um convite de aniversário e pede para um mensageiro entregar, não estaria caracterizando um serviço de comunicação, pois, não basta a comunicação, é necessário haver a prestação de serviço para que a comunicação exista, e que pode, conforme os enunciados acima, incorrer na incidência do tributo.

9 9 A Telecomunicação De acordo com Marcellos (2002) O legislador federal exerceu a aludida competência constitucional ao editar a Lei n. 9472, de 16 de junho de 1997, a denominada Lei Geral de Telecomunicações LGT. Portanto, essa é a norma competente que deve pautar o trabalho interpretativo em questão. A lei das telecomunicações é quem cabe decidir quais sejam os serviços de comunicação. Um serviço que for vinculado ao segmento de comunicação, mas não configurar serviço de telecomunicação, poderia ser incidido pelo ICMS, bastando que o legislador o considere serviço de comunicação, embora não represente serviço de telecomunicação. A Lei de telecomunicações em seu artigo 60 define quais são os serviços de telecomunicações: Art. 60 Serviço de telecomunicações é o conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação. 1º Telecomunicação é a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza. 2º Estação de telecomunicações é o conjunto de equipamentos ou aparelhos, dispositivos e demais meios necessários à realização de telecomunicação, seus acessórios e periféricos, e, quando for o caso, as instalações que as abrigam e complementam, inclusive terminais portáteis"; A LGT define, em seu artigo 60, serviço de telecomunicações como o conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação, através de diversas de qualquer natureza e define a estação de telecomunicação como o conjunto que suporta essa atividade.

10 10 De acordo com essa Lei, afasta-se a interpretação de que se um serviço for vinculado ao segmento de comunicação, mas não configurar serviço de telecomunicação, poderia ser incidido pelo ICMS, bastando que o os responsáveis pelas leis estaduais considerasse serviços de "comunicação". Assim, se o serviço estiver vinculado ao setor de telecomunicação, mas não for considerado serviço de telecomunicação por quem tem competência de definição fiscal, não será serviço de comunicação. Ou são serviços de telecomunicações, por estarem vinculados a telecomunicações, ou não são meios de comunicação. De acordo com Martins (2002) presta serviço de comunicação não aquele que participa da própria relação comunicativa, mas sim aquele que realiza uma atividade consistente em dar condições materiais para que uma relação comunicativa se instaure. Ou seja, presta o serviço àquele que cuida de fornecer a infra-estrutura seja mecânica, eletrônica e/ou técnica para a comunicação, instalando equipamentos e sistemas que permitam essa relação. Pode-se exemplificar, neste caso, os serviços de telefonia e telegrafia. Os provedores de acessos à internet De acordo com Marcellos (2004) não há um consenso sobre a classificação de provedores, vistos que muitas vezes estes se encaixam em mais de uma definição, classificando-se em: provedor de acesso a Internet; provedor de hospedagem; provedor de ; provedor de conteúdo; provedor de backbone. Podem-se considerar os provedores de acesso a Internet, como sendo as instituições que se conectam a Internet, disponibilizando o acesso a terceiros. Quando a pessoa se conecta a Internet o provedor de acesso atribui um endereço conhecido como IP- Internet Protocol, criando com isso um arquivo que identifica a pessoa que está ligada aquela porta.

11 11 Para Marcellos (2004) provedores de acesso são viabilizadores da ligação de usuários com a rede, ou seja, liberadores do espaço virtual (...) os serviços prestados pelos provedores de acesso a internet são considerados como serviços de monitoramento do acesso do internauta à rede, onde os provedores colocam à disposição softweres e equipamentos que irão proporcionar a sua navegação pelo sistema. O funcionamento da rede não é uma tarefa muito fácil. A partir do momento em que uma pessoa solicita a conexão, partes diversas que fazem girar os negócios na Internet entram em movimentos rápidos, interligados através de pequenas partes constituindo um verdadeiro sistema. Bio (apud CATELLI, 1999) define sistema como sendo um conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem formando um todo unitário e complexo. Como partes desse complexo sistema, pode-se enumerar a partir do provedor: a hospedagem; roteador; serviço Web; servidor de aplicação; servidor de banco de dados; sistema de armazenamento; segurança contra ataques, invasões e roubo de dados; atendimento a clientes e jogos de marketing; publicações; integração de aplicações; logística, entre outras. Quando se inicia uma mensagem, as partes são conectadas de tal forma que nada se perca no caminho, criando um pacote de informações, que assume uma seqüência até que esse pacote seja entregue ao seu destino, ou seja, o receptor da mensagem. A LGT define, em seu artigo 60, serviço de telecomunicações como o conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação, que, por sua vez, pode ser considerada como a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético, de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza ( 1º do art. 60). O serviço prestado pelo provedor de acesso à Internet, que consiste em conectar o usuário à rede mundial, depende da anterior prestação de um serviço de telecomunicação que

