A IMAGEM PRESENTE NO LIVRO DIDÁTICO CONSTITUTIVA DOS GÊNEROS. SILVA, Andreane Lima e; NOGUEIRA, Susana dos Santos; MORAES, Eliana Melo Machado.

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1 A IMAGEM PRESENTE NO LIVRO DIDÁTICO CONSTITUTIVA DOS GÊNEROS SILVA, Andreane Lima e; NOGUEIRA, Susana dos Santos; MORAES, Eliana Melo Machado. 1 INTRODUÇÃO Em direção a uma revisão dos gêneros de imagem no livro didático de língua portuguesa, parece-nos essencial proceder uma análise em torno de sua constituição, seus limites, bem como a maneira que são postos na esfera escolar em que circulam. Por meio dessas considerações, este artigo, visa apresentar como se dá a presença da imagem no livro didático de Português de 5ª série, com que freqüência de ocorrência e como ela se manifesta no tocante ao tratamento do gênero dispensado pelo livro; bem como estabelecer relações entre os estilos dos gêneros; além de discutir em uma perspectiva bakhtiniana as noções teóricas de gênero do discurso no que tange as possibilidades de leitura da imagem no livro didático de Português, o qual por sua maleabilidade remete-nos a uma árdua tarefa de categorização. Tendo em vista e com base nas discussões apresentadas anteriormente, parece-nos claro ser a 5ª série a mais recomendada para a análise das idéias propostas neste trabalho, por ser uma etapa mediadora entre a primeira fase e a segunda do Ensino Fundamental. Sendo um suporte responsável pela transformação de um estágio lúdico para a efetivação de sujeitos de leitura ou em outros termos: um divisor de águas; optamos em observar a imagem enquanto constitutiva dos gêneros nesse projeto de pesquisa, voltando-nos para o livro - Português: Linguagens da 5ª série dos autores Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, por ser o material preferencialmente adotado pelas escolas estaduais do município de Jataí Goiás, no tocante a primeira unidade. Para a constituição do corpus, inicialmente nos valemos de um esboço de caráter descritivo sobre os aspectos da imagem constituintes do espaço editorial do livro didático, cujas bases se fundamentam em uma apreciação quantitativa a fim de explicar o fenômeno imagético enquanto constitutivo ou não dos gêneros; e na formulação de hipóteses que nos redimensionarão mais a frente a um estudo qualitativo dos dados em consonância com o referencial bibliográfico, revertendo-se também, por esse motivo, numa pesquisa de cunho bibliográfico. Propomos-nos ainda observar a correspondência entre os gêneros imagéticos constitutivos de um outro gênero coexistindo simultaneamente, num encadeamento imbricado, no interior de uma unidade maior: o livro didático e 1 Andreane Lima e Silva, graduado em Letras Habilitação Português pela Universidade Federal de Goiás/Campus Jataí. Susana dos Santos Nogueira, graduanda do curso de Letras Habilitação Português pela Universidade Federal de Goiás/Campus Jataí; Eliana Melo Machado Moraes, doutora pelo Programa de Pós - Graduação em Lingüística do IEL/UNICAMP; professora no Curso de Letras, no Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás.

2 posteriormente analisá-los, atentando-nos para o tema, estilo e estrutura composicional, estabelecidos por Bakhtin, além de abordar a dialogicidade imanente no trabalho com a imagem em sala de aula e suas contribuições para as construções de sentido. No presente momento detemo-nos na primeira unidade do livro a fim de analisar o índice reflexivo e o campo multisignificativo apontado pelas atividades escolares nas práticas pedagógicas. 1. O Reflexo de Narciso: a imagem decomposta Ao refletirmos sobre a presença da imagem no contexto do livro didático, alguns questionamentos instigam-nos sobre a sua manifestação nesse arquétipo. Pela sua essência diluída, seus vários pontos de vistas, diversidade de gêneros, e gama de escólios, entre eles os tradicionais cartum, charge, tira, HQs, pintura, anúncio etc..., qualquer investida científica que pretenda captá-la logra alcançar uma incógnita, em alegoria a esfinge, decifra-me ou te devoro, tendo sido nossa mente invadida por questionamentos de várias ordens. Todavia é por sua natureza política, contrariando o que pregam as incautas prerrogativas, que vêem a imagem como uma entidade neutra, que seu estudo se faz inconteste. Qual seria a substância imanente de um texto imagético? Qual a contribuição que essas imagens propiciam as práticas de leitura e letramento dos alunos? A que tipo de gêneros eles são submetidos e com qual funcionalidade? Todas essas indagações levaram-nos a uma reflexão em torno do papel da imagem no processo de aquisição dos domínios discursivos, corporificando as inquietações doravantes discutidas nesse artigo. A problemática em torno da imagem remete-nos ao seu plano simbólico altamente abstrato, que envolve o visível e o incognoscível, responsável pela complexidade na construção dos significados. Os gêneros imagéticos enquanto instrumentos de comunicação recebem um tratamento distorcido no espaço escolar, uma vez que obedecem a uma disciplinarização e sistematização, incompatíveis com seu caráter essencialmente dialógico; a respeito disso corrobora a fala de Belmiro (2003):...não só as imagens, mas o modo como essas imagens são oferecidas no espaço escolar constroem um determinado mundo de referências. O visível oferecido na escola tende a mascarar a natureza dialógica e polifônica das imagens, que tão harmoniosamente interagem com o texto verbal... Por outro lado, não queremos obscurecer aqui a didatização da imagem, haja vista a consolidação desta como um instrumento imprescindível na mobilização de saberes; isto é, um mal necessário. O problema reside em como proceder diante das fórmulas muitas vezes desencontradas perante a instabilidade pedagógica da atualidade. O aluno se encontra submerso em uma rede de informações bombardeado por um acervo de imagens que, quer queira quer não, a todo o momento, saltam as suas vistas procedentes das mais diversas ordens (

