30 abr a 2 mai 2015 Tivoli Mofarrej São Paulo - SP. Encontro de Reumatologia Avançada XXI 2015

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1 30 abr a 2 mai 2015 Tivoli Mofarrej São Paulo - SP Encontro de Reumatologia Avançada XXI 2015 prog 2015 ok.indd 1

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4 Promoção Patrocínio Secretaria Executiva Eventus Planejamento e Organização / fax prog 2015 ok.indd 4

5 Sociedade Paulista de Reumatologia Gestão2014/2015 Diretoria Executiva Presidente Dawton Y. Torigoe Santa Casa/SP Vice-Presidente Eduardo Ferreira Borba Neto FMUSP Diretora Científica Simone Appenzeller UNICAMP 1ª.Secretária Sandra H. Watanabe UNIFESP 2ª.Secretária Nafice Costa Araújo HSPE 1.Tesoureiro Cristiano Barbosa Campanholo Santa Casa/SP 2ª.Tesoureira Andrea B. V. Lomonte Hospital Heliopólis Comissão Científica Abel Pereira de Souza Jr. FAC. MED. ABC Alexandre Wagner S. de Souza UNIFESP Carla Gonçalves Schahin Saad FMUSP Danieli Castro Oliveira Andrade FMUSP Elaine de Azevedo HSPE Maria Guadalupe Barbosa Pippa HOSP. HELIÓPOLIS Paulo Roberto Stocco Romanelli Secretaria Municipal da Saúde da PMSP/ Hosp. Sírio Libanês Marcelo de Medeiros Pinheiro UNIFESP Rodrigo Luppino Assad USP Ribeirão Preto Silvana B. Sacchetti Santa Casa/SP Virgínia Fernandes Moça Trevisani UNIFESP/ UNISA Caros colegas, Sejam todos bem-vindos ao XXI Encontro de Reumatologia Avançada. Fazer o ERA é sempre um desafio. O ERA tem como vocação e princípio básico abordar temas de forma vertical, com maior profundidade. Além disso, o ERA sempre destacou a produção científica de nossas universidades. E, justamente, esse é o grande desafio: trazer temas de maior complexidade e ao mesmo tempo ser de interesse para todos nós, que atendemos pacientes em nossos consultórios todos os dias. E falando em nome de toda comissão executiva e científica da Sociedade Paulista de Reumatologia, estamos orgulhosos de apresentar novamente um programa científico de altíssimo nível a todos vocês. Trouxemos temas infrequentemente abordados em congressos como a artrite séptica, avanços na área do metabolismo ósseo, conceitos em biotecnologias para investigação genética e celular e muitos outros. Acreditamos que o ERA trará informações novas e úteis para todos nós. Novamente, desejamos a todos nossas boas-vindas e esperamos que aproveitem o ERA. Abraços, Dawton Torigoe Presidente SPR Gestão 2014/2015 Secretaria SPR Márcia Gerardi Camilla Felde Rodrigues prog 2015 ok.indd 5

6 30 abril quinta-feira 08h00-12h00 CURSO PRÉ-CONGRESSO 08h00-10h00 TEMA 1: LÚPUS GRAVE Presidente Lilian Tereza Lavras Costallat UNICAMP Moderadora Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá FMUSP 08h00-08h25 Atividade x Infecção Edgard Torres dos Reis Neto UNIFESP 08h25-08h50 Plaquetopenia Refratária Dayse Lourenço UNIFESP 08h50-09h15 Atividade SNC Simone Appenzeller UNICAMP 09h15-09h40 Manejo da nefrite lúpica refratária Emilia Inoue Sato UNIFESP 09h40-10h00 Debate 10h00-10h30 INTERVALO 10h30-12h00 TEMA 2: PNEUMOPATIA INTERSTICIAL NAS DOENÇAS REUMÁTICAS Presidente Roberto Acayaba de Toledo FAMERP Moderador Percival Degrava Sampaio Barros FMUSP 10h30-11h15 Pneumopatia intersticial na Esclerose Sistêmica Apresentação do Caso Clínico Michelle Remião Ugolini FMUSP Aspectos clínicos Ronaldo Adib Kairalla FMUSP Avaliação por imagem Dany Jasinowodolinski HCor Discussão 11h15-12h00 Bronquiolite obliterante no Lúpus Apresentação do Caso Clínico Michelle Remião Ugolini FMUSP Aspectos clínicos Ronaldo Adib Kairalla FMUSP Avaliação por imagem Dany Jasinowodolinsk HCor Discussão 12h00-13h00 INTERVALO/ALMOÇO prog 2015 ok.indd 6

7 13h00-13h15 ABERTURA Presidente da SPR Dawton Y. Torigoe SANTA CASA/SP Diretora Científica da SPR Simone Appenzeller UNICAMP Presidente da SBR César E. Baaklini FAMEMA 13h15-15h00 SESSÃO DE REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA 13h15-14h15 TEMA A: AIJ TERAPÊUTICA Presidente Roberto Marini UNICAMP Moderadora Maria Teresa S. L. A. Terreri UNIFESP 13h15-13h40 Anti-TNF e MTX Claudia Saad Magalhães UNESP Botucatu 13h40-14h05 IL-1/ IL-6 e Abatacepte Nadia Emi Aikawa ICr-HC-FMUSP 14h05-14h15 Debate 14h15-15h00 TEMA B: VACINAÇÃO NO PACIENTE IMUNOSSUPRIMIDO Presidente Eunice Mikito Okuda SANTA CASA/SP Moderadora Virgínia Pães Leme Ferriani FMRP-USP 14h15-14h45 Palestrante Helena Keiko Saito SES/SP 14h45-15h00 Debate 15h00-16h00 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL TEMA: ARTERITE DE CÉLULAS GIGANTES Presidente Flávio Calil Petean FMRP USP Moderadora Ana Luisa Calich FMUSP Palestrante Bhaskar Dasgupta Southend University Hospital NHS Foundation, Inglaterra 16h00-16h30 INTERVALO 16h30-17h30 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL TEMA: FISIOPATOLOGIA DAS VASCULITES ASSOCIADAS AO ANCA Presidente Maurício Levy Neto FMUSP Moderador Alexandre Wagner Silva de Souza UNIFESP Palestrante Cees Kallenberg University Medical Center Groningen, Holanda 17h30-18h30 SIMPÓSIO SATÉLITE PFIZER TEMA: INAUGURANDO UMA NOVA CLASSE - O 1º DMARD SINTÉTICO ORAL ALVO-ESPECÍFICO APROVADO PARA ARTRITE REUMATOIDE 1,2 17h30-17h50 Estudos Randomizados Controlados (RCT) e Dados de Vida Real (RWD) na Reumatologia O contexto do tofacitinibe Sebastião Radominski HC UFPR 17h50-18h05 BIOBADASAR: Passado, presente e futuro María C. de la Veja Universidad de Buenos Aires/ Argentina 18h05-18h20 BIOBADABRASIL: Passado, presente e futuro Ieda Laurindo HCFMUSP 18h20 Perguntas & Respostas 30 abril quinta-feira prog 2015 ok.indd 7

