III - Arquitetura. A arquitetura básica inclui tecnologias Web services capazes de:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "III - Arquitetura. A arquitetura básica inclui tecnologias Web services capazes de:"

Transcrição

1 III - Arquitetura Uma arquitetura de Web services ocupa, dentro de uma relação, vários componentes e tecnologias que compreendem uma pilha de Web services ou implementações completamente funcionais. Componentes e tecnologias que estendem a arquitetura básica são representadas dentro da arquitetura estendida. A arquitetura básica inclui tecnologias Web services capazes de: trocar mensagens; descrever Web services; publicar e descobrir descrições Web services. O fundamento da arquitetura Web services define uma interação entre agentes de software como um trocador de mensagens entre serviços requisitados e provedores de serviço. Os requisitantes são softwares agentes que requisitam a execução do serviço. Provedores são agentes de software que provêem um serviço. Agentes podem ser ambos, requisitantes e provedores. Provedores são responsáveis por publicar a descrição do serviço que ele esta disponibilizando / provendo. Requisitantes devem ser capazes de encontrar as descrições dos serviços. O fundamento dos modelos de arquitetura do Web service interagem entre agentes realizando qualquer das três funções: provedor de serviço, agência de serviço de publicação e requisição do serviço. A interação envolve a publicação, localização e operação de união. Num cenário típico um provedor de serviço hospeda um exemplo de uma rede acessível através de agente de software. O provedor do serviço define a descrição do serviço para o Web service e publica isso para um requisitante ou para um agente de publicação. O requisitante do serviço usa uma função de procura para recuperar a localização do serviço

2 localmente ou para descobrir uma agência de publicação (ex: registro ou repositório) e usa o serviço de descrição para ligar o Web service com o provedor e invocar ou interagir com a implementação do Web service. O provedor de serviço e a função de requisitante são desenvolvidas e um serviço deve exibir características de ambas. O uso de Web services na Internet esta se expandindo rapidamente como uma necessidade por comunicação de aplicativo pra aplicativo e crescente interoperabilidade. A excitação encima do Web service é baseada no potencial para uma combinação de especificações de XML, a Internet, o SOAP e o WSDL, e na definição de protocolos de endereçamento de tarefas, muitos dos problemas dessas tecnologias foram encontradas. As populares tecnologias Web service SOAP 1.1 e WSDL 1.1 foram originariamente desenvolvidas fora do W3C, porem, seus sucessores estão agora sendo desenvolvidos dentro das atividades do Web service W3C. Estas especificações estão sendo usadas como a base para a criação de uma arquitetura de mensagens extensível (SOAP 1.2) e a definição de uma interface de linguagem (WSDL 1.2). A figura acima ilustra a arquitetura básica do Web service, na qual um requisitante de serviço e um provedor interagem baseados no serviço descrição da informação publicada pelo provedor e descoberta pelo requisitante através de algumas formas de descobrimento da agencia. O serviço é requisitado e os provedores interagem trocando mensagens, as quais devem ser agregadas para o formulário MEP s message Exchange patterns (padrões de troca de mensagens).

3 No desenho acima, os nós do triângulo representam as funções ou papeis, e as extremidades representam as operações. Um ou mais mediadores devem existir no caminho entre um requisitante e um provedor. Mediadores, onde presentes, não podem interferir com o MEP. Mediadores devem realizar certas funções associadas com a mensagem assim como rotinas, segurança, gerenciamento, ou outras operações. Exemplos de MEPs incluem unilateralmente, requisições/respostas, publicação/aprovação, e transmissão. Arquitetura de componentes básica de Web Service são tipicamente definidas usando aplicações XML, usando definições XML tipos de mensagens e estruturação, e usando para transporte o http. Componentes de arquitetura estendida em Web services são tipicamente definidas usando extensões para conduzir aplicações XML e transportá-la, incluindo alternativas para o http. Uma mensagem é definida como uma combinação que pode incluir zeros ou mais cabeçalhos em adição para dados. A parte do cabeçalho de uma mensagem pode incluir informação pertinente para estender as funcionalidades, como segurança, contextos de transação, informação de orquestração, ou informação para roteamento de mensagens. O dado da parte da mensagem contém um conteúdo de mensagem ou dados. Um Web service é descrito usando um padrão, uma notação formal XML, chama-se isso de descrição do serviço, que provê todos os detalhes necessários para interagir com o serviço, incluindo formato de mensagens, transporte de protocolos, e localização. As naturezas das interfaces escondem os detalhes da implementação do serviço então isso pode ser usado independentemente da plataforma de hardware ou software na qual é implementada e independentemente da linguagem em que foi escrita. Web service pode ser usado sozinho ou em conjunto com outros Web services para atingir uma agregação complexa ou uma transação de negócios. A figura acima ilustra a relação entre requisitantes, provedores, serviços, descrições, e descobridores de serviço no caso, agentes onde agentes fazem o papel de requisitantes e provedores. O provedor de publicação um arquivo WSDL que contém a descrição da mensagem e ponto final da informação para permitir ao requisitante gerar a mensagem SOAP e enviá-la para o destino correto.

4 Para implantar um MEP comum (padrão de troca de mensagens) da requisição/resposta, por exemplo, uma implementação Web service prove agentes de software que funcionam ao mesmo tempo como requisitantes e provedores. O requisitante do serviço envia uma mensagem em forma de uma requisição de informação, ou para realizar uma operação, e receber uma mensagem do provedor do serviço que conterá um resultado para a requisição ou operação. O provedor do serviço recebe a requisição, processa a mensagem e envia uma resposta. A tecnologia tipicamente usada para esse tipo de interação Web service inclui SOAP, WSDL, e http. As seguintes seções provêem mais definições para os componentes, funções, e operações na arquitetura Web service. Componentes (components) Serviço: considerando que um Web service é uma interface descrita por uma descrição de serviço, esta implementação é o serviço. Um serviço é um modulo de software desenvolvido em plataformas de rede acessíveis providos por provedores de serviço. E existe para ser chamado ou interagir com um requisitante do serviço. Isto deve ser funcional também como um requisitante, usando outros Web services nessa implementação. Descrição do serviço: As descrições do serviço contem detalhes da interface e implementação do serviço. Isso inclui seus tipos de dados, operações, informações de ligações, e localização de rede, poderiam também incluir categorização e outros meta dados para descobrir facilidades e utilização pelos requisitantes. A descrição completa deve ser realizada como um conjunto de descrições de documentos XML. A descrição do serviço deve ser publicada para um requisitante diretamente ou para uma agencia descobridora. Papéis (funções) Roles Provedor de serviço: De uma perspectiva de serviço, este é o proprietário do serviço. De uma perspectiva de arquitetura é a plataforma que hospeda o acesso para o serviço. Também sendo referenciado como um ambiente de execução do serviço ou um compartimento do serviço. Esse papel no padrão de troca de mensagens é aquele de um servidor. Requisitante do serviço: de uma perspectiva de um negócio é uma tarefa que requer certas funções para ser satisfeita. De uma perspectiva de arquitetura esse é a aplicação que

