ROYALTIES DO PETRÓLEO E POBREZA EM SERGIPE: DESAFIOS E INCERTEZAS NA ABUNDÂNCIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ROYALTIES DO PETRÓLEO E POBREZA EM SERGIPE: DESAFIOS E INCERTEZAS NA ABUNDÂNCIA"

Transcrição

1 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 429 ROYALTIES DO PETRÓLEO E POBREZA EM SERGIPE: DESAFIOS E INCERTEZAS NA ABUNDÂNCIA Gicélia Mendes da Silva 1 A indústria do petróleo apresenta especificidades em relação a outros tipos de empreendimentos em função da localização que não pode ser determinada por outros fatores senão a existência do mineral no subsolo. Estas e outras peculiaridades da indústria do petróleo são destacadas por Piquet (2007). Para a autora, o fato de as corporações que operam no setor atuarem de modo globalizado e organizarem o espaço de maneira seletiva e extrovertida, não caracteriza preocupação com o local onde a extração do minério é realizada. Desta maneira, as áreas produtoras funcionam como campos de fluxos, onde se articulam sofisticadas redes de unidades industriais, portos, dutos, aeroportos, bens, homens e informações. Não são, portanto, empreendimentos voltados a promover o desenvolvimento regional. (PIQUET, 2007, p. 23) Contudo, mesmo não havendo o comprometimento direto da indústria petrolífera com o desenvolvimento regional, os efeitos de encadeamento podem trazer benefícios ao local. É possível que um processo de industrialização seja desencadeado a partir das possibilidades criadas pelo setor. Além disso, outras atividades de apoio à atividade surgem em torno do empreendimento e, de certa maneira, contribuem para a dinamização econômica da área. Estas atividades de apoio às atividades de exploração, em certa medida, podem contribuir para o desenvolvimento econômico. Como bem destaca Piquet (2007), a indústria do petróleo pode funcionar como um enclave às regiões onde se localize ou oferecer benefícios, a depender do desenvolvimento do país e da região e o comprometimento político nacional e internacional no trato com criação de estratégias de desenvolvimento. 1 Professora Adjunto do Departamento de Geografia e do Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Universidade Federal de Sergipe; Pesquisadora do GEOPLAN/UFS e do LACTA/UFF.

2 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 430 No caso da indústria do petróleo, pela característica de exploração de recursos finitos, são pagos aos entes federados nos quais estão instalados os aparatos necessários à atividade, compensações financeiras, os chamados royalties, que têm contribuído para o aumento significativo das receitas municipais. No Brasil, a primeira legislação do petróleo data de 1953 e a mais recente é de 1997 que trouxe mudanças significativas ao processo de distribuição das participações governamentais do petróleo e do gás natural, especialmente da produção offshore. Durante alguns anos tramitaram no Congresso Nacional projetos de Lei que visavam o beneficiamento de Estados e Municípios por meio do recebimento de royalties provindos da produção offshore. A busca pela aprovação dos projetos de Lei respaldava-se nos esforços empreendidos pelos senadores e deputados federais que usavam de argumentos os mais variados para justificar as suas solicitações. O fato é que após a vigência da Lei 9478/97, Lei do Petróleo (LP), Estados e municípios brasileiros confrontantes com campos de petróleo passaram a ter direito a receber royalties da produção offshore, eventos que representaram um marco diferencial nos orçamentos estaduais e municipais, a partir daquela data. Em Sergipe, a distribuição dos royalties e participações especiais do petróleo, a partir da LP, trouxe alterações significativas nos orçamentos dos municípios produtores de petróleo, em especial aos municípios litorâneos. Contudo, o montante que tais municípios recebem em royalties, comparados ano a ano com alguns indicadores sociais, deixa clara a questão de que o crescimento econômico não elimina, por exemplo, a pobreza. Em alguns casos tem havido exatamente o contrário. A despeito dos valores monetários que circulam nos cofres públicos dos municípios petrolíferos de Sergipe, as condições sociais apresentadas pela maior parte deles levantam indagações a respeito da aplicabilidade dos recursos. Os números não falam por si só, mas contribuem para que a partir da junção de outros fatores, elaboremos um arcabouço investigativo e propositivo a respeito das compensações financeiras do petróleo e seus efeitos sociais e, mais especificamente, da pobreza.

3 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 431 Se considerarmos as condições de vida nos municípios produtores de petróleo em Sergipe constataremos o antagonismo entre as riquezas que adentram os cofres públicos de boa parte dos municípios e as condições de vida da população. Após mais quarenta anos de exploração, encontra-se sobre o subsolo rico uma população empobrecida e com poucas possibilidades de usufruir dos benefícios que os recursos provindos da exploração das jazidas poderiam oferecer se a gestão dos recursos fosse adequada. Esta situação reforça a necessidade de que os municípios invistam em diversificação produtiva para que as comunidades tenham oportunidades de empregos que alavanquem a economia dos municípios. De que pobreza estamos falando? Entendemos que a discussão em torno do tema pobreza é bastante complexa. Os autores que discutem o tema têm apresentado critérios por vezes duvidosos do que venha a ser pobreza. Há muitos que associam pobreza à incapacidade de adquirir alimento como se o pobre usasse todo dinheiro que ganha na compra de alimentos. Santos (2000) apresenta três definições para a pobreza nos países subdesenvolvidos: a pobreza incluída, a pobreza marginalizada e a pobreza estrutural global. Estas formas de pobreza são apresentadas como resultado de processos de transformação social e econômica dos países e representam momentos históricos específicos. A primeira delas, a pobreza incluída, característica de um momento onde o consumo ainda não estava difundido e o dinheiro não assumia papel social de destaque, diz respeito àquela que acontece sazonalmente por consequência de acidentes naturais ou sociais. Era uma pobreza que se produzia num lugar e não se comunicava a outro lugar. (SANTOS, 2000, p.70). As soluções para o problema eram de origem provada, assistencialista e local. No segundo caso, a marginalidade, já caracteriza a pobreza de um momento onde o processo de comunicação já se encontrava em estágio mais avançado assim como o consumo. Por meio da ampliação da circulação e da comunicação as inovações passam a constituir um dado revolucionário nas relações sociais. (SANTOS, 2000, p. 71). Com a divulgação do êxito do bem-estar social nos países europeus, muitos países

