4 Computação Autonômica e métodos de aprendizagem 8

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "4 Computação Autonômica e métodos de aprendizagem 8"

Transcrição

1 Sumário 1 Introdução 3 2 Sistemas Autônomos 5 3 Auto Gerenciamento Auto Configuração ( Self-Configuring ) Auto Cicatrização ( Self-Healing ) Auto Otimização ( Self-Optimizing ) Auto Proteção ( Self-Protecting ) Computação Autonômica e métodos de aprendizagem 8 5 Redes Autonômicas Características Pincipais de Redes Autonômicas Elemento Autonômico Arquiteturas de Gerencimento de Redes Autonômicas Arquitetura MANNA Arquitetura Peer-to-Peer IBM e Autonomic Computing IBM Tivoli: soluções em gerenciamento de software IBM DB2: software de gerencia de banco de dados Desafios da Computação Autonômica Elementos Autônomos Elementos autônomos específicos Sistemas Autônomos

2 7.3 Interações entre humanos e computadores Aplicações de Sucesso Demanda de Negócio JBBC Business Mart Conclusão 26 Referências Bibliográficas 27 2

3 Capítulo 1 Introdução Com o advento da Internet, serviços como e-commerce, , e-newspapers tem surgido e vêm crescendo de uma forma assustadora. Juntamente com a chegada das redes sem fio, que pelas quais as pessoas podem acessar estes tipos de serviço de várias formas possíveis, como utilizando PDA, notebooks, pelos próprios computadores pessoais e com o impulso da diminuição do preço dos hardwares, possibilitando pessoas de classes mais baixa obterem também tais tecnologias, torna esta rede de comunicação algo gigantesco e complexo. Face a este ambiente, com tais dificuldades e complexidades, para o gerenciamento disto tudo, será necessária uma grande mão-de-obra especializada, dispenderá de muito tempo para solucionar possíveis falhas, gerando um custo imenso para tal gerenciamento.[nea06] Segundo [Kon03] a computação autonômica (autonomic computing) foi proposta como uma abordagem para reduzir custo e complexidade de gerenciamento de uma infra-estrutura de TI requerendo o mínimo de intervenção humana possível. A computação autonômica é uma tecnologia que busca a habilidade de um sistema se auto gerenciar e dinamicamente se adaptar à alterações sofridas conforme as políticas de negócio e seus objetivos. Isso permitiria o profissional de TI realizar tarefas de alto valor, enquanto as tarefas mais comuns seriam realizadas através desta tecnologia de gerenciamento. Apesar do custo das tecnologias de TI estarem diminuindo, o custo total da TI não está, pois há necessidade de contratação de vários profissionais na 3

4 área, além de toda infra-estrutura necessária. Por este motivo os gerentes de TI estão em busca desta tecnologia que diminuiria o custo para o proprietário, colocando todo o custo em um único produto, além da rapidez da execução e do gerenciamento TI s complexas em tempo hábil. A IBM é a empresa que está frente desta tecnologia, possuindo vários produtos que já vem com esta tecnologia, as quais serão detalhadas mais adiante, em seguida vem a HP e posteriormente a Microsoft. 4

5 Capítulo 2 Sistemas Autônomos As potencialidades da computação autonômica podem oferecer várias mudanças, um exemplo, o mercado financeiro que reduziria o risco de falhas. O conceito de ação autonômica é muito simples, podendo ser resumido em duas palavras: detectar e responder. Isso acontece até em casa, quando a temperatura na sala cai bastante no inverno ou quando a temperatura sobe bastante no verão, o termostato sente o ambiente e responde com um impulso elétrico para ativar o aquecimento ou o resfriamento. Isso é autonômico, o morador não precisa fazer nada, somente o termostato faz. Um outro exemplo são os modernos aviões. A fuselagem e os motores do avião são encaixados com uma placa de sistema que detecta e responde a condições adversas como turbulências. Quando este sistema autonômico detecta um problema, ele reage instantâneamente seguindo políticas pré-ajustadas e programas para estabilizar o avião e fazer com que os passageiros viagem confortavelmente e seguros. Um avião é um complexo e sofisticado sistema que deve operar com confiança, mas as empresas são ainda mais complexas, pois exigem uma maior confiabilidade e desempenho em seus negócios. Hoje em dia os mercados financeiros são muito mais complexos que um moderno avião. 5

6 Capítulo 3 Auto Gerenciamento Um sistema auto gerenciado tem a habilidade de detectar falhas e solucionálas, de adicionar e/ou remover programas, adicionar e/ou remover hardwares, se proteger contra vírus, spywares, malwares, detectando-os e eliminando-os do sistema, se auto configurar mediante a regras pré-estabelecidas, além de fazer tudo isso de forma otimizada. O auto gerenciamento possui quatro características principais: Auto Configuração (Self-Configuring), Auto Cicatrização(Self-Healing), Auto Otimização (Self-Optimizing) e Auto Proteção (Self-Protecting). Figura 3.1: Características principais do Auto Gerenciamento 6

7 3.1 Auto Configuração ( Self-Configuring ) Auto Configuração é a habilidade de um sistema se configurar automaticamente, com a mínima intervenção humana possível e podendo sofrer alterações em suas configurações durante sua execução. Estas possíveis alterações podem ajudar na verificação contínua da intensidade e da efetividade de um sistema. 3.2 Auto Cicatrização ( Self-Healing ) A Auto Cicatrização é a capacidade de um sistema detectar e solucionar, em tempo de execução, possíveis falhas que podem vir a surgir no sistema, sem prejudicar seu funcionamento. Nas empresas certos tipos de falhas podem ser o divisor entre o crescimanto da empresa e o caos. 3.3 Auto Otimização ( Self-Optimizing ) É a capacidade do sistema realizar todas suas tarefas da maneira mais eficiente possível. Uma maior eficiência na alocação de recursos e para encontrar o que o usuário necessita. 3.4 Auto Proteção ( Self-Protecting ) A Auto Proteção é definida como a destinação de informações corretas a usuário corretos, garantido que o usuário só terá acesso a dados, os quais lhes são destinados. Também garantir a total segurança dos dados da empresa, detectando possíveis invasões e realizando ações corretivas instantaneamente e também realizando ações preventivas contra novas invasões. Com estas características, um sistema pode estar em funcionamento com toda proteção, otimizado e configurado com o mínimo de intervenção humana, isto tudo em um único produto, com isso tendo uma diminuição considerável nos custos de TI. 7