12 12 pode ser telefonia ou cabo, que sem esse sustentáculo a comunicação não será eventualmente realizada. Em seu art. 61 a LGT determina do que são os provedores: Art. 61 Serviço de valor adicionado é a atividade que acrescenta, a um serviço de telecomunicações que lhe dá suporte e com o qual não se confunde, nova utilidade relacionada ao acesso, armazenamento, apresentação, movimentação ou recuperação de informações. 1º Serviço de valor adicionado não constitui serviço de telecomunicações, classificando-se seu provedor como usuário do serviço de telecomunicações que lhe dá suporte, com os direitos e deveres inerentes a essa condição. 2º É assegurado aos interessados o uso das redes de serviços de telecomunicações para prestação de serviços de valor adicionado, cabendo à Agência, para assegurar esse direito, regular os condicionamentos, assim como o relacionamento entre aqueles e as prestadoras de serviços de telecomunicações. Sob esse aspecto, convém lembrar que a competência para legislar sobre esta matéria é privativa da União, não cabendo aos Estados definir quais são os meios de telecomunicação. Ocorre que a lei de telecomunicações, claramente, exclui os serviços prestados pelos provedores como serviços de telecomunicação, em seu artigo 61, 1º, quando se refere a estes como serviços adicionais, auxiliares, mas não são serviços de telecomunicação, como não o seriam todos aqueles prestados como suporte às telecomunicações, desde a limpeza desses estabelecimentos, quando terceirizados, até aqueles enunciados no dispositivo acima. Sob essa visão pode se considerar os provedores de acesso à internet como sujeitos passivos do ICMS? Ou do ISS? É necessário que se observe sob que âmbito encontra-se o provedor e este permite distinguir claramente qual o ambiente em que se dá a transmissão da mensagem.

13 13 ICMS ou ISS, eis a questão! Castro (2004) citando o Ministro Pertence, esclarece que o conceito de mercadoria efetivamente não inclui os bens incorpóreos, como os direitos em geral: mercadoria é bem corpóreo objetos de atos de comércio ou destinados a sê-lo (...) bem incorpóreo sobre o qual, não se cuidando de mercadoria, efetivamente não pode incidir o ICMS... Primeiro, devemos ressaltar uma incongruência entre a premissa destacada e a conclusão da decisão tomada. Com efeito, se somente a mercadoria, como bem corpóreo, pode sofrer a incidência do ICMS, então, no software de prateleira, composto pela base física e pelas instruções de programação (em arquivos magnéticos), a tributação estaria recaindo sobre o substrato material. Ocorre que o valor da base física é ínfimo, praticamente desprezível, na composição final do preço do produto exposto à venda. Portanto, a incidência tributária efetivamente deve ser dirigida para a parte predominante e substancial do software de prateleira, ou seja, os programas residentes nos arquivos magnéticos (...) no caso do conceito de "mercadoria", sua referência mais remota no campo do direito privado, encontrada no art. 191 do Código Comercial editado no século passado, já contemplava elementos não tangíveis, buscando abarcar todos os objetos do comércio independentemente da forma. Este, inclusive, é o sentido mais corrente e adequado para a idéia de mercadoria: aquilo que é objeto de compra ou venda ou aquilo que se comprou e que se expõe à venda. Portanto, a mercadoria virtual, ente não palpável, pode e deve ser aceita como objeto do chamado comércio eletrônico para efeitos de tributação. Em junho de 2001 o Supremo Tribunal de Justiça STJ - decidiu que os provedores que comercializam o acesso a Internet deveriam recolher o ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, caracterizando que esses provedores estão prestando serviços de comunicação e por isso devem recolher o ICMS. Dessa forma, os provedores de acesso gratuito ficaram de fora, pois, o imposto só deveria incidir sobre a prestação de serviço oneroso, o que não era o caso destes. Em junho de 2003, o mesmo STJ, decidiu que os provedores não deveriam recolher o ICMS. Marcellos (2004) comenta o parecer da 2ª. Turma do STJ:

14 14 O conceito de comunicação contido na Constituição Federal, para efeito de tributação do ICMS, é restrito, por envolver apenas o serviço de comunicação (...) A restrição conceitual é óbvia, porque se assim não fosse, seria fonte geradora do ICMS o fato de alguém se comunicar com outrem pela palavra escrita ou falada (...) os provedores agem como monitores ou facilitadores do usuário, colocando a disposição de seus clientes equipamentos e softwares que dão acesso e facilitam a utilização do sistema. Mas, em verdade, são ambos, provedores e usuários tomadores de serviços de comunicação, cujo suporte maior e imprescindível é o serviço de telecomunicação. Excluindo a hipótese do pagamento do ICMS resta ainda o entendimento de que o provedor de acesso a Internet poderia pagar o ISS, embora essa questão só seria resolvida a posteriori pelo Supremo Tribunal Federal. Partindo desse pressuposto a lei que regula o ISS necessitaria ser taxativa, se somente os serviços elencados no rol da lei são incidentes do ISS e se serviços que determinadas atividades são excluídas da cobrança pelo Estado, os municípios talvez, partindo da interpretação do parecer da segunda turma do STJ possa incluir mais esse serviço em sua lista de cobranças, desde que estes serviços possuam características próximas ao já elencados na referida lista. Aplicação da pesquisa empírica Após verificar que termos como comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet são vocábulos que apesar de simples quando postos juntos traduzem uma infinidade de complicações e quando se refere ao fato de ser ou não tributados os provedores, objetos desse estudo, houve a necessidade de sair à procura de identificar se as pessoas, que utilizam esses serviços, sabiam o que significavam os vocábulos referidos e se concordavam ou não com a sua tributação e qual tipo, se ICMS ou ISS. Para responder ao questionário, composto de apenas cinco perguntas fechadas, foram escolhidas pessoas que possuíssem prática tributária contadores -, vivenciassem a legislação tributária advogados e se utilizassem da Internet internautas. As questões foram enviadas por com a informação de que não seria necessário que se identificassem e que seus endereços eletrônicos seriam mantidos em sigilo por uma questão de ética.

