A TRADIÇÃO FESTIVO-RELIGIOSA PRESENTE NA FESTA DA CAPELA (PIRENÓPOLIS/GO) Palavras-chave: Lugar, Festas, Cultura Popular, Capela do Rio do Peixe.

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1 A TRADIÇÃO FESTIVO-RELIGIOSA PRESENTE NA FESTA DA CAPELA (PIRENÓPOLIS/GO) Tereza Caroline Lôbo 1 ; Carlos Eduardo Santos Maia 2 No presente trabalho, procura-se refletir sobre a Festa de Santana na Capela do Rio do Peixe, considerando-se esta como um fenômeno próprio da comunidade que o vivencia num processo de ação e produção do lugar, que dá sentido ao mundo presente. A Capela do Rio do Peixe é um patrimônio do século XVIII, surgido da mineração do ouro e situado a 36 km da cidade de Pirenópolis/Goiás. Espaço de ocorrência de várias festividades, no qual destaca-se a festa em louvor a Nossa Senhora Santana, no mês de julho, conhecida pelos partícipes como Festa da Capela. O povoado, com pouco mais de duzentos habitantes, se transforma para receber e abrigar as centenas de romeiros que acampam no local, criando um campo festivo próprio. Palavras-chave: Lugar, Festas, Cultura Popular, Capela do Rio do Peixe. Introdução O arraial da Capela do Rio do Peixe surgiu no período das bandeiras mineradoras que desbravaram os sertões goianos. Daquele período até os dias de hoje poucas foram as alterações na forma do povoado, cuja paisagem sofre alterações somente no período dos festejos em louvor à Santana, no mês de julho. Centenas de romeiros acampam no povoado criando um lugar festivo próprio. Essa recomposição paisagística é acompanhada por processos de identificação que afloram e revigoram, num movimento de encontro e diálogo entre os sujeitos simbólicos que interagem mediatizados pela cultura do festejo. A temática abordada neste projeto - apresentado no programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da Universidade Federal de Goiás, tendo por Linha de Pesquisa o espaço e práticas culturais - é a natureza simbólica da tradição festivo-religiosa presente nesta festa, com base na singularidade de suas ações ritualísticas nas quais manifestam valores e significados que compõem um lugar. A festa será resgatada, no que se refere ao aspecto temporal, a partir de 2007, 2008 e 2009, período de realização da pesquisa de campo. 1 Doutoranda pelo Instituto de Estudos Sócio-Ambientais IESA/UFG - 2 Orientador- Instituto de Estudos Sócio-Ambientais IESA/UFG 1

2 Material e método Pretende-se, neste trabalho, resgatar os rituais à maneira de caminhos de cosmologias (PEIRANO, 2003) e a festa como visão de mundo (BAKHTIN, 2002) que revelam a essência do lugar e dos símbolos presentes e partilhados pelos membros da comunidade investigando-se quais são os conflitos existentes nas práticas ritualísticas que compõem a festa e as representações identitárias criadas e como estes implicam na própria produção do lugar da festa da Capela do Rio do Peixe. Sendo a festa um lugar de encontro onde vários mundos se contradizem e se complementam, colocamos o seguinte problema de pesquisa: de que modo os conflitos originados do encontro de várias trajetórias durante o momento da festa apresentam na atualidade e orientam os sentidos de lugar dado por eles à festa de Nossa Senhora Santana na Capela do Rio do Peixe em Pirenópolis/GO? Na pesquisa, procurar-se-á apresentar o festejo como fenômeno que interferem na experiência de ser no mundo, enfatizando-se algumas interpretações pertinentes através de uma metodologia capaz de dar conta da especificidade e do dinamismo dos fenômenos festivos. A abordagem metodológica partirá de uma investigação estabelecida na circularidade, seguindo um caminho compreensivo-descritivo, procurando observar/inferir/concluir indicando o ponto de partida, o que e como observar, permitindo assim que outros investigadores possam repetir a sequência. Ao enfatizar o aspecto metodológico estamos crendo que as festas estão em constante transmudação e os resultados obtidos serão provisoriamente adquiridos, mas que serão capazes de estabelecer um fluxo comunicativo para maior precisão sobre o festejo analisado. Assim, para a compreensão do sentido do festejo na constituição das identidades pirenopolinas, partiremos da própria prática utilizando os relatos orais sobre a festa, interpretando-os essas memórias de maneira a desvendar suas características, categorias, significados menos aparentes, símbolos e atos mais fundamentais. Se as memórias coletivas convergem para um ponto, a realização de festas, por exemplo, o mesmo não se pode dizer da representação, pois há tantas maneiras de representar o espaço quantos sejam os grupos participantes. Os grupos vão evocar suas lembranças coletivas as quais são diferentes e até divergentes. As várias formas de participação que definem as identidades do lugar podem, segundo Relph (1980), ser consideradas através da 2

