COMO APRESENTAR PÔSTERES EM CONGRESSOS

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1 COMO APRESENTAR PÔSTERES EM CONGRESSOS Autora: Eliane Gonçalves de Freitas UNESP Universidade Estadual Paulista Laboratório de Comportamento Animal, Dep. de Zoologia e Botânica, IBILCE e Centro de Aquicultura da UNESP (CAUNESP) R. Cristóvão Colombo, 2265, Jardim Nazareth, CEP São José do Rio Preto, SP O que é uma apresentação em pôster Uma apresentação em forma de pôster é um tipo de apresentação de trabalho científico muito comum em vários tipos de reuniões científicas. Há um tempo atrás, eram mais comuns as apresentações orais. Devido ao progressivo aumento do número de trabalhos enviados a congressos (incluindo o Encontro Anual de Etologia) nas últimas décadas, as sessões de apresentações orais diminuíram, dando lugar a sessões de pôsteres, a forma encontrada para que um maior número de trabalhos fossem exibidos num curto espaço de tempo. A consequência foi um grande aumento do número de pôsteres apresentados, de forma que nem conseguimos ver todos eles: visitamos os pôsteres relacionados à nossa linha de pesquisa e/ou aqueles que nos chamam mais a atenção. O ser humano é um ser visual e é através da percepção visual que selecionamos muitas coisas em nossa vida. Aceitamos aquilo que nos é visualmente agradável e nos afastamos do visualmente desagradável. Isso acontece com os pôsteres. Escolhemos pelo visual, em meio a um mar de informações veiculadas num congresso. Por isso, é essencial que apresentemos trabalhos visualmente atrativos, por 3 motivos básicos. Primeiro, para chamar a atenção dos pesquisadores para o nosso trabalho. Segundo, para tornar fácil e agradável o entendimento de nossa pesquisa. Terceiro, porque um trabalho bem apresentado é facilmente associado a uma pesquisa bem conduzida. Este último fator é mais psicológico do que lógico, mas afeta o julgamento dos pares.

2 Conteúdo Obviamente, mais importante do que qualquer apresentação bem feita é o conteúdo que o trabalho traz. Assim, é essencial que apresentemos trabalhos bem feitos, com originalidade e rigor, revistos várias vezes para a detecção e correção de possíveis falhas. Hoje em dia, infelizmente, verificamos que vários trabalhos científicos apresentados em congressos são de baixa qualidade. Atribuo isso a alguns fatores, dentre eles a idéia de que o que conta é melhorar o currículo. Já ouvi alunos comentando: - esse trabalho vai dar pelo menos uma nota em congresso [traduzindo: esse resultado pode não ser importante, mas terei mais um trabalho apresentado em meu currículo]. Esse pensamento reflete outro fator de baixa qualidade dos trabalhos, que é a informação equivocada sobre o que é Ciência. Ora, se um trabalho serve para ser apresentado em congresso, também deve servir para ser publicado em revistas especializadas. Aliás, é com esse espírito que um trabalho deve ser feito e, posteriormente apresentado. Apresente um trabalho que você fez, não faça qualquer coisa para apresentar. Um trabalho bem feito deve apresentar o problema que se está estudando e no qual o trabalho está inserido. Deve apresentar claramente as hipóteses que foram testadas, a metodologia utilizada para testá-las, os resultados analisados e as conclusões. Por que apresentar trabalho em congressos? Os trabalhos são apresentados para que sejam submetidos à crítica antes de serem submetidos à publicação. Muitas pessoas temem as críticas, mas o conhecimento e a qualidade do trabalho crescem com elas. Apresentar um trabalho em congresso também divulga nossos grupos de pesquisa, atrai mais pessoas para trabalhar com determinado assunto e pode gerar parcerias entre pesquisadores e Instituições. Por isso, mais uma vez enfatizo que devemos zelar pela qualidade do trabalho que será apresentado. É o seu grupo de pesquisa que está sendo exposto. 2