5 esta olhando para uma invocação ou inicializando uma interação com um serviço. O papel de requisitante pode ser feito por um browser dirigido para uma pessoa ou um programa sem uma interface de usuário. Agência descobridora: Esta é uma localizadora padrão de descrição de serviços onde os provedores do serviço publicam suas descrições de serviço. O serviço de agencia descobridora pode ser centralizada ou distribuída. A agencia descobridora pode suportar ambos os padrões onde tenha que enviar descrições e onde possa ativamente inspecionar, procurar por provedores de descrições de serviços. Requisitantes de serviços devem localizar serviços e obter ligações de informações durante o desenvolvimento de ligações estáticas, ou durante a execução de ligações dinâmicas. Operações Operations Para uma aplicação tomar vantagens do Web services, três maneiras devem tomar lugar: publicação das descrições dos serviços, localização e recuperação das descrições dos serviços, e ligações ou invocação dos serviços baseados nos serviços de descrição. Essas maneiras podem ocorrer só ou interativamente com qualquer cardinalmente entre os papéis. Em detalhes, essas operações são: Publicação: para ser acessível, um serviço precisa publicar suas descrições assim como o requisitante pode subseqüentemente localizá-las. Localização: Na operação de localização, o requisitante do serviço recupera uma descrição do serviço diretamente ou perguntando pelo registro do serviço requerido. A operação de localização deve ser envolvida em duas fases de ciclos de vida para o requisitante do serviço: no tempo de construção para recuperar a interface da descrição do programa desenvolvido, e na hora de execução para recuperar a ligação do serviço e descrição da localização para invocação. Interação: eventualmente, um serviço necessita ser invocado. A operação de interação do requisitante do serviço invoca ou inicializa uma interação com o serviço na hora de execução usando os detalhes da descrição da ligação para localização, contatar, e inovar o serviço.

6 IV - Protocolos A implementação de Web Services é baseada em um conjunto de protocolos e linguagens padrões da Web, dentre eles podemos destacar o HyperText Transfer Protocol (HTTP), o Simple Object Access Protocol (SOAP), a Web Service Description Language (WSDL) e o UDDI. O formato XML é a base dos três últimos padrões. De uma maneira geral, o protocolo SOAP define o formato que as mensagens transportadas na rede devem ter para encaminhar requisições a serviços Web. Este protocolo também define o formato das mensagens de resposta às requisições. Já o WSDL consiste em uma linguagem XML para a descrição de interfaces de serviços, visando tornar essa descrição inteligível para programas que irão interagir com esses serviços. Nas páginas seguintes nós vamos descrever detalhadamente cada um destes protocolos XML, SOAP, WSDL e UDDI para dar um entendimento maior sobre o funcionamento do Web Services.

7 XML Extensible Markup Language XML é um formato de texto muito simples e flexível derivado do SGML. Originalmente projetado para encontrar chaves em documentos eletrônicos em larga escala, XML esta também se tornando um importante padrão para a troca de uma vasta variedade de dados na web. Com o advento do XML tornou-se fácil para sistemas de diferentes ambientes trocarem informações. A universalidade do XML tornou-se uma maneira muito atrativa para comunicação entre programas. Programadores podem usar diferentes sistemas operacionais, linguagens de programação etc. e ter seus softwares comunicando-se com outros de uma maneira ininterrupta. XML, XML namespaces e XML schemas são ferramentas úteis para prover mecanismos para realizar acordos com estruturas extensas em um ambiente distribuído, especialmente quando usados em conjunto, XML namespaces e XML schemas serão abordados mais adiante. No mundo em geral, sistemas de computador e bancos de dados contém dados em formatos incompatíveis, muito tempo se tem gasto no desafio de desenvolvedores em trocar dados entre sistemas e a Internet, portanto o objetivo do XML é a troca de dados. Convertendo dados para XML pode-se reduzir em muito esta complexidade e criar dados que podem ser lidos por uma variedade de diferentes tipos de sistemas. Alguns conceitos: XML foi desenvolvido para descrever dados e focar o que os dados são. HTML foi desenvolvido para mostrar dados e focar em como os dados aparecem. Com o XML os dados são armazenados fora do HTML. Quando o HTML é usado para mostrar dados, o dado é armazenado dentro do HTML. Com o XML, dados podem ser armazenados em arquivos XML separados, desta maneira pode-se concentrar o HTML para dados de layout e visualização, e ter certeza que as mudanças em dados essenciais não irão requerer nenhuma mudança para o HTML.

8 Dados XML também podem ser armazenados dentro de páginas HTML como ilhas de dados (data island), pode-se ainda concentrar em usar somente HTML unicamente para formatar e visualizar os dados. XML está se transformando para ser a principal linguagem para troca de informação financeira entre empresas na Internet, muitas aplicações interessantes de B2B estão sendo desenvolvidas. O XML possui outras vantagens nesse aspecto: Armazenamento de dados em arquivos ou bancos de dados, podendo ser recuperados mais tarde; Tornar os dados mais úteis para uma quantidade enorme de usuários, pois é independente de hardware; Pode ser usado para criar outras linguagens, XML é a mãe do WAP e WML; Exemplo de documento XML Documentos XML usam uma descrição própria e uma sintaxe simples: <?xml version="1.0" encoding="iso "?> <note> <to>tove</to> <from>jani</from> <heading>reminder</heading> <body>don't forget me this weekend!</body> </note> A primeira linha no documento ( declaração XML) define a versão do XML e a codificação dos caracteres usados no documento; A próxima linha descreve o elemento raiz do documento, como se fosse um título; As próximas quatro linhas descrevem quatro elementos da raiz (to, from, heading, body); Na última linha aparece o fechamento do elemento raiz (root).

