Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Realizado JAN/DEZ 2013: R$ 183.317 mil"

Transcrição

1 FONTES E USOS - Visão Sintética DE TERCEIROS Disponibilidade Anterior Fluxo do Exercício PRÓPRIOS Disponibilidade Anterior Receitas do Exercício T O T A L FONTES DE RECURSOS ,5 37, ,0 0, ,3 75, ,9 0, IND. IND ,9 0, ,3 3, USOS DE RECURSOS DE TERCEIROS - Investimento Social PRÓPRIOS Investimento Social Despesas e Demais Investimentos Fundo Patrimonial - Recomposição T O T A L SUPERÁVIT / DÉFICIT - TOTAL Recursos de Terceiros Recursos Próprios T O T A L ,0 0, ,1-0, ,4-0, ,0-2, ,0 0, ,2-0, ,1 54, IND. IND ,1 22, ,3 3, O orçamento do exercício foi elaborado com previsão de superávit para recursos próprios e nulo para recursos de terceiros. Ao final da execução surgiram variações em relação aos volumes orçados conforme detalhado abaixo. Fontes de Recursos Os recursos próprios obtiveram um superávit superior ao orçado devido a uma maior realização das fontes de recursos, um residual de não realização de Investimento Social e Despesas e Demais Investimentos. O superávit de recursos de terceiros originou-se de rendimentos de recursos do BNDES e da Petrobras, cuja destinação em usos não ocorreu no ano corrente, podendo ser utilizado no próximo exercício. Usos de Recursos A execução do orçado foi cumprida integralmente em Recursos de Terceiros e pouco abaixo do previsto em Recursos Próprios, com pequenas margens nas realizações em Investimento Social e nas Despesas e Demais Investimentos. Houve recomposição do Fundo Patrimonial em consequencia de utilização no ano anterior. USOS DE RECURSOS Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil

2 FONTES DE RECURSOS - Detalhamentos FONTES - RECURSOS DE TERCEIROS FLUXO DO TOTAL (*) Acordos BNDES Convênio MTE Senaes 003/2007 Convênio BID FUMIN Convênio Petrobras JAN/DEZ ,5 37, ,0 31, ,9 6, IND. IND IND. IND (*) Disponibilidade Anterior (+) Ingressos (+) Rendimentos (+) Cancelamentos em Projetos Exerc.Anterior (-) Restituições (-) Retenções Na parceria FBB - BNDES, MTE Senaes e BID FUMIN, ocorreu realização a maior devido a rendimentos não destinados a investimento social neste exercício. Já na parceria com a Petrobras, não houve definição quanto à destinação dos recursos e, assim, optou-se por não orçar tais recursos. Também devido a indefinições quanto aos projetos, parte dos recursos do Convênio BID /Fumin não foi aportada. % Variação FONTES DE RECURSOS DE TERCEIROS Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil FONTES - RECURSOS PRÓPRIOS RECEITAS DO EXERCÍCIO ,9 0, Receitas Financeiras Líquidas ,8 7, Receitas Financeiras ,7 5, (-) Receitas Retidas no Fundo Patrimonial ,6 1,6-114 Conglomerado BB ,4 1, Banco do Brasil ,8-0,2-168 Brasilcap, Brasilprev, BB Cartões ,4 0,4 23 Estipulância de Seguros ,3 5, BB DTVM (BB DI Social / Fundos Jovem) ,4 23,4 133 BB DIREC (Tarifas Bônus Ambiental) ,2 13,2 787 Outras Receitas ,7-4, Empresas e Conselheiros ,6-59, Pessoas Físicas ,7-44,3-4 Cancelamentos em Projetos Exerc.Anterior ,8-0,2-61 Obrigações Legais - Redução de Saldo ,6-4,4-133 As receitas são orçadas com base em estimativas de volume e de cronogramas de realização, definidos a partir de informações obtidas junto a doadores/aportadores e/ou de projeções internas.