3 mídia cultural, informática e o livro didático), e, mesmo assim, não consegue compreender o que visualiza, tornando o caráter polissêmico e estritamente dialógico das imagens em um espaço de taciturnidade. Pensar uma aprendizagem visual envolve certas condições mínimas para a compreensão dos domínios e das técnicas estilísticas que potencializam as relações: forma-conteúdo, fundos, cores, contornos, textura, luz e sombra, fatores determinantes para a exploração dos sentidos. Essas condições devem contemplar quatro planos da significação: a construção de sentidos, a intencionalidade do autor, a materialidade textual e as possíveis ressignificações apreendidas pelo leitor. Tratase, portanto de um trabalho transdisciplinar que envolvam as várias áreas do conhecimento, como por exemplo, Sociologia, Filosofia, Psicologia, História, Artes, Português, Literatura, e demais a fim de uma melhor fruição do prazer estético do objeto contemplado no livro didático. A despeito disso o emprego da imagem na sala de aula continua ocupando um lugar de coadjuvante e talvez por esse motivo venha se revertendo em uma espécie de decodificação imediata e superficial, na qual o aluno não é levado a ir além da obviedade. Daí considerarmos importante o confronto da imagem, com suas respectivas situações de produção e circuitos sociais geradores do gênero. Tomemos emprestado, a título de esclarecimento a fala de Dolz e Schneuwly quanto a fixação do conceito epistemológico de gênero: Os gêneros podem ser considerados, seguindo Bakhtin (1984), como instrumentos que fundam a possibilidade de comunicação. Trata-se de formas relativamente estáveis tomadas pelos enunciados em situações habituais, entidades culturais intermediárias que permitem estabilizar os elementos formais e rituais das práticas de linguagem. Para a nossa análise adotamos a perspectiva bakhtiniana que apresenta o gênero do discurso caracterizado por três dimensões básicas: tema, estrutura composicional e o estilo. Cada uma destas podem ser definidas a partir de configurações distintas, sendo assim, temos respectivamente: 1) aquilo que se pode dizer através de um gênero; 2) particularidades textuais que compõem o gênero; 3)forma como cada enunciador imprime suas marcas lingüísticas na materialidade do gênero. Nas práticas escolares, temos uma terceira categoria designada por Dolz e Schneuwly como gêneros escolares. O aproveitamento e a inserção de qualquer gênero, fruto de instrumentalizações sociais extra-classe, na escola faz dele automaticamente uma nova modalidade artificializada e mutilada. O papel destes gêneros transformados em espécies escolares difusas pode ser facilmente constatado no espaço editorial do livro didático de português que ao longo do tempo vem sofrendo repaginações em tese inovadoras.

