HISTÓRIA, CULTURA E SOCIABILIDADES: REPRESENTAÇÕES E IMAGENS DAS FESTAS ESCOLARES (CURITIBA, ) 1 RESUMO

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1 3857 HISTÓRIA, CULTURA E SOCIABILIDADES: REPRESENTAÇÕES E IMAGENS DAS FESTAS ESCOLARES (CURITIBA, ) 1 Marcus Levy Albino Bencostta Ana Paula Martins Pereira Universidade Federal do Paraná RESUMO Esta comunicação faz referência às considerações que venho construindo como atividade de pesquisa vinculada a projeto financiado com bolsa produtividade do CNPq intitulado: A imagem fotográfica no estudo das instituições educacionais: os grupos escolares de Curitiba ( ). Dentre as várias possibilidades de reflexão, selecionei para esta ocasião algumas interpretações que visam explicar possíveis significados da cultura expressa na organização e celebração de festas que tiveram como palco o universo escolar da educação infantil, representado aqui pelos grupos escolares que funcionaram na cidade de Curitiba durante a maior parte do século XX. Em momentos anteriores, esta pesquisa já teve a oportunidade de discutir e observar como os desfiles patrióticos foram vistos como transmissores de uma linguagem coletiva, capaz de expressar concomitantemente múltiplos planos simbólicos que os levam a serem identificados como uma grande festa. Dando continuidade àquela discussão, o objetivo da presente fala é apresentar como as demais festas que a escola comemorava podem ser traduzidas como uma construção social que manifesta, em seu espaço, significações e representações que favorecem a composição de uma certa cultura inerente aos seus atores, o que nos facilita entender a identidade, sugerida pela compreensão daqueles que as organizaram e as celebraram, acerca dos símbolos que justificaram a sua realização, e que registraram de modo duradouro na memória social escolar um sentimento que se propunha ser coletivo pela união dos anseios de seus participantes, como parte do calendário escolar que delimitava um tempo e um espaço peculiares. Nesse sentido, foi selecionado um conjunto de expressões culturais onde as crianças atuam como personagens principais, tais como, o Dia da Criança, a Páscoa, o Dia da Árvore, a Festa da Primavera, as Festas Juninas, 1ª. Comunhão, dentre outras de mesma importância para esta pesquisa. Nelas estão registradas, além das datas comemorativas, discursos e imagens que denotam uma cultura escolar festiva afirmada nesses eventos. As fontes que privilegio nesta discussão são as fotografias escolares que testemunharam diferentes situações destas manifestações comemorativas; as determinações da legislação educacional que procurava desenhar o formato dos momentos festivos no espaço escolar; os jornais de grande circulação na cidade de Curitiba, tais como, A República, Gazeta do Povo, Diário da Tarde e O Estado do Paraná; e os jornais da Imprensa Escolar, em especial, os anos de , onde foram publicados fragmentos de memória dos alunos que registram compreensões de sua participação nos festivais próprios da escola. No que diz respeito às fontes, a todo o momento elas foram utilizadas na construção de questões que problematizaram o tema das festas escolares. Entendidas como matéria do conhecimento da realidade histórica, por dar a conhecer evidências e pistas, estas conduzem a percepção de lembranças de um passado que se aproxima de uma representação de memória coletiva sobre o universus scholaris do Brasil, que neste estudo faz referência à escola primária pública. Por fim, os resultados que esta incursão no mundo da educação infantil coloca é o entendimento que as festas do calendário escolar constituem dimensões discursivas tomadas como experiências possuidoras de significados sociais e simbólicos a serem investigados pela pesquisa histórica. I. Introdução TRABALHO COMPLETO 1 Esta comunicação é resultado de projeto financiado pelo CNPq com bolsa produtividade em pesquisa.

2 3858 Esta comunicação é resultado de um conjunto de reflexões decorrentes de estudos e pesquisas acerca da presença da escola primária pública no cenário educacional curitibano, com um olhar especial para os grupos escolares durante o período em que esta modalidade de ensino existiu no estado do Paraná. Portanto, o ano de 1903 foi escolhido para o início de meus questionamentos por ser ele o ano de inauguração do edifício do primeiro grupo escolar paranaense (Grupo Escolar Dr. Xavier da Silva). Do mesmo modo, optei pelo ano de 1971 para fechar meu olhar no tempo desse fragmento da realidade histórico-educacional curitibana -, repleta de luzes e sombras, muito mais sombras que luzes -, por ter sido aquele da publicação da Lei n /71, que determinou a mudança, em todo o Brasil, mesmo que paulatinamente, da modalidade de grupos escolares para ensino de 1º. Grau. Mais uma vez ressalto a importância da pesquisa deste universo por ser esta modalidade, ao menos em boa parte do século XX, responsável por marcar profundamente, com erros e acertos, a cultura da escola primária pública brasileira (BENCOSTTA, 2005a). Para esta ocasião, a discussão que trago é o tema da festa escolar e suas representações, como um espaço de sociabilidade capaz de contribuir na construção de interpretações históricas do universo escolar. Em outro momento, examinei o tema da festa inserido no quadro dos calendários de comemoração das datas cívicas, que o estado republicano