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1 Especificações Técnicas Suíte Integrada de Servidor de Aplicação para o ambiente de processamento central da Dataprev. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 1/26

2 1. Objeto Aquisição de suíte integrada de servidor de aplicação, incluindo serviços de instalação, garantia de atualização de versões e suporte aos produtos contratados por um período de 36 meses, em conformidade com as especificações técnicas e demais condições constantes do Edital e seus Anexos. 2. Contexto Os sistemas de informações a serem desenvolvidos para suporte tecnológico ao Novo Modelo de Gestão do INSS (NMG) deverão prover completa automação e integração dos processos de trabalho da organização previdenciária para operações predominantemente on-line e em tempo real, implementando as complexas e numerosas regras de negócio da Previdência Social e armazenando grandes volumes de dados que deverão ser disponibilizados tempestivamente para subsidiar decisões em todos os níveis da organização. Neste contexto, para iniciar o processo de desenvolvimento de uma nova arquitetura e infra-estrutura computacional, no escopo do Plano de Arquitetura, Infraestrutura e Serviços, que compõe o Plano de Modernização Tecnológica (PAI/PMT), foram especificados equipamentos e serviços para montagem de um ambiente central de processamento considerado suficiente para atender a uma primeira fase de sistemas do Novo Modelo de Gestão (NMG) da organização previdenciária, de acordo com o Plano de Soluções e Serviços (PSS/PMT) elaborado anteriormente. A arquitetura de sistemas prevista no Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI) apresenta requisitos de integração não encontrados, em geral, em modelos federados de bases de dados e isso se deve à necessidade de controle mais rigoroso dos processos de trabalho baseados em fluxos de informações, como é o caso da Previdência Social. Esse tipo de arquitetura, aqui apresentada de modo genérico, pode ser observada na figura abaixo, extraída do PDTI e atualizada. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 2/26

3 3. Sistemas de Informação 3.1 Arquitetura de Sistemas A nova arquitetura de sistemas da Dataprev para suportar os processos da Previdência Social deverá ser orientada tanto a serviços como a eventos. De um modo bastante simples, pode-se dizer que as características "orientadas a serviços" dessa arquitetura deverão atender aos serviços operacionais enquanto as características "orientadas a eventos" deverão atender às necessidades de controle de processos e informações. Em suma, essa nova arquitetura deverá apresentar as seguintes características estruturantes e funcionais: a) Interoperabilidade e portabilidade que a torne pronta para evoluir junto com o próprio negócio, primando pela conectividade das aplicações no conjunto dos sistemas. Sistemas de colaboração, tais como mensageria, workflow e GED, serão onipresentes nesse novo ambiente tecnológico. b) Adaptabilidade e facilidade para mudanças, conforme o ritmo de mudanças do negócio e do mundo circundante. c) Ênfase no monitoramento em tempo real, onde os controles estarão na integração de aplicativos e dados, principalmente nas entradas e saídas e na intercomunicação entre as camadas da arquitetura. d) Prioridade para o atendimento das estratégias do negócio. Isto significa que a arquitetura tecnológica deverá servir ao negócio e não o contrário. e) Composição estilo lego, significando que a arquitetura deverá ser integrada por componentes menores montados de modo inteligente e funcional, mas que poderão ser trocados sem muito esforço, quando necessário. O que deverá garantir essa composição inteligente são os estilos estruturais de processos de negócio e softwares, padrões e a granularidade dos seus objetos fundacionais, ou tijolos (bricks). f) Abertura para o resto do mundo, onde as palavras-chave são operar on-line, integrar tudo e falar uma linguagem comum com as demais entidades do ecossistema informacional. g) Incorporação dos princípios e das regras do negócio como seus próprios princípios, fundamentando as decisões de TIC nas decisões do negócio. h) Comportamento de parceria em relação aos gestores do negócio, procurando sempre demonstrar (e não simplesmente mostrar) e vender suas vantagens para os gestores, com visão da evolução do negócio. i) Seleção rigorosa dos parceiros responsáveis pela integração dos componentes da arquitetura e dos serviços. j) Construção incremental. k) Evolução contínua, sem paradas. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 3/26