9 Um dado importante no XML é que todos os elementos possuem uma tag de abertura, ex.: <note> e uma tag de fechamento ex.: </note>, portanto a falta de um deles é considerada ilegal. As tags no XML são diferentes quando expressadas em maiúsculas ou minúsculas diferentemente do HTML, portanto deve-se tomar o cuidado em digitar as tags da mesma forma na sua abertura e fechamento. Além disso as tags devem merecer principal atenção no caso de sua inserção, pois apresentam erros se forem inseridas de maneira errada, ex.: Abaixo nota-se a inserção do <b><i> e o seu respectivo fechamento </i></b> a inserção errada desse detalhe ocasiona erros no XML, diferentemente do HTML onde é aceito essa inversão sem problemas. Forma aceita no XML <b><i>this text is bold and italic</i></b> Forma aceita no HTML <b><i>this text is bold and italic</b></i> Outros pontos que devem ser notados em documentos XML: Nomes e valores devem ser citados, ou seja, devem ser mencionados no documento com aspas para serem reconhecidos ex: <note date="12/11/2002"> - modelo correto; <note date=12/11/2002> - modelo incorreto. Espaços em branco que são digitados em documentos XML não são levados em consideração no momento da visualização. Novas linhas no XML são sempre armazenadas como LF, ou seja, no momento da impressão o carro da impressora deve ser voltado manualmente para a esquerda e o papel novamente realinhado, diferentemente de aplicativos Windows que usam o CR (carriage return retorno do carro de impressão).

10 Elementos XML (XML elements) nomes. Elementos XML são extensíveis e tem relacionamentos, possuem simples regras de Analisaremos o modelo abaixo: <note> <to>tove</to> <from>jani</from> <body>don't forget me this weekend!</body> </note> Podemos criar uma aplicação que extrai o elemento <to>, <from> e <body> desse documento XML para produzir esse resultado: MESSAGE To: Tove From: Jani Don't forget me this weekend! Por mais que o autor do documento acima adicione mais elementos ao documento a aplicação ainda será capaz de localizar os elementos <to>, <from> e <body> e produzir o mesmo resultado anterior. Elementos XML possuem relacionamentos Elementos são relacionados como pais (parents) e filhos (children). Imaginemos que essa seja a descrição de um livro: Book Title: My First XML Chapter 1: Introduction to XML What is HTML What is XML Chapter 2: XML Syntax Elements must have a closing tag Elements must be properly nested

11 Imagine que esse documento XML descreve o livro acima: <book> <title>my First XML</title> <prod id="33-657" media="paper"></prod> <chapter>introduction to XML <para>what is HTML</para> <para>what is XML</para> </chapter> <chapter>xml Syntax <para>elements must have a closing tag</para> <para>elements must be properly nested</para> </chapter> </book> Book é o elemento raiz (root element). Title, prod, e chapter são elementos filhos (child element) do livro. Book é o elemento pai (parent element) do elemento title, prod e chapter. Title, prod and chapter são irmãos (siblings ou sister elements) porque eles tem o mesmo pai. Elementos podem ainda ter diferentes tipos de conteúdo. Um elemento pode ter elemento de conteúdo, conteúdo misturado, conteúdo simples, ou conteúdo vazio. Um elemento pode também ter atributos. No exemplo acima temos os seguintes: book, tem um elemento de conteúdo, porque contem outros elementos; Chapter, tem um conteúdo misturado, porque contem texto e outro elemento; Para, tem conteúdo simples, porque contem somente texto. Prod, tem conteúdo vazio, porque não carrega nenhuma informação. Atributos XML Elementos XML podem ter atributos no início da tag, sendo parecido com HTML. Atributos são usados para prover informações adicionais sobre elementos.

12 De documentos HTML podemos lembrar isso: <IMG SRC="computer.gif">. O atributo SRC provê informações adicionais sobre o elemento IMG. No HTML e XML atributos provêem informações adicionais sobre elementos: <img src="computer.gif"> <a href="demo.asp"> Atributos geralmente provem informação que não são parte dos dados. No exemplo abaixo o tipo de arquivo é irrelevante para os dados, mas importante para o software que quer manipular o elemento. <file type="gif">computer.gif</file> XML embutido em HTML. abaixo: XML pode ser inserido diretamente dentro de uma página HTML, como mostrado <xml id="note"> <note> <to>tove</to> <from>jani</from> <heading>reminder</heading> <body>don't forget me this weekend!</body> </note> </xml> ou separadamente, podem ser inserido assim: <xml id="note" src="note.xml"> </xml> XML News O XMLNews é uma especificação para troca de noticias e outras informações. Permite à produtores e consumidores de notícias produzir, receber e arquivar qualquer tipo de informação através de diferentes software, hardware e linguagens de programação.

13 Um exemplo de documento XMLNews: <?xml version="1.0" encoding="iso "?> <nitf> <head> <title>colombia Earthquake</title> </head> <body> <body.head> <headline> <hl1>143 Dead in Colombia Earthquake</hl1> </headline> <byline> <bytag>by Jared Kotler, Associated Press Writer</bytag> </byline> <dateline> <location>bogota, Colombia</location> <story.date>monday January :28 ET</story.date> </dateline> </body.head> </body> </nitf> XML Namespaces Com a visibilidade futura de aplicações XML onde um único documento pode conter elementos e atributos que são definidos para serem usados por múltiplos softwares, foram criados os Namespaces. Um XML Namespace é uma coleção de nomes, identificados por uma referencia URI, que é usada em documentos XML como tipos e elementos e atributo de nomes. XML Namespace difere dos Namespace convencionalmente usados em disciplinas de computação em que a versão XML tem uma estrutura interna e não é, matematicamente falando, um conjunto. XML Namespaces provêem um método de evitar conflitos de elementos em documentos XML. Desde que nomes de elementos em XML não são fixados, muito freqüentemente um nome irá conflitar com outro ocorrendo dois tipos diferentes de documentos usando a mesma descrição de nomes para dois tipos diferentes de elementos.

