EXMO(A). SR(A). JUIZ(A) FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ. Procedimento Administrativo nº

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EXMO(A). SR(A). JUIZ(A) FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ. Procedimento Administrativo nº 1.23.000."

Transcrição

1 EXMO(A). SR(A). JUIZ(A) FEDERAL DA VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO PARÁ Procedimento Administrativo nº / O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio do Procurador da República que assina ao final, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, com fulcro no art. 129, incs. II e III, da Constituição Federal, no art. 5º, V, a, da Lei Complementar n 75/93, bem como nos dispositivos pertinentes da Lei nº 7.347/85, vem, perante Vossa Excelência, propor a presente AÇÃO CIVIL PÚBLICA, COM PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA em face do CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, Autarquia Federal com sede à Rua do Ouvidor, nº 121, 7º andar, CEP , Rio de Janeiro - RJ, na pessoa de seu presidente, Jorge Steinhilber; e do CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA 8ª REGIÃO, Autarquia Federal com sede à Av. Ferreira Pena, 1118, sala 202, centro, CEP , Manaus AM, na pessoa de seu presidente, Jean Carlo Azevedo da Silva, tendo por as razões de fato e de direito a seguir expostas: I DO OBJETIVO DA DEMANDA Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA

2 Almeja-se com a presente Ação Civil Pública a prestação de tutela jurisdicional que assegure aos licenciados em Educação Física a prática profissional em ambientes como academias de ginástica, clubes, empresas de artigos esportivos, clínicas, hospitais, hotéis, parques e em meios de comunicação, bem como a anulação do art. 3º da Resolução CONFEF nº 94/2005 que restringe a atuação dos licenciados em Educação Física ao âmbito escolar de ensino fundamental e médio; de modo a garantir a efetivação do direito ao livre exercício de profissão, em consonância com o estabelecido na Constituição Federal e na Lei nº 9.696/1998. II- EXPOSIÇÃO DOS FATOS A partir da representação apresentada pela Profª. Marta Genú Soares, pelo Prof. Anibal Correia Brito Neto, pela Profª. Fátima de Souza Moreira, pelo Prof. Marcelo Pereira de Almeida Ferreira, pelo Prof. Ney Ferreira França e pela Profª. Renata Vivi Cordeiro, instaurou-se, na Procuradoria da República no Estado do Pará, o Procedimento Administrativo n / (em anexo), com fins de apurar a legalidade da restrição, referente ao campo de atuação dos Profissionais de Educação Física, imposta pela Resolução da CONFEF nº 94/2005, substituída posteriormente pela Resolução nº 182/2009. O Conselho Federal de Educação Física CONFEF, Autarquia Federal, em conjunto com o Conselho Regional de Educação Física 8ª Região tem competência para efetuar registro e emitir carteiras funcionais dos Profissionais em Educação Física. Foi publicada a Resolução nº 182/2009 que permite que os Conselhos Regionais estabeleçam restrição que não está disposta na Lei nº 9.696/98, que regulamenta a profissão. A Resolução acima aludida, em seu art. 3º dispõe: Art. 3º Após, deferido o requerimento de inscrição, o CREF expedirá Cédula de Identidade Profissional, onde constará o campo de atuação do Profissional compatível com a documentação de formação apresentada. Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 2

3 Diante de tal dispositivo o Conselho Regional de Educação Física 8ª Região passou a expedir as carteiras funcionais dos egressos do curso de Licenciatura em Educação Física com a inscrição Atuação Educação Básica, de forma que estes têm sua atuação profissional restrita ao campo da Educação Básica, a saber instituições de ensino escolar de nível fundamental e médio. O ato administrativo praticado pelo CONFEF e pelo CREF/8ªREGIÃO, que impõe a restrição, não permite que os licenciados em Educação Física atuem em ambientes, como clubes, academias de ginástica, clínicas, hospitais, parques ou em qualquer local que não seja escolar. No entanto, a atuação nesses ambientes não é vedada aos egressos do curso de Bacharel em Educação Física. A lei que versa sobre a regulamentação dos profissionais de Educação Física, qual seja, a Lei nº 9.696/1998, não determina qualquer forma de discriminação entre os licenciados e os bacharéis em Educação Física, assim como não estabelece uma categoria de egressos voltados somente para a educação básica e outra categoria que abarque os demais ambientes de atuação desses profissionais. Há que se falar que os cursos de Licenciatura e Bacharel em Educação Física possuem basicamente a mesma estrutura disciplinar, havendo diferença, apenas acerca de matérias inerentes à área de pedagogia, de modo que o curso de licenciatura além das matérias referente à Educação Física, que são as mesmas do curso de bacharel, também oferece disciplinas peculiares ao ensino escolar. Assim sendo, não há razão para haver restrição para com os egressos em licenciatura. O Conselho Nacional de Educação, do MEC emitiu o Parecer CNE/CES nº 255/2012, ainda aguardando homologação, em que ratifica o Parecer CNE/CES nº 400/2005 que concluiu que é flagrantemente inconstitucional a discriminação do registro profissional e, portanto, a aplicação de restrições distintas ao exercício profissional de graduados em diferentes cursos de graduação de Licenciatura ou de Bacharelado em Educação Física, através de decisões de Conselhos Regionais ou do Conselho Federal de Educação Física. Portanto, a delimitação de campos de atuação profissional em função da modalidade de formação, introduzida pelo artigo 3º da citada Resolução CONFEF nº 94/2005, assim como as eventuais restrições dela decorrentes, que venham a ser aplicadas pelos Conselhos Regionais de Educação Física, estão em conflito com o ordenamento legal vigente no país. Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 3

4 Corroborando com esse posicionamento, o Conselho Nacional de Educação, no Parecer CNE/CEB nº 12/2005 afirmou: a emissão do registro profissional é de competência do conselho profissional, no entanto, não lhe é própria a competência para analisar a vida acadêmica da instituição de ensino e muito menos a partir desta análise ampliar ou restringir o campo de atuação do profissional. Assim, expedido o diploma, devidamente registrado na instituição designada, terá validade nacional, sem qualquer condicionante, independentemente da análise do histórico escolar do diplomado. Tome-se como exemplo de ação inadequada o caso levantado pelo Conselho Federal de Educação Física que, a partir de Resoluções, pretende definir competências profissionais distintas conforme análise da vida escolar do aluno. Em sede de manifestação (fls. 107/114), o CONFEF fundamenta a restrição profissional em resoluções e pelo fato de licenciados não possuírem os conhecimentos adequados para atuar em outras áreas referentes à Educação Física, qual não seja o âmbito escolar. Em análise ao caso, este Ministério Público Federal se coloca de forma contrária à restrição imposta pelo CONFEF e CREF à atuação dos profissionais de Educação Física, devido não encontrara amparo legal no ordenamento jurídico pátrio e, por consequência, deve ser prontamente reprimida. III DA FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA a) DA COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA FEDERAL: A competência da Justiça Federal vem disciplinada no artigo 109 da Constituição Federal de 1988, nos seguintes termos: Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 4