8 01 maio sexta-feira 08h00-09h00 MESA REDONDA ANORMALIDADES DA PLACA PLANTAR Presidente Eduardo de Souza Meireles IOT-HC-FMUSP Moderadora Claudia Goldenstein Schainberg FMUSP 08h00-08h20 Avaliação Ortopédica Tânia Szejnfeld Mann UNIFESP 08h20-08h40 Avaliação por imagem Afrânio dos Reis Teixeira Neto UNIFESP 08h40-09h00 Debate 09h00-10h30 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS Presidente Abel Pereira de Souza Jr. FMABC Moderador Luís Eduardo Coelho Andrade UNIFESP CO.01 TAM RECEPTORS AND LIGANDS IN JUVENILE SYSTEMIC LUPUS ERYTHEMATOSUS (JSLE). Lima L 1, Liphaus BL 1, Palmeira P 1, Silva CA 2, Goldenstein-Schainberg C 3, Carneiro-Sampaio M 1-1 Instituto da Criança, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil, 2 Instituto da Criança, Disciplina de Reumatologia, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil, 3 Disciplina de Reumatologia, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil CO.02 CITOCINAS TH1 E TH2 ESTÃO ASSOCIADAS À ATROFIA CEREBRAL NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO. Postal M, Lapa AT, Peliçari KO, Sinicato NA, Peres FA, Ferreira WG, Marini R, Costallat LTL, Cendes F, Appenzeller S - Faculdade de Ciências Médicas, Unicamp CO.03 ULTRASSONOGRAFIA DE INTERFALÂNGICAS DE MÃOS: CORRELAÇÃO COM CLÍNICA E FUNÇÃO EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE (OA) SINTOMÁTICA. Spolidoro Paschoal NO 1, Natour J 1, Oliveira HAV 1, Machado FS 1, Furtado RNV 1-1 Unifesp - Reumatologia CO.04 EFICÁCIA E SEGURANÇA DE TOFACITINIBE APÓS RESPOSTA INADEQUADA A DMARD NÃO BIOLÓGICO OU DMARD BIOLÓGICO. Charles-Schoeman C 1, Burmester G 2, Nash P 3, Zerbini CAF 4, Anway S 5, Kwok K 5, Hendrikx T 5, Bananis E 5, Fleishmann R 6-1 University of California, Los Angeles, 2 Charité - University Medicine Berlin, 3 Rheumatology Research Unit - nambour Hospital, 4 Centro Paulista de Investigação Clinica (CEPIC), 5 Pfizer Inc, 6 University of Texas - Medicine CO.05 EIXO IL-23/IL-17 EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE: ATIVAÇÃO PERSISTENTE E INDEPENDENTE DO TRATAMENTO ANTI-TNF. Milanez FM 1, Saad CGS 1, Viana VT 1, Moraes JCB 1, Perico GV 2, Goncalves CR 1, Bonfá E 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo- Departamento de Reumatologia, 2 Unidade Radiológica Criciúma -URC - Radiologia CO.06 SUPERIORITY OF STIR OVER T2-WEIGHTED WITH FAT SUPRESSION IN THE ASSESSMENT OF SACROILIAC JOINTS IN SPONDYLOARTHRITIS: FACT OR FICTION? Dalto VF 1, Assad RL 2, Crema MD 3, Louzada Jr P 2, Nogueira-Barbosa MH 2-1 FMRP-USP - Clinica Médica, 2 FMRP-USP - Clínica Médica, 3 Boston University School of Medicine - Radiology CO.07 TRANSPLANTE AUTÓLOGO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS PARA ESCLEROSE SISTÊMICA. Moraes DA 1, Elias JB 2, Stracieri ABPL, Darrigo-Jr LG, Grecco CES, Costa-Pereira KR 3, Zombrilli AF 4, Leopoldo V 4, Simoes BP, Oliveira MC 1-1 FMRP-USP- Divisão de Imunologia Clínica, Departamento de Clínica Médica, 2 FMRP-USP - Unidade de Transplante de Medula Óssea, Departamento de Clínica Médica, 3 FMRP-USP - Departamento de Clínica Médica, 4 EERP-USP CO.08 COMPARAÇÃO ENTRE OZÔNIO INTRA-ARTICULAR E PLACEBO NO TRATAMENTO DA OSTEOARTRITE DE JOELHO ENSAIO CLÍNICO MULTICÊNTRICO, COMPARATIVO, RANDOMIZADO E DUPLO-CEGO. Jesus CCL 1, Santos FC 1, Jesus LMOB 1, Monteiro I 1, Sant Ana MSSC 1, Trevisani VFM 1-1 Escola Paulista de Medicina - UNIFESP 10h30-11h00 INTERVALO prog 2015 ok.indd 8

9 11h00-12h00 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL TEMA: POLIMIALGIA REUMÁTICA Presidente Cristiano A. F. Zerbini Hospital Heliópolis/SP Moderador Rubens Bonfiglioli PUCCAMP Palestrante Bhaskar Dasgupta Southend University Hospital NHS Foundation, Inglaterra 12h00-13h00 SIMPÓSIO SATÉLITE ABBVIE TEMA: ESPONDILOARTRITES: A COMPLEXIDADE DA DOENÇA E O MANEJO DAS MANIFESTAÇÕES EXTRA ARTICULARES Espondilite Anquilosante Percival Degrava Sampaio Barros USP SP Artrite Psoriásica Rubens Bonfiglioli PUCCAMP 12h00-14h00 SESSÃO DE VISITA AOS PÔSTERES PT.01 A ABORDAGEM MÉDICA AO PACIENTE COM ARTRITE REUMATÓIDE: ASPECTOS DA QUALIDADE DE VIDA DO DOENTE QUE PODE CURSAR COM DANO ARTICULAR IRREVERSÍVEL. Dias BF 1, Amorim LJ 2, Júnior EFB 1, Castro RP 1, Santos ALD 1-1 Universidade Cidade de São Paulo - UNICID - Programa de Integração em Saúde na Comunidade- PISCO, 2 Centro de Especialidades Médicas de Guarulhos - CEMEG - Ambulatório de Reumatologia PT.02 A EFICÁCIA DO TESTE TIME UP AND GO EM AVALIAR O CONDIONAMENTO FÍSICO PELO CONSUMO DE OXIGÊNIO (VO2MÁX) EM MULHERES IDOSAS ACOMPANHADAS NO AMBULATÓRIO DE REUMATOLOGIA DO HOSPITAL SÃO PAULO. Cabral AFGCM 1, Mello MT 2, Tufik S 2, Pinheiros MM 1, Szejnfeld VL 1-1 UNIFESP - Reumatologia, 2 UNIFESP - Psicobiologia / Medicina e Biologia do Sono PT.03 DETERMINAÇÃO DE GORDURA CORPORAL EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO JUVENIL. Sinicato NA 1, Peres FA 1, Postal M 1, Lapa AT 1, Santos AO 2, Ramos CD 2, Marini R 1, Appenzeller S 1-1 UNICAMP, 2 Medicina Nuclear - UNICAMP PT.04 BAIXOS NÍVEIS SÉRICOS DE VITAMINA D NA ESCLEROSE SISTÊMICA DIFUSA: CORRELAÇÃO COM PIOR QUALIDADE DE VIDA E SEVERIDADE DA CAPILAROSCOPIA PERIUNGUEAL. SAMPAIO-BARROS MM 1, Takayama L 1, SAMPAIO- BARROS PD 1, Bonfá E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) - Serviço de Reumatologia PT.05 AVALIAÇÃO NUTROLÓGICA DOS PACIENTES PORTADORES DE ESCLEROSE SISTÊMICA POR MEIO DE BIOIMPEDÂNCIOMETRIA: COMPARAÇÃO ENTRE AS FORMAS DIFUSA E LIMITADA. Horimoto AMC 1, Martins MA, Bento LA, Costa IP 1-1 UFMS - Serviço de Reumatologia PT.06 CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS, LABORATORIAIS E RADIOGRÁFICAS EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE E COM INÍCIO DOS SINTOMAS APÓS OS 45 ANOS DE IDADE. Bendahan LT 1, MACHADO NP, KLEMZ BNC, MENDES JG, GOMES CMF, OLIVEIRA TL, Pinheiro MM - 1 UNIFESP - DISCIPLINA DE REUMATOLOGIA PT.07 PREVALÊNCIA E FATORES DE RISCO PARA OSTEOPOROSE E FRATURAS POR FRAGILIDADE EM PACIENTES COM DPOC. GRAUMAM RQ 1, Pinheiro MM 1, Cabral AFGCM 1, Castro CHM 1-1 UNIFESP - REUMATOLOGIA PT.08 LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO E MIELITE: DESCRIÇÃO DE 8 CASOS. Machado CC 1, Oliveira FR 2, Faria LM 1, Lisboa RV 1, Louzada Jr P 3-1 HCRP-FMUSP - Residente em Reumatologia, 2 HCRP-FMUSP - Médica assistente do serviço de Reumatologia, 3 HCRP-FMUSP - Livredocente do serviço de Reumatologia PT.09 PREVALÊNCIA DE DOENÇAS REUMÁTICAS AUTO- REFERIDAS E FATORES SÓCIO-DEMOGRÁFICOS ASSOCIADOS EM UMA COORTE DE ADULTOS BRASILEIROS - RESULTADOS PRELIMINARES. Miguel RCC 1, Barreto SM 1, Machado LAC 1, Telles RW 1, Silva LC 1, Silva PT 1, Costa ABP 1-1 UFMG 01 maio sexta-feira prog 2015 ok.indd 9

