INFECÇÃO MATERNA x INFECÇÃO PERINATAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFECÇÃO MATERNA x INFECÇÃO PERINATAL"

Transcrição

1 INFECÇÃO MATERNA x INFECÇÃO PERINATAL Drª Glaucia Maria Ferreira Lima A Sepse neonatal está associada com alto índice de morbimortalidade nesse período. Diante dessa condição, cabe a nós que trabalhamos com neonatologia, nos anteciparmos em conhecer seus principais fatores de risco bem como monitorizar tais bebês da melhor maneira possível, instituindo o tratamento quando necessário e assim diminuindo essa incidência. Para o desenvolvimento da sepse neonatal precoce, de origem materna, ou aquela que surge nas primeiras 48h de vida estão envolvidos fatores de ordem materna e fetal. É descrito que a incidência de sepse em RN de mães com coroamnionite é de 10% sendo RNc PN 2500g = 4% e RN c/ PN < 2500g = 6%. Mais recentemente, Merrer e col. definem a corioamnionite clínica como a presença de pelo menos dois critérios: Temperatura materna superior a 38 c FC materna > 100 bpm FC fetal >160bpm Útero doloroso Líquido amniótico fétido Leucócitos sanguíneos superiores a Em relação ao feto, alguns fatores também são implicados: Prematuridade Baixo peso nascimento(pn < 2500g) Asfixia perinatal Sexo masculino Para instituírmos o tratamento nos bebês de risco será feita uma avaliação conforme a idade gestacional e/ou escore infeccioso como se segue abaixo: A Idade Gestacional < 34 semanas : 2pts semanas : 1pt 37 semanas: 0pt B Infecção Materna Corioamnionite e/ou fisometria : 2pts BR > 18h e/ou ITU materna atual com alterações clínicas e/ou laboratorial (febre/taquicardia materna e/ou fetal/ alt de hemograma + VHS ou PCR maternos)= 1pt Bacteriúria assitomática = 0pt C Asfixia Perinatal = 1pt ( Apgar < 6 no 5º min).

2 D Sexo: Masc: 1pt Fem: 0pt E Hemograma alterado de acordo com escore hematológico Score hematológico 3 = 2pts Score hematológico 2 = 1pt Score hematológico 0 ou 1 = 0pt Para avaliação do score hematológico utilizamos a tabela de MONROE e critérios de Rodwell. Critérios de Rodwell Leucometria alterada : 1pt Leucopenia 5000 Leucocitose : ao nascimento h Neutropenia ou neutrofilia Aumento dos neutrófilos imaturos Aumento da relação NI/NT Aumento da relação NI/NM (>0,30) Granulações tóxicas ou vacuolização Plaquetopenia: < 10 dias de vida, se < >10 dias de vida, se < Tabela de MONROE Período Neutropenia Neutrofilia Aumento Imaturos NI/NT Nascimento < 1800 > 5400 >1100 >0,16

3 6h de vida < 5000 > h de vida < 7800 > > 1440 >0,16 24h de vida < 7000 > > 1280 >0,16 36h de vida < 5000 > > 1100 > 0,15 48h de vida < 3600 > 8500 > 850 > 0,13 72h de vida < 1800 > 7000 > 600 > 0,12 4 a 28 dias < 1800 > 5400 >500 > 0,12 > 28 dias > 7000 Curva de MONROE Avaliação do Escore: 1 Grupo: 3 = observar RN no mínimo 24h e se necessário, repetir hemograma. 2 Grupo: 4 8 pts Colher hemocultura com antibiograma de veia periférica Colher líquor se plaquetas > apenas se sintomatologia espcífica. Iniciar antibiótico de 1 linha que no nosso serviço é Pen Cristalina + Gentamicina, a não ser que a mãe esteja internada há mais de 48h onde o esquema a ser utilizado é o de 2ª linha(oxacilina+amicacina) com a possibilidade de se associar Penicilina quando se pensa em Estreptococo do grupo B(vide normatização de antimicrobianos em neonatologia). OBS: O quadro clínico bem avaliado, deverá auxiliar na: Entrada de ATB durante evolução dos RNs do 1 grupo. Retirada precoce de ATB, na evolução dos RNs do 2 grupo, após hemocultura negativa e líquor normal. A avaliação criteriosa desses dois escores muito nos auxiliará no uso da antibioticoterapia nos neonatos que pode levar ao tratamento de maior número de pré-termos, que apresentam elevado risco de infecção, e evitar o tratamento muitas vezes desnecessário de recém-nascido a termo. FLUXOGRAMA Gestante com AP > 18h ou ITU ou corioamnionite