8 Capítulo 4 Computação Autonômica e métodos de aprendizagem Em 2001 Paul Horn, vice-presidente de pesquisa da IBM, introduziu a idéia da computação autonômica, que tinha princípios no sistema nervoso autônomo humano, no qual ele gerência a freqüência cardíaca e a temperatura do corpo, que sinaliza ao cérebro caso algo esteja errado, e este por sua vez desencadeará vários processos para encontrar e solucionar tal problema. Segundo [CK03] a computação autonômica é definida como sendo um sistema que pode se auto gerenciar, dando o alto nível de objetividade aos administradores. Para que tal sistema possa saber como gerenciar, ele deverá aprender de alguma maneira. Alguns métodos de aprendizagem foram apresentados, um dos mais comuns é a de um administrador registrar algumas políticas de conduta perante um sistema e a partir daí este sistema terá a capacidade de auto gerenciar, como exemplo de sistema possível de auto gerenciar, uma rede de computadores. Alguns outros algoritmos para treinamento de gerência ou de algumas tarefas específicas foi proposto por vários pesquisadores. Em [Dob06] são apresentados alguns deles, os quais são descritos abaixo: Redes Neurais: Utilização de Redes Neurais Artificiais para a aprendizagem de todo o roteamento da rede, utilizando reforço de aprendizagem e posteriormente aprender a realizar tal roteamento sozinha. 8

9 Neste caso a Rede Neural será treinada com estes roteamentos iniciais, pelos quais ela vai ajustando seus pesos sinápticos e se adaptando à forma de realização de todo o roteamento. Algoritmos Genéticos: Foram utilizados e avaliados para descobrir novos trajetos da rede, para encontar caminho ótimos, oferencendo rapidez na transmissão dos pacotes, oferecendo potencial Qualidade de Serviço (QoS). Além de outras abordagens como algoritmos para a construção e manutenção de sistemas peer-to-peer baseados em distribuição de tabelas hash, também algoritmos baseados no comportamento natural, outra linha é a topologia auto-adaptável, no qual realiza-se um estudo para a topologia ótima para o problema em questão, além de outras abordagens. 9

10 Capítulo 5 Redes Autonômicas As Redes Autonômicas descreve um das principais aplicações da computação autonômica, na qual possui a capacidade de realizar seus processso sem a interferência humana. Com o crescimento da complexidade das redes de computadores, impulsionada pelo grande crescimento da Internet, os sistemas de gerência de rede tem se tornado cada vez mais trabalhoso e dispendendo de uma grande leva de profissionais de TI.[Ste04] A partir disto, uma Rede Autonômica possui a capacidade de recuperação de falhas, adequações dos parâmetros de rede para situações imprevistas, otimização dos processos de rede, entre outros. Para que isso seja possível é necessário alguma maneira para que a rede aprenda como gerenciar todos estes componentes, um destes meios é a apresentação à rede algumas políticas de trabalho, na qual as mesmas serão definidas pelo administrador, assim a rede terá como efetuar as ações necessárias para o seu gerenciamento. Outro meio é ensinar a rede como tomar decisões, armazenar um banco de problemas conhecidos e decisões tomadas para que assim a rede aprenda como gerenciar. Várias tecnologias de rede tem surgindo com isso há necessidade de integração entre elas, exemplos destas tecnologias são as redes ad hoc, rede em malha, rede Sensores Sem Fio (RSSF), redes metropolitanas e em cada uma destas tecnologias possui um protocolo de comunicação diferente, tornando o processo de integração mais complexo. 10

11 5.1 Características Pincipais de Redes Autonômicas [RK06] apresenta algumas características principais de uma rede autonômica, algumas destas características são descritas abaixo. 1. Roteamento: Alguns protocolos de roteamento tais como OSPF provêm funcionalidades autonômicas, após configurar os pesos das ligações o protocolo detectará falhas, caso elas ocorram, e a falha será rastreada até que seja detectada, convergindo para um novo caminho válido. Alguns protocolos de distância tais como BGP provêm similares funcionalidades. 2. Conhecimento da Região de Operação: Sistemas Autônomos devem realizar suposições sobre seu ambiente de operação, mas mudanças podem ocorrer e muitas vezes tais suposições serão inválidas e algumas modificações em seu comportamento serão requeridas. 3. Controlar casos de falha comuns: É também importante entender os cenários comuns de falha e assegurar que o comportamento autônomo de controle do sistema serão igualmente apropriados para estas situações. 4. Ser explícito: Sem explicitar o objetivo a qualquer sistema autônomo, ele se afundará em generalidades. Visto que o sucesso não pode ser definido, um inesperável resultado pode ser obtido, quão maior a complexidade da rede mais inesperado será o resultado. Contudo eles podem trabalhar, mas trabalharão ineficientemente e de uma maneira incompreensível. 5. Suporte à compreensão humana: Redes de grande escala envolve muitos fatores distintos, e alguns destes fatores não podem ser direcionados para sistemas os realizarem. Para isso pessoas devem ser envolvidas para operarem tais redes, assim estas redes devem ser compreensíveis para as pessoas que as operarão. 11