15 15 O universo da pesquisa constou de 300 entrevistados, onde 100 (cem) questionários foram direcionados para contadores, dos quais obteve-se resposta de 45 o que corresponde a 45%; outros 100 (cem) foram direcionados a advogados, obtendo-se resposta de 33 questionários, o correspondente a 33% e mais 100 (cem) foi distribuído aleatoriamente entre internautas, dos quais foram recebidos 25 questionários, correspondentes a 25%. Do total de 300 questionários enviados, obteve-se 103 respostas. As questões eram bem simples e fechadas apenas com o intuito de observar o nível de conhecimento dos entrevistados. Todos os questionários foram enviados pela Internet. As respostas constam como nos quadros abaixo: I.A palavra Comunicação significa: Contadore s Advogados Internautas É uma notícia ou algum tipo de aviso que uma pessoa envia para outra. Para que exista é necessário os seguintes elementos, fonte, emissor, mensagem, canal e receptor. É a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo Aviso, notícia, mensagem, comunicado. 3 5 Refere-se à veiculação de idéias, mensagens, informações ou relacionamentos entre pessoas TOTAL

16 16 II.O termo Telecomunicação quer dizer: Contadore s Advogado Internautas O conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação É tudo que é suportado por aparelhos telefônicos ou televisivos É a transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios ópticos ou qualquer outro processo eletromagnético. É o conjunto de equipamentos ou aparelhos, dispositivos e demais meios necessários à realização de telecomunicação, seus acessórios e periféricos, e, quando for o caso, as instalações que as abrigam e complementam, inclusive terminais portáteis. É a transmissão de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza TOTAL III.O que são Provedores de acesso a Internet? Contadore s Advogados Internaut as São viabilizadores da ligação de usuários com a rede, ou seja, liberadores do espaço virtual. Serviço de valor adicionado, acrescentando um valor ao serviço de telecomunicações que lhe dá suporte e com o qual não se confunde. É o serviço prestado que consiste em conectar o usuário à rede mundial. São as instituições que se conectam a Internet, disponibilizando o acesso a terceiros. É conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação TOTAL

17 17 IV.Os Provedores de acesso a Internet são tributados? Contadores Advogados Internautas Sim Não TOTAL V.Se a resposta (4) for sim, por qual imposto? Contadores Advogados Internautas ICMS ISS TOTAL Após a pesquisa, observa-se que a diversidade de opiniões não só a questão a tributação por ser um assunto relativamente novo, como também relacionado ao significado, ou seja, o que se entende por comunicação, telecomunicação e provedores de Internet são respostas consideravelmente diferenciadas.

18 18 CONCLUSÃO Essa nova economia onde se apóia a era digital encontra obstáculos sobre os quais ainda deverá passar uma boa parte de tempo. No Brasil, a quantidade de impostos e tributos que são pagos pelos contribuintes aparece como uma grande carga, sem considerar a legislação que de tão extensa, vez por outra, obrigam contribuintes a interpretações errôneas e com isso conseqüências outras surgem sem que seja a correta. Conclui-se que uma grande parte do universo de usuários da Internet possui dúvidas sobre o significado de comunicação, telecomunicação e provedores de acesso a Internet. Um percentual ínfimo considera que os provedores deveriam ser tributados. Ao se considerar a legislação na forma em que se encontra poder-se-ia dizer que, os provedores de acesso a Internet não estão sujeitos ao ICMS e nem ao ISS, visto que a lista taxativa de serviços não prevê a atividade exercida pelos provedores de acesso como tributável e elencada. Não sendo, pois, serviços de telecomunicações, mas apenas adicionais, auxiliares dos serviços de comunicação, a utilização de veículo do provedor, ou seja, da linha telefônica, é tributada, por ser serviço de telecomunicação, não estão sujeitos ao ICMS e, por não constarem da lista de serviços, não estão também sujeitos ao ISS. As prefeituras não poderiam cobrar o Imposto Sobre Serviços (ISS) dos provedores de acesso à Internet porque os serviços que prestam aos seus clientes não estão expressamente previstos na legislação tributária. Para que a taxação de serviços dos provedores de acesso a Internet seja realizada, algumas mudanças na legislação deverão ocorrer, tais como: definição do que seja fato gerador, sujeito ativo e passivo e objeto da causa tributária.

19 19 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANZA, Roque. ICMS. São Paulo. Malheiros, BEIJA, Osvaldo Bispo de. Tópicos específicos do ICMS referentes ao comércio eletrônico. Palestra. Seminário Internacional Comércio Eletrônico e Tributação. Dia 13 de junho de ESAF. Brasília-DF. BRANCO, Fábio Gonçalves Castelo. A incidência do ICMS sobre os serviços de comunicação prestados pelos provedores de acesso à Internet. Artigo. Disponível em: Acesso em 12/12/2004. BRASIL, Constituição Federal do Brasil., Código Tributário Nacional., Decreto-Lei nr , Legislação do ICMS de Pernambuco., Ver decreto do ISS de Recife., Portaria 148/95, do Ministro do Estado das Comunicações., Lei 9.472/1997. Lei Geral das Telecomunicações. CATELLI, Armando (Organizador). Controladoria Uma abordagem da gestão econômica Gecon FIPECAFI. São Paulo. Atlas, DIAS FILHO, José Maria. A Linguagem Utilizada na Evidenciação Contábil: Uma análise de sua compreensibilidade à luz da Teoria da Comunicação. Revista Contabilidade & Finanças FIPECAFI FEA- USP, São Paulo, v.13, n. 24, p , jul/dez