4 Nascimento IG < 32 semanas semanas >34 semanas Iniciar ATB de 1 linha RN deuti RN de MR ou de AC Colher + colher hemograma e hemocultura hemograma e se plaquetas > , colher c/ 6h líquor se sintomatologia específica checar escore infeccioso escore 4 escore 3 observar o RN e repetir o hemograma Bibliografia:

5 Avery,Gordon B - Neonatologia-fisiopatologia e tratamento do RN Editora Medsi, 1999 Rugolo,Ligia Manual de Neonatologia Sociedade de pediatria de São Paulo Editora Revinter, Kopelman, Benjamin Israel Rotinas Médicas Editora Atheneu Belady, P.H. ; Farkouh, L.J. Intramniotic Infection and Premature Rupture of Membranes Clinic Perinatology 24:43, 1997 Ray Duncan Neonatology on the Web Jonh Hopkins Children Center

ABORDAGEM DO RN COM FATOR DE RISCO PARA SEPSE PRECOCE

ABORDAGEM DO RN COM FATOR DE RISCO PARA SEPSE PRECOCE ABORDAGEM DO RN COM FATOR DE RISCO PARA SEPSE PRECOCE Dra Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck Área Técnica da Saúde da Criança e Adolescente CODEPPS SMS DE São Paulo SEPSE NEONATAL PRECOCE DE ORIGEM BACTERIANA

Leia mais

INFECÇÕES EM NEONATOLOGIA

INFECÇÕES EM NEONATOLOGIA INFECÇÕES EM NEONATOLOGIA V Congresso Norte Nordeste de Infectologia Fortaleza-Ceará Dezembro-2014 Gláucia Ferreira INTRODUÇÃO o As Infecções relacionadas à asssistência à saúde em neonatologia afetam

Leia mais

Nota Técnica: Prevenção da infecção neonatal pelo Streptococcus agalactiae (Estreptococo Grupo B ou GBS)

Nota Técnica: Prevenção da infecção neonatal pelo Streptococcus agalactiae (Estreptococo Grupo B ou GBS) Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Áreas Técnicas da Saúde da Mulher e da Criança e Assistência Laboratorial Nota Técnica: Prevenção da infecção neonatal pelo Streptococcus

Leia mais

Departamento de Ginecologia e Obstetrícia

Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Córioamniorrexe prematura Córioamniorexe prematura Amniorrexe prematura Rotura Prematura Membranas antecede início trabalho parto IG 37 semanas RPM termo IG

Leia mais

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH

PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH PROTOCOLO DE ABORDAGEM E TRATAMENTO DA SEPSE GRAVE E CHOQUE SÉPTICO DAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO (UPA)/ ISGH 1. APRESENTAÇÃO A SEPSE TEM ALTA INCIDÊNCIA, ALTA LETALIDADE E CUSTO ELEVADO, SENDO A

Leia mais

Profilaxia intraparto para EGB. Importância para o RN. Profª Drª Roseli Calil Hospital da Mulher - CAISM/UNICAMP

Profilaxia intraparto para EGB. Importância para o RN. Profª Drª Roseli Calil Hospital da Mulher - CAISM/UNICAMP Profilaxia intraparto para EGB Importância para o RN Abordagem do RN com Risco de Infecção ovular e colonizado por Streptococcus do grupo B Profª Drª Roseli Calil Hospital da Mulher - CAISM/UNICAMP Infecção