12 Figura 5.1: Exemplo de um Elemento Autonômico 6. Monitorar e Validar: Uma rede autonômica deve ter a característica de de auto-monitorar e se auto-validar, reduzindo assim a carga deste tipo de trabalho para o operador humano, permitindo assim que o humano possa executar tarefas de mais alto nível. 5.2 Elemento Autonômico Um elemento autonômico (EA) de rede é a célula principal da mesma, realizando o trabalho de monitoramento, planejamento, análise e execução de ações necessárias para a manutenção da rede, além de um conhecimento adquirido pelo elemento, para saber tomar tais decisões. Além disto um EA também possui outros componentes tais como os sensores e efetuadores, que consistem em monitorar o ambiente e executar ações respectivamente. A figura 5.1 apresenta o modelo de EA descrito pela IBM. Os sensores são quem se interage com o meio externo, caso haja necessidade e esta necessidade é detectada através da comparação da situação no qual se encontra sistema e com base em seu conhecimento, o elemento é capaz de detectar tal necessidade e posteriormente a enviar uma solicitação para que assim os efetuadores, realizarem alguma ação corretiva. Este processo é denominado loop de controle, que é realizado ininterruptamente. Para cada componente existente na rede, um elemento de controle é atribuido a ele, no qual cada elemento mantém seu comportamento interno, e externo em relação com os outros elementos, de acordo com políticas estabe- 12

13 lecidas pelo homem ou pelos demais elementos. Este relacionamento é feito pricipalmente por meio de conexões peer-to-peer e cliente-servidor. Segundo [NS07] os elementos autonômicos podem ser hardware, software de aplicação ou um sistema inteiro. 5.3 Arquiteturas de Gerencimento de Redes Autonômicas Em seu trabalho [Kon03] afirma que para que uma arquitetura de gerenciamento suporte um comportamento autonômico ela deve satisfazer os alguns requisitos: Suporte a representação da configuração do elemento e desempenhar as propriedades utilizads para controlar e monitorar o comportamento do elemento; Expressar o relacionamento entre diferentes elementos autonômicos; Controlar o acesso as propriedades de configuração assim como assegurar a visão consistente; Habilitar automáticos elementos para descobrir, acessar e controlar as configurações de outros elementos dependentes; Habilitar a configuração persistente e recuperação do elemento. Segundo [Ste04] os elementos básicos para construções de redes autonômicas incluem sensores e efetuadores. O comportamento dos sistemas são monitorados através de sensores e posteriormente é realizado o planejamento das ações que serão tomadas e assim realizá-la por meio dos efetuadores, criando um ciclo de controle, chamado de loop de controle. Uma arquitetura define como serão colocados os elementos constituintes da rede, como será o processo de comunicação entre os elementos, seu protocolo de comunicação, que tipo de método de aprendizagem será utilizada para ensinar o elemento autonômico, entre outros. 13

14 Figura 5.2: Estrutura da MANNA Arquitetura MANNA A Arquitetura MANNA foi desenvolvida no Brasil, é aplicada em Redes de Sensores Sem Fio(RSSF). Estas redes possui várias aplicações, dentre elas a de controle e gerenciamento de sistemas remotos, não havendo como gerenciá-las, onde são aplicado a gerência autonômica. Esta arquitetura é toda baseada no paradigma da computação autonômica, pois necessita de ser auto-gerenciável. Cada elemento da rede constitui um nó sensor autônomo, dotado de um processador, transceptor, uma bateria limitada, uma memória limitada, e dispositivos de comunicação que serão distribuidos sobre o local o qual eles irão monitorar, formando uma malha sobre o local, após serem distribuídos no local os sensores iniciarão o processo de comunicação entre si, que iniciará o processo de monitoração. Os nós são divididos em grupos, em cada grupo existe um líder que receberá informação dos outros e emitirá os dados do grupo o qual ele comanda para um ponto de acesso. A MANNA é dividida em três dimensões de gerenciamento, sendo duas utilizando abordagens de rede tradicional e uma denominada de Funcionalidades da RSSF, a qual é baseada no modelo de rede autonômica[rui03]. A figura 5.2, mostra da estrutura da MANNA. Segundo [Rui03] a MANNA é um rede ad hoc com recursos limitados, seu protocolo de comunicação não possui serviços de segurança especificado, por restrições de redes ad hoc. Seu método de aprendizagem é baseado em políticas que são apresentas pelos administadores da rede, e tal arquitetura 14

15 Figura 5.3: Exemplo da Arquitetura Peer-to-Peer não foi implementada, foi apenas deixada por enquanto como algo teórico Arquitetura Peer-to-Peer A Arquitetura peer-to-peer(p2p) é uma arquitetura de gerenciamento que foi desenhada para cobrir todos os requerimentos de um gerenciamento autônomo. Konstantinou [Kon03] apresenta a arquitetura peer-to-peer como sendo uma arquitetura composta de duas camadas, como apresentada na figura 5.3. Na camada inferior um objeto distribuído, o Modelador, que provê a um consolidado elemento alguns serviços como configuração, relacionamento, estado e desempenho tão quanto seus eventos de comportamento. Este Modelador provê interface para acessar e manipular os dados gerenciados. Para que com isso a camada superior poder acessar um modelo unificado de dados, interpretando seu comportamento e ativando suas funções autonômicas. O Modelador realiza seu trabalho através de uma modelagem de gerenciamento da informação, Konstantinou[Kon03] baseou-se no paradigma da orientação à objetos, pois os relacionamentos é algo importante neste paradigma assim como em uma modelagem de gerenciamento, por isso tal arquitetura foi expressa em RDL(Resource Definition Language), que é uma linguagem orientada a objetos. 15