3 experiência da internidade (insideness) em oposição à de externidade (outsideness), ou seja, quanto mais profundo é o envolvimento com a festa, mais forte é a identidade com ela. Serão nessas relações entre o mundo exterior, os festejos em questão, e o mundo interior, o dos indivíduos e grupos participantes, que se estabelecerá uma relação de complementaridade capaz de fornecer os traços distintivos de cada momento festivo, e ao mesmo tempo possibilitar um processo comunicativo, mediado pelos significados simbólicos da festa, que alimenta e mantêm vivas as tradições do lugar. Resultados e discussões O desenvolvimento do trabalho tem se sustentado fundamentalmente na pesquisa de campo, alicerçando-se nas consultas bibliográficas e documentais. No campo a observação sistemática, realizada desde o ano de 2007 quando foram feitos vários contatos e documentação audiovisual procurando verificar a estrutura espaço-ritualística do festejo e o estreitamento das relações com os participantes envolvidos diretamente com a organização: o festeiro, a rainha e seus familiares. Nas consultas bibliográficas foi identificado até o momento uma dissertação sobre o festejo em questão (CUSTÓDIO, 2005). O mesmo não ocorre com a literatura sobre festas, rituais, identidade, memória, crenças e tradições que darão sustentação teórica ao trabalho, onde amplas e diferentes fontes como Cazeneuve (1971), Gennep (1978), Kertzer (1988), Geertz (1989), Durkheim (1989), Hatzfeld (1993), Giddens (1997) e Eliade (2002), Maia (2002) serão contribuições importantes para a discussão. Ao tratar dos festejos pelo conceito de lugar autores como Tuan (1983), Augé (1994) e Ferreira (2002) com destaque para os conceitos desenvolvidos por Relph (1980) e Massey (2008), serão fundamentais, bem como o conceito de paisagem com Cosgrove (2004) e Curado (2006). As articulações do lugar festivo com as identidades locais terão como suporte Canclini (2003) e Hall (2003). Finalmente nos aportaremos na fenomenologia, na marcha do pensamento de Heidegger (1989), que indaga o valor e o significado que a pessoa ou grupo atribui ao festejo interligando a compreensão do algo a mais que está além da descrição dos momentos vivenciados com sua gama de formas múltiplas de sentidos e significações. 3