Leia mais

Plenária Temática. O fechamento de Maternidades e Unidades de Terapia Intensiva Neonatais no Estado de São Paulo

Plenária Temática. O fechamento de Maternidades e Unidades de Terapia Intensiva Neonatais no Estado de São Paulo Plenária Temática O fechamento de Maternidades e Unidades de Terapia Intensiva Neonatais no Estado de São Paulo Dr. Mário Roberto Hirschheimer Presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo SPSP Coordenador

Leia mais

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO MATERNIDADEESCOLAASSISCHATEAUBRIAND Diretrizesassistenciais INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Gilberto Gomes Ribeiro Francisco Edson de Lucena Feitosa IMPORTÂNCIA A infecção do trato

Leia mais

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR

FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 FATORES DE RISCOS OBSTÉTRICOS E NEONATAIS PARA OCORRÊNCIA DE PREMATURIDADE NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ-PR Willian Augusto de Melo 1 ; Francislaine Men Castellini

Leia mais

Enterocolite Necrosante. Martha Vieira Agosto 2004-Unidade de Neonatologia do Hospital Regional da Asa Sul /SES/DF

Enterocolite Necrosante. Martha Vieira Agosto 2004-Unidade de Neonatologia do Hospital Regional da Asa Sul /SES/DF Enterocolite Necrosante Martha Vieira Agosto 2004-Unidade de Neonatologia do Hospital Regional da Asa Sul /SES/DF Grave doença gastrintestinal que afeta principalmente o RN prematuro (75 a 90%). É uma

Leia mais

Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL

Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL Diretrizes Assistenciais PREVENÇÃO DA DOENÇA ESTREPTOCÓCICA NEONATAL Versão eletrônica atualizada em fev/2012 O agente etiológico e seu habitat A doença estreptocócica neonatal é causada por uma bactéria,

Leia mais

www.forumenfermagem.org

www.forumenfermagem.org Todos os conteúdos apresentados são propriedade dos referidos autores Retirado de: Comunidade On-line de Enfermagem www.forumenfermagem.org Hipertensão Arterial Considera-se se HTA quando a tensão arterial

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA

CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA CONCURSO PÚBLICO DE SELEÇÃO PARA RESIDÊNCIA MÉDICA 2012 PROVA TIPO C C / NN - NEONATOLOGIA 1 2 CONCURSO 2012 PARA RESIDÊNCIA MÉDICA UFF UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE HUAP HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ANTONIO

Leia mais

Protocolos de Diagnóstico e Terapêutica em Infecciologia Perinatal SÍFILIS

Protocolos de Diagnóstico e Terapêutica em Infecciologia Perinatal SÍFILIS A sífilis é uma infecção transmitida sexualmente que pode atingir a grávida e o feto em qualquer altura da gestação. No adulto, não tratada, evolui de sífilis primária para secundária e terciária. No feto

Leia mais

b) Três fatores que predispõem o recém-nascido a desenvolver o quadro respiratório descrito. (Valor: 3,0 pontos)

b) Três fatores que predispõem o recém-nascido a desenvolver o quadro respiratório descrito. (Valor: 3,0 pontos) QUESTÃO 1 a) Duas hipóteses diagnósticas. (Valor: 1,0 ponto) 1. Doença pulmonar de membrana hialina (ou doença de membrana hialina), síndrome do desconforto respiratório, insuficiência respiratória por

Leia mais

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO

CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO CAPÍTULO 7 : CUIDADOS COM O RECÉM-NASCIDO COM INFECÇÃO As infecções bacterianas nos RN podem agravar-se muito rápido. Os profissionais que prestam cuidados aos RN com risco de infecção neonatal têm por

Leia mais

CONCURSO RESIDÊNCIA MÉDICA QUESTÕES COMENTADAS 2010-2014 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO MG PEDIATRIA PROVA GERAL E ESPECÍFICA