4 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 432 pobres, inclusive o Brasil, sentiram-se na obrigação de buscarem solução para a pobreza, como confirma Santos pois, mesmo em países como o nosso, o poder público é forçado a encontrar fórmulas, saídas e arremedos de solução. Havia uma certa vergonha de não enfrentar a questão. (SANTOS, 2000, p. 71) O último período descrito por Santos refere-se ao que vivemos atualmente. O período no qual está presente a pobreza estrutural globalizada. A pobreza atual resulta da convergência de causas que se dão em diversos níveis, existindo como vasos comunicantes e como algo racional, num resultado necessário do presente processo, um fenômeno inevitável, considerado até mesmo um fato natural. (SANTOS, 2000, p. 72) Por conseguinte, é em função da naturalização da pobreza e mesmo da fome que sua resolução torna-se mais difícil. Algo dado como natural acaba por se incorporar aos comportamentos e ações dos indivíduos, principalmente daqueles que sofrem a ação das desigualdades. Tais dificuldades são ainda mais evidentes quando as aparentes soluções vêm revestidas de todo um arcabouço moldado para a permanência das desigualdades e ratificação da exclusão. A pobreza estrutural globalizada, como a própria definição deixa transparecer, apresenta ramificações, tentáculos que alcançam a todos aqueles que os sistemas econômicos e político desejam alcançar para manter o padrão de equilíbrio necessário à disseminação do poder. Uma das grandes diferenças do ponto de vista ético é que a pobreza de agora surge, impõe-se e explica-se como algo natural e inevitável. Mas é uma pobreza produzida politicamente pelas empresas e instituições globais. Estas, de um lado, paga, para criar soluções localizadas, parcializadas, segmentadas, como é o caso do Banco Mundial, que, em diferentes partes do mundo, financia programas de atenção aos pobres, querendo passar a impressão de se interessar pelos desvalidos, quando, estruturalmente, é o grande produtor da pobreza. Atacam-se, funcionalmente manifestações de pobreza, enquanto estruturalmente se cria a pobreza ao nível do mundo. E isso se dá com a colaboração passiva ou ativa dos governos nacionais. (SANTOS, 2000, p. 73) Seguindo essa linha de raciocínio, percebe-se que a pobreza tem se adaptado às necessidades da política e da economia mundiais e que contam, em certa medida, com a colaboração dos governos nacionais, seja de forma ativa ou não. A pobreza, evidentemente, não pode ser definida de forma única e universal. Contudo, podemos afirmar que se refere a situações de carência em que os indivíduos não conseguem manter um padrão

5 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 433 mínimo de vida condizente com as referências socialmente estabelecidas em cada contexto histórico. (BARROS, et.al., 2000) A pobreza deve ser analisada considerando não só o nível de renda, mas também a precariedade de infraestrutura sanitária, pela deficiência calórica, pela esperança de vida e pelas taxas de analfabetismo. (CASTRO, 1992, p.105) Chama-nos a atenção quando a análise destes indicadores denuncia a pobreza em municípios enriquecidos pelas rendas petrolíferas. É sobre esta realidade que, neste texto, pretendemos discutir. Royalties e indicadores sociais: onde estão as prioridades? Analisando-se alguns dos indicadores de desenvolvimento econômico nos municípios da RPS, percebe-se que entre 1991 e 2000 houve melhoria no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), principalmente naqueles que apresentavam índice mais baixo a exemplo de Brejo Grande, Itaporanga D Ajuda e Pacatuba. Contudo quando os componentes do IDH são analisados individualmente percebe-se que o aumento nos índices de educação e longevidade foram os grandes responsáveis pela melhoria do IDH na maior parte dos municípios da Região petrolífera Sergipana (RPS) 2. O índice de renda, no entanto, não demonstrou aumento significativo entre os anos 1991 e Desta forma evidencia-se que o problema maior dos municípios produtores de petróleo em Sergipe encontra-se, principalmente, na má distribuição da renda. (Tabela 01) 2 A região petrolífera sergipana (RPS) é composta pelos municípios sergipanos produtores de petróleo. (SILVA, 2008)

6 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 434 TABELA 01 : REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO ( ) IDH IDH IDH IDH Município renda longevidade educação Aracaju 0,770 0,794 0,949 0,752 0,635 0,729 0,726 0,901 Areia Branca 0,421 0,644 0,280 0,522 0,610 0,719 0,374 0,691 Barra dos 0,553 0,676 0,441 0,578 0,637 0,631 0,581 0,818 Coqueiros Brejo Grande 0,348 0,550 0,203 0,456 0,477 0,526 0,363 0,667 Capela 0,437 0,615 0,293 0,501 0,579 0,629 0,440 0,716 Carmópolis 0,503 0,676 0,394 0,561 0,575 0,666 0,538 0,800 Divina Pastora 0,431 0,655 0,230 0,508 0,579 0,662 0,485 0,795 General Maynard 0,458 0,671 0,248 0,530 0,616 0,695 0,511 0,789 Itaporanga 0,352 0,638 0,181 0,515 0,536 0,683 0,340 0,715 D'Ajuda Japaratuba 0,437 0,651 0,297 0,537 0,533 0,646 0,480 0,771 Laranjeiras 0,444 0,642 0,272 0,519 0,564 0,628 0,496 0,778 Maruim 0,448 0,662 0,269 0,532 0,560 0,659 0,515 0,794 N. S. do Socorro 0,528 0,696 0,324 0,563 0,666 0,695 0,596 0,831 Pacatuba 0,349 0,584 0,179 0,438 0,522 0,646 0,346 0,667 Pirambu 0,424 0,652 0,259 0,554 0,567 0,646 0,445 0,755 Riachuelo 0,453 0,671 0,277 0,521 0,616 0,695 0,466 0,798 Rosário do Catete 0,471 0,672 0,345 0,559 0,564 0,627 0,503 0,829 Sto Amaro das 0,439 0,655 0,198 0,521 0,662 0,669 0,457 0,775 Brotas São Cristóvão 0,514 0,700 0,347 0,583 0,615 0,695 0,581 0,823 Siriri 0,420 0,645 0,247 0,520 0,579 0,662 0,436 0,754 Fonte: IPEA, 2007 A despeito da forte concentração da renda e da riqueza que há no histórico brasileiro, é preciso que as realidades sejam demonstradas para as transformações ocorrerem. A análise das relações entre os royalties per capita dos municípios petrolíferos de Sergipe e os índices indicativos das condições sociais da população oferecem subsídios que alertam para que sejam repensadas as formas atuais de investimentos das rendas petrolíferas. A correlação dos royalties per capita municipal (RP-M) e o Índice de Pobreza Humana Municipal (IPH-M) demonstra a inversão de posição entre os municípios na correlação entre as variáveis analisadas 3. Este ruído é percebido quando os royalties são comparados ao IPH-M. Dos cinco maiores beneficiários 3 Royalties per capita e IPH-M referentes ao ano 2000.

7 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 435 dois, Japaratuba e Divina Pastora, apresentam índices de pobreza significativa, estando entre os dez mais pobres da região. Carmópolis, General Maynard e Pirambu sofrem inversão negativa, mas estão mais bem posicionados no ranking da pobreza na RPS. A menor inversão ocorreu no município de Santo Amaro das Brotas que saiu da décima terceira pra a décima segunda posição. Nesta comparação também dica clara a inversão em todos os municípios da RPS. Maiores valores per capita em royalties correspondem, em linhas gerais, a índices de pobreza elevados. (Figura 01) Royalties per capita Municípios da RPS Municípios da RPS IPH-M ,79 Divina Pastora Aracaju 9,82 217,83 Carmópolis Nossa Senhora do Socorro 13,01 195,86 Japaratuba São Cristóvão 16,62 108,38 General Maynard Barra dos Coqueiros 18,48 102,13 Pirambu Carmópolis 20,20 93,37 Siriri Rosário do Catete 21,07 79,47 Rosário do Catete Riachuelo 21,91 66,43 Pacatuba Pirambu 24,20 57,77 Barra dos Coqueiros Maruim 24,27 50,21 Riachuelo General Maynard 24,59 49,27 Brejo Grande Laranjeiras 24,64 47,45 Itaporanga D Ajuda Santo Amaro das Brotas 25,77 Santo Amaro das Brotas Japaratuba 27,46 26,79 22,12 Maruim Divina Pastora 28,15 13,57 Aracaju Siriri 28,88 10,57 Laranjeiras Areia Branca 29,35 4,31 São Cristóvão Itaporanga D'Ajuda 32,05 2,17 Areia Branca Capela 33,02 Nossa Senhora do 1,97 Socorro Brejo Grande 35,42 1,66 Capela Pacatuba 37,58 Figura 01: REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA- Correlação entre royalties per capita e índice de pobreza humana Fonte de dados: ANP, Elaboração própria Os números atestam que a existência de exploração e produção de petróleo nos municípios da RPS não tem contribuído para a resolução de

