Anexo XII Memorial Descritivo

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1 Anexo XII Memorial Descritivo 1 - APRESENTAÇÃO: O presente memorial visa descrever as diretrizes básicas que devem ser observadas na reformulação / readequação da iluminação pública da avenida Castelo Branco. 2 - SITUAÇÃO ATUAL: O referido trecho possui iluminação pública, porém sugere-se a necessidade de reformulação devido aos vandalismos ocorridos, desgaste dos materiais com o tempo e aos eventos para a copa do mundo de A avenida Castelo Branco possui um sistema de iluminação pública que consiste basicamente de posteação, tipo IP-PA15, em um lado da via pública e distribuídos a cada 45m, necessitando reforma / readequação devido aos vandalismos e ao desgaste dos materiais com o tempo. 3 - SITUAÇÃO DE PROJETO E JUSTIFICATIVA: Seguindo as orientações da NBR 5101, a reformulação da iluminação pública prevê o atendimento da norma no que se refere aos requisitos necessários à iluminação de vias públicas. O projeto contempla a implantação de um sistema piloto de iluminação pública com inovações tecnológicas como LEDs e telegestão, realizando acesso e controle remoto das informações de cada ponto de iluminação pública, o qual espera-se modernizar e buscar maior eficiência da iluminação pública. Por se tratar de um sistema piloto de iluminação pública com a utilização de inovações tecnológicas como as luminárias LED e os componentes para serviços de telegestão, que não são padronizados pela DIP/SMOV, e devido à segurança pública, serão acrescidos em 10% os componentes deste novo sistema para futuras reposições ou manutenções de emergência caso ocorra defeito ou falha de algum equipamento. Serão substituídos todos os equipamentos existentes como postes, tubulações, condutores de distribuição e alimentação, quadros de comando, luminárias, lâmpadas, reatores e demais acessórios de iluminação pública. Todos os materiais retirados do trecho deverão ser entregues à DIP/SMOV, conforme orientação da fiscalização. 4 - IMPLANTAÇÃO: Deverão ser observados os seguintes termos: Suprimento de Energia - O suprimento de energia para o sistema de iluminação a ser implantado, será a partir dos pontos de entrega da concessionária de energia elétrica atualmente utilizados pela iluminação pública. 1 de 9

2 Os circuitos existentes de baixa tensão, da concessionária de energia elétrica, operam em 220V F/F ou 127V F/N e os equipamentos de iluminação pública operam em 220V F/F Quadro de proteção - Para a reformulação do sistema de proteção elétrica de iluminação pública, deverão ser substituídos todos os quadros existentes. Todas as proteções elétricas, inclusive disjuntores tipo DR e fusíveis tipo NH, estão indicadas em planta e orçamento Condutores - Para o circuito de distribuição, deverão ser utilizados cabos singelos, PVC 70ºC, com isolação para 1000V, nas seções indicadas em projeto e orçamento. Para as ligações dos pontos de iluminação, deverão ser utilizados condutores singelos na seção 4,0 mm 2, PVC 70ºC, com isolação para 1000 V. 4.4 Dutos Devido aos vandalismos constantes no local, serão instalados cabos novos em todo o trecho sob a pista de rolamento. Os condutores ficarão no mínimo à 0,6m de profundidade sob a pista de rolamento, devendo o trecho ser recoberto e compactado com areia, instalado fita de advertência, indicando o risco de choque elétrico, concretado, com espessura mínima de 10cm e, após, reconstruída a pista de rolamento, com asfalto quente, espessura de 5cm, respectivamente. Nas interligações entre rede de distribuição e ponto de iluminação, ou seja, entre caixa de passagem e poste, será utilizado eletroduto de PVC flexível, conforme indicado em planta. Para as travessias e demais trechos indicados em planta, serão utilizados eletrodutos de FG 75mm. Nota: Nos trechos onde houver duto de FG 75mm, deverá ser instalado outro duto de reserva com mesmo diâmetro Ligações elétricas Todas as emendas e derivações de condutores deverão ser realizadas somente nas caixas de passagens e isoladas com fita auto fusão, em duas camadas, e revestidas com fita isolante comum. Nas luminárias projetadas, no interior das mesmas, serão colocados fusíveis de proteção, conforme item Luminárias com tecnologias LEDs - As luminárias LED deverão ser aprovadas pela fiscalização ou seção de laboratório desta DIP/SMOV antes de sua instalação. A luminária LED deverá possuir os seguintes requisitos: Atender aos mesmos requisitos das luminárias convencionais já instaladas pela DIP/SMOV, tais como testes de vibração, carregamentos horizontal e vertical, força dos ventos e grau de proteção. Os requisitos são especificados para garantir a segurança, durabilidade dos componentes e facilidades de manutenção; Serem fornecidas completamente montadas pelo fabricante, incluindo todos os seus componentes, acessórios e prontas para serem instaladas na rede de iluminação pública; 2 de 9