4 3.2 Camada de Acesso e Apresentação A arquitetura dos sistemas para suporte aos processos da Previdência Social prevê uma camada de acesso e apresentação de sistemas na Web que deverá se responsabilizar por todas as necessidades de processamento de dados originadas dos aproximadamente (quarenta e dois mil) potenciais usuários internos do MPS e do INSS na organização previdenciária. Também devem ser incluídos os clientes na Internet, que, conforme o Boletim Estatístico da Previdência Social, hoje são mais de 23,7 milhões de cadastros ativos de pessoas com emprego formal (não contando os servidores públicos estatutários) e mais de 3,3 milhões de empregadores sendo uma parcela destes com acesso a Internet. Os números relativos a pagamentos de benefícios também são dessa grandeza: em torno de 4 milhões de benefícios concedidos anualmente, além da manutenção de um estoque de mais de 23 milhões de benefícios continuados, relativos a aposentadorias e pensões. O levantamento estatístico mais abrangente sobre a quantidade de usuários de Internet no Brasil foi feito pelo suplemento do PNAD-Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio em 2005 (IBGE) que pesquisou 408 mil pessoas e 142,5 mil unidades domiciliares que apontou a existência de 32,1 milhões de usuários de Internet em 2005 (21% da população de 10 anos ou mais de idade). A pesquisa realizada pelo Ibope indicou que o total de pessoas com mais de 16 anos com acesso à internet em qualquer ambiente (casa, trabalho, escolas, universidades e outros locais) era de 36,9 milhões em Jun/ 07. O Núcleo de Informação e Coordenação (NIC) do Comitê Gestor de Internet (CGI) (Indicadores sobre Internet no Brasil) realizou em 2005 e 2006 pesquisa com cerca de 10 mil entrevistas utilizando o mesmo critério do PNAD. A Pesquisa TIC Domicílios estimou que 24,4% da população com mais de 10 anos de idade acessou a Internet nos últimos 90 dias em 2005 e 27,8% em Este percentual implicaria em 43,5 milhões de usuários de Internet em A UIT estimou em 42,6 milhões a quantidade de usuários de Internet no Brasil em Com esses dados, ressalta-se a necessidade de componentes computacionais bastante escaláveis na web, sujeitos a todas as oscilações de demanda de acesso e riscos de segurança característicos desse tipo de ambiente de sistemas. E, também, "janelas" de processamento batch adequadas para a preparação de uma folha de pagamentos gigantesca, acessando uma enorme massa de dados para sua execução. Outra informação importante é que os acessos aos sistemas da Previdência têm uma natural tendência a apresentar "picos" mensais, de acordo com datas pré-estabelecidas que se reportam a eventos típicos do negócio (principalmente datas de pagamento de benefícios e de recolhimento de contribuições). Espera-se, com essa solução, que quaisquer falhas computacionais dessa camada de sistemas possam ser prontamente superadas mediante o acionamento dos recursos de contingência, de modo inteiramente transparente e com um mínimo de transtorno para os usuários dos sistemas. Essa camada de apresentação deverá atender tanto à demanda de conexões dos sistemas transacionais (OLTP) como dos sistemas gerenciais (OLAP/BI), a partir de uma aplicação de Web Portal a ser adquirida. Os novos sistemas deverão ser desenvolvidos com linguagem Java, no padrão JEE, devendo ser processados nesse ambiente protocolos típicos de páginas Web estáticas, desenvolvidas em HTML (Hyper Text Markup Language), como HTTP (Hyper Text Transfer Protocol), e dinâmicas, como JSP (Java Server Pages). Especificação Técnica Servidor de Aplicação 4/26

5 3.3 Camada de Aplicação A camada de aplicações dos sistemas deverá processar código padrão JEE com as regras de negócio da Previdência Social, cuja portabilidade, fator decisivo para sua escolha, permitirá independência de plataforma tecnológica e a portabilidade. Os projetistas de infra-estrutura computacional deverão, portanto, prestar a devida atenção para algumas questões típicas de processamento com Java, especialmente quando integrados a bancos de dados relacionais: a) consumo acentuado de memória de servidores devido ao processamento paralelo dos "coletores de lixo" (garbage colectors) para limpeza periódica de objetos persistidos em memória; b) necessidade de nós (equipamentos servidores) adequados ao empacotamento de aplicativos, visando-se uma otimização do desempenho da conectividade entre objetos mais acessados e entre objetos que operam em colaboração síncrona muito intensiva (exemplo: classes de acesso a bancos de dados e classes de geração de registros para auditoria); c) necessidade de alocação adequada de recursos computacionais para o processamento de aplicativos de mapeamento objeto-relacional. 3.4 Camada de Dados O volume de dados corporativo dos sistemas atuais somam hoje cerca de 7 TB, prevendo-se que esse volume poderá aumentar com sua migração para bases de dados relacionais. Outro aspecto importante a ser considerado é que o Modelo Lógico de Dados apresenta uma concepção de integração no sentido de se evitar redundâncias e melhorar a qualidade dos dados da Previdência Social. Isso significa que, quando não comprometer a performance, deve-se evitar distribuição de bases de dados com redundâncias, preferindo-se bases mais consolidadas e centralizadas. 3.5 Infra-estrutura A nova infra-estrutura tecnológica da Previdência Social deverá implementar em dois sites, um primário destinado ao ambiente de produção e outro secundário para contingência, uma arquitetura de processamento em três camadas, divididas em: camada de apresentação, camada de aplicação e camada de banco de dados. A figura a seguir apresenta um diagrama esquemático dos ambientes computacionais que deverão ser instalados na Dataprev, de forma a permitir uma compreensão mais clara da interação entre os diversos componentes. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 5/26

