PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO"

Transcrição

1 Página1 SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA PARA PROFESSORES DE EDUCAÇÃO BÁSICA E EQUIPE MULTI FUNCIONAL PARA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO ESPECIAL PROVA PARA PSICOLOGIA LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO Você recebeu do fiscal o seguinte material a) Este caderno, com o enunciado das 40 (quarenta) questões objetivas, sem repetição ou falha. b) CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas das questões objetivas formuladas nas provas Verifique se este material está em ordem, após a conferência registre seu nome e número de inscrição, bem como assine no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, com caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta, de forma contínua e densa. Exemplo 04 - Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído se, no ato da entrega ao candidato Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa ao lado de seu enunciado SERÁ ELIMINADO da Seleção Pública Simplificada o candidato que a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie; b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA. c) se recusar a entregar o CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA, quando terminar o tempo estabelecido. d) não assinar a LISTA DE PRESENÇA. Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mesmas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES e/ou o CARTÃO-RESPOSTA, a qualquer momento Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE QUESTÕES NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES, o CARTÃO- RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENÇA O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 4 (QUATRO) HORAS, incluído o tempo para a marcação do seu CARTÃO-RESPOSTA As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no endereço eletrônico da PREFEITURA MUNICIPAL DE QUIXADÁ.

2 Página ª Questão De acordo com a lei de diretrizes e bases da educação nacional, registrada no Brasil no dia 20 de Dezembro de 1996 sob o nº 9394, entende-se por educação especial para efeitos da lei, a modalidade de educação escolar oferecida na a) Rede regular de ensino sem atendimento especializado b) Rede regular de ensino com atendimento especializado quando necessário c) Escola específica para pessoas deficientes d) Rede de saúde pública dos municípios de pequeno e médio porte e) Rede regular de ensino somente em um turno de atendimento 2ª Questão Ao realizar o atendimento da criança deficiente nas escolas regulares, o psicólogo deve a) Realizar exclusivamente atendimento clínico individual com a criança e os familiares b) Deixar as visitas domiciliares para serem realizadas pelo assistente social c) Estar inserido nas ações de atendimento educacional especializado da referida escola d) Utilizar exclusivamente técnicas de exame psicológico e) Ter conhecimentos neurológicos para atuar somente na área da psicologia clínica 3ª Questão Para atuar como psicólogo em serviços de atendimento especializado as crianças e jovens deficientes são imprescindíveis que o profissional utilize conhecimentos na área da a) Seleção e orientação profissional b) Apoio psicológico individual c) Psicoterapia individual d) Psicometria e) Terapia focal analítica 4ª Questão Sobre a lei nº , sancionada no Brasil no dia 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), podemos afirmar que a) A lei compreende que a LIBRAS é um sistema linguístico de natureza visual-motora. b) A lei não reconhece a LIBRAS como importante para a educação dos surdos no Brasil. c) Os surdos não têm direito ao uso do sistema LIBRAS nos serviços públicos. d) Os serviços privados não podem oferecer atendimento utilizando o sistema LIBRAS. e) A lei afirma que a LIBRAS não faz parte dos parâmetros curriculares nacionais. 5ª Questão O psicólogo contratado para atendimento educacional especializado com crianças deficientes na escola regular deve a) Participar ativamente das reuniões de planejamento com docentes da escola regular que foi contratado. b) Realizar exclusivamente atendimentos especializados em psicologia c) Atuar a partir da psicologia clínica d) Realizar somente atendimentos individuais para garantir a ética do atendimento à criança. e) Realizar atendimento somente com os familiares da criança deficiente.

3 Página3 6ª Questão Qual a lei que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas deficientes no Brasil? a) Lei 2841 b) Lei /02 c) Lei 8069 d) Lei 9394 e) Lei /94 7ª Questão Do ponto de vista histórico, como a psicologia tem compreendido as políticas de educação inclusiva a partir da década de 80 no Brasil? a) Atuando exclusivamente a partir da abordagem individual b) Valorizando as teorias biologicista c) Compreendendo as influências do meio social e familiar d) Valorizando a hereditariedade como fator único de desenvolvimento da pessoa deficiente e) Adaptando os testes psicológicos para compreens4ao das emoções da pessoa deficiente 8ª Questão Do ponto de vista ético, quando o psicólogo não consegue interagir diretamente com a criança deficiente no consultório preparado para atendimento individualizado, o profissional deve a) Realizar visitas à sala de aula onde a criança deficiente estuda para vincular-se a mesma. b) Aguardar a criança deficiente sinalizar que quer participar do atendimento em psicologia. c) Finalizar o atendimento individual. d) Encaminhar a criança para outro profissional psicólogo. e) Realizar somente atendimento aos familiares. 9ª Questão É importante que o psicólogo que realiza atendimento individual com crianças surdas a) Utilize estratégias psicológicas para que a criança surda realize leitura labial com objetivo de compreender o que o profissional está transmitindo a mesma. b) Utilize exclusivamente desenhos e pinturas para realizar contato com a criança. c) Autorize sempre a participação de um professor durante os atendimentos em psicologia. d) Possa ter conhecimentos básicos ou aprofundados da língua brasileira de sinais (LIBRAS) e) Não dê importância ao aprendizado da língua brasileira de sinais (LIBRAS) 10ª Questão O profissional psicólogo assegura o direito de cidadania à criança deficiente quando a) Faz a adaptação dos instrumentos e técnicas psicoterápicas de acordo com as necessidades da criança atendida. b) Nega o atendimento psicológico porque não sabe a língua brasileira de sinais, no caso de crianças surdas. c) Somente observa em sala de aula a criança deficiente, sem intenção de interagir mais diretamente com a mesma. d) Realiza atendimento exclusivo em psicologia não encaminhando a criança deficiente para uma avaliação global interdisciplinar. e) Informa aos familiares que não vai atender a criança deficiente porque não acredita na sua melhora mental.