5 Art Aos juízes federais compete processar e julgar: I as causas em que a União, entidade ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou opoentes, exceto as de falência, as de acidente de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho; (...) 2. As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor, naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa, ou, ainda, no Distrito Federal. O 8º, do art. 58, da Lei 9.649/98, que disciplinou os serviços de fiscalização das profissões regulamentadas, diz que compete à Justiça Federal a apreciação das controvérsias que envolvam os conselhos de fiscalização de profissões regulamentadas, quando no exercício de serviços a eles delegados. No caso em discussão, a natureza da atividade exercida pelos profissionais de Educação Física é de interesse público, sendo, assim, competência da União, nos termos do art. 21, XXIV, da CF: organizar, manter e executar a organização do trabalho. A delegação da atividade não exime o caráter público da prestação do serviço, muito menos o interesse da União, de maneira que a matéria em questão é de competência da Justiça Federal. Há que se ressaltar que o art. 58 da Lei 9649/98 teve sua eficácia suspensa pelo STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1717/DF, de forma a ratificar a natureza de autarquia federal aos Conselhos Regionais de fiscalização do exercício profissional. Tal decisão do Supremo Tribunal Federal evidencia interesse público envolvido na atividade prestada pelos conselhos de fiscalização profissional. Competente, assim, é a Justiça Federal para processar e julgar esta ação civil pública. b) DA LEGITIMIDADE DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL: Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 5

6 A legitimidade ad causam do Ministério Público Federal decorre diretamente do art. 127 e do art. 129, II e III, da Constituição Federal: Art O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Art São funções institucionais do Ministério Público: II - zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias a sua garantia; III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; O Ministério Público, desde a promulgação da Constituição de 1988, acabou firmando-se, na prática, como o defensor por excelência dos direitos transindividuais, até mesmo em função de sua natureza de instituição permanente, sendo a ação civil pública o principal instrumento e o mais adequado para a tutela desse direitos. No caso em tela, o direito ao livre exercício profissional daqueles que são licenciados em Educação Física enquadra-se na definição de direito coletivo, relativo a um grupo, passível, portanto, de defesa, em juízo, pelo órgão ministerial. De fato, a presente lide versa sobre interesses comuns a uma categoria de pessoas, ligadas entre si por uma relação jurídica-base, qual seja, a natureza da atividade profissional que desenvolvem, interesses estes que vêm sendo lesados pela imposição ilegal do Réu de restringira atuação daqueles que possuem graduação no curso de Licenciatura em Educação Física ao ambiente escolar. MPU, prevê: Ademais, a Lei Complementar 75/93, que dispõe sobre as atribuições do Art. 6º Compete ao Ministério Público da União: VII - promover o inquérito civil e a ação civil pública para: a) a proteção dos direitos constitucionais; d) outros interesses individuais indisponíveis, homogêneos, sociais, difusos e coletivos; Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 6

7 Assim, não há dúvida de que o MPF tem legitimidade para propor a presente demanda, já que a mesma tem, entre seus objetos, a proteção do direito constitucional ao livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão (art. 5º, XIII, CF). c) DA LIBERDADE PROFISSIONAL: O artigo 5º, XIII, da Constituição Federal, prevê que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. Através de uma interpretação teleológica do aludido dispositivo da Carta Magna é possível afirmar que o constituinte abraçou o princípio da ampla liberdade no que se refere à escolha e exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão. Assim, apenas lei poderá impor restrições a tal liberdade. Diante disto, visualiza-se o princípio da reserva legal, pelo qual a regulamentação de certas matérias deverá ocorrer exclusivamente por lei formal, ou seja, aquela elaborada pelo Poder Legislativo, através do processo legislativo previsto na Constituição Federal. In casu, a Lei 9.696/98, que regulamentou a profissão de Educação Física, ao tratar do registro dos profissionais dessa área, prevê: Art. 2 º Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de Educação Física os seguintes profissionais: I - os possuidores de diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido; II - os possuidores de diploma em Educação Física expedido por instituição de ensino superior estrangeira, revalidado na forma da legislação em vigor; III - os que, até a data do início da vigência desta Lei, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos Profissionais de Educação Física, nos termos a serem estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física Os incisos I e II do citado diploma legal trataram, sem maiores dificuldades, do registro profissional dos graduados em curso de Educação Física. Estes profissionais necessitam de inscrição junto aos Conselhos Regionais de Educação Física para o exercício da profissão. Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 7

8 Ainda em análise da Lei nº 9.696/98, o art.3 º expõe, restritivamente, quais são as competências dos profissionais de Educação Física, nos termos seguintes: Art. 3º Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do desporto. Há que se falar, também, que o legislador constituinte estabeleceu competência privativa à Lei Federal dispor sobre condições para o exercício de profissões, conforme estabelece o artigo 22, XVI da Constituição da República, in verbis: Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre: XVI organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões; (destacou-se) Desta forma, somente lei federal pode legislar ou impor restrições à atuação de profissionais de qualquer área. No que diz respeito à lei que regulamenta a atividade dos profissionais de Educação Física, qual seja a Lei nº 9.696/98, esta não faz discriminação entre os licenciados e os bacharéis em Educação Física. Não há estipulação de categorias, de modo que quem detém diploma em curso de Licenciatura em Educação Física e quem detém diploma em curso de Bacharel em Educação Física pertencem ao mesmo grupo, o de Profissionais de Educação Física. O art. 2º da referida lei estipula uma única exigência para que seja Profissional de Educação Física. Para exercer livremente a profissão, de acordo com as competências fixadas no art. 3º, é preciso apenas que tenha diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido. Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 8

9 É possível observar, então, que a lei que regulamenta a atividade dos profissionais de Educação Física não distingue as competências dos bacharéis e licenciados em educação Física. Destarte, os conselhos profissionais não têm competência para impor restrições ou distinções dos profissionais, através de Resoluções. Aos conselhos profissionais cabe somente aplicar a legislação vigente, fiscalizar e regulamentar a respectiva categoria profissional. A respeito deste tema e corroborando com esse entendimento, já se manifestou o Tribunal Regional Federal da 3ª Região: ADMINISTRATIVO. CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA. CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA DE GRADUAÇÃO PLENA. REGISTRO PROFISSIONAL. RESTRIÇÕES. IMPOSSIBILIDADE. CÉDULA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL COM A RUBRICA "ATUAÇÃO PLENA". LEIS NS /96 E 9.696/98. RESOLUÇÕES CNE NS. 01/02, 02/02, 07/04. CONSTITUIÇÃO FEDERAL, ARTS. 5º, XIII E 22, XXIV. PARECER MEC N. 400/2005. INVERSÃO DOS ÔNUS DE SUCUMBÊNCIA. I - Nos termos do art. 5º, inciso XIII, da Constituição Federal, somente lei em sentido formal pode estabelecer os critérios que habilitam uma pessoa ao desempenho da atividade escolhida, objetivando, com essas limitações do direito individual, a proteção da sociedade, garantindo formas para se aferir a capacitação profissional. II - A Lei n /98, norma que dispõe sobre a Profissão de Educação Física, não traz qualquer distinção acerca da existência de diferentes cursos de Educação Física no País que possibilitem ao Conselho Regional de Educação Física a expedição das cédulas de identidade profissional com restrições em relação à área de atuação. III - A Lei n /96 e as Resoluções CNE ns. 01/02, 02/02 e 07/04 não se prestam a impor limitações ao exercício profissional, mas apenas estabelecem as diretrizes curriculares dos cursos de graduação, carga horária e o tempo de duração dos mesmos. IV - Parecer MEC/CNE n. 400/2005 que firma o entendimento de que não tem sustentação legal a discriminação do registro profissional, e, portanto, a aplicação de restrições distintas ao exercício profissional de graduados em diferentes cursos de graduação de Licenciatura ou de Bacharelado em Educação Física, por meio de decisões de Conselhos Regionais ou do Conselho Federal de Educação Física. Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 9