20 20 GRECO, Marco Aurelio. Internet e Direito. Editora Dialética. São Paulo GUSMÃO, Cláudia Regina. Parecer PGFN/CAT/Nº 1.093/97. Disponível em: Acesso em: 12/12/2004. LIMA, MAGNA REGINA. CHACON, MÁRCIA JOSIENNE MONTEIRO. VASCONCELOS, MÉRCIA MARIA FERNANDES. Uma proposta para melhor visualização das prestações de contas municipais: Uma abordagem a partir das teorias da comunicação e semiótica. XVII Congresso Brasileiro de Contabilidade. Santos, LOBO, C. A. da Silveira. Tributação do software de prateleira. Artigo. Revista Consulex nº MARTINS, Ives Gandra da Silva. Tributação na Internet. Jus Navigandi, Teresina, a.6, n.57, jul Disponível em: Acesso em 26/11/2004. A reforma da constituição: em defesa da revisão constitucional. Fev, Disponível em: Acesso em 26/11/2004. MARCELLOS, Paulo Sérgio. Aspectos tributários do comércio eletrônico (e-commerce) e a visão do OCDE sobre sua tributação. XVII Congresso Brasileiro de Contabilidade. Santos. Out/2004., A figura do auditor fiscal tributário frente ao e-commerce. XVII Congresso Brasileiro de Contabilidade. Santos. Out/2004. SOUTO MAIOR, Verônica Cunha. A evidenciação da informação contábil e o processo de análise de investimentos. Trabalho de Conclusão de Curso. Recife. UFPE: 1994.

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM RESP Nº 456.650 - PR (2003/0223462-0) RELATOR : MINISTRO JOSÉ DELGADO R.P/ACÓRDÃO : MINISTRO FRANCIULLI NETTO EMBARGANTE : ESTADO DO PARANÁ PROCURADOR : CÉSAR AUGUSTO BINDER

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Incidência Tributária sobre operações comerciais envolvendo software Fabiano Pereira dos Santos I Introdução; II Conceito de software; III A questão tributária; IV - Jurisprudência;

Leia mais

TÍTULO: "COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR"

TÍTULO: COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR TÍTULO: "COMUNICAÇÃO E CONTABILIDADE: A TECNOLOGIA NA ROTINA DO CONTADOR" CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DE RIO PRETO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO

PARECER Nº, DE 2015. RELATOR: Senador FLEXA RIBEIRO PARECER Nº, DE 2015 Da COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA, sobre o Projeto de Lei do Senado n 501, de 2013 Complementar, que altera a Lei Complementar n 116, de 31 de

Leia mais

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada*

Fato gerador do ISS. Kiyoshi Harada* Fato gerador do ISS Kiyoshi Harada* Este é um tema aparentemente pacífico, mas na prática vem causando muitas dúvidas. senão confusões. Façamos considerações pertinentes para melhor explicitar o aspecto

Leia mais

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva

CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO. Por Leonardo Mussi da Silva CONVERGÊNCIA, VOIP E TRIBUTAÇÃO Por Leonardo Mussi da Silva Evolução do sistema telefônico como tudo começou 1875 Alexander Graham Bell e Thomas Watson, em projeto dedicado a telegrafia, se depararam com

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Locacao de Bens Moveis

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Locacao de Bens Moveis Locacao 03/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Lei Complementar 116/2003... 3 3.2. Mensagem 362/2003... 4 3.3.

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br ICMS no Contrato de Demanda Reservada de Potência de Energia Elétrica Tenille Gomes Freitas* 1. ICMS O ICMS (imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre

Leia mais

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014

FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 FATO GERADOR DO ICMS NA IMPORTAÇÃO RE 540.829-SP - 11/09/2014 ASPECTOS HISTÓRICOS Em passado remoto, o Estado de São Paulo tentou instituir a cobrança do ICMS na importação de mercadorias e o fez por decreto.

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA - CCTCI PROJETO DE LEI Nº 6835, DE 2010 Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de pontos de acesso sem fio à Internet nas ERB Estações

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º 171, DE 2012 (Do Sr. Carlos Bezerra)

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º 171, DE 2012 (Do Sr. Carlos Bezerra) CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º 171, DE 2012 (Do Sr. Carlos Bezerra) Modifica a Lista de Serviços anexa à Lei Complementar nº 116, de 31 de julho de 2003, que dispõe sobre o Imposto

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

MANUAL DO CIDADÃO MÓDULO NFSe SEFAM

MANUAL DO CIDADÃO MÓDULO NFSe SEFAM MANUAL DO CIDADÃO MÓDULO NFSe SEFAM Índice Introdução 3 Legislação 4 A quem se destina o Módulo Cidadão SEFAM NFSe 5 Configuração Mínima para acesso ao SEFAM NFSe 6 Como ter acesso ao produto SEFAM NFSe

Leia mais

SAD Gestor ERP. Módulo Estoque. Cadastro de Produto Escrita Fiscal. Seja Bem Vindo!

SAD Gestor ERP. Módulo Estoque. Cadastro de Produto Escrita Fiscal. Seja Bem Vindo! SAD Gestor ERP Módulo Estoque Cadastro de Produto Escrita Fiscal Seja Bem Vindo! Introdução O planejamento tributário deve fazer parte do cotidiano da empresa. É uma decisão estratégica que pode determinar

Leia mais

milenaresende@fimes.edu.br

milenaresende@fimes.edu.br Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior Sistemas de Informação A Internet, Intranets e Extranets milenaresende@fimes.edu.br Uso e funcionamento da Internet Os dados da pesquisa de TIC reforçam

Leia mais

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010

IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 IMPORTAÇÃO POR CONTA E ORDEM À LUZ DO CONVÊNIO ICMS Nº 36, DE 26 DE MARÇO DE 2010 Rinaldo Maciel de Freitas * Nas operações de comércio exterior, é preciso entender a existência de duas modalidades de

Leia mais

9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e

9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e 9. Quais as características a tecnologia de conexão à Internet denominada ADSL A) Conexão permanente, custo variável, linha telefônica liberada e velocidade maior do que as linhas tradicionais. B) Conexão

