Martensítico Macio CA6NM

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Martensítico Macio CA6NM"

Transcrição

1 Desenvolvimento de procedimentos de repro de trincs e recuperção de cvitção em turbins hidráulics fundids em Aço Inoxidável Mrtensítico Mcio CA6NM A. R. Cpr, R. R. de Gouvei, P. C. Okimoto, A. G. M. Puksiewisz, J.G. Chndelier, N. Kimur Resumo Turbins hidráulics podem presentr diversos problems, porém, dois deles são mis comuns e considerdos críticos. Devido o seu modo de funcionmento, ests turbins estão sujeits à erosão por cvitção e o trincmento em regiões de lt concentrção de tensões. Tnto cvitção qunto s trincs que ocorrem ns turbins devem ser reprds, pr evitr um flh que poderi dnificá-ls ou mesmo inutilizáls. Com relção os mteriis de construção de turbins, nos últimos nos vêm se utilizndo o ço inoxidável mrtensítico CA6NM, que possui elevd resistênci mecânic e ductilidde qundo plicdo trtmento térmico de revenimento n fix de 6 ºC. Considerndo s plicções de repro de turbins hidráulics, há grnde interesse em desenvolver procedimentos de soldgem que evitem os trtmentos térmicos pós-soldgem (TTPS).O objetivo deste trblho é nlisr lterções microestruturis, microdurez e tencidde de uniões de CA6NM soldds por processo TIG utilizndo vrets de AWS41NiMo, mntendo-se tempertur interpsse ns fixs de 8ºC e 15 C, visndo à plicção deste mteril em recuperções sem utilizção de TTPS.Os resultdos mostrm que os vlores de microdurez ns condições nlisds form semelhntes, sendo que ns temperturs de interpsse de 8ºC 15 C s regiões onde não houve revenimento de psse nterior, os vlores form mis elevdos.n nálise ds microgrfis observmos que pr tempertur de interpsse de 8º C há um refinmento mior n microestrutur mrtensitic cd psse do que s encontrds qundo utilizd tempertur de 15ºC, provvelmente devido o revenimento imposto pelos vários ciclos térmicos. Plvrs-chve CA6NM; Soldgem TIG,Tencidde, Aspersão Térmic, Cvitção. I. INTRODUÇÃO As turbins hidráulics são gerlmente desenvolvids pr ter um vid útil de cerc de 6 nos. Durnte este período, Este trblho foi desenvolvido no âmbito do Progrm de Pesquis e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energi Elétric reguldo pel ANEEL e const dos Anis do V Congresso de Inovção Tecnológic em Energi Elétric (V CITENEL), relizdo em Belém/PA, no período de de junho de 29. A.R. Cpr (e-mil R.R. de Gouvei (emil A. G. M. Puksiewisz (e-mil J. G. Chndelier (e-mil trblhm no Instituto de Tecnologi pr o Desenvolvimento LACTEC. P.C. Okimoto (e-mil trblh n Universidde Federl do Prná, N. Kimur trblh n Compnhi Prnense de Energi - COPEL ocorrem prds pr mnutenção preventiv e preditiv e prds forçds, devido circunstâncis não prevists, ests últims podendo vir gerr ltos custos. Cerc de metde ds prds progrmds são pr mnutenção de equipmentos elétricos e outr metde pr mnutenção de turbins e de seus respectivos componentes. [1] O repro dos rotores é feito, principlmente, devido à erosão por cvitção e o surgimento de trincs por fdig [1] [2], lém do eventul repro de possíveis defeitos de fundição durnte fbricção. Devido à freqüente dificuldde em se plicr este trtmento térmico, técnics de repro sem trtmento térmico pós-soldgem encontrm-se em constnte desenvolvimento, com s quis se pretende, trvés de procedimentos estritmente controldos, proveitr o clor gerdo em cd psse de soldgem de modo lcnçr n microestrutur d zon termicmente fetd do metl de bse os requisitos de tencidde mínim e de durez máxim, os quis grntm integridde estruturl do componente recuperdo.[3] Este trblho é prte dos resultdos obtidos no projeto Desenvolvimento de procedimento de repro de trincs e cvitção de rotores de ço mrtensítico CA6NM, cdstrdo sobre o número /25, ciclos 25/26, sendo executdo pelo Instituto de Tecnologi pr o Desenvolvimento Lctec, e finncido pel Compnhi Prnense de Energi Copel. II. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Os ços inoxidáveis mrtensíticos, tl como o ço AISI 41 form lrgmente utilizdos n fbricção de turbins hidráulics, devido à su elevd resistênci mecânic. Infelizmente estes ços presentm tencidde limitd e bix soldbilidde, função d elevd temperbilidde e elevdo teor de crbono, dificultndo soldgem. N décd de 5 começrm ser desenvolvidos, n Suíç, os ços denomindos Aços Inoxidáveis Mrtensíticos Mcios com o objetivo de melhorr soldbilidde dos ços inoxidáveis mrtensíticos convencionis, como por exemplo o CA15 [4]. Aços estes que receberm tl denominção em virtude do bixo teor de C, promovendo formção de mrtensit de durez inferior. Este fto reduz o risco de fissurção frio, fcilitndo soldgem. A utilizção dos ços inoxidáveis mrtensíticos fundidos