3 O que um pôster deve conter 1. Título Crie um título atrativo e fidedigno. Por exemplo, um título como Estudo do gasto energético decorrente do desenvolvimento gonadal, construção de ninho, corte e acasalamento em machos de tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus (L.) (Teleostei, Cichlidae) é longo e pouco atrativo. Todo trabalho científico é um estudo, portanto, essa palavra é redundante e pode ser excluída. Podemos substituir esse título, com vantagem, por Investimento reprodutivo e crescimento em machos de tilápia-do-nilo. Informações taxonômicas podem ser excluídas do título, mas devem estar no material e métodos. Não use termos vazios. Por exemplo: Aspectos do comportamento de anu branco. Esse título não informa nada. Aspectos do comportamento? O que é aspecto? De qual comportamento estamos falando? Dados preliminares sobre o comportamento de arara canindé. Se os dados são conclusivos, não são preliminares. Podem fazer parte de um estudo maior e, por isso, ser considerado preliminar. Mas, os dados apresentados devem ser completos. Não há como apresentar meia conclusão. O título geralmente está associado ao objetivo do trabalho ou à sua conclusão. Portanto, um título bem apresentado é uma consequência de objetivos bem definidos e dados adequadamente interpretados. 2. Nome dos autores e Instituição Indique claramente a(s) instituição (ões) envolvidas com o trabalho. Divulgue o seu grupo de pesquisa. Indique honestamente os autores (em sua ordem honesta). Não vou discutir aqui critérios para autoria de trabalhos, mas gostaria de ressaltar que a busca por currículos pode gerar autorias espúrias. Combata essa prática. 3. Caracterização do problema Não é necessário, num pôster, escrever uma introdução como em artigos científicos. Não há espaço para isso. Mas, se houver espaço mostre qual é o problema que está sendo investigado. Indique a relevância e a originalidade do problema investigado. Quem lê o pôster tem que ficar convencido que o problema investigado é importante e, consequentemente, ficar curioso sobre os resultados. 3

4 4. Objetivos e hipóteses O objetivo é o ponto norteador de qualquer atividade, incluindo a pesquisa científica e, portanto, todo trabalho científico é guiado pelo objetivo. Assim, é importante que ele seja muito claro, pois é o ponto de partida para todo o trabalho. O objetivo pode ser teórico, o qual corresponde à parte mais geral do trabalho, ou operacional, que corresponde à operação que será realizada para se chegar ao objetivo teórico. Por exemplo, o objetivo teórico pode ser encontrar indicadores comportamentais de estresse na arara canindé, enquanto o operacional seria testar se o tempo de emissão de auto-limpeza aumenta em condições estressantes nessa espécie. Este último é o parâmetro que será de fato registrado e analisado. Se o trabalho testar hipóteses, essas devem estar concatenadas com o problema estudado e também devem ser claramente apresentadas. Se for um trabalho descritivo (sem teste de hipótese), ainda assim ele deve estar associado a um problema. Uma hipótese é uma conclusão que ainda não foi confrontada empiricamente ou, a resposta mais provável para sua pergunta. Portanto, é uma frase afirmativa. Por exemplo: Hipótese: O estresse aumenta a emissão do comportamento de auto-limpeza em arara canindé. 5. Material e métodos Deve ser adequado para testar a hipótese e cumprir os objetivos. É uma das partes mais importantes de seu trabalho, pois um delineamento equivocado leva a conclusões equivocadas e não resolve o problema proposto. Apresente-o de forma sucinta, porém completa. 6. Resultados coerentes com os objetivos Apresente apenas os resultados importantes para a resolução do problema e suficientes para sustentar suas conclusões. Não apresente nada que não tenha a ver com esses 2 tópicos. Portanto, verifique se os resultados são suficientes para responder à pergunta formulada inicialmente. Indique os testes estatísticos utilizados junto com os resultados. 7. Conclusões Não cabe num pôster a discussão de seus dados como em um artigo científico. Basta que sejam apresentadas as conclusões, pois você estará junto de 4

