A IMAGEM PRESENTE NO LIVRO DIDÁTICO CONSTITUTIVA DOS GÊNEROS. SILVA, Andreane Lima e; NOGUEIRA, Susana dos Santos; MORAES, Eliana Melo Machado.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A IMAGEM PRESENTE NO LIVRO DIDÁTICO CONSTITUTIVA DOS GÊNEROS. SILVA, Andreane Lima e; NOGUEIRA, Susana dos Santos; MORAES, Eliana Melo Machado."

Transcrição

1 A IMAGEM PRESENTE NO LIVRO DIDÁTICO CONSTITUTIVA DOS GÊNEROS SILVA, Andreane Lima e; NOGUEIRA, Susana dos Santos; MORAES, Eliana Melo Machado. 1 INTRODUÇÃO Em direção a uma revisão dos gêneros de imagem no livro didático de língua portuguesa, parece-nos essencial proceder uma análise em torno de sua constituição, seus limites, bem como a maneira que são postos na esfera escolar em que circulam. Por meio dessas considerações, este artigo, visa apresentar como se dá a presença da imagem no livro didático de Português de 5ª série, com que freqüência de ocorrência e como ela se manifesta no tocante ao tratamento do gênero dispensado pelo livro; bem como estabelecer relações entre os estilos dos gêneros; além de discutir em uma perspectiva bakhtiniana as noções teóricas de gênero do discurso no que tange as possibilidades de leitura da imagem no livro didático de Português, o qual por sua maleabilidade remete-nos a uma árdua tarefa de categorização. Tendo em vista e com base nas discussões apresentadas anteriormente, parece-nos claro ser a 5ª série a mais recomendada para a análise das idéias propostas neste trabalho, por ser uma etapa mediadora entre a primeira fase e a segunda do Ensino Fundamental. Sendo um suporte responsável pela transformação de um estágio lúdico para a efetivação de sujeitos de leitura ou em outros termos: um divisor de águas; optamos em observar a imagem enquanto constitutiva dos gêneros nesse projeto de pesquisa, voltando-nos para o livro - Português: Linguagens da 5ª série dos autores Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, por ser o material preferencialmente adotado pelas escolas estaduais do município de Jataí Goiás, no tocante a primeira unidade. Para a constituição do corpus, inicialmente nos valemos de um esboço de caráter descritivo sobre os aspectos da imagem constituintes do espaço editorial do livro didático, cujas bases se fundamentam em uma apreciação quantitativa a fim de explicar o fenômeno imagético enquanto constitutivo ou não dos gêneros; e na formulação de hipóteses que nos redimensionarão mais a frente a um estudo qualitativo dos dados em consonância com o referencial bibliográfico, revertendo-se também, por esse motivo, numa pesquisa de cunho bibliográfico. Propomos-nos ainda observar a correspondência entre os gêneros imagéticos constitutivos de um outro gênero coexistindo simultaneamente, num encadeamento imbricado, no interior de uma unidade maior: o livro didático e 1 Andreane Lima e Silva, graduado em Letras Habilitação Português pela Universidade Federal de Goiás/Campus Jataí. Susana dos Santos Nogueira, graduanda do curso de Letras Habilitação Português pela Universidade Federal de Goiás/Campus Jataí; Eliana Melo Machado Moraes, doutora pelo Programa de Pós - Graduação em Lingüística do IEL/UNICAMP; professora no Curso de Letras, no Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás.

2 posteriormente analisá-los, atentando-nos para o tema, estilo e estrutura composicional, estabelecidos por Bakhtin, além de abordar a dialogicidade imanente no trabalho com a imagem em sala de aula e suas contribuições para as construções de sentido. No presente momento detemo-nos na primeira unidade do livro a fim de analisar o índice reflexivo e o campo multisignificativo apontado pelas atividades escolares nas práticas pedagógicas. 1. O Reflexo de Narciso: a imagem decomposta Ao refletirmos sobre a presença da imagem no contexto do livro didático, alguns questionamentos instigam-nos sobre a sua manifestação nesse arquétipo. Pela sua essência diluída, seus vários pontos de vistas, diversidade de gêneros, e gama de escólios, entre eles os tradicionais cartum, charge, tira, HQs, pintura, anúncio etc..., qualquer investida científica que pretenda captá-la logra alcançar uma incógnita, em alegoria a esfinge, decifra-me ou te devoro, tendo sido nossa mente invadida por questionamentos de várias ordens. Todavia é por sua natureza política, contrariando o que pregam as incautas prerrogativas, que vêem a imagem como uma entidade neutra, que seu estudo se faz inconteste. Qual seria a substância imanente de um texto imagético? Qual a contribuição que essas imagens propiciam as práticas de leitura e letramento dos alunos? A que tipo de gêneros eles são submetidos e com qual funcionalidade? Todas essas indagações levaram-nos a uma reflexão em torno do papel da imagem no processo de aquisição dos domínios discursivos, corporificando as inquietações doravantes discutidas nesse artigo. A problemática em torno da imagem remete-nos ao seu plano simbólico altamente abstrato, que envolve o visível e o incognoscível, responsável pela complexidade na construção dos significados. Os gêneros imagéticos enquanto instrumentos de comunicação recebem um tratamento distorcido no espaço escolar, uma vez que obedecem a uma disciplinarização e sistematização, incompatíveis com seu caráter essencialmente dialógico; a respeito disso corrobora a fala de Belmiro (2003):...não só as imagens, mas o modo como essas imagens são oferecidas no espaço escolar constroem um determinado mundo de referências. O visível oferecido na escola tende a mascarar a natureza dialógica e polifônica das imagens, que tão harmoniosamente interagem com o texto verbal... Por outro lado, não queremos obscurecer aqui a didatização da imagem, haja vista a consolidação desta como um instrumento imprescindível na mobilização de saberes; isto é, um mal necessário. O problema reside em como proceder diante das fórmulas muitas vezes desencontradas perante a instabilidade pedagógica da atualidade. O aluno se encontra submerso em uma rede de informações bombardeado por um acervo de imagens que, quer queira quer não, a todo o momento, saltam as suas vistas procedentes das mais diversas ordens (