Leia mais

ICMS FRACIONAMENTO DA BASE DE CÁLCULO EM ELEMENTOS AUTÔNOMOS JOSÉ EDUARDO SOARES DE MELO FESDT/GRAMADO 23.10.14

ICMS FRACIONAMENTO DA BASE DE CÁLCULO EM ELEMENTOS AUTÔNOMOS JOSÉ EDUARDO SOARES DE MELO FESDT/GRAMADO 23.10.14 ICMS FRACIONAMENTO DA BASE DE CÁLCULO EM ELEMENTOS AUTÔNOMOS JOSÉ EDUARDO SOARES DE MELO FESDT/GRAMADO 23.10.14 I. TELECOMUNICAÇÕES Incidência: Prestação de serviços de comunicação, por qualquer meio,

Leia mais

VOIP e o ICMS-comunicação

VOIP e o ICMS-comunicação VOIP e o ICMS-comunicação Elaborado em 02.2007. Fernando Awensztern Pavlovsky Bacharel em Direito pela Fundação Armando Álvares Penteado. Especialista em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade

Leia mais

As alterações tecnológicas na internet e os conflitos de incidência entre o ICMS e o ISS

As alterações tecnológicas na internet e os conflitos de incidência entre o ICMS e o ISS As alterações tecnológicas na internet e os conflitos de incidência entre o ICMS e o ISS Luciano Garcia Miguel Doutorando PUC/SP e diretor da Consultoria Tributária em SP Origem do problema Estrutura do

Leia mais

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR

Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Edson Alves Chaves O USO DA INTERNET NA DIVULGAÇÃO DO TRABALHO PARLAMENTAR Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do CEFOR como parte das exigências do curso de Especialização em

Leia mais

Sessão de 16 de dezembro de 2015 RECURSO Nº - 61.641 ACÓRDÃO Nº 14.396 RECORRENTE CENTRO EDUCACIONAL NOSSA SENHORA AUXILIADORA

Sessão de 16 de dezembro de 2015 RECURSO Nº - 61.641 ACÓRDÃO Nº 14.396 RECORRENTE CENTRO EDUCACIONAL NOSSA SENHORA AUXILIADORA PUBLICAÇÃO DA DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. 14 / 03 / 2016 Fls.: 08 SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL Rubrica: ID 42833175 Sessão de 16 de dezembro de 2015 SEGUNDA CÂMARA RECURSO Nº - 61.641 ACÓRDÃO Nº 14.396 INSCRIÇÃO

Leia mais

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS Acórdão: 14.710/01/2ª Impugnação: 40.010105776-02 Impugnante: CTBC Celular S.A. Proc. S. Passivo: José Roberto Camargo/Outros PTA/AI: 01.000138911-28 Inscrição Estadual: 702.042559.0063 Origem: AF/Uberlândia

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e

NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA - NF-e Informações Gerais 1. O que é a Nota Fiscal Eletrônica NF-e? Podemos conceituar a Nota Fiscal Eletrônica como sendo um documento de existência

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED

POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED POLÍTICA DE PRIVACIDADE SEGUROS UNIMED Este documento, denominado Política de Privacidade, tem por finalidade estabelecer as regras sobre a obtenção, uso e armazenamento dos dados e informações coletados

Leia mais

O Instituto Véritas, tem como presidente, Marcelo Bastos, Secretário Parlamentar, ex-vereador, Consultor especial para projetos governamentais,

O Instituto Véritas, tem como presidente, Marcelo Bastos, Secretário Parlamentar, ex-vereador, Consultor especial para projetos governamentais, O Instituto Véritas, tem como presidente, Marcelo Bastos, Secretário Parlamentar, ex-vereador, Consultor especial para projetos governamentais, analista de Políticas Públicas e Sociais, organizador de

Leia mais

INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião

INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião INTRODUÇÃO A REDES DE COMPUTADORES (DEFINIÇÕES) Prof. Msc. Hélio Esperidião O QUE É? Uma Rede de Computadores é formada por um conjunto de equipamentos(módulos processadores - MPs) capazes de trocar informações

Leia mais

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL

SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 1 SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO MULTIMÍDIA RODRIGO SANTANA DOS SANTOS ANATEL 2 Sumário Conceitos Gerais SCM em Números Proteção e Defesa de Direitos dos Assinantes Regulamentos em Estudo 3 Conceitos Gerais Lei

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

A EMENDA CONSTITUCIONAL 87 E PARTILHA DO ICMS ENTRE OS ESTADOS O QUE VAI MUDAR PARA SUA EMPRESA

A EMENDA CONSTITUCIONAL 87 E PARTILHA DO ICMS ENTRE OS ESTADOS O QUE VAI MUDAR PARA SUA EMPRESA Meus Caros, A EMENDA CONSTITUCIONAL 87 E PARTILHA DO ICMS ENTRE OS ESTADOS O QUE VAI MUDAR PARA SUA EMPRESA Fizemos esse manual no formato - perguntas e respostas- com o objeto de ajudá-lo na emissão de

Leia mais

9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR

9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR Š%XVFD/HJLVFFMXIVFEU 9R]VREUH,35HJXODomRDFDPLQKR 5RGQH\GH&DVWUR3HL[RWR A comunicação na Internet se estabelece a partir de um SURWRFROR. O termo deriva do grego SURWRFROORQ ( uma folha de papel colada

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Sistemas de Informações Gerenciais Introdução as redes de comunicação e redes de computadores Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