4 Página4 11ª Questão De acordo com a psicologia escolar tem direito a educação inclusiva somente a) Pessoas traumatizadas b) Doentes mentais c) Pessoas vítimas de violência doméstica d) Deficientes físicos e) Pessoas com necessidades educacionais especiais 12ª Questão O papel do psicólogo no atendimento educacional especializado (AEE) é principalmente a) Atuar a partir da psicologia clínica individual b) Atuar de forma transdisciplinar c) Fazer a aplicação de testes psicológicos projetivos d) Atuar de forma exclusiva em parceria com o professor e) Não utilizar técnicas humanistas durante a abordagem grupal 13ª Questão Entende-se por barreiras arquitetônicas que impedem ou dificultam a mobilidade da criança deficiente física na escola de ensino regular a) Portas estreitas que não permitem a passagem das cadeiras de rodas b) Lugares que não permitem a entrada de pessoas com órteses e próteses c) Não é um conceito utilizado na escola d) Os profissionais da educação não devem estar preocupados com as barreiras arquitetônicas e) Obstáculos nas vias e espaços educacionais 14ª Questão A garantia de prioridade na atenção à saúde e à educação da criança e do adolescente no Brasil é compreendida pela lei 8069 de 13 de Julho de 1990, como a) Falta de primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias b) Necessidade de proteção igualitária em todas as faixas do desenvolvimento humano. c) Prerrogativa de atendimento prioritário somente em casos de risco de vida e danos à saúde. d) Não tendo nenhum diferencial em relação às políticas de atendimento aos adultos e idosos no país. e) Primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias 15ª Questão Sobre o profissional em psicologia escolar que trabalha com a integração escolar da criança deficiente em classes regulares podemos afirmar que a) Não é preciso uma formação especializada para esse tipo de atuação b) O psicólogo deve estar atendo as implicações legais e éticas desse tipo de atendimento c) A psicologia comportamental é a única que traz subsídios para essa forma de atuação d) Não importa o profissional adaptar suas técnicas, mas deve ser um humanista acima de tudo. e) Não é preciso o psicólogo ter compromisso social com a criança

5 Página5 16ª Questão Sobre o sistema de ensino assegurado pela lei nº 9394/96 aos educandos que possuem necessidades especiais, é correto afirmar que a) O aluno nestas condições tem garantido a terminalidade específica, caso não atinja o nível exigido para conclusão do ensino fundamental. b) Os profissionais devem ter somente o nível de graduação. c) Não é necessário o atendimento especializado na escola regular de ensino d) O currículo do aluno nessas condições deve ser o mesmo dos alunos sem necessidades especiais definidas. e) O acesso aos benefícios sociais para o aluno com necessidades especiais deve ocorrer da mesma forma que os demais cidadãos. 17ª Questão Sobre a atuação do psicólogo social com crianças e jovens deficientes no contexto escolar, é verdadeiro afirmar que a) Não é na atualidade uma área de atuação com o público das pessoas deficientes na escola. b) Não atua a partir da observação-participante. c) Utiliza somente a leitura do contexto social e familiar, sem abordagens individuais. d) É uma das formas de atuação possíveis dentro das políticas de educação inclusiva. e) Somente a psicologia escolar possui subsídios para o trabalho com a educação inclusiva. 18ª Questão Qual o principal documento das Nações Unidades que garante a implantação das políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais? a) Carta de Bogotá b) Declaração dos Direitos Humanos c) Declaração de Salamanca d) Carta de Otawa e) Declaração da cidadania ativa 19ª Questão De acordo com os princípios preconizados pelo Ministério da Educação para o atendimento educacional especializado (AEE) tem prioridade para o atendimento psicológico a criança que a) For encaminhada pelos demais profissionais da rede de educação inclusiva b) A criança que possui indícios de doença mental, além da deficiência. c) A criança com deficiência auditiva. d) A criança com superdotação. e) Todas as opções anteriores. 20ª Questão A atual política de educação inclusiva no Brasil preconiza que a) Cabe aos municípios estabelecerem uma rede de atendimento à criança deficiente b) É responsabilidade dos municípios, estado e federação o estabelecimento de uma rede de atendimento à criança deficiente. c) Os familiares devem ser responsáveis exclusivamente pela atenção ao jovem deficiente. d) A criança deficiente deve ter plano de saúde para complementar a sua assistência integral. e) A sociedade é responsável exclusiva na assistência as crianças deficientes.