10 V - Cursos de Licenciatura de Graduação Plena concluídos em 3 (três) anos e com carga horária superior a (duas mil e oitocentas e oitenta) horas, nos termos da legislação vigente à época da conclusão do curso (2007). VI - Decaindo o Réu integralmente do pedido, devem ser invertidos os ônus de sucumbência. VII - Apelação provida. (AC 9584 SP , RELATORA DESEMBARGADORA FEDERAL REGINA COSTA, SEXTA TURMA, 07/04/2011) Para melhor entendimento, tem-se como exemplo o curso de Biologia que dispõe de Licenciatura e Bacharelado. Os profissionais do referido curso têm sua atuação profissional regulamentada pela Lei nº 6.684/1979. Tal instrumento normativo faz distinção entre o profissional que é Biólogo e o que Biomédico, podendo o primeiro ser graduado em Licenciatura ou Bacharelado em Ciência Biológicas. No entanto, somente é permitido a qualificação de Biomédico àquele que é Bacharel em Ciências Biológicas. Visualiza-se, assim, uma restrição que é plenamente legal, visto que há a observância do princípio da reserva legal em que é restrito à lei federal legislar acerca do exercício de profissões. Em outras palavras, ilegal e inconstitucional são os atos praticados pela CONFEF e CREF/8ª REGIÃO e, em especial, o art. 3º da Resolução 182/2009 que determina a expedição das Cédulas de Identidade Profissional com o campo de atuação do profissional, de maneira que na carteira funcional dos licenciados em Educação Física constará Atuação Educação Básica, restringindo a atuação deste ao âmbito escolar. Desse modo entendeu a MM. Seção Judiciária de Goiás, consoante é possível observar no trecho retirado da decisão 1 do Exmº Juiz Federal Euler de Almeida Silva Junior, exarada nos autos do processo n , o qual, por sua vez, tramita perante à 9ª Vara Federal: (...)ISSO POSTO, conheço e dou provimento parcial aos embargos de declaração para superar a omissão e a contradição apontadas, a fim de que o dispositivo da sentença embargada seja assim enunciado, incluídas as adições acima referidas: 1 Vide inteiro teor às folhas 100/104 na marcação deste MPF Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 10

11 'ISSO POSTO, declaro, incidentalmente, a ilegalidade e inconstitucionalidade do disposto no art. 3º da Resolução CONFEF nº 182/2009, relativamente aos profissionais graduados em Licenciatura em Educação Física, na parte que específica que o CREF expedirá Cédula de Identidade Profissional, onde constará o campo de atuação do Profissional compatível com a documentação de formação apresentada, e julgo procedente os pedidos para determinar que o CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA e o CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA 14ª REGIÃO: 1) suspendam, no âmbito territorial da Seção Judiciária do Estado de Goiás, a prática de atos que possam restringir o campo de atuação dos profissionais graduados em cursos de Licenciatura em Educação Física; 2) emitam as carteira profissionais sem qualquer restrições acima referidas, inclusive sem a indevida anotação Atuação Educação Básica, relativamente aos profissionais originários dos cursos de Licenciatura em Educação Física; 3) excluam as anotações restritivas acima referidas sempre que solicitado pelos profissionais originários dos cursos de Licenciatura em Educação Física;(...)' IV - DA ANTECIPAÇÃO DE TUTELA Dispõe o art. 273 do CPC: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I haja fundado receito de dano irreparável ou de difícil reparação; ou Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 11

12 II fique caracterizado o abuso do direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. Dos fatos, inferem-se os elementos autorizadores da antecipação da tutela, quais sejam: a verossimilhança das alegações (fumus boni juris) e o perigo na demora (periculum in mora). Sendo assim, pelo fato de estarem caracterizados, ao lume do art. 273, do Código de Processo Civil, todos os pressupostos autorizadores de sua concessão, a saber: Assim sendo, conclui-se que o primeiro requisito para a concessão da tutela antecipatória é a probabilidade de existência do direito afirmado pelo demandante. Esta probabilidade de existência nada mais é, registre-se, do que o fumus boni iuris, o qual se afigura como requisito de todas as modalidades de tutela sumária, e não apenas da tutela cautelar. Assim sendo, deve verificar o julgador se é provável a existência do direito afirmado pelo autor, para que se torne possível a antecipação da tutela jurisdicional. Não basta, porém, este requisito. À probabilidade de existência de direito do autor deverá aderir outro requisito, sendo certo que a lei processual criou dois outros (incisos I e II do art. 273). Estes dois requisitos, porém, são alternativos, bastando a presença de um deles, ao lado da probabilidade de existência do direito, para que se torne possível a antecipação da tutela jurisdicional. Assim é que, na primeira hipótese, ter-se-á a concessão da tutela antecipatória porque, além de ser provável a existência do direito afirmado pelo autor, existe o risco de que tal direito sofra um dano de difícil ou impossível reparação (art. 273, I, CPC). Este requisito nada mais é do que o periculum in mora, tradicionalmente considerado pela doutrina como pressuposto da concessão da tutela jurisdicional de urgência (não só na modalidade que aqui se estuda, tutela antecipada, mas também em sua outra espécie: a tutela cautelar). 2 grifo nosso 2 CÂMARA, Alexandre. Lições de Direito Processual Civil. Lúmen Iuris: São Paulo, p Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 12

13 A fumaça do bom direito está presente nesta relação processual, visto que os atos praticados por aqueles que configuram o polo passivo desta ação viola a ordem jurídica e o direito dos estudantes e profissionais graduados no curso de Licenciatura em Educação Física em atuar em todas as áreas referentes à sua qualificação profissional. O requisito, periculum in mora, fundamenta-se no fato de que o tempo correspondente ao tramite processual normal da ação acarretará o constrangimento dos profissionais licenciados em exercer sua profissão, de forma a intensificar os prejuízos no que diz respeito a limitação de trabalho e, consequentemente, a possível remuneração de caráter alimentar. Outrossim, no presente caso também é plenamente aplicável o art. 461 do CPC, quanto ao cabimento de providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. Destarte, tendo em vista a gravidade e urgência do caso, impõe-se a determinação das medidas necessárias na hipótese de eventual descumprimento de ordem judicial à efetivação da tutela específica ou para a obtenção do resultado prático equivalente, qual seja, a imediata suspensão da restrição do campo de atuação dos profissionais graduados em cursos de Licenciatura em Educação Física. Ainda, há que se ressaltar a necessidade de fixação de astreintes caso haja o descumprimento do provimento judicial a ser exarado, em consideração à urgência e à essencialidade do direto ora tratado, tal qual é o direito constitucional ao livre exercício da profissão. Como se vê, todos os requisitos legalmente exigidos para o deferimento da antecipação do provimento jurisdicional encontram-se presentes. V DOS PEDIDOS PROCESSUAIS E DO PEDIDO FINAL Excelência: Ante todo o exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL requer a Vossa Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 13