14 Este documento XML carrega informação em uma tabela: <table> <tr> <td>apples</td> <td>bananas</td> </tr> </table> Este documento XML carrega informação sobre uma tabela: <table> <name>african Coffee Table</name> <width>80</width> <length>120</length> </table> Nos casos acima gerará conflito pois os dois documentos contém uma <table> com o mesmo nome. Para resolver o problema exposto acima o XML usa um prefixo, um exemplo de documento XML usando prefixo: <h:table> <h:tr> <h:td>apples</h:td> <h:td>bananas</h:td> </h:tr> </h:table> <f:table> <f:name>african Coffee Table</f:name> <f:width>80</f:width> <f:length>120</f:length> </f:table> Agora os documentos não se conflitam pois usam diferentes tabelas. Usando Namespaces Este documento XML carrega informação em uma tabela:

15 <h:table xmlns:h="http://www.w3.org/tr/html4/"> <h:tr> <h:td>apples</h:td> <h:td>bananas</h:td> </h:tr> </h:table> Este documento XML carrega informação sobre uma peça: <f:table xmlns:f="http://www.w3schools.com/furniture"> <f:name>african Coffee Table</f:name> <f:width>80</f:width> <f:length>120</f:length> </f:table> Ao invés de usar somente prefixos, um atributo xmlns foi adicionado na tag <table> para dar ao prefixo um nome qualificado associado com um Namespace. SOAP (Simple Object Access Protocol) SOAP é um protocolo simples e leve baseado em XML que proporciona troca de informações encima do protocolo HTTP, em suma, é um protocolo para acessar Web Services. A arquitetura tem sido desenhada para ser independente de qualquer modelo particular de programa e de outras implementações específicas. Os dois maiores objetivos do SOAP são a simplicidade e extensibilidade e esse protocolo obedece a esses requisitos pois trafega encima do http e o http é suportado por todos os servidores e browsers do mercado, com diferentes tecnologias e linguagens de programação. Bloco de estrutura SOAP elementos: Uma mensagem SOAP é um documento habitual em XML contendo os seguintes

16 Um elemento envelope que identifica o documento XML como um SOAP. Um elemento header opcional que contem informações de chamadas e repostas; Um elemento de falha opcional que prove informação sobre erros que ocorrem quando do processamento da mensagem. Esqueleto de mensagens SOAP Abaixo a estrutura de uma mensagem SOAP, explicaremos cada parte dessa estrutura nos capítulos abaixo: <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> <soap:header> </soap:header> <soap:body> <soap:fault> </soap:fault> </soap:body> </soap:envelope> Envelope SOAP O envelope SOAP é o elemento mais importante, o elemento raiz de uma mensagem SOAP, ele define o documento XML como uma mensagem SOAP, em suma, é o mais importante em uma mensagem SOAP. Notamos o uso do xmlns:soap namespace. Ele deve sempre ter o valor de: e este define o envelope como um envelope SOAP:

17 <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> Message information goes here </soap:envelope> O xmlns:soap namespace Uma mensagem SOAP deve sempre ter um envelope associado com "http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" namespace. Se um Namespace diferente é usado, a aplicação deve gerar um erro e descartar a mensagem. O Atributo encodingstyle O atributo encodingstyle é usado para definir tipos de dados usados no documento. Este atributo deve aparecer em qualquer elemento SOAP e ele irá aplicar o conteúdo desse elemento para todos os elementos filhos (children elements). Sintaxe: soap:encodingstyle="uri" Podemos visualizar um exemplo do encodingstyle nesse modelo: <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> Message information goes here </soap:envelope>

18 Header SOAP O elemento Header (cabeçalho) contem informação específica da aplicação, sobre a mensagem SOAP. Se o Header estiver presente, este deve ser o primeiro elemento child (filho) do envelope. OBS: Todos os elementos child do header devem ser Namespaces qualificados. <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> <soap:header> <m:trans xmlns:m="http://www.w3schools.com/transaction/" soap:mustunderstand="1">234</m:trans> </soap:header> </soap:envelope> O exemplo acima contem três atributos contendo um cabeçalho com um elemento Trans um atributo mustunderstand com valor de 1 e 234. SOAP define três atributos em Namespace padrão ("http://www.w3.org/2001/12/soapenvelope"). Esses atributos definidos no cabeçalho SOAP definem como um recipiente deve processar a mensagem SOAP. O atributo Actor (autor) Uma mensagem SOAP deve percorrer do remetente para o recebedor passando por diferentes endpoints ao longo do caminho da mensagem. Nem todas as partes de uma mensagem SOAP devem estar planejados para o ultimo endpoint da mensagem mas, ao invés disso, devem planejar um ou mais endpoints no caminho da mensagem. O atributo actor deve ser usado para endereçar o cabeçalho para um endpoint particular.

19 Sintaxe actor: soap:actor="uri" Exemplo: <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> <soap:header> <m:trans xmlns:m="http://www.w3schools.com/transaction/" soap:actor="http://www.w3schools.com/appml/"> 234 </m:trans> </soap:header> </soap:envelope> O atributo mustunderstand O atributo mustunderstand pode ser usado para indicar se um cabeçalho de entrada é obrigatório ou opcional para o processo. Se adicionarmos mustunderstand= 1 para um elemento child do cabeçalho este indicara que o processo recebedor do cabeçalho deve reconhecer o elemento. Se o recebedor não identificar o elemento este deve falhar quando processar o cabeçalho. Sintaxe: soap:mustunderstand="0 1" Exemplo: <?xml version="1.0"?> <soap:envelope xmlns:soap="http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope" soap:encodingstyle="http://www.w3.org/2001/12/soap-encoding"> <soap:header> <m:trans xmlns:m="http://www.w3schools.com/transaction/" soap:mustunderstand="1"> 234 </m:trans> </soap:header> </soap:envelope>