brasileiro, em diferentes momentos de sua trajetória política, determinava que fossem celebradas pelas escolas públicas (BENCOSTTA, 2006). Porém, as festas que aqui serão objeto de análise não fazem referência às datas patrióticas, mas a outras comemorações que a escola celebrava dentro de um calendário que, apesar de não ser tão rígido quanto o cívico, dispunha alunos, que sob a supervisão dos seus professores, teatralizavam em diferentes momentos do ano escolar representações festivas de cunho religioso, popular e aqueles sugeridos pela própria escola. Como já foi sinalizado, o espaço de construção dessa análise interpretativa é o da escola primária, o que não deve significar que suas manifestações festivas possuam um grau de singularidade que as diferenciariam do modo como elas aconteceram em outros espaços escolares espalhados pelo Brasil. Ao utilizar sentidos variados conforme a ocasião, as festas escolares são compreendidas como emissoras de uma linguagem coletiva que não deixa de lado sua característica primaz: expressar planos simbólicos diversos, apreendidos por aqueles que delas têm algum tipo de participação, quer sejam como organizadores, personagens ou expectadores. Portanto, continuarei defendendo, assim como o fiz para os desfiles patrióticos, minha opção de perceber o conjunto de festas escolares enquanto produções do seu cotidiano, com uma ação, um tempo e um lugar determinado. O que resulta na concentração de afetos e emoções em torno de um assunto que é celebrado e comemorado, e cujo principal produto é a simbolização da unidade dos participantes. (BENCOSTTA, 2006). A principal fonte desta pesquisa é a imprensa paranaense, composta por periódicos de grande circulação, caso dos jornais: A República, Diário da Tarde e Gazeta do Povo, e os de circulação restrita ao universo escolar e seus familiares, exemplo da chamada Imprensa Escolar. Sobre esta última, cabe uma pequena apresentação. Entre os anos de 1939 e 1942, a Diretoria Geral de Instrução (PARANÁ: 1940) disponibilizou verbas para que as escolas primárias, secundárias, públicas e privadas, organizassem jornais que veiculassem, além de atividades cotidianas que consideravam interessantes, notícias e leituras que inculcassem valores cívicos e patrióticos, primeiramente centralizadas na figura do ditador Getúlio Vargas, e depois na de alguns heróis nacionais valorizados pelo Estado Novo, como por exemplo, Tiradentes. O conjunto de instituições educacionais que participaram deste projeto soma 131 estabelecimentos de ensino, divididos do seguinte modo: 88 grupos escolares (15 da capital e 73 do interior do Paraná) e 43 escolas secundárias (27 da capital e 16 do interior do Paraná). Os jornais foram publicados em datas específicas, conforme cronograma abaixo: Novembro Abril Setembro Novembro Março Setembro Novembro Abril Parte deste acervo foi comentada muito rapidamente em publicação do início da década de 1990, que naquele momento afirmava que a estes jornais cabiam manter acessa a chama das atividades, incentivando o entusiasmo entre os alunos, levando-os a empregar neles o esforço e

3 3859 atenção possível. Podia, ainda, aproximar a escola da sociedade transformando-a em linhas básicas de comunicação entre ambas. Levaria, enfim, para o interior da família as notícias da escola elaboradas de acordo com os interesses do Estado Novo. (BENEVIDES: 1991 p. 65). Seguindo esta colocação, percebe-se que seu propósito se diferencia daqueles da grande imprensa, pois se volta para um público reduzido e específico, qual seja, a própria comunidade estudantil acompanhada de seus familiares. Sua circulação foi padronizada pela Diretoria Geral de Instrução, tomando como marco algumas datas comemorativas, como o Dia da Criança (25 de março), 2 Dia de Tiradentes (21 de abril), Independência do Brasil (07 de setembro) e Proclamação da República (15 de novembro). Entretanto, a riqueza dessas gazetinhas para o estudo das culturas festivas escolares vai além do destaque dos artigos que comentam esses dias. Nelas podemos obter o registro de outras festividades espalhadas pelo calendário escolar como o Dia das Mães, Carnaval, Natal, festas juninas, etc., além de possuírem páginas recreativas, curiosidades sobre coisas e pessoas, e o cronograma das festas planejadas. Assim, a imprensa, em geral, se apresenta como uma importante fonte para a história porque, à medida que a educação vai ganhando destaque no contexto brasileiro, tanto político como social, os periódicos se mostram como um meio de divulgação do que acontece com o sistema de ensino. Crítica, elogios, decretos, prestação de contas à sociedade, sugestões, todos esses elementos podem ser encontrados nas páginas dos jornais. Esses elementos fazem parte do universo escolar, tanto quanto os cadernos e livros das crianças que freqüentavam os grupos escolares. II. Por que começar com a Festa? Esta pergunta foi elaborada por Roger Chartier ao estudar a festa enquanto objeto histórico utilizando uma perspectiva analítica de longa duração sobre o seu papel na França do Antigo Regime (CHARTIER, 1980). Irei aqui aproveitar, em especial, a pergunta inicial do historiador francês e me apropriar de suas inquietações, para questionar a razão de se investigar as celebrações do calendário escolar curitibano, na ambição de entender a manifestação de uma cultura festiva escolar. Por