6 Diagrama esquemático do novo ambiente de processamento central para a Previdência Social Site Primário Site Secundário 1 servidor de camada de negócios para desenvolvimento, homologação e treinamento ( Lote 2) 4 servidores de camada de negócios ( lote 2 ) 1 Servidor de Banco de Dados (Antigo Lote I) 1 Servidor de Banco de Dados (Antigo Lote I) 32 Servidores de apresentação ( lote 3 ) 2 Switches Fibre Channel e 4 switches Gigabit Ethernet ( Lote 4 ) 1 servidor de banco de dados para desenvolvimento, homologação e treinamento ( Lote 2) 4 servidores de camada de negócios ( lote 2) 32 servidores de apresentação ( lote 3 ) 2 switches Director e 4 switches Gigabit Ethernet ( lote 4) 1 Fitoteca automatizada ( Lote 4) 1 Subsistema de discos externos ( Lote 4) 2 Servidores de arquivos ( lote 4 ) Link de rede dedicado entre os sites primário 1 servidor de backup e secundário ( já instalado ) 1 servidor de backup ( lote 4 ) 1 Fitoteca automatizada ( Lote 4) 1 Subsistema de discos externos ( Lote 4) 2 Servidores de arquivos ( lote 4 ) Os novos ambientes de processamento central apresentados possuirão as seguintes características mais relevantes: Em cada site haverá inicialmente dois servidores, sendo que no site primário haverá um servidor principal dos sistemas OLTP e outro secundário, em stand by, para warm backup dos sistemas OLAP do site secundário. Esses servidores serão destinados ao processamento de SGBDR nos ambientes de produção de banco de dados OLTP e OLAP e terão, basicamente, as mesmas especificações gerais das dos servidores do Lote 1 da última licitação do INSS com o PNUD. Entretanto, o servidor principal dos sistemas OLTP deverá ter uma capacidade de processamento maior para suportar a maior concentração de cargas devidas ao CNIS inteiro (no caso, algumas bases de dados agregadas ao CNIS também deverão ser consolidadas nesses servidores). No site primário, onde ficará concentrado o ambiente de desenvolvimento de aplicações corporativas da Previdência Social, serão instalados também um servidor de banco de dados e um servidor para a camada de aplicações de novos sistemas, mas destinados aos processos de homologação, testes e treinamento de usuários. Esses servidores foram licitados, recentemente, pelo INSS com o PNUD (Lote 2). E no site secundário deverão ser instalados, igualmente, dois servidores de banco de dados, sendo um para warm backup do servidor principal OLTP instalado no site primário e outro para processamento principal dos sistemas dos ambientes OLAP e BI. De forma a garantir a continuidade dos serviços críticos da Previdência Social será utilizado um mecanismo de replicação de dados entre os dois sites, em que parte dos arquivos gravados no subsistema de discos externos do site primário será replicado, de modo assíncrono, no subsistema de discos externos do site secundário, e vice-versa. A replicação deverá ser feita continuamente no dia-a-dia, através de software de replicação instalado nos dois subsistemas de disco. Estes subsistemas de discos são os recentemente licitados no Lote 4 pelo INSS. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 6/26

7 A infra-estrutura de hardware e software proposta para suportar as bases de dados transacionais deverá permitir que os dados sejam logicamente acessados em dois ambientes distintos. Os sistemas em processamento no site primário responderão pelos serviços baseados em transações mais atômicas, que acessem apenas registros específicos nas bases de dados para atualização ou consultas. O ambiente de sistemas do site secundário, por sua vez, será responsável pelo processamento das consultas às mesmas bases de dados (replicadas) com queries de SGBDR mais complexas, como no processamento para emissão de relatórios analíticos de controle e auditoria e de relatórios gerenciais com dados mais agregados. Os dois sites terão recursos locais de armazenamento massivo de dados baseados em tecnologias SAN (Storage Area Network), sendo que cada storage local deverá ter seus dados replicados, assincronamente, no storage do outro site, de modo que em caso de necessidade de ativação dos sistemas espelhados no site de recuperação, para suprir uma falha nos sistemas do site principal (OLTP ou OLAP/BI), os dados necessários estarão nos devidos storage dos sites que deverão assumir o processamento. Em caso de falha de um destes ambientes, o outro deve estar pronto para assumir as responsabilidades do primeiro de forma transparente para as aplicações, de acordo com os tempos de espera máximos suportados pelos usuários. O caso de um trabalhador doente aguardando para ser atendido na área de perícia médica de uma GEx ou APS é um exemplo concreto de quanto são importantes os SLAs e os requisitos não-funcionais de sistemas para o adequado dimensionamento de uma infra-estrutura de suporte tecnológico. 3.6 Recursos de Hardware O hardware para suportar os novos sistemas foi adquirido previamente baseado em uma estimativa para iniciar o processo de migração. O conjunto de equipamentos é composto por máquinas baseadas em tecnologia RISC para, a princípio, executar a lógica de negócio das aplicações e outros serviços que exijam um maior poder de processamento como o de portal. Além destas foram adquiridos equipamentos do tipo blade baseadas em tecnologia Intel destinadas, a princípio, para suportar outros serviços como HTTP, cache e administração. O quadro abaixo resume o hardware adquirido para o ambiente de aplicação. Servidores / QTD Mod. Processadores Memória Sistema Operacional 10 IBM p "cores" RISC de 1.9 Ghz 128 GB AIX 64 blades HP BL 20P 2 processadores Intel de 3,66 Ghz (não é dual-core ) 4 GB RedHat Enterprise Linux 4 Dos dez servidores RISC adquiridos oito se destinam ao ambiente de produção, sendo quatro para o site primário e quatro para o secundário, e dois para desenvolvimento, homologação e treinamento (um para o ambiente aplicação e outro para o ambiente banco de dados) que ficarão no site primário. O ambiente de desenvolvimento deve simular na medida do possível o ambiente de produção. A utilização de alguns servidores blade neste caso pode ser considerado. Em termos resumidos está previsto a utilização de até 192 processadores para o ambiente de produção. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 7/26