16 Capítulo 6 IBM e Autonomic Computing Em outubro de 2001, a IBM lançou um manifesto observando que o principal obstáculo para o progresso da indústria de TI era a aproximação da crise de complexidade dos softwares. Apresentou ambientes com dezenas de milhões de linhas de código, que dispendia de muitos funcionários de TI para sua instalação, configuração e manutenção[ck03]. A partir disto a IBM começou a financiar diversas pesquisas na área de computação autonômica. Muitas destas pesquisas geraram resultados e a IBM já está utilizando estes resultados em seus softwares, alguns exemplos destes softwares é descrito abaixo. 6.1 IBM Tivoli: soluções em gerenciamento de software O IBM Tivoli providencia serviço de gerenciamento que automatiza o monitoramento e resolução de edições de serviços, correlaciona dados operacionais para localizar a causa de problemas, e providenciar uma visão de negocio de uma infra-estrutura assim a equipe pode imediatamente determinar o impacto do negocio em qualquer edição. O IBM Tivoli que monitora o software, segue o desempenho do sistema, automatiza processos de recuperação se o sistema esta operando fora do nível de desempenho, e colocas os dados no sistema de armazenagem do IBM Tivoli. Também monitora o desempenho da transações sintéticas no intervalo 16

17 de dois a dois minutos e meio, para medir o desempenho dos processos específicos para uma perspectiva de usuário final. As regras de negócios automatizam alertas quando cada pagina cai a baixo do nível especificado. O sistema separa cada processo em etapas individuais e pode-se rapidamente identificar as causas da lentidão, assim ações corretivas podem ser tomadas. O software de gerenciador de configuração do Tivoli faz varreduras diariamente. Isto é critico para evitar conseqüentes performances e manter outros problemas operacionais de edições anteriores, pois os sistemas são atribuídos novamente de uma linha de negocio a outra, baseado na demanda. O software gerenciador de sistemas de negócios IBM Tivoli providencia uma lógica visão singular de uma empresa de site em termos de sistemas de negócios critico que ajuda a equipe da TI, priorizando ações para suporte, o mais importante nos sistemas de negócios. Adicionalmente, o software gerenciador de sistemas de negócios Tivoli providencia a capacidade de planejamento da equipe com a informação necessária pra modelar cenários por cada linha do negocio. Fazendo assim, a equipe pode eficazmente avaliar exigências de recursos. O software conselheiro do nível de serviço da IBM Tivoli alerta a equipe quando a demanda por um item ou categoria cresce rapidamente mais que o projetado. Este serviço providencia a equipe um histórico inteligente. 6.2 IBM DB2: software de gerencia de banco de dados O software IBM DB2 Universal Database é um banco de dados para desenvolver soluções de missões críticas. Em versões anteriores, DB2 expande fundação em computação autonômica com potencialidades que reduz as complexidades em desenvolver-se, gerenciando e configurando banco de dados relacionais. O Monitor de Saúde fornece uma caixa de monitoramento de chaves de desempenho e confiabilidade do DB2 e oferece um perito em conselhos sobre resolver problemas. A configuração do DB2 Conselheiro permite até que um usuário novato consiga configurá-lo para que sejam realizados exames diários. Liberações do BD2 Universal Database caracterizara potencialida- 17

18 des na infra-estrutura para trazê-lo ao nível da seguinte automatização e do auto-controle do sistema, permitindo uma grande quantidade de operações, mudanças de configurações e manutenção de utilidades para funcionar simultaneamente com sistemas on-line, e fornecer monitoração e relatório das atividades do sistema e recursos utilizados. Este monitoramento e as capacidades on-line ajustaram o estágio para a pesquisa no controle de recurso adaptável, em ajuste dinâmico e em manutenção automática. 18

19 Capítulo 7 Desafios da Computação Autonômica A Computação autônomica é uma visão de um grandioso desafio do futuro, na qual sistemas de computador irão gerenciar a si mesmo, de acordo com objetivos de alto nível criado por humanos. A indústria de TI reconhece que encontrar esse desafio é imperativo, contrariamente os sistemas de TI logo ficarão impossíveis de administrar. Mas encontrar este desafio é extremamente difícil. Os desafios da computação autonômica estão em várias áreas e o desafio inicial é endereçá-los[kep05]. Computação autônoma oferece um território rico de aplicação para pesquisadores em muitos ramos de informática, incluindo arquitetura de software, sistemas, inteligência artificial e interfaces humano-computador. É também possível beneficiar-se de avanços em matemática aplicada, aplicações singulares de mecanismos econômicos e mesmo estudos etinográficos. Computação autonômica abrange vários campos, que vão além dos limites da informática tradicional. Os desafios são divididos em três partes básicas: elementos autônomos, sistemas autônomos, e interações entre humanos e computadores. 19

20 7.1 Elementos Autônomos Elementos autônomos são os blocos básicos da construção de sistemas autônomos, que por suas interações mútuas produz o comportamento total de autoadministração de sistemas autônomos de computação. Essencialmente qualquer recurso de tipo de computação pode ser visto como um elemento autônomo: um artifício de armazenamento, uma base de dados ou servidor de aplicação, um componente de middleware, um balanceador de carga, um gerente de carga de trabalho, um corretor de recurso, etc. Os elementos autônomos são divididos em: Elementos autônomos específicos O desafio seria pesquisar, para buscar a direção de melhorar a capacidade auto-administração de componentes específicos tal como bases de dados, sistemas de armazenamento, servidores, etc. 1. Tecnologias autônomas genéricas de elemento O desafio seria pesquisar tecnologias que são geralmente aplicáveis a elementos autônomos, incluindo planejamento, modelagem, prevenção, otimização, etc, e testar para classificar as melhores. 2. Arquiteturas autônomas genéricas de elemento, ferramentas e protótipos Pesquisar na estrutura interna de elementos autônomos, ferramentas que possam ajudar a criar elementos autônomos, e implementações de referência de elementos autônomos construídos com estas ferramentas. Pois elementos autônomos necessitarão compartilhar métodos comuns para colecionar e representar dados controlados. Os desafios aqui será principalmente a padronização. Um esforço notável definir um formato comum e coerente para acontecimentos controlados e nos formatos de arquivos. 20