2 convencionis, devido o lto teor de crbono, d ordem de,15%, ocsion um grnde quntidde de peçs defeituoss com ltos índices de trincs à quente, micro-rechupes e inclusões. Estes defeitos são decorrentes, principlmente, de um mplo intervlo entre s linhs liquidus e solidus. O ço CA6NM devido o bixo teor de crbono e dição de níquel e de molibdênio present um estreitmento no intervlo entre s linhs liquidus e solidus (de 11ºC pr o CA15 pr um fix de pens 26ºC pr o CA6NM) proporcionndo um redução d ocorrênci desses defeitos de solidificção e um melhor soldbilidde, O ço CA6NM pós revenido present excelentes combinções de proprieddes mecânics, tis como resistênci à deformção e à erosão por cvitção e ótim tencidde inclusive à bix tempertur. Possui um tempertur de trnsição dúctil-frágil de 11ºC e 2-J de energi bsorvid -14ºC e resistênci à corrosão sob tensão. O ço CA6NM devido ests crcterístics é utilizdo n fbricção de componentes pr s mis diverss plicções e, devido su lt temperbilidde é tmbém usdo em peçs de grndes secções tis como: rotores de turbins hidráulics, componentes n indústri químic e de petróleo, bombs e compressores [5,6]. As trnsformções que ocorrem no revenido são fundmentis n obtenção d tencidde dos ços CA6NM. Em temperturs de revenido entre 55 e 62 ºC tem-se formção de ustenit estável e finmente dispers. Est ustenit estável que não se trnsform em mrtensit pós o resfrimento e o revenimento d mrtensit confere os ços CA6NM ótim tencidde. Acim dest tempertur ocorre um redução d ustenit estável e formção de um ustenit instável cpz de se trnsformr em mrtensit pós o resfrimento do revenido [7]. O CA6NM é um ço inoxidável mrtensítico mcio fundido, clssificdo pelo Alloy Csting Institute como um ço resistente à corrosão, com dição de Ni e Mo. A dição de níquel vis inibir formção de ferrit δ, com sus deficiêncis. O molibdênio é crescentdo pr incrementr resistênci à corrosão e melhorr o comportmento qunto à temperbilidde. A Norm ASTM A [8] identific o ço CA6NM como um lig com composição químic conforme tbel 1 seguir. No ço CA6NM, primeir letr referese su resistênci em meios corrosivos (C) e segund letr indic o vlor nominl do teor de níquel. Com o correspondente umento do teor de Ni, designção se lter de A Z. Os números que seguem s dus primeirs letrs indicm percentgem máxim de crbono (%x1). Por último, s letrs subseqüentes, correspondem primeir letr dos elementos de lig presentes no mteril. Nesse cso níquel (N) e Molibdênio (M). Dess mneir, o ço CA6NM é um ço resistente à corrosão com 13% de cromo, ligdo o níquel e molibdênio e contendo no máximo,6% de crbono. Soldbilidde A dificuldde ssocid à fundição de turbins hidráulics em um peç únic levou o desenvolvimento de peçs soldds, como é o cso ds pás que são soldds no rotor. Os metis de dição utilizdos n soldgem presentm composição químic similr o do mteril bse, sendo que o procedimento de soldgem prevê um prequecimento 15ºC d estrutur e tempertur interpsse de 18ºC pr minimizr os problems gerdos pel solubilizção de hidrogênio. Um trtmento térmico pós-soldgem, TTPS, de revenimento é relizdo com temperturs n fix de 6 C. Este trtmento térmico present séris complicções qundo plicdo n reprção d peç em cmpo quer sej pós o repro por soldgem de áres erodids por cvitção, ou devido à formção de trincs. A peç não pode ser retird pr ser relizdo trtmento térmico por hors 6 C, porém o pré-quecimento 15 C pode ser relizdo [9]. Destc-se ind dificuldde de remoção de grndes componentes exigindo procedimentos de soldgem dequdos fim de minimizr introdução de tensões residuis sobre estes. Erosão por Cvitção Mesmo com resistênci à cvitção superior, estes mteriis estão sujeitos o fenômeno, o que torn necessário o desenvolvimento de procedimentos de soldgem específicos pr recuperção dests áres. Neste sentido, e levndo-se em considerção os problems de soldbilidde ssocidos à este mteril, processos de recuperção mis dequdos, e mteriis de dição serem utilizdos devem ser estuddos. Os processos serem dotdos levm em considerção o nível de desgste os quis estão sujeitos os rotores. Rotores com bixo nível de desgste podem ser recuperdos trvés d técnic de spersão térmic. Est técnic permite deposição de mteriis resistentes à cvitção trvés d união mecânic do revestimento o substrto, evitndo ssim elevdos portes térmicos no mteril e consequentemente tensão residul, que pode, entre outros problems, gerr o precimento de trincs nos rotores. N utilizção dest técnic, seri depositdo um revestimento de scrifício, que sofreri o desgste por cvitção, preservndo o metl de bse do rotor III. PLANEJAMENTO EXPERIMENTAL - DESENVOLVIMENTO PROCEDIMENTO DE REPARO DE TRINCAS As proprieddes mecânics estudds d junt soldd form: microdurez e tencidde. A vriável considerd como de influenci neste trblho foi tempertur de interpsse (Ti), em dois níveis, testd pr o rme utilizdo. A Figur 1 ilustr o plnejmento experimentl dotdo.