CONCURSO RESIDÊNCIA MÉDICA QUESTÕES COMENTADAS 2010-2014 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO MG PEDIATRIA PROVA GERAL E ESPECÍFICA CONCURSO RESIDÊNCIA MÉDICA QUESTÕES COMENTADAS 2010-2014 PROCESSO SELETIVO UNIFICADO MG PEDIATRIA PROVA GERAL E ESPECÍFICA Luciano Amédée Péret Filho CONCURSO RESIDÊNCIA MÉDICA QUESTÕES COMENTADAS 2010-2014

Leia mais

RUPTURA PRQLONGADA DE MEMBRANAS

RUPTURA PRQLONGADA DE MEMBRANAS LETICIA santos DE FREITAS RUPTURA PRQLONGADA DE MEMBRANAS E EVoLUÇÃo Do RECÉM-NAsc1Do Trabalho apresentado à Universidade Federal de Santa Catarina para a conclusão no Curso de Graduação em Medicina. FLORIANÓPOLIS

Leia mais

Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho

Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho Elsa Milheiras Mafalda Lucas Paula Borralho 36 anos, IO: 0000 Infecções urinárias de repetição prévias à gravidez Alergia a trimetoprim sulfametoxazol Gravidez espontânea, simples, sem intercorrências

Leia mais

ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN

ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS INFECÇÕES NO RN MAGNÓLIA CARVALHO ANTIBIÓTICOS EM SITUAÇÕES ESPECIAIS ARTRITE CELULITE DIARRÉIA IMPETIGO ITU MENINGITE OTITE ONFALITE OSTEOMIELITE OFTALMIA PNEUMONIA

Leia mais

Prematuridade e actuação na sala de partos. Joana Saldanha 21 Outubro de 2009

Prematuridade e actuação na sala de partos. Joana Saldanha 21 Outubro de 2009 Prematuridade e actuação na sala de partos Joana Saldanha 21 Outubro de 2009 Classificações do RN Baseadas na IG: termo- entre as 37 e as 42 semanas IG prétermo menos de 37semanas pós termo- mais de 42

Leia mais

Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições

Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições Neste e-book, serão abordados os parâmetros para avaliação do recém-nascido, que inclui avaliação do peso, comprimento, idade gestacional e condições do parto. A idade gestacional pós-parto é feita com

Leia mais

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia

Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Treinamento para os Núcleos de Epidemiologia Módulo 04 Coqueluche 21 e 22 de maio de 2014 Salvador, Ba Maria do Carmo Campos Lima GT DTP/DIVEP/SESAB COQUELUCHE ASPECTOS LEGAIS Arts. 7º e 8º, da Lei nº

Leia mais

Rotinas Gerenciadas. Departamento Materno Infantil. Divisão de Prática Médica/Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

Rotinas Gerenciadas. Departamento Materno Infantil. Divisão de Prática Médica/Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Rotinas Gerenciadas Departamento Materno Infantil Divisão de Prática Médica/Serviço de Controle de Infecção Hospitalar Prevenção doença estreptocócica neonatal Versão eletrônica atualizada em Outubro 2007

Leia mais

Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO

Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO Profa Clea Rodrigues Leone Área Técnica Saúde da Criança e do Adolescente CODEPPS-SMS CRESCIMENTO DE RECÉM-NASCIDOS DE MUITO BAIXO PESO CRESCIMENTO RN - PT Padrão variável I.G. e P. nascimento Meio ambiente

Leia mais

Poluição Ambiental e Saúde Infantil: a Vulnerabilidade do período Intra-Uterino

Poluição Ambiental e Saúde Infantil: a Vulnerabilidade do período Intra-Uterino Poluição Ambiental e Saúde Infantil: a Vulnerabilidade do período Intra-Uterino Nelson Gouveia Depto. de Medicina Preventiva Faculdade de Medicina Universidade de São Paulo EVIDÊNCIAS DE EFEITOS DA POLUIÇÃO

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO EM FOTOTERAPIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO EM FOTOTERAPIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO EM FOTOTERAPIA: UMA REVISÃO DE LITERATURA Flávia Teixeira Germano, Universidade Potiguar, flavinhabebezao@hotmail.com Ana Eliedna Nogueira, Universidade Potiguar,

Leia mais

Indicadores Nacionais de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde

Indicadores Nacionais de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária Indicadores Nacionais de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde Unidade de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Eventos Adversos UIPEA Gerência Geral

Leia mais

Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre.

Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre. 15 minutos de... D. Kawasaki Criança de 3 anos, previamente saudável, frequentadora de creche, é trazida ao consultório do seu pediatra com história de quase 3 dias de febre. A febre tem sido diária, com

Leia mais

INSTITUTO LATINO AMERICANO DE SEPSE CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA A SEPSE PROTOCOLO CLÍNICO. Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico

INSTITUTO LATINO AMERICANO DE SEPSE CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA A SEPSE PROTOCOLO CLÍNICO. Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico CAMPANHA DE SOBREVIVÊNCIA A SEPSE PROTOCOLO CLÍNICO Atendimento ao paciente com sepse grave/choque séptico 1. Importância do protocolo Elevada prevalência Elevada taxa de morbidade Elevada taxa de mortalidade

Leia mais

PARECER COREN-SP 010/2014 CT PRCI n 102.599/2012 Ticket n 283.293/ 340.032/ 346.940/ 340.291/ 345.362

PARECER COREN-SP 010/2014 CT PRCI n 102.599/2012 Ticket n 283.293/ 340.032/ 346.940/ 340.291/ 345.362 PARECER COREN-SP 010/2014 CT PRCI n 102.599/2012 Ticket n 283.293/ 340.032/ 346.940/ 340.291/ 345.362 Ementa: Reanimação Neonatal pelo Enfermeiro. 1. Do fato Profissional questiona se o Enfermeiro sem

Leia mais

Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos

Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos Diretrizes Clínicas Protocolos Clínicos 005 Prematuridade Última revisão: 26/11/2013 Estabelecido em: 22/07/2010 Responsáveis / Unidade Frederico José A. Péret Médico MOV Validadores Comissão de Protocolos

Leia mais

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (VIH) PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL

VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA (VIH) PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA () PREVENÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL Introdução A infecção na criança no nosso país faz-se quase exclusivamente por transmissão vertical pelo que é possível reduzir eficazmente

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO ENFERMAGEM RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO Rotinas Assistenciais da Maternidade Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro Define-se como a assistência de enfermagem a

Leia mais

Neonatologia. Neonatologia ICTERÍCIA NEONATAL E SUAS REPERCUSSÕES. Hiperbilirrubinemia

Neonatologia. Neonatologia ICTERÍCIA NEONATAL E SUAS REPERCUSSÕES. Hiperbilirrubinemia Neonatologia Dr Alexandre Netto Formado Pela Universidade de Mogi das Cruzes 2005 Residencia de Pediatria e Neonatologia pela Santa Casa SP 2006 2008 Especialista em Pediatria e Neonatologia pela SBP.

Leia mais

Secretaria de Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de I nformação em Saúde. outubro/2007

Secretaria de Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de I nformação em Saúde. outubro/2007 Secretaria de Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância em Saúde Diretoria de I nformação em Saúde Monitoramento dos dados do Sistema de I nformações sobre N ascidos Vivos outubro/2007 Histórico

Leia mais

Curso Nutrição do Recém-Nascido Pré-Termo. Elsa Paulino Hospital dos Lusíadas

Curso Nutrição do Recém-Nascido Pré-Termo. Elsa Paulino Hospital dos Lusíadas Curso Nutrição do Recém-Nascido Pré-Termo Elsa Paulino Hospital dos Lusíadas Leite de mãe CMV positivo Como atuar 1. Aspectos gerais 2. Excreção no leite 3. Infecciosidade 4. Infecção sintomática 5. Processos

Leia mais

HIV no período neonatal prevenção e conduta

HIV no período neonatal prevenção e conduta HIV no período neonatal prevenção e conduta O HIV, agente causador da AIDS, ataca as células do sistema imune, especialmente as marcadas com receptor de superfície CD4 resultando na redução do número e