3 mídia cultural, informática e o livro didático), e, mesmo assim, não consegue compreender o que visualiza, tornando o caráter polissêmico e estritamente dialógico das imagens em um espaço de taciturnidade. Pensar uma aprendizagem visual envolve certas condições mínimas para a compreensão dos domínios e das técnicas estilísticas que potencializam as relações: forma-conteúdo, fundos, cores, contornos, textura, luz e sombra, fatores determinantes para a exploração dos sentidos. Essas condições devem contemplar quatro planos da significação: a construção de sentidos, a intencionalidade do autor, a materialidade textual e as possíveis ressignificações apreendidas pelo leitor. Tratase, portanto de um trabalho transdisciplinar que envolvam as várias áreas do conhecimento, como por exemplo, Sociologia, Filosofia, Psicologia, História, Artes, Português, Literatura, e demais a fim de uma melhor fruição do prazer estético do objeto contemplado no livro didático. A despeito disso o emprego da imagem na sala de aula continua ocupando um lugar de coadjuvante e talvez por esse motivo venha se revertendo em uma espécie de decodificação imediata e superficial, na qual o aluno não é levado a ir além da obviedade. Daí considerarmos importante o confronto da imagem, com suas respectivas situações de produção e circuitos sociais geradores do gênero. Tomemos emprestado, a título de esclarecimento a fala de Dolz e Schneuwly quanto a fixação do conceito epistemológico de gênero: Os gêneros podem ser considerados, seguindo Bakhtin (1984), como instrumentos que fundam a possibilidade de comunicação. Trata-se de formas relativamente estáveis tomadas pelos enunciados em situações habituais, entidades culturais intermediárias que permitem estabilizar os elementos formais e rituais das práticas de linguagem. Para a nossa análise adotamos a perspectiva bakhtiniana que apresenta o gênero do discurso caracterizado por três dimensões básicas: tema, estrutura composicional e o estilo. Cada uma destas podem ser definidas a partir de configurações distintas, sendo assim, temos respectivamente: 1) aquilo que se pode dizer através de um gênero; 2) particularidades textuais que compõem o gênero; 3)forma como cada enunciador imprime suas marcas lingüísticas na materialidade do gênero. Nas práticas escolares, temos uma terceira categoria designada por Dolz e Schneuwly como gêneros escolares. O aproveitamento e a inserção de qualquer gênero, fruto de instrumentalizações sociais extra-classe, na escola faz dele automaticamente uma nova modalidade artificializada e mutilada. O papel destes gêneros transformados em espécies escolares difusas pode ser facilmente constatado no espaço editorial do livro didático de português que ao longo do tempo vem sofrendo repaginações em tese inovadoras.