que começar com as festas escolares? Partirmos do pressuposto que elas compõem fatos sociais, e o seu estudo ganha importância não somente do ponto vista histórico, mas também antropológico, colocando em destaque momentos simbólicos de integralização dos atores do universo escolar frente à construção de instrumentos que as viabilizem enquanto fenômeno cultural. Outro argumento que procura refletir esta questão é o tipo de pergunta que se faz quando queremos olhar para a história da escola primária. É sempre necessário destacar que, mesmo sendo possível a livre compreensão do passado, ela só assume uma certeza da explicação histórica com o empirismo decorrente da pesquisa. E nesse sentido, entendemos a viabilidade de se aproximar da realidade do passado da escola primária através do estudo e da análise de práticas culturais que possuem disciplinas e tempos diferentes dos rigores da escolarização aplicados na sala de aula propriamente dita. Com isto não recuso as festas escolares como partícipes do processo de escolarização, ao contrário, mesmo que possuam papéis diferenciados frente à necessidade instrucional na transmissão e construção do conhecimento escolar, elas compõem o processo de formação educacional dos alunos. Portanto, o que se pretende é contribuir para o debate que é possível entender a escola utilizando diferentes ângulos, quer que se utilizem lentes investigativas que focam contextos ampliados ou lentes que convergem para pequenas frestas da realidade do passado. Diversos estudos em diferentes campos das ciências humanas afirmam que a festa é um fato social coletivo que carrega consigo um conjunto de significados que lhes são atribuídas conforme a história e a tradição em que foi gestada. A festa em si, conforme Aline Itani, é uma ação de simbolização, na qual é representado um evento ou uma figura revestida de importância para a coletividade festeira. Nelas se incluem tanto os ritos, as celebrações sagradas ou religiosas, como as comemorações políticas, eventos realizados com danças, músicas, brincadeiras, comidas e jogos. Compreender a festa requer, nesse sentido, ver e sentir as representações e imagens materiais e mentais que a envolvem. (ITANI, 2003, p. 13) 2 Entre os anos de , o Estado Novo determinou que o dia da criança deveria ser celebrado no dia 25 de março.

4 3860 Dentre as várias festas comemoradas durante o ano, escolhi quatro que possibilitam representar os momentos de festividade que a escola construiu. Não desmerecendo a importância das demais solenidades, e considerando o espaço proposto para esta comunicação, ficarei restrito em alguns momentos, entendidos aqui, como lugares de memória que permeiam o imaginário daqueles que freqüentaram a escola primária pública. II. A escola primária e suas festas: comemorações Setembro: Festa da Primavera e Dia da Árvore Curitiba e a Primavera Notas sobre o aspecto da primavera. Adoro o Brasil e comparo-o com um grande e belo diamante que brilha intensamente diante das grandes nações, e Curitiba é uma partícula muito polida desse diamante, é como uma estrela a brilhar por entre as araucárias. Leoni Taborda (O nosso jornal, 07 set. 1940). Antes de encerrar o mês de setembro, acontece no hemisfério sul a chegada da primavera que anuncia com suas cores e perfumes, a estação das flores. Possuidora de um leque de festas que a celebra, elas se espalharam pelo mundo ao longo da história de diferentes povos. Não se sabe ao certo quando as instituições educacionais de Curitiba incorporam a celebração da chegada da primavera em seus calendários de festividades. Porém, notícias do início do século anunciavam seus preparativos como prenúncio de renovação do tempo, que deveria ser motivo de júbilo à infância e a juventude estudantil que contaria na ocasião com jogos recreativos e esportivos. O Senhor Secretário da Instrução Pública pede-nos para convidar por ordem do Sr. Dr. Diretor Geral da Instrução Pública todas as escolas da capital a comparecerem no sábado, 21 do corrente, às 2 horas da tarde, a fim de incorporados, alunos e alunas, formarem o grande préstito que, em comemoração à entrada da primavera, solenizará nesse dia a Festa das Flores. Para esse fim deverão os Srs. Professores reunir o maior número de seus alunos, sendo a formatura na Praça Ozório. (A República, 17 set. 1912). 3 O principal parque curitibano no inicio do século XX se tornou um dos espaços preferidos para a realização pelos escolares desta festa. Como na primavera de 1924, por exemplo, quando as crianças compareceram ao Passeio Público com um novo adereço em seus uniformes: uma flor no peito que os credenciavam como os participantes mais importantes desta celebração. A presença da banda militar animava os adultos com marchinhas e polcas, enquanto as crianças se divertiam com brincadeiras e concursos, como a corrida da laranja (alcançaram 1º. e 2º. lugares, os grupos escolares Professor Brandão e 19 de Dezembro, respectivamente); calçar sapatos trocados, correr de olhos vendados. O encerramento se deu com uma corrida de automóveis da marca Gravinas. (Gazeta do Povo, 29 set. 1924). 3 Infelizmente a tradicional intempérie curitibana não respeitou o início da nova estação, levando os organizadores da festa cancelar o desfile dos escolares devido às más condições climáticas que assolou a cidade naquele dia. (A República, 21 set. 1912).

