PCF Lehi Sudy dos Santos Instituto Nacional de Criminalística Área de Perícias em Balística Forense

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PCF Lehi Sudy dos Santos Instituto Nacional de Criminalística Área de Perícias em Balística Forense"

Transcrição

1 PCF Lehi Sudy dos Santos Instituto Nacional de Criminalística Área de Perícias em Balística Forense

2 Objetivos Revisar questões técnicas sobre confronto; Apresentar estudos sobre Evofinder; Levantar discussões sobre um banco de dados em balística.

3 Confronto Balístico - Objetivo Relacionar a arma de fogo a projéteis disparados através do seu cano ou estojos percutidos e deflagrados pela arma.

4 COMPOSIÇÃO DE UMA MUNIÇÃO Espoleta (mistura iniciadora) Estojo Pólvora Projétil Estifinato de chumbo; Nitrato de bário; Trisulfeto de antimônio; Tetrazeno; e Alúminio Latão (70%Cu, 30%Zn) com ou sem banho de Ni; Cu; ou Al; KNO3+S+carvão vegetal; Nitrocelulose; Nitrocelulose+Nitroglicerina; Pb; Cu; CuZn; CuNi; CuZnNi; CuZnSn; FeC.

5 Definições: Elemento de Munição Questionado: projétil ou estojo geralmente coletado em local de crime; Elemento de Muniçao Padrão: projétil ou estojo coletado de arma suspeita.

6 Fundamentos técnicos científicos dos confrontos balísticos: Elevadas pressões geradas no interior da arma; A impossibilidade de existirem duas armas com as mesmas características microscópicas em suas partes.

7 Geração de marcas identificadoras Extrator Raiamento Percutor Câmara Ejetor Culatra contínuo marcas

8 Coleta de padrões para comparação

9 Piscina de coleta: APBAL/INC

10 Confronto padrão x questionado:

11 Comparação ótica

12 Confronto entre projéteis

13 Confronto entre estojos

14 CONFRONTO BALÍSTICO OBJETIVOS DA TÉCNICA: Relacionar elemento de munição coletado em local de crime à arma que o disparou; Identificar quantidade e características das armas que efetuaram disparos em um local.

15 Estudo de caso Assassinato de policial peruano em Tabatinga AM.

16 Vestígios do local de crime

17 Primeiro laudo comparando apenas os elementos de munição coletados no local concluiu: Quantidade de armas? Todos os projéteis passaram pelo cano de uma mesma arma; Características da Arma? calibre 9mm, raiamento do tipo 5D.

18 Armas encontradas com suspeito

19 Projétil Padrão Projétil Questionado

20 Percutor Extrator Ejetor

21 CONFRONTO BALÍSTICO LIMITAÇÕES DA TÉCNICA: Estado do elemento de munição incriminado; A comparação é feita incriminado versus padrão, um a um (consome tempo); Se não há arma suspeita o caso fica em aberto; Correlação de crimes cometidos com a mesma arma apenas se houver informação (caso Anápolis x Bahia)

22 SISTEMAS AUTOMATIZADOS ARSENAL (Papillon) BALISTIKA (Turquia) CONDOR (SBC Co) CIBLE (Francês) EVOFINDER (ScanBII/Russia) FIREBALL (Australia) IBIS (Americano/Canadense) LEPUS (Protótipo Nacional)

23 SISTEMAS AUTOMATIZADOS ARSENAL (Papillon) BALISTIKA EVOFINDER (Turquia) (ScanBII/Russia) CONDOR (SBC Co) CIBLE IBIS (Francês) (Americano/Canadense) EVOFINDER (ScanBII/Russia) FIREBALL (Australia) LEPUS (Protótipo Nacional) IBIS (Americano/Canadense) LEPUS (Protótipo Nacional)

24 Qual sistema escolher? IBIS SALVADOR e ESPÍRITO SANTO NOVA YORK, MARYLAND Evofinder - BELO HORIZONTE e GOIÂNIA FRANÇA, ALEMANHA E RUSSIA Decisão por Evofinder (Lepus adquirimos o protótipo como estímulo): Gerenciamento do Banco de dados Preço Características Físicas Forma de captura e confronto Política da empresa

25 EVOFINDER EVOFINDER: Sistema de Identificação Balística. (ScannBI Technology Ltd)

26 EVOFINDER

27 EVOFINDER

28 EVOFINDER

29 EVOFINDER

30 EVOFINDER

31 EVOFINDER

32 EVOFINDER

33 EVOFINDER A qualidade das imagens permite que o confronto seja feito diretamente na tela do computador; Utilizamos microscópio comparador apenas para confirmar; O sistema efetua uma correlação automatizada fornecendo uma lista de amostras mais semelhantes.

34 EVOFINDER

35 EVOFINDER

36 POSSIBILIDADES DE UM BANCO DE DADOS Diminuir o tempo de correlação quando se tem muitos elementos de um local de crime; Armazenar apropriadamente casos abertos; Ligar crimes cometidos com a mesma arma; Relacionar armas apreendidas com crimes em aberto.

37 DESAFIOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM BANCO DE DADOS Confiabilidade dos resultados apresentados pelo sistema; Dificuldade de correlação quando os elementos de munições são de tipos diferentes; Compra de equipamento padronizado; Número muito grande de armas a cadastrar; Falta de peritos com treinamento em balística.

38 Estudo comparativo EVOFINDER X LEPUS

39 Projeto Piloto Evofinder: Testes com revólveres calibre.38

40 Projeto Piloto Evofinder: Testes com revólveres calibre armas com vida útil variável (novas até ANP) Sequência de Coleta: 14 disparos por arma - 2 disparos com Pb nú ogival - 2 disparos de semi-encamisado ponta oca - 2 disparos de semi-encamisado ponta oca +P - 2 disparos de encamisado ogival silver point +P (niquelado) - * - 2 disparos de semi-encamisado ponta oca silver point +P+ (niquelado) - * - 2 disparos de encamisados ponta oca gold +P+ (latonado) - 2 disparos de Pb nú ogival (verificar qualquer alteração com a limpeza do cano pelos projéteis encamisados e semi-encamisados) Teste 1: 224 disparos

41

42 1 RESULTADOS PARA PROJÉTEIS DE REVÓLVER.38 6D Porcentagem de padrões X posição do padrão no resultado 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 DISTRIBUIÇÃO PERFEITA EVOFINDER LEPUS 0,2 0,1 0 1º 11º 21º 30º 41º 51º 62º 72º 82º

43 1 RESULTADOS PARA PROJÉTEIS DE REVÓLVER.38 5D Porcentagem de padrões X posição do padrão no resultado 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 DISTRIBUIÇÃO PERFEITA EVOFINDER LEPUS 0,3 0,2 0,1 0 1º 11º 21º 30º 41º 51º 62º 72º 82º

44 1 - RAHM, JOACHIM. Evaluation of an electronic comparison system and implementation of a quantitative effectiveness criterion, Forensic Science International 214 (2012)

45 Resultado do primeiro teste do Evofinder segundo critério proposto. Projéteis calibre.38 SPL 1 0,9 P(n) Probabilidade de que um acerto seja encontrado até os primeiros n candidatos da lista de resultados 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 Efetividade (Г) = 0,96 0,2 0, n

46 Resultado do primeiro teste do Evofinder segundo critério proposto. Estojos calibre.38 SPL Probabilidade de que um acerto sejam encontrado até os primeiros n candidatos da lista de resultados 1 P(n) 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 Efetividade (Г) = 0,93 0,4 0,3 0,2 0, n

47 PLANEJAMENTO DO EXPERIMENTO

48

49 PLANEJAMENTO DO EXPERIMENTO - I 1 P

50 CONFIGURAÇÃO I 1 P Bando de dados com 1258 imagens de projéteis. (Sendo 576 6D e 682 5D). Projétil questionado tipo I Projéteis padrões - tipo 1 Cadastro por: P = perito

51 Resultado de 16 confrontos na configuração I 1 P 1 0,9 P(n) Probabilidade de que um acerto sejam encontrado até os primeiros n candidatos da lista de resultados 0,8 0,7 0,6 0,5 Efetividade (Г) = 0,33 0,4 0,3 0,2 0, n

52 PLANEJAMENTO DO EXPERIMENTO - V 6 P

53 CONFIGURAÇÃO V 6 P Bando de dados com 1258 imagens de projéteis (Sendo 576 6D e 682 5D). Projétil questionado tipo V Projéteis padrões - tipo 6 Cadastro por: P = perito

54 Resultado de 16 confrontos na configuração V 6 P 1 Probabilidade de que um acerto sejam encontrado até os primeiros n candidatos da lista de resultados 0,9 P(n) 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 Efetividade (Г) = 0,87 0,3 0,2 0, n

55 RESULTADOS PROJÉTEIS ARMAS CALIBRE.38 SPL

56 ANOVA

57 ANOVA (retirando da análise os resultados com CHOG)

58 RESULTADOS ESTOJOS ARMAS CALIBRE.38 SPL 1 Probabilidade de que um acerto sejam encontrado até os primeiros n candidatos da lista de resultados P(n) 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 PERITO ALUNO Efetividade (Г) = Aluno 0,54 Perito 0,47

59 RESULTADOS ESTOJOS ARMAS CALIBRE.38 SPL

60 QUESTIONAMENTOS: Qual tamanho de um banco de dados em que o sistema ainda seria útil? Desempenho do sistema com outro calibres? Banco de dados deveria ser TOTAL, ARMAS REGISTRADAS, ARMAS DA SEGURANÇA, CRIMINAIS? (exp. PC DF e PC GO) Os resultados com estojos indicam a necessidade de desenvolvimento de outro sistema?

61 A evidência física não pode estar errada... Cabe aos humanos, procurá-la, estudá-la e compreendê-la. Edmond Locard

N O 43 Emitido em Junho de 2005.

N O 43 Emitido em Junho de 2005. N O 43 mitido em Junho de 2005. MUNIÇÕS PARA ARMAS CURTAS ste Informativo Técnico tem por objetivo relacionar as diferentes munições para armas curtas fabricadas pela CBC permitindo a escolha mais adequada

Leia mais

QUANTO AO SISTEMA DE CARREGAMENTO. CANO DE ALMA LISA (espingarda)

QUANTO AO SISTEMA DE CARREGAMENTO. CANO DE ALMA LISA (espingarda) DEFINIÇÃO ARMAS DE FOGO são exclusivamente aquelas que para expelirem seus projeteis, utiliza-se da força expansiva dos gases resultantes da combustão da pólvora. ASPECTOS CLASSIFICATÓRIOS Vários critérios

Leia mais

Manual de Aperfeiçoamento Profissional

Manual de Aperfeiçoamento Profissional Manual de Aperfeiçoamento Profissional Introdução: "'Conhecer profundamente o produto é a base do sucesso em vendas."' Um bom produto é tudo que uma experiente e dinâmica equipe de vendas precisa para

Leia mais

Introdução. A arma de fogo. Ciência Forense: balística

Introdução. A arma de fogo. Ciência Forense: balística Introdução Todos os dias, ao ligar a televisão e sintonizar no noticiário, assiste-se algo mais ou menos assim: João e José tentaram assaltar um banco e, na fuga, ambos atiraram com armas de fogo contra

Leia mais

Saibam como funciona a coordenação de química na elucidação de crimes!

Saibam como funciona a coordenação de química na elucidação de crimes! Curiosidades: Saibam como funciona a coordenação de química na elucidação de crimes! A coordenação de química do Laboratório Central de Policia Técnica é formada por peritos criminais e peritos técnicos

Leia mais

Nº 38 Atualizado em Janeiro de 2012

Nº 38 Atualizado em Janeiro de 2012 Nº 38 Atualizado em Janeiro de 2012 CARTUCHOS PARA ARMAS LONGAS NÃO RAIADAS INTRODUÇÃO Os cartuchos destinados a armas longas não raiadas (espingardas) são habitualmente carregados com bagos múltiplos

Leia mais

MANUAL DE ARMAMENTO E MANUSEIO SEGURO DE ARMAS DE FOGO

MANUAL DE ARMAMENTO E MANUSEIO SEGURO DE ARMAS DE FOGO MANUAL DE ARMAMENTO E MANUSEIO SEGURO DE ARMAS DE FOGO MANAUS 2012 1 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 03 1 Manuseio seguro com armas de fogo... 04 1.1 Conceito... 04 1.2 Regras de segurança... 04 2 Arma de fogo...

Leia mais

ANO LECTIVO 2011-12 WORKSHOPS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES

ANO LECTIVO 2011-12 WORKSHOPS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES ANO LECTIVO 2011-12 WORKSHOPS PRÉ-ESCOLAR E 1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO SECUNDÁRIO NOVAS OPORTUNIDADES 1 3º CICLO a quente e a frio Técnicas de gelificação a quente e a frio e esferificação de líquidos.

Leia mais

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia e pelo Serviço Nacional de Armas, tendo como objetivo principal fornecer

Leia mais

LEGISLAÇÃO MODELO RELACIONADA COM 12 janeiro 2006 PROJETO DE PROPOSTA DE LEGISLAÇÃO MODELO SOBRE MARCAÇÃO E RASTREAMENTO DE ARMAS DE FOGO E MUNIÇÕES

LEGISLAÇÃO MODELO RELACIONADA COM 12 janeiro 2006 PROJETO DE PROPOSTA DE LEGISLAÇÃO MODELO SOBRE MARCAÇÃO E RASTREAMENTO DE ARMAS DE FOGO E MUNIÇÕES PRIMEIRA REUNIÃO DO GRUPO DE PERITOS OEA/Ser.L/XXII.6.1 CIFTA-CICAD PARA A ELABORAÇÃO DE GE/CIFTA-CICAD/doc.3/06 LEGISLAÇÃO MODELO RELACIONADA COM 12 janeiro 2006 AS ÁREAS A QUE SE REFERE A CIFTA Original:

Leia mais

POLÍCIA CIVIL ACADEMIA DE POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS CURSO: FORMAÇÃO POLICIAL 2014 1º

POLÍCIA CIVIL ACADEMIA DE POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS CURSO: FORMAÇÃO POLICIAL 2014 1º POLÍCIA CIVIL ACADEMIA DE POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS CURSO: FORMAÇÃO POLICIAL 2014 1º Semestre CARREIRA MÉDICO-LEGISTA PROVA FINAL GENÉRICA 17/ 03/ 2014 De 14:00 às 18:00 TRANSCREVA, cuidadosamente,

Leia mais

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO. Edição Revista em Janeiro/2014 APRESENTAÇÃO

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO. Edição Revista em Janeiro/2014 APRESENTAÇÃO CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO Edição Revista em Janeiro/2014 Cartilha de Armamento e Tiro Clube Orion de Tiro APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Clube Orion de Tiro, tendo como base os conteúdos

Leia mais

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO 2 APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia e pelo Serviço Nacional de Armas e tem como objetivo principal fornecer

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DE ASSINATURAS QUÍMICAS EM RESÍDUOS DE DISPAROS DE ARMA DE FOGO EM DIFERENTES ALVOS JOÃO CARLOS DIAS DE FREITAS

IDENTIFICAÇÃO DE ASSINATURAS QUÍMICAS EM RESÍDUOS DE DISPAROS DE ARMA DE FOGO EM DIFERENTES ALVOS JOÃO CARLOS DIAS DE FREITAS AUTARQUIA ASSOCIADA À UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO IDENTIFICAÇÃO DE ASSINATURAS QUÍMICAS EM RESÍDUOS DE DISPAROS DE ARMA DE FOGO EM DIFERENTES ALVOS JOÃO CARLOS DIAS DE FREITAS Dissertação apresentada como

Leia mais

EM VIGOR A PARTIR DE: 01.01.2013. VALORES Códigos. Descrição do Produto

EM VIGOR A PARTIR DE: 01.01.2013. VALORES Códigos. Descrição do Produto Tabela de Preços - ESPORTE DO TIRO FOGO CIRCULAR CARTUCHO DE COMPETIÇÃO F. CENTRAL USO PERMITIDO s R$ / R$ / milheiro 10-00-12-77 CART CBC 12/70 CH-7 ½ T200 32g 25 38,04 1.521,50 10-00-12-90 CART CBC 12/70

Leia mais

Plano do Curso. Curso de Instrutor de Armamento e Tiro 2013 São Leopoldo/RS

Plano do Curso. Curso de Instrutor de Armamento e Tiro 2013 São Leopoldo/RS Plano do Curso Curso de Instrutor de Armamento e Tiro 2013 São Leopoldo/RS Distribuição: Justificativa; Objetivos do Curso; Público-Alvo; Metodologia; Quadro horário; Extras; Instrutores; Referências Bibliográficas;

Leia mais

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado Seminário O uso de armas Brasília, 06 de junho de 2011. SALESIO NUHS Vice-Presidente Institucional da ANIAM Associação Nacional da Indústria

Leia mais

Autor: André Gomes Rabeschini

Autor: André Gomes Rabeschini Artigos Jurídicos Autor: André Gomes Rabeschini Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha programática e ideológica da Editora Letras Jurídicas. 2 Criminalística Forense

Leia mais

Professor e organizador: Cap PM Alberto Nunes Borges

Professor e organizador: Cap PM Alberto Nunes Borges Professor e organizador: Cap PM Alberto Nunes Borges INTRODUÇÃO Este polígrafo trata dos princípios básicos, características gerais e classificação das armas leves para o emprego policial. Mostra algumas

Leia mais

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO

CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO CARTILHA DE ARMAMENTO E TIRO 2 APRESENTAÇÃO Esta cartilha foi elaborada pelo Serviço de Armamento e Tiro da Academia Nacional de Polícia, tendo como objetivo principal fornecer os ensinamentos que serão

Leia mais

PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005. (Publicado BE 50, 16.12.05)

PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005. (Publicado BE 50, 16.12.05) PORTARIA Nº 021 - D LOG, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2005 (Publicado BE 50, 16.12.05) Aprova as Normas Reguladoras da Aquisição, Registro, Cadastro e Transferência de Propriedade de Armas de Uso Restrito, por

Leia mais

Identificação das Armas de Fogo

Identificação das Armas de Fogo Capítulo Identificação das Armas de Fogo VII Um dos instrumentos mais usados atualmente para cometer crimes violentos contra a vida é a arma de fogo. A fim de que a Justiça possa processar e condenar alguém

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 5, DE 29 DE MAIO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 5, DE 29 DE MAIO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 5, DE 29 DE MAIO DE 2014. Dispõe sobre a instituição da Comissão da Qualidade, e os requisitos técnicos para a realização de auditorias nos laboratórios e bancos que compõem a Rede Integrada

Leia mais

22/07/2011. Resumo. Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi Email: leandro@galafassiforense.com.br

22/07/2011. Resumo. Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi Email: leandro@galafassiforense.com.br Resumo Conceitos Fundamentos de Hardware Desafios para Implementação de Estruturas de Investigação Digital Tecnologias de Combate ao Crime Eletrônico Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA PERÍCIA OFICIAL E IDENTIFICAÇÃO TÉCNICA POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA PERÍCIA OFICIAL E IDENTIFICAÇÃO TÉCNICA POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE SEGURANÇA PÚBLICA PERÍCIA OFICIAL E IDENTIFICAÇÃO TÉCNICA POLÍCIA JUDICIÁRIA CIVIL CADERNO DE QUESITOS OFICIAS Sistematização dos quesitos referente as perícias

Leia mais

LOCALÍSTICA FORENSE. Rogéria M. Ventura, Ph D FMU - 2011

LOCALÍSTICA FORENSE. Rogéria M. Ventura, Ph D FMU - 2011 LOCALÍSTICA FORENSE Rogéria M. Ventura, Ph D FMU - 2011 PERÍCIA CRIMINAL INVESTIGAÇÃO DO CRIME Chegada do perito investigador ao local do crime e certificação da preservação; Reconhecimento inicial da

Leia mais

POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL - BRASIL

POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL - BRASIL POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL - BRASIL Nadiel Dias da Costa Perito Papiloscopista Diretor Adjunto INSTITUTO DE IDENTIFICACÃO Fundado em 1960 Modernização do II PCDF 2008 Conclusão do processo Licitatório:

Leia mais

TIPOLOGIAS PERICIAIS REALIZADAS PELOS CPPT/CBMERJ

TIPOLOGIAS PERICIAIS REALIZADAS PELOS CPPT/CBMERJ SUBSECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SERVIÇOS TÉCNICOS CENTRO DE PESQUISAS, PERÍCIAS E TESTES TIPOLOGIAS PERICIAIS REALIZADAS

Leia mais

Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos?

Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos? Pode a Química ajudar a resolver crimes e apanhar criminosos? As investigações criminais têm um aliado poderoso na descoberta dos criminosos e na resolução dos crimes, a QUÍMICA. Na cena do crime, um perito

Leia mais

CAPÍTULO III HABILITAÇÃO EM PISTOLA CAL..40 PT 24/7 e PT 100:

CAPÍTULO III HABILITAÇÃO EM PISTOLA CAL..40 PT 24/7 e PT 100: 9 CAPÍTULO III HABILITAÇÃO EM PISTOLA CAL..40 PT 24/7 e PT 100: Curso Básico para Usuários Primeira Parte (sem uso de munição real):apresentação da Pistola, especificações; tipos de munições; explicações

Leia mais

Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com

Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com Profa. Maria Fernanda - Química nandacampos.mendonc@gmail.com Armas de fogo e as guerras Tudo teve início com a descoberta acidental da pólvora pelos chineses... A descoberta da pólvora foi feita por alquimistas

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR

RIO GRANDE DO NORTE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR RIO GRANDE DO NORTE PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Dispõe sobre a Lei Orgânica e o Estatuto da Perícia Técnico-Científica de Polícia do Estado do Rio Grande do Norte e dá outras providências. A GOVERNADORA

Leia mais

FORENSIC GENERAL. Laboratórios Forenses Consultoria, Implantação, modernização, Formação e treinamento Forense -

FORENSIC GENERAL. Laboratórios Forenses Consultoria, Implantação, modernização, Formação e treinamento Forense - FORENSIC GENERAL Laboratórios Forenses Consultoria, Implantação, modernização, Formação e treinamento Forense - Por favor, encontre neste documento uma descrição geral da base de conhecimento e formação

Leia mais

Criminalística Geral. Francisco Sílvio Maia

Criminalística Geral. Francisco Sílvio Maia Criminalística Geral Francisco Sílvio Maia Fortaleza Ceará 2012 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 5 2 PROCESSO EVOLUTIVO DA CIÊNCIA CRIMINALÍSTICA... 6 2.1 Criminalística A Ciência... 6 2.2 Criminalística Estática...

Leia mais

ENTREVISTA Ludwig Niewöhner

ENTREVISTA Ludwig Niewöhner ENTREVISTA Ludwig Niewöhner Chefe da Seção de Resíduos de Tiro da BKA Distribuição Gratuita Ano VI Número 22 setembro a dezembro de 2005 Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais Diretoria Executiva

Leia mais

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DO

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO FEDERAL Nº 171, DE 2011

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO FEDERAL Nº 171, DE 2011 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO FEDERAL Nº 171, DE 2011 Altera a Lei nº 10.826 de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento) para estabelecer o sistema de controle de munições, obrigando-se

Leia mais

Passos para a perícia forense computacional

Passos para a perícia forense computacional Passos para a perícia forense computacional Marcella Cruz, Giulia Gouveia, Vanessa Cavalcanti. Segurança da Informação manhã primeiro semestre. 1. Introdução O avanço da tecnologia da informação trouxe

Leia mais

DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004.

DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004. DECRETO Nº 5.123, DE 1º DE JULHO DE 2004. Regulamenta a Lei n o 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional

Leia mais

A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea

A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea DANTAS, Elias Rangel (1); MEIRELLES, Sara Garcia (1); SANTOS, Lorena Rodrigues dos (1); COTA, Maria Aparecida Mendes Leite (2) (1) Alunos

Leia mais

Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização

Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização Célio Cardoso Guimarães CP 6176-13083-970 Campinas - SP celio@ic.unicamp.br Marcelo Abdalla dos Reis 2 13083-970 Campinas - SP marcelo.reis@ic.unicamp.br

Leia mais

TURMA: Com no máximo 30 alunos. CARGA HORÁRIA: 100 horas/aula, 20 horas/aula a mais que o exigido pelo Departamento de Polícia Federal.

TURMA: Com no máximo 30 alunos. CARGA HORÁRIA: 100 horas/aula, 20 horas/aula a mais que o exigido pelo Departamento de Polícia Federal. CURSO DE FORMAÇÃO DE INSTRUTOR DE ARMAMENTO E TIRO (C.F.I.A.T.) OBJETIVO: Capacitar o interessado em repassar as técnicas de manuseio e uso de armas curtas e longas utilizadas na área da segurança privada,

Leia mais

Superintendência da I.C. I M L CEAP CEAP. Núcleo. Biol.. e Bioquímica. Física. Instrumental. Entorpecente

Superintendência da I.C. I M L CEAP CEAP. Núcleo. Biol.. e Bioquímica. Física. Instrumental. Entorpecente Superintendência da Polícia Técnica T Científica I M L I.C. CEAP CP CEAP CP Núcleo Balística Núcleo Análise Entorpecente Núcleo Análise Instrumental Núcleo Biol.. e Bioquímica Núcleo Física Núcleo Química

Leia mais

EVIDÊNCIAS 24 CIÊNCIAHOJE VOL. 47 281

EVIDÊNCIAS 24 CIÊNCIAHOJE VOL. 47 281 À CAÇA DE EVIDÊNCIAS 24 CIÊNCIAHOJE VOL. 47 281 CIÊNCIA FORENSE Desvendar crimes e solucionar processos judiciais cada vez mais é uma tarefa da ciência. Com tecnologia avançada e conhecimentos interdisciplinares,

Leia mais

Princípios da Engenharia de Software aula 05 Gerenciamento de planejamento de projetos. Prof.: Franklin M. Correia

Princípios da Engenharia de Software aula 05 Gerenciamento de planejamento de projetos. Prof.: Franklin M. Correia 1 Princípios da Engenharia de Software aula 05 Gerenciamento de planejamento de projetos Prof.: Franklin M. Correia Na aula anterior... Metodologias ágeis Princípios do Manifesto ágil 12 itens do manifesto

Leia mais

BRASÍLIA, DF, 23 a 25 de junho de 2015

BRASÍLIA, DF, 23 a 25 de junho de 2015 REGULAMENTO DE SUMISSÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS PARA A ICoFCS 2015 - INTERNATIONAL CONFERENCE ON FORENSIC COMPUTER SCIENCE e CONFERÊNCIA INTEGRADA ICCYBER ICMEDIA 2015 BRASÍLIA, DF, 23 a 25 de junho de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE DIREITO CURSO DE GRADUAÇÃO DE DIREITO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE DIREITO CURSO DE GRADUAÇÃO DE DIREITO 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE DIREITO CURSO DE GRADUAÇÃO DE DIREITO Pedro Corrêa dos Santos A Utilização do Estudo da Balística na Prática da Medicina Forense Porto Alegre 2010

Leia mais

12/20/2010. Introdução - Criminalística. Perícia Federal. Perito Criminal. Treinamento & desenvolvimento. Gestão pericial.

12/20/2010. Introdução - Criminalística. Perícia Federal. Perito Criminal. Treinamento & desenvolvimento. Gestão pericial. Introdução - Criminalística Polícia Federal Diretoria Técnico-Científica Instituto Nacional de Criminalística Perícia Federal Perito Criminal Treinamento & desenvolvimento Gestão pericial Clênio Guimarães

Leia mais

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado Audiência Pública Controle de Armas no Brasil Brasília, 28 de abril de 2011. SALESIO NUHS Diretor Institucional da ANIAM Associação Nacional

Leia mais

BRUM REMEDIAÇÃO AMBIENTAL DE ÁREAS CONTAMINADAS POR EXPLOSIVOS

BRUM REMEDIAÇÃO AMBIENTAL DE ÁREAS CONTAMINADAS POR EXPLOSIVOS MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE DEFESA Cap TERCIO BRUM REMEDIAÇÃO AMBIENTAL DE ÁREAS CONTAMINADAS

Leia mais

Introdução à Computação Forense

Introdução à Computação Forense Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Introdução à Computação Forense Computação Forense

Leia mais

Curso Forense Computacional

Curso Forense Computacional Curso Forense Computacional Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado de Segurança da Informação no Brasil e exterior. Os cursos são ministrados em português,

Leia mais

PROJETO SOLOS DE MINAS

PROJETO SOLOS DE MINAS PROJETO SOLOS DE MINAS Liliana Adriana Nappi Mateus Fundação Estadual do Meio Ambiente Walter Antônio Pereira Abraão Universidade Federal de Viçosa 15-04-2015 Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO CONSULTA DE RELACIONAMENTOS

MANUAL DO USUÁRIO CONSULTA DE RELACIONAMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elaborado: Equipe SAG Revisado: Aprovado: Data: 08/09/2008 Data: 18/11/2008 Data: A autenticação do documento consta no arquivo primário da Qualidade Referencia:

Leia mais

A utilização da Ciência Forense e da Investigação Criminal como estratégia didática na compreensão de conceitos científicos

A utilização da Ciência Forense e da Investigação Criminal como estratégia didática na compreensão de conceitos científicos didáctica de la química Educ. quím., 24(1), 49-56, 2013. Universidad Nacional Autónoma de México, ISSN 0187-893-X Publicado en línea el 12 de noviembre de 2012, ISSNE 1870-8404 A utilização da Ciência

Leia mais

RASCUNHO QUESTÃO DISSERTATIVA 1

RASCUNHO QUESTÃO DISSERTATIVA 1 PROVA DISCURSIVA P 2 Nessa prova, faça o que se pede, usando, caso deseje, os espaços para rascunho indicados no presente caderno. Em seguida, transcreva os textos para o CADERNO DE TEXTOS DEFINITIVOS

Leia mais

Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010

Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010 Ministério da Justiça GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.670, DE 20 DE OUTUBRO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o artigo 28, inciso IV, do

Leia mais

O ESTATUTO DO DESARMAMENTO E CRIMES DE POSSE E PORTE DE ARMA DE FOGO

O ESTATUTO DO DESARMAMENTO E CRIMES DE POSSE E PORTE DE ARMA DE FOGO O ESTATUTO DO DESARMAMENTO E CRIMES DE POSSE E PORTE DE ARMA DE FOGO Marcelo Machado Rebelo 1 RESUMO A relação das armas de fogo com o crime em nosso país tem raízes profundas, visto que a maioria dos

Leia mais

XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA 08 a 12 de novembro de 2015 Centro de Convenções Hotel Atlântico Búzios

XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA 08 a 12 de novembro de 2015 Centro de Convenções Hotel Atlântico Búzios XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA 08 a 12 de novembro de 2015 Centro de Convenções Hotel Atlântico Búzios DIA 08 DE NOVEMBRO DOMINGO PERGOLA DA PISCINA 09:00-12:00 Curso Lee Goff Dr. Geoffrey

Leia mais

Versão 1 Maio/2009 MANUAL PARA RECADASTRAMENTO NACIONAL DE ARMAS

Versão 1 Maio/2009 MANUAL PARA RECADASTRAMENTO NACIONAL DE ARMAS Versão 1 Maio/2009 MANUAL PARA RECADASTRAMENTO NACIONAL DE ARMAS 1 No Referendo de 2005 os brasileiros optaram pelo direito de ter armas em suas casas. Agora, é hora de recadastrar todas elas. O recadastramento

Leia mais

DE ALTA VELOCIDADE. Pedro Henrique B. de Vasconcellos Serviço o de Cirurgia Geral Hospital Cardoso Fontes

DE ALTA VELOCIDADE. Pedro Henrique B. de Vasconcellos Serviço o de Cirurgia Geral Hospital Cardoso Fontes DE ALTA VELOCIDADE Pedro Henrique B. de Vasconcellos Serviço o de Cirurgia Geral Hospital Cardoso Fontes Para entendermos o que ocorre nas lesões por PAF, precisamos estudar a Balística envolvida, o armamento

Leia mais

ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE ARMAS. Divisão de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas DPAT

ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE ARMAS. Divisão de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas DPAT ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE ARMAS Divisão de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas DPAT BRASÍLIA, OUTUBRO DE 2015 COMÉRCIO ILEGAL E TRÁFICO DE ARMAS CONSEQUÊNCIAS Fortalecimento

Leia mais

XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TESTE BALISTICO E VERIFICAÇÃO DO GRAU DA BLINDAGEM EM VIDROS À PROVA DE BALAS

XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TESTE BALISTICO E VERIFICAÇÃO DO GRAU DA BLINDAGEM EM VIDROS À PROVA DE BALAS XVII COBREAP CONGRESSO BRASILEIRO DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS IBAPE/SC 2013 TESTE BALISTICO E VERIFICAÇÃO DO GRAU DA BLINDAGEM EM VIDROS À PROVA DE BALAS RESUMO Este artigo aborda a realização de um teste

Leia mais

CASUÍSTICA DE GRAFOTECNIA

CASUÍSTICA DE GRAFOTECNIA FLS. 1 CASUÍSTICA DE GRAFOTECNIA D-511 No mês de março deste ano de 2015, foram encaminhados ao Instituto de Criminalística do Paraná, por uma Delegacia de Polícia do interior do Estado, três livros de

Leia mais

para Exame de Documentos Suspeitos

para Exame de Documentos Suspeitos VSC 8000 O VÍDEO COMPARADOR ESPECTRAL ESSENCIAL para Exame de Documentos Suspeitos Examinar e Autenticar Passaportes e Cartões de Identificação Documentos de Segurança Papel-moeda e Cheques foster+freeman

Leia mais

Perícia Criminal CONVERSÃO DO CURSO REGULAR PARA PÓS-GRADUAÇÃO

Perícia Criminal CONVERSÃO DO CURSO REGULAR PARA PÓS-GRADUAÇÃO O Grupo Verbo Jurídico figura hoje como uma das instituições mais completas quando se trata de preparação para Concursos Públicos, também atuando no segmento editorial e de ensino. No ramo de ensino, destaca-se

Leia mais

(Alterado pelo Provimento nº 13/2012)

(Alterado pelo Provimento nº 13/2012) (Alterado pelo Provimento nº 13/2012) Provimento nº 36, de 10 de novembro de 2011. Dispõe sobre os bens apreendidos concernentes aos procedimentos criminais, veda o recebimento de armas de fogo, munições,

Leia mais

O que é Forense Computacional?

O que é Forense Computacional? O que é Forense Computacional? É a ciência que estuda a aquisição, preservação, recuperação e análise de dados armazenados em mídias computadorizadas e procura caracterizar crimes de informática de acordo

Leia mais

Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública. Procedimento Operacional Padrão Perícia Criminal

Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública. Procedimento Operacional Padrão Perícia Criminal Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Procedimento Operacional Padrão Perícia Criminal Brasília - DF 2013 Presidenta da República Dilma Rousseff Ministro da Justiça José Eduardo

Leia mais

O CRIME, UMA IMAGEM, UM TELEFONE CELULAR, O GPS E A SOLUÇÃO

O CRIME, UMA IMAGEM, UM TELEFONE CELULAR, O GPS E A SOLUÇÃO 1 O CRIME, UMA IMAGEM, UM TELEFONE CELULAR, O GPS E A SOLUÇÃO RESUMO no dia 12/03/2009, por volta das 09:45 hs, o ex-deputado Renato do posto e atual secretário de planejamento da cidade de Guapimirim,

Leia mais

XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA

XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA XXIII CONGRESSO NACIONAL DE CRIMINALÍSTICA 08 a 12 de novembro de 2015 Centro de Convenções Hotel Atlântico Búzios * programação preliminar, sujeita a alterações sem aviso prévio DIA 08 DE NOVEMBRO DOMINGO

Leia mais

ANEXO IV RECICLAGEM EM TRANSPORTE DE VALORES RTV PROGRAMA DE CURSO

ANEXO IV RECICLAGEM EM TRANSPORTE DE VALORES RTV PROGRAMA DE CURSO ANEXO IV RECICLAGEM EM TRANSPORTE DE VALORES RTV PROGRAMA DE CURSO 1. REQUISITO Ter concluído o curso de extensão em transporte de valores - CTV 2. OBJETIVO Dotar o aluno de conhecimentos, técnicas, habilidades

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Conceitualização O Projeto Assentamento Funcional Digital - AFD objetiva a criação de Dossiês, em mídia digital, que serão tratados como Fonte Primária de Informação de dados cadastrais de cada Servidor

Leia mais

EXPEDIENTE. Fotografias Paulo Lázaro Silvio N. Amorim Arquivo DPT Capa. Fábio Souza

EXPEDIENTE. Fotografias Paulo Lázaro Silvio N. Amorim Arquivo DPT Capa. Fábio Souza EXPEDIENTE Prova Material - Revista Científica do Departamento da Polícia Técnica, vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia. Av.Centenário, s/nº, Vale dos Barris, Salvador/ Bahia,

Leia mais

Materiais / Materiais I

Materiais / Materiais I Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em

Leia mais

Forense Computacional

Forense Computacional Forense Computacional Diego Tavares (PET-Computação) diegot@dsc.ufcg.edu.br Introdução A Forense Computacional pode ser definida como a ciência que estuda a aquisição, preservação, recuperação e análise

Leia mais

PISTOLA 40 TC - IMBEL MD6

PISTOLA 40 TC - IMBEL MD6 PISTOLA 40 TC - IMBEL MD6 A. INTRODUÇÃO A Indústria de Material Bélico do Brasil - IMBEL, Empresa Pública Federal vinculada ao Ministério da Defesa - Comando do Exército Brasileiro, é tradicional fabricante

Leia mais

Sala 14 Ciências Humanas e da Natureza EM Integral. Escola Estadual Alexandre Von Humboldt

Sala 14 Ciências Humanas e da Natureza EM Integral. Escola Estadual Alexandre Von Humboldt O USO DAS CIÊNCIAS FORENSES COMO FERRAMENTA NA CONTEXTUALIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DE QUÍMICA E MATEMÁTICA Sala 14 Ciências Humanas e da Natureza EM Integral Escola Estadual Alexandre Von Humboldt Professoras

Leia mais

Relatório Preliminar

Relatório Preliminar Relatório Preliminar RANKING DOS ESTADOS NO CONTROLE DE ARMAS: Análise Preliminar Quantitativa e Qualitativa dos Dados sobre Armas de Fogo Apreendidas no Brasil Projeto MAPEAMENTO DO COMÉRCIO E TRÁFICO

Leia mais

A Química Forense como base no ensino de Reações Químicas para o Ensino Médio.

A Química Forense como base no ensino de Reações Químicas para o Ensino Médio. A Química Forense como base no ensino de Reações Químicas para o Ensino Médio. Juliane Cristina Bieda (IC)*, Jackson Góis (PQ) e Fernando José Righi (FM) jhulie_cristina@hotmail.com, julianecristina@ufpr.br.

Leia mais

QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA APELAÇÃO CIVEL Nº 0009036-91.2010.8.19.0202 4ª VARA CÍVEL REGIONAL DE MADUREIRA

QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA APELAÇÃO CIVEL Nº 0009036-91.2010.8.19.0202 4ª VARA CÍVEL REGIONAL DE MADUREIRA QUINTA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA APELAÇÃO CIVEL Nº 0009036-91.2010.8.19.0202 4ª VARA CÍVEL REGIONAL DE MADUREIRA APELANTE: MARIA LUCIA RANGEL PEREIRA APELADO: VIDA SEGUROS S/A RELATOR: DES. ANTÔNIO

Leia mais

Sã S o o Pa P u a l u o l 26 de d e M a M r a ço de d e 2008 0

Sã S o o Pa P u a l u o l 26 de d e M a M r a ço de d e 2008 0 São Paulo 26 de Março de 2008 Grupo Votorantim Fundado em 1918 Um dos maiores grupos industriais privados 8 unidades de negócio: metais, cimentos, celulose e papel, química, energia, agroindústria, finanças

Leia mais

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009.

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de Análises Físico-químicas e Bacteriológicas com parâmetros físico-químicos e bacteriológicos específicos,

Leia mais

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia II Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas www.lameb.ccb.ufsc.

Laboratório Multiusuário de Estudos em Biologia II Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas www.lameb.ccb.ufsc. LAMEB II (CENTRALIZADO EM MICROSCOPIA E TÉCNICAS HISTOLÓGICAS) 1. NORMAS GERAIS DE USO DO LABORATÓRIO: OBS: A falta de cumprimento das normas relacionadas abaixo implicará na restrição do acesso do usuário

Leia mais

Disciplina Objetivos Carga Horária

Disciplina Objetivos Carga Horária ANEXO VI RECICLAGEM EM ESCOLTA ARMADA REA PROGRAMA DE CURSO 1. REQUISITO Ter concluído o curso de extensão em escolta armada CEA 2. OBJETIVO Dotar o aluno de conhecimentos, técnicas, habilidades e atitudes

Leia mais

RANKING DOS ESTADOS NO CONTROLE DE ARMAS: Análise Quantitativa e Qualitativa dos Dados sobre Armas de Fogo Apreendidas no Brasil

RANKING DOS ESTADOS NO CONTROLE DE ARMAS: Análise Quantitativa e Qualitativa dos Dados sobre Armas de Fogo Apreendidas no Brasil RANKING DOS ESTADOS NO CONTROLE DE ARMAS: Análise Quantitativa e Qualitativa dos Dados sobre Armas de Fogo Apreendidas no Brasil Projeto MAPEAMENTO DO COMÉRCIO E TRÁFICO ILEGAL DE ARMAS NO BRASIL Pesquisa

Leia mais

RICARDO S. PEREIRA LEGISLAÇÃO APLICADA

RICARDO S. PEREIRA LEGISLAÇÃO APLICADA RICARDO S. PEREIRA LEGISLAÇÃO APLICADA LEGISLAÇÕES 26 QUESTÕES ELABORADAS PELO PROFESSOR Legislações, Seleção e Elaboração das Questões: Prof. Ricardo S. Pereira Organização e Diagramação: Mariane dos

Leia mais

Relatório Parcial Expedição Rio Doce Pontos de Coleta Previamente Fixados pelos colaboradores da UFscar

Relatório Parcial Expedição Rio Doce Pontos de Coleta Previamente Fixados pelos colaboradores da UFscar Relatório Parcial Expedição Rio Doce Pontos de Coleta Previamente Fixados pelos colaboradores da UFscar Pontos em que a expedição da UnB participou do processo de coleta de água e sedimento entre os dias

Leia mais

Busca e apreensão de provas

Busca e apreensão de provas Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Busca e apreensão de provas Computação Forense Site:

Leia mais

Observação importante: ORIENTAÇÃO

Observação importante: ORIENTAÇÃO MINISTERIO DA DEFESA EXERCITO BRASILEIRO CMSE 2 ª RM 22º DEPOSITO DE SUPRIMENTO (DRMM/2 1946) Observação importante: a. Quando a relação de armas e munições estiverem prontas, encaminhar em arquivo do

Leia mais

BOAS PRÁTICAS PARA PERÍCIA FORENSE

BOAS PRÁTICAS PARA PERÍCIA FORENSE Daniel Moraes da Costa R.A. 0502017-8º Semestre A BOAS PRÁTICAS PARA PERÍCIA FORENSE Jaguariúna 2008 Daniel Moraes da Costa R.A. 0502017-8º Semestre A BOAS PRÁTICAS PARA PERÍCIA FORENSE Monografia apresentada

Leia mais

CRIMES INFORMÁTICOS RESUMO

CRIMES INFORMÁTICOS RESUMO CRIMES INFORMÁTICOS $QGUp0DFKDGR&DULFDWWL FDULFDWWLDPF#GSIJRYEU -RULOVRQ GD6LOYD5RGULJXHV MRULOVRQMVU#GSIJRYEU RESUMO 2SURFHVVRLQYHVWLJDWLYRFRQGX]LGRSHODVDXWRULGDGHVEUDVLOHLUDV WHP SHFXOLDULGDGHVUHODFLRQDGDVFRPDVGHWHUPLQDo}HVGRRUGHQDPHQWRMXUtGLFR

Leia mais

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL Por: Luiz Antônio Brenner Guimarães (Coronel da Reserva da Brigada Militar/RS; integrante do Núcleo: Violência, Segurança e Direitos

Leia mais

Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO)

Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO) Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO) Fábio Justiniano Ribeiro 1, Leandro Fernandes Cardoso 1, Tiago Batista Lúcio 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Corte de uma célula em tecido vegetal (epiderme de cebola) vista ao microscópio óptico, após coloração.

Corte de uma célula em tecido vegetal (epiderme de cebola) vista ao microscópio óptico, após coloração. Com Ciência na escola 3 Corte de um tecido animal (mucosa do intestino) visto ao microscópio óptico, após coloração. Corte de uma célula em tecido vegetal (epiderme de cebola) vista ao microscópio óptico,

Leia mais

REDE PÓLVORA. Boletim Informativo

REDE PÓLVORA. Boletim Informativo OBJETIVOS DA Implementar uma Rede de microscopia eletrônica para apoio dos serviços periciais no Brasil. N Ú M E R O 3, A N O 1 Boletim Informativo O U T U B R O D E 2 0 0 6 Implantar a realização de exames

Leia mais

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL ESTATUTO DO DESARMAMENTO: INSTRUMENTO PARA QUALIFICAR A ATIVIDADE POLICIAL O CENÁRIO ATUAL Luiz Antônio Brenner Guimarães 1 No final da década de 80 o país começou a perceber um processo de mudança em

Leia mais

O que é o V50 e como ele pode salvar uma vida? Aplicação em Blindagem Automotiva

O que é o V50 e como ele pode salvar uma vida? Aplicação em Blindagem Automotiva O Que é o V? É um conceito estatístico muito empregado pelos desenvolvedores de materiais e soluções de proteção balística. Está ligado ao conceito de limite balístico do material, ou seja, até quanto

Leia mais

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS

LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. CAPÍTULO I DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS Senado Federal S u b s e c r e t a r i a d e I n f o r m a ç õ e s LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional

Leia mais

LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003.

LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. LEI N o 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. Dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas Sinarm, define crimes e dá outras providências. O

Leia mais