Relatório de rpg. RPG capitães de areia 15/05/2008. Maria Tereza P. Bethlem

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1 Relatório de rpg RPG capitães de areia 15/05/2008 Maria Tereza P. Bethlem

2 Relatório. Personagem: Fátima RPG: capitães de areia. Questões: CONCEITO : 1. O que é a minha personagem? Malandra de rua e pratica furtos. É uma personagem com características fixas, sem interiorização 2.Para quê serve a minha personagem? Para compor cenários da obra capitães de areia. Representa a menor abandonada e marginalizada na sociedade. Pode expressar os contrastes sócioculturais. A ladra no ambiente do trapiche com o bando em contraste com as farmácias que rouba no ambiente rico da faculdade de Medicina da Bahia, na época da ditadura de Getúlio Vargas 3.Por quê criei esta personagem? Para jogar uma RPG e ganhar pontos. É uma personagem fictícia que acumula pontos com suas características e habilidades e participa de aventuras com o bando de capitães da areia.

3 LEVANTAMENTO: 4. De onde surgiu esta idéia? De outros personagens do romance. De observação e imaginação. 5. A que outras idéias ela remete? À idéias de aventuras com o bando de marginais. São focalizados 2 temas de aventuras: trapiche e palacete/trapiche, onde a personagem coadjuvante contracena com protagonistas e antagonistas. Na primeira aventura, coloca-se ao lado de Almiro enfermo e sai com outros coadjuvantes para roubar medicamentos. Na segunda aventura, após o rouvbo de farmácias, é presa no palacete de Dr Alcebíades Menezes, de onde é mandada ao Orfanato N.S. da Piedade, por influência do Pe. José Pedro. 6. Quais as referências ao meu trabalho? Os assuntos relacionados ao meu trabalho são: literatura (romance), história do Brasil, sociologia, religião católica e candomblé, artes plásticas e medicina. A pesquisa foi feita em bibliografia e na INTERNET (referências no final do texto). 7. Concepção: Como irei realizar o meu trabalho? Como texto em suporte eletrônico (arquivo), com imagens da INTERNET da época do cenário (1935). Haverá também um desenho aquarelado da imagem da NPC com referência. O trabalho inicia-se com a folha de rosto e sumário das seções.

4 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Depto. de artes e design Curso de especialização: O lugar do design na leitura TRABALHO FINAL : ESTRATÉGIA RPG. NPC Fátima p/ Capitães de areia Aluna : Maria Tereza P. Bethlem Matrícula: Data: 15 de maio de 2008

5 S U M Á R I O 1. Apresentação da NPC. (no arquivo apresentaçãodepersonagem.doc) 2. Conceito 3. Levantamento 4. Concepção 5. Motivação 6. Imagens da época do cenário ( nos arquivos hi3.jpg, mapa.gif e turma1930.jpg e foto17) 7. Referências bibliográficas. 8. Extra: desenho aquarelado em papel da imagem da NPC com referência em pasta.( a ser entregue em sala de aula)

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7 Trabalho final: CONCEITO 1. O que é a minha personagem? É uma personagem de romance. É uma representação ou ilusão que vive situações dentro da narrativa. (MOISÉS,1973,p.222). É uma personagem adolescente, 15 anos à época do desenrolar do romance (1935). Capitães de areia, de Jorge Amado é o seu cenário. É uma malandra de rua e pratica furtos, integrando um bando de ladrões e sendo presa em reformatório devido à pouca idade. É uma personagem com características fixas, ou plana, estática reservando a surpresa para a ação da personagem e não para suas carasterísticas específicas. (MOISÉS, 1973, p. 230). Esta personagem depende do meio social que a determina. É marginalizada, teve que abandonar os estudos (completou o primário)com a morte do tio com quem morava. Embora continuando no trapiche, juntou-se ao bando de capitães de areia para furtar. Era a época da ditadura de Getúlio Vargas e providências eram tomadas para encerrá-la no reformatório de menores, tanto a ela como todo o bando. A influência de Pe. José Pedro levou-a ao orfanato N.S. da Piedade.