8 O ambiente de homologação deve compartilhar o hardware do ambiente de produção, porém com um grau de isolamento entre eles. Este isolamento pode ser implementado tanto através de recurso do hardware e sistema operacional quanto através de recurso do software do serviço de aplicação. Neste sentido o software do serviço de aplicação deve permitir segregação de ambientes de aplicação separados permitindo um determinado grau de controle sobre os recursos computacionais alocados a estes ambientes. 3.7 Licenciamento O licenciamento dos componentes de software da camada de aplicação será necessariamente por processador para o ambiente de produção de ambos os sites conforme as quantidades determinadas no quadro abaixo: Funcionalidade Servidor mod. Servidor mod. HP BL 20P IBM P5 P570 Totais Servidor Java Portal HTTP e cache Segurança Gerência e Monitoração A camada de desenvolvimento também será licenciada necessariamente por processador. O ambiente de desenvolvimento deve conter todas as funcionalidades listadas no quadro acima. A distribuição de licenças pelos 8 cores do IBM/P570 deverá ser: Camada IBM P5 P570 Servidor Java (Desenvolvimento) 3 Servidor Java (Homologação e Treinamento) 5 Servidor Java (Testes) 2 Portal 2 HTTP e cache 2 Segurança 2 Gerência e Monitoração 2 Os quantitativos constantes dos quadros acima contemplam uma expectativa de demanda flutuante da Dataprev, da ordem de 30%. Camada de Produção Aquisição inicial Funcionalidade Servidor mod. Servidor mod. HP BL 20P IBM P5 P570 Totais Servidor Java Portal HTTP e cache Segurança Gerência e Monitoração 5-5 Especificação Técnica Servidor de Aplicação 8/26

9 Camada de Desenvolvimento Aquisição inicial Funcionalidade IBM P5 P570 Servidor Java (Desenvolvimento) 3 Servidor Java (Homologação) 5 Servidor Java (Treinamento) 2 Portal 2 HTTP e cache 2 Segurança 2 Gerência e Monitoração 2 Para fins de atendimento a demandas futuras, ainda não mapeadas, sugerimos acrescer a quantidade total a ser registrada em 100 %. A situação final das quantidades está descrita na tabela abaixo: Camada Quantidade inicial Quantidade total Servidor Java Portal HTTP e cache Segurança Gerência e Monitoração 7 24 As funcionalidades de gerência e monitoração devem incluir todos os agentes necessários para cobrir o ambiente a ser contratado. Deve ser cotado um período de 36 meses para os serviços de atualização de versões e suporte dos produtos ofertados. 4. Requisitos Básicos Deverão ser informados todos os componentes de software que compõem a solução ofertada, com o respectivo quantitativo e custo unitário. Deverão ser fornecidos no mínimo 4 conjuntos de mídias e documentação (incluindo manual de operação) para cada componente de software da solução ofertada. Cada conjunto de mídias deverá conter, no mínimo, as versões correspondentes aos ambientes operacionais indicados no subitem relativo a Recursos de Hardware. Correrá por conta da contratada toda e qualquer despesa, independente da sua natureza, decorrente dos serviços de entrega / instalação da solução ofertada. Para fins de dimensionamento da quantidade de licenças, deve-se considerar a configuração básica dos recursos de hardware informados neste documento. O licitante deverá informar para cada item dos requisitos constantes desta especificação técnica, os itens e respectivas páginas de sua proposta técnica que comprovem o atendimento de cada requisito. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 9/26

10 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1 Servidor de Aplicação 1.1 Padrões Suporte completo ao padrão J2EE 1.4 e Java EE Java Management Extensions (JMX) versão JSR 116, SIP Servlets JSR 168, Portlets JAX-RPC (JSR 101) versão SAAJ versão WS-Security versão WS-I Basic Profile versão WS-I Attachment Profile versão JAX-R versão WS-Addressing JSR-220 (EJB 3.0) JSR-127 (JSF) JSF-252 (JSF 1.2) JSR-31 (JAXB 1.0) JSR-222 (JAXB 2.0) JSR-224 (JAX-WS 2.0) SAAJ versão Administração Interface de Administração Permitir que várias instâncias de servidores em execução espalhados em vários nós possam ser administrados a partir de um ponto central, mesmo estando estes nós em ambientes operacionais heterogêneos Possuir interface web para administrar o servidor de aplicação que não exija a instalação de nenhum software adicional além de um browser comum Possuir compatibilidade com Mozilla Firefox e Microsoft Internet Explorer Permitir via interface gráfica iniciar, parar e reiniciar o servidor de aplicação Permitir via interface gráfica iniciar e parar aplicações do servidor de aplicação. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 10/26

