8.2 - Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum

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1 UNIDADE 8 - INTERRELAÇÕES METABÓLICAS Ciclo Jejum-alimentação Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum Inter-relações metabólicas de tecidos em vários estados nutricionais e hormonais

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3 8.1 - Ciclo Jejum-alimentação Estado de jejum inicial Glicemia começa a diminuir, o pâncreas responde produzindo glucagon, que sinaliza a degradação de glicogênio hepático iniciando a gliconeogênese, pouco intensa, que gera glicose para repor no sangue ; Neste momento inicia a proteólise muscular, marcado pela presença de alanina no sangue, que vai para o fígado, assim como o lactato (metabolismo anaeróbico ocorre nas hemácias), precursores de gliconeogênese ; Inicia a glicogenólise.

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5 Jejum estabelecido Quadro de hipoglicemia: O glucagon continua a ser produzido pelo pâncreas, no fígado acontece a gliconeogênese; Com a queda da glicemia o fígado trabalha no sentido de repor esta glicemia, diminuindo o glicogênio; A gliconeogênese é realizada a partir do piruvato que é oriundo da degradação de aminoácidos através da degradação de proteínas; A partir da degradação de aminoácidos podem produzir intermediários do CK; A gliconeogênese pode ocorrer também a partir do glicerol que veio da mobilização de TAG, como também apartir do lactato.

6 A Lipólise ocorre no jejum estabelecido. Com isso a glicose 6P é produzida com a retirada de um fosfato, tornando a glicose livre para ir para os diferentes tecidos. Mesmo no jejum em situação de luta ou fuga o glicogênio é usado pelo músculo, depois ocorre a reposição deste glicogênio no músculo. A Síntese de Corpos Cetônicos esta relacionada a mobilização de lipídeos do tecido adiposo.

7 Estado de realimentação Fígado permanece gliconeogênico por um tempo; Para depois entrar no estado bem nutrido. Para isso a glicose obtida da alimentação vai para o músculo que faz metabolismo anaeróbico e tem como produto o lactato, que vai para o fígado e aproveita a via de gliconeogênese.

8 8.2 - Mecanismos envolvidos na alteração do metabolismo hepático entre os estado bem alimentado e o estado de jejum

9 Cada tecido exerce uma função, integrando entre si para manter a homeostase do corpo. O metabolismo é diferenciado de acordo com o tecido. Metabolismo no fígado: A função do fígado é processar e distribuir os nutrientes adquiridos da alimentação. Proteínas, carboidratos e lipídeos precisam ser hidrolisados e absorvidos, o primeiro órgão a entrar em contato com as moléculas degradadas é o fígado, que gerencia o destinos destas moléculas menores. Ele recebe aminoácidos, monossacarídeos, lipídeos (TAG e lipoproteínas) mas estes precisam ser hidrolisado para passar pela membrana.

10 No fígado os açúcares tem transportador de glicose, GLUT2, presente na membrana plasmática, não depende da insulina, esse açúcar segue o gradiente de concentração. A glicose ao chegar no hepatócito é transformada em glicose 6P, fosforilada, fazendo com que a concentração da glicose caia, no hepatócito, ou seja a concentração de glicose no sangue sempre será maior do que no fígado. A hexoquinase hepática irá fosforilar a glicose.

11 Destinos possíveis da glicose 6P 1. A glicose 6P perde um fosfato se tornando livre e volta para o sangue, repondo a glicemia para nutrir outros tecidos Pode ser armazenada, quando o animal está bem alimentado a glicose 6P é armazenada na forma de glicogênio. 3. O hepatócito pode usar a glicose para obter energia, a partir do glicogênio. 4. A glicose pode virar ácido graxo numa situação de boa nutrição, com excesso de carboidrato, este é armazenado em forma de gordura, a partir da biossíntese de acetil CoA. Então é produzido triacilglicerol que vai para o tecido adiposo na forma de lipoproteína VLDL. Pois o fígado não armazena TAG. 5. Uma via alternativa, a via das pentoses, onde ocorre produção de NADPH importante nas reações de biossíntese redutoras.

12 8.3 - Inter-relações metabólicas de tecidos em vários estados nutricionais e hormonais METABOLISMO NO MÚSCULO Para ocorrer a contração muscular é preciso que aconteça a hidrólise de um ATP em ADP + Pi. O ATP que vai sofrer a hidrólise vem de ácidos graxos, corpos cetônicos e glicose sanguínea, variando qual vai ser usado de acordo com estado de alimentação do animal. Bem alimentado: glicose jejum inicial: Ác. graxo jejum: corpos cetônicos Se o músculo está exercendo atividade pesada o combustível é glicogênio muscular, porque ocorre o metabolismo anaeróbico, que é feito pela glicose produto final é lactato. Para atividades leves usa-se a glicose sanguínea, metabolismo aeróbico.

13 A Fosfocreatina (composto de alta energia), presente no músculo, em atividade pesada, ela libera o seu fosfato e energia para ser usada para fazer ATP que vai ser utilizada na contração muscular quando o animal esta em atividade.

14 CICLO DE JEJUM-ALIMENTAÇÃO O que acontece com carboidratos e proteínas obtidas na alimentação em diferentes estados nutricionais? Estado bem nutrido : glicose Depois de uma refeição rica em proteínas, carboidratos e lipídeos as moléculas vão ser degradadas, absorvidas e alguma parte vai para o fígado. Neste estado as biomoléculas, o hormônio que marca essa situação é a insulina, produzida pelo pâncreas. A glicose chega vinda da alimentação: - 1ª possibilidade é formar glicogênio (glicogênese) - 2ª possibilidade é produção de energia (ATP). - 3ª possibilidade é a glicose formar triacilglicerol que forma VLDL que vai para o tecido adiposo, ou vai para o tecido muscular, mas é para produção de ATP e não armazenamento.

15 - 4ª possibilidade é exportação da glicose para outros tecidos, como cérebro, adipócito e para o músculo, e boa parte vai para o músculo e tecido adiposo, quando estes tecidos não absorvem a glicose caracteriza a hiperglicemia.

16 Aminoácidos: Usados na síntese de proteína no fígado e em outros tecidos, depois disso ainda tem aminoácidos, estes são degradados para produção de energia. Lipídeos : Deixam os Ácidos Graxos no músculo estriado esquelético, no tecido adiposo, e o restante vai para o fígado como ácido graxo, e é transformado em TAG e forma VLDL que vai para outros tecidos ou para o fígado. O Fígado lipogênico é quando ele está bem nutrido, os carboidrato em excesso formam TAG no fígado e deste forma VLDL.

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