ICORLI INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET

ICORLI INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET INSTALAÇÃO, CONFIGURAÇÃO E OPERAÇÃO EM REDES LOCAIS E INTERNET 2010/2011 1 Introdução às redes e telecomunicações O que é uma rede? Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor

Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com. Manual do Professor Prof. Dr. José Dornelas www.josedornelas.com Manual do Professor Manual do professor Este manual deve ser usado em conjunto com o vídeo do autor disponível no site da editora: www.campus.com.br Maiores

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS NO MUNICIPIO DE BELO HORIZONTE

ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS NO MUNICIPIO DE BELO HORIZONTE ESPECIFICAÇÃO DO PROCESSO DE EMISSÃO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS NO MUNICIPIO DE BELO HORIZONTE Guilherme Bertoldo Anastácio 1 Raphael Ribeiro Gomide 2 Maria Renata Silva Furtado 3 RESUMO Na

Leia mais

Especial ANATEL Como se adequar à nova legislação para empresas de telefonia

Especial ANATEL Como se adequar à nova legislação para empresas de telefonia Especial ANATEL Como se adequar à nova legislação para empresas de telefonia Introdução A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou em 20 de fevereiro de 2014 novas regras para provedores de

Leia mais

NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e. Prefeitura Municipal de Tupãssi

NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e. Prefeitura Municipal de Tupãssi NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e Prefeitura Municipal de Tupãssi PERGUNTAS E RESPOSTAS O QUE É A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NFS-e? R NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA (NFS-e) é um documento

Leia mais

4 Mercado setor de telecomunicações

4 Mercado setor de telecomunicações 4 Mercado setor de telecomunicações Nesta sessão é apresentada uma pequena visão geral do mercado de telecomunicações no Brasil, com dados históricos dos acontecimentos mais relevantes a este trabalho,

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções:

PROJETO DE PESQUISA. Antonio Joaquim Severino 1. Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: PROJETO DE PESQUISA Antonio Joaquim Severino 1 Um projeto de bem elaborado desempenha várias funções: 1. Define e planeja para o próprio orientando o caminho a ser seguido no desenvolvimento do trabalho

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

"ISS e questões polêmicas Decisões judiciais relevantes em 2012/2013" Primeiro Seminário Alterações Fiscais - 2013

ISS e questões polêmicas Decisões judiciais relevantes em 2012/2013 Primeiro Seminário Alterações Fiscais - 2013 www.pwc.com/br "ISS e questões polêmicas Decisões judiciais relevantes em 2012/2013" Primeiro Seminário Alterações Fiscais - 2013 Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil Abril 2013 Agenda Seção

Leia mais

A TRIBUTAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS PROVEDORAS DA INTERNET

A TRIBUTAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS PROVEDORAS DA INTERNET A TRIBUTAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS PELAS PROVEDORAS DA INTERNET ELIANA CALMON ALVES Ministra do Superior Tribunal de Justiça A Constituição Federal determina que sobre a prestação de serviços de comunicação

Leia mais

NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS

NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS NOTA FISCAL ELETRÔNICA PARA LEIGOS ÍNDICE 03 Capítulo 0 Introdução 04 Capítulo 1 O que é Nota Fiscal Eletrônica? 05 Capítulo 2 Quais são os tipos de Nota Fiscal Eletrônica? 07 14 15 Capítulo 3 Quais as

Leia mais

nota fiscal eletrônica para leigos

nota fiscal eletrônica para leigos nota fiscal eletrônica para leigos índice 03 Capítulo 0 Introdução 04 Capítulo 1 O que é Nota Fiscal Eletrônica? 05 Capítulo 2 Quais são os tipos de Nota Fiscal Eletrônica? 07 14 15 Capítulo 3 Quais as

Leia mais

TRANSPORTADOR REVENDEDOR RETALHISTA DE COMBUSTÍVEIS - TRR

TRANSPORTADOR REVENDEDOR RETALHISTA DE COMBUSTÍVEIS - TRR TRANSPORTADOR REVENDEDOR RETALHISTA DE COMBUSTÍVEIS - TRR ASSUNTO: Operações interestaduais. De início, ressalte-se que, para efeito deste trabalho, toda alusão genérica feita a Estado é extensiva ao Distrito

Leia mais

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA PARECER QUANTO A DEDUTIVIDADE DA BASE DE CÁLCULO, BEM COMO DA EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS PELOS TERCEIROS VINCULADOS AOS SERVIÇOS DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA Na caracterização da atividade de publicidade

Leia mais

É o relatório, passa-se a opinar.

É o relatório, passa-se a opinar. São Paulo, 18 de outubro de 2013. A ABMI ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DA MUSICA INDEPENDENTE Ref: Parecer EC75-2013 Transmitido para o endereço eletrônico: lpegorer@abmi.com.br Prezada Sra. Luciana, O breve parecer

Leia mais

Manual para geração do SINTEGRA Março/ 2010

Manual para geração do SINTEGRA Março/ 2010 As instruções que se seguem referem-se a geração do arquivo SINTEGRA para a Radio Extra. É importante esta informação pois as exigibilidades do SINTEGRA variam de acordo com tributação estadual incidente

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Grupo Educacional UNIS - MG

Grupo Educacional UNIS - MG 1º CONCURSO NEUNIS DE PLANOS DE NEGÓCIO PARA UNIVERSITÁRIOS 2014 1 REALIZAÇÃO: UNIS/MG REGULAMENTO CAPÍTULO 1 DOS OBJETIVOS Art. 1º O Concurso NEUNIS de Planos de Negócio para Universitários é uma iniciativa