5 3861 Com o passar dos anos, frente ao sucesso da escola primária em preservar a idéia de festejar a mais bela estação da natureza, as autoridades de ensino do regime ditatorial de Vargas não titubeiam em aproveitar este costume para incutir interesses de cunho cívico no imaginário infantil, em especial quando levavam os alunos a relacionarem a chegada da primavera com o nascimento da nação brasileira, simbolizada no Grito do Ipiranga. Foi desse modo que Sebastião Sacerdote, aluno do 2º. Ano do Grupo Escolar Presidente Pedrosa, demonstrou ter assimilado esta noção de nação, ao registrar no jornal da escola sua pequena redação sobre o mês de setembro. Com que alegria os meus olhos distinguiram lá na folhinha, o mês de setembro. Parece que este nos traz alegria, disposição, bem estar. Percebemos perfeitamente a transformação que se opera em toda a natureza: tudo verde, florido, ar perfumado, dias alegre e cheio de sol. Porém, não é só pela entrada da primavera que queremos bem este mês. Para nós brasileiros ele é ainda mais significativo, pois a 07 de setembro de 1822, D. Pedro I, Imperador do Brasil, proclamava a nossa independência, deixando-nos livre de Portugal. E ele é assim lembrado como o mês da liberdade, da maior data brasileira. Escolheu o Brasil, o mês das flores e dos risos para festejar o seu aniversário. Parabéns ó meu Brasil! (Jornal Infantil, 07 set. 1940). A festa do Dia da Árvore, comemorada em 21 de setembro, em breve estaria consorciada à Festa da Primavera, algumas vezes também denominada de Festa das Flores (A República, 10 set. 1912). Entretanto, esta associação não havia sido estabelecida desde o início, quando das primeiras comemorações da Festa da Primavera. Quem nos fornece pistas desta afirmação é o educador Theodoro de Moraes, professor da Escola-Modelo Caetano de Campos e autor da famosa cartilha Meu Livro, de Em matéria reproduzida, em 1914, em um jornal da cidade de Curitiba, o professor Theodoro defendia a incorporação do Dia da Árvore no calendário das festas escolares, elegendo o mês de setembro como aquele que tinha as melhores condições para a realização da Festa das Árvores. Sua idéia era aproximar as crianças da natureza, que neste dia deveriam praticar exercícios de semeadura e observar a germinação de grãos plantados anteriormente. Brincadeiras e atividades ao ar livre também foram recomendadas. Theodoro aproveitou o conhecimento que tinha do ritual de como este dia era festejado nos Estados Unidos (The arbor-day), para propor como ele deveria ser organizado nas escolas brasileiras. Para ele, a solenidade deveria ser dividida em duas partes. Na primeira, cada classe faria o plantio de mudas no pátio da escola ou mesmo em uma estrada próxima. Na segunda, a comemoração daria prosseguimento em sala de aula, seguindo programa que ficaria, preferencialmente, sob a responsabilidade dos alunos da 4ª. Série. I. Um hino escolar. II. A floresta tropical leitura trecho da Canaã de Graça Aranha (p.45) III. O valor das árvores breve explicação IV. A queimada, poesia de C. Alves. V. A queimada leitura trecho da Canaã, de Graça Aranha (p.137) VI. Que plantamos quando uma árvore plantamos? poesia de René Barreto VII. A árvore, excerto de Coelho Netto. VIII. Quem poupa as árvores encontra tesouros, Poesia de Castilho. IX. Algumas árvores úteis do Brasil. X. Hino às arvores. XI. Redação de uma pequena composição sobre as árvores. (A República, 08 jun. 1914). O Dia a Árvore e a Festa da Primavera foram, portanto, incorporados ao calendário festivo escolar que reproduziu, e reinventou com pequenas variações ao longo das décadas, momentos que se tornaram tradicionais, tais como o plantio de mudas, preleções alusivas a data, jogos etc. Enxergamos

6 3862 esta continuidade em 1934, quando os jornais relatam como os curitibanos brindavam a chegada da primavera. 4 Em Curitiba, cidade sorriso, onde tudo é poesia, onde a beleza natural se alia à beleza artificial, o ambiente é propício para comemorar tão significativas datas. E, todos os anos, esse dia é festivamente comemorado, tanto pela mocidade estudiosa, das escolas, como pela população da cidade. Nas escolas públicas é efetuado todo o ano, o plantio da árvore simbólica pelos alunos, além de outras festividades. Este ano, como nos precedentes, várias serão as comemorações e festividades a serem levadas a efeito, quer alusiva a entrada da primavera, quer alusiva ao dia da árvore. Assim, pois, nas escolas terão lugar hoje atos comemorativos, preleções sobre a árvore, plantio simbólico e festejos entre os alunos, que bem dirão da significação da data de hoje. À noite, várias sociedades recreativas promoverão partidas dançantes e outras festividades, todas alusivas a entrada da primavera. (Gazeta do Povo, 18 set. 1934). Apesar da principal festa escolar de setembro ser cívica, não esqueçamos o Dia da Independência (07 de setembro), as demais comemorações deste mês (Primavera e o Dia da Árvore) também compuseram e ocuparam espaço no imaginário festivo dos alunos da escola primária curitibana. Um traço dessa narrativa são os registros fotográficos das Figuras 1 e 2, onde percebemos o envolvimento das crianças enquanto personagens que recriam um cotidiano que celebra a natureza. 2. Outubro: dia da criança Que alegria! Vem chegando o Dia da Criança. A criança é a rainha da festa. Estamos em nossa Pátria bem amada o Brasil onde nascemos e bebemos as nossas primeiras lições de amor, no berço de nosso lar querido! Escola nós te amamos, sacrário bendito onde aprendemos com carinho e desvelo de nossas mestras a Moral e o Civismo preparando-nos para a luta da vida e para bem servir a nossa terra. Maria P. Alves de Souza (A Voz Infantil, 25 mar. 1941). A institucionalização do dia da criança no Brasil se deu pela publicação do decreto lei n de 05 de novembro de 1924, que oficializou o dia de sua comemoração para 12 de outubro de cada ano. Tudo leva a crer que a escolha desta data foi uma deferência ao que tinha sido decidido nos trabalhos do III Congresso Americano da Criança e do I Congresso Brasileiro de Proteção à Infância, ambos realizados na cidade do Rio de Janeiro no ano de 1922, que propuseram a mesma data do descobrimento da América para os festejos do dia da criança. (KUHLMANN JR., 1998). Em Curitiba, um dos primeiros registros feitos pela imprensa acerca das comemorações do dia da criança é de Por ordem das autoridades de ensino, circunstancialmente naquele ano, a festa da criança que deveria ser recordada como de costume no dia 12 de outubro, foi transferida para o dia 15 daquele mês, o que nos conduz a pensar que esta não seria a primeira vez em que foi comemorada. A recomendação era que os alunos convidassem seus pais para acompanhá-los às escolas frente à uma programação que se aproximava do feitio das festas cívicas, qual seja, hasteamento da bandeira nacional e, se possível, uma curta passeata dos alunos nas imediações da escola, seguida de atividades 4 Em 1939, a festa da árvore foi comemorada na Praça Tiradentes (centro da cidade de Curitiba), local onde as crianças plantaram uma muda de pinheiro e outra de erva-mate. Novamente esteve presente a banda da Polícia Militar. (Gazeta do Povo, 23 set. 1939).