3 Tbel 2. Composição Químic vret ER 41NiMo 2,4mm C,17 Mn,42 Si,53 S,1 P,23 Cr 12,9 Mo,49 Cu,8 O,2 N,16 Ni 4,35 Cr 12,9 Soldgem ds chps de teste Figur 1. Representção esquemátic do plnejmento experimentl dotdo no trblho. Neste trblho, durnte nálise ds microestruturs, não se observou ocorrênci de trincs, em nenhum ds condições de soldgem. O processo de soldgem com múltiplos psses é utilizdo pr produzir junções de chps grosss. Neste tipo de processo, união entre chps é produzid pel deposição de subseqüentes cordões de sold. Qunto mior espessur do mteril, mior o número de psses necessários pr se obter um dequdo preenchimento d junt. Como conseqüênci o mteril é exposto váris vezes os efeitos térmicos crcterísticos do processo de soldgem, resultndo em um estrutur e estdo de tensão cd vez mis complexos. 1. Mteriis utilizdos Metl de bse O mteril estuddo foi o ço inoxidável mrtensítico fundido CA6NM, fornecido pel empres Voith, sendo su fundição relizd num forno convencionl rco elétrico, com refino num forno AOD (Argon oxygen decrburiztion) e vzdo em molde de rei em form de bloco de tmnho 24x19x3mm. A su composição químic é presentd n Tbel 1. Tbel 1. Composição químic do Aço CA6NM em estudo. C Mn Si S P,6 1, 1,,3,4 Ni 4,5 Cr 1 14, Mo,4 1, Metl de dição A seleção do metl de dição bseou-se, principlmente, n semelhnç de composição químic com o mteril de bse, ns proprieddes mecânics oferecids no certificdo do fbricnte do rme e no diâmetro do mesmo. A su composição químic é presentd n Tbel 2. A soldgem pelo processo TIG dos corpos de prov form relizds mnulmente por um solddor qulificdo, utilizndose dus temperturs de pré-quecimento e dus temperturs de interpsse monitords trvés de um termômetro digitl infrvermelho. Tbel 2. Prâmetros de soldgem utilizdos segundo s fixs de interpsse utilizds V (V) I (A) Velocidde (mm/min) Energi de soldgem (Kj/mm) Gás de proteção Vzão do gás Tempertur de pré-quecimento / Tempertur de interpsse 8º C 15º C 15, ,49 5,93 3,12 Ar 17 l/min Pr determinr s dimensões e tolerâncis dos corpos de prov pr o ensio de impcto Chrpy, foi utilizd norm ASTM E-23 (1999). A loclizção do entlhe pr o ensio metl de sold foi determindo por meio de tque mcrográfico pr identificção ds zons, seguindo s recomendções d norm AWS D1.1 (2, p. 237). Depois d loclizção do entlhe, o corpo de prov foi cortdo com disco pr obter su dimensão finl de comprimento de 55mm. As indicções pr determinr tempertur pr relizr o ensio de impcto Chrpy precem n norm AWS D1.1 (2, p. 38). Ests indicções descrevem que tempertur depende do nível mínimo de operção do equipmento e são própris pr cd projeto. No cso deste estudo, optouse pelo vlor de 17 C. IV. RESULTADOS E DISCUSSÃO A Figur 2 represent s mcrogrfis segundo s temperturs de interpsse utilizds neste trblho. A B Figur 2. Mcrogrfis tempertur de Interpsse A- 8ºC e B-15ºC.

4 Pr um melhor nálise, região de sold dos corpos de prov foi dividid em três prtes: superior, centro e inferior, e desss foi escolhido um áre de cd região que melhor represent o efeito d tempertur de interpsse identificds pel formção de linhs n form de colr entre os sucessíveis psses de sold. N Figur 3 encontr-se mcrogrfi do corpo de prov tempertur de interpsse 8ºC. Superior 1 2 Podemos notr ind que existe um diferenç de tmnho entre os grãos refindos ns temperturs de 8ºC e 15ºC que pode ser observdo n Figur 7. Segundo HERTZEBERG [1] o refino d microestrutur represent únic possibilidde de umento simultâneo de resistênci e tencidde, situção interessnte em relção proporção invers norml que ocorre entre esss proprieddes mecânics. Outro benefício do refino de grão é redução n tempertur de trnsição dúctil-frágil. A B Centro Inferior 3 Áre nlizd Figur 3. Mcrogrfi do ço solddo segundo tempertur de interpsse 8ºC. Figur 7. Tmnho comprtivo dos grãos: A 8ºC, B- 15ºC fotogrfdo umento de 1x Microdurez Áre 1A região superior Áre 2A região centrl Áre 3A região inferior Figur 4. Microgrfi ds regiões nlisds do interpsse de 8ºC em um umento de 5x. N Figur 5 está mostrd mcrogrfi do corpo de prov tempertur de interpsse 15ºC. 1A Superior 2A Centro 3A Inferior Áre nlisd Figur 8. Microdurezs Figur 5. Mcrogrfi do ço solddo segundo tempertur de interpsse de 15ºC. Áre 1A região superior Os resultdos obtidos d microdurez Figur 8 revelrm que, embor tenhm ocorrido vrições nos vlores de microdurez, estes estão dentro d fix d mrtensít. Podemos observr nos corpos de prov de interpsse de 8ºC e 15ºC existe um vrição n microdurez, ns regiões onde os grãos são mis refindos encontrmos os menores vlores de durez, produto dos ciclos térmicos impostos pelos psses sucessivos. Áre 2A região centrl Áre 3A região inferior Figur 6. Microgrfi ds regiões nlisds do interpsse de 15ºC em um umento de 5x. Atrvés d nálise ds Figurs 4 e 6 ds áres ds regiões selecionds podemos observr que devido soldgem multipsses existe regiões onde predomin um refinmento mior d estrutur mrtensític do metl fundido, enqunto em outrs os grãos são mis grosseiros, produzido pelos ciclos térmicos imposto pelos psses sucessivos.