14 a) seja, em antecipação dos efeitos da tutela, determinado ao CONFEF Conselho Federal de Educação Física e ao CREF Conselho Regional de Educação Física da 8ª Região que suspendam imediatamente, no Estado do Pará, a prática de restringir o campo de atuação dos profissionais graduados em cursos de Licenciatura em Educação Física, passando os Requeridos, por conseqüência, a emitir as correspondentes carteiras profissionais sem a inscrição Atuação Educação Básica ; b) sejam os Requeridos citados para, caso queiram, responder à presente ação, sob pena de revelia. c) seja, em provimento definitivo, confirmada a medida liminar e determinada a anulação dos efeitos do artigo 3º da Resolução CONFEF nº 182/2009, mediante declaração de ilegalidade e inconstitucionalidade deste dispositivo; d) sejam os Requeridos condenados, em provimento definitivo, na obrigação de cessar a prática de restringir, à sala de aula, o campo de atuação profissional dos Licenciados em Educação Física, passando a emitir as carteiras profissionais sem a inscrição Atuação Educação Básica, bem como na obrigação de substituir as carteiras profissionais já emitidas por outras sem a mencionada inscrição; e) sejam os Requeridos condenados na obrigação de suprimir das carteiras profissionais dos Profissionais de Educação Física o campo Atuação, por não lhes competir fixar o campo de exercício profissional dos graduados em Educação Física, tarefa essa atribuída à lei formal (CF, art. 5º, XIII e art. 22, XVI); f) seja dada publicidade à decisão e sentença a serem proferidas na presente ação, mediante a publicação de edital para conhecimento dos interessados em jornal de ampla circulação, às custas dos Requeridos, assim como a afixação de avisos na sede dos Conselhos Profissionais requeridos, no sentido de se informar aos estudantes e profissionais de Educação Física que é Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 14

15 vedado, aos conselhos, colocar restrição ou especificação de campo de atuação profissional nas suas carteiras funcionais; g) a dispensa do pagamento das custas, emolumentos e outros encargos, em vista do disposto no art. 18 da Lei n 7.347/85; h) seja cominada multa de R$ ,00 (dez mil reais) para cada caso comprovado de descumprimento das obrigações supra, a ser revertida para o Fundo de Direitos Difusos, em cumprimento ao artigo 13 da Lei nº 7.347/85; Dá-se à causa o valor de R$ ,00 (cem mil reais). Belém, 17 de outubro de ALAN ROGÉRIO MANSUR SILVA Procurador da República Procurador Regional dos Direitos do Cidadão Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal - CEP Belém/PA 15

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS NONA VARA

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS NONA VARA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS NONA VARA Classe 7100 AÇÃO CIVIL PÚBLICA Requerente(es) MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Requerido(s) CONFEF CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA E OUTRO DECISÃO O MINISTÉRIO

Leia mais

Introdução à Educação Física

Introdução à Educação Física Introdução à Educação Física UNIDADE IV: O sistema CONFEF/CREF -A regulamentação da profissão de Educação Física -Os cursos de LICENCIATURA e BACHARELADO em Educação Física Professora Mestre: Maria Celeste

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Estado de São Paulo EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE SÃO PAULO O Ministério Público Federal, pelo Procurador Regional

Leia mais

DECISÃO. O Ministério Público Federal apresentou contraminuta, pugnando pela manutenção integral da medida liminar.

DECISÃO. O Ministério Público Federal apresentou contraminuta, pugnando pela manutenção integral da medida liminar. 8 2 1 100 PODER JUDICIÁRIO RELATOR : DESEMBARGADOR FEDERAL REYNALDO FONSECA RELATOR CONVOCADO : JUIZ FEDERAL RONALDO CASTRO DESTÊRRO E SILVA AGRAVANTE : CONSELHO FEDERAL DE EDUCACAO FISICA - CONFEF ADVOGADO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ENCAMINHADO PARA HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Centro Educacional Sorocabano Uirapuru Ltda. UF: SP ASSUNTO: Consulta sobre a aplicação das Diretrizes Curriculares

Leia mais

Direito Constitucional Peças e Práticas

Direito Constitucional Peças e Práticas PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL ASPECTOS JURÍDICOS E PROCESSUAIS DA RECLAMAÇÃO Trata-se de verdadeira AÇÃO CONSTITUCIONAL, a despeito da jurisprudência do STF a classificar como direito de petição

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL Agravo de Instrumento nº 0052654-08.2013.8.19.0000 Agravante: Município de Armação de Búzios Agravado: Lidiany da Silva Mello

Leia mais

AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA

AÇÃO CIVIL PÚBLICA COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA EXMO.(A) SR(A). DR(A). JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA ESPECIALIZADA DE DEFESA DO CONSUMIDOR DESTA CAPITAL A DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DA BAHIA pelas suas representantes, infra firmadas, constituídas na

Leia mais

2ª FASE OAB CIVIL Direito Processual Civil Prof. Renato Montans Aula online. EMBARGOS INFRINGENTES (Art. 530 534 do CPC)

2ª FASE OAB CIVIL Direito Processual Civil Prof. Renato Montans Aula online. EMBARGOS INFRINGENTES (Art. 530 534 do CPC) 2ª FASE OAB CIVIL Direito Processual Civil Prof. Renato Montans Aula online EMBARGOS INFRINGENTES (Art. 530 534 do CPC) Cabe de acórdão não unânime por 2x1 3 modalidades: a) Julgamento da apelação b) Julgamento

Leia mais

ASSESSORIA JURÍDICA. PARECER N 7/AJ/CAM/2002 Brasília (DF), 11 de junho de 2002. Senhora Presidente do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN)

ASSESSORIA JURÍDICA. PARECER N 7/AJ/CAM/2002 Brasília (DF), 11 de junho de 2002. Senhora Presidente do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) ASSESSORIA JURÍDICA PARECER N 7/AJ/CAM/2002 Brasília (DF), 11 de junho de 2002. PARA: DA: REFERÊNCIA: Senhora Presidente do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN) Assessoria Jurídica Expedientes Jurídicos

Leia mais

Impetrante: CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA - CFBM Impetrado: DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONAUTICA D E C I S Ã O

Impetrante: CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA - CFBM Impetrado: DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONAUTICA D E C I S Ã O Impetrante: CONSELHO FEDERAL DE BIOMEDICINA - CFBM Impetrado: DIRETOR GERAL DO DEPARTAMENTO DE ENSINO DA AERONAUTICA D E C I S Ã O Recebo a petição de fls. como emenda à inicial. Retifique-se a autuação