8 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 436 problemas sociais. É preciso que os municípios elaborem suas próprias políticas sociais de combate a pobreza visando uma maior participação da população nos lucros do petróleo. As disparidades apresentadas pela comparação dos royalties per capita e o IPH-M apontam para a urgente necessidade de políticas sociais eficientes e que possibilitem aos municípios conterem a pobreza e o baixo nível de desenvolvimento social. Pelo exposto até aqui é notório que os municípios produtores de petróleo em Sergipe dispõem de recursos financeiros para a promoção das transformações sociais. A visualização espacial destas disparidades entre Royalties per capita, e IPH-M possibilita que sejam identificadas as áreas de maiores contrastes e as que demandam atenção específica. Givisiez e Oliveira (2007) elaboraram sugestões de investimentos das receitas petrolíferas para todos os municípios produtores de petróleo no Brasil a partir do cruzamento de dados do RP-M e IPH-M. (Quadro 01) TIPO IPH-M RP-M Alto Alto Alto Médio Alto Médio Alto Médio Alto Médio Baixo Médio Baixo Médio Baixo Baixo Baixo Baixo Alto Médio Alto Médio Baixo Baixo Alto Médio Alto Médio Baixo Baixo Muito Alta Alta Média Muito Alta Alta Média Muito Alta Alta Média Muito Alta Alta Média Baixa Baixa Baixa Baixa Muito Baixa Muito Baixa Muito Baixa Muito Baixa Sugestão de investimentos das rendas petrolíferas Investimentos urgentes no desenvolvimento humano Investimentos no desenvolvimento humano Investimentos direcionados ao desenvolvimento humano e econômico Investimentos direcionados ao desenvolvimento econômico Renda petrolífera insuficiente para gerar grandes mudanças estruturais Quadro 01: Combinação de IPH-M e RP-M segundo sugestão de investimentos prioritários para as rendas petrolíferas. Fonte: (GIVISIEZ e OLIVEIRA, 2007, p. 158) Seguindo a metodologia adotada por Givisiez e Oliveira (2007) buscamos identificar os municípios petrolíferos que demandam mais atenção por parte do poder público a fim de que os royalties sejam alocados na

9 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 437 redução da pobreza. Os municípios foram classificados em categorias, considerando os royalties per capita comparados ao Índice de Pobreza Humana. O IPH-M foi escolhido pelos autores por não levar em consideração a renda das pessoas, oferecendo vantagens na comparação com os royalties per capita. Os municípios da RPS estão classificados em cinco categorias de royalties municipais per capita 4. Foram utilizados dados de 2000 para efeitos comparativos com o IPH-M Na categoria muito baixa estão 15% dos municípios da RPS; na categoria baixa estão 20% dos municípios. Os 65% restantes integram as categorias média, alta e muito alta. Os municípios foram também classificados, a partir do Índice de Pobreza Humana Municipal, em cinco categorias: baixo, médio baixo, médio alto, alto e muito alto. (Quadros 02 e 03) QUADRO 02 : REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA CATEGORIAS DE ROYALTIES MUNICIPAL PER CAPITA (2000) CATEGORIA Muito Baixa Baixa Média Alta Muito alta MUNICÍPIO Capela Nossa Senhora do Socorro Areia Branca São Cristóvão Laranjeiras Aracaju Maruim Santo Amaro das Brotas Itaporanga D Ajuda Brejo Grande Riachuelo Barra dos Coqueiros Pacatuba Rosário do Catete Siriri Pirambu General Maynard Japaratuba Carmópolis Divina Pastora 4 No âmbito deste trabalho, os dados foram divididos em categorias a partir da frequência. O quadro foi elaborado a partir da adaptação da metodologia sugerida por Givisiez e Oliveira (2007). Fonte de dados: quadro montado a partir de dados da figura 01

10 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 438 QUADRO 03 REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA CATEGORIAS DE ÍNDICE DE POBREZA HUMANA MUNICIPAL (2000) CATEGORIA MUNICÍPIO Baixo Aracaju Nossa Senhora do Socorro Médio Baixo São Cristóvão Barra dos Coqueiros Carmópolis Rosário do Catete Riachuelo Pirambu Médio Alto Maruim General Maynard Laranjeiras Santo Amaro das Brotas Japaratuba Alto Divina Pastora Siriri Areia Branca Itaporanga D Ajuda Capela Muito Alto Brejo Grande Pacatuba Fonte de dados: quadro montado a partir de dados da figura 01. O quadro foi elaborado a partir da adaptação da metodologia sugerida por Givisiez e Oliveira (2007). Para a formulação dos grupos de municípios para os quais serão sugeridos direcionamentos dos recursos dos royalties serão utilizados as classificações dos royalties per capita e IPH-M. O cruzamento das informações dos RP-M e IPH-M será adotado como parâmetro para a definição de grupos de municípios para os quais serão sugeridos direcionamentos prioritários dos recursos dos royalties e também de outras receitas municipais. (GIVISIEZ e OLIVEIRA, 2007). A correlação entre as categorias de Royalties per capita e as de Índice de pobreza humana para os municípios da Região Petrolífera Sergipana permite juntá-los em quatro das cinco grupos propostos por Givisiez e Oliveira (2007). O grupo um, onde há necessidade de investimentos urgentes no desenvolvimento humano; o grupo dois que agrupa os municípios carentes de investimentos no desenvolvimento humano; o grupo três no qual devem ser feitos investimentos direcionados ao desenvolvimento humano e econômico e o grupo cinco formado pelos municípios nos quais as rendas petrolíferas são insuficientes para promover mudanças estruturais significativas.