4 Conclusões Partindo-se do contexto cultural e procurando-se extrair as percepções e razões norteadoras de uma sociedade, a interpretação desse festejo, como fragmento de uma totalidade que é a sociedade pirenopolina nos dias atuais, tem suas peculiaridades: não é mais o passado que está em jogo, mas o presente com toda sua carga de incertezas, vaguezas e indeterminações, tampouco o espaço, porém o lugar vivido e carregado de significações fundadas no sentido da festa, o qual orienta tanto as ações individuais quanto as comuns. O festejo assim analisado passa a ser interpretado em relação ao mundo vivido e à experiência mundana. De acordo com este, os partícipes dos festejos são receptores de significação em relação a festa cujos objetos simbólicos são definidos como portadores de significação, construindo uma relação de complementaridade. Serão nessas relações entre o mundo exterior, a festa de Santana na Capela do Rio do Peixe, e o mundo interior, o dos indivíduos e grupos participantes, que se estabelecerá uma relação de complementaridade capaz de fornecer os traços distintivos de cada momento festivo, e ao mesmo tempo possibilitar um processo comunicativo, mediado pelos significados simbólicos da festa, que alimenta e mantêm vivas as tradições do lugar. Referências Bibliográficas AUGÉ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. Trad. Maria Lúcia Pereira. Campinas-SP: Papirus, 1994, 112p. BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento: o contexto de François Rabelais. Trad. Yara Frateschi Vieira. 5ª ed. Annablume/Hucitec: São Paulo, p. CANCLINI, Nestor Garcia. Culturas Hibridas. (Trad. Heloisa Pezza Cintrão, Ana Regina Lessa). 4ª ed., São Paulo: EDUSP, p. CAZENEUVE, Jean. Sociologia du Rite: tabu, magie, sacré. Paris: Presses Universitaires de France, 1971, p COSGROVE, Denis. A geografia está em toda parte: cultura e simbolismo nas paisagens humanas. In: CORRÊA, Roberto Lobato, ROSENDAHL, Zeny. Paisagem, tempo e cultura. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, p , CURADO, João Guilherme da Trindade. As alterações ocorridas na paisagem por onde passam as procissões de Pirenópolis-Goiás: 1920 a Goiânia: IESA/UFG Dissertação. 4

5 CUSTÓDIO, Willian Gomes. Morando na Terra da Santa: Festa, Território e Representações Sociais de Capela de Sant Ana do Rio de Peixe (GO). Goiânia:UCG, Departamento de Filosofia e Teologia, Dissertação. DURKHEIM, Émile. As Formas Elementares da Vida Religiosa. 2ª ed. Tradução: Joaquim Pereira Netto, São Paulo: Paulus, ELIADE, Mircea. Imagens e Símbolos: ensaio sobre o simbolismo mágico-religioso. 3ª ed. Trad. Sônia Cristina Tamer. São Paulo, Martins Fontes, p. FERREIRA, Luiz Felipe. O lugar do carnaval: espaço e poder na festa carnavalesca do Rio de Janeiro, Paris e Nice ( ). Rio de Janeiro: UFRJ/PPGG, (Tese de Doutorado). GENNEP, Arnold van. Os ritos de passagem. (Trad. Mariano Ferreira). Petrópolis: Vozes, 1978, 184p. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC Editora S.A., 1989, 323p GIDDENS, Anthony. A vida em uma sociedade pós tradicional. In: BECK, Ulrich, GIDDENS, Anthony, LASH, Scott. Modernização Reflexiva: política, tradição e estética na oedem social moderna. (Trad. Magda Lopes). São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 1997, p HALL, Stuart. A identidade Cultural na Pós-Modernidade. (Trad. Tomaz Tadeu da Silva e Guacira Lopes Louro). Rio de Janeiro: DP&A ed., 2003, 102p. HATZFELD, Henri. As raízes da religião: tradição ritual - valores. (Trad. Armando Pereira da Silva). Lisboa: Instituto Piaget, 1993, 284p. HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. (Trad. Márcia de Sá Cavalcanti). 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 1989, 325p. KERTZER, David. Ritual, Politics, and Power. London/New Haven: Yale University Press, 1988, p MAIA, Carlos Eduardo S. Enlaces Geográficos de um Mundo Festivo Pirenópolis: a tradição cavalheiresca e sua rede organizacional. Rio de Janeiro: PPGG/UFRJ, 2002, 300p. Tese. (Doutorado em Geografia) MASSEY, Doreen B. Pelo espaço: uma nova política da espacialidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008, 312p. PEIRANO, Mariza. Rituais ontem e hoje. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., RELPH, Edward. Place and Placelessness. London: Pion, 1980, 161p. TUAN, Yi-Fu. Espaço e lugar: a perspectiva da experiência. (Trad. Lívia de Oliveira), São Paulo: Difel, 1983, 250p. 5

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