6 Página6 21ª Questão Qual o tipo mais adequado de atendimento educacional especializado à criança deficiente na escola regular? a)uma estratégia clínica de atuação exclusiva com profissionais especialistas b)uma abordagem que compreenda o inconsciente coletivo sobre a deficiência c)uma pedagogia que veja o indivíduo como um ser global d)uma estratégia de resgate dos traumas infantis e)uma proposta de pedagogia crítica voltada para crianças saudáveis 22ª Questão Qual o papel principal dos governos diante da perspectiva da inclusão de pessoas deficientes nas escolas regulares? a) Garantir programas de treinamento para professores e demais profissionais da escola b) Desencorajar a família para inclusão da criança na escola regular c) Desenvolver projetos exclusivos para crianças deficientes d) Financiar os internamentos das crianças deficientes no ambiente das escolas especiais e) Garantir programas de treinamento para professores 23ª Questão Qual o instrumento de registro mais adequado para que o psicólogo possa acompanhar o atendimento educacional especializado da criança deficiente no contexto do ensino regular? a) Relatórios individuais b) Prontuário utilizado por todos os profissionais especialistas no atendimento educacional c) Prontuário exclusivo do serviço de psicologia d) Boletim escolar do aluno e) Histórico escolar do aluno 24ª Questão Sobre a Declaração de Salamanca, podemos afirmar que a) É o primeiro documento internacional em defesa dos direitos da pessoa com deficiência. b) Não é utilizada como referência para as politicas públicas brasileiras na área da inclusão. c) Fortalece o compromisso da educação para todos com qualidade e cidadania. d) O psicólogo não deve ter conhecimento da mesma no trabalho com a educação inclusiva. e) Foi revogada no artigo 24 da constituição brasileira em vigor no país. 25ª Questão Sobre a oferta de serviços de atendimento educacional especializado a pessoas deficientes, o Estado deve garantir a) Financiar escolas especiais a partir de consórcios regionais na área da educação b) Estruturar as politicas locais de inclusão com base territorial c) Abrir serviços somente na sede dos municípios de pequeno porte d) Construir novas escolas especiais e) Destinar uma sala de aula especial em cada escolar de ensino regular 26ª Questão Sobre a educação especial para o trabalho, podemos afirmar que a) Não deve ser uma preocupação das secretarias municipais de educação b) É dever exclusivo da família c) Não deve ser implantada nos municípios de pequeno porte d) Deve ser implantada em parceria com a política nacional da educação inclusiva e) Não é um direito de cidadania da pessoa deficiente

7 Página7 27ª Questão Os professores e demais profissionais que trabalham na educação inclusiva devem a) Não precisam ter registro no seu conselho de classe b) Ter somente a graduação na sua área de atuação profissional c) Devem ser capacitados pelo poder público d) Devem ser capacitados exclusivamente de forma particular e) Vão aprendendo as especificidades do atendimento a criança deficiente somente na prática 28ª Questão É função do psicólogo na escola de ensino regular que possui crianças deficientes a) Orientar os professores sobre a melhor forma de lidar com o comportamento da criança deficiente em sala de aula. b) Atender exclusivamente os familiares das crianças incluídas no ensino regular c) Facilitar de forma exclusiva grupos de apoio psicológico com familiares d) Não participar dos momentos de planejamento pedagógico e) Não participar das atividades festivas da escola de ensino regular com objetivo de estar em contato com as crianças deficientes que presta atendimento. 29ª Questão Do ponto de vista teórico, a educação especial é vista pela psicologia escolar como a) Uma área de atuação exclusiva do psicólogo b) Uma área do conhecimento e de atuação profissional c) Um conjunto de técnicas psicoterápicas d) Um conjunto de técnicas clínicas e) Uma subárea da psicologia social 30ª Questão Em qual situação é mais adequado o atendimento domiciliar à criança deficiente incluída na escola regular? a) Quando a mesma possui alguma doença impeditiva do seu comparecimento na escola b) Quando a criança é agressiva c) Quando a família impõe esta condição d) No momento em que o profissional psicólogo desejar parar a abordagem individual no contexto escolar. e) Quando o psicólogo não tem lugar específico de atendimento na escola regular. 31ª Questão Como podemos melhor definir a criança com necessidades educacionais especiais? a) É o indivíduo que possui uma diferença no seu desenvolvimento b) É a criança considerada com desenvolvimento normal, mas que precisa de reforço escolar específico. c) É o indivíduo que não está matriculado na escola regular d) É a criança vítima de violência doméstica e) É a criança que tem fragilidades na sua saúde física e mental

8 Página8 32ª Questão De acordo com nossa constituição brasileira, podemos afirmar que a) A política educacional especializada é dever da família e do estado b) O atendimento especializado a criança deficiente deve acontecer somente em municípios com mais de mil habitantes c) A educação inclusiva é dever do estado e direito de cidadania d) A educação inclusiva está realizando somente ações teóricas no Brasil e) A educação especial é sinônima de educação inclusiva. 33ª Questão Com a política atual da educação inclusiva no Brasil, é verdadeiro afirmar que a) As escolas especiais devem ser 100% fechadas b) As escolas especiais devem adequar suas atividades a política federal vigente c) As famílias não devem compreender como é realizado o atendimento especializado d) Os surdos devem aprender a fazer leitura labial, sem direito a escolas bilíngues. e) As escolas especiais devem continuar abertas nos municípios de pequeno porte. 34ª Questão Qual a área da psicologia que do ponto de vista teórico e prático melhor fornece subsídios para compreensão dos aspectos psicológicos causados pela existência de barreiras arquitetônicas no dia-a-dia da pessoa deficiente matriculada na escola de ensino regular? a)psicologia ambiental b)psicologia clínica c)psicologia do trânsito d)psicologia organizacional e)psicologia escolar 35ª Questão Na atual política pública educacional brasileira, estão entre os profissionais que atuam na educação especial as seguintes categorias, exceto a) Psicólogo b) Fonoaudiólogo c) Terapeuta ocupacional d) Arquiteto e) Engenheiro ambiental 36ª Questão No Brasil, a educação especial é conceituada como a) Sinônimo de educação inclusiva. b) O conjunto de técnicas aplicadas a pessoas deficientes que não estão adaptadas aos métodos da educação escolar. c) Uma teoria de atuação na pedagogia crítica. d) Uma técnica de trabalho com crianças deficientes mentais exclusivamente. e) Como uma técnica de trabalho com crianças superdotadas. 37ª Questão Qual das técnicas abaixo não é a mais adequada para atendimento a crianças deficientes no sertão central, a partir da proposta do atendimento educacional especializado? a) Aplicação exclusiva de testes psicológicos b) Apoio psicológico individual c) Atendimento em terapia familiar sistêmica d) Entrevista de ajuda e) Anamnese