5 Anlisndo-se médi ds temperturs de interpsse de 8ºC e 15ºC, os resultdos obtidos de microdurez no metl de sold, zon termicmente e metl de bse, não monstrm um vrição significtiv como pode ser observdo n Figur 9. Microdurez Tempertur de Interpsse Microdurez Vickers,3 Kg C 36 15C 34 ls norms ASTM A 781- e ASTM A 37-3 são presentdos n Tbel 3. Nest mesm tbel são mostrdos os resultdos obtidos pr estes ensios dos corpos de prov do metl depositdo, relizdos de cordo com os procedimentos estbelecidos pelo código ASME Seção II Prte C. Tbel 3. Vlores obtidos trvés dos ensios de tencidde o impcto (Chrpy V) dos corpos de prov do metl de sold 41NiMo. Temp. Temp. Tencidde o impcto (J) interpsde enmostrs médi se (ºC) sio (ºC) Podemos observr n Figur 12 os gráficos de tencidde obtidos Dis tânci e m m ilim e tros Figur 9. Médi ds microdurezs Tencidde o impcto (chrpy entlhe v) A Figur 1 present superfície frturd dos corpos de prov observd o estereoscópio. A B Figur 12. Gráfico de Tencidde. Figur 1. Superfície frturd dos corpos de prov solddos, 8 C em (A) e 15 C em (B). O comportmento dúctil foi confirmdo por meio d frctogrfi (Figur 11), que foi tomd n superfície de frtur do corpo de prov ensido, utilizndo Microscopi Eletrônic de Vrredur (MEV). Observou-se que o micromecnismo de frtur predominnte foi do tipo lveolr ou dimples Esse comportmento foi comum em todos os corpos de prov ensidos tnto pr tempertur de interpsse de 8ºC como de 15ºC. Apesr d dispersão dos resultdos, os corpos de prov presentrm micromecnismos de frtur bem crcterísticos, comprovndo existênci de diferençs de tencidde devido o refinmento de grãos provocdo pelos ciclos térmicos. A B Figur 11. MEV do ensio Chrpy A- 8ºC e B- 15ºC. Os resultdos dos ensios de tencidde o impcto Chrpy com entlhe em V, relizdos nos corpos de prov do ço CA-6NM de cordo com os procedimentos estbelecidos pe- Os vlores obtidos pr o metl depositdo observm-se um umento nos vlores obtidos no ensio de tencidde o impcto Chrpy com entlhe em V, o qul tmbém é justificdo pels lterções microestruturis sofrids pelo mteril como conseqüênci do revenimento cusdo pel soldgem multipsse. Evidenci-se grnde influênci exercid pel tempertur de interpsse n tencidde do metl de sold n condição como solddo, qundo se compr os tuis resultdos com os ddos presentdos por BILMES (1999, 2)[5], FOLKHARD (1984)[9],PEREIRA (2)[4] e PRADO (24)[6] que podem ser vistos conjuntmente n tbel 4. De mneir gerl, observ-se que qunto menor tempertur de interpsse, mior tencidde obtid, em função de se umentr frção de mrtensit revenid n soldgem multipsses.

6 Tbel 4. Comprtivo de tenciddes do metl de sold. Autor Tempertur de interpsse ( C) Bilmes Abixo de 12ºC Aproximdmente 13ºC Abixo de 18ºC Folkhrd Pereir Tencidde Chrpy (J) Prdo Entre 2 e 25ºC Presente Trblho 8ºC 15ºC Processo de Soldgem Aplicdo %C no metl de sold Arme tubulr Eletrodo revestido MIG/MA G rme sólido Arme Tubulr MIG/MA G rme sólido TIG,28 (grnulometri 3/ Alundum 38 A) como brsivo, sendo que s rugosiddes obtids form de no mínimo 4, µm e 4µm, R e Ry, respectivmente, sendo imeditmente depositdos, evitndo ssim cúmulo de impurezs ou umidde. Pr deposição utilizou-se um pistol rco elétrico mrc Suzler-Metco modelo 3E. Pr relizção d deposição, vrirm-se os seguintes,28 Tbel 6 Prâmetros utilizdos durnte plicção,36 Não determindo Não determindo,18 A tencidde o impcto, como pode ser observdo n Tbel 3, presentou um relção pr lig 41NiMo. Sob s condições vlids, qunto mior tencidde o impcto do metl depositdo, menor será tempertur de interpsse. V. CONCLUSÕES A prtir dos resultdos obtidos foi possível concluir: Que existe um influênci d tempertur de interpsse n tencidde do metl de sold ER 41NiMo n soldgem multipsse do ço inoxidável mrtensitico CA6NM pelo processo TIG; Os níveis de tempertur de interpsse utilizdos influencirm significtivmente s proprieddes ds junts soldds, o que indic necessidde d utilizção de tempertur de prequecimento; O comportmento d durez, influencid pel tempertur de interpsse, foi crcterizdo pelo ensio de microdurez. Em todos os csos, durez dos psses superiores foi mior que dos psses inferiores. VI. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL DESENVOLVIMENTO DE PROCEDIMENTO DE REPARO Form depositdos dois tipos de revestimentos resistentes à cvitção trvés de spersão térmic por rco elétrico em substrtos de ço CA6NM. Os mteriis depositdos form AWS41NiMo e AWS39LT1. Os rmes utilizdos e sus composições químics encontrm-se n Tbel 5. Prâmetro Corrente (A) Pressão do r-comprimido (kp) Vlores empregdos Distânci pistol-peç (mm) 2 A crcterizção dos revestimentos foi relizd trvés de microscopi ótic em um microscópio Olympus BX51, com quisição, determinção de fses e quntificção d frção volumétric ds fses trvés de softwre de nálise de imgens Imge Express, microscopi eletrônic de vrredur em um microscópio Philips modelo XL3 contendo espectroscopi por energi dispersiv, EDX. As fses presentes nos revestimentos form nlisds vi nálise de Rios-X, DRX (Difrção de Rios-X) O ensio de cvitção celerd foi relizdo segundo norm ASTMG32-96, utilizndo método ultr-sônico indireto com freqüênci de 2kHz, distânci sonotrodo-mostr de 5µm e mplitude de 5µm pico pico, Figur 11 demonstr esquemticmente o ensio. VII. RESULTADOS E DISCUSSÃO Ns Figurs 12 e 13 são observds s diferentes morfologis ds ligs testds, depositds com diferentes níveis de pressão de r-comprimido. Em relção às mostrs de AWS39LT1 e AWS41NiMo houve um diminuição ds espessurs ds lmels depositds, um umento d quntidde de slpicos e um redução n quntidde de gots semifundids depositds com o umento n pressão do rcomprimido. A vrição de porosidde entre s mostrs ensids não foi significtiv. A vrição d porosidde deve ser nlisd com cuiddo devido quebr dos óxidos durnte preprção ds mostrs, o que pode dificultr um nálise mis precis. Tbel 5 Armes utilizdos e composição dos mteriis utilizdos nest pesquis [1,11]. Mteril Arme AWS39L T1 Tubulr AWS41NiMo Sólido %C %Mn %Cr %Ni %Si,2 1,2 1,35,64 22,8 12,4 12,3 3,7, %Mo -,42 % Co --- Os substrtos de ço crbono form preprdos trvés de jtemento brsivo utilizndo óxido de lumínio brnco Figur11. Desenho esquemático do ensio de cvitção celerd por ultrsom.