4 2. Da Era do Gelo a era do Gênero Transposto Com o advento da modernidade, a partir dos anos 70, e o surgimento de novas tecnologias no campo visual, o papel da imagem no livro didático passa a ter uma importância ímpar na condução do processo de ensino aprendizagem. No entanto, através de seu uso é possível depreendermos um dos focos do nosso trabalho: a imagem na constituição do gênero contribuindo para a formação do leitor, tendo em conta uma série de críticas mordazes a inadequação no uso das imagens e a falta de um intercâmbio entre a porção visual e o registro gráfico no gênero. Das frias e impessoais ilustrações, sufocadas ainda pela limitação do preto e branco, o espaço da imagem começa a reverter-se ante a doutrina da cor para um aproveitamento e uma disposição melhor das representações imagéticas. Sendo assim por o livro didático ser uma importante referência no contexto escolar de ensino aprendizagem e muitas vezes o único material fonte de contato dos aprendizes e de socialização com os diversos gêneros; torna-se imprescindível repensar a exploração das imagens que se apresentam no livro didático considerando a sua atualidade, sua dinamicidade e produtividade. Como ilustra Marcuschi (2001): Salvo engano ou alguma mudança radical nos modelos de ensino existentes hoje, parece legítimo supor que mesmo numa época marcada pela comunicação eletrônica e pela entrada de novas tecnologias, o material didático continuará sendo uma peça importante no ensino. Pouco importa se na forma atual do livro ou se no formato de um compact disc ou então se um site na internet. Assim, mais do que contestar a existência do livro didático, trata-se de ver como anda ele hoje em dia e como poderia ser se o quiséssemos ainda melhor. O livro didático constitui-se, na verdade, num gênero suporte, arrimo para outros gêneros que se manifestam em esfera escolar, definida assim pela mediação que este instrumento realiza entre o conhecimento, o agente da aprendizagem (aluno) e o elemento paciente (texto - aquele sobre o qual incide a instrução formal), mecanismo de intersecção entre os dois primeiros. O que nos interessa aqui é conhecer as implicaturas subjacentes na visualidade do livro didático e o contexto moderno sob o qual está inserido. Aproximando-se da apreciação de hipertextualidade, o livro didático é na maioria das vezes, constituído por um emaranhado de informações cruzadas entre si numa extensa teia de relações, acompanhadas por outras tantas topicalizações: textos verbais e não-verbais, gráficos, box infográficos, símbolos, que se manifestam no livro didático. Por esse seu caráter intersecional (de um gênero dentro de outro gênero) qualquer categorização que ignore o híbridismo e a instabilidade inerente à natureza do livro peca por uma incongruência conceitual. Ao atentarmos o nosso olhar para os gêneros que se fazem presente na unidade do livro didático de Português em análise, encontramos dificuldades para

5 categorizá-los teoricamente, uma vez que ao serem transpostos para este suporte, assumem um outro caráter dialógico, por estar sendo destituído do seu contexto de produção e circulação ao redor do qual eles se inserem; tornando-se, portanto um modelo para operacionalizações curriculares, que são condicionadas por atividades envolvendo: interpretação e produção textual, aspectos gramaticais e avaliação. 3. Análise dos dados Atentando-nos para o grande fluxo de imagens presentes na unidade em questão do livro: Português: Linguagens, 5ª série, dos autores William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães neste primeiro momento, foi passível de delimitação ao redor de três blocos este rico espólio de textos visuais em que consideramos tanto aquelas ilustrações que acompanham o texto verbal com vistas a elucidá-lo; passando pelas simples estampas que se apresentam desprovidas de finalidade, ou aparecendo apenas para cumprir um papel estético e de ornamentação no livro didático e desembarcando ainda, em linhas gerais, naquelas imagens enquanto constitutiva de gênero. Abordaremos, pois, a seguir, aqui um exemplo de cada um dos casos acima descritos. A priori temos logo no início da página 64 a presença de uma tela do artista John S. Bunker, Lembrança s de pássaros canoros (2000) e justaposto, ao lado, lê-se o poema: Primavera de Iêda Dias: Buscando os constituintes poéticos de ambas produções artísticas podemos delinear como prováveis inclinações algumas indicações de teor bucólico, em torno de um mesmo eixo semântico repleto de palavras, sons e imagens de ordem natural e paisagística. A ilustração que acompanha o texto verbal, composta