20 SOAP Body O SOAP Body (corpo) contem a mensagem SOAP presente, planejada para a conclusão do endpoint da mensagem. Logo os elementos child do corpo deve ser namespace-qualified (namespace qualificado). SOAP define um elemento dentro do corpo no namespace padrão ("http://www.w3.org/2001/12/soap-envelope"). Este é o elemento SOAP Fault (falha), que é usado para indicar mensagens de erro. WSDL WSDL é um formato XML para descrever serviços de rede como um conjunto de operações como ponto final nas mensagens contendo cada documento orientado ou informação orientada. As operações e mensagens são descritas de forma abstrata e então o salto para um protocolo de rede concreto e formato de mensagens para definir um ponto final. WSDL é extensível para permitir descrição do ponto final e suas mensagens não levem em consideração de quais formatos de mensagens ou protocolos de rede são usados para comunicação. Como protocolos de comunicação e formatos de mensagens são padronizadas na comunidade web, isso se torna crescente a possibilidade e importante ser capaz de descrever as comunicações em alguma forma de estrutura. Esses endereços WSDL necessitam pela definição de uma gramática XML para descrever serviços de rede como coleções de pontos finais de comunicações capazes de trocar mensagens. As definições de serviços WSDL provêem documentação para sistemas distribuídos e servem como um recipiente para detalhes de automação envolvidos em aplicações de comunicação. Um serviço WSDL define documentos como coleções de pontos finais de rede, ou portas. No WSDL, a definição abstrata de pontos finais e mensagens são separadas de suas organizações de redes concretas ou formatos de dados de comunicação. Isto permite a reutilização de definições abstratas: mensagens, que são descrições abstratas dos dados sendo trocados, e tipos de portas que são coleções abstratas de operações. O protocolo concreto e especificações de dados concretos para uma tipo de porta em particular constituídas como comunicações reutilizáveis. Uma porta é definida associando um endereço de rede como

21 ligação reutilizável, e uma coleção de portas definindo um serviço. Daqui, um documento WSDL usa os seguintes elementos em sua definição dos serviços de rede: Estrutura WSDL Types (tipos) Um recipiente para definição de tipos de dados usando alguns tipos de sistemas. WSDL usa sintaxe XML para definir tipos de dados. Message (mensagens) Um resumo de definições de tipos de dados sendo trafegados, podem conter uma ou mais partes, esses partes podem ser comparadas à parâmetros de uma função. porttype (Tipo de porta) Um resumo da configuração das operações suportadas por um ou mais endpoints. porta. Binding (Ligação): Define o formato da mensagem e detalhes de protocolos para cada Estrutura do WSDL: <definitions> <types> definition of types.. </types> <message> definition of a message. </message> <porttype> definition of a port. </porttype> <binding> definition of a binding. </binding> </definitions>

22 WSDL ports WSDL Ports é o elemento mais importante no WSDL, ele define um WS, suas operações desempenhadas e mensagens que estão envolvidas. Operation Types (Tipos de operação) One-Way A operação pode receber uma mensagem mas não irá retornar uma resposta. Request-responde A operação pode receber uma requisição e retornar uma resposta. Solicit-response A operação pode enviar uma requisição e esperar por uma resposta Notification A operação pode enviar uma mensagem mas não ir Bindings SOAP O elemento Binding tem dois atributos, name e type, o atributo name define o nome da ligação, e o type indica o ponto para a ligação da porta, nesse caso o glossary terms port. O elemento soap:binding tem dois atributos, style e transport, style pode ser o rpc ou documento, o transport define o protocolo SOAP a ser usado, no caso o http. UDDI Universal Description, Discovery and Integration. Quando se constrói Web services, esses serviços necessitam ser acessados em algum lugar na Web por uma aplicação-cliente. Uma forma de se acessar um Web service é fazer com que a aplicação-cliente conheça a URI do serviço, desta maneira caracterizando o modo estático de se localizar e acessar um serviço. Entretanto, quando a aplicação-cliente não detém, a priori, a localização de um Web service, esse, pode ser descoberto antes de ser acessado caracterizando o modo dinâmico de se descobrir a localização de um serviço. UDDI é uma especificação técnica para descrever (describing), descobrir (discovering) e integrar Web services. Assim, é portanto, uma parte crítica da pilha de

A Figura... mostra a arquitetura técnica de serviços na Web

A Figura... mostra a arquitetura técnica de serviços na Web Este capítulo proporciona uma visão técnica simplificada de um sistema UDDI. A arquitetura técnica de UDDI consiste de três partes: O Modelo de Informação UDDI Um esquema XML para descrever negócios e

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello

Introdução Serviços Web WSDL SOAP UDDI Ferramentas. Serviços Web. (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello 1/39 Serviços Web (Web Services) Emerson Ribeiro de Mello Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina 22 de Maio de 2007 2/39 Arquitetura Orientada a Serviços Arquitetura

Leia mais

A Estrutura de um Web Service

A Estrutura de um Web Service A Estrutura de um Web Service Paulo Vitor Antonini Orlandin paulovitor_e@hotmail.com Resumo Atualmente, o Serviço Web é a solução mais utilizada para integração entre sistemas, pois apresenta vantagens

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML NAMESPACES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML NAMESPACES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GERÊNCIA DE DADOS SEMIESTRUTURADOS -XML NAMESPACES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza Introdução XML Namespaces fornecem um método para evitar conflitos de nomes de elementos

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services (continuação) WSDL - Web Service Definition Language WSDL permite descrever o serviço que será oferecido

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

WSDL e UDDI. Pedro Miguel Martins Nunes WSDL. WSDL Exemplo prático Resumo UDDI. Serviço UDDI Estruturas de dados UDDI e WSDL API Resumo

WSDL e UDDI. Pedro Miguel Martins Nunes WSDL. WSDL Exemplo prático Resumo UDDI. Serviço UDDI Estruturas de dados UDDI e WSDL API Resumo e Serviço e e Tecnologias de Middleware 06/07 Curso de Especialização em Informática Departamento de Informática Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 27.10.2006 e Serviço e 1 2 Serviço e 3 e...o

Leia mais

Web Services. Tópicos. Motivação. Tecnologias Web Service. Passo a passo Business Web Conclusão. Integração de aplicações SOAP, WSDL, UDDI, WSFL

Web Services. Tópicos. Motivação. Tecnologias Web Service. Passo a passo Business Web Conclusão. Integração de aplicações SOAP, WSDL, UDDI, WSFL Web Services Antonio Dirceu adrvf@cin.ufpe.br Tópicos Motivação Integração de aplicações Tecnologias Web Service SOAP, WSDL, UDDI, WSFL Passo a passo Business Web Conclusão Motivação Integração de Aplicações