7 3863 nada lúdicas, como responder a perguntas sobre conteúdos escolares. Ratificando a relação da nova festa com a antiga data da descoberta da América, os professores deveriam no dia 11 de outubro ministrar aula sobre o tema do descobrimento. (Gazeta do Povo, 27 set. 1927). Em que pese esta programação monótona, as primeiras comemorações se restringiam à escola, com um programa de ginástica, declamação e canto de hinos, o que não proporcionava à infância momentos de alegria. A própria imprensa intercederá por um espetáculo mais condizente à homenageada. Não sabemos até agora de qualquer iniciativa no sentido de se proporcionar à infância motivos de alegria, no dia que lhe é consagrado 12 de Outubro. (...) Essa magnífica reunião deveria ser feita em um dos parques desta capital no seio da Natureza. E o programa surgirá amplo, infantil e interessante. Naquele dia deixe-se a criança em franca liberdade, em folguedos que lhe possam dar grande prazer. Se há propósito nesse sentido a proposta aí fica. É de se lamentar se aquele dia transcorrer com homenagens simples, apagadas e inexpressivas. (Gazeta do Povo, 03 out. 1931). Não há como mensurar a contribuição dessas críticas na modificação da dinâmica desta festa, o certo é que com o passar dos anos as programações assumiram configurações mais atraentes para as próprias crianças, apesar da insistência do formato organizacional da mente adulta para a festa. É o percebemos no relato de um aluno de 10 anos, Nelson Prevedelo, que em 1939 estudava no Grupo Escolar Professor Brandão. O dia 12 de outubro foi feriado. Foi nesse dia que Cristóvão Colombo descobriu a América. Por esse motivo não tivemos aula. Aproveitando o feriado, nossa distinta Diretora determinou um piquenique. Lá brincamos de diversos brinquedos; várias meninas declamaram, outras cantaram. Houve partidas de futebol entre os alunos da seção da manhã e os da tarde. Venceram os alunos da tarde. Às onze horas regressamos para casa. (Gazeta Infantil, 15 set. 1939). A realização desta festa enquanto prática que vinha se tornando um costume de proporções nacionais a partir de sua institucionalização no calendário escolar, teve sua data modificada por imposição do Estado Novo. Getúlio Vargas ao criar, em 1940, o Departamento Nacional da Criança, órgão administrativo subordinado ao Ministério da Educação e Saúde -, responsável por articular ações de proteção à maternidade, à infância e à adolescência -, determinava que daquele ano em diante, o dia da criança seria comemorado no dia 25 de março. 5 Não obstante, esta ação temporânea da Ditadura Vargas não alterou o sentido da cerimônia em construção há quase duas décadas, e muito menos a removeu da escola a responsabilidade por sua organização. Ao nos aproximar do universo escolar e infantil através do relato da pequena Mary Sheean, aluna de apenas 10 anos do Grupo Escolar das Mercês, é possível perceber que estes dois aspectos: o sentido da festa e a responsabilidade de sua organização, não sofreram impactos que levassem suas personagens se sentirem desprestigiadas ou inconformadas com a mudança. Todos têm seu dia. O nosso é o dia 25 de março. Nesse ano, foi muito festejado com missa solene, convescote numa chácara do nosso bairro. Brincamos, jogamos, ganhamos doces, ovos da Páscoa, capilé. A nossa diretora e as professoras foram incansáveis em nos distrair, e brincar conosco. Terminamos o 5 Decreto-Lei 2024 de 17 de fevereiro de 1940, Capítulo VI (Da comemoração do dia da criança); Art Será comemorado, em todo o país, a 25 de março de cada ano, o Dia da Criança. Constituirá objetivo principal dessa comemoração avivar na opinião pública a consciência da necessidade de ser dada a mais vigilante e extensa proteção à maternidade, à infância e à adolescência. (BRASIL, 1940). No Paraná, em portaria de 11 de fevereiro de 1941, o diretor geral da educação, Hostilio César de Souza Araújo, expediu instruções aos diretores de todos os estabelecimentos de ensino a observância do dia 25 de março como o dia da criança, instituído pelo Decreto-Lei-Federal nº 2204, de 17 de fevereiro de (Gazeta do Povo, 14 mar. 1941). Antes da publicação deste decreto, em 1939, o mesmo diretor geral baixou portaria determinando que as instituições educacionais do Estado organizassem o dia da criança na data usual de 12 de outubro. (Gazeta do Povo, 07 out. 1939).