4 2. Da Era do Gelo a era do Gênero Transposto Com o advento da modernidade, a partir dos anos 70, e o surgimento de novas tecnologias no campo visual, o papel da imagem no livro didático passa a ter uma importância ímpar na condução do processo de ensino aprendizagem. No entanto, através de seu uso é possível depreendermos um dos focos do nosso trabalho: a imagem na constituição do gênero contribuindo para a formação do leitor, tendo em conta uma série de críticas mordazes a inadequação no uso das imagens e a falta de um intercâmbio entre a porção visual e o registro gráfico no gênero. Das frias e impessoais ilustrações, sufocadas ainda pela limitação do preto e branco, o espaço da imagem começa a reverter-se ante a doutrina da cor para um aproveitamento e uma disposição melhor das representações imagéticas. Sendo assim por o livro didático ser uma importante referência no contexto escolar de ensino aprendizagem e muitas vezes o único material fonte de contato dos aprendizes e de socialização com os diversos gêneros; torna-se imprescindível repensar a exploração das imagens que se apresentam no livro didático considerando a sua atualidade, sua dinamicidade e produtividade. Como ilustra Marcuschi (2001): Salvo engano ou alguma mudança radical nos modelos de ensino existentes hoje, parece legítimo supor que mesmo numa época marcada pela comunicação eletrônica e pela entrada de novas tecnologias, o material didático continuará sendo uma peça importante no ensino. Pouco importa se na forma atual do livro ou se no formato de um compact disc ou então se um site na internet. Assim, mais do que contestar a existência do livro didático, trata-se de ver como anda ele hoje em dia e como poderia ser se o quiséssemos ainda melhor. O livro didático constitui-se, na verdade, num gênero suporte, arrimo para outros gêneros que se manifestam em esfera escolar, definida assim pela mediação que este instrumento realiza entre o conhecimento, o agente da aprendizagem (aluno) e o elemento paciente (texto - aquele sobre o qual incide a instrução formal), mecanismo de intersecção entre os dois primeiros. O que nos interessa aqui é conhecer as implicaturas subjacentes na visualidade do livro didático e o contexto moderno sob o qual está inserido. Aproximando-se da apreciação de hipertextualidade, o livro didático é na maioria das vezes, constituído por um emaranhado de informações cruzadas entre si numa extensa teia de relações, acompanhadas por outras tantas topicalizações: textos verbais e não-verbais, gráficos, box infográficos, símbolos, que se manifestam no livro didático. Por esse seu caráter intersecional (de um gênero dentro de outro gênero) qualquer categorização que ignore o híbridismo e a instabilidade inerente à natureza do livro peca por uma incongruência conceitual. Ao atentarmos o nosso olhar para os gêneros que se fazem presente na unidade do livro didático de Português em análise, encontramos dificuldades para

5 categorizá-los teoricamente, uma vez que ao serem transpostos para este suporte, assumem um outro caráter dialógico, por estar sendo destituído do seu contexto de produção e circulação ao redor do qual eles se inserem; tornando-se, portanto um modelo para operacionalizações curriculares, que são condicionadas por atividades envolvendo: interpretação e produção textual, aspectos gramaticais e avaliação. 3. Análise dos dados Atentando-nos para o grande fluxo de imagens presentes na unidade em questão do livro: Português: Linguagens, 5ª série, dos autores William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães neste primeiro momento, foi passível de delimitação ao redor de três blocos este rico espólio de textos visuais em que consideramos tanto aquelas ilustrações que acompanham o texto verbal com vistas a elucidá-lo; passando pelas simples estampas que se apresentam desprovidas de finalidade, ou aparecendo apenas para cumprir um papel estético e de ornamentação no livro didático e desembarcando ainda, em linhas gerais, naquelas imagens enquanto constitutiva de gênero. Abordaremos, pois, a seguir, aqui um exemplo de cada um dos casos acima descritos. A priori temos logo no início da página 64 a presença de uma tela do artista John S. Bunker, Lembrança s de pássaros canoros (2000) e justaposto, ao lado, lê-se o poema: Primavera de Iêda Dias: Buscando os constituintes poéticos de ambas produções artísticas podemos delinear como prováveis inclinações algumas indicações de teor bucólico, em torno de um mesmo eixo semântico repleto de palavras, sons e imagens de ordem natural e paisagística. A ilustração que acompanha o texto verbal, composta

