Atividade física em adolescentes do ensino médio: um estudo de caso em uma escola estadual em Belo Horizonte (MG)

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1 Atividade física em adolescentes do ensino médio: um estudo de caso em uma escola estadual em Belo Horizonte (MG) Resumo Este estudo teve como objetivo investigar o nível de atividade física em alunos no ensino médio. Foi realizada uma amostragem por conveniência em alunos em uma escola estadual de Belo Horizonte (MG). Adotou-se o Questionário Internacional para Atividade Física (IPAQ, versão curta). Participaram desta pesquisa 50 alunos entre 14 e 8 anos, sendo 58,8% do sexo feminino e 41,2% do masculino. Para a análise dos dados foi adotada a estatística descritiva e o teste não paramétrico de correlação de Spearman, e o quiquadrado, com p<0,05. Os resultados demonstram que a maioria dos alunos (55,3%) é irregularmente ativa. Conclui-se que há uma alta prevalência de alunos com nível insatisfatório de atividade física, sobretudo as moças e os de mais idade, não atendendo as atuais recomendações internacionais para a prática dessas atividades com o intuito de obtenção dos benefícios psicossociais que elas podem proporcionar. Recomenda-se refletir sobre as estratégias necessárias para facilitar a adesão desses indivíduos a essas atividades, bem como sobre os aspectos socioambientais e culturais que também podem influenciar nessa postura assumida pelos adolescentes. Palavras-chave: Atividade física. Adolescentes. Lazer.

2 Introdução A prevalência da inatividade física tem aumentado em âmbito mundial nos últimos anos. Esta é definida como um acúmulo de gasto energético mensal inferior a Kcal (NAHAS, 2006). Azevedo et al. (2007) relatam que a partir da adolescência há uma maior tendência de os jovens perderem o interesse pela prática de atividades físicas, podendo se estender durante a vida adulta. A prática regular dessas atividades para esse grupo, segundo Vieira, oferece alguns benefícios psicossociais, como: estímulo à socialização, maior empenho para a busca de seus objetivos, aumento da autoestima, melhora no humor, redução do estresse, equilíbrio do controle ponderal, minimização das predisposições a diversas doenças crônicas não transmissíveis, como obesidade, diabetes, hipertensão, bem como o uso de tabaco e outras drogas. Também pode servir como fator de proteção para alguns transtornos alimentares como bulimia, anorexia e a síndrome metabólica, entre outros comuns nessa faixa etária. Uma revisão dos estudos envolvendo a prática de atividades físicas em adolescentes brasileiros constatou que eles estão expostos a uma variação de baixos níveis de atividade física, variando entre 39% e 93,5% (TASSITANO et al., 2007). Autores como Guedes et al. (2001), Glaner (2002), Jenovesi et al. (2003), relatam que a inatividade física na adolescência vem se destacando como um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares na fase adulta. Buscando aprofundar o conhecimento da relação entre adolescente e a prática de atividade física, este estudo teve como objetivo investigar o nível de atividade física em alunos do ensino médio de uma escola pública estadual na cidade de Belo Horizonte (MG). Procedimentos metodológicos Esta pesquisa caracterizou-se como estudo de caso, exploratória do tipo transversal, realizada em Para a obtenção da amostra foi escolhida intencionalmente uma escola de ensino médio localizada na região do Barreiro, na cidade de Belo Horizonte. Com o intuito de se obter voluntários para participar da pesquisa, foi realizada uma visita a 10 turmas na escola para explicar os objetivos da pesquisa. A amostragem final foi composta por 50 alunos com idade entre 13 e 18 anos, 1 tendo todos assinados o termo de consentimento livre e esclarecido. Para mensurar o nível de atividade física, foi utilizado o Questionário Internacional para Atividade Física (IPAQ), adaptado para os adolescentes e validado por Amorin et al. (2006). O IPAQ é um questionário que permite estimar o tempo semanal gasto em atividades físicas de intensidade moderada e/ou vigorosa 2 em diferentes contextos do cotidiano, como trabalho, deslocamento ativo, tarefas domésticas e lazer. Neste estudo foi adotada a versão curta desse instrumento para mensurar o nível de atividade física. Esta é composta por sete questões abertas e suas informações permitem estimar o tempo despendido por semana em diferentes dimensões de atividade física (caminhadas e esforços físicos de intensidades moderada e vigorosa) e de inatividade. Segundo as orientações do protocolo do instrumento adotado, a classificação do nível de atividade física considerou o tempo total dos quatro domínios estipulados pelo mesmo. Os indivíduos que praticavam 150 minutos ou mais de atividade física semanal foram considerados ativos, os que somaram um tempo inferior que 150 minutos foram considerados irregularmente ativos e/ ou inativos. A aplicação do questionário foi realizada conforme a realização de um cronograma em comum acordo com a diretoria e professores da escola envolvida. A coleta de dados foi realizada durante um tempo máximo de 50 minutos para responder todo o questionário, este foi aplicado coletivamente reunindo os voluntários em um local adequado. A digitação dos dados foi realizada no programa Excel, seguida de conferência para o lançamento correto dos dados. Foi realizada uma análise descritiva dos dados bem como a adoção de teste estatístico, quiquadrado para a comparação entre os sexos, e o teste de correlação de Spearman, ambos com valor de p < 0,05, por meio do programa SPSS 18.