10 01 maio sexta-feira PT.10 PREVALÊNCIA E CARACTERÍSTICAS DA SÍNDROME METABÓLICA NA ESCLEROSE SISTÊMICA. Amaral TN 1,2, Sinicato N 2, Gasparini S 2, Peres FA 2, Pereira KD 2, Souza MCF 2, Del Rio AP 1, Teixeira PF 3, Marques-Neto JF 1, Appenzeller S 1,2-1 Universidade Estadual de Campinas - Disciplina de Reumatologia- Departamento de Clínica Médica, 2 Universidade Estadual de Campinas - Laboratório de Reumatologia- Faculdade de Ciências Médicas, 3 Universidade Estadual de Campinas - Faculdade de Educação Física PT.11 OS EFEITOS DO EXECÍCIO FÍSICO AQUÁTICO NA DOR, EDEMA E INTEGRIDADE ÓSSEA EM MODELO EXPERIMENTAL ANIMAL DE LESÃO ARTICULAR INDUZIDA POR SANGUE. Souza FMB 1, Takayama L 1, Roque FR 2, Picolo G 3, Cury Y 3, Oliveira EM 2, Pereira RMR 1, Tanaka C 4, Mello SBV 1-1 Universidade de São Paulo - Divisão de Reumatologia da Faculdade de Medicina, 2 Universidade de São Paulo - Escola de Educação Física e Esporte, 3 Instituto Butantan - Laboratório Especial de Dor e Sinalização, 4 Universidade de São Paulo - Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional PT.12 ACHADOS POLISSONOGRÁFICOS EM PACIENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE E QUEIXAS DE SONO RUIM: ESTUDO TRANSVERSAL. Kayo AH 1, de Mello MT, Silva LO, Junior SAG, Giorgi RD, Trevisani VFM - 1 UNIFESP - Departamento de Saúde Baseada em Evidências 13h15-14h30 MESA REDONDA O QUE O CLÍNICO PRECISA SABER SOBRE: CITOMETRIA DE FLUXO, PCR EM TEMPO REAL E MICROARRAY Presidente José Roberto Provenza PUCCAMP Moderadora Danieli Castro Oliveira Andrade FMUSP 13h15-13h35 Citometria de Fluxo Sérgio Costa Fortier SANTA CASA/SP 13h35-13h55 PCR em tempo Real Rafael Malagoli Rocha Fundação Antônio Prudente/SP 13h55-14h15 Microarray Victor Piana de Andrade Fundação Antônio Prudente/SP 14h15-14h30 Debate 14h30-16h00 APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS Presidente Natalino H. Yoshinari FMUSP Moderadora Rina Dalva N. Giorgi HSPE/SP CO.09 DIETARY INFLAMMATORY INDEX IS ASSOCIATED WITH LOW-IMPACT FRACTURES IN ADULT MEN: THE BRAZILIAN OSTEOPOROSIS STUDY (BRAZOS). Morimoto M 1, Shivappa N 2, Genaro PS 3, Martini LA 4, Schuch NL 4, Hebert JR 5, Pinheiro MM 1-1 Unifesp - Reumatologia, 2 University of South Carolina, Columbia, SC USA - Cancer Prevention and Control Program, 3 Universidade do Vale do Paraíba - Nutrição, 4 Universidade de São Paulo - Nutrição/ Faculdade de Saúde Pública, 5 University of South Carolina, Columbia, SC USA - Epidemiology and Biostatistics, Arnold School of Public Health prog 2015 ok.indd 10

11 CO.10 AVALIAÇÃO SIMULTÂNEA DE 25-HIDROXIVITAMINA D E PROCALCITONINA EM GRANULOMATOSE COM POLIANGIÍTE (GPA): DIFERENCIAÇÃO ENTRE ATIVIDADE E INFECÇÃO? Perez MO 1, Levy-Neto M 1, Oliveira RM 2, Caparbo VF 1, Bonfá E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia, 2 RDO Diagnósticos Médicos CO.11 O IMPACTO DOS ANTIMALÁRICOS NA PREVALÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO NA PRÉ-MENOPAUSA. Muniz LF 1, Bonfá E 1, Silva TF 1, Pereira RMR 1, Borba EF 1-1 Universidade de São Paulo - Reumatologia CO.12 TESTE ERGOMÉTRICO COMO FERRAMENTA IMPORTANTE PARA DIAGNÓSTICO DE INCOMPETÊNCIA CRONOTRÓPICA E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM DOENÇAS REUMÁTICAS INFLAMATÓRIAS SISTÊMICAS. KLEMZ BNC 1, dos Reis Neto ET 1, Jennings F 1, Klemz FK, Pinheiro HH, Siqueira US, Sato EI 1, Natour J 1, Szejnfeld VL 1, Pinheiro MM 1-1 Universidade Federal de São Paulo - EPM - Reumatologia CO.13 ALTERAÇÕES DA MICROARQUITETURA E RESISTÊNCIA ÓSSEAS EM PACIENTES COM SÍNDROME DE SJÖGREN PRIMÁRIA: UM ESTUDO TRANSVERSAL COM HR-PQCT. Pasoto SG 1, Augusto KL 1, Alvarenga JC 1, Takayama L 1, Caparbo VF 1, Oliveira RM 2, Bonfá E 1, Pereira RMR 1-1 Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) - Disciplina de Reumatologia, 2 RDO Diagnósticos Médicos CO.14 DISTRIBUIÇÃO POPULACIONAL E FATORES DE INTERFERÊNCIA DO ÁCIDO ÚRICO SÉRICO EM UMA GRANDE COORTE BRASILEIRA. Dório M 1, Fuller R 1, Lotufo PA 2, Benseñor IM 2-1 Hospital das Clínicas da FMUSP, 2 Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica - Hospital Universitário da USP CO.15 COMPOSIÇÃO CORPORAL NÃO SAUDÁVEL EM PACIENTES COM ARTERITE DE TAKAYASU: PAPEL DAS CITOCINAS INFLAMATÓRIAS E ADIPOCINAS. Silva TF 1, Pasoto SG 1, Takayama L 1, Caparbo VF 1, Pereira RMR 1-1 FMUSP - Disciplina de Reumatologia CO.16 ASSOCIAÇÃO ENTRE GORDURA VISCERAL MEDIDA POR DXA E RISCO DE FRATURAS NÃO VERTEBRAIS EM MULHERES IDOSAS DA COMUNIDADE: ANÁLISE DE COORTE PROSPECTIVA DO SÃO PAULO AGEING & HEALTH (SPAH) STUDY. Machado LG 1, Domiciano DS 1, Figueiredo CP 1, Lopes JB 1, Caparbo VF 1, Takayama L 1, Oliveira RM 2, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) - Reumatologia, 2 RDO Diagnósticos Médicos 16h00-16h30 INTERVALO 16h30-17h30 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL TEMA: TRATAMENTO DAS VASCULITES ASSOCIADAS AO ANCA Presidente César E. Baaklini FAMEMA Moderador Rodrigo Luppino Assad FMRP-USP Palestrante Cees Kallenberg University Medical Center Groningen, Holanda 17h30-18h30 SIMPÓSIO SATÉLITE ROCHE TEMA: O CONTROLE DA ARTRITE REUMATOIDE EM SITUAÇÕES DE INTOLERÂNCIA AOS DMARDS SINTÉTICOS. Moderador Marcelo Pinheiro UNIFESP EPM Palestrante Eduardo Mysler Organização Médica de Investigação (OMI) Buenos Aires Argentina 01 maio sexta-feira prog 2015 ok.indd 11

12 02 maio sábado 08h30-09h30 MESA REDONDA POROSIDADE CORTICAL Presidente Vera Lúcia Szejnfeld UNIFESP Moderadora Elaine de Azevedo HSPE/SP 08h30-08h50 Um novo conceito em fragilidade óssea Rosa Maria Rodrigues Pereira FMUSP 08h50-09h10 Perspectivas terapêuticas Charlles Heldan de Moura Castro UNIFESP 09h10-09h30 Debate 11h30-12h30 CONFERÊNCIA TEMA: CONCEITOS MODERNOS NA ARTRITE SÉPTICA Presidente Iêda Maria Magalhães Laurindo FMUSP Moderador Jamil Natour UNIFESP Palestrante Mauro Salles SANTA CASA/SP 12h30 ENTREGA DE PRÊMIOS ENCERRAMENTO 09h30-11h00 MESA REDONDA MÉTODOS DIAGNÓSTICOS POR IMAGEM Presidente Wiliam Habib Chahade HSPE/SP Moderador Marcelo de Medeiros Pinheiro UNIFESP 09h30-09h50 Aplicabilidade da RNM em Miosites Samuel K. Shinjo FMUSP 09h50-10h10 Armadilhas na avaliação da articulação sacroilíaca pela RNM André Rosenfeld UNIFESP 10h10-10h30 RNM de coluna vertebral total - implicação para o diagnóstico e manejo das espondiloartrites axiais Flavio Duarte GRUPO FLEURY/SP 10h30-11h00 Debate 11h00-11h30 INTERVALO prog 2015 ok.indd 12