21 7.2 Sistemas Autônomos Os desafios presentes na elaboração de sistemas autônomos é subdivido em: 1. Tecnologias autônomas de sistema Pesquisar em tecnologias genéricas que implicam em interações entre múltiplos elementos autônomos, para alcançar metas de sistema por nível, incluindo determinação de problema e cura, previsão automatizada, gerência de carga de trabalho, instalação automatizada e configuração, gerência de integridade, etc. 2. Sistemas de arquitetura autônoma e protótipos Pesquisar em arquiteturas sistema por nível que eficientemente governa interações entre elementos autônomos, e protótipos que montam os muitos outros pedaços descritos nesta estrutura para demonstrar sistemas com melhoramento de auto-gerência em relação a sistemas existentes. 3. Ciência de Sistema autonômico Pesquisar na ciência fundamental de sistemas de computação autônoma de larga escala, endereçando perguntas de aprender, estabilidade, controle e comportamento emergente em sistemas com vários agentes, e também endereçando perguntas de como quantificar o grau de autogerência nos sistemas. 7.3 Interações entre humanos e computadores É caracterizado pelos seguintes desafios: 1. Estudo Humano Pesquisas em interações do presente e futuro, entre administradores humanos e outros usuários com sistemas de auto-gerenciamento, determinar que interfaces e outros modos de interação são bem eficientes. 21

22 2. Política Pesquisar os métodos para extrair políticas de alto nível das pessoas, representando e transformando apropriadamente essas políticas dentro de sistemas autônomos e administrar o comportamento respeitando essas políticas. 22

23 Capítulo 8 Aplicações de Sucesso Algumas empresas já estão utilizando alguns softwares que têm a computação automômica como base para o gerenciamento de vários processos que antes eram realizados por profissionais de TI. Estas empresas obtiveram ganhos significativos de tempo, dinheiro e qualidade do serviço prestado. Alguns exemplos de empresas que utilizam estes softwares e como eles foram implantados são descritos abaixo. 8.1 Demanda de Negócio JBBC Japan Business Computer Corporation (JBCC) diminui o tempo de determinação de problema em 50% com auto-gerenciamento de tecnologia autônoma, com essa redução do tempo o custo também foi reduzido. Autonomizando e integrando os processos ajuda a otimizar a eficiência e permite que companhias possam redirecionar seus processos para o outra equipe de funcionários elevando o valor do processo. Com um virtualizado auto-gerenciamento num ambiente autônomo, podese uma visão por nível do gerenciamento simplificando-o. Os benefícios são redução do tempo de determinação do problema em 50%, aumento da qualidade do serviço, diminuição do tempo de treinamento e custo, e permite um uso mais eficiente dos recursos. Japan Business Computer Corporation (JBCC) é o maior fornecedor de TI e de solução de problemas computáveis em pequenas e médias empresas. 23

24 O serviço da companhia se espalha pelo mundo, construindo, operando, fazendo manutenção e descobrindo soluções TI, ajudando empresas a passar pelos seus desafios. Seus 1000 empregados servem a quase empresas através do Japão. Os funcionários trabalham num ambiente onde eles se ajudam mutuamente para satisfazer as necessidades do consumidor. O ambiente de trabalho da JBBC estava ficando muito complexo, então eles resolveram mover-se de uma gerência de sistemas normal para um sistema TI de gerência de serviço ajudando a equipe de funcionários existentes controlar a complexidade de crescimento, através de um controle do processo por nível. Então o auto-gerenciamento de sistema com tecnologia autônoma diminui o custo e simplifica o gerenciamento. 8.2 Business Mart O objetivo da empresa usando tecnologia autônoma é achar rapidamente o raiz do problema de TI para manter uma alta qualidade de serviço. A solução é um gerenciamento de sistema em um ambiente autônomo, que automatiza os processos e permite aos funcionários uma maior introspectiva do processo. Os benefícios são a redução da determinação do problema em 40%, assim administradores altamente qualificados ficam livres para focar em novas oportunidades. Business Mart desenvolve e opera para algumas das maiores e mais bem sucedidas plataformas da Europa. E também ajuda cerca de 133 empresas, e aproximadamente 506 mil transições por mês. Com o crescimento da empresa a complexidade do ambiente de trabalho também aumenta. Então deve-se gerenciar o crescimento de maneira eficiente para os serviços não percam suas qualidades. Para este gerenciamento devese: Converter rapidamente formatos conhecidos por poucos do registro dos componentes heterogêneos em uma língua comum para uma integração e um análise mais rápida. Automatizar a correlação e a análise dos dados de registro gerados por serviços frouxamente acoplados, para que os administradores possam 24

25 rapidamente encontrar a causa da raiz de todo o problema. Criar uma base de problemas conhecidos junto com soluções associadas, com as diretrizes orientadoras da equipe de funcionários para acelerar tempo de definição do problema. A Business Mart pretende diminuir ainda mais o tempo de determinação do problema para sempre estar um passo a frente das concorrentes. 25

26 Capítulo 9 Conclusão A computação autonômica veio para resolver alguns problemas existentes na computação tradicional. A complexidade de gerenciamento de sistemas de grande porte, gerenciamento de redes de larga escala, altos custos em TI para manutenção de sistemas complexos, falhas nestas gerências, alto gasto de tempo para realização de tais tarefas. Este novo paradigma ainda está em sua fase teórica, até hoje não existe um sistema 100% autonômico, pois alguns desafios devem ser superados, mas para isso muitas pesquisas vem sendo realizadas. Alguns softwares, como é o caso dos softwares da IBM já possuem algumas idéias da computação autonômica e já está reduzindo custos de muitas empresas, as quais já estão utilizando os produtos. 26

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Automatizando o Data Center

Automatizando o Data Center Este artigo examina uma arquitetura alternativa que suporte a automação do data center e o provisionamento dinâmico sem a virtualização do sistema operacional. por Lori MacVittie Gerente Técnico de Marketing,

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 1 CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2011.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 ARQUITETURA DE COMPUTADORES... 4 02 FILOSOFIA... 4 03 FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS PARA COMPUTAÇÃO...