Leia mais

P.A. (MPF) n 1.16.000.000924/2006-94

P.A. (MPF) n 1.16.000.000924/2006-94 EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA ª VARA DA JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL P.A. (MPF) n 1.16.000.000924/2006-94 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio da Procuradora

Leia mais

http://diario.trf3.jus.br/visualiza_acordaode.php?codigo_documento=167777

http://diario.trf3.jus.br/visualiza_acordaode.php?codigo_documento=167777 1 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2008.61.00.013517-3/SP RELATOR APELANTE ADVOGADO APELADO ADVOGADO : Desembargador Federal NERY JUNIOR : LUIZ CARLOS DE BARROS RAMALHO e outros : CESAR DE LIMA SANTOS : DENIS GOZZI PINOTTI

Leia mais

SENTENÇA 2011 tipo A PROCESSO Nº 20093400029519-1 REQUERENTE: UNIÃO FEDERAL REQUERIDO: CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBIO SENTENÇA

SENTENÇA 2011 tipo A PROCESSO Nº 20093400029519-1 REQUERENTE: UNIÃO FEDERAL REQUERIDO: CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBIO SENTENÇA SENTENÇA 2011 tipo A PROCESSO Nº 20093400029519-1 REQUERENTE: UNIÃO FEDERAL REQUERIDO: CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBIO SENTENÇA 1. RELATÓRIO. Trata-se de ação civil pública proposta pela UNIÃO FEDERAL

Leia mais

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES Aos 11 (onze) dias do mês de julho de 2014, reuniram-se pregoeiro e equipe de apoio, indicados por intermédio do Ato de Designação

Leia mais

Embora regularmente notificada, fl.67, a reclamada não apresentou contrarrazões, conforme certificado à fl. 68.

Embora regularmente notificada, fl.67, a reclamada não apresentou contrarrazões, conforme certificado à fl. 68. A C Ó R D Ã O 10ª TURMA PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Gabinete do Desembargador Marcelo Antero de Carvalho Av. Presidente Antonio Carlos, 251 6º

Leia mais

DECISÕES ATUAIS CONTRA O EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC, EM DETERMINADOS CASOS (2013)

DECISÕES ATUAIS CONTRA O EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC, EM DETERMINADOS CASOS (2013) DECISÕES ATUAIS CONTRA O EXAME DE SUFICIÊNCIA DO CFC, EM DETERMINADOS CASOS (2013) CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE. REATIVAÇÃO DE REGISTRO. EXAME DE SUFICIÊNCIA. RESOLUÇÃO

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XVII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Partido Político "Z", que possui apenas três representantes na Câmara dos Deputados, por entender presente a violação de regras da CRFB, o procura para que, na

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL SEÇÃO JUDICIÁRIA DO RIO DE JANEIRO 154 AÇÃO ORDINÁRIA Nº. 2010.51.01.023352-3 SENTENÇA TIPO A AUTOR: CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA 1ª. REGIÃO-RJ RÉU: CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE JUIZ FEDERAL: FIRLY NASCIMENTO FILHO S E N T E N Ç

Leia mais

Relator: JARBAS GOMES Órgão Julgador: 11ª CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO

Relator: JARBAS GOMES Órgão Julgador: 11ª CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO fls. 104 Relator: JARBAS GOMES Órgão Julgador: 11ª CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO Vistos. Trata-se de agravo de instrumento interposto por GRACEDES DO CARMO BONIZIOLI, contra a r. decisão que, em sede de ação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987

LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 LEI COMPLEMENTAR N. 13, DE 8 DE DEZEMBRO DE 1987 Dá nova redação aos artigos que menciona, entre outras providências, da Lei Complementar n. 3, de 12 de janeiro de 1981, que dispõe sobre a Organização

Leia mais

Ação Ordinária nº 200.81.00.006

Ação Ordinária nº 200.81.00.006 Ação Ordinária nº 200.81.00.006 Nos autos da Ação Ordinária n 2000.81.00.006046-9, ajuizada por servidores da Justiça Federal no Ceará contra a União Federal, e que tramita na 2ª Vara da Justiça Federal,

Leia mais

Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Educação. Conselhos de Fiscalização das Profissões Regulamentadas

Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Educação. Conselhos de Fiscalização das Profissões Regulamentadas Página 1 de 5 Nº 1639 - Sexta feira, 16 de agosto de 2013 Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Educação PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 12, DE 15 DE AGOSTO DE 2013 - Institui, em âmbito nacional,

Leia mais

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Primeira Câmara Cível

Poder Judiciário Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Vigésima Primeira Câmara Cível M Poder Judiciário Apelação Cível nº. 0312090-42.2012.8.19.0001 Apelante: COMPANHIA ESTADUAL DE ÁGUAS E ESGOTOS CEDAE Advogado: Dr. Luiz Carlos Zveiter Apelado: ASSOCIAÇÃO DE OFICIAIS MILITARES ESTADUAIS

Leia mais

A C Ó R D Ã O Nº 70067495689 (Nº CNJ: 0434946-98.2015.8.21.7000) COMARCA DE PORTO ALEGRE AGRAVANTE LUIS FERNANDO MARTINS OLIVEIRA

A C Ó R D Ã O Nº 70067495689 (Nº CNJ: 0434946-98.2015.8.21.7000) COMARCA DE PORTO ALEGRE AGRAVANTE LUIS FERNANDO MARTINS OLIVEIRA AGRAVO DE INSTRUMENTO. MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDOR PÚBLICO. DELEGADO DE POLÍCIA. AFASTAMENTO PREVENTIVO DO CARGO. REQUISITOS PARA A MEDIDA LIMINAR. 1. A concessão de medida liminar em mandado de segurança

Leia mais

HOMOLOGADO EM 27/03/2007

HOMOLOGADO EM 27/03/2007 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Haustin Caster Vieira Sandes UF: SP ASSUNTO: Consulta sobre o reconhecimento do Programa de Formação Pedagógica de Docentes, ministrado

Leia mais

1005895-57.2016.8.26.0100 - lauda 1

1005895-57.2016.8.26.0100 - lauda 1 fls. 372 SENTENÇA Processo Digital nº: 1005895-57.2016.8.26.0100 Classe - Assunto Procedimento Comum - Planos de Saúde Requerente: Requerido: UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO

Leia mais

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Lei Ordinária Nº 5.519 de 13/12/2005 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ, FAÇO saber que o Poder Legislativo decreta

Leia mais

Curso Resultado. Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil

Curso Resultado. Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil Curso Resultado Jurisprudência ordenada por matérias e assuntos Processo Civil Atualizado em 18 de dezembro de 2015 Sumário Ação coletiva / civil pública Ação contra seguradora Ação de adjudicação compulsória

Leia mais

Acórdão 8a Turma. V O T O CONHECIMENTO Conheço do recurso, eis que atendidos os requisitos de admissibilidade.