13 Comunicações Orais prog 2015 ok.indd 13

14 CO.01 TAM RECEPTORS AND LIGANDS IN JUVENILE SYSTEMIC LUPUS ERYTHEMATOSUS (JSLE). Lima L 1, Liphaus BL 1, Palmeira P 1, Silva CA 2, Goldenstein- Schainberg C 3, Carneiro-Sampaio M 1-1 Instituto da Criança, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil, 2 Instituto da Criança, Disciplina de Reumatologia, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil, 3 Disciplina de Reumatologia, Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, Brazil. Introduction: TAM (Tyro3, Axl, Mer) receptors and their ligands Gas6 and Protein S are important for the clearance of apoptotic cells. Tyro3, Axl, Mer and Gas6 have been individually tested in adult onset lupus with different results. 1-5 In this regard, the up regulation of TAM receptors may corroborate with the idea of a deregulated apoptosis in JSLE patients. Objectives: To simultaneously quantify soluble TAM receptors and the Gas6 ligand in JSLE patients and evaluate the relation with disease activity parameters. Materials and Methods: Forty-four JSLE patients (39 girls, mean age 14.2 yrs, ACR criteria), 14 gender and age-matched healthy individuals (11 girls, mean age 13.9 yrs) and 9 JIA patients (4 girls, mean age 10.5, disease controls, ACR criteria) were enrolled. styro3, saxl, smer and the Gas6 ligand were quantified in sera by commercial ELISA Kits following manufacturer s instructions. Disease activity parameters included SLEDAI score, antidsdna (ELISA), C3 and C4 (nephelometry), ERS (Westergreen) and CRP (nephelometry). Thirty-four JSLE patients had nephritis and 15 with SLEDAI score greater than 4 were arbitrarily classified as having an active disease. Statistical analysis used Mann-Whitney U test and Spearman s rank. P-values <0.05 were considered significant. Results: The TAM receptors and the Gas6 ligand were detected in all patients and controls with results similar to that described in literature. styro3, saxl, smer and Gas6 ligand levels were higher in JSLE patients than in healthy controls and in JIA patients, but without statistical significance. JSLE patients with active disease and with nephritis had an even higher levels, but not significant. TAM receptors and Gas6 ligand levels did not correlated with disease activity parameters. (Table). Conclusions: This is the first study to simultaneously quantify soluble TAM (Tyro3, Axl, Mer) receptors and Gas6 ligand in JSLE patients. Although increased concentrations have been reported in adult-onset LES this was not observed in JSLE patients even when we considered patients with active disease and with nephritis. Further studies with exclusively JSLE patients are needed to confirm these results. References: 1-Zhu H,etal. Lupus 2014;23:624-34, 2-Recarte-Perlz P,etal. Arthritis Res Ther. 2013;15:R41, 3-Gheita TA, etal. J Clin Immunol. 2012;32: , 4-Wu J,etal. Arthritis Res Ther. 2011;13:R62, 5-Suh CH,etal. Arthritis Res Ther. 2010;12:R146. Financial support: FAPESP grants 2012/ and 2008/ Conflicts of interest: None to declare. Table: Soluble Tyro3, Axl, Mer and Gas6 ligand levels in sera from patients with JSLE, JIA and healthy individuals. Mean ± SD, Mann-Whitney U test. Subjects (Nº) JSLE (44) JSLE with active disease (15) JSLE with nephritis (34) JIA (9) Healthy controls (14) styro3 (ng/ml) 13.7± ± ± ± ±4.1 saxl (pg/ml) ± ± ± ± ±834.6 smer (ng/ml) 6.7± ± ± ± ±3.9 Gas6 ligand (pg/ml) ± ± ± ± ± CO.02 CITOCINAS TH1 E TH2 ESTÃO ASSOCIADAS À ATROFIA CEREBRAL NO LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO. Postal M, Lapa AT, Peliçari KO, Sinicato NA, Peres FA, Ferreira WG, Marini R, Costallat LTL, Cendes F, Appenzeller S - Faculdade de Ciências Médicas, Unicamp Introdução: A atrofia cerebral tem sido observada no lúpus eritematoso sistêmico (LES) com frequência variável. A fisiopatologia envolvida em intercorrências do sistema nervoso central (SNC) no LES ainda não foi elucidada. Complexos imunes circulantes, o uso de corticosteróides, autoanticorpos, e liberação de citocinas contribuem para o aparecimento de manifestações neuropsiquiátricas. Níveis séricos elevados das citocinas no LES podem induzir alterações cerebrais. Objetivos: Determinar a prevalência de atrofia cerebral e elucidar o possível papel das citocinas Th1 (IL-12, IFN-γ, TNF-α) e Th2 (IL-4, -5,-6 e -10) no LES. Pacientes e Métodos: Pacientes consecutivos com LES seguidos no Ambulatório de Reumatologia da Universidade Estadual de Campinas foram incluídos. O grupo controle foi constituído por indivíduos pareados por idade e sexo. Uma avaliação clínica, laboratorial e neurológica completa foi realizada em todos os indivíduos. As manifestações do SNC foram analisadas através da revisão de prontuários médicos, de acordo com a nomenclatura e classificação do Colégio Americano de Reumatologia (ACR). Sintomas de ansiedade e depressão foram avaliados pelas escalas de Beck. Pacientes foram avaliados quanto à presença de atividade da doença [SLE Disease Activity Index (SLEDAI)], dano cumulativo [Lupus International Collaborating Clinics/ American College of Rheumatology Damage Index (SDI)] e medicação em uso na data da coleta de sangue. As imagens de ressonância magnética (RM) foram realizadas em um aparelho de 3 Tesla da Phillips, com aquisições no plano sagital ponderadas em T1. O volume cerebral, corpo caloso e ventrículo foram determinados pelo programa semiautomático Neuroline. A dose total de corticosteróides e outros imunossupressores utilizados desde o início da doença foram calculados através de dados obtidos por revisão cuidadosa dos prontuários As amostras de sangue dos participantes foram coletadas na ausência de qualquer infecção. Os níveis séricos das citocinas Th1 (IL-12, IFN-γ, TNF-α) e Th2 (IL-4, -5,-6 e -10) foram quantificados, através do método de ELISA, utilizando kits comerciais. Os dados foram comparados por meio de testes não-paramétricos. Resultados: Foram incluídos 146 pacientes com LES (138 mulheres, média de idade 26,60±13,42 anos, intervalo 9-67) e 91 (86 mulheres, média de idade 27,82±15,23 anos intervalo 5-80) controles sadios. A mediana (intervalo) do volume cerebral em pacientes com LES foi de 1064,16cm 3 (intervalo 831,1-1449,24) cm 3, em comparação com os controles sadios 1134,46cm 3 (intervalo 880, ,59) cm 3 (p<0,001). A atrofia cerebral foi identificada em 20 (13,69%) pacientes com LES e em nenhum dos controles (p<0,001). Níveis séricos das citocinas Th1 [IL-12 (p<0,001), IFN-γ (p<0,001), TNF-α (p<0,001)] e Th2 [IL-4 (p=0,002), IL-5 prog 2015 ok.indd 14