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Uma visão abrangente dos negócios Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Negócios sem barreiras O fenômeno da globalização tornou o mercado mais interconectado e rico em oportunidades.

Leia mais

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS

TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS TÉCNICAS DE INFORMÁTICA WILLIAN FERREIRA DOS SANTOS Vimos em nossas aulas anteriores: COMPUTADOR Tipos de computadores Hardware Hardware Processadores (CPU) Memória e armazenamento Dispositivos de E/S

Leia mais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais

Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Uma solução de desempenho para a distribuição de documentos: Habilitando a distribuição de documentos em tempo real para corporações globais Visão Geral Desafio Hoje, os aplicativos da web são um tremendo

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

monitoramento unificado

monitoramento unificado DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA monitoramento unificado uma perspectiva de negócios agility made possible sumário resumo executivo 3 Introdução 3 Seção 1: ambientes de computação emergentes atuais 4 Seção 2: desafios

Leia mais

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Visão Geral Desafio Solução Uma implementação SOA (Service Oriented Architecture) bem-sucedida

Leia mais

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso Uma única plataforma BPM que oferece total visibilidade e gerenciamento de seus processos de negócios 2 IBM Business Process Manager Simples

Leia mais

agility made possible

agility made possible RESUMO DA SOLUÇÃO DO PARCEIRO Soluções de garantia do serviço da CA Technologies você está ajudando seus clientes a desenvolver soluções de gerenciamento da TI para garantir a qualidade do serviço e a

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Transformando os processos e a cultura de TI para assegurar a qualidade do serviço e aprimorar a eficiência operacional de TI

Transformando os processos e a cultura de TI para assegurar a qualidade do serviço e aprimorar a eficiência operacional de TI RESUMO EXECUTIVO Service Operations Management Novembro de 2011 Transformando os processos e a cultura de TI para assegurar a qualidade do serviço e aprimorar a eficiência operacional de TI agility made

Leia mais

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Tendências, desenvolvimentos e dicas para tornar o seu ambiente de storage mais eficiente Smart decisions are built on Storage é muito mais do que

Leia mais

Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize

Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize IBM Systems and Technology Junho de 2013 Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize A família IBM Storwize auxilia na entrega do que você precisa de

Leia mais

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia.

A EMPRESA. A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A EMPRESA A Future Technology é uma divisão da Do Carmo voltada para o mercado de soluções em tecnologia. A experiência da Future Technology nas diversas áreas de TI disponibiliza aos mercados público

Leia mais

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas

Leia mais

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios Estudo de Caso O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios Introdução Este Estudo de Caso é sobre como uma corporação (IBM) encontrou uma maneira de extrair valor de negócios adicional

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware

LISTA DE EXERCÍCIOS. Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos. Operam em diferentes plataformas de hardware 1. A nova infra-estrutura de tecnologia de informação Conectividade Mede a capacidade de comunicação de computadores e dispositivos Sistemas abertos Sistemas de software Operam em diferentes plataformas

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

GESTÃO DE T.I. COBIT. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

GESTÃO DE T.I. COBIT. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. COBIT José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com COBIT Control Objectives for Information and Related Technology Copyright 1996, 1998, 2000 Information Systems Audit and Control Foundation. Information

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

ITIL. Information Technology Infrastructure Library

ITIL. Information Technology Infrastructure Library Information Technology Infrastructure Library 34929 - Daniel Aquere de Oliveira 34771 - Daniel Tornieri 34490 - Edson Gonçalves Rodrigues 34831 - Fernando Túlio 34908 - Luiz Gustavo de Mendonça Janjacomo

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Evolução Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Introdução Componentes de um sistema computacional Conceituação Características desejáveis Organização

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software O que é a engenharia de software É um conjunto integrado de métodos e ferramentas utilizadas para especificar, projetar, implementar e manter um sistema. Método É uma prescrição

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center

Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Otimização do Gerenciamento de Datacenters com o Microsoft System Center Aviso de Isenção de Responsabilidade e Direitos Autorais As informações contidas neste documento representam a visão atual da Microsoft

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio

Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio Representando Características Autonômicas nos Processos de Negócio Karolyne Oliveira, Tarcísio Pereira, Emanuel Santos, Jaelson Castro Universidade Federal de Pernambuco UFPE, Recife, PE 50 740-560, Brazil

Leia mais

Avaya Virtualization Provisioning Service

Avaya Virtualization Provisioning Service Avaya Virtualization Provisioning Service Uma solução que fornece visibilidade, validação, automatização e geração de relatórios ao longo dos diferentes servidores, aplicações e dispositivos de rede para

Leia mais

Agregando valor com Business Service Innovation

Agregando valor com Business Service Innovation Agregando valor com Business Service Innovation A TI é enorme. Existem tantos bits no universo digital quanto estrelas em nosso universo físico. é arriscada. Dois terços dos projetos de TI estão em risco,

Leia mais

Veritas Storage Foundation da Symantec

Veritas Storage Foundation da Symantec Veritas Storage Foundation da Symantec Gerenciamento de armazenamento heterogêneo on-line O Veritas Storage Foundation oferece uma solução completa para o gerenciamento de armazenamento heterogêneo on-line.

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

Metas de um Sistema Distribuído

Metas de um Sistema Distribuído Metas de um Sistema Distribuído Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do

Leia mais

Engenharia de Requisitos

Engenharia de Requisitos Engenharia de Requisitos Introdução a Engenharia de Requisitos Professor: Ricardo Argenton Ramos Aula 08 Slide 1 Objetivos Introduzir a noção de requisitos do sistema e o processo da engenharia de requisitos.