11 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 439 Os autores propõem que os investimentos para os municípios do grupo um devam ser direcionados à educação, à infraestrutura de serviços urbanos e a programas de saúde com vista à diminuição da mortalidade infantil. Estão enquadrados neste grupo Divina Pastora, Japaratuba, Siriri, Pacatuba, Brejo Grande e Itaporanga D Ajuda. (Tabela 02) TABELA 02: REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA MUNICÍPIOS DO GRUPO 1 Investimentos urgentes no desenvolvimento humano MUNICÍPIO IPH-M RP-M Categoria de RP- Divina Pastora 28,15 245,79 Muito alta Japaratuba 27,46 195,86 Muito alta Siriri 28,88 93,37 Alta Pacatuba 37,58 66,43 Alta Brejo Grande 35,42 49,27 Média Itaporanga D Ajuda 32,05 47,45 Média Fonte de dados: ROLIM, 2002; ANP, Fonte metodológica: GIVISIEZ e OLIVEIRA (2007) No grupo dois estão General Maynard, Pirambu, Rosário do Catete e Riachuelo. Neste grupo os investimentos devem ser direcionados a programas de incentivo à geração de renda e no incremento de atividades econômicas. Considerado que os municípios do grupo têm população e área territoriais relativamente pequenas, a administração e aplicação dos recursos do petróleo podem ser direcionadas de modo mais eficiente. (Tabela 03) M TABELA 03 : REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA - MUNICÍPIOS DO GRUPO 2 Investimentos no desenvolvimento humano MUNICÍPIO IPH-M RP-M Categoria de RP-M General Maynard 24,59 108,38 Muito alta Pirambu 24,20 102,13 Muito alta Rosário do Catete 21,07 79,47 Alta Riachuelo 21,91 50,21 Média Fonte de dados: ROLIM, 2002; ANP, Fonte metodológica: GIVISIEZ e OLIVEIRA (2007)

12 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 440 O grupo três é composto pelos municípios que necessitam de investimentos no desenvolvimento humano e econômico. Neste grupo estão apenas dois municípios: Carmópolis e Barra dos Coqueiros. São municípios que estão na categoria de RP-M muito alta e alta, respectivamente, e IPH-M médio baixo. Apresentam melhorias sociais em relação aos grupos anteriores, mas ainda necessitam de investimentos em educação, saúde, infraestrutura urbana e em recursos de infraestrutura produtiva e programas de geração de renda. Têm apresentado melhoria nos índices de educação e saúde mas a distribuição de renda ainda é deficiente. (Tabela 04) TABELA 04 REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA - MUNICÍPIOS DO GRUPO 3 Investimentos direcionados ao desenvolvimento humano e econômico MUNICÍPIO IPH-M RP-M Categoria de RP-M Carmópolis 20,20 217,83 Muito alta Barra dos Coqueiros 18,48 57,77 Média Fonte de dados: ROLIM, 2002; ANP, Fonte metodológica: GIVISIEZ e OLIVEIRA (2007) O quarto grupo não se configura entre os municípios da Região Petrolífera Sergipana. Neste grupo deveriam constar municípios nos quais os investimentos seriam destinados ao desenvolvimento econômico. A ausência de municípios da RPS nesta categoria demonstra que as necessidades sociais das populações ainda são significativas e que o investimento no desenvolvimento humano deve ser prioritário. No grupo cinco estão os municípios enquadrados da categoria de RP-M baixa e muito baixa. Estes municípios a despeito dos royalties que recebem, não apresentam condições de promoção de mudanças na estrutura social a partir das rendas petrolíferas. Contudo, cabe frisar que as rendas petrolíferas não são as únicas fontes de recursos dos municípios. No caso dos municípios do grupo cinco toma-se como exemplos Aracaju e Nossa Senhora do Socorro que concentram boa parte das atividades industriais do Estado. (Tabela 05)

13 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 441 TABELA 05 REGIÃO PETROLÍFERA SERGIPANA MUNICÍPIOS DO GRUPO 5 Renda petrolífera insuficiente para gerar grandes mudanças estruturais MUNICÍPIO IPH-M RP-M Categoria de RP-M Santo Amaro das Brotas 25,77 26,79 Baixa Maruim 24,27 22,12 Baixa Aracaju 9,82 13,57 Baixa Laranjeiras 24,64 10,57 Baixa São Cristóvão 16,62 4,31 Muito baixa Areia Branca 29,35 2,17 Muito baixa Nossa Senhora do Socorro 13,01 1,97 Muito baixa Capela 33,02 1,66 Muito baixa Fonte de dados: ROLIM, 2002; ANP, Fonte metodológica: GIVISIEZ e OLIVEIRA (2007) Pelo exposto fica evidente que os royalties do petróleo não vêm sendo aplicados em prol da melhoria da qualidade de vida das pessoas. Percebe-se que não há relação direta entre valores recebidos e mudanças sociais significativas. Prova disso é que em 2000 todos os municípios com RP-M média, alta ou muito alta, há necessidade ainda, de investimentos prioritários no desenvolvimento humano. Apenas em Carmópolis e Barra dos Coqueiros visualiza-se melhoria nas condições de vida da população. (Figura 02)

14 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 442 N W E S Categorias Prioridade no desenvolvimento humano Desenvolvimento humano Desenvolvimento humano e econômico 0 40 Km Royalties insuficientes para mudanças estruturais Figura 02: Região Petrolífera Sergipana- Categoria de Investimentos Prioritários Fonte de dados: ROLIM, 2002, ANP, 2007 Fonte Metodológica: GIVISIEZ E OLIVEIRA, 2007 Contudo, a diferença favorável em relação aos demais municípios da RPS ainda é insuficiente frente às possibilidades que os montantes financeiros podem proporcionar. A produção petrolífera tem aumentado no Estado e muitos dos municípios tiveram suas rendas melhoradas demonstrando que os recursos estão disponíveis, bastando apenas que os investimentos sejam

15 Cap. 4-2: Glicélia Mendes - Pag 443 direcionados de modo eficiente. Municípios como Itaporanga D Ajuda, São Cristóvão, Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, Rosário do Catete, Brejo Grande e Santo Amaro das Brotas são exemplos de melhorias nos valores dos royalties per capita. A redução da pobreza não ocorre percentualmente de modo igual em todos os lugares e os números não podem ser únicos a explicar a situação da população, mas servem de termômetro para avaliações e guias para planejamentos. Os números atestam que a iniquidade social é ainda uma dura realidade para os municípios produtores de petróleo em Sergipe. A pobreza das pessoas da RPS indica também a impossibilidade de reagir aos desafios da convivência social em meio à atividade de ponta que é a exploração do petróleo. Ser pobre na RPS é também sofrer as imposições dos grilhões do sistema e da modernidade que acorrentam a ação por meio da impossibilidade de acesso aos meios de produção, de comunicação e de inserção e de transformação. Referências ANP, Guia dos Royalties, BARROS, Ricardo Paes de. Et al. Desigualdade e pobreza no Brasil: retrato de uma estabilidade inaceitável. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Fevereiro, vol 15, n. 42, Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, Brasil, CASTRO, Iná Elias de. O mito da necessidade: discurso e prática do regionalismo nordestino. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, GIVISIEZ, Gustavo Henrique Neves; OLIVEIRA, Elzira Lúcia de. A pobreza e a riqueza nas cidades do petróleo. In: PIQUET, Rosélia; SERRA, Rodrigo(Org.). Petróleo e Região no Brasil: o desafio da abundância. Rio de Janeiro: Garamond, 2007 PIQUET, Rosélia. Indústria do petróleo e dinâmica regional: reflexões teóricometodológicas. In: PIQUET, Rosélia; SERRA, Rodrigo(Org.). Petróleo e Região no Brasil: o desafio da abundância. Rio de Janeiro: Garamond, POCHMANN, Márcio; AMORIM, Ricardo (orgs). Atlas de Exclusão Social no Brasil. 3 ed. São Paulo: Cortez, ROLIM, Cássio. Um índice de pobreza humana municipal para o Brasil. Universidade do Paraná, Disponível em Acesso em 20/10/2007. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000.

Petróleo, Royalties e Pobreza 1

Petróleo, Royalties e Pobreza 1 Gicélia Mendes da Silva Professora Adjunta da Universidade Federal de Sergipe gicamendes@ufs.br Vera Lúcia Alves França Professora Associada da Universidade Federal de Sergipe soninha@infonet.com.br Petróleo,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta:

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) O Congresso Nacional decreta: 1 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Ricardo Santos e outros) Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Nacional Pró-Infância Brasileira e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Artigo

Leia mais

A Mineração Industrial em Goiás

A Mineração Industrial em Goiás A Mineração Industrial em Goiás Luciano Ferreira da Silva 1 Resumo: A extração mineral constitui atividade de relevante importância para a economia do estado de Goiás, ocupando posição de destaque no cenário

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 117 GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo*

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 117 GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo* GASTOS SOCIAIS: FOCALIZAR VERSUS UNIVERSALIZAR José Márcio Camargo* Como deve ser estruturada a política social de um país? A resposta a essa pergunta independe do grau de desenvolvimento do país, da porcentagem

Leia mais

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos

Histórico. Com o final da Segunda Guerra Mundial, tem. sofre um freio em seu crescimento global. O final da Velha Ordem Mundial entre os anos Histórico As iniciadas no século XV, são consideradas como o marco inicial da (capitalismo comercial). O fenômeno segue crescendo com o período do Neocolonialismo europeu na Ásia e na África. Paralelamente

Leia mais

FICHA DE INTERESSE NOVAS MISSÕES SOCIAS NA VENEZUELA: EM DIREÇÃO À SUPREMA FELICIDADE SOCIAL. Governo Bolivariano da Venezuela

FICHA DE INTERESSE NOVAS MISSÕES SOCIAS NA VENEZUELA: EM DIREÇÃO À SUPREMA FELICIDADE SOCIAL. Governo Bolivariano da Venezuela FICHA DE INTERESSE Governo Bolivariano da Venezuela Embaixada da República Bolivariana da Venezuela na República Federativa do Brasil NOVAS MISSÕES SOCIAS NA VENEZUELA: EM DIREÇÃO À SUPREMA FELICIDADE

Leia mais

Nome do Projeto: Eu quero mais! Projeto de valorização da mulher e igualdade entre os sexos na região dos Campos Gerais

Nome do Projeto: Eu quero mais! Projeto de valorização da mulher e igualdade entre os sexos na região dos Campos Gerais 1. Identificação Nome do Projeto: Eu quero mais! Projeto de valorização da mulher e igualdade entre os sexos na região dos Campos Gerais Instituição Proponente: Núcleo Regional dos Objetivos de Desenvolvimento

Leia mais

3 O Panorama Social Brasileiro

3 O Panorama Social Brasileiro 3 O Panorama Social Brasileiro 3.1 A Estrutura Social Brasileira O Brasil é um país caracterizado por uma distribuição desigual de renda. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Santos, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 281,35 km² IDHM 2010 0,840 Faixa do IDHM Muito Alto (IDHM entre 0,8 e 1) (Censo 2010) 419400 hab. Densidade

Leia mais

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS

ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM RECORTE HORIZONTAL NO ATENDIMENTO DAS POLÍTICAS SOCIAIS Mônica Abranches 1 No Brasil, no final da década de 70, a reflexão e o debate sobre a Assistência Social reaparecem e surge

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Areado, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 282,6 km² IDHM 2010 0,727 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 13731 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados,

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Conhecemos as desigualdades raciais no Brasil, que estão inequivocamente

Leia mais

Portadores de Deficiência: pauta de discussão Marta Rovery de Souza Alguns dados são significativos para expressar a magnitude da situação das pessoas com deficiência. Segundo a Organização Mundial de

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Botelhos, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 335,24 km² IDHM 2010 0,702 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 14920 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Alto Boa Vista, MT 01/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2248,35 km² IDHM 2010 0,651 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 5247 hab. Densidade

Leia mais

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO

FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO Apresentação Esse relatório trata do Financiamento do Desenvolvimento Regional formulado pelo Ministério da Integração Nacional-MI, como contribuição à reflexão do tema

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Sorriso, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 9382,37 km² IDHM 2010 0,744 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 66521 hab. Densidade

Leia mais

erradicar a pobreza extrema e a fome

erradicar a pobreza extrema e a fome objetivo 1. erradicar a pobreza extrema e a fome Para a Declaração dos Direitos Humanos toda pessoa tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e a sua família saúde e bem-estar, inclusive

Leia mais

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento

Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Nota técnica produzida para o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Agosto/2009 SDS Edifício Eldorado salas 106/109 CEP 70392-901 Brasília DF Telefax: (61) 3225-2288 E-mail: fneng@fne.org.br

Leia mais

CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2015 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 15/01 Santo Amaro das Brotas (Padroeiro) 20/01 Poço Verde (Padroeiro) 20/01

Leia mais

CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO

CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO CALENDÁRIO 2016 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 05/01 N. Sra. da Glória (Festa dos Santos Reis) 15/01 Santo Amaro das Brotas

Leia mais

PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL

PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO COORDENAÇÃO ESTADUAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - COECT INSTITUTO DE APOIO À PESQUISA E AO DESENVOLVIMENTO JONES DOS SANTOS NEVES - IPES

Leia mais

CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS

CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS CALENDÁRIO 2014 COMARCAS DE ARACAJU E DO INTERIOR DO ESTADO E RESPECTIVOS DISTRITOS JANEIRO 01/01 Confraternização Universal 15/01 Santo Amaro das Brotas (Padroeiro) 20/01 Poço Verde (Padroeiro) 20/01

Leia mais

FINANCIAMENTO NO PNE E OS DESAFIOS DOS MUNICÍPIOS. LUIZ ARAÚJO Doutor em Educação Professor da Universidade de Brasília Diretor da FINEDUCA

FINANCIAMENTO NO PNE E OS DESAFIOS DOS MUNICÍPIOS. LUIZ ARAÚJO Doutor em Educação Professor da Universidade de Brasília Diretor da FINEDUCA FINANCIAMENTO NO PNE E OS DESAFIOS DOS MUNICÍPIOS LUIZ ARAÚJO Doutor em Educação Professor da Universidade de Brasília Diretor da FINEDUCA O QUE ESTÁ EM JOGO? Em todo debate sobre financiamento educacional

Leia mais

Seminário de Políticas de Desenvolvimento Regional. Seis cidades buscando soluções regionais para problemas em comum

Seminário de Políticas de Desenvolvimento Regional. Seis cidades buscando soluções regionais para problemas em comum Seminário de Políticas de Desenvolvimento Regional Seis cidades buscando soluções regionais para problemas em comum Abril de 2011 2 CONISUD Seminário de Políticas de Desenvolvimento Regional abril de 2011

Leia mais

Crescimento e Desenvolvimento Econômico

Crescimento e Desenvolvimento Econômico FURG ICEAC UAB Especialização em Gestão Pública Municipal Disciplina Indicadores Socioeconômicos na gestão pública Crescimento e Desenvolvimento Econômico Prof. Tiarajú A. de Freitas Bem-vindo! É com grande

Leia mais

Fluminense (UFF/RJ). Palavras-Chaves: Graduação, Licenciamento Ambiental, prática crítico-reflexivo, periódicos científicos.