Leia mais

Sistemas de Produtividade

Sistemas de Produtividade Sistemas de Produtividade Os Sistemas de Produtividade que apresentaremos em seguida são soluções completas e podem funcionar interligadas ou não no. Elas recebem dados dos aplicativos de produtividade,

Leia mais

Cartilha. Perguntas e respostas Decreto regulamentando a Lei n 12.741

Cartilha. Perguntas e respostas Decreto regulamentando a Lei n 12.741 Cartilha A SMPE preparou uma cartilha para esclarecer as principais dúvidas referentes ao Decreto nº 8264/14. Ela pode também ser acessada no site da secretaria (www.smpe.gov.br). Perguntas e respostas

Leia mais

D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011

D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011 Publicado em 09/12/2011 no Diário Oficial nº 362. D E C R E T O Nº 9460 de 30 de novembro de 2011 (Altera e acrescenta dispositivos ao Decreto n 8063, de 15 de outubro de 2007, ampliando funcionalidades

Leia mais

RC e a Internet: noções gerais. Prof. Eduardo

RC e a Internet: noções gerais. Prof. Eduardo RC e a Internet: noções gerais Prof. Eduardo Conceitos A Internet é a rede mundial de computadores (rede de redes) Interliga milhares de dispositivos computacionais espalhados ao redor do mundo. A maioria

Leia mais

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite

Introdução. Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Introdução Disciplina: Suporte Remoto Prof. Etelvira Leite Os Benefícios do Trabalho Remoto O mundo assiste hoje à integração e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO 2-1 QUANTO AO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS-ISS PARECER: 42 / 2009

1-RELATÓRIO 2- FUNDAMENTAÇÃO 2-1 QUANTO AO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS-ISS PARECER: 42 / 2009 PARECER: 42 / 2009 ASSUNTO: Consulta sobre necessidade ou não de apresentação de nota fiscal de serviços ou de circulação de mercadorias para o recebimento de pagamento de valores de locação de automóvel

Leia mais

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL

TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL TERCEIRO SETOR, CULTURA E RESPONSABILIDADE SOCIAL 06/05/2013 ATENÇÃO I: De acordo com a Portaria n.º 252/2012 do Ministério da Justiça (MJ), as prestações de contas das entidades qualificadas e tituladas

Leia mais

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

TRIBUTAÇÃO NA NUVEM. Tax Friday 21 de outubro de 2011 AMCHAM - RJ

TRIBUTAÇÃO NA NUVEM. Tax Friday 21 de outubro de 2011 AMCHAM - RJ TRIBUTAÇÃO NA NUVEM Tax Friday 21 de outubro de 2011 AMCHAM - RJ PROGRAMA 1. INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS APLICÁVEIS 2. PRINCIPAIS OPERAÇÕES E ASPECTOS TRIBUTÁRIOS POLÊMICOS INTRODUÇÃO À

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

POLÍTICA DE PRIVACIDADE POLÍTICA DE PRIVACIDADE Veja como protegemos suas informações. 1. DA ABRANGÊNCIA DESTA POLÍTICA DE PRIVACIDADE a. Como a Advisenet usa informações pessoais? Este documento explicita a forma pela qual a

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado)

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº DE 2014 (Do Sr. Luiz Fernando Machado) Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle com o auxílio do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público

Leia mais

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico Nota Técnica 2012/006 Aplicação Cliente Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Setembro 2012 Pág. 1 / 9 Prazos de entrada em vigência das orientações

Leia mais

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico

Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Praticando o Conceito de Inteligência Estratégica Antecipativa (IEA) em uma Empresa de Software Médico Pedro Freitas pedrof86@terra.com.br Henrique Freitas hf@ea.ufrgs.br Raquel Janissek-Muniz rjmuniz@ea.ufrgs.br

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

A S S I P I ICMS IMPORTADOS RESOLUÇÃO 13

A S S I P I ICMS IMPORTADOS RESOLUÇÃO 13 A S S I P I ICMS IMPORTADOS RESOLUÇÃO 13 1 RESOLUÇÃO 13 X DECRETO 4316/95 RESOLUÇÃO 13 DECRETO 4316 COMENTÁRIOS Art. 1º A alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

Manual de Utilização. Sistema. Recibo Provisório de Serviço

Manual de Utilização. Sistema. Recibo Provisório de Serviço Manual de Utilização Sistema Recibo Provisório de Serviço Versão 1.0 17/08/2011 Sumário Introdução... 5 1. Primeiro Acesso... 7 2. Funções do e-rps... 8 2.1 Menu Superior... 8 2.1.1 Arquivo......8 2.1.2

Leia mais

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços.

Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços. 1 Sumário: Tópico: Página: 2 Apresentação: O Sistema Integrado de Gerenciamento de Imposto Sobre Serviços ou SIG-ISS é um sistema para gerenciamento

Leia mais

Segurança na Rede Local Redes de Computadores

Segurança na Rede Local Redes de Computadores Ciência da Computação Segurança na Rede Local Redes de Computadores Disciplina de Desenvolvimento de Sotware para Web Professor: Danilo Vido Leonardo Siqueira 20130474 São Paulo 2011 Sumário 1.Introdução...3

Leia mais

TRIBUTAÇÃO NAS NUVENS Uma Regulação em Debate

TRIBUTAÇÃO NAS NUVENS Uma Regulação em Debate TRIBUTAÇÃO NAS NUVENS Uma Regulação em Debate Workshop Divisão Tributária 18.04.2013 CIESP - CAMPINAS PROGRAMA 1. BREVE INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO EM NUVEM 2. PRINCIPAIS OPERAÇÕES E ASPECTOS TRIBUTÁRIOS POLÊMICOS

Leia mais

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e

Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Manual de Credenciamento para Emissão do CT-e Versão 1.0 Outubro/2009 Manaus/AM Sumário Apresentação... 2 Conceitos Básicos... 3 Requisitos... 5 Credenciamento... 6 Fase de Homologação... 7 o Fase de Testes...