Leia mais

NetMRI. Reduzir riscos e melhorar a eficiência da área de TI através de Configuração de rede automática e Gestão de mudança(s)

NetMRI. Reduzir riscos e melhorar a eficiência da área de TI através de Configuração de rede automática e Gestão de mudança(s) Benefícios para os Negócios Detecte e automatize mudanças de rede, e veja quem mudou o que, quando e onde, e monitore qual o impacto na condição e estabilidade da rede. Reduza as suposições com total descoberta,

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.

Windows 2008 Server. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy. www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail. Windows 2008 Server IFSP Boituva Prof. Sérgio Augusto Godoy www.profsergiogodoy.com sergiogutogodoy@hotmail.com Windows 2008 Server Construído sob o mesmo código do Vista Server Core (Instalação somente

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CTS DE REDES DE COMPUTADORES INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO 68 A disciplina estuda a área da informática como um todo e os conceitos fundamentais, abrangendo desde a história e a evolução

Leia mais

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las agility made possible sumário resumo executivo 3 efetivo do servidor: 3 difícil e piorando

Leia mais

Mais inteligência para reforçar sua frota

Mais inteligência para reforçar sua frota Mais inteligência para reforçar sua frota Com o SiteWatch, nossos clientes deixam as suposições de lado na hora de gerenciar a frota O CASE SiteWatch é um sistema de telemetria que captura informações

Leia mais

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007

Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Um artigo técnico da Oracle Junho de 2007 Direcionando o Planejamento Estratégico com Modelo de Previsão Com um processo funcional de planejamento

Leia mais

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações

Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Tópicos Especiais em Redes de Telecomunicações Redes definidas por software e Computação em Nuvem Prof. Rodrigo de Souza Couto Informações Gerais Prof. Rodrigo de Souza Couto E-mail: rodsouzacouto@ieee.org

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Projeto de controle e Automação de Antena

Projeto de controle e Automação de Antena Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 wallysonbueno@gmail.com Omar C. Branquinho Sistemas de

Leia mais

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT

IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT IDC TECHNOLOGY SPOTLIGHT A importância da inovação em fornecedores de sistemas, serviços e soluções para criar ofertas holísticas Julho de 2014 Adaptado de Suporte a ambientes de datacenter: aplicando

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE III: Infraestrutura de Tecnologia da Informação Atualmente, a infraestrutura de TI é composta por cinco elementos principais: hardware, software,

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software CENTRO UNIVERSITÁRIO NOVE DE JULHO Profº. Edson T. França edson.franca@uninove.br Software Sistemas Conjunto de elementos, entre os quais haja alguma relação Disposição das partes ou dos elementos de um

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software

2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software 2 Auto-sintonia de Bancos de Dados e Agentes de Software A uso da abordagem de agentes de software 1 pode trazer benefícios a áreas de aplicação em que é necessário construir sistemas autônomos, ou seja,

Leia mais

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1

Engenharia de Software Introdução. Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Engenharia de Software Introdução Ricardo Argenton Ramos UNIVASF Engenharia de Software I - Aula 1 Tópicos Apresentação da Disciplina A importância do Software Software Aplicações de Software Paradigmas

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Lembrando... Aula 4 1 Lembrando... Aula 4 Sistemas de apoio

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas e técnicas

Leia mais

Monitoramento de data centers

Monitoramento de data centers Monitoramento de data centers Os data centers são hoje um ambiente complexo, com inúmeras variáveis para gerenciar. Os métodos usados pelas empresas são específicos e incapazes de fazer comparações adequadas

Leia mais

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com COBIT Um kit de ferramentas para a excelência na gestão de TI Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com Introdução Atualmente, é impossível imaginar uma empresa sem uma forte área de sistemas

Leia mais

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD

SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO SAD Conceitos introdutórios Decisão Escolha feita entre duas ou mais alternativas. Tomada de decisão típica em organizações: Solução de problemas Exploração de oportunidades

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

2 Algumas palavras sobre ferramentas de gerência

2 Algumas palavras sobre ferramentas de gerência APÊNDICE 2 2 Algumas palavras sobre ferramentas de gerência 2.1 Introdução e motivação As ferramentas de gerência são o nosso braço direito (às vezes, o esquerdo também) no dia-a-dia de nossas atividades

Leia mais

Projetos I Resumo de TCC. Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5

Projetos I Resumo de TCC. Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5 Projetos I Resumo de TCC Luiz Rogério Batista De Pieri Mat: 0413829 5 MAD RSSF: Uma Infra estrutura de Monitoração Integrando Redes de Sensores Ad Hoc e uma Configuração de Cluster Computacional (Denise

Leia mais

Módulo 6: Inteligência Artificial

Módulo 6: Inteligência Artificial Módulo 6: Inteligência Artificial Assuntos: 6.1. Aplicações da IA 6.2. Sistemas Especialistas 6.1. Aplicações da Inteligência Artificial As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas

Leia mais

Serviços IBM de Resiliência:

Serviços IBM de Resiliência: Serviços IBM de Resiliência: Sempre disponível, em um mundo sempre conectado Como chegamos até aqui? Dois profissionais de TI estão sofrendo com interrupções de negócios frequentes, os problemas estão

Leia mais

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios

fornecendo valor com inovações de serviços de negócios fornecendo valor com inovações de serviços de negócios A TI é grande. Tantos bits no universo digital quanto estrelas em nosso universo físico. é arriscada. Dois terços dos projetos de TI estão em risco,

Leia mais

Ementário do Curso Técnico em Informática para Internet

Ementário do Curso Técnico em Informática para Internet 1 Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal do Rio de Janeiro - IFRJ Pró-Reitoria de Ensino Médio e Técnico Campus Engenheiro Paulo de Frontin Direção de

Leia mais

Sistemas Cliente-Servidor

Sistemas Cliente-Servidor Sistemas Cliente-Servidor Disciplina Bancos de Dados II (INE 5616 2006-1) Curso de Sistemas de Informação Prof. Renato Fileto INE/CTC/UFSC 1 1 Cliente - Servidor Arquitetura cliente/servidor: Os servidores