8 2. Para quê serve a minha personagem? Exerce a função de personagem estática. Ela participa da ação do romance e retrata superficialmente a condição de menor abandonada.. Depende do coletivo, do social para a formação de sua personalidade. Têm função de índice social (MOISÉS, 1973,p.232). Fátima é assim, um resultado de condições sociais dentro das leis de uma obra de arte que é o romance, que não são as reais, embora parecidas ou convincentes. Atua em cenas onde estão indicados os figurantes, participa de furtos e é presa. Linguagem vulgar, de pouca instrução e de convivência em meio marginal. 3. Porquê criei esta personagem? Para compor um cenário de um RPG e ganhar pontos. È uma personagem fictícia, e às suas características e habilidades são atribuídos pontos de acordo com o livro Incorporais {r}{p}{g}- Capitães de areia. È contada como NPC, ou coadjuvante auxiliar desempenhando uma função em furtos do bando. Esta personagem precisou ser criada para compor o tema e sua elaboração (PORTELLA, 1973,p.26. Há a utilidade da imaginação, dom inerente ao humano. Imaginação produtiva artista;imaginação reprodutiva homem comum Imaginação X percepção (PORTELLA, 1973,p.32).

9 LEVANTAMENTO 1.De onde surgiu esta idéia? De outros personagens do romance de Jorge Amado. E também da explicação em livro sobre como criar o seu personagem, atribuir-lhe características e pontos. A observação simples ou chamada fotográfica- alia-se à imaginação, que por si só não basta. È desejado um consórcio harmonioso entre memória, observação e a imaginação nesta ordem (MOISÈS, 1973, p. 234) A idéia para compor a personagem Fátima surgiu de observação de outros personagens do romance, com alguma imaginação. 2.A que outras idéias ela remete? A cenários do romance de Jorge Amado Capitães de areia mais especìficamente- - à aventura no Trapiche onde Fátima com NPC vai participar de um furto a farmácias colocando-se assim ao lado de Almiro com epidemia(incorporais RPG capitães de areia,2004, ca.ee.12). Vai ao furto com outros NPCs e é presa na 5. Sessão (Incorporais RPG capitães de areia, 2004,ca.ee.13) O estudante de medicina que é filho do dono da casa consegue prender o bando no quarto e chama a polícia. Fátima é enviada por influência do Pe. José Pedro ao orfanato N.S. da Piedade, onde adoece e morre.

10 Os assuntos relacionados ao trabalho são: literatura (romance): história do Brasil: sociologia: religião: católica e candomblé: artes plásticas, medicina. Criação de personagem: Objetivo geral: 2 temas: trapiche e palacete/trapiche. Os temas evidenciam uma sociologia de contrastes, inclusive religiosos. Objetivos específicos: A criação de uma NPC ou coadjuvante na marginália baiana de 1935, durante a ditadura de Getúlio Vargas. Os cenários incluem os 3 tipos de personagens: protagonistas, antagonistas e coadjuvantes. Circunstâncias: o ambiente é de contrastes sociais. Na Salvador dos anos 1930, com o trapiche, a Faculdade de Medicina, o reformatório, o orfanato e a Igreja MOTIVAÇÃO: A motivação é acompanhar a doisciplina estratégia RPG. Aprendi com este trabalho a criar um personagem com características próprias. A peronagem recebe a influ~encia DO MEIO, E É INSERIDA COMO COADFJUVANTE ENTRE OS PROTAGONISTAS Pedro Bala, Dora, Almiro. Após o furto da farmácia Fátima é levadoa para o orfanato, de onde planeja fugir e não consegue. Participar do processo de autoria aumentou muinha capacidade de lidar com a mídia e compreender uma conexão lúdica com uma obra acabada (romance). Compreendo que este trabalho tende a estimular a

11 leitura, com a continuação de personagens, estimulando a interatividade e a co-criação. A contribuição ao livro RPG em folhas soltas impressas (fichário) é um estímulo à escrita O termo jogo no contexto da RPG não se refere à doisputa mas à interação, ao próprio ato de representar um personagem (BETOCCHI & KLIMICK, C. 2007). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BETOCCHI,E. & KLIMICK,C.. Um livro em jogo: narrativa interativa no estímulo à leitura.revista Design em foco:[salvador],2007. MOISÉS, Massaud, A criação literária: introdução à problemática da literatura.-6.ed.rev.-[são Paulo]: Melhoramentos,[1973]. PORTELLA, Eduardo.Teoria da comunicação literária.-rio de Janeiro: Tempo brasileiro, ( Biblioteca tempo universitário; 25).

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