11 Permitir via interface web instalar, configurar e remover aplicações do servidor de aplicação Permitir a implantação (deploy) ou atualização de aplicações sem a necessidade de reiniciar o servidor de aplicações Permitir adicionar, atualizar ou remover partes da aplicação Possuir interface web para administrar o cluster do servidor de aplicação Permitir via interface gráfica iniciar, parar e reiniciar os servidores de aplicação de um cluster Permitir via interface web a instalação, configuração e remoção de servidor de aplicação no cluster Permitir via interface web a visualização e configuração dos arquivos de metadados das aplicações J2EE (application.xml, web.xml, ejb-jar.xml, rar.xml) Permitir via interface web a visualização e configuração de Data Sources Permitir via interface web a visualização e configuração de Filas JMS Permitir via interface web a visualização e configuração de Adaptadores JCA Permitir via interface web a visualização e configuração de Login Modules Permitir via interface web a visualização e configuração de bibliotecas compartilhadas Permitir via interface web a visualização dos parâmetros de inicialização da Máquina Virtual Java Possuir browser JNDI Possuir browser JMX Permitir que a autenticação dos usuários da interface de administração web seja feita contra um diretório padrão LDAP v Permitir que a autorização dos usuários da interface de administração web seja feita contra um diretório padrão LDAP v Permitir via interface web a visualização, consulta e configuração dos arquivos de log Construção de Scripts de Administração Possuir interface de administração via CLI (Command Line Interface) Permitir que a interface de administração via linha de comando controle remotamente vários servidores de aplicação Possuir tasks ANT instalar, configurar e remover aplicações do servidor de aplicação Permitir acesso as funcionalidades de administração via JMX Permitir a construção de scripts de administração customizados via linguagens de script como jython ou groove ou shell script. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 11/26

12 1.2.3 Arquivos de Log Possuir mecanismo para rotacionar os logs do servidor de aplicação Permitir que os logs do servidor de aplicação sejam rotacionados por tempo Permitir que os logs do servidor de aplicação sejam rotacionados por tamanho dos arquivos Possuir mecanismo para consolidar o log de vários servidores de aplicação Permitir que os logs do servidor de aplicação sejam gerados em formato xml Permitir o rastreamento de erros a partir do correlacionamento dos arquivos de log, caso o servidor de aplicação grave informações de log em arquivos separados Monitoração e Diagnóstico Possuir repositório de métricas (thresholds) Permitir customização das métricas (thresholds) Possuir mecanismo para construção de roteiros de teste para acompanhamento da performance e disponibilidade Possuir mecanismo de notificação via SNMP Possuir mecanismo de notificação via Apresentar as informações de diagnóstico de performance por meio de gráficos Permitir que o mecanismo de notificação seja executado quando uma métrica do repositório for violada Possuir interface web para análise histórica do consumo de CPU e memória dos componentes do servidor de aplicação Possuir interface web para análise histórica da performance e disponibilidade dos servidores de aplicação Possuir interface web para análise histórica da performance e disponibilidade das aplicações Possuir interface web para análise histórica da performance das requisições atendidas pelos servidores de aplicação Permitir o detalhamento histórico do tempo de resposta das requisições por HTTP, JSP/Servlet, EJB e JDBC Possuir interface web para análise da performance dos Servlet, incluindo total de solicitações, tempo médio de resposta e tempo total da resposta Possuir interface web para análise da performance das páginas JSP, incluindo total de solicitações, tempo médio de resposta e tempo total da resposta Possuir interface web para análise da performance dos Enterprise Java Beans, incluindo total de solicitações, tempo médio de resposta e tempo total da resposta Possuir interface web para análise da performance dos DataSources, incluindo nome do driver jdbc, número máximo e mínimo de conexões do pool, total de conexões disponíveis e total de conexões ativas. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 12/26

13 Possuir interface web para análise da performance das Filas JMS, incluindo total de mensagens recebidas, total de mensagens pendentes e total de mensagens atualmente na fila Possuir interface web para análise da performance dos adaptadores JCA, incluindo nome do adaptador, disponibilidade do adaptador, número máximo de conexões, total de conexões ativas, criadas e encerradas Permitir o gerenciamento da sessão HTTP, onde requisições diversas de um mesmo usuário são consideradas parte de uma mesma sessão, através de configuração de mecanismos para rastrear a sessão, tais como cookies e timeout de sessão Permitir monitorar o consumo de memória da JVM Permitir filtrar os recursos a serem monitorados Possibilidade de monitorar a disponibilidade de páginas WEB e de Web Services Possuir funcionalidade para exportar relatórios e análises das performances coletadas para formatos de padrões de documentos, como PDF, XML, HTML ou ASCII, ou ainda armazenar em arquivos do tipo LOG Disponibilizar "triggers" (eventos) a serem executados mediante determinadas condições, previamente configuradas Possibilidade de ativar ou desativar a coleta de informações a qualquer momento Possibilitar comparar cenários de casos de uso, permitindo constatar as alterações no comportamento de performance da aplicação com o passar do tempo em um cenário previamente definido Controle de Configurações Possuir inventário sobre os componentes dos servidores de aplicação, incluindo aplicações instaladas (EAR, WAR, EJB, JAR, RAR e Webservices), datasources, serviços de mensagem (JMS), propriedades da JVM, bibliotecas compartilhadas (shared-libraries) e JNDI Permitir comparar o inventário de componentes entre dois ou mais servidores de aplicação e apresentar diferenças Possuir inventário sobre o hardware utilizado pelo servidor de aplicação, incluindo arquitetura da CPU, dados da CPU (quantidade de CPUs, percentual em uso e percentual em "wait"), quantidade de interface da rede, dados do sistema de arquivo (identificação, espaços utilizado/livre e percentual de uso), dados do Interface de Rede (identificação e informações de tráfego), dados da memória RAM (tamanho total,em uso e livre) e dados do swap (tamanho total,em uso e livre) Possuir inventário sobre o sistema operacional utilizado pelo servidor de aplicação, incluindo dados do sistema operacional (tipo, distribuidor e versão), dados do sistema de arquivos (identificação, espaços utilizado/livre e percentual de uso) e dados do Interface de Rede (identificação e informações de tráfego) Permitir comparar o inventário de hardware e software entre dois ou mais servidores de aplicação e apresentar diferenças Possuir inventário sobre patches de correção dos servidores de aplicação. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 13/26