Leia mais

A Tributação dos Serviços Prestados pelas Provedoras da Internet

A Tributação dos Serviços Prestados pelas Provedoras da Internet A Tributação dos Serviços Prestados pelas Provedoras da Internet Eliana Calmon Ministra do Superior Tribunal de Justiça A Constituição Federal determina que sobre a prestação de serviços de comunicação

Leia mais

SENADO FEDERAL GABINETE DO SENADOR RODOLPHO TOURINHO PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2006

SENADO FEDERAL GABINETE DO SENADOR RODOLPHO TOURINHO PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2006 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2006 Dá nova redação ao inciso VII do 2º do art. 155 da Constituição Federal, para estender a aplicação da alíquota interestadual do ICMS às operações interestaduais

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Introdução Redes de Computadores é um conjunto de equipamentos que são capazes de trocar informações e compartilhar recursos entre si, utilizando protocolos para se comunicarem e

Leia mais

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO.

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. São Paulo - SP 2016 RENAN ROCHA ALVES - RA: 6448758 E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça RECURSO ESPECIAL Nº 628.046 - MG (2004/0007362-1) RELATOR : MINISTRO CASTRO MEIRA RECORRENTE : TASK SOFTWARE LTDA ADVOGADO : JOSÉ FRANCISCO DE OLIVEIRA SANTOS E OUTROS RECORRIDO : ESTADO DE MINAS GERAIS

Leia mais

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 1 O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 100-TC-B5 05/2005 Daniela Karine Ramos Ilog Tecnologia, dadaniela@gmail.com B - Conteúdos

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr

Tecnologia da Informação. Prof Odilon Zappe Jr Tecnologia da Informação Prof Odilon Zappe Jr Internet Internet Internet é o conglomerado de redes, em escala mundial de milhões de computadores interligados, que permite o acesso a informações e todo

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO A COMUNICAÇÃO NA INTERNET PROTOCOLO TCP/IP Para tentar facilitar o entendimento de como se dá a comunicação na Internet, vamos começar contando uma história para fazer uma analogia. Era uma vez, um estrangeiro

Leia mais

Módulo Contábil e Fiscal

Módulo Contábil e Fiscal Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Contábil e Fiscal Escrita Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL

NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL NOTÍCIA INSTITUCIONAL: IMAGEM INSTITUCIONAL RESUMO Caroline Ferreira 1 O objetivo deste artigo é falar sobre Noticia institucional e o interesse cada vez maior das empresas em cuidar da sua imagem institucional.

Leia mais

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012.

PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. PUBLICADO NO ÓRGÃO OFICIAL DO MUNICÍPIO Nº 1750 DO DIA 06/08/2012. DECRETO N 1426/2012 Regulamenta a entrega da Declaração Mensal de Serviços Eletrônica por prestadores e tomadores de serviços e dá outras

Leia mais

CAPÍTULO I OBJETO E ÁREA DE PRESTAÇÃO

CAPÍTULO I OBJETO E ÁREA DE PRESTAÇÃO TERMO DE AUTORIZAÇÃO Nº 33/2015/ORLE/SOR ANATEL TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA EXPLORAÇÃO DO SERVIÇO DE ACESSO CONDICIONADO, QUE ENTRE SI CELEBRAM A AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL E OXMAN TECNOLOGIA

Leia mais

Voz em ambiente Wireless

Voz em ambiente Wireless Voz em ambiente Wireless Mobilidade, acesso sem fio e convergência são temas do momento no atual mercado das redes de comunicação. É uma tendência irreversível, que vem se tornando realidade e incorporando-se

Leia mais

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução.

6127. Redes comunicação de dados. RSProf@iol.pt. 2014/2015. Introdução. Sumário 6127. Redes comunicação de dados. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Permite a interação entre pessoas. 6127. Redes comunicação de dados A Internet: Ensino; Trabalho colaborativo; Manutenção

Leia mais

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

POLÍTICA DE PRIVACIDADE POLÍTICA DE PRIVACIDADE Caro Assinante, O presente escrito estabelece e explica a Política de Privacidade da SOCIAL COMICS ENTRETENIMENTO LTDA, adiante também mencionada por SOCIAL COMICS e/ou PLATAFORMA.

Leia mais

Manual do Sistema Lisura Unimed Norte Nordeste

Manual do Sistema Lisura Unimed Norte Nordeste Manual do Sistema Lisura Unimed Norte Nordeste 1 - Informações Gerais 1.1 - Compatibilidade O Sistema Lisura é um sistema web, o que significa que ele poderá funcionar em qualquer computador que esteja

Leia mais

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER?

EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? EMPREENDEDORISMO: POR QUE DEVERIA APRENDER? Anderson Katsumi Miyatake Emerson Oliveira de Almeida Rafaela Schauble Escobar Tellis Bruno Tardin Camila Braga INTRODUÇÃO O empreendedorismo é um tema bastante

Leia mais

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização

Aplicação Cliente. Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Projeto Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais Aplicação Cliente Consumo Indevido do Ambiente de Autorização Março 2014 Pág. 1 / 9 Prazos de entrada em vigência das orientações e possíveis ações restritivas:

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012

Prefeitura Municipal de Nova Ubiratã Gestão: 2009/2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 018 /2011/CSCI Versão: 01 Aprovação em: 17 de novembro de 2011 Ato de Aprovação: 018/2011 Unidades Responsáveis: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais