Informativo quinzenal da Pontifícia Universidade Católica de Campinas

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1 Ano V - Número 95 Informativo quinzenal da Pontifícia Universidade Católica de Campinas 26 de outubro a 8 de novembro/2009 Canteiro de obras Os engenheiros estão em alta. O mercado de trabalho está de portas abertas para receber esses profissionais, que serão fundamentais para atender a todos os projetos ligados ao desenvolvimento no país. Para se ter uma dimensão da necessidade de engenheiros no Brasil, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) alerta que, para dar conta dessa demanda, será necessário, pelo menos, dobrar o número de 30 mil formandos por ano em engenharia. Sem dúvida e felizmente, após décadas de estagnação e grande destaque para o setor financeiro, o engenheiro voltou a ser a bola da vez, afirmou Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) e da FNE. O mercado sente falta não somente do engenheiro, mas, principalmente, do engenheiro qualificado, disse Alexandre Selegatto (foto), estagiário há dois anos da Planova Planejamento e Construções S/A e estudante do 5º ano da Faculdade de Engenharia Civil da PUC-Campinas. Página 05 Big Brother na vida real Concurso cultural Os ex-alunos Helaine Cristina Marques de Oliveira, da Faculdade de História, Márcio do Amaral Pedro, da Faculdade de Medicina, e o aluno de Engenharia Elétrica Valdir Correa Leite Júnior foram os ganhadores do concurso cultural da campanha institucional Histórias Reais. Conquistas de Verdade. Confira as histórias! Página 08 Entrevista Lucio Vaz: 25 anos de cobertura do Congresso Página 04 Quem vive nos grandes centros urbanos tem sua imagem constantemente captada por câmeras. Só para se ter uma ideia, há, atualmente, em Campinas, 340 câmeras de monitoramento espalhadas pelos principais cruzamentos e locais públicos de grande circulação. Elas integram a Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp), em que trabalham cerca de cem funcionários, que ficam dia e noite de olho em todas as câmeras espalhadas pelos 120 pontos de observação na cidade. Algumas pessoas, como Stefania Bueno (foto), aluna do 4º ano da Faculdade de Jornalismo da PUC- Campinas, não se incomodam com o monitoramento permanente. Acham que é uma questão de segurança. Outras, no entanto, veem como uma forma de invasão de privacidade. Página 06 Opinião É possível afirmar que a vigilância eletrônica pode, em alguma medida, contribuir para segurança e, se regulado o uso das imagens, fazer isso sem violar o direito à privacidade. Mas fica uma indagação: é esse modelo de segurança que queremos? Página 03 Leia o artigo de Carolina de Mattos Ricardo, advogada e cientista social, coordenadora de Gestão Local de Segurança Pública do Instituto Sou da Paz. Cem anos da morte de Euclides da Cunha, autor do clássico Os Sertões Página 07

2 26 de outubro a 8 de novembro/2009 Jornal da PUC-Campinas 02 Editorial Tornamo-nos parte de um sistema No seu romance 1984, George Orwell antevia a sociedade do futuro, administrada pelo olhar onipresente do Grande Irmão. As transformações tecnológicas permitiriam o controle da sociedade à semelhança da máquina perfeita, aquela que tudo enxerga. E abole tudo o que não cabe no pensamento e ação administrados. A subjetividade criadora é substituída pela máquina obediente e programada, submetida à mecânica elaborada por burocracias como o ministério do amor. As relações interpessoais são destruídas em sua raiz por uma dúvida crucial: aquele que ama o faz realmente ou é apenas o espião a serviço do Big Brother? Tema retomado, em linguagem mais de ficção científica que política, por Ray Bradbury e filmada por François Truffaut em Fahrenheit 451. Filme e livro tematizavam, num certo sentido, a destruição da própria capacidade de antever criativamente o que lhes permitia ver além das aparências, a arte. Ela tem, no dizer de Umberto Eco, a capacidade de desvendar, graças ao gênio criador, as tendências profundas da história e, dessa forma, antever o futuro. Em nome da paz e do amor e, quiçá pela perspectiva de uma guerra nuclear, a tecnologia foi recusada quase que liminarmente, ao longo da década de 60. Herbert Marcuse, em Eros e Civilização, alertava para as esperanças que a civilização suscitava, escrevia em 1986, um prefácio político defendendo a rebelião juvenil, como defesa da vida. Ameaçada objetivamente pela possibilidade de destruição massiva do planeta; a ideologia do conforto criava e o conformismo necessário à manutenção dessa desordem estabelecida. A civilização desmentia as esperanças incrustadas em suas possibilidades. Uma tendência que persiste ainda hoje e que está por detrás de muitas posturas políticas ligadas à preservação do meio ambiente e da sustentabilidade. Em outras análises, o que se delineia é a substituição do trabalho humano, capaz de levar ao que Jereny Rifkin descreveu como o fim do emprego. Para outros está em questão o sentido do viver: qual o ganho de viver o cotidiano sabendo as doenças inscritas no meu aparato genético? E mais radicalmente Jean Baudrillard vê a destruição do homem: reduzido ao seu DNA, a um código. Humanidade sem história e sem corporeidade. Mais no chão do cotidiano, o dia a dia nos mostra que nosso CPF nos torna reféns do fisco ao longo de toda a vida. Tornamo-nos parte de um sistema. O problema maior do desenvolvimento das técnicas controle está na capacidade de eliminar do horizonte de vida esse tipo de questionamento. Esse ultrapassar as possibilidades humanas de controle do espaço e do tempo como medir centésimos de segundo, que no automobilismo valem bilhões tem seus defensores. Com argumentos banais: imaginemos o transporte aéreo sem computadores. O fato é que somos controlados. E que grupos poderosos controlam o controle. O risco é cair em visões moralistas, de cunho maniqueísta. Volto a lembrar o filme de Truffaut referido acima: a salvação da humanidade do homem pelos livros. Enquanto a sociedade administrada tem bombeiros para queimar livros, a resistência tem a memória: os grandes clássicos da literatura são preservados em cérebros e corações que não apenas os decoram, mas os transmitem de geração em geração. Padre Wilson Denadai Reitor da PUC-Campinas Notas Palestra e vídeo celebram os 30 anos do Hospital da PUC-Campinas Ricardo Lima Para celebrar os 30 anos de existência e funcionamento do Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), da PUC-Campinas, o professor Mário Sérgio Cortella, da PUC-SP, ministra, no dia 30 de outubro, a palestra Da oportunidade ao êxito: Mudar é complicado? Acomodar é perecer!. O evento ocorre às 20h30, no Auditório Monsenhor Salim, no Campus II. Antes, às 19h30, será apresentado o vídeo comemorativo dos 30 anos do HMCP. Estarão presentes o arcebispo Metropolitano de Campinas e grão-chanceler da PUC-Campinas, Dom Bruno Gamberini; o reitor da Universidade, padre Wilson Denadai; o superintendente do HMCP, Antônio Celso de Moraes; o vice-presidente da Sociedade Campineira de Educação e Instrução (SCEI), Sebastião Carlos Biasi; o secretário de Saúde de Campinas, José Francisco Kerr Saraiva; e o prefeito de Campinas, Hélio de Oliveira Santos. A cerimônia é aberta às comunidades interna e externa. Informações: (19) Em sua 35ª edição, PUCCÍADA 2009 tem início em 26 de outubro A 35ª PUCCÍADA ocorre de 26 a 30 de outubro, na Faculdade de Educação Física, no Campus I, das 19h20 às 22h35. Neste ano, os organizadores homenagearão alguns professores que idealizaram o maior evento esportivo e um dos mais antigos projetos da Universidade. Serão 25 cursos representados por Diretórios ou Centros Acadêmicos, Associações Atléticas e Ligas Desportivas disputando as modalidades: vôlei, handball, futebol de campo, vôlei de areia, futebol de salão, basquete, tênis de campo, tênis de mesa, natação, atletismo, judô, jiu-jitsu, xadrez, além de uma prova social e uma cultural. Informações sobre o evento podem ser obtidas nos centros acadêmicos, atléticas e no portal da Universidade (www.puc-campinas.edu.br). CEA promove mais uma edição do Ciclo de Debates no dia 29 de outubro Desenvolvimento regional, indústria e comércio exterior serão os temas abordados em mais uma rodada do Ciclo de Debates Os Desafios da Metrópole: Políticas públicas para a Região Metropolitana de Campinas Os problemas são nossos e os caminhos também, que ocorre no dia 29 de outubro, às 8h30, na sala 800 do prédio H-01, no Campus I na Universidade. Os debatedores serão Sinval Dorigon, secretário de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo da Prefeitura de Campinas; Romeu Santini, secretário de Cooperação Internacional do Município de Campinas; Márcio Barbado, presidente do Centro de Negócios e Informação de Campinas; Adauto Roberto Ribeiro, professor do Centro de Economia e Administração (CEA) e editor-executivo do Boletim Econômico PUC-Campinas; e Duncan Chaloba, docente do CEA e responsável pelo Fórum de Oportunidades de Negócios em Comércio Exterior Brasil-África. A coordenação da mesa será feita pelo professor José Antonio Bernal Olmos, diretor da Faculdade de Administração - Linha de Formação Específica em Comércio Exterior. O ciclo de debates é organizado pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupex) do CEA. Informações: (19) Agenda 26/10 Início do período para realização do processo de Intenção de Matrícula dos alunos dos cursos dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu, pelo Site do Aluno. 26 a 30/10 LII Semana Jurídica. Tema: Demandas Contemporâneas do Direito. Auditório Cônego Haroldo Niero, no Campus Central. Informações: 27/10 19h20-4º Ciclo de Estudos de Propaganda: "O novo cenário de comunicação com o advento dos meios digitais". Auditório Dom Gilberto, no Campus I. Informações: e 28/10 8h e 19h20 - II Encontro dos Editores de Jornalismo Tendências editoriais na era digital. Sala 801, no Campus I. 28 a 30/10 II Encontro Nacional do Grupo de Trabalho Nietzsche da Associação Nacional da Pós-Graduação em Filosofia - Nietzsche e a Interpretação. Auditório Dom Gilberto, no Campus I. Confira a programação completa no 29/10 Reunião do CONSUN. 02/11 Feriado Nacional Finados. 03 a 09/11 Prazo para as Diretorias de Faculdade comunicarem à Secretaria Geral a data de Colação de Grau dos alunos concluintes em /11 Reunião das câmaras e comissão do CONSUN. Siga a PUC-Campinas no twitter Expediente Reitor- Padre Wilson Denadai; Vice-reitora - Angela de Mendonça Engelbrecht; Conselho Editorial - Wagner José de Mello, Rogério Bazi e Sílvia Regina Machado de Campos; Coordenador do Departamento de Comunicação Social - Wagner José de Mello; Editora - Raquel Lima (MTb ); Repórteres - Adriana Furtado, Ana Paula Moreira, Ciça Toledo, Du Paulino e Henderson Arsênio; Estagiários - Camila Marcusso, Carolina Medeiros e Gabriel Barbieri; Revisão - Marly Teresa G. de Paiva; Fotografia - Ricardo Lima; Tratamento de Fotos - Marcelo Adorno; Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica - Neo Arte; Impressão - Grafcorp; Redação - Campus I da PUC-Campinas, Rodovia D. Pedro I, km 136, Parque das Universidades. Telefones: (19) e

3 Jornal da PUC-Campinas Opinião de outubro a 8 de novembro/2009 Câmeras: problema ou solução? É possível afirmar que a vigilância eletrônica pode, em alguma medida, contribuir para segurança e, se regulado o uso das imagens, fazer isso sem violar o direito à privacidade. Mas fica uma indagação: é esse modelo de segurança que queremos? Carolina de Mattos Ricardo Odebate sobre a instalação de mecanismos de vigilância, como as câmeras de monitoramento, por exemplo, para aumentar a segurança, é bastante polêmico e ainda não oferece respostas definitivas. Para refletir sobre o tema, há duas questões importantes: a primeira é a tensão entre o direito à privacidade e o direito à segurança provocada pelo fenômeno do uso do videomonitoramento. A segunda é saber se os sistemas de vigilância eletrônica contribuem efetivamente para a promoção da segurança. A primeira questão trata do conflito entre dois direitos igualmente fundamentais: o direito à privacidade e o direito a ter segurança e viver sem medo. Para refletir sobre esse conflito há uma perspectiva subjetiva e outra objetiva. Há pessoas que se incomodam em ser monitoradas e outras não. Pesquisas sobre o Reino Unido, local que concentra o maior número de câmeras por habitante (uma câmera para cada 14 pessoas), demonstram que a maioria dos cidadãos não se incomoda em ser monitorada e, ao contrário, é favorável à instalação de mais câmeras, se sentindo mais segura. Por outro lado, há pessoas que se sentem profundamente incomodadas e invadidas, com seu direito à privacidade violado ao serem monitoradas. São posições legítimas e que, por si só, tornam a discussão sobre a vigilância eletrônica complexa. Já para avaliar mais objetivamente se há violação ao direito à privacidade, algumas perguntas essenciais precisam ser respondidas: Como e por quem essa imagem é utilizada? Ela é gravada? Há alguém a observando constantemente? Quem é essa pessoa e qual a formação por que passa? Enfim, quais são os limites legais de uso dessa imagem? A existência de critérios rígidos para o uso da imagem é fundamental para garantir o direito à privacidade. No entanto, sabemos que, na prática, essa discussão não é feita e há abusos na forma como são utilizadas. No Reino Unido mesmo, há casos de imagens vendidas e veiculadas pela internet ilegalmente. A segunda questão trata da efetividade das câmeras para a promoção da segurança. Do ponto de vista subjetivo, a instalação das câmeras, por si só, pode contribuir para aumentar a sensação da segurança, ou seja, pessoas podem se sentir mais seguras com a simples presença de uma câmera. No entanto, do ponto de vista objetivo, a instalação das câmeras é efetiva na prevenção da criminalidade? As câmeras podem prevenir determinados tipos de crimes, como, por exemplo, os praticados contra o patrimônio, furtos, uma vez que causam um efeito dissuasório, aumentando o risco para quem decide praticar um crime, dissuadindo-o. No entanto, esse é um efeito limitado, especialmente se não houver um estudo prévio sobre quais os tipos de problema se quer reduzir com a instalação das câmeras e um acompanhamento dos resultados. Além disso, esse efeito dissuasório apenas promove a migração do crime para outro local. Esse é um tipo de prevenção situacional, que não resolve os problemas desde a raiz, mas não deixa de ser uma alternativa, desde que utilizado de forma correta e em conjunto com outras medidas. Um outro efeito do videomonitoramento é no auxílio à investigação de crimes, quando as imagens são gravadas. Assim, é possível afirmar que a vigilância eletrônica pode, em alguma medida, contribuir para segurança e, se regulado o uso das imagens, fazer isso sem violar o direito à privacidade. Mas fica uma indagação: é esse modelo de segurança que queremos? Pensando concretamente, instalar câmeras de vídeo em escolas, por exemplo, em vez de investir em forma- ção dos profissionais para lidar com situações de violência, de criar espaços de mediação de conflitos e de envolver a comunidade do entorno no dia a dia da escola, é a medida mais adequada para lidar com violência e crime no ambiente escolar? Não seria mais efetivo investir em medidas mais sustentáveis e que celebram a liberdade e a capacidade de alunos, professores e comunidade encontrarem soluções para os seus problemas de violência? São questões para que a reflexão sobre o tema prossiga. O que é possível afirmar, contudo, é que a instalação de sistemas de vigilância está longe de ser a solução para os problemas de segurança, ela é mais uma estratégia, que se não for implementada de forma integrada com outras ações e sem os cuidados mencionados acima pode até agravar ainda mais o problema, violando o direito à privacidade e dando uma falsa ideia de segurança. Arquivo pessoal Carolina de Mattos Ricardo é advogada e cientista social. Mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela USP e coordenadora de Gestão Local de Segurança Pública do Instituto Sou da Paz. Galeria VOCÊ É A FAVOR DO MONITORAMENTO POR CÂMERAS NOS AMBIENTES PÚBLICOS? Ajuda dependendo do lugar. Em shopping, por exemplo, sim. Em praças públicas falta segurança. Mas falta de forma geral, segurança e polícia. Yong Shin Aluno do 1º ano da Faculdade de Engenharia Civil Não sou contra, mas não tenho conhecimento, em números, do quanto ajuda. Vejo que a partir do momento que a identidade das pessoas é preservada e existe anúncio da presença do sistema, não tem problema. Wagner Geribello Diretor do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC) Sim, pois é uma maneira de intimidar os assaltantes e, consequentemente, de segurança. Não me incomoda, porque, muitas vezes, passa despercebido. Maira Saragiotto Aluna do 4º ano da Faculdade de História É um sistema que ajuda na segurança, desde que seja controlado; que saibam como usar as imagens. Não me sinto invadido. Se é para o bem, não tem problema. Bruno Benite Aluno do 4º ano da Faculdade de Ciências Econômicas Sou a favor. Não impede os roubos, mas inibe as pessoas. Para mim, não é uma invasão, porque se você não está fazendo nada de errado, não tem problema. Sem falar que se as câmeras estão em locais públicos, ou seja, as outras pessoas que estão no local também estão vendo. Éllen Castro Aluna do 2º ano da Faculdade de Matemática Depende da forma como as imagens são utilizadas. Porém, entendo que não tira a privacidade, porque as pessoas não se preocupam mais com isso, elas fazem as coisas mesmo com as câmeras de segurança. Wellington Bernardes Aluno do 3º ano da Faculdade de Ciências Econômicas Sou contra, porque não afeta em nada, pois a lei não é cumprida quando ocorre algo. Mas isso não incomoda as pessoas, afinal vivemos em uma sociedade em que a imagem foi banalizada, todo mundo quer ser visto e ver os outros. Sidney Tamai Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Essas câmeras não ajudam, mas também não atrapalham. Para mim, esse sistema apenas passa a sensação de segurança no ambiente. Carolina Garbellini Aluna do 3º ano da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Imagem 2º PUCFEST - O estudante Pedro Victor de Castro Souza Silva, da Faculdade de Educação Física, conquistou o 1º lugar do 2º PUCFEST - Festival de Cantores e Cantoras da PUC-Campinas. As alunas Diana de Almeida Câncio, da Faculdade de Direito, e Maíra Rodrigues Vicentim, estudante de Jornalismo, ficaram com o 2º e o 3º lugares, respectivamente. Doze pré-selecionados concorreram durante a semifinal, que se dividiu nos dias 20 e 21 de outubro. Seis passaram para a final, realizada no último dia 22. A premiação foi anunciada após a última reunião da Comissão Julgadora, formada por profissionais artísticos do Centro de Cultura e Arte (CCA) da PUC-Campinas. Troféus foram entregues aos três vencedores, que receberão, ainda, um prêmio em dinheiro (R$ 1 mil ao 1º colocado; R$ 600,00 ao 2º colocado; R$ 400,00 ao 3º colocado), além de participarem de uma gravação do Programa Contexto e Arte da TV PUC-Campinas. NA época atual, OS horrores DA insegurança VÊM DE modo TÃO profundo À MENTE popular QUE, se desse PARA escolher ENTRE a LIBERDADE E a segurança, a maioria ESCOLHERIA, SEM vacilação, A SEGURANÇA. Aldous Huxley, escritor inglês

4 26 de outubro a 8 de novembro/2009 Jornal da PUC-Campinas 04 Entrevista O SUBMUNDO do Congresso Nacional Para o jornalista Lucio Vaz, com experiência de 25 anos na cobertura da Casa, o baixo clero está cada vez mais baixo, e os líderes são muito fracos Q Ricardo Lima Quem lê o livro A Ética da Malandragem No submundo do Congresso Nacional, de autoria do jornalista Lucio Vaz, do Jornal Correio Braziliense, conhece, com detalhes, histórias de vendas de votos, aluguel de mandatos e legendas, nepotismo, entre outras. São relatos de algumas de suas reportagens que denunciavam deputados, senadores e governadores em 26 Estados. Temos hoje um dos piores Congressos da história, disse Vaz, que, há 25 anos, cobre a Câmara dos Deputados e o Senado. No último dia 22, o jornalista esteve no Campus I da PUC-Campinas, onde participou do debate Papel do parlamento: Importância democrática e impunidade, realizado pela Coordenadoria de Atenção à Comunidade Interna (CACI), em mais uma edição do projeto Palavra Livre. Os professores Fábio Nadal, da Faculdade de Direito, Danilo Enrico Nartuscelli, da Faculdade de Ciências Sociais, e o diretor do Centro de Linguagem e Comunicação (CLC), Wagner Geribello, também participaram do debate. Leia, abaixo, a entrevista de Vaz ao Jornal da PUC-Campinas. Da Redação Jornal da PUC-Campinas - Como você avalia o atual Congresso Nacional, onde a maioria dos deputados e senadores tem como principal propósito ocupar cargos para obter vantagens em benefício próprio, sem compromisso com a ética? Lucio Vaz - Temos hoje um dos piores Congressos da história. O baixo clero está cada vez mais baixo, e os líderes são muito fracos, insignificantes. O que se vê é a discussão de questões de interesse pessoal, como a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos vereadores, a PEC dos cartórios, etc. Dá saudades daquele Congresso que fez a Constituição de Quais medidas de impunidade seriam necessárias para os políticos assumirem seus reais compromissos como parlamentares? Lucio Vaz - O Parlamento deveria ter instrumentos internos de investigação e punição a deputados e senadores. Depois, a Justiça deveria ser mais ágil no encaminhamento de seus processos. Mas isso esbarra num código de processo penal desatualizado. Parece que foi feito para beneficiar os bandidos. O que seria preciso, a seu ver, para recuperar a credibilidade do Congresso Nacional, já que houve uma banalização dos escândalos que ocorrem? Lucio Vaz - A receita é simples: trabalho (pelo menos cinco dias por semana); seriedade (sem cuecas vermelhas, sem factóides); honestidade, criatividade e espírito público. Qual o papel do eleitor para melhorar a situação no Congresso Nacional? Lucio Vaz - O eleitor precisa parar de votar O IMPORTANTE É SEMPRE DUVIDAR DO QUE OS POLÍTICOS FALAM. EU PRESTO ATENÇÃO NO QUE ELES DIZEM, MAS ELES NÃO DIZEM NADA... DEPOIS, É PRECISO ENTENDER A VISÃO DO LEITOR. ESCREVEMOS PARA ELE. no candidato porque ele distribui comida, porque ele é bonito, porque ele é famoso. O eleitor precisa se informar, ler sobre o passado do elemento, descobrir as posições do sujeito sobre os temas mais relevantes. Como está o jornalismo investigativo no Brasil? Os jornalistas sabem exercer o jornalismo investigativo? Lucio Vaz - O jornalismo investigativo vai mal. Muitos colegas pegam documentos da PF, do Ministério Público, e acham que estão fazendo jornalismo investigativo. Isso exige investigação própria, exige tempo, exige coragem, exige recursos financeiros. Tudo isso está cada vez mais escasso nas redações. As reportagens de denúncias que acompanhamos na imprensa brasileira são mais uma competição entre as empresas jornalísticas ou, de fato, são assuntos que despertam interesse na população? A população consegue absorver e entender essas denúncias? Lucio Vaz - Sem dúvida, interessam à população. A competição é uma consequência natural. Os jornais procuram vender o que o leitor quer comprar. Como está, para o jornalista, o acesso às informações nas mais variadas instâncias de poder (Legislativo, Executivo e Judiciário)? Lucio Vaz - Nunca foi tão bom. Temos hoje vários sites governamentais que trazem informações detalhadas sobre os gastos do governo, contratações de funcionários, compras do governo. O Judiciário ainda está fechado, mas o Conselho Nacional de Justiça começa a abrir mais essa porta. Vocês não sabem o que era fazer investigação jornalística há 20, 30 anos. Como é realizar uma série de reportagens de denúncias, muitas delas que exigiram muito tempo de dedicação, e ver que, no final, a maioria termina sem que hajam punições aos envolvidos? Há uma sensação de frustração? Lucio Vaz - Gera frustração, mas temos que estar preparados, porque essa é a regra geral. Mas não devemos desanimar. Primeiro, porque esse é o nosso trabalho. Segundo, porque o resultado, às vezes, demora mesmo. Eu fiz matérias sobre nepotismo durante 20 anos. As autoridades diziam que não era ilegal. Eu dizia que contrariava a Constituição. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal disse que era inconstitucional. A praga está acabando. O Rio de Janeiro conquistou o direito de ser sede dos Jogos Olímpicos de Um dos argumentos de quem era contra era o fato de o evento ser considerado uma oportunidade para grandes desvios de dinheiro. Você consegue sentir essa "euforia" no Congresso? Lucio Vaz - Há euforia mesmo. É a oportunidade de realizar grandes obras. Mas há outro problema. Acho que o governo federal vai ter que bancar tudo, como nos Jogos Pan-Americanos (realizados em 2007 no Rio de Janeiro). E há outras prioridades no país, além de construir velódromos, piscinas olímpicas, raias para velejadores. Para finalizar, quais as dicas que você pode dar para o estudante de Jornalismo que quer se dedicar à cobertura política? Lucio Vaz - O importante é sempre duvidar do que os políticos falam. Eu presto atenção no que eles dizem, mas eles não dizem nada... Depois, é preciso entender a visão do leitor. Escrevemos para ele.

5 Jornal da PUC-Campinas Oportunidade 05 Procuram-se 26 de outubro a 8 de novembro/2009 ENGENHEIROS O aquecimento da economia e a realização de grandes eventos no país, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, abrem um leque de oportunidades para todas as categorias da área Raquel Lima A retomada da economia, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Programa Habitacional Minha Casa, Minha Vida; a exploração do petróleo na camada do pré-sal, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em O Brasil está prestes a se tornar um imenso canteiro de obras. Para dar conta de todos os projetos ligados ao desenvolvimento no país, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) alerta sobre a necessidade de o Brasil, pelo menos, dobrar o número de 30 mil formandos por ano em engenharia. Sem dúvida e felizmente, após décadas de estagnação e grande destaque para o setor financeiro, o engenheiro voltou a ser a bola da vez. Esse profissional, nas suas diversas modalidades, mantendo-se os investimentos produtivos, deve estar cada vez mais em alta no mercado de trabalho. Isso é uma boa notícia não só para a categoria, mas para toda a sociedade. Em primeiro lugar, porque cada emprego gerado para o engenheiro significa novas vagas também para outros profissionais. Além disso, quando há oportunidades para engenheiros significa que obras e projetos estão em andamento e que há avanços para toda a sociedade, afirmou Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) e da FNE. O diretor do Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias (CEATEC) da PUC-Campinas, Orandi Falsarella, disse que o crescimento da procura por profissionais capacitados que atuam nessa área tem refletido no aumento de candidatos nos processos seletivos da Universidade e na oferta de oportunidade de estágios e empregos para os alunos da Instituição. O aumento de vagas no setor ocorre pelo aquecimento da economia, que impulsionou o mercado da construção civil e a áreas de informática e telecomunicações, sem falar da preocupação ambiental global, que gera oportunidades para os profissionais qualificados na área, explicou o diretor. Por isso, procuramos manter o currículo dos cursos atualizados, de modo que reflitam o conhecimento do mercado e também a base para que o egresso consiga acompanhar a evolução natural dessas áreas, completou Falsarella. No alto, o estudante do 5º ano da Faculdade de Engenharia Civil Alexandre Selegatto; acima, Bruno Caldas, estudante do último semestre da Faculdade de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas e, ao lado, Adriano Goes, formado em Engenharia Elétrica em 2006 Robson Regato/SEESP SEM DÚVIDA E FELIZMENTE, APÓS DÉCADAS DE ESTAGNAÇÃO E GRANDE DESTAQUE PARA O SETOR FINANCEIRO, O ENGENHEIRO VOLTOU A SER A BOLA DA VEZ... MURILO CELSO DE CAMPOS PINHEIRO SAIBA MAIS A FNE representa, por meio dos sindicatos estaduais a ela filiados, toda a categoria dos engenheiros, independentemente da modalidade ou área de atuação. São cerca de 400 mil profissionais que atuam em 18 estados. Mãos a obra Estagiário há dois anos da Planova Planejamento e Construções S/A, o estudante do 5º ano da Faculdade de Engenharia Civil Alexandre Selegatto vê de perto a demanda crescer por profissionais da área de construção civil. Hoje se tem dificuldade em arrumar mão de obra especializada e também dificuldades no fornecimento de materiais e serviços. Em breve, concreteiras não estarão conseguindo acompanhar o ritmo das obras no fornecimento de concreto, disse. O mercado sente falta não somente do engenheiro, mas, principalmente, do engenheiro qualificado, completou. Bruno Caldas, estudante do último semestre da Faculdade de Engenharia Ambiental da PUC-Campinas, coordena, desde 2008, os projetos de Biogás do Grupo ESTRE Ambiental. A empresa está investindo no capital humano. Eu sou fruto e prova desse investimento. Atualmente, busca profissionais na área das engenharias civil, ambiental, elétrica e mecânica, contou. As áreas de destaque são de serviços, como consultoria, tratamento de efluentes líquidos (urbano ou industrial) e resíduos sólidos, indústria e, principalmente, energética, que abrange o petróleo e usinas eólicas, biogás, solar, resíduos, biodiesel e outras fontes alternativas de energia renovável. Formado em Engenharia Elétrica em 2006, Adriano Goes hoje administra a própria empresa, a RFSense, formada por 11 colaboradores, sendo cinco deles engenheiros de telecomunicações. Pretendo crescer muito mais e atingir um número bem maior no ramo de engenharia, pois o mercado está pedindo isso, afirmou. Para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o país terá que se modernizar em termos de infraestrutura de telecomunicações, fibras ópticas, redes de acesso, televisão, rádio, etc. A PUC-Campinas oferece aos alunos um laboratório de Fibra Óptica dos mais modernos e equipados. Com certeza, a demanda por profissionais que entendam realmente desse assunto deve crescer muito, pois imagine interligar um país do tamanho do nosso para um evento como a Copa do Mundo, disse Goes.

6 06 26 de outubro a 8 de novembro/2009 Jornal da PUC-Campinas Segurança CIMCamp: 340 câmeras de monitoramento espalhadas pela cidade O uso de câmeras de monitoramento divide opiniões; enquanto alguns avaliam como uma forma de prevenção de crimes, outros entendem ser uma invasão de privacidade SORRIA: você está sendo observado! Du Paulino Stefania Bueno costuma sair de casa por volta das 9h da manhã. Desde o momento em que passa pela portaria do condomínio onde mora até a hora em que retorna para casa, lá pelas 23h, é observada de perto. De uma simples ida à padaria até uma balada com as amigas, tem sempre alguém a observando e uma câmera captando todos os seus movimentos. Não me incomoda em nenhum momento o fato de saber que estou sendo observada, disse. Não pense você que ela é alguma nova celebridade perseguida por paparazzi e tudo mais. Na verdade, Stefania é aluna do 4º ano da Faculdade de Jornalismo da PUC- Campinas e todas essas câmeras que monitoram a universitária também monitoram você, seus colegas e sua família. Quem vive nos grandes centros urbanos tem sua imagem constantemente captada por câmeras. Só para se ter uma ideia, há, atualmente, em Campinas, 340 câmeras de monitoramento espalhadas pelos principais cruzamentos e locais públicos de grande circulação. Elas integram a Central Integrada de Monitoramento de Campinas (CIMCamp), em que trabalham cerca de cem funcionários, que ficam dia e noite de olho em todas as câmeras espalhadas pelos 120 pontos de observação na cidade. Ao detectarem algum problema, esses funcionários têm linha direta com outras mil e duzentas pessoas que atuam diretamente nas ruas, como funcionários da Guarda Municipal, da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Defesa Civil ou da própria Polícia Militar. Essa integração entre os vários órgãos propicia maior agilidade no atendimento a ocorrências, como no caso de um senhor em estado profundo de embriaguês que, desmaiado, tem seus objetos pessoais furtados por um assaltante. Tudo captado pelas câmeras de segurança instaladas na região do Mercado Municipal. Alguns minutos depois, a mesma câmera mostra a ação da Guarda Municipal que prende o suspeito em flagrante. Eu acho que elas devem estar presentes em todos os lugares. Conheço pessoas que foram assaltadas no elevador do prédio em que moram, argumentou Stefania. Na visão de Frederico Campos, aluno da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, as câmeras não são tão bem-vistas assim. Ele se sente vigiado por elas e acredita que isso é uma invasão de privacidade. As pessoas podem até achar que não, mas para mim é uma invasão de privacidade. Hoje em dia, você não consegue mais ficar sozinho, justificou. Se o bandido é audacioso, uma câmera não vai inibir. Se o cara for assaltar um banco, ele coloca uma máscara, concluiu. Contrariando a opinião de Campos, quem aposta no emprego de câmeras como medida de segurança atesta a eficácia do serviço. Como no caso do comerciante Hermes de Souza Magalhães que, depois de ver o número de assaltos crescer nas proximidades de sua padaria, decidiu instalar um sistema com 18 câmeras que lhe garantem visão geral tanto do interior quanto das ruas que cercam o estabelecimento. Desde que colocamos as câmeras, não houve mais assaltos. PROGRAMA: O Assunto É Sociedade Monitorada Na TV PUC-Campinas (canal 10 da NET): > Terça-feira (27/10) 14h (03/11) 14h30 > Quarta-feira (28/10) 19h (04/11) 19h30 > Sexta-feira (30/10) 0h (06/11) 00h30 > Sábado (31/10) 19h (07/11) 19h30 > Domingo (01/11) 13h (08/11) 13h30 > No Youtube br/tvpuccampinas Sigilo Embora as câmeras estejam presentes em praticamente todos os lugares e, muitas vezes, passem a sensação de invasão de privacidade, as imagens captadas por essas máquinas não podem ser veiculadas publicamente. Mesmo sendo captada em local público e de grande circulação, toda imagem é de propriedade de quem a protagoniza e não pode ser disponibilizada sem a devida autorização dessa pessoa, conforme enfatizou o professor Cláudio José Franzolin, da Faculdade de Direito. Ao captar a imagem de alguém, o responsável deve preservar os dados captados, pois tem deveres de sigilo. Se você vai num shopping, por exemplo, as imagens não podem ser disponibilizadas de maneira indevida. Essa situação gera consequências jurídicas, salientou. O professor Arlindo Ferreira Gonçalves, das faculdades de Psicologia e Filosofia, acredita que o grande incômodo que a sensação de estar sendo monitorado causa nas pessoas, na verdade, tem muito mais relação com o uso que se possa dar a essas imagens do que a captação delas propriamente dita. É a fobia de ver-se coisificado. Porque na medida em que você se torna só uma imagem, você se torna coisa. E, uma coisa, um objeto na era da cultura de massa é sempre uma mercadoria desumanizada, explicou Gonçalves. Universidade A PUC-Campinas conta com um circuito fechado de televisão composto por 99 câmeras, cujo objetivo é monitorar as áreas de grande movimentação dos campi, como corredores, praças de alimentação e estacionamentos, no sentido de oferecer segurança à comunidade interna. Também está prevista a instalação de outras 35 novas máquinas, prioritariamente, nas entradas e saídas dos três campi. Recentemente, por meio de imagens captadas por uma das câmeras espalhadas pelos campi, a ação de um vigilante da PUC- Campinas frustrou o que seria uma tentativa de assalto a uma agência bancária situada nas imediações do Campus I. Uma câmera com visualização da parte externa do campus detectou atitudes suspeitas dos ocupantes de um carro que estacionou em frente dos bancos. Imediatamente o vigilante acionou a Polícia Militar. Quando esta chegou, os suspeitos conseguiram fugir, mas deixaram para trás maçarico e uma série de instrumentos que, provavelmente, seriam utilizados para praticar o assalto ao caixa eletrônico.

7 Jornal da PUC-Campinas de outubro a 8 de novembro/2009 sertão da Bahia nunca mais foi o mesmo depois que o escritor, engenheiro, geógrafo e topógrafo Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha, mais conhecido por Euclides da Cunha, retratou a região no livro Os Sertões, considerada a obra prima do escritor e um clássico da literatura brasileira. Nascido em Cantagalo, no interior do estado do Rio de Janeiro, em 20 de janeiro de 1866, Euclides de Cunha tornouse conhecido não apenas pela sua veia literária, mas principalmente pelo seu engajamento social e político, retratado em sua obra, particularmente no aclamado Os Sertões. Este ano, no centenário de sua morte, Euclides da Cunha está sendo homenageado em várias cidades do país, entre elas São José do Rio Pardo, no interior paulista, onde viveu com a família entre 1898 a 1901, período em que chefiou a reconstrução da Ponte Metálica, que ruíra na cidade. Paralelamente, escreveu sua obra clássica, Os Sertões. A cidade promove, há 97 anos consecutivos, a Semana Euclidiana. A Faculdade de Letras da PUC-Campinas também prestou sua homenagem ao escritor, no último dia 22, com o evento Da palavra para a imagem: a diversidade discursiva em Os Sertões. Na opinião da professora de Literatura Brasileira TEREZA DE MORAES, que foi uma das palestrantes do evento, o principal objetivo desse encontro foi divulgar o discurso literário de Euclides da Cunha. A bagagem cultural e política desse escritor é evidente em suas obras e daí sua importância à literatura brasileira, analisou a docente. Para ela, a adesão de Euclides à conscientização política foi evidenciada em toda sua vida Euclides da Cunha pessoal e profissional. Ele não se conteve em ser apenas um repórter, mas sim em pensar a problemática brasileira, o futuro e soluções para o país, completou. Reprodução Carreira diversificada Antes de enveredar-se na literatura, Euclides da Cunha tentou a carreira militar. Não obteve sucesso diante de sua postura crítica em relação à monarquia. Indisciplinado graças aos seus ideais republicanos, foi expulso da Escola Militar. O republicano crítico e libertário resolveu, então, dedicar-se à engenharia, sua profissão de formação, e à escrita, como colaborador de O Estado de São Paulo, na época, A Província de São Paulo. Depois de redigir dois artigos críticos sobre a Guerra de Canudos, foi convidado pelo jornal, em 1897, a viajar até o sertão da Bahia, como correspondente, para relatar os acontecimentos. Estudioso por natureza, Euclides levou na bagagem vários livros para serem lidos na via- Os Sertões gem de navio. Assim, ao desembarcar na zona de guerra, ele trazia um conhecimento que lhe possibilitou retratar na obra Os Sertões a constituição histórica, geográfica e geológica da região. Ao chegar a Canudos e acompanhar a guerra, Euclides da Cunha entrou em contato direto com as condições físicas e morais do sertanejo, descobrindo que o local não era um foco monarquista como imaginava. A partir daí ele começa a rever suas posições políticas, explicou o jornalista e professor da Faculdade de Jornalismo FABIANO ORMANEZE, que As várias facetas de Diversas homenagens ocorrem pelo país em homenagem ao centenário de morte do escritor, autor da clássica obra Os Sertões Ciça Toledo também participou da palestra em homenagem ao escritor, promovida pela Faculdade de Letras. Segundo o docente, Euclides da Cunha, que até então era um republicano convicto, se comoveu com as atrocidades da guerra, com o massacre dos jagunços e percebeu a desigualdade da luta, decidindo, então, retratar essa história em Os Sertões, considerado o primeiro livro-reportagem brasileiro. De Canudos ele seguiu para São José do Rio Pardo, onde escreveu a obra. O livro Os Sertões é um livro marcado pelo determinismo e sua estrutura é baseada em três pilares a terra, o homem e a luta. É um verdadeiro tratado geográfico e geológico do Nordeste, que revela um profundo conhecimento do escritor pelo país e região, contou o professor. Com uma linguagem metafórica bem construída, o livro não tem uma ordem para ser lido, ou seja, é possível conhecer a história de trás para frente. Para compreender melhor a guerra, o jornalista recomenda que, simultaneamente, seja lido outro livro do autor, Diário de Uma Expedição. Euclides da Cunha também foi ministro das Relações Exteriores, em 1905, e chefe da Comissão de Reconhecimento do Alto Purus, que o levou à Amazônia por um ano, quando redigiu um relatório sobre a região e, dois anos após, o livro Perus versus Bolívia. Em 1909, prestou concurso para lecionar Lógica no Colégio Pedro II, onde deu poucas aulas, já que, em 15 de agosto do mesmo ano, foi assassinado pelo amante de sua esposa. Euclides da Cunha faleceu com 43 anos.

8 26 de outubro a 8 de novembro/2009 Jornal da PUC-Campinas 08 Campanha institucional HISTÓRIAS REAIS. Conquistas de verdade Conheça os três ganhadores do concurso cultural da PUC-Campinas; foram cerca de 50 depoimentos que tiveram a Universidade como fio condutor Ana Paula Moreira As histórias da ex-aluna da Faculdade de História Helaine Cristina Marques de Oliveira, do ortopedista e ex-aluno da Faculdade de Medicina Márcio do Amaral Pedro e do estudante da Faculdade de Engenharia Elétrica Valdir Correa Leite Júnior foram as vencedoras do concurso cultural da campanha institucional Histórias Reais. Conquistas de Verdade. Cada um deles ganhou uma máquina fotográfica. Iniciado em agosto, o concurso recebeu cerca de 50 histórias. Durante dois meses, exmembros da comunidade universitária (professores, funcionários e alunos) e outras pessoas que possuem histórias de vida que se enquadram na proposta da campanha puderam contá-las no hotsite da campanha. As histórias foram avaliadas por uma Comissão Avaliadora, formada por funcionários da PUC- Campinas, que analisou os relatos que têm a Universidade como fio condutor. De acordo com o coordenador do Departamento de Comunicação Social da PUC- Campinas, Wagner José de Mello, as histórias participantes do concurso cultural refletem o fato de a PUC-Campinas fazer parte da realidade das pessoas que vivem na região. As histórias representam o envolvimento afetivo e de longo prazo que a comunidade desenvolve com a Instituição, explicou o coordenador. Os selecionados, além de ganharem como prêmio a câmera digital, também tiveram suas histórias divulgadas no jornal Correio Popular. Serão, ainda, veiculadas na programação da TV PUC-Campinas. Acesse e conte a sua também. (Colaborou Camila Marcusso) Cinco amigos e um sonho A história do médico do Departamento Cirúrgico do Hospital e Maternidade Celso Pierro (HMCP), da PUC-Campinas, Márcio do Amaral Pedro, ganhou fôlego quando ele e quatro amigos, depois de seis anos de formados e já com suas especializações médicas, resolveram montar uma clínica de ortopedia. Em funcionamento há 12 anos, a unidade atende cerca de mil pessoas por mês de toda a Região Metropolitana de Campinas (RMC). Para o médico, o interesse em participar do concurso surgiu quando viu a campanha na televisão e se identificou com a proposta. A peça chamou a minha atenção, porque a Universidade permite o desenvolvimento educacional, mas também afetivo. Isso me impulsionou a contar a minha história e a dos meus amigos, explicou Amaral Pedro. Filhas da Universidade Outra história selecionada foi de Helaine Cristina Marques de Oliveira e suas três irmãs, todas formadas pela PUC-Campinas. Em 2002, ela e a irmã Mariane Marques de Oliveira prestaram vestibular de História e Análise de Sistemas, respectivamente. Em seguida, foi a vez de Juliana Aparecida Marques Menna Barreto Leske de Oliveira ingressar na Universidade, em 2005, no curso de Administração. Em 2007, a caçula da família, Pamela Marques de Oliveira, ingressou no curso de Ciências Econômicas. Segundo Helaine, participar do concurso foi a oportunidade de contar como o período vivido na Universidade foi único e ensinou as irmãs a ultrapassar obstáculos. Somos quatro filhas da PUC-Campinas que fizemos e estamos fazendo nossa história com a Universidade, concluiu. De geração em geração A história do aluno do 4º ano de Engenharia Elétrica Valdir Correa Leite Júnior começou quando ele tinha apenas sete anos de idade e acompanhava sua mãe, Paulerman Maria da Conceição Mendes, nas aulas da Faculdade de História. O estudante também acompanhava o tio Palmeron Mendes Filho nas aulas de Ciências Contábeis e, aos 16 anos, o avô Palmeron Mendes na Faculdade de Direito. O aluno ficou sabendo do concurso por meio de amigos, que o incentivaram a contar a sua história. Para o estudante, a iniciativa da campanha mostra o interesse da Universidade em conhecer os depoimentos dos estudantes que já passaram por aqui. Conheço várias pessoas que têm familiares que estudaram na Instituição. A PUC-Campinas representa a história de Campinas. >> VESTIBULAR As inscrições para o Vestibular 2010 da PUC-Campinas terminam no dia 30 de outubro. As provas ocorrerão em dois dias. No dia 27 de novembro ocorrerão a Prova Específica de Habilidade em Linguagem Arquitetônica exclusivamente para os candidatos de primeira e segunda opção ao curso de Arquitetura e Urbanismo e a Prova Específica para os candidatos aos cursos de Direito e Medicina. No dia 28 de novembro, ocorrerá a Prova Geral, para todos os candidatos. Outras informações podem ser encontradas no site

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