9 Página9 38ª Questão O texto final da Declaração de Salamanca, que foi aprovada durante a Conferência Mundial de Educação Especial, na Espanha, no dia 10 de Junho de 1994, fica assegurado à criança deficiente a) O direito fundamental à educação b) O direito de ser atendido pelo psicólogo somente quando a criança é encaminhada pelo médico especialista. c) A necessidade de atendimento prioritário somente em casos de risco de vida. d) A oferta de serviços especializados mensais. e) O direito de ser atendida em domicílio e não nas escolas regulares. 39ª Questão Sobre a acessibilidade das pessoas deficientes ao lugar onde está sendo ofertado o serviço de psicologia nas escolas regulares, podemos afirmar que a) Os mobiliários da sala onde o serviço de psicologia funciona devem ser adaptados somente para as crianças com deficiência física. b) O tamanho da sala do serviço de psicologia deve permitir a locomoção livre das crianças com necessidades especiais, sejam quais forem suas deficiências. c) As barreiras arquitetônicas não devem ser alvo de preocupação dos psicólogos. d) Os serviços educacionais não precisam adaptar seus espaços físicos de atendimento. e) É permitido ao psicólogo atender em espaços abertos, caso haja dificuldade arquitetônica na escola com atendimento especializado. 40ª Questão De acordo com a lei das diretrizes básicas da educação, a oferta da educação especial é a) É exclusivamente dever do Estado b) Ao ser oferecido pelo Estado deve contar com a parceria das instituições privadas. c) É dever do Estado e direito de cidadania d) É necessidade da sociedade que em parceria com o Estado oferece serviços especializados. e) Deve ser realizado exclusivamente nas escolas especiais.

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições

Leia mais

ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO

ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 3 CEFET LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - O candidato recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com o enunciado das 40 (quarenta) questões objetivas, sem repetição ou

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;

RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e; RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO

Leia mais

Decreto Lei de LIBRAS

Decreto Lei de LIBRAS Decreto Lei de LIBRAS Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe

Leia mais

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1

PROJETO DE VIVÊNCIA 2016.1 FACULDADE PIO DÉCIMO LICENCIATURA EM QUÍMICA ENSINO DE QUÍMICA ÁREA 4 PROF a MARIA ANTÔNIA ARIMATÉIA FREITAS QUESTÃO 01 Com base na projeção da população brasileira para o período 2010-2040 apresentada

Leia mais

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade

Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade 1. Educação Especial: histórico, funcionamento e legislação Para suprir a demanda da Educação Especial e

Leia mais

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE PSICOLOGIA) 2 a FASE

PROVA DISCURSIVA - PROFISSIONAL BÁSICO (FORMAÇÃO DE PSICOLOGIA) 2 a FASE 25 BNDES EDITAL EDITAL N N o 02/2011 o 01/2012 - () 2 a FASE LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a) este CADERNO DE QUESTÕES, com os enunciados das 5

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A

A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A PROJETO DE LEI Nº 912/2011 EMENTA: ESTABELECE CRITÉRIOS PARA A INCLUSÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS EM TURMAS REGULARES DA REDE DE ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL. Autor(es): VEREADOR ELIOMAR COELHO

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Maria Izabel do Amaral Sampaio Castro 8.ª Promotora de Justiça de São Caetano do Sul miasc@mp.sp.gov.br (11) 4238-8757 1 TERMINOLOGIA 1) Pessoa PORTADORA de Deficiência:

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado

Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 9/2010 Data:

Leia mais

Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes

Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Instituto Municipal Helena Antipoff Educação Especial no Município do Rio de

Leia mais

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008).

3. Quais são as modalidades de estágio? Estágio obrigatório e Estágio não obrigatório (art. 2º da Lei 11.788/2008). 1. O que é o estágio? Estágio é o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de estudantes. O estágio integra o itinerário

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010.

RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. RESOLUÇÃO Nº 07, de 1º de setembro de 2010. Revoga a Resolução de nº 05, de 16 de junho de 2010, que define as atribuições do cargo de Pedagogo da rede municipal de ensino de Governador Valadares e as

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profª Drª Sonia Maria Rodrigues

EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profª Drª Sonia Maria Rodrigues EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profª Drª Sonia Maria Rodrigues INICIANDO NOSSA CONVERSA - Música Vagalume em Libras INCLUSÃO LEGAL Legislação que respalda a política de Educação Inclusiva (nacional e estadual) Leitura

Leia mais

A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva

A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Instituto Paradigma O Instituto Paradigma é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada a desenvolver e implementar projetos nas

Leia mais

Fundamentos e Práticas em Libras II

Fundamentos e Práticas em Libras II Fundamentos e Práticas em Libras II Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades,

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR. Desafios da prática. Bianca Mota de Moraes

INCLUSÃO ESCOLAR. Desafios da prática. Bianca Mota de Moraes INCLUSÃO ESCOLAR Desafios da prática Bianca Mota de Moraes Tópicos legislativos Pós 1988 Arts. 205 e 208, III, CR - 1988 Arts. 2º e 8º, I, da Lei 7853-1989 Arts. 54, III e 55 ECA - 1990 Arts. 58, 2º e

Leia mais

Inclusão de Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais no Ensino Superior

Inclusão de Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais no Ensino Superior MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE Inclusão de Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais no Ensino Superior Prof. Francisco Ricardo Lins V. de Melo Departamento

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM ATO DE AMOR E AFETIVIDADE Vera Lucia Conrado de Oliveira¹; Maria Zildaneide Gonzaga²; Elda Cristiane de Souza Lima³ ESCOLA SENADOR PAULO GUERRA/CABROBÓ-PE lucinhaconrado.77@gmail.com;

Leia mais

EDITAL 001/2016 REFERENTE AO PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NA XI TURMA DO CURSO PRÉ-VESTIBULAR MUNICIPAL.

EDITAL 001/2016 REFERENTE AO PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NA XI TURMA DO CURSO PRÉ-VESTIBULAR MUNICIPAL. M. SAMPAIO DOS SANTOS (INSTITUTO INTELECTUS) PRÉ- VESTIBULAR MUNICIPAL SÃO JOSÉ DE RIBAMAR EDITAL 001/2016 REFERENTE AO PROCESSO SELETIVO PARA INGRESSO NA XI TURMA DO CURSO PRÉ-VESTIBULAR MUNICIPAL. A

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*) Define Diretrizes Operacionais Nacionais para o credenciamento institucional

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DE ACESSIBILIDADE POR CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA E OUTRAS CONDIÇÕES ESPECIAIS COMPERVE

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA SOLICITAÇÃO DE SERVIÇOS E RECURSOS DE ACESSIBILIDADE POR CANDIDATOS COM DEFICIÊNCIA E OUTRAS CONDIÇÕES ESPECIAIS COMPERVE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE UFRN NÚCLEO PERMANENTE DE CONCURSOS COMPERVE COMISSÃO PERMANENTE DE APOIO A ESTUDANTES COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS CAENE MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA

Leia mais

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 NOVEMBRO / 2009 O BANCO DO DESENVOLVIMENTO PROVA DISCURSIVA PROFISSIONAL BÁSICO - ADMINISTRAÇÃO (2 a FASE) LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 01 - Você recebeu do fiscal o seguinte material: a)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial RELATÓRIO DE ATIVIDADES O CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22/2015

RESOLUÇÃO Nº 22/2015 RESOLUÇÃO Nº 22/2015 Dispõe sobre o processo de atribuição de classes e/ou aulas aos Professores Adjuntos Educação Básica, PAEBs, detentores de emprego público do Quadro do Magistério Municipal para o

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SEGURANÇA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA Maio 2015 Ficha Técnica Autor Direção-Geral da Segurança Social (DGSS) - Direção de Serviços de Instrumentos de Aplicação (DSIA) Edição e propriedade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ SECRETARIA DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO nº 028, de 17 de dezembro de 2014. Estabelece as diretrizes para a realização de Processo Seletivo Especial

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância

CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância CATÁLOGO DO CURSO DE PEDAGOGIA Modalidade a Distância ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Pedagogia Tempo de Integralização: Mínimo: 8 semestres Máximo: 14 semestres Nome da Mantida: Centro Universitário

Leia mais

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA PROJETO APRESENTAÇÃO O projeto Escola de Fábrica é uma iniciativa do Governo Federal, através do e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, que pretende possibilitar a inclusão social de jovens

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO

Leia mais

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE Política Nacional de EAD e a Colaboração inter Sistemas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br EAD: dispositivos

Leia mais

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA

Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização

Leia mais

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte,

O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que a Câmara Municipal de Macuco aprovou e ele sanciona a seguinte, LEI Nº 302/05 "DISPÕE SOBRE O PLANO DE CARREIRA E REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" O Prefeito Municipal de Macuco, no uso de suas atribuições legais, faz saber que

Leia mais

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste

Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Reunião Plenária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação FNCE Região Centro Oeste Educação à Distância no Território Nacional: desafios e perspectivas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br

Leia mais

Prefeitura Municipal de Santos

Prefeitura Municipal de Santos Prefeitura Municipal de Santos Estância Balneária SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO Seção de Suplência/ SESUPLE Parceiros do Saber Projeto de alfabetização de Jovens e Adultos Justificativa

Leia mais

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO

QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO 28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Chácara Rua: Heitor Candido, 60 Centro 36.110-000 Chácara Minas Gerais Telefax: (32) 3277-1014 E-mail; pchacara@acessa.com.