Leia mais

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria

Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Prova de revalidação de diplomas de graduação em Medicina obtidos no exterior 2013 Resposta aos recursos da prova teórica de Pediatria Questão 80 Um escolar de 7 anos chega ao ambulatório, pois precisa

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES

CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Nome do Candidato: ASSINE SOMENTE NESSE QUADRO assinatura RESIDÊNCIA MÉDICA - 2016 Especialidades Pediátricas Prova de Respostas Curtas CADERNO DE QUESTÕES INSTRUÇÕES Verifique se você recebeu um CADERNO

Leia mais

Meningites- Etiologia

Meningites- Etiologia Meningites- Etiologia Meningites (meningo/encefalites) Virais Meningites bacterianas Meningites fúngicas e tuberculosas Meningites (meningo/encefalites) assépticas Outros (eosinofílicas) Meningites ndeterminadas

Leia mais

II SEMINÁRIO SOBRE COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE

II SEMINÁRIO SOBRE COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE II SEMINÁRIO SOBRE COMPLEXO INDUSTRIAL DA SAÚDE ASSISTÊNCIA OBSTETRÍCA: ASSISTÊNCIA PRÉ-NATAL E AO PARTO ULTRA-SONOGRAFIA E O MONITORAMENTO DO PARTO JACOB ARKADER EXPECTATIVA DE VIDA Mulheres 71,97 64,33

Leia mais

Gean Carlo da Rocha. Declaração de conflito de interesse

Gean Carlo da Rocha. Declaração de conflito de interesse Gean Carlo da Rocha Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

Importância do A. M. E. Situação encontrada: ü Perfil demográfico da área ü Razões prováveis Perspectiva

Importância do A. M. E. Situação encontrada: ü Perfil demográfico da área ü Razões prováveis Perspectiva Anjos da Guarda e PSF: Tudo a ver! Autores: Neuma Marinho de Queiroz S. C. Cunha Jozana de Moura Caetano Marta Fernandes PERFIL DE DOADORAS DE LEITE MATERNO EM USF PSF - NATAL- Importância do A. M. E.

Leia mais

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA

TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA TERAPÊUTICA ANTIBIÓTICA EMPÍRICA DA FEBRE NEUTROPÉNICA DEFINIÇÕES Febre neutropénica: T. auricular > 38ºC mantida durante 1 h, em doente com contagem absoluta de neutrófilos (CAN) < 500/mm 3, ou < 1000/mm

Leia mais

DISTÚRBIOS HEMORRÁGICOS DO RECÉM-NASCIDO. História familiar: coagulopatias (hemofilia A e B), PTI.

DISTÚRBIOS HEMORRÁGICOS DO RECÉM-NASCIDO. História familiar: coagulopatias (hemofilia A e B), PTI. DISTÚRBIOS HEMORRÁGICOS DO RECÉM-NASCIDO Podem resultar de alterações no mecanismo hemostático como integridade dos vasos sanguíneos, plaquetas e fatores de coagulação. DIAGNÓSTICO CLÍNICO Baseia-se na

Leia mais

VARICELA ZOSTER VARICELA E GRAVIDEZ

VARICELA ZOSTER VARICELA E GRAVIDEZ ZOSTER E GRAVIDEZ A varicela é uma doença comum da infância considerada habitualmente benigna. Adquirida na idade adulta pode acompanhar-se de complicações que serão ainda mais graves se for uma mulher

Leia mais

Risco Infeccioso e Rastreio Séptico

Risco Infeccioso e Rastreio Séptico Risco Infeccioso e Rastreio Séptico Almerinda Pereira, Matos Marques, Conceição Casanova, Maria Teresa Neto Risco Infeccioso No período perinatal muitas situações maternas constituem risco infeccioso para

Leia mais

Filosofia de trabalho e missões

Filosofia de trabalho e missões Filosofia de trabalho e missões As atividades de ensino e assistência na UTI Neonatal do Hospital São Paulo, Hospital Universitário da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (HPS-EPM/Unifesp),