3 4.6.3 Possuir conjunto com driver, módulo, placa de LEDs, vidro temperado, corpo, fusíveis de proteção, contra sobrecorrentes e curto-circuitos, compatível com a potência do ponto de iluminação e demais componentes; Possuir fusíveis de proteção na entrada do conjunto, contra sobrecorrentes e curtocircuitos, indicados e fornecidos pelo fabricante da luminária. Todas as fases de alimentação do ponto de iluminação deverão possuir proteção elétrica com fusíveis fornecidos pelo fabricante; Atender aos testes de vibração, conforme norma ANSI C136; Possuir placa de identificação conforme padrão DIP/SMOV; Sem tomada para relé; Tensão nominal de operação 220VCA, 60Hz e considerar a tolerância de tensão estabelecida pela ANEEL; Grau de proteção IP66 e IK 08; Corpo em alumínio injetado com espessura mínima de 3mm ou 2mm (quando injetado a alta pressão); Acabamento em pintura eletrostática com resinas de poliéster em pó resistente a corrosão, com 2,0mm de espessura mínima, com proteção contra radiação ultravioleta; Equipamento auxiliar (drivers) do dispositivo deve ser montado internamente e ser substituível; Equipamento auxiliar (drivers) deve ser acessível sem o auxílio de ferramentas; Todo equipamento auxiliar, como a fonte de alimentação (driver), conexões e protetor contra surto, devem ser instalados internamente à luminária, com acesso livre, sem auxílio de ferramentas e serem substituíveis; Acesso ao alojamento dos equipamentos auxiliares deverá permitir operação para manutenção confortável ao operador, eliminando a possibilidade de queda por gravidade dos componentes; Possuir todos os parafusos de aço inoxidável; Possuir parafusos em todos os componentes que requerem manutenção após instalação; Não possuir peça constituída de policarbonato; Possuir massa (peso) máxima de 21kg; Possibilitar a fixação da luminária em braços ou topos de postes com diâmetro de 60mm; 3 de 9

4 As passagens dos fios devem ser lisas e livres de cantos vivos, rebarbas, saliências e outros defeitos análogos que possam causar abrasão na isolação da fiação. Partes como parafusos metálicos de rosca total sem cabeça não devem sobressair nas passagens dos fios; Fator de Potência (FP) maior do que 0,92; Desejável Taxa de Distorção Harmônica (THD) da corrente de entrada menor do que 10%; Possuir imunidade a sobretensões transientes conforme IEC e IEC ou IEEE C ; Possuir proteção contra surtos 10kV/5kA, conforme IEC e IEC ou IEEE C ; IRC (Índide de Reprodução de Cor) maior do que 70; Temperatura de cor igual a 5700K; Deve ser dimerizável; Facho assimétrico fechado médio; Temperatura de operação máxima 50ºC; Taxa de falhas inferior a 5% em horas (mais de 11 anos funcionando 12 horas por dia); Vida útil mínima de horas e 12 horas de funcionamento por dia; Depreciação do fluxo luminoso deverá ser de no máximo 15% do valor inicial (nominal), até atingir a vida útil de horas; Nota: Para comprovar o limite de 15% de depreciação do fluxo luminoso, a DIP/SMOV, a seu critério, poderá realizar ensaios em campo, por amostragem, em luminárias instaladas. Se comprovado limite de depreciação do fluxo luminoso acima do permitido, o fornecedor se obrigará a substituir todas as luminárias que apresentarem esta deficiência; Potência nominal máxima de 300W para substituir lâmpada vapor de sódio de 400W; Eficiência luminosa igual ou superior a 85 lm/w e fluxo luminoso mínimo de lúmens por ponto de iluminação; Corrente de alimentação fornecida pelo driver não deve ultrapassar a corrente nominal do LED para 100% do seu fluxo luminoso, limitando-se ao valor máximo de 700mA; Possuir conexão para aterramento conforme normas vigentes; Potência da luminária (incluindo dispositivos remotos) não deve exceder 2,5W quando na condição desligada; 4 de 9