6 por um bando de pássaros de pequeno porte, pintam um quadro fugidio em que as cores dançam na tela dispostas com pinceladas onduladas sugerindo movimento e ritmo numa verdadeira sinfonia de cores em simbiose, que em certos momentos parecem camuflar-se num jogo de nuanças com os demais traços iconográficos, ora se mostram ora se escondem, contribuindo para a constituição da obra-prima. Já o poema comporta um emaranhado de sensações sugestivas que nos remetem aos cinco sentidos humanos (olfato rosas ; tato brisa suave ; paladar - beijando dálias ; audição um bem-te-vi / e um sabiá / cantam na rama ; visão vinheta bela ) correspondente a cada uma das estrofes poéticas, o que faz desta composição um poema sinestésico em seu grau máximo a partir do qual o leitorobservador respira, sente, ouve, vê e devora os versos e traços delicados da poetisa Ieda Dias. Tangencialmente, e tendo como ponto de contato os mesmos pressupostos, a pintura assume aqui um papel ilustrativo em que operam ou pelo menos deveriam operar as possibilidades de leituras verbais e não verbais. Mas sem perder nunca de vista que o campo de ação das imagens adquire contornos e rubricas muitas vezes transpostos dos limites meramente disciplinares e povoam um universo apreciativo de fruição estética, divisado unicamente pelo prazer. Por sua essência explicativa em que se desvendam as implicaturas do texto escrito delegamos ao painel Lembranças de pássaros canoros a categoria de ilustração. Ao dialogar com a palavra, a ilustração antecipa e esclarece informações em sua teia de significações ou enriquece e aprofunda as capacidades cognitivas do alunado, a ponto de se reverter em acessório, ligado ao texto verbalizado por laços de estreita dependência. Outras vezes se desvencilha destas amarras e adquire autonomia recriando seu próprio universo simbólico. Em sua figuratividade representa a realidade circunjacente e a redimenciona. A co - relação entre imagem e palavra, em sincronia, ao mesmo tempo que facilita a apreensão pelo aluno leitor iniciante no embate com a palavra fazendo remissão a elementos inscritos, cria e recria um outro conteúdo imaterial que tem sentido em si mesmo. Não obstante, contrariando as nossas expectativas, os organizadores do livro didático apenas dispuseram a imagem em sobreposição com o poema, mas não exploraram ou consideraram a visível relação daquela com este nos exercícios apresentados, inutilizando-a. Sendo, portanto, neste caso, a imagem aproveitada com função comumente atrativa. A seu turno a existência de outras tantas imagens que ocupam o espaço editorial no livro didático, com uma dimensão do mesmo modo decorativa, introduzem subsequencialmente um outro conjunto de pictografias de que se utilizam as propostas metodológicas do livro didático em certos casos alijadas do código escrito, são aqui neste caso, conceituadas como vinhetas de combinação. Como podemos observar no exemplo a seguir retirado da página 66 do livro didático em análise, no qual a flor, em quadrante direito superior, aparece no espaço em branco da página, sem nenhuma relação aparente com o texto verbal, apenas para preencher um vácuo gráfico tornando o volume mais atrativo. Ademais, pensando

7 didaticamente, a utilização da imagem ocasiona um empobrecimento das validades visuais que se verifica na ocorrência desmedida das ilustrações no livro didático. Quanto a presença da imagem constitutiva de gênero mencionada tomese como exemplo a página 16 em que temos um cartum do francês Blachon:

8 O cartum é um gênero específico que não abarca a representação gráfica da linguagem verbal, sendo a imagem o próprio gênero. Passemos a traçar agora, pois as marcas dialógicas constituintes dessa materialidade, apresentada neste artefato cultural, onde o leitor terá que resgatar a polissemia discursiva constituída na interlocução entre autor- texto imagético - leitor, para construir os significados através da figura representativa. A despeito disso o uso que se faz dessa representação visual abstrai-se de desvendar detalhes fundamentais, como a falta de cor, o ambiente desolado, o espelho da água, o semblante compenetrado do vendedor de balões, o plano sobre o qual se traça à perspectiva do painel, um balão que escapa para fora da moldura; e induz o aluno a uma leitura monossemântica. Valendo-se dos exercícios, as dimensões entre linguagem verbal e não-verbal são reconhecidas; esta é uma percepção apreciativa. Sabemos, entretanto que mais do que contemplar, o aluno deve educar seu olhar em direção as conexões e os contornos que possam contribuir para o perscrutamento e na decifração de pistas:...as imagens enquanto sistemas simbólicos são interpretações e não simplesmente reprodução passiva - objeto mimético - daquilo que alguém percebe. Com efeito, a reconstituição da realidade não passa de uma inferência, de uma dedução: ela é o fruto de uma construção subjetiva; em outras palavras, ela reflete o ponto de vista daquele que a relata. (SCHLICHTA, 2006 apud SILVA, 2000, p ) Em contrapartida a interação aluno - texto - produtor não se dá apenas na supremacia e supervalorização da visualidade do primeiro (espectador), apagando a presença do outro, mas também instaurando neste complexo processo criativo a intencionalidade do autor, buscando uma espécie de equilíbrio entre a palavra do eu e a palavra do outro : Em verdade, muitas vezes, esquece-se que a imagem também é um discurso por meio do qual alguém tende a impor uma autoridade e legitimar uma visão que como tal carrega conhecimentos e desconhecimentos ao mesmo tempo. É preciso ver a iconografia pictórica na sua complexidade já que, embora aspire a universalidade, o imaginário é marcado pelos interesses daqueles que o produzem. (SCHLICHTA, 2006) A guisa de exemplo, à medida que compõe seu cartum, Blachon se volta para aspectos intercambiais, que margeiam alguns temas que irão se definir de acordo com a manifestação expressiva dos diversos leitores. Em um primeiro olhar teríamos o emblema do balão como simulacro da condição trágica e da miséria humana enfocada sob a ótica niilista, no desespero do sujeito que se afoga sufocado pela finitude mundana do homem e pelo condicionamento irrevogável das configurações sociais. Sob outro enfoque teríamos também, a representação do