Leia mais

Informe técnico: Virtualização de endpoints Symantec Endpoint Virtualization Suite Otimização dinâmica do espaço de trabalho

Informe técnico: Virtualização de endpoints Symantec Endpoint Virtualization Suite Otimização dinâmica do espaço de trabalho Informe técnico: Virtualização de endpoints Otimização dinâmica do espaço de trabalho Visão geral O é uma solução poderosa e flexível com foco na produtividade do usuário, independentemente dos equipamentos,

Leia mais

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem

O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O poder da colaboração e da comunicação baseadas na Nuvem O Microsoft Office 365 é a suíte de Produtividade da Microsoft, que oferece as vantagens da Nuvem a empresas de todos os tamanhos, ajudando-as

Leia mais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais

Introdução. Nível do Sistema Operacional. Introdução. Um Sistema Operacional... Introdução a Sistemas Operacionais Introdução Nível do Sistema Operacional (Aula 14) Introdução a Sistemas Operacionais Hardware Provê os recursos básicos de computação (CPU, memória, E/S,etc.) Programas (aplicações) Definem as maneiras

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

transferência da gestão de atendimento para o modelo SaaS

transferência da gestão de atendimento para o modelo SaaS WHITE PAPER Setembro de 2012 transferência da gestão de atendimento para o modelo SaaS Principais problemas e como o CA Nimsoft Service Desk ajuda a solucioná-los agility made possible Índice resumo executivo

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE Capítulo 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE COMPUTAÇÃO EM NUVEM: UM FUTURO PRESENTE Andressa T.R. Fenilli 1, Késsia R.C.Marchi 1 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil andressa.trf@gmail.com, kessia@unipar.br Resumo. Computação em

Leia mais

Guia de vendas Windows Server 2012 R2

Guia de vendas Windows Server 2012 R2 Guia de vendas Windows Server 2012 R2 Por que Windows Server 2012 R2? O que é um servidor? Mais do que um computador que gerencia programas ou sistemas de uma empresa, o papel de um servidor é fazer com

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

SYSTIMAX Solutions. imvisiontm. Gestão de Infraestrutura. Simplificada.

SYSTIMAX Solutions. imvisiontm. Gestão de Infraestrutura. Simplificada. SYSTIMAX Solutions imvisiontm. Gestão de Infraestrutura. Simplificada. 1 Toda rede deve ser administrada. A questão é COMO? A visão: Conseguir o sucesso comercial a partir de uma melhor administração de

Leia mais

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 IBM Software Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 2 Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Destaques Amplie os serviços de negócios

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

SOA: Service-oriented architecture

SOA: Service-oriented architecture SOA: Service-oriented architecture Roteiro Breve História O que é Arquitetura de Software? O que é SOA? Serviços Infraestrutura Composição Sua empresa está preparada para SOA? Breve História Uma empresa

Leia mais

TIC Empresas 2007 DESTAQUES 2007

TIC Empresas 2007 DESTAQUES 2007 TIC Empresas DESTAQUES Os computadores estão presentes em 95% das empresas, sendo que a informatização aumenta de acordo com o porte. Entre as que utilizam computadores, o acesso à Internet é quase integral:

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: Redes de Computadores MISSÃO DO CURSO Com a modernização tecnológica e com o surgimento destes novos serviços e produtos, fica clara a necessidade de profissionais

Leia mais

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES

CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES CONTROLADOR CENTRAL P25 FASE 1 CAPACIDADE MÍNIMA PARA CONTROLAR 5 SITES O sistema digital de radiocomunicação será constituído pelo Sítio Central, Centro de Despacho (COPOM) e Sítios de Repetição interligados

Leia mais

PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM

PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM PEER DATA MANAGEMENT SYSTEM INTRODUÇÃO, INFRA-ESTRUTURA E MAPEAMENTO DE ESQUEMAS AGENDA Data Management System Peer Data Management System P2P Infra-estrutura Funcionamento do PDMS Mapeamento de Esquemas

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP

Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP Parceria: Foglight A solução ideal para o gerenciamento de aplicações e serviços SAP Uma nova visão no Gerenciamento da Aplicação INDICE 1. Parceria Union e Quest Software... 3 2. Foglight Gerenciando

Leia mais

A REALIDADE SOBRE GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA E BIG DATA

A REALIDADE SOBRE GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA E BIG DATA A REALIDADE SOBRE GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA E BIG DATA Um roteiro para big data no Security Analytics PRINCIPAIS BENEFÍCIOS Este documento analisa: O aumento da complexidade do ambiente de gerenciamento

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação

ITIL na Prática. Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação ITIL na Prática Quais são os fatores críticos de sucesso para obter valor a partir de um Service Desk? Conhecimento em Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Gerenciamento de Projeto

Gerenciamento de Projeto UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Gerenciamento de Projeto Engenharia de Software 2o. Semestre/ 2005

Leia mais

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de

Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de 1 Identificar as mudanças que acontecem na forma e no uso de apoio à decisão em empreendimentos de e-business. Identificar o papel e alternativas de relatórios dos sistemas de informação gerencial. Descrever

Leia mais

Contrato de Suporte End.: Telefones:

Contrato de Suporte End.: Telefones: Contrato de Suporte Contrato de Suporte Desafios das empresas no que se refere à infraestrutura de TI Possuir uma infraestrutura de TI que atenda as necessidades da empresa Obter disponibilidade dos recursos

Leia mais

Análise e Projeto de. Aula 01. Profa Cristiane Koehler cristiane.koehler@canoas.ifrs.edu.br

Análise e Projeto de. Aula 01. Profa Cristiane Koehler cristiane.koehler@canoas.ifrs.edu.br Análise e Projeto de Sistemas I Aula 01 Profa Cristiane Koehler cristiane.koehler@canoas.ifrs.edu.br Análise e Projeto de Sistemas I Horário das Aulas: 2as feiras das 10h10 às 11h40 e 5as feiras das 08h25

Leia mais