3 Resultados e discussão Os dados sociodemográficos da amostra, sendo composta por 50 alunos, são apresentados na tabela 1. Tabela 1. Dados sociodemográficos da amostra Idade Masc Sexo 14,5 ± 0,8 anos 58,8% 41,2% A tabela 2 apresenta os dados referentes à frequência semanal e o tempo diário de prática da atividade física dos alunos. Tabela 2. Dados do Ipaq* 1ª (atividade de caminhada) 1b 2ª (atividade moderada) 2b 3ª (atividade vigorosa) 3b 4,1 62,2 3 72,1 2,8 78 *Médias das respostas Os itens 1a, 2a e 3a são referentes à frequência semanal de prática de atividade física. Os itens 1b, 2b e 3b são referentes ao tempo diário em minutos gastos na prática de atividade física. A atividade física de maior frequência semanal é a caminhada. Em relação à intensidade da prática de atividades físicas, encontrou-se uma maior frequência das atividades moderadas. Segundo Ceschini, Figueira Junior e Araujo (2009), a recomendação atual estipulada pela Organização Mundial da Saúde é que crianças e adolescentes realizem pelo menos 300 minutos de atividades físicas semanais, ou seja, os participantes desta pesquisa são considerados como irregularmente ativos (inferior a 150 minutos semanais), não atendendo as recomendações adequadas para a faixa etária e para o pleno desenvolvimento dos benefícios proporcionados por essas atividades. A tabela 3 apresenta os dados referentes ao nível de atividade física (NAF) 1 e o sexo, sendo que os rapazes são mais ativos do que as moças (31,8% e 23,5%, respectivamente). Porém, ao se realizar o teste X2, não houve uma diferença estatisticamente significativa (p = 0,475). Esses dados corroboram quanto à maior prevalência de rapazes serem mais fisicamente ativos, aos apresentados por estudos que analisaram essa mesma faixa etária, como os realizados por Tassitano et al. (2007), que fez uma revisão sistemática no Brasil a respeito do Fem nível de atividade física, concluindo que os rapazes são mais ativos que as moças; bem como aos demonstrados por Silva e Silva (2008), em estudo feito com estudantes da rede pública de Aracaju/SE. Tabela 3. NAF versus sexo NAF Sexo Masc Fem Total (%) Inativo 27,1 17,6 44,7 Ativo 31,8 23,5 55,3 A tabela 4 apresenta os dados referentes ao NAF e a idade, sendo que os adolescentes mais novos (com idade entre 13 e 15 anos) são mais ativos do que os de maior idade (16 e 17 anos). Porém, ao se realizar o teste X2 não houve uma diferença estatisticamente significativa (p = 0,528). Esses dados corroboram aos apresentados por autores como Azevedo et al. (2007), ao afirmarem que as pessoas mais jovens apresentam um maior nível de atividade física que as de maior idade; Esculcas e Mota (2005) avaliaram adolescentes (15,9 ± 2,2 anos) em Portugal, concluindo que os participantes com idade entre 12 e 13 anos apresentam uma diferença estatisticamente significativa (p = 0,01), com uma frequência em atividades físicas de 49,5% em relação aos indivíduos com idade entre 18 e 20 anos (34,5%). Tabela 4. NAF versus a idade NAF Idade (anos) Total (%) Inativo 0 25,9 14,1 3,5 1,2 44,7 Ativo 2,4 62,4 24,7 8,2 2,4 55,3 Segundo Maciel e Veiga (2012) a adesão à prática de atividades físicas é influenciada por diversos fatores, como as transformações sociais ocorridas de forma intensa nos últimos anos, que alteram as vivências das práticas de lazer na população, a crescente urbanização, que trouxe consigo o aumento da violência, a perda de espaços públicos de lazer, entre outros aspectos, o desenvolvimento tecnológico e dos meios de comunicação, que paradoxalmente, ao mesmo tempo em que diminuiu a distância entre as pessoas, estreitando a interação entre as mesmas (facilitada pela comunicação através da internet e da telefonia),

4 trouxe consigo certo isolamento social, afastando o contato pessoal direto, devido ao uso exacerbado do lazer doméstico vivenciado através da web, dos jogos eletrônicos e da televisão. Percebe-se a influência dessas mudanças direcionadas para o mundo virtual, através de trabalhos como os realizados por Muza e Costa (2002), que investigaram a percepção dos adolescentes de duas cidades-satélites do Distrito Federal, para a elaboração de um projeto de promoção da saúde comunitário. Os autores constataram que as ocupações do tempo livre dos adolescentes são escassas e limitadas e estão relacionadas a questões sociais como a falta de segurança e a violência urbana, que, junto com a disseminação do uso abusivo de drogas são alguns dos problemas que esses jovens enfrentam na comunidade em que vivem. Em pesquisa realizada por Sarriera et al. (2007) sobre uso do tempo livre por adolescentes de baixo nível socioeconômico da cidade de Porto Alegre (RS), constatou-se a predominância de atividades como assistir à televisão e/ou ir para a rua, bem como a dificuldade de acesso ao lazer e às atividades culturais e esportivas por parte desse grupo, o que pode se configurar, pela literatura pesquisada, como um indicativo de vulnerabilidade no que se refere a situações de risco social. Ainda segundo esses autores, a existência de poucas alternativas de lazer e o acesso restrito a atividades artísticas, culturais e esportivas para os adolescentes pesquisados aumenta a suscetibilidade a comportamentos de risco à saúde e à vida, especialmente o envolvimento com drogas lícitas e/ou ilícitas e a violência juvenil, na forma de brigas e enfrentamentos. Segundo pesquisa realizada por Pinho (2007), a respeito das principais atividades de lazer vivenciadas por adolescentes, os resultados obtidos são: assistir à TV ; o uso da internet como a segunda opção de lazer, principalmente entre os adolescentes que possuem condições econômicas mais privilegiadas; em seguida aparece a prática das atividades esportivas. De acordo com Santos et al. (2005), estudos realizados em países europeus apontam as preferências dos jovens por atividades fisicamente inativas no tempo de lazer (ouvir música, ver televisão, conversar com os amigos, jogar cartas, jogos de vídeo e computador). Esses mesmos autores realizaram uma pesquisa para verificar a variação sazonal na prática de atividades físicas em adolescentes portugueses, cujos resultados demonstraram que entre eles prevalecem o gosto por atividades fisicamente inativas, sendo que a prática esportiva não orientada ocupa apenas a 9ª posição durante o outono/inverno, e a 6ª posição no período da primavera/verão. Em outro estudo realizado com adolescentes portugueses, Esculcas e Mota (2005) investigaram a prática de atividades físicas nessa população, encontrando resultados semelhantes aos de Santos et al. (2005), ou seja, a prevalência de adolescentes fisicamente inativos. Destacamos mediante os dados acima descritos a afirmativa feita por Pinto (2008, p. 46), o lazer apresenta-se como um espaço de (re)construção das relações sociais e de conhecimentos, oportunidade de (re)significação das dimensões objetivas e subjetivas que os constituem, demonstrando assim a importância de despertar nas pessoas uma reflexão dos acontecimentos sociais de forma contextualizada e não apenas como meio de divertimento e consumo. Nessa perspectiva, uma das intervenções do lazer seria pedagógica, ou seja, estimular indivíduo a um processo de aprendizagem e mudança comportamental como, por exemplo, a educação para a adoção da prática da atividade física regular, poderia despertar uma maior conscientização das pessoas para adotar essa prática de forma permanente. Conclusão Embora os rapazes sejam mais fisicamente ativos que as moças, em geral os resultados deste estudo demonstram uma maior prevalência de adolescentes irregularmente ativos, sobretudo acima de 16 anos, não contemplando as recomendações mínimas estipuladas pela Organização Mundial da Saúde quanto ao tempo e/ou frequência semanal, intensidade dessas atividades, para que se alcancem os benefícios à saúde por elas proporcionados. Contudo, deve-se refletir sobre os fatores individuais psicofisiológicos (clínico e etário), socioambientais (socioeconômico, aclimático, atopográfico e de transporte) e culturais (regional/étnico) que interferem na adesão à prática de atividades físicas por esse grupo. Como, por exemplo, a acessibilidade a espaços e equipamentos de lazer próximos às residências, a implantação efetiva de políticas públicas adequadas à cada realidade regional, a segurança pública e deslocamento em vias públicas/trânsito, topografia, nível socioenômico (jovens

5 de menor renda podem precisar se dedicar ao trabalho remunerado para ajudar a compor a renda familiar), questões de gênero (por que as moças são mais inativas do que os rapazes). Será que perdura uma representação social quanto ao gênero? Ou seja, as moças são privadas de participar de atividades físicas em função de estereótipos sociais ainda persistentes em nossa cultura. O instrumento adotado possibilita realizar um importante diagnóstico ou análise geral nos indivíduos sobre a adesão à prática da atividade física, que se apresenta como um fenômeno complexo multifatorial. O mesmo não explora os aspectos subjetivos, socioambientais e os demais que envolvem as pessoas, sendo necessária a adoção de outros procedimentos, como entrevistas/questionários semiestruturados que possibilitem avançar em profundidade na compreensão desse fenômeno. Notas 1 Segundo a Organização Mundial de Saúde, a adolescência é o período entre 10 e 19 anos de idade (CONTI; FRUTUOSO; GAMBARDELLA, 2005). 2 Segundo McArdle, a intensidade da atividade física é medida pelo gasto energético em METs (taxa metabólica de esforço), sendo classificada em: Baixa 0 a < 2,9; Moderada 3 a < 5,9 e Vigorosa > 6 METs. 3 Classificação do NAF: Fisicamente inativo prática de atividade física inferior a 150 minutos semanais; Fisicamente ativo prática de atividade física superior a 150 minutos semanais (AMORIN et al., 2006). Referências AMORIN, P. R. S. et al. Análise do questionário internacional de atividade física em adolescentes. Fitness & Performance Journal, v. 5, p , AZEVEDO, M. R. et al. Tracking of physical activity from adolescence to adulthood: a population based stud = Continuidade na prática de atividade física da adolescência para a idade adulta: estudo de base populacional. Revista de Saúde Pública; São Paulo, v. 41, p , CESCHINI, F. L.; FIGUEIRA JUNIOR, A.; ARAÚJO, J. F. Atividade física e comportamentos sedentários em adolescentes. Revista Brasileira de Ciencia da Saúde, v , jan.-mar GLANER, M.F. Nível de atividade física e aptidão física relacionado à saúde em rapazes rurais e urbanos; Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v. 16, n. ( ), p. 7-85, jan.-jun: GUEDES, D.P. et al. Níveis de prática de atividade física habitual em adolescentes. Revista Brasileira de Medicina do Esporte São Paulo, v. 7, p. 6, nov.-dez JENOVESI, J. F. et al Perfil de atividade física em escolares da rede pública de diferentes estados nutricionais. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, Brasília, DF. v. 11, n. 4, p. 5-62, out.-dez MACIEL, M. G.; VEIGA, R. T. Intenção de mudança de comportamento em adolescentes para a prática de atividades físicas de lazer. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, v. 26, n. 4, p , out.-dez MUZA, G. M.; COSTA, M. P. Elementos para a elaboração de um projeto de promoção à saúde e desenvolvimento dos adolescentes: O olhar dos adolescentes. Caderno de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 18, n. 1, p , jan.-fev, NAHAS, M.V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida saudável. 4. ed. Londrina: Midiograf, PINHO, W. L. P. Vivência do lazer na adolescência: a desigualdade social e o furto do lúdico. Trabalho acadêmico (Graduação em Educação Física), Universidade Estadual de Montes Claros, Montes Claros (MG) PINTO, L. M. S. M. Lazer e educação: desafios da atualidade. (In: MARCELLINO, N. C. (Org.). Lazer e sociedade: múltiplas relações. São Paulo: Alínea, 2008, p SANTOS, M. P. et al. Variação sazonal na actividade física e nas práticas de lazer de adolescentes portugueses. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. v. 2, p , SARRIERA, J. C. et al. Uso do tempo livre por adolescentes de NSE popular. Psicologia: reflexão e crítica, v. 20, p SILVA, D. A. S.; SILVA, R. J. S. padrão de atividade física no lazer e fatores associados em estudantes de Aracaju (SE). Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. v. 13, n. 2, TASSITANO, R. M; et al. Atividade física em adolescentes brasileiros: uma revisão sistemática. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, v. 9, n. 1, p CONTI, M. A.; FRUTUOSO, M. F. P.; GAMBARDELLA, A. M. D. Excesso de peso e insatisfação corporal em adolescentes. Revista de Nutrição, v. 18, n. 4, p , jul.-ago ESCULCAS, C.; MOTA, J. Actividade física e práticas de lazer em adolescentes. Revista Portuguesa de Ciências do Desport, Lisboa, v. 5, n. 1, p , 2005.

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