3 Receitas Financeiras Líquidas Das receitas financeiras auferidas, parte é destinada ao Fundo Patrimonial, de forma a manter o seu saldo-base atualizado pelo IPCA, conforme metodologia aprovada pelo Conselho Curador, com o restante destinado ao orçamento. A realização acima do previsto se deve, de um lado, ao aumento nas taxas de juros em ritmo/volume maior que o previsto e, de outro lado, de oscilações naturais no fluxo de caixa. Conglomerado BB Os aportes oriundos do Banco do Brasil ocorrem respeitando repasse mínimo de 0,3% do resultado operacional do banco múltiplo que, em 2013, contemplou repasses extras. Observou-se realização acima do orçado nas receitas de repasses da Fenabb e da Brasilcap, resultante da comercialização de produtos de seguridade e de capitalilzação na rede de agências do BB, assim como dos Fundos DI Social, Jovem e Tarifas Bônus Ambiental, devido a captação superior ao previsto. Outras Receitas Houve sub-realização nas captações junto a Empresas e Conselheiros devido a ausência de repasse de patrocínio pela Petrobras neste exercício, tendo sido prorrogado para o próximo ano. FONTES DE RECURSOS PRÓPRIOS Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil USOS DE RECURSOS - Detalhamentos USOS - RECURSOS DE TERCEIROS INVESTIMENTO SOCIAL ,0 0,0-2 No investimento social, com recursos de terceiros ou próprios, a execução orçamentaria ocorre na aprovação dos projetos, enquanto o registro contábil das despesas se dá pelos dispêncios realizados. Abaixo, informações e comentários dos investimentos sociais realizados com recursos de terceiros, segregados por campo de atuação, programas e parcerias. USOS - RECURSOS DE TERCEIROS INVESTIMENTOS SOCIAIS ASSISTÊNCIA A COMUNIDADES URBANO-RURAIS ,0 0,0-2 Reaplicação de Tecnologias Sociais ,0 0,0 0 Acordos BNDES ,0 0,0 0 Trabalho e Cidadania ,0 0,0-2 Acordos BNDES ,0 0,0 0 Convênio MTE/Senaes 003/ ,9-0,1-2 A execução do orçado foi cumprida integralmente. Reaplicação de Tecnologias Sociais Orçamento cumprido quase integralmente na reaplicação da Tecnologia Social PAIS - Produção Agroecológica Integrada e Sustentável.

4

5 AABB Comunidade Na realização do valor investido foram contratados 339 projetos, atingindo mais de 46 mil participantes em todo o país. Inclusão Digital Neste programa, deu-se continuidade às parcerias relacionadas às estações de articulação regional que atuam como elementos catalisadores locais dos pontos digitais nos territórios, e o aprimoramento das estações de metarreciclagem. Os programas Memória e Memória documental, assim como BB Educar, não tiveram novos projetos executados em As realizações observadas referem-se a gastos com ressarcimento de custos às agências BB, relacionados a projetos contratados em exercícios anteriores. USOS DE RECURSOS PRÓPRIOS E DE TERCEIROS Investimentos Sociais, por campo de atuação Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil USOS - RECURSOS PRÓPRIOS DESPESAS E DEMAIS INVESTIMENTOS ,0-2,0-773 Dos itens que compõem as despesas e demais investimentos, na Comunicação Institucional a execução orçamentária ocorre na aprovação das ações encomendadas aos executores, de forma análoga aos projetos sociais, enquanto que nas demais rubricas a realização se dá pelos dispêndios incorridos. A seguir, detalhamentos e comentários por rubricas/sub-rubricas. USOS - RECURSOS PRÓPRIOS DESPESAS E DEMAIS INVESTIMENTOS COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL Propaganda e Promoção Mobilização Social Relacionamento com BB Relacionamento com a Mídia Investimentos em Comunicação Institucional com execução plena de seu orçamento ,9-0, ,9-0, ,0 0, ,0 0, ,0 0,0 0 Nessa rubrica são alocados recursos para ações que incluem: realização e parcerias em eventos, produção de publicações e materiais promocionais, ações de mobilização social nos territórios e comunidades que contam com projetos sociais da FBB, ações direcionadas ao relacionamento institucional com o Banco do Brasil e com a mídia em geral. USOS - RECURSOS PRÓPRIOS DESPESAS E DEMAIS INVESTIMENTOS INVESTIMENTOS - Ativos Permanentes Imobilizados de Uso Intangíveis ,6-25, ,1-21, ,9-36,1-69 Esta rubrica abriga investimentos necessários ao adequado funcionamento da Fundação, realizados na aquisição de bens duráveis e na aquisição, desenvolvimento e implantação de ferramentas informáticas.

6

7 USOS DE RECURSOS PRÓPRIOS Despesas e Demais Investimentos Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil Despesas Administrativas ,8% Despesas com Pessoal ,0% Investimentos em Ativos Permanentes 585 1,6% Comunicação Institucional ,6% USOS DE RECURSOS PRÓPRIOS E DE TERCEIROS Realizado JAN/DEZ 2013: R$ mil

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE

ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE ASSOCIAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS EM REDE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 CONTEÚDO Parecer dos auditores independentes Quadro

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 ASSOCIAÇÃO DIREITOS HUMANOS EM REDE QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO (Em reais) Nota Nota ATIVO Explicativa PASSIVO Explicativa CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 3.363.799

Leia mais

INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM

INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2006 E DE 2005 E RELATÓRIO SOBRE A REVISÃO LIMITADA A BDO International é

Leia mais

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000.

Previsão da receita e fixação da despesa referente à aprovação do orçamento com base na Lei Orçamentária Anual, no valor de R$ 50.000. Olá, pessoal! Comento neste toque as questões de Contabilidade Pública que caíram no concurso para conselheiro substituto do TCE-CE. A banca foi a Fundação Carlos Chagas. Aproveito a oportunidade para

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

*,)(*UXSRGH,QVWLWXWRV )XQGDo}HVH(PSUHVDV. 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGH HSDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV

*,)(*UXSRGH,QVWLWXWRV )XQGDo}HVH(PSUHVDV. 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGH HSDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV *,)(*UXSRGH,QVWLWXWRV )XQGDo}HVH(PSUHVDV 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGH HSDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV 3DUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV São Paulo, 19 de fevereiro de 2002 Aos Administradores

Leia mais

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2007 e de 2006 e parecer dos auditores independentes

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2007 e de 2006 e parecer dos auditores independentes GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2007 e de 2006 e parecer dos auditores independentes Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo

Leia mais

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2002 e de 2001 e parecer dos auditores independentes

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2002 e de 2001 e parecer dos auditores independentes GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2002 e de 2001 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes 21 de março de 2003

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2003 e de 2002 e parecer dos auditores independentes

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2003 e de 2002 e parecer dos auditores independentes GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2003 e de 2002 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes Aos Administradores

Leia mais

MENSAGEM DO PRESIDENTE Projetando o nosso futuro

MENSAGEM DO PRESIDENTE Projetando o nosso futuro 2015 MENSAGEM DO PRESIDENTE Projetando o nosso futuro É com grande satisfação que apresentamos a Previsão Orçamentária para o exercício de 2015 do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários

ESTUDO DIRIGIDO DAS NOVAS NORMAS APLICÁVEIS À CONTABILIDADE PÚBLICA. Aula 01. MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Aula 01 MCASP, parte I, Procedimentos Contábeis Orçamentários Abordaremos os seguintes pontos: 01.03.03 reconhecimento da receita orçamentária. 01.03.03.01 relacionamento do regime orçamentário com o regime

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais)

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008. (Em milhares de reais) NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 e 2008 (Em milhares de reais) NOTA 1 - CONTEXTO OPERACIONAL A Seguradora está autorizada a operar em seguros do

Leia mais

SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014

SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014 SIND.TRAB.EM.EMPR.PLAN.DES.URBANO-SINCOHAB C.N.P.J: 66.661.372/0001-77 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31/12/2014 CONTAS DO ATIVO DE 2014 DE 2013 Fls.: 051 DE 2012 CIRCULANTE DISPONÍVEL 6.204,56 6.866,64

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Notas explicativas às Demonstrações Contábeis dos Planos de Assistência Médica, Hospitalar e Odontológica da Fundação Celesc de Seguridade Social do Exercício Findo em 31 de dezembro de 2011 e 2010. NOTAS

Leia mais

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4 Conteúdo C.1 Do Objeto...2 C.2 Das Definições...2 C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4 C.4 Da Constituição do PGA...4 C.5 Das Fontes de Custeio Administrativo...4 C.6 Dos Limites de Custeio Administrativo...5

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2013

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2013 BALANCO-FINANCEIRO RECEITA RECEITA 171.497.549,97 INGRESSOS ORCAMENTARIOS 129.298.464,81 INTERFERENCIAS ATIVAS 129.298.464,81 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS 129.298.464,81 REPASSE RECEBIDO 129.298.464,81

Leia mais

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL - DEPARTAMENTO NACIONAL BALANÇO PATRIMONIAL ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 ESPECIFICAÇÃO 2014 2013 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO PASSIVO Ativo Circulante 1.149.479.180,77 989.839.743,43 Passivo Circulante 317.274.300,38 283.051.918,44 Caixa e Equiv. Caixa Moeda Nacional 800.954.874,69 676.326.925,34 Obrig.

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2012

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DIRETORIA DE ORÇAMENTO E FINANÇAS DIVISÃO DE RECURSOS FINANCEIROS EXERCICIO 2012 BALANCO-FINANCEIRO RECEITA RECEITA 12.255.327,67 INGRESSOS ORCAMENTARIOS 9.425.690,28 INTERFERENCIAS ATIVAS 9.425.690,28 TRANSFERENCIAS FINANCEIRAS RECEBIDAS 9.425.690,28 REPASSE RECEBIDO 9.425.690,28

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002 E 2001 FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002 E 2001 FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002 E 2001 FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO FUNDO BRASILEIRO PARA A BIODIVERSIDADE - FUNBIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2002

Leia mais

CAU - PR Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Paraná CNPJ: 14.804.099/0001-99

CAU - PR Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Paraná CNPJ: 14.804.099/0001-99 Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Paraná CNPJ: 14.804.099/0001-99 Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO ATIVO CIRCULANTE Especificação CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA CRÉDITOS A CURTO PRAZO Atual

Leia mais

Fundação Iochpe Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2.012 e de 2.011 Cifras apresentadas em reais

Fundação Iochpe Notas explicativas da administração às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2.012 e de 2.011 Cifras apresentadas em reais 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Fundação Iochpe foi instituída pela Companhia Iochpe e atualmente a sociedade mantenedora é a Iochpe-Maxion S/A e suas subsidiárias. A Fundação tem por finalidade cumprir a função

Leia mais

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2006 e de 2005 e parecer dos auditores independentes

GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2006 e de 2005 e parecer dos auditores independentes GIFE - Grupo de Institutos, Fundações e Empresas Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2006 e de 2005 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes Aos Administradores

Leia mais

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA

EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA EIXO 4 PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA Disciplina: D 4.11 Elaboração e Programação Orçamentária e Financeira (40h) (Aula 5: Orçamento das Empresas Estatais Federais) Professor: Luiz Guilherme

Leia mais

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL

ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL ANEXO IV MODELO DE PROPOSTA COMERCIAL 1. A PROPOSTA COMERCIAL será constituída de uma Carta Proposta, que trará o valor da CONTRAPRESTAÇÃO PECUNIÁRIA ofertada, através

Leia mais

ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANOPOLIS

ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANOPOLIS ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANOPOLIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013 E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANOPOLIS

Leia mais

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016.

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. 1 Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. Formulários obrigatórios para Prestação de Contas PRESTAÇÃO DE CONTAS - PROJETOS INCENTIVADOS PELA DME E/OU SUAS SUBSIDIÁRIAS.

Leia mais

Fundo Amazônia (Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES)

Fundo Amazônia (Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES) Fundo Amazônia (Administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2011 e Relatório dos Auditores

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TAEKWONDO

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TAEKWONDO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TAEKWONDO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 e 2013 14 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores da Confederação

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS

DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS 110 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS BÁSICAS CAPITAL ORDINÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 2006 2005 Caixa e investimentos Caixa................................................. $ 276 $ 223 Investimentos Carteira

Leia mais

Financiamento de Projetos para a Inovação

Financiamento de Projetos para a Inovação GESTÃO Financiamento de Projetos para a Inovação Objetivos da Aula Conhecer sobre o financiamento de projetos de pesquisa aplicada; Conhecer a dinâmica do processo de elaboração de projetos de pesquisa

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Comentários sobre a Avaliação da Situação Financeira do FAT, anexa ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2016 Elisangela Moreira da Silva

Leia mais

DESTAQUES DO PERÍODO (2T11)

DESTAQUES DO PERÍODO (2T11) QUALICORP REGISTRA CRESCIMENTO DO TRIMESTRE NO NÚMERO DE BENEFICIÁRIOS DE 18,5%, RECEITA LÍQUIDA DE 43,9%, EBITDA AJUSTADO DE 36,6% EM RELAÇÃO AO 2T10 1 São Paulo, 12 de agosto de 2011. A QUALICORP S.A.

Leia mais

Relatório de Avaliação Contábil n o 4/2015/COGEF/SAF Documento n o 00000.036304/2015-08

Relatório de Avaliação Contábil n o 4/2015/COGEF/SAF Documento n o 00000.036304/2015-08 Relatório de Avaliação Contábil n o 4/2015/COGEF/SAF Documento n o 00000.036304/2015-08 1. Introdução Contrato de Gestão nº 014/ANA/2010, firmado em 30 de junho de 2010. Entidade Delegatária: Associação

Leia mais

GIFE GRUPO DE INSTITUTOS, FUNDAÇÕES E EMPRESAS

GIFE GRUPO DE INSTITUTOS, FUNDAÇÕES E EMPRESAS GIFE GRUPO DE INSTITUTOS, FUNDAÇÕES E EMPRESAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AOS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E 2007 E PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES A BDO International é uma

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO

DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS Mostra o fluxo de eventos ocorridos em um determinado período de tempo. Quanto a empresa lucrou no ano passado? BALANÇO PATRIMONIAL Fotografia

Leia mais

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS

DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA REGIONAIS OBJETIVOS Dotar as Promotorias de Justiça

Leia mais

FUNDOS DO SETOR ELÉTRICO ADMINISTRADOS PELA ELETROBRÁS 2009

FUNDOS DO SETOR ELÉTRICO ADMINISTRADOS PELA ELETROBRÁS 2009 4.7 - FUNDOS DO SETOR ELÉTRICO A Centrais Elétricas Brasileiras S.A. - Eletrobrás é a responsável pela gestão de recursos setoriais que atendem às diversas áreas do Setor Elétrico, representados pelos

Leia mais

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes

Demonstrações Financeiras. Confederação Brasileira de Remo. em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes Demonstrações Financeiras Confederação Brasileira de Remo em 31 de dezembro de 2012. Com relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras ÍNDICE I. Relatório dos Auditores Independentes

Leia mais

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010

6º Congresso Catarinense de. Controladores Internos Municipais. 17 e 18 de junho de 2010 6º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais 17 e 18 de junho de 2010 RECEITAS E DESPESAS PÚBLICAS: Enfoque Orçamentário X Enfoque Patrimonial

Leia mais

GUIA DE CAPACITAÇÃO REGISTRO DE RECEITA EXTRA ORÇAMENTÁRIA - RDE

GUIA DE CAPACITAÇÃO REGISTRO DE RECEITA EXTRA ORÇAMENTÁRIA - RDE GUIA DE CAPACITAÇÃO REGISTRO DE RECEITA EXTRA ORÇAMENTÁRIA - RDE Registro de Receita Extra Orçamentária (RDE) - SUMÁRIO - 1. CONCEITOS...3 2. Registro de Receita Extra Orçamentária...6 2.1. DESCRIÇÃO...6

Leia mais

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42 Anexo 01 Demonstrativo da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas RECEITA DESPESA RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES RECEITA PATRIMONIAL 1.324.567,17 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA 0,00 RECEITA

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO. 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - ESCOLA DE ATIVISMO 31 de dezembro de 2012 SUMÁRIO BALANÇO PATRIMONIAL 02 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO PERÍODO 03 DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO 04 DEMONSTRAÇÕES

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral

Correção da Prova. Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral Correção da Prova Questões: 1, 2, 3, 4, 5 Contabilidade Geral Questão 1 - Acerca das demonstrações contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. O recebimento de caixa resultante

Leia mais

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral

Prefeitura Da Cidade do Rio de Janeiro Controladoria Geral do Município Subcontroladoria de Integração de Controles Contadoria Geral 1 RELATÓRIO DE DESEMPENHO DA PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO FRENTE À LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO EXERCÍCIO DE 2012 Este relatório tem por objetivo abordar, de forma resumida, alguns aspectos

Leia mais

Apresentação de Resultados 1T15

Apresentação de Resultados 1T15 Apresentação de Resultados 1T15 1 Destaques do Período Início da operação comercial de quatro parques do LEN A-3 2011 Início da operação comercial: 04 de março de 2015 Os outros 5 parques serão conectados

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis

Contabilidade Pública. Aula 4. Apresentação. Plano de Contas. Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão. Sistemas Contábeis Contabilidade Pública Aula 4 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Plano de Contas Sistema de Contas e Demonstrativos Contábeis de Gestão Consiste em um rol ordenado de forma sistematizada de contas

Leia mais

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO Em cumprimento ao disposto na Legislação vigente, (Art.101 da Lei nº 4.320/64), os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração

Leia mais

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011

ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 SUR - REDE UNIVERSITÁRIA DE DIREITOS HUMANOS QUADRO I - BALANÇO PATRIMONIAL EM 31 DE DEZEMBRO Nota Nota ATIVO Explicativa 2012 2011 PASSIVO Explicativa 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes

Leia mais

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO

NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO NECESSIDADES DE FINANCIAMENTO DO GOVERNO CENTRAL METODOLOGIA DE CÁLCULO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO O resultado primário, que exclui das receitas totais os ganhos de aplicações financeiras e, dos gastos totais,

Leia mais

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas, registradas como receitas orçamentárias, quando representam disponibilidades de recursos financeiros

Leia mais

Fundos de Investimento - FIP Característica RSA

Fundos de Investimento - FIP Característica RSA Nome BB Referenciado DI Social 50 BB Multimercado Balanceado LP Jovem BB Ações ISE Jovem Nome Fundos de Investimento - RSA 50% da taxa de administração é repassado à Fundação Banco do Brasil 20% da taxa

Leia mais

Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores

Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron - ABTLuS Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes 18

Leia mais

Política e Sistema de Promoção e Proteção do Emprego PROPOSTA DAS CENTRAIS SINDICAIS

Política e Sistema de Promoção e Proteção do Emprego PROPOSTA DAS CENTRAIS SINDICAIS Política e Sistema de Promoção e Proteção do Emprego PROPOSTA DAS CENTRAIS SINDICAIS Novembro, 2013 1 Política e Sistema de Promoção e Proteção do Emprego PROPOSTA DAS CENTRAIS SINDICAIS Novembro, 2013

Leia mais

Aula 01. Balanço de Pagamentos

Aula 01. Balanço de Pagamentos 1. Conceito Aula 01 Balanço de Pagamentos O Balanço de Pagamentos (BP) é um registro sistemático das transações comerciais e financeiras de um país com Exterior, entre residentes e não residentes de um

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE REMO. Demonstrações Financeiras. Em 31 de dezembro de 2011. Conteúdo. Balanços Patrimoniais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE REMO. Demonstrações Financeiras. Em 31 de dezembro de 2011. Conteúdo. Balanços Patrimoniais CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE REMO Demonstrações Financeiras Em 31 de dezembro de 2011 Conteúdo Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras Balanços Patrimoniais Demonstração

Leia mais

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS

Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada IMPA-OS Demonstrações Financeiras em 31 de dezembro de 2003 e Parecer dos Auditores Independentes Parecer dos Auditores Independentes 29 de janeiro

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva

Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA. Profa. Divane Silva Unidade IV CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Profa. Divane Silva A disciplina está dividida em 04 Unidades: Unidade I 1. Avaliação de Investimentos Permanentes Unidade II 2. A Técnica da Equivalência Patrimonial

Leia mais

Balanço de Pagamentos

Balanço de Pagamentos Alicia Ruiz Olalde Balanço de Pagamentos No balanço de pagamentos, são registradas todas as transações econômicas que o país realiza com o resto do mundo, num determinado período de tempo. O Balanço de

Leia mais

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 Apresentação Este volume compõe o Balanço Geral do Estado do exercício financeiro 2010. Nele são apresentados os anexos exigidos na LEI 4.320/64. LUIZ MARCOS DE LIMA SUPERINTENDENTE

Leia mais

APAE - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE DIADEMA Demonstrações financeiras de 2013 comparativo 2012 BALANÇO PATRIMONIAL

APAE - ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS DE DIADEMA Demonstrações financeiras de 2013 comparativo 2012 BALANÇO PATRIMONIAL BALANÇO PATRIMONIAL A T I V O 2013 2012 ATIVO CIRCULANTE 500.580 566.437 DISPONIBILIDADES 477.026 544.078 Caixa e Bancos Recursos Livres - Assistência Social 6.774 23.649 Bancos Recursos Terceiros - Assistência

Leia mais

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2

DFP - Demonstrações Financeiras Padronizadas - 31/12/2013 - BANCO BRADESCO SA Versão : 2. Composição do Capital 1. Proventos em Dinheiro 2 Índice Dados da Empresa Composição do Capital 1 Proventos em Dinheiro 2 DFs Individuais Balanço Patrimonial Ativo 5 Balanço Patrimonial Passivo 9 Demonstração do Resultado 12 Demonstração do Resultado

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis. Demonstrações Contábeis. Em 31 de dezembro de 2011

Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis. Demonstrações Contábeis. Em 31 de dezembro de 2011 Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis Em 31 de dezembro de 2011 AUDIBANCO - Auditores Independentes Sociedade Simples. 1 Demonstrações Contábeis

Leia mais

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004

Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 ABCD Instituto Consulado da Mulher Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 ABCD Instituto Consulado da Mulher Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2005 e 2004 Conteúdo Parecer

Leia mais

1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA

1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA 1 - AQUISIÇÃO DO CARTÃO BB PESQUISA 1º PASSO: Recebimento do e-mail de aprovação do projeto. 2º PASSO: Preenchimento e assinatura do Termo de Aceitação de Apoio Financeiro e do Cadastro de Portador, que

Leia mais

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO FLUXO DE CAIXA INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Lúcia de Fátima de Lima Lisboa RESUMO O presente artigo apresenta o fluxo de caixa como uma ferramenta indispensável para a gestão financeira

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I.

COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS. Autor: Francisco Cavalcante UP-TO-DATE. ANO I. UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 3 COMO CALCULAR UM FLUXO DE CAIXA COM BASE EM DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS ENCERRADAS Autor: Francisco Cavalcante Circular para: CAVALCANTE& ASSOCIADOS AOS NOSSOS LEITORES Up-To-Date

Leia mais

$VVRFLDomR%UDVLOHLUDGH 7HFQRORJLDGH/X] 6tQFURWURQ$%7/X6. 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGHH SDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV

$VVRFLDomR%UDVLOHLUDGH 7HFQRORJLDGH/X] 6tQFURWURQ$%7/X6. 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGHH SDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV $VVRFLDomR%UDVLOHLUDGH 7HFQRORJLDGH/X] 6tQFURWURQ$%7/X6 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDVHP GHGH]HPEURGHHGHH SDUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV 3DUHFHUGRVDXGLWRUHVLQGHSHQGHQWHV 17 de janeiro de 2003 Aos Administradores

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA SERRA GAÚCHA

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA SERRA GAÚCHA NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA SERRA GAÚCHA EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 NOTA 1 Contexto operacional O Consórcio

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

ASSOCIAÇÃO FRATERNAL PELICANO CNPJ Nº 05.439.594/0001-55 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$)

ASSOCIAÇÃO FRATERNAL PELICANO CNPJ Nº 05.439.594/0001-55 BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$) BALANÇO PATRIMONIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012/2011 (EM R$) ATIVO 2012 2011 PASSIVO E PATRIMONIO SOCIAL 2012 2011 CIRCULANTE 41.213,54 37.485,00 CIRCULANTE 12.247,91 11.914,91 EQUIVALENCIA DE

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL REGIONAL JARAGUAENSE - FERJ BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE Valores expressos em Reais. ATIVO Notas 2010 2009 BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE ATIVO Notas 2010 2009 CIRCULANTE Caixa e bancos 422.947 20.723 Contas a receber 4 698.224 903.098 Outras contas a receber 5 3.304.465 121.908 Estoques 14.070

Leia mais

RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES 379.374,45 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA

RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES 379.374,45 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA ANEXO 1 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA E DESPESA SEGUNDO AS CATEGORIAS ECONÔMICAS Agosto / 2011 Orçamento Fiscal, da Seguridade Social e de Investimentos. Adendo II à Portaria

Leia mais

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função

Contabilidade Pública. Aula 6. Apresentação. Demonstração do Balanço Patrimonial. Demonstração dos Fluxos de Caixa. Necessidade e Função Contabilidade Pública Aula 6 Apresentação Prof. Me. Adilson Lombardo Demonstração do Balanço Patrimonial Necessidade e Função Demonstração dos Fluxos de Caixa Demonstração do Resultado Econômico Contextualização

Leia mais

Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Ciências Contábeis - ANPCONT. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2014 e 2013

Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Ciências Contábeis - ANPCONT. Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Ciências Contábeis - ANPCONT Demonstrações Contábeis em 31 de dezembro de 2014 e 2013 Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Ciências

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 006/2013

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 006/2013 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 006/2013 Brasília-DF Janeiro/2013 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 006/2013 Processo CFC n.º 2013/000020

Leia mais

Secretaria do Planejamento

Secretaria do Planejamento Salvador, Bahia Sexta-Feira 10 de outubro de 2014 Ano XCIX N o 21.543 Secretaria do Planejamento INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 DE 08 DE OUTUBRO DE 2014 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública

Leia mais

ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANÓPOLIS

ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANÓPOLIS ASSOCIAÇÃO SAÚDE CRIANÇA FLORIANÓPOLIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 ACOMPANHADAS DO RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONTEÚDO: Relatório

Leia mais

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE

ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE QUADRO I BALANÇOS PATRIMONIAIS ATIVO Nota 2012 2011 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Nota 2012 2011 CIRCULANTE CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa 4 2.630.185 2.070.467 Fornecedores 115.915 76.688 Contas

Leia mais

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG

CURSO ON-LINE - PROFESSOR: DEUSVALDO CARVALHO RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE CONTABILIDADE PÚBLICA APO MPOG CONCURSO: APO/MPOG/2010 66. (ESAF APO/MPOG/2010) Assinale a opção verdadeira a respeito do objeto, regime e campo de aplicação da contabilidade

Leia mais

AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64.

AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64. AULA 07: Balanço patrimonial, Demonstração das Variações Patrimoniais de acordo com a Lei nº 4.320/64. SUMÁRIO PÁGINA 1. Apresentação 1 2. Balanço Patrimonial 1 2.1. Estrutura conceitual 1 2.2. Análise

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO

ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 ASSOCIAÇÃO DE AMIGOS DO JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIRO Demonstrações Contábeis Em 31

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS Junto ao TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ACRE

MINISTÉRIO PÚBLICO DE CONTAS Junto ao TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO ACRE PROCESSO N 13.843.2010-20 Rio Branco-AC, 12.08.2014. ASSUNTO: Prestação de Contas da Prefeitura Municipal de Rodrigues Alves, referente ao exercício de 2009. O presente processo já foi objeto de pronunciamento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014

ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 ANEXO II RELAÇÃO DAS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES AO PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA DE 2014 I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário

Leia mais

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS V - AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO PARÁ RPPS A Emenda Constitucional nº 20, de 15

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18 COMO FAZER RAPIDAMENTE PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Projeção do Balanço, Resultado e do Caixa integrados Qual o melhor método para uma projeção rápida Finalidades

Leia mais

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Governo do Estado do Amazonas Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Plano de Contas Manaus Amazonas 2012 0 Índice 1. Introdução

Leia mais

PARECER DE AUDITORIA

PARECER DE AUDITORIA PARECER DE AUDITORIA Aos Diretores da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS CORRETORES DE SEGUROS DE BELO HORIZONTE E REGIÃO METROPOLITANA LTDA CREDICORSEGS 1. Examinamos o balanço patrimonial da

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO CRC-DF DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO Domingos Poubel de Castro Brasília/DF, 18 de Maio de 2012 NECESSIDADES PERMANENTES DO GESTOR INFORMAÇÕES CONTROLE Cenário Externo 0800 570 0800

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade

DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012. Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta. Analista-Contabilidade DEFENSORIA PÚBLICA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 2012 Resolução comentada da prova de Contabilidade Prof. Milton M. Ueta Analista-Contabilidade 1 Primeiramente, é necessário Apurar o Resultado pois, como

Leia mais