9 ideal capitalista, cujas amarras coercivas aprisionam o homem moderno, manifestado através do vendedor de balões que se resigna a executar seu papel na escala de valores sociais a despeito de tudo. O capitalismo que embora aparentemente apresente uma solução (balão) para os problemas da humanidade, pode submergir determinados grupos sociais levando-os a autodestruição. Por outro lado, quase um contra-senso, exprimem-se, na mesma impressão, resquícios de esperança mesmo diante da fragilidade da existência (balão), resgatada pela figura do homem que segura o balão ao oferecer um ícone romantizado de restauração da tranqüilidade perdida. Ao contrário disso os exercícios do livro desconsideram as plurissignificações citadas e mesmo as não mensuradas. Uma vez que a imagem torna-se um produto da atividade social, esta vincula-se a um determinado contexto situacional de produção e circulação, abarcando um ou mais temas, contendo uma estrutura, apresentando marcas lingüísticas do enunciador, responsáveis pela plasticidade do cartum na forma sob a qual se apresenta. Daí resultam as contribuições para a formação lingüísticodiscursiva de um aluno leitor e produtor de seus próprios textos. Desmistificando assim o mito do papel secundário ainda desempenhado pela imagem em contexto escolar em detrimento da linguagem verbal. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pensar sobre a presença de uma grande diversidade de imagens no livro didático de Português da 5ª série, representativo em todas as páginas do volume, como atrativo lúdico e estético, justificado talvez pelo fato de o aluno ingressante do ensino fundamental, estar ligado ainda a uma marcante ludicidade; colabora para refletirmos sobre a manifestação dialógica dessa no contexto escolar, bem como suas contribuições para a formação dos jovens leitores; já que a imagem na maior parte das vezes exige uma leitura mais árdua do aluno, contribuindo assim para que ele acione em uma correlação de idéias seus conhecimentos escolares e de mundo, aperfeiçoando sua capacidade perceptiva e cognitiva. Em uma sociedade em que o papel da imagem é estritamente acentuado, seja pela mídia impressa ou eletrônica, o livro didático como material pedagógico em sala de aula, precisa despertar no aluno o gosto pela leitura, caso contrário, esse não alcançará os êxitos de letramento do sujeito. Fez-se um silêncio, e ele disse, Estou cego, não te vejo. A mulher ralhou, Deixa-te de brincadeiras estúpidas, há coisas com que não devemos brincar, Quem me dera que fosse uma brincadeira, a verdade é que estou mesmo cego, não vejo nada, Por favor, não me assustes, olha para mim, aqui, estou aqui, a luz está acesa, Sei que aí estás, ouço-te, toco-te, calculo que tenhas acendido a luz, mas eu estou cego. Ela começou a chorar, agarrou-se a ele, Não é verdade, dize-me que não é verdade. (José Saramago- Ensaio sobre a cegueira)

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOLZ, Joaquim e SCHNEUWLY, Bernard. Os gêneros escolares - das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In ROJO, Roxane Helena Rodrigues e CORDEIRO, Glaís Sales (Tradução e organização). Gêneros orais escritos na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004, pp BELMIRO, Célia Abicalil. Uma educação estética nos livros didáticos de Português. IN ROJO, Roxane e BATISTA, Antônio Augusto Gomes (organizadores). Livro Didático de Língua Portuguesa, Letramento e Cultura da Escrita. Mercado Letras: São Paulo, SCHLICHTA, Consuelo Alcioni B. D. Leitura de imagens: uma outra maneira de praticar a cultura. Disponível em:http://coralx.ufsm.br/revce/revce/2006/02/a11.htm Acesso em: as 17:30h. WILLIAN, Roberto Cereja e MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens. 5ª série. 2ª ed. Revista e atualizada. São Paulo: Atual, 2002.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero.

PALAVRAS-CHAVE: PNLD, livro didático, língua estrangeira, gênero. PNLD 2011: ANÁLISE DE UMA COLEÇÃO DE LIVRO DIDÁTICO DE INGLÊS Universidade Federal de Goiás Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestranda: Maria Letícia Martins Campos FERREIRA mleticiaf@hotmail.com

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MCH0181 HISTÓRIAS EM QUADRINHOS SOB A PERSPECTIVA DA TEORIA BAKHTINIANA

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru UNESP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Câmpus de Bauru Curso: Licenciatura em Pedagogia Departamento: Educação-FC IDENTIFICAÇÃO Código: 4419 Disciplina: CONTEÚDOS E METODOLOGIA DO

Leia mais

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS...

PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... PROCESSOS DE ALFABETIZAÇÃO NA INFÂNCIA: RESSIGNIFICANDO O MUNDO, LENDO PALAVRAS... Autora: Moema Helena de Albuquerque Co-autora: Sandra Maria Cunhasque Instituto Federal Catarinense Câmpus Camboriú CAPES

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR CELEM CENTRO DE ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA ESPANHOL APRESENTAÇÃO Segundo as Diretrizes Curricular o ensino da Língua Estrangeira na Educação Básica esta pautado

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO

GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO GÊNERO DISCURSIVO, LEITURA E CIDADANIA: O PAPEL DO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA NO ENSINO MÉDIO MARLY APARECIDA FERNANDES (UNICAMP). Resumo Este trabalho tem como objetivo mostrar alguns resultados

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL OFICINA DE ESCRITA E REESCRITA DE TEXTOS PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Profª Drª Suzana Lima Vargas UFJF suzana_lima@uol.com.br Aida do Amaral Antunes UFJF amaral.aida@yahoo.com.br Andreza de Souza

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010.

OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Resenha OLIVEIRA, Luciano Amaral. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. São Paulo: 184 Parábola Editorial, 2010. Leticia Macedo Kaeser * leletrasufjf@gmail.com * Aluna

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a

(30h/a 02 créditos) Dissertação III (90h/a 06 Leituras preparatórias para a GRADE CURRICULAR DO MESTRADO EM LETRAS: LINGUAGEM E SOCIEDADE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS 34 CRÉDITOS Teorias da Linguagem (60h/a 04 Teorias Sociológicas (60h/a 04 Metodologia da Pesquisa em Linguagem (30h/a

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade.

PALAVRAS-CHAVE: Formação de professor, Estágio, Identidade. RELATÓRIOS DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES PARA A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE PORTUGUÊS BORGES, Ana Maria de Miranda Marques/UFG anamariademiranda2@gmail.com MORAES, Eliana Melo Machado/CAJ-UFG

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICAS DE LEITURAS SIGNIFICATIVAS NOS ANOS INICIAIS Resumo DO ENSINO FUNDAMENTAL MARTINS, Esilda Cruz UEPG maria.esilda@hotmail.com Eixo Temático: Práticas e Estágios nas Licenciaturas. Agência Financiadora:

Leia mais

CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS

CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS CONSTRUINDO CASTELOS SOBRE ORVALHO, BRINCAM CRIANÇAS E POETAS Irmgard Birmoser de Matos Ferreira 1 Apresento aqui algumas reflexões sobre aspectos presentes na experiência do brincar que me parecem merecer

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa

Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Mudanças didáticas e pedagógicas no ensino de Língua Portuguesa Silvio Profirio da Silva¹ Durante décadas, o ensino de Língua Portuguesa desenvolvido em nossas escolas limitou - se à análise e à classificação

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores

Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores Temas geradores Todo processo de ensino-aprendizagem carece de um ponto de partida, algo que serve para desencadear a ação educativa. Os profissionais educadores têm à sua disposição algumas estratégias

Leia mais

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente.

Palavras chave: Letramento Literário; Educação infantil; Literatura infantil; Primeira Infância; Formação Docente. LETRAMENTO LITERÁRIO NA PRIMEIRA INFÂNCIA Mônica Correia Baptista (FAPEMIG/FaE/UFMG) monicacb@fae.ufmg.br Amanda de Abreu Noronha (FaE/UFMG) amandadeabreu13@gmail.com Priscila Maria Caligiorne Cruz FALE/(UFMG)

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS

O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS O USO DO GÊNERO LETRA DE MÚSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICO- DISCURSIVAS DOS ALUNOS Gilianne Vicente dos Santos; Aline Giseli da Silva Lima; JacineideVirgínia Borges O. da Silva

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB

POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB POLO ARTE NA ESCOLA: FORMAÇÃO CONTINUADA DE ENSINO DA ARTE PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DE BANANEIRAS/PB ANDRADE, Luciene de 1 BARBOSA,Jamylli da Costa 2 FERREIRA, Jalmira Linhares Damasceno 3 SANTOS,

Leia mais

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P.

Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento. Prof. Juliana P. Rotinas da escola e da sala de aula: possibilidades de organização do trabalho pedagógico na perspectiva do letramento Prof. Juliana P. Viecheneski O que nos vem à mente quando falamos em rotina? Na prática

Leia mais

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa Situação 4 HQ Recomendada para 7a/8a ou EM Tempo previsto: 4 aulas Elaboração: Equipe Técnica da CENP Apresentação Histórias em quadrinhos (HQ), mangás e tirinhas

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio.

Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Os gêneros presentes nas propostas de produção escrita de livros didáticos do Ensino Médio. Dalva Aparecida do Carmo Constantino, UFMT, Faculdades Integradas de Rondonópolis (FAIR/UNIR). Este trabalho

Leia mais

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA ACERCA DO PROJETO A CONSTRUÇÃO DO TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM Daniela Fidelis Bezerra Túlio Cordeiro de Souza Maria Elizabete

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS

LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS LEITURA E ESCRITA: HABILIDADES SOCIAIS DE TRANSCREVER SENTIDOS Driely Xavier de Holanda Kátia Fabiana Lopes de Goes Valmira Cavalcante Marques Regina Celi Mendes Pereira Universidade Federal da Paraíba

Leia mais

TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS TRABALHANDO COM O GÊNERO TEXTUAL HISTÓRIA EM QUADRINHOS NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Erida Souza Lima 1 Eixo temático: Educação e Ensino de Ciências Humanas e Sociais Resumo: Os gêneros textuais vêm