7 O umento d quntidde e do tmnho ds lmels semifundids durnte projeção é observdo com redução d pressão de r-comprimido, Figur 12 e 13. Isto ocorre prâmetros de deposição: corrente elétric, pressão do r comprimido e distânci bico-peç, mntendo-se constnte tensão do rco em 3V e sem utilizr pré-quecimento. A Tbel 6 indic os vlores utilizdos pr preprção ds mostrs dos mteriis empregdos.devido à diminuição d velocidde ds prtículs com diminuição d pressão do r, o que crret um umento no tempo pr chegd d prtícul no substrto e o umento no diâmetro ds gots spergids [12,13]. (b) (c) Figur 12. Morfologi ds cmds depositds com AWS39LT1 () 18A, 28kP, (b) 18A, 41kP, (c) 18A, 55kP. 9, 8,5 AISI39L, 3V, 18A, 2mm 8, Porosidde Teor de óxidos 7,5 7, 6,5 6, 5,5 5, 4,5 4, 3, 2,5 2, 1,,5, Frção volumétric de óxidos (%) Porosidde (%) () tidde de fses presentes. A mior vrição ns proprieddes mecânics foi obtid com lterção n quntidde de óxidos, devido mudnçs nos prâmetros de deposição. As Figurs 16 e 17 exemplificm vrição dos vlores de microdurez pr lig AWS39LT1 e AWS41NiMo com s diferentes pressões de r comprimido utilizds. A vrição nos vlores de microdurez foi mis perceptível pr vlores de corrente de 18A e pressão de 55kP pr lig AWS39LT1. Pr lig AWS41NiMo observ-se que os vlores de microdurez form superiores que o do revestimento depositdo com AWS39LT1 pr vlores semelhntes de óxidos, provvelmente decorrente d microestrutur do tipo mrtensit, enqunto que o revestimento AWS39LT1 formou estrutur do tipo ustenit, sem formção de ferrit δ, provvelmente devido elevd tx de resfrimento impost durnte spersão térmic e pelo superesfrimento imposto durnte projeção ds prtículs, Figurs 18 e 19 [17] Pressão r-comprimido (kp) Figur 14 Vrição do teor de óxidos e poros com pressão de r-comprimido pr lig AWS39L. 9, 8,5 () (b) 4 AISI41NiMo, 2mm, 3V, 18A porosidde teor de óxidos 8, 7,5 35 7, Prorosidde (%) Ns Figurs 14 e 15 são observdos os vlores de porosidde e frção volumétric de óxidos com vrição n pressão de r comprimido. A redução n pressão do r comprimido pode diminuir frção de óxidos presentes devido o umento do tmnho ds gots de metl fundido, como pode ser observd no umento do tmnho ds lmels com redução n pressão, incorporção ds gotículs gerds pelo impcto ds lmels n superfície ou pel menor disponibilidde de r o redor ds prtículs durnte projeção [14]. De cordo com Hoile et l., 24 frção volumétric de óxidos é controld pelo fenômeno de spry ds gots. Neste trblho o utor verificou comportmento semelhnte n redução d frção de óxidos com diminuição de pressão [15], resultdos semelhntes form obtidos em [16]. Pr s ligs testds observou-se que os vlores de microdurez vrirm com s lterções n morfologi e qun- 6,5 3 6, 5,5 5, 25 4,5 2 4, 15 3, 2,5 2, 1 1, 5 Frção volumétric de óxidos (%) Figur 13. Morfologi ds cmds depositds com AWS41NiMo () 18A, 28kP, (b) 18A, 41kP.,5, Pressão r comprimido (kp) Figur 15 Vrição do teor de óxidos e poros com pressão de r-comprimido pr lig AWS41NiMo.

8 55 39L 5 32V 18A 28kP 2mm 32V 18A 41kP 2mm 32V 18A 55kP 2mm Microdurez (HV3gf) que s pnquecs depositds mis superficilmente presentrm um menor desão, e conseqüentemente são removids mis fcilmente. No período de regime permnente de remoção de mteril verific-se que tx de cvitção é diferente pr s dus condições, com um mior tx de perd de mss pr mostr com 28kP. O resultdos tx de perd de mss obtid pelo juste liner d ret são presentdos n Tbel ,2 15 1,1 AWS41NiMo mrtensit x1 1, 1,,2,4,6,8 1, 1,2 1,4 1,6 1,8 2, 2,2,9 Distânci (mm),8,7 Figur 16 Perfil de microdurez com pressão de r comprimido pr,6 lig AWS39LT1.,5,4 55,3 2 41_1 3V 18A 6psi 2mm 41_6 3V 18A 4psi 2mm ângulo (2θ ) Microdurez (Hv3gf) 45 Figur 19. Espectro de difrção de Rios X do revestimento depositdo com AWS41NiMo _2 18A 28kP 2 mm 15 1,,2,4,6,8 1, 1,2 Distânci (mm) Figur 17 Perfil de microdurez com pressão de r comprimido pr lig AWS41NiMo. 1,4 AWS39LT1 1,3 x1 ) 8 g m ( d l u m u c s s m d re p 6 4 2, , ,5 5 5,5 tempo (h) ustenit CFC 1,2 1,1 Figur 2 Resultdos obtidos dos ensios de cvitção d lig AWS39LT1 spergid. 1,,9,8,7,6 Tbel 7 Tx de perd de mss no regime estável, lig AWS 39L,5,4,3 Condição de deposição Tx de perd de mss, juste de ret (mg/h) AISI39_1 18A, 32V, 6psi, 2mm 3,48 AISI39_2 18A, 32V, 4 psi, 2mm 4,47, ângulo(2θ ) Figur18. Espectro de difrção de Rios X do revestimento depositdo com AWS39LT1. Pr s mostrs depositds com AWS39LT1 e AWS41NiMo observou-se um grnde influênci d pressão do r comprimido n resistênci cvitção, Figur 2 e 21. Pr condição inicil de ensio n mostr de AWS39L com pressão de r de 28kP e té 1 hor de ensio not-se um elevd perd de mss, podendo indicr Com relção o ensio de cvitção d lig AWS41NiMo depositd observou-se um diminuição n resistênci à cvitção, em especil com pressão de 28kP, Figur 21. Os resultdos obtidos d tx de perd de mss obtid pelo juste liner d ret são presentdos n Tbel 8. Anlogmente s mostrs ensids com lig AWS39LT1, mostr com menor pressão de trblho presentou menor resistênci à cvitção.