15 (p<0,001), IL-6 (p=0,001) e IL-10 (p<0,001) estavam significativamente aumentados em pacientes com LES quando comparados aos controles. Observamos uma associação entre a atrofia cerebral e IL-12 (p=0,044), IFN-γ(p=0,017) e IL-10 (p=0,003). Não observamos associação entre o volume cerebral e corticosteróides ou quaisquer outras manifestações clínicas/laboratoriais. Conclusão: IL-12, IFN-γ e IL-10 estão associadas à atrofia cerebral no LES, sugerindo uma base imunológica para a atrofia cerebral no LES. As citocinas têm sido apontadas como potenciais fatores que contribuem para a atrofia cerebral no LES. CO.03 ULTRASSONOGRAFIA DE INTERFALÂNGICAS DE MÃOS: CORRELAÇÃO COM CLÍNICA E FUNÇÃO EM PACIENTES COM OSTEOARTRITE (OA) SINTOMÁTICA. Spolidoro Paschoal NO 1, Natour J 1, Oliveira HAV 1, Machado FS 1, Furtado RNV 1-1 Unifesp - Reumatologia ção ultrassonográfica e variáveis clínico-funcionais em OA de mãos (EVAe, força de pinça digital, força de preensão palmar e índice Auscan-função) em IFPs. A ultrassonografia das IFs de mãos com OA mostrou-se reprodutível, tanto na avaliação intra, como na interobservador. CO.04 EFICÁCIA E SEGURANÇA DE TOFACITINIBE APÓS RESPOSTA INADEQUADA A DMARD NÃO BIOLÓGICO OU DMARD BIOLÓGICO Charles-Schoeman C 1, Burmester G 2, Nash P 3, Zerbini CAF 4, Anway S 5, Kwok K 5, Hendrikx T 5, Bananis E 5, Fleishmann R 6-1 University of California, Los Angeles, 2 Charité - University Medicine Berlin, 3 Rheumatology Research Unit - nambour Hospital, 4 Centro Paulista de Investigação Clinica (CEPIC), 5 Pfizer Inc, 6 University of Texas - Medicine Introdução: Tofacitinibe é um inibidor de Janus quinase oral para o tratamento da artrite reumatoide (AR). Objetivos: Comparar a eficácia e segurança de tofacitinibe vs placebo (PBO) em pacientes que tiveram resposta inadequada (RI) apenas a medicamentos modificadores do curso da doença sintéticos convencionais/não biológicos (csdmards; virgens de DMARD biológico [bdmard]) e pacientes com RI a medicamentos anti-fator de necrose tumoral ou outros bdmards (RI-bDMARD) prévios. Materiais e métodos: As comparações de eficácia foram realizadas nos dados agrupados de 4 estudos randomizados controlados de Fase 2 e 5 de Fase 3 de tofacitinibe em pacientes com AR. Pacientes receberam tofacitinibe 5 mg duas vezes ao dia (BID) ou 10 mg BID ou PBO como monoterapia ou em combinação com csdmards. Nesta análise, a eficácia nas subpopulações de pacientes com RI a csdmard (virgens de bdmard) e aqueles que eram RIbDMARD foi avaliada por: American College of Rheumatology 20/50/70, escore da atividade da doença 28-4(velocidade de hemossedimentação), Health Assessment Questionnaire- Disability Index, Clinical Disease Activity Index e Simplified Disease Activity Index. A segurança foi avaliada nos pacientes agrupados dos 5 estudos de fase 3. Resultados: O grupo virgem de bdmard incluiu um número maior de pacientes. Os dados demográficos e basais da doença foram similares entre os grupos de tratamento; dentro das subpopulações, o grupo RI-bDMARD teve uma proporção maior de caucasianos, duração maior da doença e atividade da doença levemente maior no basal do que o grupo virgem de bdmard. A resposta clínica foi significativamente maior em ambas as subpopulações com ambas as doses de tofacitinibe vs PBO (Tabela 1). Todas as medidas melhoraram significativamente com tofacitinibe 5 e 10 mg BID vs PBO (p<0,05). A resposta clínica pareceu numericamente maior em pacientes virgens de bdmard vs RI-bDMARD. Frequências de eventos de segurança de interesse especial nos estudos de fase 3 foram geralmente similares entre as doses de tofacitinibe e subpopulações; os intervalos de confiança foram amplos e sobrepostos para todos os eventos e grupos de tratamento devido ao tamanho limitado da amostra nos grupos PBO e RI- bdmard (Tabela 2). Conclusão: Tofacitinibe reduziu os sinais e sintomas de AR em pacientes virgens de bdmard e com RI-bDMARDs; a resposta clínica foi numericamente maior na população virgem de bdmard. O perfil de segurança pareceu similar entre as subpopulações de pacientes nos estudos de fase 3. Conflitos de interesse: C.Charles-Schoeman, P. Nash, C. A. F. Zerbini e R. Fleischmann receberam fundos de pesquisa e taxas de consultoria da Pfizer Inc. G. Burmester é um membro do Comitê de Palestrantes e recebeu fundos de pesquisa e taxas de consultoria da Pfizer Inc. S.Anway, K.Kwok, T.Hendrikx, E.Bananis são funcionários da Pfizer Inc. Entidade financiadora: Estudo patrocinado pela Pfizer Inc. Referência bibliográfica: Previamente apresentado no ACR 2014: Charles-Schoeman C et al. Arthritis Rheum 2014; 66(11): S abstr 493. Tabelas 1 e 2 na próxima página. Introdução: O ultrassom figura como um método de imagem emergente ainda com uso limitado na OA de mãos. Objetivos: Avaliar a correlação/associação entre medidas ultrassonográficas de hipertrofia sinovial e variáveis clínicas e funcionais de articulações interfalângicas proximal (IFP) e distal (IFD) de pacientes com OA sintomática de mãos. Avaliar a reprodutibilidade ultrassonográfica intra e interobservador. Material e Métodos: Estudo prospectivo com 60 pacientes (60 articulações). 6 tempos avaliação (T0, T1, T4, T8, T12 e T48 semanas). 2 avaliadores cegos. Avaliação Clínica: Escala visual analógica (EVA de 0-10 cm) de dor em repouso (EVAr), em movimento (EVAm) e edema articular (EVAe); goniometria articular; uso de paracetamol; força de preensão palmar; força de três tipos de pinça digital (polpa-polpa, trípode e chave); dois questionários funcionais de membros superiores (questionário COCHIN e índice de AUSCAN). Avaliação Ultrassonográfica: medida quantitativa (em mm) e semiquantitativa (0-3) de hipertrofia sinovial e medida semiquantitativa (0-3) de captação ao power Doppler. Avaliação da reprodutibilidade intra e interobservador foi realizada em 25% da amostra. Considerou-se uma significância estatística de 5%. Resultados: 720 medidas ultrassonográficas (360 palmares e 360 dorsais). Idade média de 60,7 (± 8,2) anos, tempo médio de doença de 5 (± 3,6) anos, maioria mulheres (96,7%). Nas IFPs, medidas quantitativas de hipertrofia sinovial do recesso dorsal apresentaram correlação com EVAe (s=0,149; p= 0,043) e força de pinça polpa-polpa (s=-0,149; p=0,043); na avaliação palmar, correlação com EVAe (s=0,197; p=0,007) e o Índice Auscan-função (s=0,149; p=0,044); e força de preensão palmar (s=-0,154; p=0,037), pinça chave (s=-0,222; p=0,003), pinça polpa-polpa (s=-0,173; p=0,019) e pinça trípode (s=-0,176; p=0,017). Na avaliação semiquantitativa dorsal das IFPs os pacientes que com resultados ultrassonográficos não patológicos apresentavam menor EVAe (2,0 X 3,1; p=0,010), e maior força de pinça chave (6,4 X 5,2; p=0,027), polpa-polpa (3,3 X 2,3; p=0,003) e trípode (4,5 X 3,4; p=0,014); na avaliação palmar, os pacientes não patológicos apresentaram menor Auscanfunção (14,1 X 17,2; p=0,048) e maior força de preensão palmar (15,2 X 12,2; p=0,031), pinça chave (6,4 X 5,7; p=0,006) e trípode (4,5 X 3,9; p=0,041). Na avaliação das IFDs não foram encontradas correlações/associações estatisticamente significantes entre os achados ultrassonográficos e as variáveis clínico-funcionais. Power Doppler positivo em poucas avaliações impossibilitando análise estatística. Exceto para a avaliação intraobservador do escore semiquantitativo de hipertrofia sinovial do recesso palmar em IFDs (p=0,623), a avaliação da reprodutibilidade (intra e interobservador) mostrou-se reprodutível, variando o ICC de 0,474 a 0,857 (p<0,001) e o kappa de 0,390 a 0,673 (p<0,001). Conclusão: Correlações de fraca intensidade e poucas associações foram vistas entre a avaliaprog 2015 ok.indd 15

16 Tabela 1. Respostas de eficácia no Mês 3 (estudos de Fase 2 e 3 agrupados) dentro de cada subpopulação. Todas as medidas melhoraram significativamente com tofacitinibe 5 mg BID ou tofacitinibe 10 mg BID vs PBO (p<0,05) Virgem de bdmard RI - bdmard Parâmetro Tofacitinibe 5 mg BID N=1046 Tofacitinibe 10 mg BID N=1068 PBO N=640 Tofacitinibe 5 mg BID N=258 Tofacitinibe 10 mg BID N=251 PBO N=191 ACR20 / 50 / 70 (%) 60,3 / 32,7 / 12,9 66,2 / 36,6 / 18,4 26,6 / 9,7 / 2,8 43,4 / 24,4 / 9,7 51,8 / 27,9 / 12,4 24,6 / 10,5 / 3,1 CDAI 10* / 2,8 (%) 32,4 / 6,4 39,9 / 9,0 14,4 / 0,7 29,5 / 5,9 35,9 / 6,5 14,4 / 1,2 SDAI 11* / 3,3 (%) 34,5 / 6,3 41,1 / 9,3 14,1 / 0,7 29,8 / 6,8 38,3 / 8,3 13,8 / 0,6 DAS28-4(VHS) 3,2* /<2,6 (%) 16,6 / 7,3 22,9 / 11,4 4,5 / 2,3 12,7 / 6,6 17,8 / 8,4 5,1 / 2,3 Alteração média MQ no DAS28-4 (VHS) -1,90-2,12-0,79-1,62-1,98-0,67 HAQ-DI 0,5 (%) 40,4 46,2 18,1 31,0 39,2 20,1 Alteração média MQ do basal no HAQ-DI -0,46-0,54-0,14-0,31-0,42-0,09 * Baixa atividade da doença; 1 Remissão da doença Ns representam os números de pacientes com dados ACR disponíveis no Mês 3 ACR, critérios do American College of Rheumatology; bdmard; medicamento modificador do curso da doença biológico; BID, duas vezes ao dia; CDAI, Clinical Disease Activity Index; DAS, escore de atividade da doença; VHS velocidade de hemossedimentação; HAQ-DI, Health Assessment Questionnaire-Disability Index; RI, resposta inadequada; MQ, mínimos quadrados; PBO, placebo; SDAI, Simplified Disease Activity Index Tabela 2. Taxas de incidência (IC 95%) dos eventos de segurança nos estudos de Fase 3 Virgem de bdmard Taxa de incidência, por 100 pacientes-ano (IC 95) (número de pacientes com evento) RI - bdmard Taxa de incidência, por 100 pacientes-ano (IC 95) (número de pacientes com evento) Tofacitinibe 5 mg BID N=893 Pac-ano = 885,5 Tofacitinibe 10 mg BID N=898 Pac-ano= 917,4 PBO N=465 Pac-ano= 149,5 Tofacitinibe 5 mg BID N=247 Pac-ano = 170,5 Tofacitinibe 10 mg BID N=241 Pac-ano= 154,8 PBO N=181 Pac-ano= 42,5 Eventos adversos sérios 12,2 (10,0, 14,8) (103) 9,5 (7,7, 11,8) (85) 15,0 (9,9, 22,7) (22) 13,0 (8,5, 20,0) (21) 11,3 (7,0, 18,1) (17) 19,0 (9,5, 38,0) (8) Mortalidade por todas as causas * 0,6 (0,2, 1,4) (5) 0,4 (0,2, 1,2) (4) 0,7 (0,1, 4,7) (1) 1,2 (0,3, 4,7) (2) 0 0 MACE adjudicado 0,6 (0,2, 1,4) (5) 0,8 (0,4, 1,6) (7) 1,3 (0,3, 5,4) (2) 1,2 (0,3, 4,7) (2) 0,6 (0,1, 4,6) (1) 0 Malignidades excluindo NMSC 0,6 (0,2, 1,4) (5) 0,8 (0,4, 1,6) (7) 0 1,2 (0,3, 4,7) (2) 1,9 (0,6, 6,0) (3) 0 Eventos sérios de infecção 3,4 (2,4, 4,9) (30) 3,5 (2,5, 4,9) (32) 2,0 (0,6, 6,2) (3) 2,3 (0,9, 6,3) (4) 3,2 (1,3, 7,8) (5) 0 * Inclui mortes ocorrendo dentro de 30 dias da última dose bdmard, medicamento modificador do curso da doença biológico; BID, duas vezes ao dia; IC, intervalo de confiança; RI, resposta inadequada; MACE, eventos adversos cardíacos importantes; NMSC, câncer de pele não melanoma; PBO, placebo; Pac-ano, pacientes-anos de exposição ao medicamento prog 2015 ok.indd 16