Prefeitura Municipal de Chácara Rua: Heitor Candido, 60 Centro 36.110-000 Chácara Minas Gerais Telefax: (32) 3277-1014 E-mail; pchacara@acessa.com. LEI 646 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2005 Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso. O Prefeito Municipal de Chácara, MG, faço saber que a Câmara Municipal de Chácara decreta e eu sanciono a seguinte Lei: INSTITUI

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: UMA PEDAGOGIA DIFERENTE SILVA.Thiago Pereira da ¹ Universidade Estadual da Paraíba-UEPB e-mail: thiagoellisson@yahoo.com.br MOURA.Camila

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009

RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 Estabelece o Projeto Pedagógico do curso de Primeira Licenciatura em Pedagogia integrante do Programa Emergencial de Formação de Professores em exercício na Educação Básica

Leia mais

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR

LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR LIBRAS: A INCLUSÃO DE SURDOS NA ESCOLA REGULAR Andréa Oliveira Almeida andrea.libras@hotmail.com UniFOA Centro Universitário de Volta Redonda Maria da Conceição Vinciprova Fonseca concyvf@uol.com.br Associação

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS:

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: Art. 3º - A Escola oferece os seguintes níveis de ensino: I. Educação Infantil: de 0 a 05 anos de idade. Educação Precoce de 0 a 03 anos Educação

Leia mais

INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL

INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL INCLUSÃO: TEORIA E REALIDADE NO MUNICÍPIO DE SÃO BENTO DO SUL Resumo Vitor Alves UFSC vituxo_17fev@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: Não contou com financiamento.

Leia mais

Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs,

Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs, Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs, Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos -

Leia mais

CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1

CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1 CURSO DE PSICOLOGIA EDITAL PARA FORMAÇÃO COMPLEMENTAR EM LICENCIATURA 2015.1 A coordenação do curso de psicologia da Faculdade Leão Sampaio torna público para o conhecimento dos interessados, que estará

Leia mais

Av. Gen. Carlos Cavalcanti, 4748 - CEP 84030-900 - Tel. 0** (42) 220-3000 - Ponta Grossa Pr. - www.uepg.br

Av. Gen. Carlos Cavalcanti, 4748 - CEP 84030-900 - Tel. 0** (42) 220-3000 - Ponta Grossa Pr. - www.uepg.br CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Turno: MATUTINO/NOTURNO MATUTINO CURRICULO Nº 1 NOTURNO CURRICULO Nº 1 Reconhecido pelo Decreto nº 3.554 de 15.02.01, D.O.E. de 16.02.01. Renovação de Reconhecimento

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente)

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) CURSO DE CAPACITAÇÃO EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS Mostra Local de: Apucarana (Municípios do Vale do Ivaí) Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome

Leia mais

Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008)

Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Atendimento Educacional Especializado AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Conceito O Atendimento Educacional Especializado - AEE É um serviço

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E EDUCAÇÃO ESPECIAL

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E EDUCAÇÃO ESPECIAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E EDUCAÇÃO ESPECIAL ÁREA DO CONHECIMENTO Educação. NOME DO CURSO Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em ATENDIMENTO EDUCACIONAL

Leia mais

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE EDUCACIONAL: PERSPECTIVAS SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO ESPECIAL CAMARGO, Renata Gomes UFSM re_kmargo@hotmail.com Eixo Temático: Diversidade e Inclusão Agência Financiadora: não contou

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS DA ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE Objetiva ampliar os estudos científicos acerca da Atividade Física e do Exercício Físico, da Saúde Pública e da Saúde Coletiva, instrumentalizando

Leia mais

Centro Educacional Sesc Cidadania

Centro Educacional Sesc Cidadania SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC / REGIONAL GOIÁS EDITAL DE ADMISSÃO DE ESTUDANTES PARA ESCOLA CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA ELIAS BUFAIÇAL NETO 2015 O Serviço Social do Comércio - Sesc, instituição

Leia mais

Diretrizes Operacionais Referentes à Rede de Apoio à Inclusão. Gerência de Ensino Especial

Diretrizes Operacionais Referentes à Rede de Apoio à Inclusão. Gerência de Ensino Especial Diretrizes Operacionais Referentes à Rede de Apoio à Inclusão Gerência de Ensino Especial I - Equipe multiprofissional Profissionais: psicólogo, fonoaudiólogo, assistente social. Lotação: Nos Centros de

Leia mais

1º EDITAL DE PRORROGAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO 001/2013. Manaus,05 de Abril de 2013.

1º EDITAL DE PRORROGAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO 001/2013. Manaus,05 de Abril de 2013. 1º EDITAL DE PRORROGAÇÃO DO PROCESSO SELETIVO 001/2013. Por determinação do SENAR-AR/AM, fica prorrogado o prazo de inscrições para o Processo Seletivo SENAR-AR/AM 001/2013, até as 18 horas do dia 12 de

Leia mais

O PAPEL DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR ÀS POSSIBILIDADES E DIFICULDADES

O PAPEL DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR ÀS POSSIBILIDADES E DIFICULDADES O PAPEL DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR ÀS POSSIBILIDADES E DIFICULDADES ANDREZA APARECIDA POLIA 1 MARIA DA CONCEIÇÃO NARKHIRA PEREIRA 2 LEILANE BENTO DE ARAÚJO MENESES 3 KARL MARX

Leia mais

Pós graduação EAD Área de Educação

Pós graduação EAD Área de Educação Pós graduação EAD Área de Educação Investimento: a partir de R$ 109,00 mensais. Tempo de realização da pós graduação: 15 meses Investimento: R$109,00 (acesso ao portal na internet e livros em PDF). Ou

Leia mais

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS.

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS. SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS: ESPAÇO PARA ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A IMPLANTAÇÃO NO MUNICIPIO DE MONTES CLAROS. Leonice Vieira de Jesus Paixão UNIMONTES- Universidade Estadual de Montes

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIOS. Lei de estágio 11.788/08

MANUAL DE ESTÁGIOS. Lei de estágio 11.788/08 MANUAL DE ESTÁGIOS Lei de estágio 11.788/08 O QUE É ESTÁGIO O estágio tem por finalidade proporcionar a complementação da formação acadêmica e permite que o estudante tenha acesso ao campo de sua futura

Leia mais

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Objetivos da aula: Revisão da aula de 2 de abril. Ciências Sociais. Profa. Cristiane Gandolfi

Estrutura e Funcionamento da Educação Básica. Objetivos da aula: Revisão da aula de 2 de abril. Ciências Sociais. Profa. Cristiane Gandolfi Estrutura e Funcionamento da Educação Básica Ciências Sociais Profa. Cristiane Gandolfi Objetivos da aula: Compreender a estrutura didática definida na LDBEN 9394/96 e sua articulação com o conceito de

Leia mais

Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA CATARINENSE

Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA CATARINENSE ESTADO DE SANTA CATARINA Secretaria de Estado da Educação Diretoria de Educação Superior - DIES Rua Antônio Luz, 111 Centro Fpolis/SC CEP 88010-410 Proposta de Projeto do Curso de Extensão: ORGANIZAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO

MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ADMINISTRAÇÃO 1 SUMÁRIO Lista de Anexos... 3 1. APRESENTAÇÃO... 4 2. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL... 5 3. DEFINIÇÕES... 5 4. OBJETIVOS... 6 5. PLANEJAMENTO E COMPETÊNCIAS...

Leia mais

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 6559 DE 16 DE OUTUBRO DE 2013. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DO IDOSO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS ESPECIAIS DE ENSINO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A Política

Leia mais

Lei nº 12.796 de 04/04/2013

Lei nº 12.796 de 04/04/2013 O governo federal publicou nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial da União, a lei número 12.796 que altera a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Como novidade, o texto muda

Leia mais

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa:

:: Legislação. Unidade: Câmara de Educação Básica. Número: 79/2009 Ano: 2009. Ementa: :: Legislação Unidade: Câmara de Básica Número: 79/2009 Ano: 2009 Ementa: Estabelece normas para a Especial, na Perspectiva da Inclusiva para todas as etapas e Modalidades da Básica no Sistema Estadual

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 019/2014 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA

O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: UM ESTUDO DE METODOLOGIAS FACILITADORAS PARA O PROCESSO DE ENSINO DE QUÍMICA Bruna Tayane da Silva Lima; Eduardo Gomes Onofre 2 1 Universidade Estadual

Leia mais

A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ

A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: CONTRIBUIÇÕES DE LEV VIGOTSKI E A IMPLEMENTAÇÃO DO SUPORTE PEDAGÓGICO NO IM-UFRRJ Saionara Corina Pussenti Coelho Moreira; UFRRJ/IM, saionara.pussente@gmail.com INTRODUÇÃO

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO DOCENTE 2015/1 EDITAL PARA SELEÇÃO DOCENTE PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE MURIALDO - PRORROGADO Nº.

EDITAL DE SELEÇÃO DOCENTE 2015/1 EDITAL PARA SELEÇÃO DOCENTE PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE MURIALDO - PRORROGADO Nº. EDITAL PARA SELEÇÃO DOCENTE PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE MURIALDO - PRORROGADO Nº. 1/2015 A FACULDADE MURIALDO, localizada em Caxias do Sul, torna pública a abertura do processo seletivo de

Leia mais

PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN

PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APREDIZAGEM NO IFRN

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

EDITAL PROCESSO SELETIVO VESTIBULINHO/2016 CURSOS DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO

EDITAL PROCESSO SELETIVO VESTIBULINHO/2016 CURSOS DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO EDITAL PROCESSO SELETIVO VESTIBULINHO/2016 CURSOS DE ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO Define e regulamenta o Processo Seletivo, para provimento de vagas oferecidas para os cursos de Ensino Médio Integrado

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão Diretoria de Políticas de Educação Especial Inclusão A concepção da inclusão educacional expressa o conceito

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 INCLUIR NA UFU ACESSIBILIDADE E PERMANÂNCIA COM QUALIDADE NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Valéria Manna Oliveira FAEFI - Universidade Federal Uberlândia Claudia Dechichi CEPAE - Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

COMUNICADO DE ABERTURA DO PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO SENAC/SC Nº 499/2015 - II

COMUNICADO DE ABERTURA DO PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO SENAC/SC Nº 499/2015 - II COMUNICADO DE ABERTURA DO PROCESSO DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO SENAC/SC Nº 499/2015 - II O SENAC/SC Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial de Santa Catarina - torna público processo de recrutamento e

Leia mais

Prefeitura Municipal de Palmas Secretaria Municipal da Educação Diretoria do Ensino Fundamental