Fluminense (UFF/RJ). Palavras-Chaves: Graduação, Licenciamento Ambiental, prática crítico-reflexivo, periódicos científicos. O ENSINO DA DISCIPLINA DE GRADUAÇÃO ESTUDOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS (EIA) NO ÂMBITO DOS AVANÇOS E CONFLITOS DO PROCESSO DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL BRASILEIRO. Ludmila Caetano 1*, Célio F. Quintanilha 1,

Leia mais

*B899694D38* Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados

*B899694D38* Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados Senhor Presidente Senhores Membros da Mesa Senhoras Deputadas, Senhores Deputados Vivemos um momento decisivo para o futuro da educação no Brasil. Três acontecimentos importantes confluíram para produzir

Leia mais

Intervenção do Governador do Banco de Portugal Carlos Costa na Conferência 25 anos de Portugal Europeu, da Fundação Francisco Manuel dos Santos

Intervenção do Governador do Banco de Portugal Carlos Costa na Conferência 25 anos de Portugal Europeu, da Fundação Francisco Manuel dos Santos Intervenção do Governador do Banco de Portugal Carlos Costa na Conferência 25 anos de Portugal Europeu, da Fundação Francisco Manuel dos Santos Lisboa, 30 de maio de 2013 Boa tarde, Gostaria de começar

Leia mais

Perfil Municipal - Florianópolis (SC)

Perfil Municipal - Florianópolis (SC) Caracterização do Território Área: 436,5 km² Densidade Demográfica: 760,1 hab/km² Altitude da Sede: 3 m Ano de Instalação: 1.726 Distância à Capital: 0,0 km Microrregião: Florianópolis Mesorregião: Grande

Leia mais

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira

Globalização Financeira e Fluxos de Capital. Referências Bibliográficas. Referências Bibliográficas. 1) Mundialização Financeira e Fluxos de Capital Wilhelm Eduard Meiners IBQP/UniBrasil/Metápolis Referências Bibliográficas Referências Bibliográficas Chesnais, F. Mundialização Financeira, cap.1 Baumann, Canuto e Gonçalves. Economia

Leia mais

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004

Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Resultados da Pesquisa IDIS de Investimento Social na Comunidade 2004 Por Zilda Knoploch, presidente da Enfoque Pesquisa de Marketing Este material foi elaborado pela Enfoque Pesquisa de Marketing, empresa

Leia mais

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam.

é de queda do juro real. Paulatinamente, vamos passar a algo parecido com o que outros países gastam. Conjuntura Econômica Brasileira Palestrante: José Márcio Camargo Professor e Doutor em Economia Presidente de Mesa: José Antonio Teixeira presidente da FENEP Tentarei dividir minha palestra em duas partes:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO SISTEMA

Leia mais

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA

USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA USO DA INTERNET E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NA GESTÃO LOCAL: ORÇAMENTO PARTICIPATIVO INTERATIVO DE IPATINGA An Innovations in Technology and Governance Case Study Desde o final dos anos 1980, diversos governos

Leia mais

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em

1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em 1. O Novo Plano Nacional de Educação (2011 2020) O antigo Plano Nacional de Educação terminou sua vigência em 2010 e o Novo Plano encontra-se em discussão na Câmara dos Deputados (PL 8.035/2010). Até o

Leia mais

Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise

Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise Doi: 10.4025/7cih.pphuem.1481 ECONOMIA DOMÉSTICA: O Desafio do Planejamento dos Gastos Familiares em Época de Crise Franciele Henrique, Aluna do Curso de Graduação em Economia da UNESPAR/Apucarana, franciele_henrique@hotmail.com

Leia mais

Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia

Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia Os investimentos do BNDES nas áreas de infraestrutura, logística e energia Quando analisamos de perto os investimentos do BNDES nos itens de infraestrutura, logística e energia, fica evidente que há uma

Leia mais

Relatório de Pesquisa. Março 2013

Relatório de Pesquisa. Março 2013 Relatório de Pesquisa SONDAGEM CONJUNTURAL DO VAREJO BRASILEIRO Março 2013 SONDAGEM CONJUNTURAL DO VAREJO BRASILEIRO Pesquisa realizada pela CNDL e SPC Brasil. Foram ouvidos em todo o país 615 varejistas.

Leia mais

A medida da lei de cotas para o ensino superior

A medida da lei de cotas para o ensino superior Versão 2, 1/12/2008 A medida da lei de cotas para o ensino superior Simon Schwartzman Qual o verdadeiro alcance da lei de cotas para o ensino superior aprovada pelo Congresso Nacional no Dia da Consciência

Leia mais

Análise Econômico-Financeira

Análise Econômico-Financeira Universidade Federal do Pará Curso de Ciências Contábeis Departamento de Contabilidade Análise Econômico-Financeira Gilvan Pereira Brito 0301007601 Belém-Pará 2007 1 Universidade Federal do Pará Curso

Leia mais

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES

ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES ENSINO SUPERIOR: PRIORIDADES, METAS, ESTRATÉGIAS E AÇÕES Introdução Paulo Speller 1 Nos anos recentes, diversos países vem debatendo a possibilidade de promoverem alterações em seus sistemas de educação

Leia mais

Perfil Municipal - Natal (RN)

Perfil Municipal - Natal (RN) Caracterização do Território Área: 169,9 km² Densidade Demográfica: 4.175,5 hab/km² Altitude da Sede: 30 m Ano de Instalação: 1.599 Distância à Capital: 0,0 km Microrregião: Natal Mesorregião: Leste Potiguar

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

ABORDAGEM DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO ÂMBITO DAS ADMINSTRAÇÕES PÚBLICA E PRIVADA

ABORDAGEM DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO ÂMBITO DAS ADMINSTRAÇÕES PÚBLICA E PRIVADA ABORDAGEM DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NO ÂMBITO DAS ADMINSTRAÇÕES PÚBLICA E PRIVADA Alvaro YANAGUI 1 RESUMO: O presente artigo integra assuntos da responsabilidade social e ambiental no que tange

Leia mais

Perfil Municipal - Queimada Nova (PI)

Perfil Municipal - Queimada Nova (PI) Caracterização do Território Área: 1.438,4 km² Densidade Demográfica: 5,8 hab/km² Altitude da Sede: 410 m Ano de Instalação: 1.993 Distância à Capital: 416,7 km Microrregião: Alto Médio Canindé Mesorregião:

Leia mais

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado

Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Mudanças Socioespaciais em um Mundo Globalizado Colégio Salesiano São José 8º ano Geografia Professor: Juliano Mudanças no Espaço Geográfico Como ocorrem essas mudanças: Formas; Funções; Fluxos; Modos

Leia mais

Construção de Indicadores de Pobreza: Aplicação do Índice de Pobreza Humana Municipal no Estado de Sergipe 1

Construção de Indicadores de Pobreza: Aplicação do Índice de Pobreza Humana Municipal no Estado de Sergipe 1 Construção de Indicadores de Pobreza: Aplicação do Índice de Pobreza Humana Municipal no Estado de Sergipe 1 Cássio Rolim Professor Doutor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico da UFPR