9 1 41_6 18A 28kP 2mm ) 8 g (m d 6 l u m u c 4 s s m2 rd e p, , ,5 5 5,5 tempo (h) Figur 21 Resultdos obtidos dos ensios de cvitção d lig AWS41NiMo spergid. Tbel 8 Tx de perd de mss no regime estável, lig AWS41NiMo. Condição de deposição AISI41_1 18A, 3V, 6psi, 2mm AISI41_6 18A, 3V, 4psi, 2mm Tx de perd de mss, juste de ret (mg/h) 6, VIII CONCLUSÕES Em relção à vrição d morfologi e teor de óxidos com vrição d pressão de r-comprimido, observou-se que com redução dest há um diminuição n frção de óxidos e um umento n quntidde de gots semifundids no revestimento, ssim como um diminuição n quntidde de slpicos. Pr lig AWS39LT1 redução do teor de óxidos foi de 36 pr 15% de óxidos e permnecendo prticmente inlterd em 25% pr lig AWS41NiMo pr vlores de pressão entre 28 e 55kP. A diminuição d oxidção deve ser decorrente d menor áre superficil ds lmels e menor formção de slpicos com diminuição d pressão de deposição. O revestimento de AWS39LT1 depositdo por spersão térmic rco presentou estrutur do tipo ustenit, sendo que formção de ferrit δ não ocorreu devido elevd tx de resfrimento durnte projeção ds prtículs. A estrutur do revestimento do AWS41NiMo é do tipo mrtensit. Com relção à resistênci à cvitção, mostr de AWS39LT1 que presentou menor tx de erosão refere-se condição de pressão intermediári, 41kP, onde mior derênci entre s pnquecs foi responsável pel menor tx de erosão. A mostr de AWS41NiMo presentou mior tx de erosão ds ligs ensids, com menor resistênci à cvitção pr o revestimento com menor pressão de deposição. IV. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1.AKTHAR, A. Mterils technology for turbine performnce. Wter Power nd Dm Construction, v.38, n.8, p13-19, CARDOSO, R.L.; PRADO, E.M.; OKIMOTO, P.C.; PAREDES, R.S.C.; PROCOPIAK, L.A. Avlição d Influênci de Gses de Proteção Contendo Diferentes Teores de CO2 ns Crcterístics dos Revestimentos Solddos Visndo o Repro de Turbins Erodids por Cvitção. Soldgem e Inspeção, no 8, n.2, p.68-74, PEREIRA, A. S.; BUSCHINELLI, A. J. A.; HENKE, S. L.; NIÑO, C. E.. Estudo comprtivo do repro por soldgem dos ços inoxidáveis mrtensíticos AISI 41 e CA-6NM. In: I Congresso Brsileiro de Engenhri de Fbricção - COBEF, Curitib, 21. Anis do Congresso Brsileiro de Engenhri de Fbricção, BILMES, P. D.; SOLARI, M.; LlORENTE, C. L. Chrcteristics nd Effects of Austenite Resulting From Tempering of 13Cr NiMo Mrtensitic Steel Weld Metls. Mterils Chrcteriztion 46,.21, PEREIRA, S. A., Desenvolvimento de Procedimento de Repro por Soldgem em Aços Inoxidáveis Mrtensíticos com Metl de Adição Similr sem TTP. Dissertção de Mestrdo em Engenhri Mecânic, Florinópolis, 2, p19. 7.PRADO, E. M. Influênci ds vriáveis do processo MIG/MAG Convencionl e Pulsdo ns proprieddes mecânics de junts soldds com rme ER41NiMo. Dissertção de mestrdo do Progrm de Pós-grdução em Engenhri Mecânic d UFPR, Curitib, HERTZBERG, R. W. Deformtion nd frcture mechnics of engineering mterils. John Wiley & Sons, USA, FOLKHARD, E. Welding Metllurgy of Stinless Steels. SpringerVerlg Wien; New York, PAREDES, R.S.C. et l., Reltório: Otimizção dos repros de turbin trvés d pesquis em novos processos e mteriis de soldgem Desenvolvimento de prâmetros pr novos mteriis Projeto Otimizção, COPEL, PAREDES, R.S.C. et l., Reltório: Efeito dos Processos de Modificção Superficil n Resistênci à Erosão de Cvitção Projeto TrtSuper, COPEL, HOILE, S. et l., Oxide formtion in the Spryform Tool Process, Mterils Science nd Engineering A 383 (24) PUKASIEWICZ, A.G.M, et l., Crcterizção de revestimentos resistentes à cvitção depositdos por spersão térmic, XXXI CONSOLDA Congresso Ncionl de Soldgem de 8 1 de Novembro de 25, São Pulo - SP 14.NEWBERY, A.,P. et l., The velocity nd temperture of steel droplets during eletric rc sprying, Surfce & Coting Technology, n. 195: p NEWBERY, A.P., et l., A prticle imge velocimetry investigtion of in-flight nd deposition behviour of steel droplets during electric rc spryforming, Mterils Science nd Engineering A 383 (24) NEWBERY, A.P., GRANT, P.S., Oxidtion during eletric rc spry forming of steel, Journl of Mterils Processing Technology, 26, rticle in press. 17.PREPEZKO, J.H., et l., Undercooling nd solidifiction of tomized liquid droplets, Mterils Science nd Engineering A, 326, 22,

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo)