6 por um bando de pássaros de pequeno porte, pintam um quadro fugidio em que as cores dançam na tela dispostas com pinceladas onduladas sugerindo movimento e ritmo numa verdadeira sinfonia de cores em simbiose, que em certos momentos parecem camuflar-se num jogo de nuanças com os demais traços iconográficos, ora se mostram ora se escondem, contribuindo para a constituição da obra-prima. Já o poema comporta um emaranhado de sensações sugestivas que nos remetem aos cinco sentidos humanos (olfato rosas ; tato brisa suave ; paladar - beijando dálias ; audição um bem-te-vi / e um sabiá / cantam na rama ; visão vinheta bela ) correspondente a cada uma das estrofes poéticas, o que faz desta composição um poema sinestésico em seu grau máximo a partir do qual o leitorobservador respira, sente, ouve, vê e devora os versos e traços delicados da poetisa Ieda Dias. Tangencialmente, e tendo como ponto de contato os mesmos pressupostos, a pintura assume aqui um papel ilustrativo em que operam ou pelo menos deveriam operar as possibilidades de leituras verbais e não verbais. Mas sem perder nunca de vista que o campo de ação das imagens adquire contornos e rubricas muitas vezes transpostos dos limites meramente disciplinares e povoam um universo apreciativo de fruição estética, divisado unicamente pelo prazer. Por sua essência explicativa em que se desvendam as implicaturas do texto escrito delegamos ao painel Lembranças de pássaros canoros a categoria de ilustração. Ao dialogar com a palavra, a ilustração antecipa e esclarece informações em sua teia de significações ou enriquece e aprofunda as capacidades cognitivas do alunado, a ponto de se reverter em acessório, ligado ao texto verbalizado por laços de estreita dependência. Outras vezes se desvencilha destas amarras e adquire autonomia recriando seu próprio universo simbólico. Em sua figuratividade representa a realidade circunjacente e a redimenciona. A co - relação entre imagem e palavra, em sincronia, ao mesmo tempo que facilita a apreensão pelo aluno leitor iniciante no embate com a palavra fazendo remissão a elementos inscritos, cria e recria um outro conteúdo imaterial que tem sentido em si mesmo. Não obstante, contrariando as nossas expectativas, os organizadores do livro didático apenas dispuseram a imagem em sobreposição com o poema, mas não exploraram ou consideraram a visível relação daquela com este nos exercícios apresentados, inutilizando-a. Sendo, portanto, neste caso, a imagem aproveitada com função comumente atrativa. A seu turno a existência de outras tantas imagens que ocupam o espaço editorial no livro didático, com uma dimensão do mesmo modo decorativa, introduzem subsequencialmente um outro conjunto de pictografias de que se utilizam as propostas metodológicas do livro didático em certos casos alijadas do código escrito, são aqui neste caso, conceituadas como vinhetas de combinação. Como podemos observar no exemplo a seguir retirado da página 66 do livro didático em análise, no qual a flor, em quadrante direito superior, aparece no espaço em branco da página, sem nenhuma relação aparente com o texto verbal, apenas para preencher um vácuo gráfico tornando o volume mais atrativo. Ademais, pensando

7 didaticamente, a utilização da imagem ocasiona um empobrecimento das validades visuais que se verifica na ocorrência desmedida das ilustrações no livro didático. Quanto a presença da imagem constitutiva de gênero mencionada tomese como exemplo a página 16 em que temos um cartum do francês Blachon:

8 O cartum é um gênero específico que não abarca a representação gráfica da linguagem verbal, sendo a imagem o próprio gênero. Passemos a traçar agora, pois as marcas dialógicas constituintes dessa materialidade, apresentada neste artefato cultural, onde o leitor terá que resgatar a polissemia discursiva constituída na interlocução entre autor- texto imagético - leitor, para construir os significados através da figura representativa. A despeito disso o uso que se faz dessa representação visual abstrai-se de desvendar detalhes fundamentais, como a falta de cor, o ambiente desolado, o espelho da água, o semblante compenetrado do vendedor de balões, o plano sobre o qual se traça à perspectiva do painel, um balão que escapa para fora da moldura; e induz o aluno a uma leitura monossemântica. Valendo-se dos exercícios, as dimensões entre linguagem verbal e não-verbal são reconhecidas; esta é uma percepção apreciativa. Sabemos, entretanto que mais do que contemplar, o aluno deve educar seu olhar em direção as conexões e os contornos que possam contribuir para o perscrutamento e na decifração de pistas:...as imagens enquanto sistemas simbólicos são interpretações e não simplesmente reprodução passiva - objeto mimético - daquilo que alguém percebe. Com efeito, a reconstituição da realidade não passa de uma inferência, de uma dedução: ela é o fruto de uma construção subjetiva; em outras palavras, ela reflete o ponto de vista daquele que a relata. (SCHLICHTA, 2006 apud SILVA, 2000, p ) Em contrapartida a interação aluno - texto - produtor não se dá apenas na supremacia e supervalorização da visualidade do primeiro (espectador), apagando a presença do outro, mas também instaurando neste complexo processo criativo a intencionalidade do autor, buscando uma espécie de equilíbrio entre a palavra do eu e a palavra do outro : Em verdade, muitas vezes, esquece-se que a imagem também é um discurso por meio do qual alguém tende a impor uma autoridade e legitimar uma visão que como tal carrega conhecimentos e desconhecimentos ao mesmo tempo. É preciso ver a iconografia pictórica na sua complexidade já que, embora aspire a universalidade, o imaginário é marcado pelos interesses daqueles que o produzem. (SCHLICHTA, 2006) A guisa de exemplo, à medida que compõe seu cartum, Blachon se volta para aspectos intercambiais, que margeiam alguns temas que irão se definir de acordo com a manifestação expressiva dos diversos leitores. Em um primeiro olhar teríamos o emblema do balão como simulacro da condição trágica e da miséria humana enfocada sob a ótica niilista, no desespero do sujeito que se afoga sufocado pela finitude mundana do homem e pelo condicionamento irrevogável das configurações sociais. Sob outro enfoque teríamos também, a representação do