Leia mais

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria

Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria 2012 Pneumonia e Derrame Pleural Protocolo Clínico de Pediatria UNIPAC-Araguari Santa Casa de Araguari 2012 2 INTRODUÇÃO Pneumonia é uma inflamação ou infecção dos pulmões que afeta as unidades de troca

Leia mais

Protocolos Não Gerenciados

Protocolos Não Gerenciados Protocolos Não Gerenciados Unidade de Pediatria FEBRE SEM SINAIS LOCALIZATÓRIOS EM CRIANÇAS ATÉ 3 ANOS Versão eletrônica atualizada em Dezembro 2005 SBIB Hospital Albert Einstein Page 1 of 7 Protocolo

Leia mais

LINHA DO CUIDADO DO RECÉM NASCIDO APÓS ALTA DA MATERNIDADE - ESTRATÉGIA ACOLHIMENTO MÃE-BEBÊ NA UNIDADE BÁSICA

LINHA DO CUIDADO DO RECÉM NASCIDO APÓS ALTA DA MATERNIDADE - ESTRATÉGIA ACOLHIMENTO MÃE-BEBÊ NA UNIDADE BÁSICA LINHA DO CUIDADO DO RECÉM NASCIDO APÓS ALTA DA MATERNIDADE - ESTRATÉGIA ACOLHIMENTO MÃE-BEBÊ NA UNIDADE BÁSICA A estratégia "Acolhimento Mãe-Bebê na Unidade Básica de Saúde após alta da Maternidade foi

Leia mais

ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª

ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª ALOJAMENTO CONJUNTO M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar da UVA Chefe da Equipe de Fonoaudiologia

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 RECÉM NASCIDO PRÉ-TERMO DE MÃE ADOLESCENTE: UM RELATO DE CASO AUTORES: Giovanna Carolina Guedes 1 Cláudia Silveira Viera Jéssica Chritina Acosta Kamila Lubenow Vanessa Rosseto RESUMO: INTRODUÇÃO: Anualmente

Leia mais

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009

PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 PORTARIA Nº 177, DE 14 DE SETEMBRO DE 2009 DODF de 17.09.2009 O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o inciso X do artigo 204 do Regimento Interno,

Leia mais

Seleção Pública para Contratação de Médicos - EDITAL 34/2016

Seleção Pública para Contratação de Médicos - EDITAL 34/2016 MÉDICO NEONATOLOGISTA 01. Na avaliação da idade gestacional, o método do Capurro somático-neurológico deverá ser realizado em recém-nascidos saudáveis com mais de 6 (seis) horas de vida e são utilizados

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP. Enfermagem UTI Neonatal - HCC

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP. Enfermagem UTI Neonatal - HCC PROCESSO: Cuidados com RN graves e/ou instáveis PROCEDIMENTO Manuseio Mínimo com Recém-nascido (RN) Grave ou Instável (CUIDADOS 1) Responsável pela execução: Equipe multiprofissional da UTI Neonatal Data

Leia mais

Período Neonatal: 0 aos 28 dias. Avaliação/classificação. Cuidados na Admissão e Alta. RN de alto risco

Período Neonatal: 0 aos 28 dias. Avaliação/classificação. Cuidados na Admissão e Alta. RN de alto risco CUIDADOS COM O RN Período Neonatal: 0 aos 28 dias Avaliação/classificação Cuidados na Admissão e Alta RN de alto risco CLASSIFICAÇÃO NEONATAL Desde 1967, o Comitê de Fetos e RN da Academia Americana de

Leia mais

Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS

Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS Infecções e Gestação : Atenção ao Filho de Mãe com SífilisS Andrea Maciel de Oliverira Rossoni Serviço de Bibliografia Agenda Visão do pediatra e do médico generalista Sintomas Como investigar Como tratar