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo) Processo TIG No processo de soldgem rco sob proteção gsos, região se unir é quecid té que se tinj o ponto de fusão, pr que isto ocorr, é fornecid um energi trvés do rco elétrico, que irá fundir tnto o

Leia mais

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO)

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) ABES - Associção Brsileir de Engenhri Snitári e Ambientl V - 002 EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) Alfredo Ribeiro

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

Aseleção correta dos materiais auxilia na otimização dos custos de produção de um ferramental,

Aseleção correta dos materiais auxilia na otimização dos custos de produção de um ferramental, VINÍCIUS MARTINS - viniciushiper@yhoo.com.br PAULO RICARDO BÖESCH JÚNIOR - pulo.boesch@ufrgs.br RODRIGO GONZATTI - rgonztti@yhoo.com.br WILSON CORRÊA RODRIGUES - wilson.rodrigues@ufrgs.br ALEX FABIANO

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

SOLDAGEM DE TUBOS DE AÇO PATINÁVEL DE ALTO SI PELO PROCESSO HFIW

SOLDAGEM DE TUBOS DE AÇO PATINÁVEL DE ALTO SI PELO PROCESSO HFIW SOLDAGEM DE TUBOS DE AÇO PATINÁVEL DE ALTO SI PELO PROCESSO HFIW http://dx.doi.org/10.322/tmm.2012.01 Ricrdo Mirnd Alé 1 Adão Vieir de Fri 2 Rmsés Ferreir d Silv 3 Antônio Crlos Depizzol Wgner de Almeid

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

1 MÁQUINAS ELÉTRICAS II 1233 A/C : PROF. CAGNON - 2005 ENSAIO 01 : OBTENÇÃO DA CARACTERÍSTICA A VAZIO DE UMA MÁQUINA CC

1 MÁQUINAS ELÉTRICAS II 1233 A/C : PROF. CAGNON - 2005 ENSAIO 01 : OBTENÇÃO DA CARACTERÍSTICA A VAZIO DE UMA MÁQUINA CC 1 MÁQUINS ELÉTRICS II 1233 /C : PROF. CGNON - 2005 LBORTÓRIO L1 ENSIO 01 : OBTENÇÃO D CRCTERÍSTIC ZIO DE UM MÁQUIN CC 1. Objetivo Neste ensio será relizdo o levntmento d crcterístic de funcionmento vzio

Leia mais

Eletrotécnica. Módulo III Parte I Motores CC. Prof. Sidelmo M. Silva, Dr. Sidelmo M. Silva, Dr.

Eletrotécnica. Módulo III Parte I Motores CC. Prof. Sidelmo M. Silva, Dr. Sidelmo M. Silva, Dr. 1 Eletrotécnic Módulo III Prte I Motores CC Prof. 2 3 Máquin CC Crcterístics Básics Muito versáteis (bos crcterístics conjugdo X velocidde) Elevdos conjugdos de prtid Aplicções em sistems de lto desempenho

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: mgno_n@yhoo.com.br; ntonioluzneto@gmil.com INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

14. Geradores de Vapor

14. Geradores de Vapor 14. Gerdores de Vpor 14.1. Introdução Equipmento destindo à produção de por. O por gerdo pode ser utilizdo pr diersos fins: quecimento, processos industriis, como fluido de trblho em máquins motors. Pr

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

Quantidade de oxigênio no sistema

Quantidade de oxigênio no sistema EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenção/Colegido o(s) qul(is) será vinculdo: Engenhris Curso (s) : Engenhris Nome do projeto: MtLb Aplicdo n Resolução de Sistems Lineres.

Leia mais

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação 1 Fuldde de súde Públi Universidde de São Pulo HEP-5705 Epidemiologi I Estimndo Riso e Assoição 1. De 2.872 indivíduos que reeberm rdioterpi n infâni em deorrêni de presentrem o timo umentdo, 24 desenvolverm

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth

FUNCIONAL ENTORNO ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERANDO OS ATRIBUTOS DO LUGAR - MASSAS TOPOGRAFIA #8. fonte imagem: Google Earth FUNCIONL ENTORNO IDENTIFICR RELÇÃO DO EDIFÍCIO COM OS ELEMENTOS DE ENTORNO, CONSIDERNDO OS TRIBUTOS DO LUGR - MSSS EDIFICDS, RELÇÕES DE PROXIMIDDE, DIÁLOGO, INTEGRÇÃO OU UTONOMI O ENTORNO D CSH #9 É COMPOSTO

Leia mais

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação

Característica de Regulação do Gerador de Corrente Contínua com Excitação em Derivação Experiênci I Crcterístic de egulção do Gerdor de Corrente Contínu com Excitção em Derivção 1. Introdução Neste ensio máquin de corrente contínu ANEL trblhrá como gerdor utoexcitdo, não sendo mis necessári

Leia mais

IP-09 INSTRUÇÃO DE PROJETO DE REFORÇO PARA RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS

IP-09 INSTRUÇÃO DE PROJETO DE REFORÇO PARA RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS 1. OBJETIVO O presente documento tem por objetivo presentr s instruções pr projeto de reforço dos pvimentos executdos pel Prefeitur do Município de São Pulo. 2. INTRODUÇÃO Este procedimento estbelece critérios

Leia mais

1 Fórmulas de Newton-Cotes

1 Fórmulas de Newton-Cotes As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como

Leia mais

Conversão de Energia I

Conversão de Energia I Deprtmento de ngenhri létric Aul 5.3 Gerdores de Corrente Contínu Prof. Clodomiro Unsihuy Vil Bibliogrfi FITZGRALD, A.., KINGSLY Jr. C. UMANS, S. D. Máquins létrics: com Introdução à letrônic De Potênci.