5 seu trabalho, em algum momento, para discutir seu trabalho com outros pesquisadores. As conclusões devem ser claras e sustentadas pelos resultados. Mais uma vez, elas devem ser coerentes com o problema e devem ser uma generalização decorrente dos dados. Por exemplo: Resultado: O estresse de visitação aumentou significativamente o tempo de auto-limpeza durante a presença de visitantes no zoológico estudado. Conclusão: O comportamento de auto-limpeza em arara canindé é um bom indicador comportamental de estresse. Resultados são redigidos no passado e as conclusões são redigidas no presente, pois trata-se de uma generalização sobre o problema pesquisado. 8. Referências Evite usar citações bibliográficas em pôsteres. Use se for estritamente necessário. 9. Agradecimentos É importante reconhecer o apoio das pessoas que ajudaram no desenvolvimento da pesquisa e que não são co-autoras do trabalho. Mas, agradeça a quem ajudou de alguma forma no trabalho. Não inclua a família, os amigos pelo apoio moral. Isso não cabe nas divulgações científicas, menos ainda em pôsteres. 1. Órgãos Financiadores. No final, inclua os órgãos financiadores. Não é preciso incluí-los em forma de agradecimento. Porém, não se esqueça de citá-los. O DESIGN DO PÔSTER Como é o seu comportamento quando se interessa por um trabalho apresentado em forma de pôster? O que você lê no pôster? Quantas vezes um pôster cheio de texto o atraiu? A regra básica para confeccionar um bom pôster é não faça aquilo que você não gosta de ver nos pôsteres de outras pessoas. Divida adequadamente os espaços no pôster e identifique corretamente o que é resultado, material e métodos etc., ordenando adequadamente tais seções, para que o leitor possa seguir com facilidade de uma a outra. Deixe claro para onde o leitor deve ir (para a esquerda, para a direita, para cima ou para baixo). Se o espaço 5

6 para os tópicos estiver bem organizado, o leitor não irá perder tempo, nem desistir de ler seu pôster. Textos - Os textos devem ser sintéticos e objetivos. - Utilize frases curtas e evite a construção de parágrafos longos. - Utilize a forma de itens. - Utilize letras uniformes e de tamanho grande. Ex. PREFIRA LETRAS UNIFORMES A LETRAS COM PARTES FINAS E PARTES LARGAS OU MUITO DESENHADAS. As primeiras são mais visíveis à distância. Utilize letras grandes (tamanhos acima de 3). Introduções longas e textos longos são ignorados. Poucos lêem. Um pôster cheio de textos afugenta os leitores. Então, procure outra solução. Esquemas Abuse dos esquemas para situar o problema, para o material e métodos ou mesmo para as conclusões. Às vezes, uma ou 2 palavras resumem a idéia Ex. O parágrafo: Se você deseja fazer uma boa apresentação não faça o que não o agrada nas apresentações de outras pessoas. Não utilize textos longos e confusos. Utilize esquemas e figuras simples, que apresentem a principal idéia a ser discutida....pode ser trocado pelo esquema: ESQUEMAS ORGANIZADOS POUCO TEXTO BOAS FIGURAS 6

7 Lembre-se TEXTOS LONGOS ESQUEMAS CONFUSOS DESINTERESSE LEITOR Outro exemplo INTERAÇÃO AGONÍSTICA (estressor natural) CONFINAMENTO (estressor artificial) O NÍVEL DE ESTRESSE É DIFERENTE? 7

8 Esquemas e figuras são excelentes no apoio às descrições do comportamento. Com desenhos, a descrição pode ser bem resumida. Às vezes nem é preciso a descrição. Ataque Lateral Confronto frontal Fotos São ótimas para chamar a atenção, mas se forem muitas, podem poluir visualmente o pôster. Use fotos da maneira correta, evitando a utilização apenas decorativa. Utilização de fotos do animal estudado deixa o pôster mais bonito, mas você pode usar apenas um pequeno espaço para isso. Não utilize fotos como papel de parede (ou plano de fundo), pois a figura irá competir com o texto por cima dela e dificultar a leitura (veja o exemplo abaixo). Mais uma vez, haverá poluição visual e a foto, ao invés de chamar a atenção irá afastar o leitor. Evite fotos desnecessárias e deixe lugar para outras coisas importantes do trabalho. Compare as situações abaixo e conclua qual é a melhor forma de apresentação. O apaiari é um peixe da família Cichlidae originário dos rios amazônicos O apaiari é um peixe da família Cichlidae originário dos rios amazônicos Astronotus ocellatus Família: Cichlidae Origem: Amazônia 8

9 Gráficos É a melhor forma de apresentar os resultados. Aprenda a fazer gráficos bem feitos, pois eles falam por si, sem a necessidade de textos (ou com muito pouco texto). Evite gráficos em pizza e tridimensionais. Quanto mais simples for o gráfico, mais fácil será a compreensão. Ex. PORCENTAGEM DE ITENS COMPORTAMENTAIS EMITIDOS A B C D E F 3 35 PORCENTAGEM A B C D E F ITENS COMPORTAMENTAIS PORCENTAGEM (3 min) A B C D E F ITENS COMPORTAMENTAIS Aumente os intervalos na escala do eixo Y para tornar o gráfico mais limpo PORCENTAGEM (3 min) A B C D E F ITENS COMPORTAMENTAIS 9