Leia mais

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO

JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JUVENTUDE E TRABALHO: DESAFIOS PARA AS POLITICAS PÚBLICAS NO MARANHÃO JONATHAN ROCHA GUIMARÃES Avaliar a Política de Trabalho e juventude torna-se de extrema importância na medida em que representa um

Leia mais

A importância de um banco de dados para os estudos de Economia Mineral

A importância de um banco de dados para os estudos de Economia Mineral A importância de um banco de dados para os estudos de Economia Mineral Leandro Antonio Calixto Junior Bolsista de Iniciação Científica, Geografia, UFRJ Maria Helena Rocha Lima Orientadora, Economia Mineral,

Leia mais

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI

A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI A POSIÇÃO DO MUNICÍPIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP) EM RELAÇÃO AO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO (IDH) E AO ÍNDICE DE GINI Roland Anton Zottele 1, Friedhilde M. K. Manulescu 2 1, 2 Faculdade de Ciências

Leia mais

MINAS GERAIS. Projeto Situação dos Estados Fundação Perseu Abramo 2014

MINAS GERAIS. Projeto Situação dos Estados Fundação Perseu Abramo 2014 MINAS GERAIS Projeto Situação dos Estados Fundação Perseu Abramo 2014 O TERRITÓRIO A fisionomia territorial de Minas Gerais é elemento decisivo para se compreender seus traços atuais que resultam de sua

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos 2ª ETAPA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos 2ª ETAPA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Pró-Reitoria de Graduação Diretoria de Processos Seletivos PAAES - Programa de Ação Afirmativa de Ingresso no Ensino Superior

Leia mais

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade

VERSÃO PRELIMINAR. Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade Notas sobre Redes de Proteção Social e Desigualdade 1) Nos últimos dez anos a renda media dos brasileiros que caiu a taxa de 0.6% ao ano, enquanto o dos pobres cresceu 0.7%, já descontados o crescimento

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários

Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários Revista Economia & Tecnologia (RET) Volume 10, Número 2, p. 71-80, Abr/Jun 2014 Finanças Públicas Estaduais: uma breve análise do impacto da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre alguns indicadores orçamentários

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO. José Nelio Monteiro Corsini

TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO. José Nelio Monteiro Corsini TECNOLOGIA SOCIAL DO MICROCRÉDITO PRODUTIVO José Nelio Monteiro Corsini APRESENTAÇÃO 1. ECONOMIA DA POBREZA E MICROCRÉDITO 2. PEQUENOS EMPREENDIMENTOS E MICROCRÉDITO 3. ELEMENTOS HISTÓRICOS 4. MICROCRÉDITO

Leia mais

Painel 1: "Reforma Tributária e justiça fiscal Prof. JOÃO MÁRIO DE FRANÇA Coordenador do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP/CAEN/UFC)

Painel 1: Reforma Tributária e justiça fiscal Prof. JOÃO MÁRIO DE FRANÇA Coordenador do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP/CAEN/UFC) Painel 1: "Reforma Tributária e justiça fiscal Prof. JOÃO MÁRIO DE FRANÇA Coordenador do Laboratório de Estudos da Pobreza (LEP/CAEN/UFC) - REFORMA TRIBUTÁRIA: Competitividade, equidade e equilíbrio federativo.

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio Fernandes 2 ;Agnaldo Teodoro de Miranda 3

Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio Fernandes 2 ;Agnaldo Teodoro de Miranda 3 XVIII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 19 a 23 de outubro de 2009 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO: AUXÍLIOS À GESTÃO DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS DE URUTAÍ, GO Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio

Leia mais

Autor(es) RENATA NAYARA ZANE. Orientador(es) FRANCISCO CONSTANTINO CROCOMO, MARIA THEREZA MIGUEL PERES. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1.

Autor(es) RENATA NAYARA ZANE. Orientador(es) FRANCISCO CONSTANTINO CROCOMO, MARIA THEREZA MIGUEL PERES. Apoio Financeiro PIBIC/CNPQ. 1. 19 Congresso de Iniciação Científica ANÁLISE COMPARATIVA DA INFORMALIDADE NA CIDADE DE PIRACICABA: OS PERMISSIONÁRIOS DO CAMELÓDROMO E OS DA FEIRA DE ARTESANATO Autor(es) RENATA NAYARA ZANE Orientador(es)

Leia mais

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO O ITEM COR/RAÇA NO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA

CENSO ESCOLAR EDUCACENSO O ITEM COR/RAÇA NO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA CENSO ESCOLAR

Leia mais

Aula 8. Política Fiscal: déficit e dívida pública

Aula 8. Política Fiscal: déficit e dívida pública Aula 8 Política Fiscal: déficit e dívida pública O Crescimento da Participação do Setor Público na Atividade Econômica Crescimento da renda per capita - gera um aumento da demanda de bens e serviços públicos

Leia mais

Formação em Protecção Social

Formação em Protecção Social Formação em Protecção Social Sessão 3 A dimensão económica da PS e a relação com outras áreas da política Bilene, Moçambique, 5, 6 e 7 de Maio de 2010 A importância do investimento Ao nível da intervenção

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1 ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIOS PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS 1 Jéssica Schreiber Boniati 2, Eusélia Pavéglio Vieira 3. 1 Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Redução de Homicídios no Brasil

Redução de Homicídios no Brasil Ministério da Saúde MS Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS Redução de Homicídios no Brasil SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 METODOLOGIA DE ANÁLISE... 1 RESULTADOS... 2 Homicídios no Brasil... 2 Óbitos por Arma

Leia mais

A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 RESUMO

A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 RESUMO 1 A EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO EXTERNO DIRETO (IED) NO BRASIL: 1995-2013 1 Cleidi Dinara Gregori 2 RESUMO Este artigo tem como objetivo analisar a evolução do investimento externo direto, também conhecido

Leia mais

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS

1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS cad_08.qxd:layout 1 5/13/11 10:02 AM Page 57 57 1962. UM ROTEIRO PARA ENTENDER OS TEMAS QUE DOMINAVAM A SUDENE RODRIGO SANTIAGO* O objetivo deste relatório é apontar os principais aspectos relacionados

Leia mais

OPERACIONALIZAÇÃO FISCAL DAS DOAÇÕES HENRIQUE RICARDO BATISTA

OPERACIONALIZAÇÃO FISCAL DAS DOAÇÕES HENRIQUE RICARDO BATISTA OPERACIONALIZAÇÃO FISCAL DAS DOAÇÕES HENRIQUE RICARDO BATISTA Programa de Voluntariado da Classe Contábil Com o objetivo de incentivar o Contabilista a promover trabalhos sociais e, dessa forma, auxiliar

Leia mais

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens

Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Redução da Pobreza e Desigualdades e Inclusão Produtiva na América Latina: novas abordagens Washington, DC 13 de março de 2006 Senhoras e Senhores É com imensa satisfação que me dirijo aos Senhores para

Leia mais

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO

A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO A IMPORTÃNCIA DO CAPITAL DE GIRO E ALGUMAS SOLUÇÕES PARA O PROBLEMA DE CAPITAL DE GIRO Este artigo cientifico, apresenta de maneira geral e simplificada, a importância do capital de giro para as empresas,