17 CO.05 EIXO IL-23/IL-17 EM PACIENTES COM ESPONDILITE ANQUILOSANTE: ATIVAÇÃO PERSISTENTE E INDEPENDENTE DO TRATAMENTO ANTI-TNF. Milanez FM 1, Saad CGS 1, Viana VT 1, Moraes JCB 1, Perico GV 2, Goncalves CR 1, Bonfá E 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Departamento de Reumatologia, 2 Unidade Radiológica Criciúma -URC - Radiologia Introdução: Apesar dos recentes avanços, o completo entendimento das vias inflamatórias envolvidas na fisiopatologia da espondilite anquilose (EA) ainda é um desafio. Recentemente discute-se o papel do eixo da IL- 23/IL-17 na EA e suas implicações clínicas e terapêuticas. Objetivo: Estudar o comportamento e a influência da terapia anti-tnf no eixo IL-23/IL-17 em pacientes com EA. Materiais e Métodos: Foram estudados 86 pacientes com EA, 47 encaminhados para início de terapia anti-tnf por refratariedade ao tratamento convencional (grupo EA-ativo; BASDAI 4) e 39 com BASDAI<4 em vigência do tratamento convencional (grupo EA-controle). O grupo EA-ativo foi comparado no tempo zero com o grupo EA-controle utilizando índices clínicos (BASDAI, BASMI, BASFI, ASCOL, ASDAS-PCR) e laboratoriais (VHS, PCR e citocinas plasmáticas IL-17A, IL-22, IL-23 e PGE). No tempo zero, o grupo EA-ativo teve seus níveis de interleucinas plasmáticas comparados com 47 controles saudáveis pareados por idade e sexo. Os pacientes EA-ativo foram avaliados utilizando os mesmos parâmetros clínicos e laboratoriais acima em 12 e 24 meses após início do anti- TNF. Análises complementares incluíram o comportamento das interleucinas conforme a resposta à terapia anti-tnf utilizando o ASDAS-PCR e à progressão radiológica medida pelo m-sass (0-24meses). Resultados: No tempo zero, o grupo EA-ativo possuía maiores níveis de IL-23 e PGE2 quando comparado com o grupo EA-controle (p<0.001 e p=0.008) e com o grupo controle saudável (p<0.001 e p=0.02). Após 24 meses, apesar da melhora clínica evidenciada nos índices utilizados (p<0.001), o grupo EA-ativo persistia com níveis elevados da IL-23 e da PGE2 quando comparado com o grupo controle saudável (p<0.001 e p=0.03). A subanálise de 27 pacientes do grupo EA-ativo com boa resposta ao anti-tnf (ASDAS-PCR<2.1, com queda 1.1) em 24 meses demonstrou que os níveis de IL-23 continuavam elevados quando comparados com os controles saudáveis (p<0.001) e quando comparados com os 21 pacientes do grupo EA-controle com grau de atividade inflamatória equivalente (ASDAS-PCR<2.1, p<0.05). No grupo EA-ativo, 27 pacientes (57.5%) sofreram um aumento no m-sass 2 unidades em 24 meses (progressores). Não foi possível identificar fatores preditores de resposta ao anti-tnf ou relacionados a progressão radiológica nessa população. Nesse mesmo grupo, observou-se uma correlação forte entre a IL-23 e a IL-17A nos tempos zero, 12m e 24m após uso do anti-tnf (p 0.001). Não foi identificada associação entre o uso de AINH e os níveis das citocinas, ou, dessas, com a progressão radiológica(p>0.05). Conclusão: Os dados sugerem que o eixo da IL-23/IL-17A está ativo na EA e não é influenciado pela terapia anti-tnf. Nesse contexto, o eixo IL-23/IL-17A surge como um alvo terapêutico em potencial na EA. Referências: 1. Sherlock JP, Buckley CD, Cua DJ. The critical role of interleukin-23 in spondyloarthropathy. Mol Immunol 2014;57: Hreggvidsdottir HS, Noordenbos T, Baeten DL. Inflammatory pathways in spondyloarthritis. Mol Immunol 2014;57: CO.06 SUPERIORITY OF STIR OVER T2-WEIGHTED WITH FAT SUPRESSION IN THE ASSESSMENT OF SACROILIAC JOINTS IN SPONDYLOARTHRITIS: FACT OR FICTION? Dalto VF 1, Assad RL 2, Crema MD 3, Louzada Jr P 2, Nogueira- Barbosa MH 2-1 FMRP-USP - Clinica Médica, 2 FMRP-USP- Clínica Médica, 3 Boston University School of Medicine- Radiology Purpose: To compare STIR and T2-weighted fat-suppressed SPAIR (T2wSPAIR) techniques in the detection of sacroiliitis in spondyloarthritis (SpA), using the T1-weighted fat-suppressed gadolinium-enhanced (T1GdE) technique as the reference. Materials and Methods: We prospectively included 89 SpA patients with clinical suspicion of inflammatory sacroiliitis. All patients were evaluated with 1.5T MRI including coronal STIR, coronal T2wSPAIR and coronal and axial T1GdE sequences. Images were scored according to Spondyloarthritis Research Consortium of Canada (SPARCC). One musculoskeletal radiologist (R1) and a rheumatologist (R2) evaluated each sequence independently. We performed ICC for interobserver agreement and St. Laurent coefficient analysis to compare both sequences with T1GdE Sequence. Results: Strong and significant correlations were found when comparing: T2wSPAIR with T1GdE 0.94 (0.88, 0.96) for R1 and 0.84(0.72, 0.91) for R2; STIR with T1GdE 0.94(0.87, 0.96) for R1 and 0.84(0.71, 0.90) for R2. ICC comparing T2wSPAIR and STIR was 0.95(0.92, 0.96) for R1 and 0.88(0.83, 0.92) for R2. We also found good interobserver ICC for all sequences (T2wSPAIR 0.80, STIR 0.78 and T1GdE 0.83). Conclusion: STIR and T2wSPAIR were comparable regarding the assessment of sacroiliac changes in patients with spondyloarthritis. prog 2015 ok.indd 17