5 Possuir disspadores de calor do conjunto circuito / LEDs em alumínio extrudado, vedado uso de ventiladores, bombas ou líquidos de arrefecimento. Não deve permitir o acúmulo de detritos de forma a não prejudicar a dissipação de calor; A fotometria da luminária deverá ser ensaiada e certificada segundo a norma IES LM- 79; O LED deverá ser ensaiado e certificado segundo a norma IES LM-80; Garantia mínima de 10 anos para todos os componentes da luminária; Nota: A contratada deverá entregar cópia da nota fiscal da compra do material à fiscalização da DIP/SMOV, constando, no campo de observação da nota, a informação, por parte do fabricante, de que a garantia, mínima de 10 anos, se aplica à DIP/SMOV em caso de troca por defeito em algum componente do conjunto com tecnologia LED; Além da apresentação de dossiê com os mesmos requisitos para luminárias convencionais desta DIP/SMOV, deverá ser apresentado, à fiscalização ou seção de laboratório DIP/SMOV, dossiê técnico do material com ensaios e certificações, para comprovação dos requisitos técnicos da luminária, em conformidade com os padrões IESNA (Illuminating Engineering Society of North América) LM 79 e IESNA LM 80; Deverá ser encaminhado à fiscalização ou seção de laboratório DIP/SMOV, para aprovação, um protótipo do conjunto completo, com placa de identificação conforme padrão DIP/SMOV, antes de sua instalação; Deverá reproduzir no trecho iluminância média (E médio) mínima de 35 lux, conforme projeto; Deverá reproduzir no trecho uniformidade maior do que 0,6 conforme projeto; Deverá permitir acesso para equipamentos de telegestão; Deverão ser entregues à fiscalização DIP/SMOV as peças sobressalentes, conforme orçamento, para futuras reposições de emergência em caso de falha dos equipamentos Aterramentos - O quadro de luz, os eletrodutos, os postes, as luminárias e demais componentes metálicos, que não devem sofrer condução de corrente elétrica, deverão ser aterrados nas caixas de passagens / inspeções e todas as hastes de terra interligadas entre si com condutor singelo, conforme indicado em planta. Cada circuito de distribuição deverá possuir condutor de aterramento específico. Os condutores de aterramento estão indicados em planta e lista de materiais. A haste de aterramento será em bastão de cobre Ø 15 x 2400mm. Deverão ser usados conectores de aperto mecânico, tipo Split Bolt, para conexão da haste de aterramento aos condutores terra, sendo um conector por condutor. A resistência de terra, nos diversos pontos da instalação, deverá ser menor ou igual à 10 ohms em qualquer época do ano. 5 de 9