Prefeitura Municipal de Palmas Secretaria Municipal da Educação Diretoria do Ensino Fundamental ABERTURA Prefeitura Municipal de Palmas Secretaria Municipal da Educação Diretoria do Ensino Fundamental EDITAL N. 003/2013 do Processo de seleção para Alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado/Palmas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ FACULDADE DE MATEMÁTICA CURSO DE MATEMÁTICA REGULAMENTO N 001, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Estabelece os procedimentos necessários à sistematização do Estágio Curricular Supervisionado

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 053/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED EDITAL N º 132/2010 - GS/SEED

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEED EDITAL N º 132/2010 - GS/SEED EDITAL N º 132/2010 - GS/SEED O Secretário de Estado da Educação no uso das atribuições legais, com base na Lei Complementar n.º 108, de 18 de maio de 2005, na Lei Complementar n.º 121, de 29 de agosto

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERTANEJA Estado do Paraná

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERTANEJA Estado do Paraná LEI COMPLEMENTAR Nº 53/2014 DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Súmula: DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DE CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO DE PROFESSOR EM CAMPOS ESPECIFICOS NOS TERMOS DA LEI COMPLEMENTAR MUNICIPAL Nº 029/2010,

Leia mais

PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL I - PEDAGOGO Comunicado de Processo Seletivo INTERNO Nº 001/2015

PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL I - PEDAGOGO Comunicado de Processo Seletivo INTERNO Nº 001/2015 PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL I - PEDAGOGO Comunicado de Processo Seletivo INTERNO Nº 001/2015 O SESI Piauí, assessorado pelo IEL, torna pública a realização do Processo Seletivo Interno nº 001/2015

Leia mais

PARECER CME/THE Nº024/2008

PARECER CME/THE Nº024/2008 CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA Rua Lizandro Nogueira, 1536 - Centro. Telefone: (0xx86)3215-7639 CEP.: 64.000-200 - Teresina - Piauí E-Mail: semec.cme@teresina.pi.gov.br PARECER CME/THE Nº024/2008

Leia mais

PROJETO DE LEI N O, DE 2004

PROJETO DE LEI N O, DE 2004 PROJETO DE LEI N O, DE 2004 (Do Sr. Wladimir Costa) Dispõe sobre o atendimento educacional especializado em classes hospitalares e por meio de atendimento pedagógico domiciliar. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COMISSÃO DE MINORIAS ÉTNICAS E SOCIAIS DELIBERAÇÃO Nº 291, DE 14 DE SETEMBRO DE 2004. Estabelece normas

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores OFICINA DE MATERIAIS DIDÁTICOS ADAPTADOS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS: UM ESPAÇO DE FORMAÇÃO INICIAL

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA NA REDE DE ENSINO PÚBLICA ESTADUAL DE SERGIPE

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA NA REDE DE ENSINO PÚBLICA ESTADUAL DE SERGIPE 1 EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA NA REDE DE ENSINO PÚBLICA ESTADUAL DE SERGIPE Msc. Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano Universidade Tiradentes e Secretaria de Estado da Educação de Sergipe chrystoscano@yahoo.com.br

Leia mais

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão

ENSINO MÉDIO DIFERENCIAIS PEDAGÓGICOS ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. Processo de Admissão ENSINO MÉDIO PROCESSO DE ADMISSÃO DE NOVOS ESTUDANTES PARA 2015 PROPOSTAS PEDAGÓGICAS A fase da escolha de qual carreira seguir acontece, normalmente, durante o ensino médio. Tendo de vivenciar mudanças

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13. PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A LEGISLAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Atualizadas pela Lei Brasileira de Inclusão da PCD (Lei 13.146/2015) Sumário: I Direitos previstos na Constituição Federal II Direitos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira

Leia mais

Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão

Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão Pedagogia das Diferenças: Um Olhar sobre a Inclusão Autor: Brena Samyly S. de Paula, Élida Mônica S. da Silva, Karlianne Sousa Silva Falção e Marilia Moreira Pinho Data: 13/05/2010 Resumo Nosso trabalho

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO PORTARIA Nº. 582/10/GS/SEDUC-MT. Dispõe sobre critérios e procedimentos a serem adotados para o processo de atribuição de classe e/ou aulas e o regime

Leia mais

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SECRETARIA NACIONAL DE PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE DESASTRES CEPED/RS CAPACITAÇÃO

Leia mais

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE

ESTADO DO PARÁ MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DA INFANCIA E JUVENTUDE 1 1. TÍTULO: Programa de Estágio para Alunos do Ensino Médio nas Promotorias de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará. 2. IDENTIFICAÇÃO Ministério Público do Estado do Pará, CNPJ 05054960/0001-58,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.730, DE 9 DE JANEIRO DE 2002. (publicada no DOE nº 007, de 10 de janeiro de 2002) Dispõe sobre a Educação

Leia mais

FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA PROJETO PARA INCLUSÃO SOCIAL DOS SURDOS DA FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA

FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA PROJETO PARA INCLUSÃO SOCIAL DOS SURDOS DA FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA PROJETO PARA INCLUSÃO SOCIAL DOS SURDOS DA FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA PARNAÍBA-PI 2014 FACULDADE INTERNACIONAL DO DELTA DIRETOR ADMINISTRATIVO Prof. Esp. Walter Roberto

Leia mais