18 CO.07 TRANSPLANTE AUTÓLOGO DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS PARA ESCLEROSE SISTÊMICA. Moraes DA 1, Elias JB 2, Stracieri ABPL, Darrigo-Jr LG, Grecco CES, Costa-Pereira KR 3, Zombrilli AF 4, Leopoldo V 4, Simoes BP, Oliveira MC 1-1 FMRP-USP - Divisão de Imunologia Clínica, Departamento de Clínica Médica, 2 FMRP-USP - Unidade de Transplante de Medula Óssea, Departamento de Clínica Médica, 3 FMRP-USP - Departamento de Clínica Médica, 4 EERP-USP Introdução: O transplante autólogo de células tronco hematopoéticas (TACTH) tem sido investigado nas últimos vinte anos como tratamento para formas graves e progressivas de esclerose sistêmica. O procedimento visa suprimir a autorreatividade, permitindo a instalação de um sistema imunológico renovado e tolerante aos autoantígenos, promovendo controle da progressão da doença. Objetivos: O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia do TACTH como tratamento para formas graves e progressivas de esclerose sistêmica. Materiais e Métodos: Foram incluídos pacientes com acometimento difuso de pele ou portadores de envolvimento visceral, que tenham apresentado progressão da doença nos últimos 12 meses, em vigência do melhor tratamento disponível. Os pacientes foram submetidos a coleta de células-tronco hematopoéticas a partir do sangue periférico, através de leucoaférese. Depois, receberam 200mg/kg de ciclofosfamida + globulina antitimocitária (ATG) de coelho, seguidos por infusão das células-tronco previamente colhidas. Após o transplante, os pacientes foram acompanhados e monitorados clínica e laboratorialmente quanto à atividade da doença. Resultados: De 2007 a 2015, 58 pacientes foram incluídos no estudo e transplantados, com idade média de 29,4 anos (2-49), sendo 74% de mulheres. Todos os pacientes apresentavam acometimento cutâneo difuso, 79% envolvimento pulmonar e 93% de trato gastrointestinal. Uma paciente com doença avançada evoluiu para óbito antes da coleta das células, por pneumonia aspirativa. Todos os demais pacientes foram transplantados conforme protocolo. Houve dois óbitos por toxicidade do transplante, sendo um devido a sepse e outro por cardiotoxicidade pela ciclofosfamida. O seguimento médio dos pacientes foi de 46 meses (6-90). A média(dp) do escore cutâneo de Rodnan diminuiu significativamente (p=0.0003) de 24(8,00) antes do transplante para 17(6,6), 15(7,5), 13(9,8) e 13(8,1) aos 6, 12, 36 e 48 meses pós-transplante, respectivamente. As médias das medidas de função pulmonar mostraram-se inalteradas (p>0.05), antes e depois do transplante. Um paciente não respondeu ao procedimento. Seis pacientes apresentaram progressão da doença, após período de remissão, dos quais dois evoluíram para óbito. Três pacientes adicionais também apresentaram óbito tardio, sendo uma por complicações de parto, uma por provável tromboembolismo pulmonar e uma por púrpura trombocitopênica trombótica. Conclusões: Concluímos que o TACTH é uma intervenção eficaz, promovendo controle prolongado da progressão da doença, na maioria dos pacientes. Todos os autores declaram ausência de conflitos de interesse. CO.08 COMPARAÇÃO ENTRE OZÔNIO INTRA-ARTICULAR E PLACEBO NO TRATAMENTO DA OSTEOARTRITE DE JOELHO ENSAIO CLÍNICO MULTICÊNTRICO, COMPARATIVO, RANDOMIZADO E DUPLO-CEGO. Jesus CCL 1, Santos FC 1, Jesus LMOB 1, Monteiro I 1, Sant Ana MSSC 1, Trevisani VFM 1-1 Escola Paulista de Medicina - UNIFESP Apesar do número elevado de opções terapêuticas no tratamento da Osteoartrite (OA), ainda não se dispõe de tratamentos que reduzam a progressão da doença. O ozônio intra-articular é uma nova forma de tratamento que pode ser aplicado em pacientes com OA de joelhos. Objetivo: determinar se o tratamento da OA de joelho com ozônio intra-articular é mais efetivo do que o tratamento da OA do joelho com placebo intra-articular em relação à redução da dor e à melhora da função articular. Material e métodos: Ensaio clínico randomizado versus placebo duplo cego. O ozônio foi gerado utilizando-se um gerador Ozone & Life O&L 3.0 RM -oxigênio a 100% e administrado ao paciente. Grupo placebo receberam uma injeção de ar. Uma injeção intra-articular (ozônio ou placebo) uma vez por semana, durante 8 semanas consecutivas. Foram avaliados a Escala Visual Analógica (EVA), o Índice de Lequesne, o Timed Up and Go Test ( TUG Test ), o Questionário de Qualidade de Vida SF-36, o Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthritis Index (WOMAC) e o Geriatric Pain Measure ( GPM ) após a randomização, ao final da 4ª e 8ª injeções e 8 semanas após a última injeção. Variáveis com distribuição normal foram avaliadas por métodos paramétricos e, aquelas com distribuição assimétrica por estatística não paramétrica. Resultados: 98 indivíduos, 63 ozônio e, 35 placebo. Os grupos eram semelhantes com relação aos dados demográficos. O TUG apesar da redução de tempo, ligeiramente menor para o grupo com ozônio, sem diferença significativa entre os grupos. Com relação ao índice funcional de Lequesne houve diferença estaticamente significante a partir de 4 semanas (p<0.001) e que se manteve até 16º. semana (p<0.001), favorável ao grupo Ozônio. Resultados semelhantes foram observados com relação ao VAS (p<0.000) dor e ao instrumento GPM (p<0.001), evidenciando redução da dor e melhora nas atividades da vida diária no grupo ozônio, logo em seguida do início da intervenção e no decorrer do tratamento. A melhora de qualidade de vida (SF36) foi evidenciada para todos domínios a partir da segunda avaliação, demonstrando que o ozônio colaborou para melhores resultados de qualidade de vida nos domínios avaliados Conclusões: Nosso estudo evidenciou a eficácia da terapia com Ozônio intra-articular no tratamento da Osteartrite do joelhos com relação a dor, função e qualidade de vida. Todos os autores declaram ausência de conflitos de interesse. Bibliografia:1-Bannuru RR; Schmid CH; Kent DM; Vaysbrot EE; Wrong JB; McAlindon T. Comparative effectiveness of pharmacologic interventions for knee osteoarthritis a systematic review and network meta-analysis. Annals of Internal Medicine. Vol. 162 No.1: 6 January Huanqui C; Cruz M; Miranda A; Poblete P; Mamani R. Eficacia y seguridad Del ozono intraarticular em artrosis de rodilla refractaria al tratamiento. Rev. Perú Reum. Vol 12, Nº 1, P prog 2015 ok.indd 18

19 CO.09 DIETARY INFLAMMATORY INDEX IS ASSOCIATED WITH LOW-IMPACT FRACTURES IN ADULT MEN: THE BRAZILIAN OSTEOPOROSIS STUDY (BRAZOS). Morimoto M 1, Shivappa N 2, Genaro PS 3, Martini LA 4, Schuch NL 4, Hebert JR 5, Pinheiro MM 1-1 Unifesp - Reumatologia, 2 University of South Carolina, Columbia, SC USA - Cancer Prevention and Control Program, 3 Universidade do Vale do Paraíba - Nutrição, 4 Universidade de São Paulo - Nutrição/ Faculdade de Saúde Pública, 5 University of South Carolina, Columbia, SC USA - Epidemiology and Biostatistics, Arnold School of Public Health Background: Adequate nutrition, including intake of dietary calcium and vitamin D, are important to maintain bone health. Evidence suggests that deficiency of some nutrients, including vitamins and minerals, may contribute to bone loss during aging and exert more generalized effects on chronic inflammation. Recently, the Dietary Inflammatory Index (DII) has been developed to assess and evaluate the inflammatory potential of individual diets. Aims: To evaluate the DII in a representative sample of men and women aged 40 years or older in Brazil, as well as to verify its association with low-impact fractures. Design: The DII was calculated using the Brazos database, the first epidemiological study carried out in a representative sample of Brazilian men and women 40 years old. Research was conducted through in-home interviews administered by a trained team. The Nutrition Database System for Research (NDSR) software program was used to analyze data on the intake of nutrients, later employed to calculate the DII using Statistical Analysis Software (SAS) and to assess its association with low-impact fractures. Subjects: A total of 2269 subjects had their DII score calculated using information from 24-hour recall data. Results: Males had slightly lower DII scores than females (DII=1.12±1.04 versus DII=1.24±0.99). Men with low-impact fractures had significantly higher DII compared to those with no history of fractures (1.24±1.06 versus 1.08±1.04). Women taking statins had lower DII, indicating greater potential for diet-related anti-inflammatory effects. Conclusion: Our findings suggest that a pro-inflammatory diet is associated with low-impact fractures in Brazilian adult men, but not in women. CO.10 AVALIAÇÃO SIMULTÂNEA DE 25-HIDROXIVITAMINA D E PROCALCITONINA EM GRANULOMATOSE COM POLIANGIÍTE (GPA): DIFERENCIAÇÃO ENTRE ATIVIDADE E INFECÇÃO? Perez MO 1, Levy-Neto M 1, Oliveira RM 2, Caparbo VF 1, Bonfá E 1, Pereira RMR 1-1 Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - Reumatologia, 2 RDO Diagnósticos Médicos Introdução: A vitamina D atua como imunomodulador nas respostas imune inata e adaptativa. A deficiência de 25-hidroxivitamina D (25OHD) foi associada com atividade de doenças autoimunes e com aumento da frequência de infecções bacterianas e virais. A procalcitonina (PCT) é considerada um marcador de infecção bacteriana e fúngica, e altas concentrações séricas foram associadas com atividade de doenças autoimunes. Não há estudos que avaliem simultaneamente níveis séricos de 25OHD e PCT em pacientes com GPA e a associação com atividade de doença e infecção. Objetivos: Determinar a possível associação entre as concentrações séricas de 25OHD e PCT com atividade de doença e infecção de vias aéreas em pacientes com Granulomatose com Poliangiíte (GPA). Métodos: Foram avaliados 32 pacientes com GPA no outono/inverno (n=32) e primavera/verão (n=27). 25OHD e PCT foram mensuradas por eletroquimioluminescência (ELECSYS, Roche). Atividade de doença foi avaliada pelo Birmingham Vasculitis Activity Score (BVAS 1) e ANCA. Infecção de vias aéreas foi definida de acordo com os critérios do Centers for Disease Control and Prevention (CDC). T-student, Mann Whitney e teste exato de Fischer foram usados para análise estatística, com p<0,05 considerado significante. Resultados: Dos pacientes avaliados, 53% eram mulheres (17/32) e 65,6% (21/32) eram caucasianos, com média de idade de 46,2 ± 13 anos, duração de doença de 8,9 ± 4,2 anos e 71,8% (23/32) apresentaram a forma generalizada da GPA. Trinta e nove pacientes (39/59, 66%) estavam em suplementação de vitamina D ( U/ dia). Não houve diferença entre as concentrações de 25OHD daqueles com (34,87 ± 12,51 ng/ml) ou sem (36,31 ± 12,81 ng/ml) suplementação de vitamina D. No outono/inverno, as concentrações de 25OHD foram mais baixas comparado com as estações primavera/verão (32,31 ± 13,10 vs. 38,98 ± 10,97 ng/ml, p=0,04). Sete pacientes foram diagnosticados com infecção de vias aéreas, 5 deles no outono/inverno, com predomínio de traqueobronquite (71,4%). Pacientes com infecção de vias aéreas tiveram concentrações mais baixas de 25OHD comparado com aqueles sem infecção (24,51 ± 11,81 vs. 36,82 ± 11,98 ng/ml, p=0,01), enquanto não houve diferença para níveis séricos de PCT (0,07 ± 0,06 vs. 0,04 ± 0,03 ng/ml, p=0,26). Em relação à atividade, níveis séricos mais altos de PCT foram encontrados em pacientes com BVAS 1 e ANCA positivo, em comparação com pacientes com BVAS=0 e ANCA negativo (0,07 ± 0,06 vs. 0,03 ± 0,01 ng/ ml, p=0,02). Não houve diferença entre níveis de 25OHD naqueles com e sem atividade doença (BVAS 1 e ANCA positivo), (33,60 ± 11,84 vs. 36,19 ±12,89 ng/ml, p=0,46). Conclusões: A associação observada entre níveis mais baixos de 25OHD com infecção, e níveis mais elevados de PCT com atividade de doença, em pacientes com GPA, sugere que a avaliação simultânea destes dois marcadores pode ajudar a distinguir atividade de doença de infecção em pacientes com GPA. prog 2015 ok.indd 19