10 Outro exemplo RESULTADOS A frequência de escavação de ninhos foi maior para as fêmeas (n = 15) Frequência de escavação (15 min) Frequency of digging nest. 15 min Wilcoxon p =.3 p =,3 macho Male fêmea Female Veja que foi utilizada apenas uma frase e, nesse caso, a legenda da figura nem é necessária. Também podem ser utilizadas tabelas para expressar os resultados. Só utilize se for necessário e sempre utilize tabelas simples e sem poluição visual. Antes de construir uma tabela, verifique se não é possível transformá-la em gráfico. Hailman & Strier (1997), sugerem que seja utilizada uma regra para textos, mas que podemos utilizá-la também na apresentação de figuras e tabelas. É a regra KISS ( keep it simple. SIMPLE ) Postura Não fique encolhido na frente de seu pôster. Afinal, se o trabalho foi bem feito e você gastou tempo nele, não queira escondê-lo por timidez. Mostre-se disponível para conversar sobre seu trabalho. 1

11 Muito importante. Esteja na frente do pôster na hora marcada. É muito deselegante, talvez até anti-ético, ignorar as pessoas interessadas em seu trabalho e que esperam poder conversar com você. Além disso, você pode perder a oportunidade de trocar idéias interessantes e importantes para o seu desenvolvimento intelectual e profissional. É sempre você que sai perdendo. Não concordo com a postura de alguns autores, que não vão aos Congressos, mas expõem seus pôsteres por meio de algum colega. O trabalho está lá, mas o autor não irá discuti-lo. A apresentação deixa de ter a função que é discutir diretamente (e criticamente) a pesquisa com seus pares. Use a criatividade Apesar de haver algumas regras formais para apresentação de trabalhos, podemos e devemos utilizar a criatividade para chamar a atenção e proporcionar uma leitura fácil e agradável. Por exemplo. Já vi um pôster no Encontro de Etologia confeccionado na forma de história em quadrinhos sem, no entanto, deixar de apresentar claramente as hipóteses, metodologia, resultados e conclusões. Gaste um tempo na forma da apresentação para valorizar seu trabalho. O conteúdo é a parte mais importante do conjunto, mas em meio a tantos trabalhos, se não for atrativo não será conhecido. Uma última dica Apresente seu pôster na versão preliminar a colegas e/ou orientador para ouvir sua opinião a respeito da clareza e rigor da apresentação. Discuta todos os pontos do trabalho, aproveitando as críticas para melhorar sua apresentação, pois qualquer trabalho só fica bom depois de várias revisões. Lembre-se que a apresentação de pôsteres em Congressos e reuniões científicas é uma das formas de Comunicação Científica. Pense no significado do termo COMUNICAÇÃO e bom trabalho. Veja alguns exemplos de pôsteres nas páginas 13 a 15. Leitura importante As referências abaixo são livros que discutem a essência do que é fazer ciência, além de esclarecer como devem ser elaborados os projetos de pesquisa, artigos científicos, apresentações orais e em forma de pôster. Nesses livros também são 11

12 encontradas discussões críticas sobre o que deve conter uma introdução, material e métodos etc. e a melhor forma de apresentar figuras e tabelas em trabalhos científicos. HAILMAN, J.P. & STRIER, K.B. (1997) Planning, Proposing, and Presenting Science Effectively. (A Guide For Graduate Students and Researches in the Behavioural Sciences and Biology). Cambridge University Press, Cambridge, UK. VOLPATO, G.L. (27) Ciência: da Filosofia Acadêmica Editora, São Paulo, SP. à Publicação. 5ª. ed. Cultura VOLPATO, G.L. (27) Bases Teóricas da Redação Científica. Cultura Acadêmica Editora, São Paulo, SP. VOLPATO, G.L. (28) Publicação Científica. 3ª. ed. Cultura Acadêmica Editora, São Paulo, SP. 12