6 4.8 Postes metálicos - Os postes metálicos deverão ser de aço carbono fornecidos de acordo com as NBRs 14744, 6123, 6323, padrão DIP/SMOV, demais normas vigentes e devendo suportar ao carregamento da luminária e seus acessórios indicados no item 4.6. Em cada lote de postes entregue, deverá ser encaminhado à fiscalização ou seção de laboratório DIP/SMOV, para aprovação, um protótipo do poste com placa de identificação conforme padrão DIP/SMOV, certificado de ensaio, conforme anexo C da NBR 14744, e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do responsável técnico pelo fornecimento do lote de material antes de sua instalação. O detalhe do poste está indicado em planta. Conforme padrão desta DIP/SMOV, os postes deverão ter uma garantia mínima de 10 anos para as peças que apresentarem defeito de galvanização conforme NBR Caixas de passagem Serão construídas novas caixas de passagem, conforme detalhe em planta Engastamento Os postes deverão ser engastados conforme detalhe em planta, padrão DIP/SMOV e demais normas vigentes Telegestão e telemetria Deverá ser instalado um sistema inteligente de monitoramento e controle remoto do novo sistema de iluminação pública. O sistema de telegestão deverá ser aprovado pela fiscalização ou seção de laboratório desta DIP/SMOV antes de sua instalação. A comunicação dos componentes do sistema de telegestão e telemetria, deverá ser baseada em tecnologia aberta cuja frequência de comunicação, que o fabricante utiliza, seja homologada pela ANATEL para operação nesta classe de serviço. Também, os equipamentos (hardware), constituintes do sistema, deverão possuir certificação por parte da ANATEL. A freqüência e tecnologia utilizadas não poderão causar interferências em outros serviços de telecomunicações, bem como não ser susceptível a interferências de outras fontes, prejudicando a sua confiabilidade. No caso em que o sistema utilizar infraestrutura de outros órgãos públicos, alheios à PMPA, tais como concessionárias de energia elétrica ou empresas de comunicações, o fabricante / fornecedor do sistema, deverá apresentar documentação assinada por estes órgãos autorizando a utilização de sua infraestrutura. O fornecedor do sistema se responsabilizará por qualquer dano causado aos serviços e instalações destes órgãos que sejam oriundos da aplicação do sistema de telegestão e telemetria. Cada ponto de iluminação do sistema deverá conter um Controlador Outdoor de Luminária (COL), dispositivo que monitora, controla e dirige um reator ou driver de LED de qualquer fabricante. O COL: 6 de 9

7 - Controla o reator / driver através da comutação da rede de alimentação, dimerização por degrau, comunicação DALI ou equivalente, sempre utilizando tecnologia aberta e gratuita; - Monitora e armazena as características elétricas do reator / driver; Este controlador (COL) deverá funcionar em conjunto com o Controlador de Segmento (CS), equipamento que centraliza a comunicação com os demais pontos (COLs), formando um sistema de controle de iluminação pública em rede, devendo realizar as seguintes funções: Controle: Recebe os comandos de entrada do CS e atua de acordo com a comutação do relé de saída e / ou regulariza o nível de luz usando a interface de dimerização DALI ou equivalente. No caso em que a comunicação esteja temporariamente indisponível, o COL permanecerá operacional de acordo com sua última programação. A telegestão deverá ser dotada de esquemas de segurança que impeçam o não funcionamento dos pontos de iluminação em caso de pane do sistema; Monitoramento: A função de monitoramento mede a corrente, tensão da rede, fator de potência, horas de funcionamento e consumo de energia da lâmpada ligada / conjunto de LED; Relatório: Com base nas medições em real time, a função monitor, determina se a lâmpada ou conjunto de LED está funcionando dentro dos limites configurados de acordo com as exigências da fiscalização. Caso contrário, o COL irá criar um alarme, que será comunicado ao CS. Esta informação é usada para determinar a condição da lâmpada / conjunto de LED. No caso de os valores medidos estarem dentro dos limites definidos, o COL irá armazenar as informações. Em uma base regular, a informação coletada será recuperada pelo CS para propósitos de relatórios de acordo com as exigências da fiscalização; Os softwares deste sistema deverão ser abertos, devendo a contratada fornecer treinamento operacional, manuais e informações técnicas sobre a solução implantada à fiscalização e equipe da DIP/SMOV; A DIP/SMOV deverá ter acesso remoto, de acordo com definições da fiscalização, aos sistemas de monitoramento das instalações de iluminação pública e dos dados pertinentes aos serviços contratados; A Contratada deverá fornecer todo o treinamento necessário à equipe da DIP/SMOV quanto à instalação e operação dos softwares e equipamentos específicos disponibilizados, devendo manter um profissional da contratada na DIP/SMOV com este objetivo; A contratada deverá disponibilizar manuais técnicos do sistema e diagramas completos e detalhados de ligação do COL e do CS com as luminárias e demais 7 de 9