14 Fornecer relatórios de impacto sobre os servidores de aplicação afetados pelos patches de correção Possuir um mecanismo de controle de versão de aplicativos instalados. 1.3 Desempenho e Disponibilidade Desempenho Gerenciar clusters dinâmicos, ou seja, alocar servidores para aplicações com base em uma política de serviços definidos previamente Permitir a análise de performance de aplicações J2EE em ambientes clusterizados e distribuídos de servidores de aplicação, automaticamente detectando todos os servidores de aplicação em execução em múltiplas máquinas virtuais Java (JVM) dentro do ambiente definido Alocar e realocar servidores para determinadas aplicações visando garantir um nível de serviço determinado Controlar a ordem em que as requisições serão feitas para a camada do servidor de aplicações e, usando uma classificação predefinida para cada serviço, decidir como e quando despachará a requisição HTTP para a próxima camada Balanceamento de Carga Possuir mecanismo para controlar o balanceamento de carga entre o browser e o servidor http Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o browser e o servidor HTTP detecte a falha dos servidores HTTP e redistribua a carga de trabalho Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o browser e o servidor HTTP seja capaz de distribuir a carga de trabalho segundo a capacidade de conexão do servidor http Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o browser e o servidor HTTP seja capaz de distribuir a carga de trabalho conforme URL Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o browser e o servidor HTTP seja capaz de distribuir a carga de trabalho conforme expressão regular Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o browser e o servidor HTTP mantenha afinidade entre a sessão do browser e o servidor http Possuir mecanismo para controlar o balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicações Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicação detecte a indisponibilidade dos servidores de aplicação e redistribua a carga de trabalho Permitir que mecanismo de balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicações distribua a carga de trabalho de forma aleatória. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 14/26

15 Permitir que mecanismo de balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicações distribua a carga de trabalho de forma igualitária Permitir que mecanismo de balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicação distribua a carga de trabalho conforme métricas coletadas do sistema operacional e servidores de aplicação Permitir que o mecanismo de balanceamento de carga entre o servidor HTTP e o servidor de aplicação mantenha afinidade de sessão entre o browser e o servidor de aplicação Possuir mecanismo para balanceamento de carga entre os clientes Java através de RMI over IIOP e os servidores de aplicação Possuir mecanismo para alta disponibilidade do serviço JMS do servidor de aplicação Possuir mecanismo para controlar dinamicamente o número de instancias do servidor de aplicação conforme carga de trabalho Alta Disponibilidade Permitir a formação de cluster com instâncias instaladas em plataformas de hardware (Sistema operacional e hardware) heterogêneos Possuir mecanismo para reinicialização automática dos componentes do servidor de aplicação em caso de morte ou inatividade Possuir mecanismo para propagar e sincronizar alterações entre os servidores de aplicação clusterizados Possuir mecanismo para replicar o estado das sessões HTTP entre os servidores de aplicação clusterizados Possuir mecanismo para replicar o estado dos Enterprise Java Beans entre os servidores de aplicação clusterizados Possuir mecanismo para replicar o estado da árvore JNDI entre os servidores de aplicação clusterizados Permitir que a replicação de estado seja disparada ao final de cada requisição Permitir que a replicação de estado seja disparada quando um atributo do objeto de sessão for alterado Permitir que a replicação de estado seja disparada quando ocorrer falha da Máquina Virtual Java (JVM) Permitir que o mecanismo de replicação de estado dos objetos utilize o protocolo ip multicast para sincronização dos servidores de aplicação. 1.4 Cache Possuir cache de conteúdo estático e dinâmico compatível com o padrão ESI (Edge Side Includes) Permitir que o cache de conteúdo estático e dinâmico seja configurado como um proxy reverso localizado a frente dos servidores http. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 15/26