Acórdão 8a Turma. V O T O CONHECIMENTO Conheço do recurso, eis que atendidos os requisitos de admissibilidade. Acórdão 8a Turma PROCESSO: 0112000-70.2006.5.01.0521 RTOrd PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO Gab Des Edith Maria Correa Tourinho Av. Presidente Antonio

Leia mais

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador CYRO MIRANDA

PARECER Nº, DE 2013. RELATOR: Senador CYRO MIRANDA PARECER Nº, DE 2013 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em caráter terminativo, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 31, de 2010 (Projeto de Lei nº 3.512, de 2008, na origem), da Deputada Professora Raquel

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE PIRAJU SP

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE PIRAJU SP EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE PIRAJU SP URGENTE IC 051/2014 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO, na defesa dos direitos dos idosos, com fulcro nos artigos 127, 129

Leia mais

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO

PODER JUDICIáRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 5ª REGIÃO GABINETE DO DESEMBARGADOR FEDERAL FRANCISCO WILDO APELAÇÃO CÍVEL Nº 553789/CE (0004204-41.2012.4.05.8100) APTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL APDO : FACULDADE CATÓLICA DE FORTALEZA - FCF E OUTRO ADV/PROC : CARMEN ANDREIA PEIXOTO GURGEL ORIGEM : 4ª VARA

Leia mais

Ministério Público Federal Procuradoria da República em São Paulo - SP

Ministério Público Federal Procuradoria da República em São Paulo - SP Ofício Referência: Prot SIAPRO n. 08500.006741/2008-31 SR/DPF/SP Procedimento de Controle Externo n. 1.34.001.000452/2008-11(favor usar esta referência) São Paulo, 04 de junho de 2008. Ilmo. Sr. Corregedor

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2007

PROJETO DE LEI N o, DE 2007 PROJETO DE LEI N o, DE 2007 (Da Sra. SANDRA ROSADO) Regulamenta a profissão de arqueólogo e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÃO PRELIMINAR Art. 1 o O desempenho

Leia mais

o Ministério Público Federal propôs a presente ação civil

o Ministério Público Federal propôs a presente ação civil 1 8 VARA FEDERAL SENTENÇA TIPO A Processo no 3859-49.2012.01.4200 Requerente: Ministério Público Federal Requeridos: Conselho Federal de Educação Física - CONFEF- e outro SENTENCA I - Relatório o Ministério

Leia mais

RESPOSTA A PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO

RESPOSTA A PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO RESPOSTA A PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO Trata-se de resposta a pedido de impugnação apresentado pela sociedade empresária INCORP TECHNOLOGY INFORMÁTICA LTDA EPP, referente ao Edital de Pregão Eletrônico n.º 21/2014.

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail:

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail: Vara: 1ª Vara Cível Processo: 0023257-48.2012.8.22.0001 Classe: Procedimento Ordinário (Cível) Requerente: Renata Terezinha Souza de Moraes Paschoal Rodrigues Requerido: Banco Bradescard S.A; Makro Atacadista

Leia mais

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0055626-48.2013.8.19.0000 AGRAVANTE: JAQUELINE MACIEL LOURENÇO DA SILVA AGRAVADO: INSTITUTO ANALICE LTDA RELATOR: DES. AUGUSTO ALVES MOREIRA JUNIOR AGRAVO DE INSTRUMENTO. DIREITO

Leia mais

MANDADO DE SEGURANÇA

MANDADO DE SEGURANÇA AO JUÍZO DE DIREITO DE UM DAS VARAS DA FAZENDA PÚBLICA DE UBERLÂNDIA/MG PEDRO XXXXX brasileiro, casado, portador da cédula de identidade RG xxxx, e do CPF xxxxxxx, residente na Rua xxxxxxxx,xxx, Jardim

Leia mais

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * '

Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG * ' Excelentíssimo{a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública da Comarca de -MG OBJETO: ( ) INSUMO DE INTERESSE PARA A SAÚDE HUMANA (exceto cirurgia e transporte) ( )

Leia mais

2ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo nº 0000307-61.2011.5.10.0002

2ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF TERMO DE AUDIÊNCIA. Processo nº 0000307-61.2011.5.10.0002 2ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA - DF TERMO DE AUDIÊNCIA Processo nº 0000307-61.2011.5.10.0002 Aos seis dias do mês de maio do ano de 2.011, às 17h10min, na sala de audiências desta Vara, por ordem da MMª.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL Oficio nº0202/2014/fisc/cra-df Ao Senhor CF (IM) Bruno Abreu Cardozo Adjunto do Superintendente administração Pregoeiro da Marinha do Brasil Brasília/DF, 23 de outubro de 2014. Assunto: Consulta ao CRA-DF

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI N o 3.512, DE 2008 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da atividade de Psicopedagogia. Autora: Deputada PROFESSORA RAQUEL

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

Egrégio Supremo Tribunal Federal:

Egrégio Supremo Tribunal Federal: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE nº 3403/SP REQUERENTE: Governador do Estado de São Paulo REQUERIDO: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo RELATOR: Exmo. Senhor Ministro JOAQUIM BARBOSA Egrégio

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA - 3ª REGIÃO. Suspensão de segurança nº 2442 - Registro nº 2000.03.00.

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA - 3ª REGIÃO. Suspensão de segurança nº 2442 - Registro nº 2000.03.00. MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA - 3ª REGIÃO Suspensão de segurança nº 2442 - Registro nº 2000.03.00.005634-9 Requerente: União Federal (Fazenda Nacional) Requerido: Juízo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Exmo. Sr. Juiz Federal da.ª Vara da Seção Judiciária Federal de São Paulo O Ministério Público Federal, por seu Procurador que ao final assina e com base no artigo 129, II e III da Constituição Federal,

Leia mais

COFFITO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL A N E X O I I R E S O L U Ç Õ E S C O F F I T O 2 0 7, 2 0 8, 3 7 7 E 3 7 8

COFFITO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL A N E X O I I R E S O L U Ç Õ E S C O F F I T O 2 0 7, 2 0 8, 3 7 7 E 3 7 8 COFFITO CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL A N E X O I I R E S O L U Ç Õ E S C O F F I T O 2 0 7, 2 0 8, 3 7 7 E 3 7 8 RESOLUÇÃO Nº. 207/2000 RESOLUÇÃO n.º 207, DE 17 DE AGOSTO DE 2000

Leia mais

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA.

TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. PALESTRA TUTELAS PROVISÓRIAS: TUTELA DE URGÊNCIA E TUTELA DA EVIDÊNCIA. Professor: Dr. Francisco Ferreira Jorge Neto Desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Professor Universitário

Leia mais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais

Poder Judiciário JUSTIÇA FEDERAL Seção Judiciária do Paraná 2.ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Federais 1 Recurso Cível JEF: 2009.70.55.000196-1 Recorrente(s): CELSO BANG FIGUEREDO Recorrido(s): INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS Relator: Juiz Federal Leonardo Castanho Mendes RELATÓRIO Trata-se de

Leia mais

Ressarcimento de danos elétricos em equipamentos

Ressarcimento de danos elétricos em equipamentos AO SENHOR NELSON JOSÉ HUBNER MOREIRA DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL SGAN 603, MÓDULO J, CEP: 70830-030 BRASÍLIA/DF RECOMENDAÇÃO 1. CONSIDERANDO que o Ministério Público é instituição

Leia mais

Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007)

Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007) Emenda nº - CAS Substitutiva (ao PLS 607, de 2007) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, autoriza o Poder Executivo a criar o Conselho Federal

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007

PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 SENADO FEDERAL GABINETE DO SENADOR EXPEDITO JÚNIOR PROJETO DE LEI DO SENADO N, DE 2007 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIX EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL Determinado partido político, que possui dois deputados federais e dois senadores em seus quadros, preocupado com a efetiva regulamentação das normas constitucionais,

Leia mais

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida

Direito Constitucional Dra. Vânia Hack de Ameida 1 Controle da Constitucionalidade 1. Sobre o sistema brasileiro de controle de constitucionalidade, é correto afirmar que: a) compete a qualquer juiz ou tribunal, no primeiro caso desde que inexista pronunciamento

Leia mais

Artigo jurídico para publicação. Classificação: parecer. Título:

Artigo jurídico para publicação. Classificação: parecer. Título: Dados pessoais: Autora: Alessandra Chaves Braga Guerra Procuradora Federal na Advocacia-Geral da União. Graduada em direito pelo Centro Universitário de Brasília - UniCEUB e em Nutrição pela Universidade

Leia mais

EXMO.(A) SR.(A) DR.(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DA COMARCA DE CACHOEIRA DO SUL/RS. URGENTE! PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA

EXMO.(A) SR.(A) DR.(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DA COMARCA DE CACHOEIRA DO SUL/RS. URGENTE! PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA EXMO.(A) SR.(A) DR.(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA VARA DA COMARCA DE CACHOEIRA DO SUL/RS. URGENTE! PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA MUNICÍPIO DE CACHOEIRA DO SUL, pessoa jurídica de direito público, inscrita no

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail:

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível Av Lauro Sodré, 1728, São João Bosco, 76.803-686 e-mail: Vara: 1ª Vara Cível Processo: 0002465-39.2013.8.22.0001 Classe: Procedimento Ordinário (Cível) Requerente: Shirlane Guillen dos Santos Requerido: Banco Bradesco S/A SENTENÇA Vistos, etc... RELATÓRIO. SHIRLANE

Leia mais

Edital N. 08/2015 - DF

Edital N. 08/2015 - DF Edital N. 08/2015 - DF O DOUTOR MARCO ANTONIO CANAVARROS DOS SANTOS, M.M Juiz Direto e Diretor do Fórum da Comarca de Novo São Joaquim, Estado de Mato Grosso, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE:

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno

RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno RESOLUÇÃO Nº 170/2012 TCE/TO Pleno 1. Processo nº: 12505/2011 (1 vol.) 2. Classe/Assunto: 3. Consulta / 5. Consulta acerca da legalidade do pagamento de despesas com internação de urgência do senhor João

Leia mais

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal

O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal 202 O Novo Regime das Medidas Cautelares no Processo Penal Juliana Andrade Barichello 1 O objetivo deste trabalho é discorrer sobre os principais pontos das palestras, enfatizando a importância das alterações

Leia mais

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE

REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE REUNIÃO DO FÓRUM NACIONAL DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE - REGIÃO NORDESTE Política Nacional de EAD e a Colaboração inter Sistemas Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br EAD: dispositivos

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL C O N C L U S Ã O Nesta data, faço os autos conclusos ao MM. Juiz Federal Substituto, nesta 15ª Vara, Dr. Eurico Zecchin Maiolino. São Paulo,...Eu,..., Analista Judiciário 15ª Vara Cível Processo nº 2009.61.00.010245-7

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº XXXX DE XX DE XXXXXX DE 201X ALTERA A LEI Nº 6720, DE 25 DE MARÇO DE 2014, QUE INSTITUI PLANO DE CARGOS, CARREIRAS E REMUNERAÇÃO DA FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Leia mais

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 15 / 04 / 2014. Des. Cristina Tereza Gaulia. Relator

ACÓRDÃO. Rio de Janeiro, 15 / 04 / 2014. Des. Cristina Tereza Gaulia. Relator 5ª CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº: 0004117-44.2014.8.19.0000 2ª VARA DE TRÊS RIOS Agravante: Município de Três Rios Agravado: Elimar Santos de Carvalho Juiz: Dra. Ana Carolina

Leia mais

Parte requerente: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN (Advª. Sandra Mary Tenório Godoi) E ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

Parte requerente: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN (Advª. Sandra Mary Tenório Godoi) E ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Processo Judicial Eletrônico: 1 CAUTELAR INOMINADA Autos de nº 0800490-42.2014.4.05.8400 Parte requerente: INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL - IPHAN (Advª. Sandra Mary Tenório Godoi)

Leia mais

DECISÃO. em processo em trâmite na 3ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital,

DECISÃO. em processo em trâmite na 3ª Vara de Fazenda Pública da Comarca da Capital, AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º 0000875-77.2014.8.19.0000 AGRAVANTE: ESTADO DO RIO DE JANEIRO AGRAVADA: ÂNGELA MARIA MONTEIRO DA TRINDADE RELATOR: DESEMBARGADOR ALEXANDRE FREITAS CÂMARA Direito Constitucional.

Leia mais

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br

Rua Ulisses Caldas, 81 - Centro - Natal/RN 59025-090 (55)xx84-3232-8863 www.natal.rn.gov.br LEI Nº. 6.067, DE 11 DE MARÇO DE 2010. Altera a Lei Ordinária 5.711/06, que dispõe sobre a Organização Administrativa da Câmara Municipal do Natal, e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE

Leia mais

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador;

a importância de um sistema de auditoria independente como suporte indispensável ao órgão regulador; 1) INTRODUÇÃO Ref.: Instrução CVM Nº 308, de 14 de maio de 1999, que dispõe sobre o registro e o exercício da atividade de auditoria independente no âmbito do mercado de valores mobiliários, define os

Leia mais

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL.