9 ideal capitalista, cujas amarras coercivas aprisionam o homem moderno, manifestado através do vendedor de balões que se resigna a executar seu papel na escala de valores sociais a despeito de tudo. O capitalismo que embora aparentemente apresente uma solução (balão) para os problemas da humanidade, pode submergir determinados grupos sociais levando-os a autodestruição. Por outro lado, quase um contra-senso, exprimem-se, na mesma impressão, resquícios de esperança mesmo diante da fragilidade da existência (balão), resgatada pela figura do homem que segura o balão ao oferecer um ícone romantizado de restauração da tranqüilidade perdida. Ao contrário disso os exercícios do livro desconsideram as plurissignificações citadas e mesmo as não mensuradas. Uma vez que a imagem torna-se um produto da atividade social, esta vincula-se a um determinado contexto situacional de produção e circulação, abarcando um ou mais temas, contendo uma estrutura, apresentando marcas lingüísticas do enunciador, responsáveis pela plasticidade do cartum na forma sob a qual se apresenta. Daí resultam as contribuições para a formação lingüísticodiscursiva de um aluno leitor e produtor de seus próprios textos. Desmistificando assim o mito do papel secundário ainda desempenhado pela imagem em contexto escolar em detrimento da linguagem verbal. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pensar sobre a presença de uma grande diversidade de imagens no livro didático de Português da 5ª série, representativo em todas as páginas do volume, como atrativo lúdico e estético, justificado talvez pelo fato de o aluno ingressante do ensino fundamental, estar ligado ainda a uma marcante ludicidade; colabora para refletirmos sobre a manifestação dialógica dessa no contexto escolar, bem como suas contribuições para a formação dos jovens leitores; já que a imagem na maior parte das vezes exige uma leitura mais árdua do aluno, contribuindo assim para que ele acione em uma correlação de idéias seus conhecimentos escolares e de mundo, aperfeiçoando sua capacidade perceptiva e cognitiva. Em uma sociedade em que o papel da imagem é estritamente acentuado, seja pela mídia impressa ou eletrônica, o livro didático como material pedagógico em sala de aula, precisa despertar no aluno o gosto pela leitura, caso contrário, esse não alcançará os êxitos de letramento do sujeito. Fez-se um silêncio, e ele disse, Estou cego, não te vejo. A mulher ralhou, Deixa-te de brincadeiras estúpidas, há coisas com que não devemos brincar, Quem me dera que fosse uma brincadeira, a verdade é que estou mesmo cego, não vejo nada, Por favor, não me assustes, olha para mim, aqui, estou aqui, a luz está acesa, Sei que aí estás, ouço-te, toco-te, calculo que tenhas acendido a luz, mas eu estou cego. Ela começou a chorar, agarrou-se a ele, Não é verdade, dize-me que não é verdade. (José Saramago- Ensaio sobre a cegueira)

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DOLZ, Joaquim e SCHNEUWLY, Bernard. Os gêneros escolares - das práticas de linguagem aos objetos de ensino. In ROJO, Roxane Helena Rodrigues e CORDEIRO, Glaís Sales (Tradução e organização). Gêneros orais escritos na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004, pp BELMIRO, Célia Abicalil. Uma educação estética nos livros didáticos de Português. IN ROJO, Roxane e BATISTA, Antônio Augusto Gomes (organizadores). Livro Didático de Língua Portuguesa, Letramento e Cultura da Escrita. Mercado Letras: São Paulo, SCHLICHTA, Consuelo Alcioni B. D. Leitura de imagens: uma outra maneira de praticar a cultura. Disponível em:http://coralx.ufsm.br/revce/revce/2006/02/a11.htm Acesso em: as 17:30h. WILLIAN, Roberto Cereja e MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens. 5ª série. 2ª ed. Revista e atualizada. São Paulo: Atual, 2002.

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