8 3864 nosso convescote com bastante pesar, pois quando a animação estava no auge, caiu uma chuva forte que nos deixou molhadinhos! Molhadinhos! (Presente, 19 abr. 1942). Não demorou muito, apenas três anos, para o Departamento Nacional da Criança perceber que a data de outubro era a que melhor se adequava aos seus objetivos, não logrando sucesso aquela de 25 de março. Contudo, a intervenção do Estado continuava muito presente, visto que, em todo o país, segundo instruções do próprio Ministério da Educação e Saúde, deveria ser adotado um tema central que nortearia as comemorações, não só do dia 12 de outubro, mas de toda a semana da criança. Tomo como exemplo, o ano de 1943, o primeiro após o retorno da data que era comemorada anteriormente, cujo tema escolhido foi sobre a criança abandonada. (Gazeta do Povo, 07 out. 1943). Nesse sentido, todas as instituições educacionais brasileiras deveriam tabular preleções e campanhas entre os escolares a fim de arrecadar recursos para instituições de assistência à infância desvalida em suas cidades e estados. Apesar dos usos que o Estado fez desta festa em benefício de seus discursos, ele não chegou a deslocar o espaço escolar como o principal palco de sua celebração, e nem queria que isto acontecesse, afinal a escola continuava sendo uma fiel portadora de suas mensagens, independente do regime político em vigor. Só muito recentemente, nas últimas décadas do século XX, podemos afirmar que o tablado desta festança que se tornou o dia da criança, removeu suas atenções para o universo comercial, ficando a escola apenas como mera coadjuvante de uma festa que no tempo dos convescotes, corridas de sacos e capilés era a grande diretora da cena festiva. 3. Novembro, Dezembro: Festa de encerramento do ano letivo. No dia 29 de novembro vai ser feita uma festa a todos os alunos do grupo. Muitos dos meus colegas vão recitar, outros farão discursos. Depois da festa os alunos e as alunas do 4º ano recebem o diploma, os do 1º, 2º e 3º ano recebem o cartão da promoção. Os alunos ganham doces. No fim de novembro armam a Exposição com diversos bordados, desenhos, trabalhos de serrinha, tapetes, etc. Os alunos trazem as mães para ver a exposição. José Simão (O Conselheiro, 15 nov. 1941). A última festa escolar do ano era esperada pela grande maioria dos alunos como aquela que anunciava o término do período letivo e o início das férias estudantis. Nas primeiras décadas do século XX, os exames finais eram aplicados no último dia de aula e somente depois de concluídos é que se daria início a festa de encerramento propriamente dita. Além da apresentação de poesias, cânticos de despedidas, discursos de agradecimento, ela contava em seu roteiro com a exposição de trabalhos de agulha, modelagem, pintura, tecelagem, arte culinária, mostra de cadernos de caligrafia, desenho geométrico, cartazes, que ficaram expostos nas salas e corredores da escola. Somado ao grupo formado pelos professores e alunos, costumeiramente, os grupos escolares recebiam entre seus convidados, autoridades de ensino, acompanhadas de outros representantes dos poderes público e civil, que prestigiavam as festividades de final de ano nas escolas. Estas

9 3865 participações incluíam às vezes a presença das mais altas patentes do Estado, que em muitas ocasiões atuaram como examinadores convidados da performance dos alunos. 6 Vejamos um exemplo de Realizou-se no dia 21 de novembro no Grupo 19 de Dezembro a festa escolar e a exposição de trabalhos. Contou com a presença do exmo. Sr. dr. Carlos Cavalcanti, presidente do Estado, dr. Antonio Martins Franco, chefe do gabinete da presidência, dr. Azevedo de Macedo, superintendente geral do ensino, dr. Sebastião Paraná, representante de imprensa. (A República, 22 nov. 1915). Um cuidado especial foi dado às exposições de trabalhos manuais dos alunos que aos poucos ocupam um maior espaço de destaque nestes dias de comemoração, motivo da imprensa não poupar elogios a esta iniciativa das escolas, ao ornamentar e tornar esta festa mais atrativa aos que dela participam, não economizando louvores ao esforço dos professores em preparar seus alunos para as diversas apresentações artísticas. Entretanto, ainda na década de 1930, encontramos registro da prática do ritual dos exames finais como abertura oficial da festa de final de ano. Isto significa que até então a escola primária não conseguiu separar por completo os momentos de alegria da festividade em si, com os de tensão de crianças à espera da avaliação. É grande a animação que reina nos estabelecimentos de ensino público, em todo o Estado, por ocasião do encerramento do ano letivo. Professores e alunos trabalhavam ativamente para os preparativos dos exames. Os professores procuram, dentro de um justo critério, promover o maior número de alunos possível. Querem mostrar o fruto de um trabalho árduo de um ano escolar. Os alunos por sua vez querem passar. Querem regressar á seus lares, após o