Leia mais

PRÁTICAS DE LEITURA NA ESFERA ACADÊMICA: UM ESTUDO COM DISCENTES DO CURSO DE PEDAGOGIA

PRÁTICAS DE LEITURA NA ESFERA ACADÊMICA: UM ESTUDO COM DISCENTES DO CURSO DE PEDAGOGIA PRÁTICAS DE LEITURA NA ESFERA ACADÊMICA: UM ESTUDO COM DISCENTES DO CURSO DE PEDAGOGIA Denize Cruz e Silva Discente do Curso de Pedagogia UFRN/CERES/DEDUC Célia Maria de Medeiros Profa. Orientadora UFRN/CERES/DEDUC

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR

PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR PROJETOS DE LETRAMENTO, SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E PRÁTICAS DE LETRAMENTO: INSTRUMENTOS (INTER)MEDIADORES PARA A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR Thassiana Reis Félix (PG-UEL) Maria IlzaZirondi (UEL) Resumo:

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente

O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente O uso dos gêneros textuais na alfabetização: crenças que norteiam a prática docente BARCELOS-COELHO, Lenir de Jesus 155* BUENO, Ivonete 156** RESUMO: No contexto atual são patentes as dificuldades relacionadas

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM Mayara Myrthes Henriques Santos Universidade Estadual da Paraíba, mayara.mhs@gmail.com RESUMO: O processo de ensino e aprendizagem

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E O TRATAMENTO DOS GÊNEROS DISCURSIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Tatiane Henrique Sousa Machado 1 RESUMO: O presente estudo de dedica-se

Leia mais

A FORMAÇÃO DO LEITOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL (0 A 5 ANOS): ALGUMAS REFLEXÕES

A FORMAÇÃO DO LEITOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL (0 A 5 ANOS): ALGUMAS REFLEXÕES A FORMAÇÃO DO LEITOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL (0 A 5 ANOS): ALGUMAS REFLEXÕES LOPES, Carolina da Silva PREFEITURA MUNICIPAL DE PRESIDENTE PRUDENTE carolzinh4@yahoo.com.br Resumo GARMS, Gilza Maria Zauhy- FCT

Leia mais

Considerações iniciais

Considerações iniciais A produção do gênero textual relatório pelo aluno pesquisador no âmbito do Projeto Bolsa Alfabetização Ana Paula P. R. Germanos Fátima Aparecida de Souza Este trabalho é resultado de pesquisa acerca da

Leia mais

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL

A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL A ARTE DE PRODUZIR ARTE Professora: Márcia Roseli Ceretta Flôres professora de artes marciacerettaflores@yahoo.com.br ESCOLA MUNICIPAL FUNDAMENTAL JOÃO GOULART INTRODUÇÃO A arte apresenta uma forma de

Leia mais

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS

PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS PROJETO DE LEITURA E ESCRITA LEITURA NA PONTA DA LÍNGUA E ESCRITA NA PONTA DO LÁPIS A língua é um sistema que se estrutura no uso e para o uso, escrito e falado, sempre contextualizado. (Autor desconhecido)

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL O LÚDICO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Andréa Nogueira de Souza¹; Andreza Emicarla Pereira Calvacante²; Francicleide Cesário

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC RELATÓRIO SUCINTO: MÊS JUNHO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA/UFSC/SC 1. Dados do Município ou GERED a) Município: FLORIANÓPOLIS b)município/gered: SECRETARIA MUNICIPAL RELATÓRIO

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O CURRÍCULO NA FORMAÇÃO EM LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NO ESTADO DO MARANHÃO Mauro Guterres Barbosa Universidade Estadual do Maranhão - UEMA

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.638, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

NEW PROJECTS FOR LIFE: MUSIC IS IN THE AIR

NEW PROJECTS FOR LIFE: MUSIC IS IN THE AIR 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL.

MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. MEDIAÇÃO E CRIAÇÃO DE ELOS MEDIADORES NO DESENVOLVIMENTO DA LEITURA E DA ESCRITA: A EXPERIÊNCIA DE UM 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL. RICOMINI, Ingrid da Silva; GIROTTO, Cyntía Graziella Guizelim Simões.

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

II ENCONTRO DE DIVULGAÇÃO DE ATIVIDADES DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO PIBID UENP: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PIBID INGLÊS - AÇÃO INTERVENTIVA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE CORNÉLIO PROCÓPIO Bolsistas: ALMEIDA, D.; IDALGO, L.; KISHI, C; FAUSTINO, V.; SOUZA, E. (PIBID- LEM/ UENP) Orientadoras: Célia Regina Capellini

Leia mais

INTERAÇÕES GRUPAIS: O PORCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS EM SALA DE AULA.