13 Exemplos de pôsteres apresentados no International Ethological Conference 23, em Florianópolis,SC. DOMINANCE DOES NOT ALLOW MATING PRIORITY IN FEMALE NILE TILAPIA ELIANE GONÇALVES DE FREITAS & ALINE CHIMELLO FERREIRA Dep. Zoologia e Botânica, IBILCE, UNESP - CAUNESP, São José do Rio Preto, SP, Brazil RESULTS 1. Females exhibited linear dominance. LOSSES Alpha Beta Gamma Nile tilapia (Oreochromis niloticus) WINS Alpha Beta 2.15 ± ± ± ± 5.53 PROBLEM Gamma 1.38 ± ± Some cichlid females establish Dominance Hierarchy, and dominants take priority over subordinates to mate. - Dominants are also biggest females - size being an important feature in male mate choice in fishes. - What is is choosing by male: size or social rank? Dyadic matrix with mean (± SD) of wins and losses in female Nile tilapia. Total time of records: 36 min (12 min/day). N = Spawning occurred in 8 out of 13 groups. AIM We tested whether dominance per se allows priority to mate in female Nile tilapia. 3. Spawning was not associated to dominance. METHODS MALE Frequency of females that reproduced first (n = 8). [Multinomial Test, p >.5] 6x6x4 cm SL: ± 1,21 cm weight: ± 25.2 g n = 13 ALPHA - 4 (5%) BETA - 3 (37.5 %) FEMALE SL: 1.68 ± 1.26 cm GAMMA - 1 (12.5 %) weight: ± g - Three matched-size females were grouped during 3 days to hierarchical settlement. - Video recording: 12 min/day. - Dominance was determined by means of a dyadic matrix. - A male was introduced in the 4 th day. - Group was kept during 12 days to spawning. N = 13 GROUPS n = 39 CONCLUSION Dominance itself does not allow mating priority in female Nile tilapia. Water temperature: 27 C Light: 12 L: 12 D NEW HYPOTHESIS Food: in excess - Biggest females have priority to mate. - Dominant females grow faster than subordinates, and become the biggest one. Tamanho original do pôster:,95 X 1,15 m Menor tamanho de letra = 3 13

14 O pôster abaixo poderia ter menos informações na introdução. Mas, a forma de apresentação dos resultados e conclusões é criativa e eficiente. Note que as conclusões são destacadas logo após os resultados. 14

15 Apresentado no Encontro de Etologia, em 28 MAIOR FOTOPERÍODO AUMENTA A AGRESSIVIDADE EM Tilapia rendalli Thaís Billalba Carvalho 1, Eliane Gonçalves-de-Freitas 2, Rui F. Oliveira 3 1,2 UNESP, Universidade Estadual Paulista, IBILCE, São José do Rio Preto, SP Laboratório de Comportamento Animal, CAUNESP, RECAW(CNPq). 1 Pós-Graduação em Aqüicultura; 2 Dep. Zoologia e Botânica 3 Instituto Superior de Psicologia Aplicada, ISPA, Lisboa / Portugal. INTRODUÇÃO INTERAÇÃO AGRESSIVA - maior período de luz pode aumentar a agressividade em peixes. - resposta pode ser modulada pela melatonina que é liberada na ausência de luz e diminui o comportamento agonístico. AMEAÇA AMEAÇA SIMULTÂNEA PARALELO FRONTAL OBJETIVO Testar se a duração do fotoperíodo afeta o comportamento agonístico em machos adultos de Tilapia rendalli. LATERAL ONDULAÇÃO PERSEGUIÇÃO E FUGA RESULTADOS freqüência da interação duração da interação (s) Tilapia rendalli 12 vencedor 6 vencedor MATERIAL E MÉTODOS M dois fotoperíodos dia longo (16L:8D) dia curto (8L:16D) (n=12) (n=1) 12 fuga frontal ondulação lateral paralelo total simultânea perdedor 6 simultânea fuga lateral frontal ondulação paralelo total perdedor - machos adultos 6 3 aclimatação: 15 dias (12L:12D) fuga lateral frontal ondulação paralelo total simultânea fuga lateral frontal ondulação paralelo total simultânea 1º ao 2º dia: caixa d água de 25 L (dia longo ou dia curto) 12 dupla 12 dupla 2º ao 24º dia: isolamento / aquários (4 x 3 x 4 cm) º dia: pareamento (6 min) simultânea fuga lateral frontal ondulação paralelo total simultânea fuga lateral frontal ondulação paralelo total paradigma residente / intruso dia longo dia curto dia longo dia curto definição da interação social teste t independente, p<,4 teste t independente, p<,4 morte: dose letal de anestésico (benzocaína) CONCLUSÕES confirmação sexo e maturação gonadal auxílio financeiro: - maior fotoperíodo aumenta as interações agressivas em machos de Tilapia rendalli - efeito não depende da posição social 15

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