8 componentes dos quadros de comando / proteção. Todo o material deverá ser disponibilizado em português e deverá obedecer às normas técnicas brasileiras; Os dados coletados (medições de corrente, tensão, fator de potência, consumo e etc.), através do monitoramento, de cada ponto de iluminação pública deverão ser armazenados e replicados à DIP/SMOV com a finalidade de gerar histórico da evolução temporal de cada ponto luminoso; Os dados de relatórios, de históricos e de monitoramentos dos pontos de iluminação deverão ser vinculados com a identificação, cadastro e georeferenciamento da DIP/SMOV de cada ponto luminoso; Deverão ser realizados, pelo sistema de telegestão e telemetria, amostragens, não superiores a 30 minutos, de cada ponto de iluminação, que deverão ser replicados à DIP/SMOV, em formato a ser definido pela fiscalização; Deverá manter os dados armazenados por período não inferior a 12 meses; Deverá emitir relatórios diários, automáticos ou por solicitação de acordo com exigências da fiscalização; Os dados deverão ser apresentados em mapa georeferenciado, sem custo para a PMPA, preferencialmente mapas da PMPA; As fixações das instalações para o sistema de telegestão, COLs e CSs, deverão ser definidas entre Contratada e fiscalização desta DIP/SMOV; A instalação dos COLs nos pontos de iluminação deverá ser realizada de forma que privilegie a segurança e facilidade de manutenção. Da mesma forma, não deverá prejudicar a harmonia do conjunto poste-luminária; A contratada deverá verificar se existe a possibilidade de instalação do COL internamente à luminária, de forma que a ligação elétrica entre os equipamentos seja segura, ou seja, sem afetar as características técnicas originais da luminária, além de não dificultar aspectos de manutenção. Antes da implantação do sistema, deverá ser apresentada proposta de solução para análise da fiscalização ou seção de laboratório, podendo a mesma ser rejeitada se os critérios apresentados não forem atendidos; Os equipamentos que forem instalados no trecho deverão possuir grau de proteção, estanquicidade, IP66 para todo o seu conjunto; Deverá possibilitar a dimerização remota e programável do sistema de iluminação; 8 de 9

9 Os equipamentos, COLs e CSs, deverão operar de acordo com o estabelecido nas regulamentações da ANATEL, demais normas vigentes e devendo possuir certificações emitidas e aceitas pela mesma; O sistema será considerado como recebido após 60 dias de operação sem falhas; Todos os equipamentos de telegestão e telemetria deverão possuir protetor contra surtos de 10kV / 5kA; Deverá possuir integração com o sistema de gestão utilizado pela PMPA através de webservice; O corpo técnico da DIP/SMOV deverá ter acesso irrestrito ao sistema, como número de acessos adequados para utilização do mesmo; O sistema deverá usar padrão aberto; O sistema deverá preservar a segurança dos dados, recebidos e transmitidos, evitando acessos não autorizados, garantindo confidencialidade, integridade e disponibilidade; O fabricante dos equipamentos e serviços deverá possuir suporte técnico especializado em português, para possíveis manutenções e troca de componentes, em território nacional; Garantia mínima de 3 (anos) anos para todos os componentes de telegestão e telemetria; Nota: A contratada deverá entregar cópia da nota fiscal da compra do material à fiscalização da DIP/SMOV, constando, no campo de observação da nota, a informação, por parte do fabricante, de que a garantia, mínima de 3 anos, se aplica à DIP/SMOV em caso de troca por defeito em algum componente do conjunto de telegestão e telemetria. 5 - CONSIDERAÇÕES FINAIS: Todos as instalações elétricas, serviços e materiais a serem utilizados deverão obedecer às disposições, regulamentos e padronizações da CEEE, DIP/SMOV, NBR 5410, NBR 6323, NBR 6123, NBR (postes metálicos), IESNA (luminárias LEDs), ANATEL (sistema de telegestão e telemetria), NR-10 e demais normas vigentes. Entregar o as built em até 30 dias após a conclusão dos serviços, com a descrição detalhada de todos os equipamentos utilizados, incluindo marca, modelo e demais informações. 9 de 9

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