16 1.4.3 Possuir mecanismo para invalidação do cache de conteúdo estático e dinâmico Possuir mecanismo de compressão do cache de conteúdo estático e dinâmico Permitir a construção de CDN (Content Delivery Network) através da distribuição hierárquica dos mecanismos de cache Possuir mecanismo de cache de Web Services. 1.5 Outras Características Fornecer um mecanismo nativo de integração para o Apache HTTP Server e o Microsoft IIS. 2 Portal 2.1 Requisitos Básicos O portal server deve ser uma aplicação J2EE 1.4 (desenvolvida ou suportada), Web Based e totalmente baseada em padrões abertos de mercado. O serviço de portal deve executar na mesma solução de servidor de aplicação ofertada no item 1 desta especificação A solução de Portal deve ser dimensionada para suportar no mínimo (vinte mil) usuários simultâneos para a Intranet A solução deve ser dimensionada para contemplar um ambiente de homologação e teste A solução deve ser dimensionada para contemplar um ambiente para o desenvolvimento de portlets e aplicações para o Portal A solução deve estar aderente ao paradigma de orientação para serviços (SOA) Permitir o uso de Java Tag Libraries em portlets Permitir a criação e manutenção automatizada de usuários a partir de catálogo de diretórios central, com respectivos direitos de acesso A solução deve suportar alta disponibilidade (Clusterização e Backup Failover com balanceamento de carga), permitindo o uso das características de escalabilidade e tolerância a falha A solução deve ser capaz de autenticar usuários utilizando a tecnologia de smartcards A solução deve ser compatível com os seguintes Sistemas Operacionais: Red Hat Enterprise Linux Advanced Server 3.0, 4.0 ou superior SUSE Linux Enterprise Server p/ Intel (x86) Microsoft Windows 2003 Enterprise Microsoft Windows 2003 Standard Microsoft Windows 2008 Enterprise IBM AIX 5L HP-UX Especificação Técnica Servidor de Aplicação 16/26

17 A solução deve suportar os seguintes sistemas de Bancos de Dados: Oracle Enterprise Edition 9i Release 2 ou superior SQL Server Enterprise Edition IBM DB2 8.2 ou superior A solução deve ser capaz de executar com os seguintes Diretórios de usuários, aderentes a especificação LDAP v3: Microsoft Windows Active Directory Microsoft Windows Active Directory IBM Tivoli Directory Server 5.2 ou IBM Lotus Domino Enterprise Server Oracle Internet Directory Novell e-directory 8.7 ou superior Sun Java Directory Server A solução deve ser capaz de executar com os seguintes Servidores Web: Apache Server Microsoft Internet Information Server A solução deve suportar os seguintes navegadores Web (Browser) Microsoft Internet Explorer 6.0 SP1 ou superior Opera Safari Firefox 2 ou superior A solução deve disponibilizar autenticação única single sign-on (SSO), permitindo que o usuário autenticado no portal ou em uma aplicação J2EE acesse outra aplicação J2EE no mesmo domínio administrativo sem a necessidade de realizar login novamente. 2.2 Especificações Suporte a especificação Content Repository for JavaTM Technology API - JSR Suporte a especificação JSR-168 (Portlet Specification) para ambientes de produção Suporte a especificação JSF A solução deve possibilitar o uso de framework Struts 1.1 na construção de portlets, inclusive para portlets compatíveis com a JSR A solução deve suportar o padrão OASIS WSRP 1.0 (Web Services for Remote Portlets). Especificação Técnica Servidor de Aplicação 17/26

18 2.3 Acessibilidade e Virtualização Suportar o conceito de Portal Virtual permitindo reaproveitar a mesma estrutura de Portal para apresentação de diferentes conteúdos para os usuários internos dos usuários externos Permitir disponibilizar a construção de portais e sub-portais/sub-sites por meio da própria ferramenta, visualmente e sem necessidade de codificação Fornecer URLs amigáveis aos usuários para que eles possam acessar seus portais virtuais e páginas Fornecer funcionalidades que viabilizem a criação de sites aderentes pelo menos ao nível de acessibilidade de prioridade 1 do Modelo de Acessibilidade apresentado nas recomendações de acessibilidade para a construção e adaptação de conteúdo do Governo Brasileiro (e-mag/governo Eletrônico). 2.4 Personalização Possibilidade de criação de regras de personalização para definir a apresentação e conteúdo baseado em informações do usuário Restrição de acesso a páginas e portlets do portal conforme o papel do usuário (direito de acesso) Mecanismo de personalização de usuários. Se o usuário se auto-cadastrar, as características coletadas serão persistidas em seu perfil Mecanismo de personalização da apresentação do portal pelo próprio usuário, permitindo configurar elementos como cores, fontes, imagens, disposição de portlets conforme autorizado pelo administrador do ambiente Possibilitar a personalização dos padrões visuais para cada portlet (borda, título) em uma página Possibilitar a criação de estruturas de navegação hierárquicas como menus e páginas dentro de páginas Disponibilizar um mecanismo de personalização baseado em regras definido pelo administrador do ambiente A solução deve possibilitar a criação de regras de personalização de apresentação e conteúdo em função de dados do usuário definido pelo administrador do ambiente Possibilitar a personalização de páginas por meio da seleção ou remoção de portlets, pelo próprio usuário, desde que autorizado pelo administrador do portal Possibilitar a seleção pelo próprio usuário dos elementos de apresentação do portal como temas e idioma, desde que autorizado pelo administrador do portal Suporte a múltiplas línguas na apresentação diretamente no portal, sem necessidade de conjunto de portlets e portais diferenciados Permitir selecionar automaticamente o idioma de apresentação do portal, em função das preferências dos usuários finais, e conforme configurações do dispositivo de acesso Suporte ao I18N Suporte a Unicode. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 18/26