Leia mais

AIDS PERINATAL. Licia Moreira UFBA

AIDS PERINATAL. Licia Moreira UFBA Licia Moreira UFBA Definição de AIDS na CRIANÇA Toda criança com menos de 13 anos com evidência laboratorial de infecção Uma amostra de soro repetidamente positiva em teste como ELISA, IFI (pesquisa de

Leia mais

PROJETO FUMCAD 2014 VIVER E SORRIR GRUPO DE APOIO AO PREMATURO PROJETO: Implantação de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de Alta Complexidade no

PROJETO FUMCAD 2014 VIVER E SORRIR GRUPO DE APOIO AO PREMATURO PROJETO: Implantação de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de Alta Complexidade no Alta Complexidade no Hospital São Paulo Hospital Universitário da UNIFESP A prematuridade é um problema mundial e crescente de saúde pública, sendo considerada hoje uma das principais causas de morbidade

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS

MANUAL DE ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS - CCD CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA "PROF. ALEXANDRE VRANJAC" DIVISÃO DE INFECÇÃO HOSPITALAR INFECÇÃO HOSPITALAR MANUAL

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Teste do Pezinho

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Teste do Pezinho Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Teste do Pezinho Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Simone Vidal Santos; Cláudia Rosa Ferreira Ramos

Leia mais

A doença da membrana hialina em prematuros de baixo peso

A doença da membrana hialina em prematuros de baixo peso ARTIGO ORIGINAL A doença da membrana hialina em prematuros de baixo peso Hyaline membrane disease in low birth weight preterm infants Luíza Ruschel 1, Paulo de Jesus Hartmam Nader 2 RESUMO Introdução:

Leia mais

Protocolo de Manuseio Mínimo Revisão: 27 / 08 / 2014

Protocolo de Manuseio Mínimo Revisão: 27 / 08 / 2014 UNIDADE DE ADMINISTRAÇÃO UTI Neonatal - HMIB Protocolo de Manuseio Mínimo Revisão: 27 / 08 / 2014 Elaboração Ludmylla Beleza 1 Ana Clara Costa Chagas 2 1 Enfermeira, preceptora do Programa de Residência

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO

RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO RELAÇÃO ENTRE OS DESVIOS DE CRESCIMENTO FETAL/NEONATAL E ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS PLACENTÁRIAS NA GESTAÇÃO DE ALTO RISCO Resultados Preliminares Wilzianne Silva RAMALHO, Ana Karina Marques SALGE, Raphaela

Leia mais

Fernanda Bianchi dos Santos Pedrosa R4 CCIH IAMSPE

Fernanda Bianchi dos Santos Pedrosa R4 CCIH IAMSPE Fernanda Bianchi dos Santos Pedrosa R4 CCIH IAMSPE Zika vírus Arbovirus Familia Flaviviridae Duas linhagens africana e asiática Floresta Zika em Uganda (África) 1947: macacos Rhesus floresta Zika 1952:

Leia mais

INFECÇÃO POR Staphylococcus aureus

INFECÇÃO POR Staphylococcus aureus INFECÇÃO POR Staphylococcus aureus Atualmente no HUCFF quase 100% das amostras de MRSA isoladas em infecções hospitalares apresentam o fenótipo de CA-MRSA (S. aureus resistente a oxacilina adquirido na

Leia mais

HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO

HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO A Humanização no Serviço Público e seus reflexos na Mortalidade Infantil Dra. Miriam Ribeiro de Faria Silveira Maternidade Escola V. Nova Cachoeirinha HUMANIZANDO OS INDICADORES DE SÃO PAULO A Humanização

Leia mais

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

Leia mais

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte:

Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, emite-se a Norma seguinte: NÚMERO: 013/2015 DATA: 01/07/2015 ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Notícia de Nascimento Digital (NN) Notícia de Nascimento, Saúde Infantil, Saúde Materna, Boletim Saúde Infantil e Juvenil, Nascer

Leia mais

INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades

INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SERRA DOS ÓRGÃOS CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS PRÓ REITORIA DE GRADUAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA INTERNATO DE PEDIATRIA Programa de Atividades

Leia mais