exame, orgulhosos das notas que os promovem. Além desse afã, trabalham ainda, professores e alunos para a exposição de trabalhos manuais feitos durante o período escolar. E é de se observar pelas ruas o bando de crianças alegres que carregam cuidadosamente embrulhos contendo o fruto do seu labor sabiamente orientado pelas abnegadas professoras. (Gazeta do Povo, 30 nov. 1937). Se por um lado, diminuiu significativamente nas décadas posteriores este formato que previa a abertura da solenidade com os exames finais, por outro, novos componentes de divertimento e programações litúrgicas foram paulatinamente acrescentados, tais como os bailes e as missas de agradecimento. No comunicado do jornal Gazeta do Povo para a festa de encerramento do Grupo Escolar Dr. Xavier da Silva, em 1942, não existe qualquer referência aos exames ou avaliações. As atenções se voltaram, naquele momento, para a inauguração da exposição de trabalhos manuais acompanhada de uma série de apresentações artísticas executadas pelos alunos. (Gazeta do Povo, 29 nov. 1942). Já no informe que fez o Diário da Tarde acerca do Grupo Escolar Leôncio Correia, a importância reside na entrega de presentes aos alunos, professores, zeladores e funcionários na festa de encerramento de seu ano letivo, em (Diário da Tarde, 14 dez. 1966). 7 Percebemos, portanto, que a festa assume sua conotação de entretenimento, de modo mais preponderante quando alunos, professores, funcionários e familiares se envolvem para celebrar conjuntamente um rito de passagem que homenageia mais uma vez a criança. É ela seu principal personagem e centro de todas as atenções, mesmo que a organização continue sendo de responsabilidade dos adultos. 6 Na festa de final de ano do Grupo Escolar Professor Cleto, em 1919, compôs a comissão examinadora o inspetor escolar, Candido Natividade da Silva, e os examinadores Newton Guimarães, Maria da Silva, Dolores Nascimento, Orminda Xavier Salmon e Gelvira Correa Pacheco. Após as avaliações, os alunos cantaram o Hino Nacional e da Bandeira, terminando a festa com distribuição de doces para as crianças. (A República, 07 nov. 1919). 7 Outro exemplo deste contexto de mudança é assinado por Gercy Araújo, aluna de 12 anos e concluinte do 2º. ano primário do Grupo Escolar da Água Verde, que apresenta no jornal da sua escola um pequeno relato que nos esclarece a distância temporal entre as atividades avaliativas e a solenidade da festa de encerramento do ano letivo: Está chegando o fim do ano e é na faina que aprecio mais. Véspera de exames, exposição, terminar trabalhos, etc. Vamos entrar num novo ano, o de 1942, que sem dúvida nos será cheio de livros e de estudos, mas que o aceitamos com prazer porque o nosso pequeno trabalho é sempre bem acolhido pelas nossas professoras. É nesta esperança que vamos prestar os nossos exames finais para sermos promovidos ao 3º ano onde continuaremos nesta colméia do saber, que é a escola. Apresentamos a nossa diretora e professoras deste educandário, nossas amigas e compatriotas, os mais sinceros desejos de saudade, paz e felicidade no ano de 1942; e que à todos ele seja faustoso e próspero. (Idéia Infantil, 15 nov. 1941).

10 3866 A celebração também assume contornos de formatura e aquisição de graus semelhantes aos rituais do ensino secundário e superior, visto que, em todos os anos, era esperado o término do curso primário dos alunos das séries finais, assim como do curso primário complementar. Com uma abundância de comunicados e relatos que transitam nas páginas dos jornais dos fins do mês de novembro à primeira quinzena do mês seguinte, o termo preferido para a ocasião era colação de grau. Colação de grau no Grupo Escolar Pietro Martinez um excelente programa foi realizado, conseguindo a solenidade pleno êxito, foi assim que o Gazeta do Povo anunciou a reunião de encerramento do final do ano letivo deste estabelecimento de ensino. Realizado no salão de festas da própria escola, a cerimônia de colação de grau da turma de complementaristas e 4º. Ano foi presidida por Beni Pijol de Souza Araújo, representante do Diretor Geral da Educação, e como sinal de reconhecimento e intercâmbio contou ainda com a presença de diretoras de outros grupos escolares de Curitiba. A festividade teve direito ao canto do Hino à Bandeira, discursos de alunos, professores e convidados, poesias etc. (Gazeta do Povo, 30 nov. 1941). Um segundo exemplo desta ritualização feita pela escola primária foram os convites impressos em cartão confeccionados em casas gráficas da cidade, que utilizava uma linguagem bastante formal para o universo infantil. Senão vejamos o exemplo do convite (cartão 12x17cm) acompanhado da programação completa da festa de encerramento dos alunos do Grupo Escolar Leôncio Correia para o ano de Os graduandos dos cursos primário e elementar do Grupo Escolar Leôncio Correia, têm a grata satisfação de convidar V. Excia e excelentíssima família, para assistirem às solenidades de sua colação de grau, que constará do seguinte: PROGRAMA Dia 15 de dezembro 8 hs. : Missa em Ação de Graças, rezada por Frei José leal na Igreja de Santo Antonio. 