Leia mais

Serviços Web: Arquitetura

Serviços Web: Arquitetura Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML

XML. 1. XML: Conceitos Básicos. 2. Aplicação XML: XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata XML 1 1. : Conceitos Básicos 2. Aplicação : XHTML 3. Folhas de Estilo em Cascata 2 é um acrônimo para EXtensible Markup Language é uma linguagem de marcação muito parecida com HTML foi designada para descrever

Leia mais

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica

MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica MADALENA PEREIRA DA SILVA SLA Sociedade Lageana de Educação DCET Departamento de Ciências Exatas e Tecnológica Desenvolvimento de Web Services com SOAP. 1. Introdução. Com a tecnologia de desenvolvimento

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação.

extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação. extensible Markup Language (XML) XML é uma linguagem de anotação. XML utiliza tags para descrever informação. Em XML, os tags não são pré-definidos. Temos de definir os nossos tags. XML utiliza um Document

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Soluções de integração: SOA, web services e REST + XML/XSD

Soluções de integração: SOA, web services e REST + XML/XSD Soluções de integração: SOA, web services e REST + XML/XSD WWW.DOMINANDOTI.COM.BR Acesse nosso site em WWW.DOMINANDOTI.COM.BR Cursos Livros Fórum Simulados Blog Materiais Turmas em Brasília, na sua cidade,

Leia mais

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA

XML e Banco de Dados. Prof. Daniela Barreiro Claro DCC/IM/UFBA XML e Banco de Dados DCC/IM/UFBA Banco de Dados na Web Armazenamento de dados na Web HTML muito utilizada para formatar e estruturar documentos na Web Não é adequada para especificar dados estruturados

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Web Services. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos. Web Services. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Web Services Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br SUMÁRIO Visão geral Arquitetura Web Services Desenvolvimento 2 Visão Geral Web Services Usados para disponibilizar serviços na

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Manual de Integração WebService

Manual de Integração WebService Manual de Integração WebService Sumário 1. O que é a Integração WebService? 2. Envio Simples 3. Consultar Status da Mensagem 3.1 Consultar Mensagens Recebidas 4. Tecnologia do WebService Facilita 1. O

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

Kassius Vargas Prestes

Kassius Vargas Prestes Kassius Vargas Prestes Agenda 1. Introdução Web Services 2. XML, SOAP 3. Apache Tomcat 4. Axis 5. Instalação Tomcat e Axis 6. Criação de um Web Service 7. Criação de um cliente Baixar http://www.inf.ufrgs.br/~kvprestes/webservices/

Leia mais

SOAP. Web Services & SOAP. Tecnologias de Middleware 2004/2005. Simple Object Access Protocol. Simple Object Access Protocol SOAP

SOAP. Web Services & SOAP. Tecnologias de Middleware 2004/2005. Simple Object Access Protocol. Simple Object Access Protocol SOAP Web Services & SOAP Tecnologias de Middleware 2004/2005 SOAP Simple Object Access Protocol Os web services necessitam de comunicar entre eles e trocar mensagens. O SOAP define a estrutura e o processamento

Leia mais

2.Consulta UDDI. 3.Obtém URL, WSDL. 1.Registra. 4.Invoca o serviço. 5.Retorno (opcional)

2.Consulta UDDI. 3.Obtém URL, WSDL. 1.Registra. 4.Invoca o serviço. 5.Retorno (opcional) WS-* Desenvolvimento 1 Definição Web services são aplicações modulares auto- descritas e auto-contidas, que podem ser conectadas e acopladas a outros web services [IBM] são componentes de software com

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

SOA na Prática Ricardo Limonta

SOA na Prática Ricardo Limonta SOA na Prática Ricardo Limonta Arquiteto JEE Objetivo Apresentar os conceitos de Arquiteturas Orientadas a Serviços; Entender a relação entre SOA e a tecnologia Web Services; Implementar SOA com Web Services

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br

Desenvolvimento Web. Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas. http://www.saymonyury.com.br Desenvolvimento Web Saymon Yury C. Silva Analista de Sistemas http://www.saymonyury.com.br Vantagens Informação em qualquer hora e lugar; Rápidos resultados; Portabilidade absoluta; Manutenção facilitada

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Gerenciamento baseado na Web Prof. João Henrique Kleinschmidt Gerenciamento baseado na Web Web browser Acesso ubíquo Interface Web vs Gerenciamento baseado

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

Conteúdo da Aula de Hoje. Web Services. Avaliação da Disciplina. O que é um web service? O que é um web service? Vantagens

Conteúdo da Aula de Hoje. Web Services. Avaliação da Disciplina. O que é um web service? O que é um web service? Vantagens Web Services Pós-Graduação em Tecnologias para o desenvolvimento de aplicações WEB Conteúdo da Aula de Hoje Conceitos básicos Teste com WS Implementação de WS (Provedor e usuário) Instrutor : Avaliação

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00

www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br

Leia mais

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo

Criando Web Services. Palestrante: Daniel Destro do Carmo Criando Web Services com Apache Axis Palestrante: Daniel Destro do Carmo Tópicos do Tutorial Introdução O que são Web Services? Padrões Web Services SOAP WSDL Web Services com Java O que é Apache Axis?

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

2. Gerar um arquivo XSD e referenciá-lo no WSDL, fazendo com que seja possível catalogar o XML Schema no catálogo de XML Schemas da e-ping;

2. Gerar um arquivo XSD e referenciá-lo no WSDL, fazendo com que seja possível catalogar o XML Schema no catálogo de XML Schemas da e-ping; Guia de Orientação para Implementação de Web Services Este documento apresenta alguns direcionamentos referentes à implementação de web services. É uma versão preliminar da construção do Guia de Orientação

Leia mais

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA

TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2. AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA TEMA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO -Tipos de SI e Recursos de Software parte2 AULA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PROFa. ROSA MOTTA CONTEÚDO DA AULA Tipos de Software Serviços Web Tendências 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Leia mais

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos

REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos REST Um Estilo de Arquitetura de Sistemas Distribuídos Márcio Alves de Araújo¹, Mauro Antônio Correia Júnior¹ 1 Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Monte Carmelo MG Brasil

Leia mais

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011

XML Básico. Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro. 17 de maio de 2011 XML Básico Murillo Vasconcelos Henriques B. Castro 17 de maio de 2011 O QUE É? Sigla para extensible Markable Language É uma linguagem de marcação, assim como HTML Desenvolvida para ser auto explicativa

Leia mais

Introdução à Web Services

Introdução à Web Services Introdução à Web Services Emerson Ribeiro de Mello emerson@das.ufsc.br Universidade Federal de Santa Catarina O que falaremos... Pra que isso? O que é Web Services A camada de protocolos O que são: XML-RPC,

Leia mais

XML extensible Markup Language. Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br

XML extensible Markup Language. Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br XML extensible Markup Language Prof. Fellipe Aleixo fellipe.aleixo@ifrn.edu.br XML Projetada para transportar e armazenar dados (estruturados) Importante conhecer e fácil de entender Exemplo de documento

Leia mais

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3

INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1. Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES UTILIZANDO WEB SERVICE 1 Kellen Kristine Perazzoli 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Atualmente empresas de diversos portes estão encontrando nos web services soluções para seus

Leia mais

Programação para Internet Avançada. 4. Web Services. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt

Programação para Internet Avançada. 4. Web Services. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Programação para Internet Avançada 4. Web Services Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt São módulos de aplicações de negócios que expõem as regras do negócio como serviços na Internet através

Leia mais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais

Documento apresentado para discussão. II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Documento apresentado para discussão II Encontro Nacional de Produtores e Usuários de Informações Sociais, Econômicas e Territoriais Rio de Janeiro, 21 a 25 de agosto de 2006 PID - Projeto de Interoperabilidade

Leia mais

XHTML 1.0 DTDs e Validação

XHTML 1.0 DTDs e Validação XHTML 1.0 DTDs e Validação PRnet/2012 Ferramentas para Web Design 1 HTML 4.0 X XHTML 1.0 Quais são os três principais componentes ou instrumentos mais utilizados na internet? PRnet/2012 Ferramentas para

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Minicurso Web Services com PHP

Minicurso Web Services com PHP Minicurso Vinícius Costa de Souza viniciuscs@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~vinicius julho de 2005 Apresentações Nome Conhecimentos sobre Web Services Conhecimentos sobre PHP Expectativas referentes

Leia mais

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado

Web Services. Autor: Rômulo Rosa Furtado Web Services Autor: Rômulo Rosa Furtado Sumário O que é um Web Service. Qual a finalidade de um Web Service. Como funciona o serviço. Motivação para o uso. Como construir um. Referências. Seção: O que

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Web Services Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org November 29, 2014 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos November

Leia mais

Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services

Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services Estudo comparativo das API s JAX-RPC e JAXM na construção de Web Services Danielle Corrêa Ribeiro 1, Elizabeth Mª Martinho da Silva 1, Francisco A. S. Júnior 1, Thatiane de Oliveira Rosa 1, Madianita Bogo

Leia mais

Módulo 11 A Web e seus aplicativos

Módulo 11 A Web e seus aplicativos Módulo 11 A Web e seus aplicativos Até a década de 90, a internet era utilizada por acadêmicos, pesquisadores e estudantes universitários para a transferência de arquivos e o envio de correios eletrônicos.

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

A API de Publicação (Publishing API) suporta a operação publish que habilita empresas a colocarem e atualizarem a informação em um registro UDDI.

A API de Publicação (Publishing API) suporta a operação publish que habilita empresas a colocarem e atualizarem a informação em um registro UDDI. No capítulo anterior sobre o modelo de informação de UDDI é mostrado como são estruturados os dados sobre empresas, negócios e serviços. Agora que entendido como a informação é estruturada, o próximo entendimento

Leia mais

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web

Modelagem de Sistemas Web. Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Modelagem de Sistemas Web Aula 4 Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas e metodologias para projeto de sistemas web Ferramentas CASE Fontes: Sarajane e Marques Peres Introdução

Leia mais

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: SERASA Experian. Produto: Autorizador Básico. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: SERASA Experian. Produto: Autorizador Básico. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior Manual de Integração Tecnologia: WebServices SOAP XML Área: SERASA Experian Produto: Autorizador Básico Versão: 1.0 Autor: Angelo Bestetti Junior Conteúdo Introdução... 3 Considerações Iniciais... 4 Privacidade...

Leia mais

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Web Services e SOAP. Alexandre Zua CaldeiraTecnologias de Middleware 2006/2007 20.10.2006. Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Alexandre Zua Caldeira Tecnologias de Middleware 2006/2007 Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa 20.10.2006 1 Introdução Definições Limitações do Middleware Estudado Integração com Web Services

Leia mais

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena

Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços. Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Um Processo para Desenvolvimento de Aplicações Web Baseado em Serviços Autores: Fábio Zaupa, Itana Gimenes, Don Cowan, Paulo Alencar e Carlos Lucena Tópicos Motivação e Objetivos LP e SOA Processo ADESE

Leia mais

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares.

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Teste de Áudio Quero adaptar os softs que já temos e você não sabe como faz e diz que não é

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 14 SOA e ESB Service-Oriented

Leia mais

CA Nimsoft Service Desk. Guia de serviços web

CA Nimsoft Service Desk. Guia de serviços web CA Nimsoft Service Desk Guia de serviços web Outono de 2013 A presente documentação, que inclui os sistemas de ajuda incorporados e os materiais distribuídos eletronicamente (doravante denominada Documentação),

Leia mais

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva

Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva 1. O que são Serviços Web (Web Services)? Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva A ideia central dos Web Services parte da antiga necessidade

Leia mais

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes

Desenvolvimento Web Introdução a XHTML. Prof. Bruno Gomes Desenvolvimento Web Introdução a XHTML Prof. Bruno Gomes 2014 Introdução HTML e XHTML Estrutura básica do documento DTDs Validação do documento Exercícios HTML e XHTML HTML (Hipertext Markup Language)

Leia mais

08/04/2013. Agenda. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ

08/04/2013. Agenda. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ. O Sistema CACHÉ Agenda Caché Server Pages Uma Aplicação Banco de Dados Fernando Fonseca Ana Carolina Salgado Mestrado Profissional 2 SGBD de alto desempenho e escalabilidade Servidor de dados multidimensional Arquitetura

Leia mais

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: CDC. Produto: CDC Pessoa Física NFE (RFB) Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: CDC. Produto: CDC Pessoa Física NFE (RFB) Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior Manual de Integração Tecnologia: WebServices SOAP XML Área: CDC Produto: CDC Pessoa Física NFE (RFB) Versão: 1.0 Autor: Angelo Bestetti Junior Conteúdo Introdução... 3 Considerações Iniciais... 4 Privacidade...