19 Portlets para submissão de conteúdo e processo de aprovação pelos usuários nãotécnicos Controle de versão de conteúdo Armazenamento de todas as versões de conteúdo para acesso rápido em checkouts Disposição de metadados de conteúdo como: nome do conteúdo, autor, data da última modificação, comentário e status Processo de aprovação de conteúdo baseado no papel do usuário no portal Armazena o histórico de ações sobre o conteúdo publicado Disponibilidade de browsing do conteúdo Inclusão de diferentes tipos de conteúdo (gifs, bmps, jpgs, html, texto, DOC, ODT, documentos PDF, por exemplo) Conteúdo do repositório com metadado que descreve validade do conteúdo, público/privado, palavra-chave, resumo e autor, podendo ser customizado para acomodar outras informações Permite o upload de documentos em PDF, XLS, PPT, DOC e ODT através de mecanismo nativo do portal Permite customização dos atributos dos documentos de acordo com o perfil do administrador de conteúdo Possuir interface aberta para integração com outras ferramentas de gerenciamento de documentos. (ex.: API ou Webservice) Criação de páginas baseado em wizards Criação de páginas sem necessidade de programação, na própria ferramenta de Portal Executar sobre servidor de aplicações certificado J2EE 1.4 ou superior Suportar arquitetura de alta disponibilidade em todas as camadas da solução, através de clusters ativo-ativo Suportar escalabilidade horizontal em todas as camadas com a adição de servidores às diferentes camadas da solução de modo a suportar maiores níveis de carga no sistema Suportar instalação em ambiente de hosting - Federação de Portais onde uma única infraestrutura pode ser utilizada para criação de múltiplos Portais, cada um com configurações, conteúdo, usuários e grupos próprios Ser totalmente baseado em ambiente Web, sem necessidade de instalação de plugins para visualização das páginas ou administração do Portal Possuir mecanismos de exportação e importação de objetos do Portal para migração entre diferentes ambientes (ex.: desenvolvimento, homologação, produção). 2.5 Administração Possibilitar administração e configuração local por meio de navegador Web Possibilitar a administração e configuração remota por meio de navegador Web Permitir a delegação de direitos de administração do Portal Suportar múltiplos níveis de delegação de administração. Especificação Técnica Servidor de Aplicação 19/26

20 2.5.5 Geração de log das atividades web Possuir interface Web para o deployment de portlets Possuir interface Web para o catálogo de portlets instalados Permitir a ativação e desativação pelo administrador de um portlet instalado Permitir a monitoração de todos os componentes da infraestrutura do Portal (servidor LDAP, cache, HTTP Server, servidor de aplicações, banco de dados) a partir de uma interface única com possibilidade de drill-down para informações detalhadas Possibilitar a implementação de agentes em localizações remotas para monitoração Possibilitar a integração (Ex. JMX ou SNMP) com outros produtos de monitoração e administração (Ex.: CA Unicenter, HP OpenView e IBM Tivoli) Possibilitar a gravação de transações, incluindo a navegação entre diferentes páginas de uma aplicação, para que sejam reproduzidas periodicamente para monitoração de disponibilidade e níveis de serviço, inclusive em agentes remotos Possuir características de gerenciamento e medição de níveis de serviço para usuários finais quanto às aplicações sendo monitoradas (Ex.: tempo de resposta para usuário final, disponibilidade da aplicação, etc.) Permitir configuração de métricas e limites para as aplicações, dispositivos e serviços sendo monitorados, com envio opcional de notificações para o administrador (Ex.: , pager, SMS) Possui visualização tanto de métricas em tempo real quanto de métricas históricas, com gráficos e dados estatísticos Possibilitar a delegação de monitoração e administração, assim como regras de acesso e segurança, e definição de perfis Possuir características de extensibilidade (ex.: criação de novas métricas, monitoração de alvos desconhecidos) A base de dados de métricas dos produtos pode ser acessada de forma aberta por outras aplicações (Ex.: para criação de relatórios customizados) Possuir facilidades de aprovisionamento de sistemas (Ex.: comparação de configurações, instalação automática de correções e atualizações, execução automática de scripts, clonagem de sistemas, etc.). 2.6 Segurança e Controle Permitir a atribuição de direitos de acesso em um portal a usuários, grupos ou papéis (roles) Apresentar uma tela/página/portlet para a entrada de usuário e senha, e esta tela/página/portlet deverá suportar a utilização de certificação digital baseada em SSL seguindo os padrões de HTTPS handshake Suportar certificados digitais X509 v3 compatíveis com ICP-Brasil Integrar com as seguintes ferramentas externas de autenticação de Mercado: Oracle Identity Manager Tivoli Access Manager Especificação Técnica Servidor de Aplicação 20/26

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