INTERAÇÕES GRUPAIS: O PORCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS EM SALA DE AULA. INTERAÇÕES GRUPAIS: O PORCESSO DE CONSTRUÇÃO DA LEITURA E ESCRITA ATRAVÉS DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS EM SALA DE AULA. TÁSIA FERNANDA WISCH (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA). Resumo O presente artigo

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente

Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente A Prova Docente: Breve Histórico Prova Nacional de Concurso para o Ingresso na Carreira Docente Instituída pela Portaria Normativa nº 3, de

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

PEDAGOGIA. 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso.

PEDAGOGIA. 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso. PEDAGOGIA Ementas das Disciplinas 1. ATIVIDADES COMPLEMENTARES O aluno deve comprovar 100h de atividades no decorrer do curso. 2. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Leitura e compreensão de textos. Gêneros textuais.

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: PRODUÇÃO ALIMENTÍCIA CURSO: TÉCNICO EM ALIMENTOS FORMA/GRAU: ( x )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( ) tecnólogo

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART RESUMO

ANAIS 2010 ISSN 1808-3579 CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART RESUMO CARACTERÍSTICAS DO GÊNERO ANÚNCIO PUBLICITÁRIO SOB AS ÓTICAS DE BAKHTIN E BRONCKART Tatiele J. Faria (GP - Leitura e Ensino CLCA-UENP/ CJ) Vera Maria Ramos Pinto (Orientadora - GP Leitura e Ensino CLCA

Leia mais

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06

DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Registros Acadêmicos da Graduação. Ementas por Curso 09/05/2011 15:06 Curso: 9 DIVISÃO DE REGISTROS ACADÊMICOS Centro de Ciências da Educação Pedagogia (Noturno) Ano/Semestre: 0/ 09/0/0 :06 s por Curso Magistério: Educação Infantil e Anos Iniciais do Ens. Fundamental CNA.0.00.00-8

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011

PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES. Diretrizes para o ensino de Arte 2011 PARÂMETRO DE ARTE PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - REDE MUNICIPAL ENSINO DE TRÊS CORAÇÕES 1 Diretrizes para o ensino de Arte 2011 1 Arte e legislação educacional: A inclusão da Arte no currículo escolar foi

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

BINGO QUÍMICO: UMA ATIVIDADE LÚDICA ENVOLVENDO SÍMBOLOS E NOMES DOS ELEMENTOS.

BINGO QUÍMICO: UMA ATIVIDADE LÚDICA ENVOLVENDO SÍMBOLOS E NOMES DOS ELEMENTOS. BINGO QUÍMICO: UMA ATIVIDADE LÚDICA ENVOLVENDO SÍMBOLOS E NOMES DOS ELEMENTOS. Eliana Moraes de Santana ¹ Universidade de São Paulo, Instituto de Física - Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance

Fundação Carmelitana Mário Palmério - FUCAMP Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - FACIHUS Educação de qualidade ao seu alcance SUBPROJETO DE LETRAS PORTUGUÊS/ESPANHOL O ensino da língua espanhola no contexto da escola pública INTRODUÇÃO Este plano procura articular-se de forma integrada com o plano de trabalho institucional, que

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO TEXTO, SUA EXPANSÃO E DOMÍNIO EM LINGUÍSTICA TEXTUAL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO TEXTO, SUA EXPANSÃO E DOMÍNIO EM LINGUÍSTICA TEXTUAL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DO TEXTO, SUA EXPANSÃO E DOMÍNIO EM LINGUÍSTICA TEXTUAL Ederson Henrique de Souza Machado 1 Introdução Os fenômenos textuais ingressam essencialmente no âmbito epistemológico

Leia mais

A diagramação é o ato de distribuir os elementos gráficos pontos, linhas, formas, textos, cores, em uma representação gráfica ou digital.

A diagramação é o ato de distribuir os elementos gráficos pontos, linhas, formas, textos, cores, em uma representação gráfica ou digital. Elementos de Diagramação Comunicação Visual A diagramação é o ato de distribuir os elementos gráficos pontos, linhas, formas, textos, cores, em uma representação gráfica ou digital. É construir, estruturar

Leia mais

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009

DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 DOCUMENTO ORIENTADOR DE INTERVENÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DOS ANOS INICIAIS - 2009 No ano de 2009 o Departamento de Educação Fundamental, tem como meta alfabetizar 100% das crianças dos anos iniciais

Leia mais

FENÔMENOS DA NATUREZA: REPRESENTAÇÕES INFANTIS E MEDIAÇÃO DO PROFESSOR INTRODUÇÃO

FENÔMENOS DA NATUREZA: REPRESENTAÇÕES INFANTIS E MEDIAÇÃO DO PROFESSOR INTRODUÇÃO FENÔMENOS DA NATUREZA: REPRESENTAÇÕES INFANTIS E MEDIAÇÃO DO PROFESSOR Palara-chave: conceitos da criança, pedagogia Nerli Nonato Ribeiro Mori Nara Cristina Miranda Universidade Estadual de Maringá INTRODUÇÃO

Leia mais