20 CO.11 O IMPACTO DOS ANTIMALÁRICOS NA PREVALÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO NA PRÉ-MENOPAUSA. Muniz LF 1, Bonfá E 1, Silva TF 1, Pereira RMR 1, Borba EF 1-1 Universidade de São Paulo - Reumatologia Introdução: A síndrome metabólica (SM) é preditor independente de doença cardiovascular, a principal causa de mortalidade no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES). Não existem dados sobre os principais fatores associados à SM em pacientes jovens na pré-menopausa, população mais afetada pelo LES. Objetivo: Avaliar a prevalência da SM em mulheres jovens na pré-menopausa com LES e identificar fatores relacionados a doença e à terapêutica que contribuem para a SM, utilizando a análise pelo propensity score. Materiais e Métodos: Foram avaliadas 103 pacientes com LES (critérios do American College Rheumatology 1997) na pré-menopausa, com idade inferior a 40 anos de idade. Foram selecionadas 35 mulheres saudáveis como controles, com menos de 40 anos de idade, sem doenças crônicas ou autoimunes. Os critérios de exclusão foram idade inferior a 18 anos, menopausa e gravidez. Parâmetros clínicos, laboratoriais e de terapêutica foram avaliados. A definição da SM foi feita de acordo com os critérios mais recentes do Joint Interim Statement de Análise multivariada utilizou a regressão de Poisson e a análise pelo propensity score foi realizada para o controle das variáveis de confusão. Resultados: A prevalência de SM (22,3 vs. 5,7%; p=0,03) foi mais elevada no grupo LES, assim como o risco cardiovascular pelo Systematic Coronary Risk Evaluation (SCORE) (1,4 ± 0,8 vs. 1,1 ± 0,4; p=0,01). Hipertensão arterial sistêmica (42,7 vs. 2,9%; p<0,0001) e circunferência abdominal aumentada (83,5 vs. 37,1%; p<0,0001) foram critérios da SM mais frequentes no LES, que apresentou também maiores escores do Homeostasis Model Assessment Index (HOMA-IR) (1,8 + 0,9 vs. 1,3 + 1,0; p=0,0008). Não houve diferença significativa quanto à idade, tempo de doença e pontuação no Systemic Lupus International Collaborative Clinics (SLICC/ACR DI) entre os grupos LES com e sem SM. No grupo com LES e SM, os escores do Systemic Lupus Erythematosus Disease Activity Index (SLEDAI) foram significativamente mais elevados (5,9 ± 7,6 vs. 1,9 ± 2,7; p=0,006), assim como atividade renal prévia (73,9 vs. 51,2%; p=0,05) e atividade renal atual (34,8 vs. 10,0%; p=0,008), dose atual de prednisona (20 [0-60] vs. 5 [0-60]mg/dl; p=0,018) e dose cumulativa de prednisona (41,48 ± 24,7 vs. 27,81 ± 18,66g; p=0,023). A cloroquina foi menos utilizada nos pacientes LES com SM (65,2 vs. 90,0%; p=0,008). Na análise multivariada, apenas o uso atual de cloroquina (razão de prevalência [RP]=0,29; IC95% 0,13-0,64) e dose cumulativa de prednisona foram associados com SM (RP=1,02; IC95% 1,01-1,04), mesmo após ajuste pelo propensity score. O uso de cloroquina determinou uma redução de 71% na prevalência de SM no LES. Por outro lado, o aumento de 1g na dose cumulativa de prednisona determinou um aumento de 2% na prevalência estimada de SM. Importante notar que o uso da cloroquina reduziu a prevalência estimada de SM mesmo em pacientes em uso de corticosteroides, e este benefício foi maior quanto maior a dose cumulativa de prednisona (Figura): Conclusão: A prevalência da SM em pacientes jovens com LES na pré-menopausa é alta, sendo principalmente influenciada pelas terapias com prednisona ou cloroquina. Os antimaláricos possuem um efeito protetor sobre a prevalência da SM no LES, sendo que este benefício compensou o efeito deletério do corticoide de maneira dose-dependente. CO.12 TESTE ERGOMÉTRICO COMO FERRAMENTA IMPORTANTE PARA DIAGNÓSTICO DE INCOMPETÊNCIA CRONOTRÓPICA E PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM DOENÇAS REUMÁTICAS INFLAMATÓRIAS SISTÊMICAS. KLEMZ BNC 1, dos Reis Neto ET 1, Jennings F 1, Klemz FK, Pinheiro HH, Siqueira US, Sato EI 1, Natour J 1, Szejnfeld VL 1, Pinheiro MM 1-1 Universidade Federal de São Paulo - EPM - Reumatologia Introdução: Exercícios físicos supervisionados (EFS) são estratégias para o tratamento das doenças reumáticas inflamatórias sistêmicas (DRIS). No entanto, não existem recomendações específicas para a avaliação cardiovascular (CV) antes da prescrição dos EFS. Objetivos: Avaliar o impacto e os fatores de risco associados com alterações do teste ergométrico (TE) em pacientes com DRIS. Pacientes e Métodos: Após a avaliação ergométrica, 103 pacientes com artrite reumatoide (AR), 42 com lúpus eritematoso sistêmico (LES) e 57 com espondilite anquilosante (EA) foram elegíveis. O grupo controle (GC) incluiu 231 indivíduos saudáveis e sedentários, pareados para idade, sexo e IMC. Todos eles realizaram TE, conforme os protocolos-padrão para indivíduos saudáveis e pacientes com restrições físicas, e foram investigados quanto aos fatores de risco para doenças CV, medicações concomitantes, doenças associadas e detalhes específicos de cada doença, incluindo parâmetros de atividade e capacidade funcional. P<0,05 foi considerado como significante. Resultados: A atividade da doença foi moderada em pacientes com AR e EA (DAS28=3,9±2,18 e ASDAS-VHS=2,36±0,89, respectivamente) e leve no LES (SLEDAI=1,97±2,01). A maior gravidade e limitação funcional foi observada em pacientes com EA (BASFI=3,93±2,47) do que naqueles com LES (SLICC=0,13±0,43) e AR (HAQ=0,74±0,5). O grupo de pacientes apresentou significantemente maior número de alterações do TE (26,3 a 57,3%) em relação ao CG (3,6 a 9%), sobretudo o comportamento hipertensivo ao exercício, maior frequência cardíaca em repouso com prejuízo da recuperação no primeiro minuto, menor consumo de oxigênio e incompetência cronotrópica (Inc-C) (p<0,001). A doença, per se, foi a principal variável implicada com TE positivo (LES: OR=12; IC95% 2,54-56,72, p=0,002; AR: OR=13,56; IC95% 6,16-29,82, p<0,001 e EA: OR=4,31; IC95% 1,17-15,83, p=0,028). Cada incremento de uma década da idade, aumentou em 13% a chance de alterações do TE (p=0,008) em pacientes com EA, assim como a presença de HAS (OR=7,14; IC95% 1,61-31,62, p=0,01). Com relação à Inc-C, a idade desempenhou papel protetor (OR=0,88; IC95% 0,78-0,99; p=0,043) no LES e tendência de risco para cada incremento de uma unidade do ASDAS-VHS em pacientes com EA (OR=2,73; IC95% 0,93-8,0; p=0,067). Conclusão: Nossos resultados demonstraram maior positividade do TE em pacientes com AR, EA e LES, sem sintomas cardiovasculares, ressaltando a importância do método antes da prescrição de EFS. prog 2015 ok.indd 20

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