Leia mais

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com

REST. Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com REST Caio Nakashima caio.nakashima@mds.gov.br caionakashima@gmail.com 1 RESTful REpresentation State Transfer Estilo de arquitetura de software para sistemas distribuídos Termo proposto por Roy Fielding

Leia mais

MÓDULO 1 - xhtml Básico

MÓDULO 1 - xhtml Básico MÓDULO 1 - xhtml Básico 1. Introdução xhtml significa Extensible Hypertext Markup Language (Linguagem de Marcação Hipertextual Extensível) e é a linguagem de descrição de documentos usada na World Wide

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COLABORATIVA FUNDAMENTADA NOS CONCEITOS DE WEB 2.0

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COLABORATIVA FUNDAMENTADA NOS CONCEITOS DE WEB 2.0 FACULDADE FARIAS BRITO CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO RAPHAEL BATISTA SALDANHA DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA COLABORATIVA FUNDAMENTADA NOS CONCEITOS DE WEB 2.0 Fortaleza 2008 RAPHAEL BATISTA SALDANHA DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Consultar Tabelas Administrativas

Consultar Tabelas Administrativas STN Coordenação-Geral de Sistemas e Tecnologia de Informação Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal SIAFI Secretaria do Tesouro Nacional STN Documentação de Serviços de Interoperabilidade

Leia mais

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP

Anexo VI Edital nº 03361/2008. Projeto de Integração das informações de Identificação Civil. 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP Anexo VI Edital nº 03361/2008 Projeto de Integração das informações de Identificação Civil 1. Definições de interoperabilidade adotadas pela SENASP A Senasp procura adotar os padrões de interoperabilidade

Leia mais

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008

Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento. Lúbia Vinhas 13/05/2008 Arquiteturas, Padrões e Serviços para Geoprocessamento Lúbia Vinhas 13/05/2008 Desejo saber estatísticas sobre áreas queimadas. Desejo fazer análises por localização, por classes de uso ou ainda por seleção

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST)

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) SÃO PAULO 2012 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO PAULO WEB SERVICES (SOAP X REST) Jean Carlos Rosário Lima Monografia apresentada à Faculdade

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Programação WEB Introdução

Programação WEB Introdução Programação WEB Introdução Rafael Vieira Coelho IFRS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Farroupilha rafael.coelho@farroupilha.ifrs.edu.br Roteiro 1) Conceitos

Leia mais

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação

Conceitos Web. Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011. UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação UNIJUÍ DETEC Ciência da Computação Prof. Msc. Juliano Gomes Weber (jgw@unijui.edu.br) Conceitos Web Notas de Aula Aula 13 1º Semestre - 2011 Tecnologias Web jgw@unijui.edu.br Conceitos Básicos Sistema

Leia mais

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: Serviços de Informação. Produto: CEP. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior

Manual de Integração. Tecnologia: WebServices SOAP XML. Área: Serviços de Informação. Produto: CEP. Versão: 1.0. Autor: Angelo Bestetti Junior Manual de Integração Tecnologia: WebServices SOAP XML Área: Serviços de Informação Produto: CEP Versão: 1.0 Autor: Angelo Bestetti Junior Conteúdo Introdução... 3 Considerações Iniciais... 4 Privacidade...

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR. Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente

FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR. Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR Web Services com JWSDP: melhorias no Servidor HelpNet e Implementação do Cliente Palmas 2004 ii FRANCISCO DE ASSIS DOS SANTOS JUNIOR Web Services com JWSDP: melhorias

Leia mais

INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET

INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET Ricielli Pelissoli Martins Orientador: Luiz Gustavo Mählmann Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Sistemas de Informação Canoas RS Brasil ricielli@gmail.com,

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec

Guia de Consulta Rápida. PHP com XML. Juliano Niederauer. Terceira Edição. Novatec Guia de Consulta Rápida PHP com XML Juliano Niederauer Terceira Edição Novatec Copyright 2002 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida

Leia mais

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST

Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Integração de sistemas utilizando Web Services do tipo REST Jhonatan Wilson Aparecido Garbo, Jaime Willian Dias Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil jhowgarbo@gmail.com jaime@unipar.br

Leia mais

Software e Serviços MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL

Software e Serviços MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL MANUAL DE HOMOLOGAÇÃO WEB SERVICE X SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL CONSIDERAÇÕES INICIAIS Este manual tem como objetivo propiciar a integração do SISTEMA DE AUTOMAÇÃO COMERCIAL junto as ADMINISTRADORAS

Leia mais

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web

PRnet/2013. Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Linguagem de Programação Web Prnet/2013 Linguagem de Programação Web» Programas navegadores» Tipos de URL» Protocolos: HTTP, TCP/IP» Hipertextos (páginas WEB)» HTML, XHTML»

Leia mais

Comunicado Técnico 11

Comunicado Técnico 11 Comunicado Técnico 11 ISSN 2177-854X Maio. 2011 Uberaba - MG Web Services e XML Comunicação Inteligente entre Sistemas Responsáveis: Daniela Justiniano de Sousa E-mail: dsol_dani21@hotmail.com Graduada

Leia mais

API e Integraç ão. Inoxnet WebServices. Versã o 1.10. (c) EBASE Lda. www.inoxnet.com

API e Integraç ão. Inoxnet WebServices. Versã o 1.10. (c) EBASE Lda. www.inoxnet.com API e Integraç ão Inoxnet WebServices Versã o 1.10 (c) EBASE Lda www.inoxnet.com Índice INFORMAÇ ÃO SOBRE ESTE DOCUMENTO...3 Descrição geral... 3 Requisitos... 3 Termos... 4 Convenções... 4 INTRODUÇ ÃO...4

Leia mais