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS. Área: ECONOMIA

FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS. Área: ECONOMIA FINANÇAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE CAMPO MOURÃO: ANÁLISE COMPARATIVA DE DOIS DIFERENTES MANDATOS POLÍTICOS Área: ECONOMIA BUENO, Elizabete Cristina PONTILI,RosangelaMaria Resumo: Desde a década de 1930

Leia mais

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil

Sumário executivo. ActionAid Brasil Rua Morais e Vale, 111 5º andar 20021-260 Rio de Janeiro - RJ Brasil Sumário executivo Mais de um bilhão de pessoas sofre com as consequências da inanição é mais que a população dos Estados Unidos, Canadá e União Européia juntas. Em julho desse ano, a reunião de cúpula

Leia mais

Tratado do Paris contra o câncer

Tratado do Paris contra o câncer Tratado do Paris contra o câncer portugais portuguese 71 72 Profundamente pertubados pelas repercussões importantes e universais do câncer sobre a vida humana, o sofrimento humano, e sobre a produtividade

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome O Brasil assume o desafio de acabar com a miséria O Brasil assume o desafio de acabar com a

Leia mais

Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo

Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo Aplicação dos Royalties do Petróleo: uma Proposta de Avaliação Qualitativa da Eficácia das Ações de Governo João Alberto Neves S. joaoneves@vm.uff.br UFF Marcelo dos Santos de Oliveira marcelooliveira@criterioauditores.com.br

Leia mais

Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social

Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social Relatório brasileiro sobre desenvolvimento social LUIZ FELIPE LAMPREIA OPRESENTE RELATÓRIO sobre desenvolvimento social foi elaborado pelo Governo Brasileiro no âmbito do processo preparatório da Cúpula

Leia mais

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008

Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 Mudanças demográficas e saúde no Brasil Dados disponíveis em 2008 José Cechin Superintendente Executivo Carina Martins Francine Leite Nos últimos meses, vários relatórios publicados por diferentes instituições

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM PROCESSO MUDANÇAS INCREMENTAIS NAS ESTRUTURAS SOCIAIS DE UMA REGIÃO DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO

DESENVOLVIMENTO EM PROCESSO MUDANÇAS INCREMENTAIS NAS ESTRUTURAS SOCIAIS DE UMA REGIÃO DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO DESENVOLVIMENTO EM PROCESSO MUDANÇAS INCREMENTAIS NAS ESTRUTURAS SOCIAIS DE UMA REGIÃO DO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO Ricardo Abramovay Arilson Favareto Maria do Carmo Oliveira Beatriz Saes Bogotá, Março de

Leia mais

AS ORIGENS DO SUBDESENVOLVIMENTO

AS ORIGENS DO SUBDESENVOLVIMENTO AS ORIGENS DO SUBDESENVOLVIMENTO 1. A TEORIA LIBERAL Os Países pobres são pobres porque não atingiram ainda a eficiência produtiva e o equilíbrio econômico necessário à manutenção de um ciclo de prosperidade

Leia mais

A Visão das Educadoras Sobre a Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Rede Regular de Ensino do Município do Rio de Janeiro.

A Visão das Educadoras Sobre a Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Rede Regular de Ensino do Município do Rio de Janeiro. A Visão das Educadoras Sobre a Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Rede Regular de Ensino do Município do Rio de Janeiro Teacher s Perspective about Including Special Needs Students Into

Leia mais

Roteiro de Estudos. 2 trimestre - 2015 Disciplina: Geografia 2ª série

Roteiro de Estudos. 2 trimestre - 2015 Disciplina: Geografia 2ª série Roteiro de Estudos 2 trimestre - 2015 Disciplina: Geografia 2ª série Professor: Eduardo O que devo saber: Globalização, comércio mundial e blocos econômicos. O Comércio Global. O protecionismo. O comércio

Leia mais

Cadeia Produtiva do Petróleo no Rio Grande do Norte: Enclave na Economia do Estado?

Cadeia Produtiva do Petróleo no Rio Grande do Norte: Enclave na Economia do Estado? Cadeia Produtiva do Petróleo no Rio Grande do Norte: Enclave na Economia do Estado? Ana Beatriz Lopes de Sousa(UFRN) ablsousa@ig.com.br Pedro Hélio Gomes Teixeira (UFRN) helio@ct.com.br Resumo: Este trabalho

Leia mais

CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO DA REGIÃO NORTE

CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO DA REGIÃO NORTE Amazônia Brasileira, 11 de agosto de 2015. CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO DA REGIÃO NORTE POR UM SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO EFETIVO: COM PADRÃO MÍNIMO DE QUALIDADE NACIONAL, COMPLEMENTADO

Leia mais

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente

Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Política monetária e senhoriagem: depósitos compulsórios na economia brasileira recente Roberto Meurer * RESUMO - Neste artigo se analisa a utilização dos depósitos compulsórios sobre depósitos à vista

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MOIZES LOBO DA CUNHA

CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MOIZES LOBO DA CUNHA CÂMARA DOS DEPUTADOS CENTRO DE FORMAÇÃO, TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO MOIZES LOBO DA CUNHA PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL: A PRODUÇÃO DE BIODIESEL PROPORCIONOU

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO Olá, pessoal! Hoje trago uma aula sobre a Demonstração do Valor Adicionado DVA, que foi recentemente tornada obrigatória para as companhias abertas pela Lei 11.638/07, que incluiu o inciso V ao art. 176

Leia mais

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados

Nº 56 Março 2013. Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados Nº 56 Março 2013 Desequilíbrios Regionais no Brasil e a Distribuição Desigual de Recursos Entre os Estados GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Cid Ferreira Gomes Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Vice Governador

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados,

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Deputado Edson Ezequiel PMDB/RJ 19/05/2014 Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Venho a esta tribuna para falar de um assunto altamente preocupante para o nosso país. Trata-se do CUSTO BRASIL,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Nota Técnica SEFAZ/SUPOF Nº 010/2010 Rio de Janeiro, 19 de março de 2010

Nota Técnica SEFAZ/SUPOF Nº 010/2010 Rio de Janeiro, 19 de março de 2010 Nota Técnica SEFAZ/SUPOF Nº 010/2010 Rio de Janeiro, 19 de março de 2010 Objetivo: Descrever os sistemas de repartição dos royalties do petróleo em países selecionados 1. Introdução: O Estado do Rio de

Leia mais

ANEXO 1 Acordos de Execução Contratos para a Delegação de Competências Apoios Financeiros Diversos Contratos para a Delegação de Competências

ANEXO 1 Acordos de Execução Contratos para a Delegação de Competências Apoios Financeiros Diversos Contratos para a Delegação de Competências ANEXO 1 Relativamente às transferências de verbas para as freguesias que se irão realizar durante o próximo quadriénio, nomeadamente os critérios para essa afetação, será necessário antes de mais, considerar

Leia mais

OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS

OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS 1 OS CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS E A GESTÃO DE RESÍDUOS Marta Pimenta Velloso CSGSF/ENSP/FIOCRUZ Na sociedade contemporânea, o consumo de produtos e serviços tem gerado resíduos em excesso. Atualmente,

Leia mais