3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. 3º PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO DE DIREITO DA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO DE Segunda CATEGORIA NO DISTRITO FEDERAL. EDITAL Nº 04, DE 29 DE OUTUBRO DE 2014. O DEFENSOR PÚBLICO-CHEFE DE SEGUNDA CATEGORIA

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE RONDÔNIA Porto Velho - Fórum Cível CONCLUSÃO Aos 02 dias do mês de Dezembro de 2010, faço estes autos conclusos ao Juiz de Direito José Jorge Ribeiro da Luz. Eu, Olivia Adna Barata - Escrivã(o) Judicial, escrevi conclusos. Vara: 5ª Vara

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 0044606-60.2014.4.01.0000/GO (d) R E L A T Ó R I O

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 0044606-60.2014.4.01.0000/GO (d) R E L A T Ó R I O 21 100 PODER JUDICIÁRIO R E L A T Ó R I O O Exmo. Sr. Desembargador Federal JIRAIR ARAM MEGUERIAN (Relator): Trata-se de agravo de instrumento interposto pela Associação Aparecidense de Educação, mantenedora

Leia mais

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

TOMADA DE CONTAS ESPECIAL TOMADA DE CONTAS ESPECIAL COMPARATIVO ENTRE A IN TCU Nº 13/1996 E A IN TCU Nº 56/2007 IN TCU Nº 13/1996 IN TCU Nº 56/2007 Art. 1º Diante da omissão no dever de prestar contas, da não comprovação da Aplicação

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 09/2010

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 09/2010 TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA Nº 09/2010 Pelo presente instrumento, com fundamento no artigo 5º, 6º, da Lei nº 7.347/85, de 24 de julho de 1985, de um lado, o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pela Procuradora

Leia mais

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br

UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br UNESC Faculdades Integradas de Cacoal E-Mail: unesc@unescnet.br - Internet: www.unescnet.br REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (NPJ) Cacoal RO. CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º. O Núcleo de Prática

Leia mais

JT REOAC490902-PB Página 1 de 5

JT REOAC490902-PB Página 1 de 5 R E L A T Ó R I O O EXMO. SR. DESEMBARGADOR FEDERAL NAGIBE DE MELO (RELATOR CONVOCADO): Trata-se de remessa oficial de sentença que, extinguindo o processo com resolução do mérito, nos termos do art. 269,

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 1, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2016 (*) Define Diretrizes Operacionais Nacionais para o credenciamento institucional

Leia mais

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO)

AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) AÇÃO CRIMINAL Nº 231-PE (89.05.03003-3) APTE: JUSTIÇA PÚBLICA APDO: ANCILON GOMES FILHO RELATOR: DESEMBARGADOR FEDERAL ÉLIO SIQUEIRA (CONVOCADO) RELATÓRIO O EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR FEDERAL

Leia mais

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS:

MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: MANUAL DOS PRAZOS PROCESSUAIS: A CONTAGEM DOS PRAZOS NO NOVO CPC 1. MUDANÇAS GERAIS APLICÁVEIS A TODOS OS PRAZOS PROCESSUAIS: Mudança no modo de contagem dos prazos: A partir do novo CPC, os prazos processuais

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL 1 RESOLUÇÃO Nº 261, DE 2013 (Autoria do Projeto: Vários Deputados) Insere dispositivos no Regimento Interno da Câmara Legislativa do Distrito Federal para criar a Comissão de Fiscalização, Governança,

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade do Norte Pioneiro CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º O Núcleo de Prática

Leia mais

PROJETO DE LEI N, DE 2015. (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli)

PROJETO DE LEI N, DE 2015. (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli) PROJETO DE LEI N, DE 2015 (Do Senhor Deputado Professor Victório Galli) O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre a regulamentação do exercício das profissões de Analista de Sistemas, Desenvolvedor, Engenheiro

Leia mais

a) Relação explícita do pessoal técnico especializado, adequado e disponível para a realização do

a) Relação explícita do pessoal técnico especializado, adequado e disponível para a realização do 2. CONDIÇÕES PARA CREDENCIAMENTO 2.1. Poderão participar deste Credenciamento, as empresas que: 2.1.1 Atendam a todas as exigências deste Edital, inclusive quanto à documentação constante deste instrumento

Leia mais

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015.

PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. PORTARIA Nº 910, DE 7 DE ABRIL DE 2015. Define os procedimentos para apuração da responsabilidade administrativa e para celebração do acordo de leniência de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de

Leia mais

TIPO DE DECISÃO DETERMINARAM REGISTRO. NEGARAM REGISTRO. RESTABELECERAM A LEGALIDADE.

TIPO DE DECISÃO DETERMINARAM REGISTRO. NEGARAM REGISTRO. RESTABELECERAM A LEGALIDADE. Tipo Processo AUDITORIA DE ADMISSÃO Número 006431-02.00/10-1 Exercício 2009 Anexos 000000-00.00/00-0 Data 13/04/2011 Publicação 20/05/2011 Boletim 523/2011 Órgão Julg. TRIBUNAL PLENO Relator CONS. MARCO

Leia mais

A requerente sustenta, mais, em síntese:

A requerente sustenta, mais, em síntese: A Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, com fundamento no art. 4º da Lei 4.348/64, requer a suspensão da execução da medida liminar concedida pelo relator do Mandado de Segurança nº 2006.01.00.043354-2

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL VIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL A Construtora Segura Ltda. está sendo executada pela Fazenda Pública Municipal. Entretanto, a empresa havia proposto uma ação de consignação em pagamento, com relação

Leia mais

Doc.: 2305. Pag.: 1 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001

Doc.: 2305. Pag.: 1 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001 1ª VARA DO TRABALHO DE BELO HORIZONTE MG PROCESSO Nº 0001153-71.2014.503.0001 Pag.: 1 Aos 02 dias do mês de outubro de 2015, às 17h44 na sala de audiência desta Vara, por determinação da MMª Juíza do Trabalho

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL XIII EXAME DE ORDEM UNIFICADO PADRÃO DE RESPOSTA - PEÇA PROFISSIONAL O Presidente da República editou o Decreto nº 5555, estabelecendo a obrigatoriedade, como exigência à obtenção do diploma de graduação em engenharia, de um elevado

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DÉCIMA OITAVA CÂMARA CÍVEL Apelação Cível nº 0002479-12.2012.8.19.0043 Vara Única da Comarca de Piraí Apelante: Município de Piraí Apelada: Luíza dos Santos

Leia mais

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte:

DECISÃO. Relatório. 2. A decisão impugnada tem o teor seguinte: DECISÃO RECLAMAÇÃO. CONSTITUCIONAL. ALEGADO DESCUMPRIMENTO DA SÚMULA VINCULANTE N. 10 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. RECLAMAÇÃO PROCEDENTE. Relatório 1. Reclamação, com pedido de antecipação de tutela, ajuizada

Leia mais

MANUAL DO ESTAGIÁRIO CURSO DE DIREITO, BACHARELADO

MANUAL DO ESTAGIÁRIO CURSO DE DIREITO, BACHARELADO 1 MANUAL DO ESTAGIÁRIO, BACHARELADO 2 APRESENTAÇÃO O aprendizado do Direito não se restringe à compreensão dos textos legais e doutrinários: a prática efetiva da advocacia é uma dimensão fundamental do

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU.

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. REGULAMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU. PREÂMBULO. A Faculdade Cenecista de Osório, no uso de suas atribuições decorrentes da Resolução nº. 1 de junho

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Resolução nº 014/2014, de 24 de julho de 2014. Determina publicação no Diário oficial de Porto Alegre do

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PAULISTANA

ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PAULISTANA ESTADO DO PIAUÍ PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE PAULISTANA AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROCESSO Nº 00000064-20.2012.8.18.000064 AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PIAUI RÉUS: MUNICÍPIO DE PAULISTANA/PI e OUTRO

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Tutela antecipada e suspensão da exigibildade do crédito tributário Eduardo Munhoz da Cunha* Sumário:1. Introdução. 2. A possibilidade de concessão de tutela antecipada contra a

Leia mais