14hs.: Entrega de diplomas na Sociedade Beneficente Operária União Bacacheri. 16hs.: Baile Infantil na mesma Sociedade. Agradecemos seu comparecimento. O GRADUANDO (Convite, 1959) 8 Nota-se, assim, que festejar o final de ano letivo assumiu nitidamente a passagem para um novo tempo que distingue, delimita e organiza sua passagem sobre o tempo antigo. Legitimada ano após ano, esta celebração que separava o tempo do estudo daquele que anunciava as férias e o descanso, foi confirmada pela prática de seus participantes como espaço de manifestação de uma cultura escolar que situou contornos apropriados ao universo infantil. III. Reflexões inconclusas Percebemos que as festas celebradas pela escola foram experiências coletivas que se configuraram como fatos sociais não isolados do cotidiano dos alunos. Se por um lado, a produção das festividades foi concebida a partir da formalidade dos discursos, portarias e decretos das autoridades de ensino, responsáveis por inseri-las ao calendário, por outro, os sentidos que o universo infantil assume é diferente é o lúdico, o divertido, o prazeroso que determinam a dinâmica dessa sua participação. Ao longo da experiência festiva da escola primária curitibana, os processos de mudança no seu formato contribuíram na construção de novas representações simbólicas acerca de suas celebrações. Por fim, há bastante clareza que as festas escolares tem se tornado objeto de investigação 8 Após a solenidade foi distribuído um cartão-lembrança (10x6cm). Na face uma pintura colorida inspirada na parábola cristã do bom pastor, e no verso os seguintes dizeres: Grupo Escolar Leôncio Correia // E Jesus crescia em sabedoria, em idade e em graça diante de Deus e diante dos homens. // Lembrança dos alunos que concluíram os cursos Primário e Complementar. // Curitiba, (Cartão, 1959).

11 3867 valioso para a compreensão histórica da vida social escolar infantil, sendo um aspecto ainda pouco explorado da realidade do universo infantil. Fontes Jornais A República, 26 ago A República, 10 set A República, 17 set A República, 21 set A República, 08 jun A República, 22 nov A República, 07 nov Diário da Tarde, 14 dez Gazeta do Povo, 29 set Gazeta do Povo, 27 set Gazeta do Povo, 03 out Gazeta do Povo, 18 set Gazeta do Povo, 30 nov Gazeta do Povo, 23 set Gazeta do Povo, 07 out Gazeta do Povo, 14 mar Gazeta do Povo, 30 nov Gazeta do Povo, 29 nov Gazeta do Povo, 07 out A Voz Infantil (Órgão infantil do Grupo Escolar Professor Cleto), 25 mar Gazeta Infantil (Órgão dos alunos do Grupo Escolar Professor Brandão), 15 set Idéia Infantil (Órgão dos alunos do Grupo Escolar da Água Verde), 15 nov Jornal Infantil (Órgão dos alunos do Grupo Escolar Presidente Pedrosa), 07 set O Conselheiro (Órgão dos alunos do Grupo Escolar Conselheiro Zacarias), 15 nov O nosso jornal (Órgão dos alunos do Grupo Escolar Dr. Xavier da Silva), 07 set Presente (Órgão dos alunos do Grupo Escolar das Mercês), 19 abr Convites e Cartões Convite de formatura dos alunos do curso primário e elementar do Grupo Escolar Leôncio Correia. Curitiba, Cartão lembrança dos alunos que concluíram os cursos: primário e complementar do Grupo Escolar Leôncio Correia. Curitiba, 15 dec Relatórios PARANÁ. Governador ( : Ribas). Relatório do Interventor Federal do Estado do Paraná, Manoel Ribas, ao Presidente da República Getúlio Vargas, apresentando as atividades do período de 2 de janeiro de 1931 a 31 de dezembro de Curitiba, Legislação BRASIL. Legislação. Decreto-Lei 2240 de 17 de fevereiro de Referências Bibliográficas BENEVIDES, Cezar Augusto Carneiro. Infância e Civismo. In: Anais do XVIº. Simpósio Nacional de História. Rio de Janeiro: UERJ/Anpuh, julho de Volume Especial. p BENCOSTTA, Marcus Levy Albino et al. Memórias da Educação. Campinas ( ). Campinas: Editora da Unicamp, 1999.

12 3868 BENCOSTTA, Marcus Levy Albino. Grupos Escolares no Brasil: um novo modelo de escola primária. In: STEPHANOU, Maria & BASTOS, Maria Helena Câmara (Orgs.). Histórias e Memórias da Educação no Brasil. Vol. III Século XX. Petrópolis: Vozes, 2005a.. Arquitetura e Espaço Escolar: o exemplo dos primeiros grupos escolares de Curitiba ( ). In: BENCOSTTA, Marcus Levy Albino (Org.). História da Educação, Arquitetura e Espaço Escolar. São Paulo: Cortez Editora, 2005b.. Desfiles patrióticos: Memória e cultura cívica dos grupos escolares de Curitiba ( ). In: VIDAL, Diana (Org.). Grupos Escolares: cultura escolar primária e escolarização da infância no Brasil ( ). Campinas, Mercado de Letras, CHARTIER, Roger. Discipline et invention: fête. Diogène, n. 110, p , ITANI, Alice. Festas e calendários. São Paulo: Editora da UNESP, In: MOTA, Aldenira & KUHLMANN JR., Moysés. Infância e educação infantil: uma abordagem histórica. Porto Alegre: Mediação, 1998.

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