Leia mais

Nanocompósitos Derivados de Dispersões Aquosas de Poliuretano e Argila: Influência da Argila na Morfologia e Propriedades Mecânicas

Nanocompósitos Derivados de Dispersões Aquosas de Poliuretano e Argila: Influência da Argila na Morfologia e Propriedades Mecânicas Introdução Nnocompósitos Derivdos de Dispersões Aquoss de Poliuretno e Argil: Influênci d Argil n Morfologi e Proprieddes Mecânics Poliuretnos segmentdos (PU s) são lrgmente utilizdos ns mis diverss plicções

Leia mais

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti

TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E Nb-Ti http://dx.doi.org/10.4322/tmm.2012.044 TEXTURA E COMPORTAMENTO MECÂNICO DE AÇOS IF ESTABILIZADOS AO Ti E N-Ti Fio Moreir d Silv Dis 1 Fino Augusto Vllim Fonsec 2 Christien Guisrd Huegen 3 Jefferson Fricio

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: rozne@bem-educmed.org.br Home-pge: www.bem-educmed.org.br

Leia mais

Licenciatura em Engenharia Electrónica

Licenciatura em Engenharia Electrónica Licencitur em Engenhri Electrónic Circuitos Electrónicos Básicos Lbortório Montgens mplificdors de fonte comum, port comum e dreno comum IST2012 Objectivos Com este trblho pretendese que os lunos observem

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS

BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS A BOLETIM TÉCNICO LAMINADOS Últim tulizção Mio/2011 VERSÃO MAIO/2011 ACABAMENTOS NATURAL: O cbmento pdrão d chp possui bi reflectânci e pode presentr vrições de brilho. BRILHANTE: Esse tipo de cbmento

Leia mais

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade I XORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE O CASTIÑEIRO Consellerí do Medio Rurl. Xunt de Glici Ourense, 22-24 Mio 2008 Gestão do solo em SOUTOS pr optimizção d produtividde e d sustentbilidde Afonso Mrtins UTAD

Leia mais

3 - A Metalurgia Extrativa

3 - A Metalurgia Extrativa 7 3 - A Metlurgi Extrtiv 3-1. Principis metis A metlurgi extrtiv estud otenção dos metis prtir de fontes mineris d nturez e d suct. Um comprção entre os principis metis produzidos pelo Homem em escl mundil

Leia mais

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp

b 2 = 1: (resp. R2 e ab) 8.1B Calcule a área da região delimitada pelo eixo x, pelas retas x = B; B > 0; e pelo grá co da função y = x 2 exp 8.1 Áres Plns Suponh que cert região D do plno xy sej delimitd pelo eixo x, pels rets x = e x = b e pelo grá co de um função contínu e não negtiv y = f (x) ; x b, como mostr gur 8.1. A áre d região D é

Leia mais

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b] Interl Deinid Se é um unção de, então su interl deinid é um interl restrit à vlores em um intervlo especíico, dimos, O resultdo é um número que depende pens de e, e não de Vejmos deinição: Deinição: Sej

Leia mais

Universidade Federal da Bahia

Universidade Federal da Bahia Universidde Federl d Bhi Instituto de Mtemátic DISCIPLINA: MATA0 - CÁLCULO B UNIDADE II - LISTA DE EXERCÍCIOS Atulizd 008. Coordends Polres [1] Ddos os pontos P 1 (, 5π ), P (, 0 ), P ( 1, π ), P 4(, 15

Leia mais

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO Mrin Borges de Lim d Silv 1, Jeniffer Rodrigues de Sous 2, An Crolin Bernrdes Borges Silv 2, Jnin de Oliveir Queiroz 2, Jéssic Krine

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DE AÇO LAMINADO A QUENTE PARA ESTAMPAGEM SEVERA PELO USO DE DESGASEIFICADOR RH E ADIÇÕES DE MICROLIGA

OTIMIZAÇÃO DE AÇO LAMINADO A QUENTE PARA ESTAMPAGEM SEVERA PELO USO DE DESGASEIFICADOR RH E ADIÇÕES DE MICROLIGA http://dx.doi.org/10.4322/tmm.2012.023 OTIMIZAÇÃO DE AÇO LAMINADO A QUENTE PARA ESTAMPAGEM SEVERA PELO USO DE DESGASEIFICADOR RH E ADIÇÕES DE MICROLIGA Willy Ank de Moris 1 Lr Crysthine Pes Ret 2 Cláudio

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

Desempenho de coletores solares planos

Desempenho de coletores solares planos Universidde do Vle do Rio dos Sinos UNISINOS Progrm de Pós-Grdução em Engenhri Mecânic Energi Solr érmic Desempenho de coletores solres plnos 2 º. semestre, 2015 Os testes seguem norms específics. Brsil:

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso: Engenhri de Produção Período/Módulo: 6º Período Disciplin/Unidde Curriculr: Simulção de Sistems de Produção

Leia mais

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo.

TRIGONOMETRIA. A trigonometria é uma parte importante da Matemática. Começaremos lembrando as relações trigonométricas num triângulo retângulo. TRIGONOMETRIA A trigonometri é um prte importnte d Mtemátic. Começremos lembrndo s relções trigonométrics num triângulo retângulo. Num triângulo ABC, retângulo em A, indicremos por Bˆ e por Ĉ s medids

Leia mais

UFSC Universidade Federal de Santa Catariana. Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos AGITAÇÃO E MISTURA

UFSC Universidade Federal de Santa Catariana. Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos AGITAÇÃO E MISTURA UFSC Universidde Federl de Snt Ctrin Depto De Eng. Químic e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turm 645 Op. Unit. de Quntidde de Movimento AGITAÇÃO E MISTURA 1 Mistur de Líquidos tipos e princípios N indústri

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

RELAÇÃO FOLHA-COLMO DE BRAQUIÁRIA BRIZANTA FERTIRRIGADA COM EFLUENTE TRATADO

RELAÇÃO FOLHA-COLMO DE BRAQUIÁRIA BRIZANTA FERTIRRIGADA COM EFLUENTE TRATADO XLIII Congresso Brsileiro de Engenhri Agrícol - CONBEA 214 Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Cmilo - Cmpo Grnde - MS 27 31 de julho de 214 RELAÇÃO FOLHA-COLMO DE BRAQUIÁRIA BRIZANTA FERTIRRIGADA

Leia mais

PAULA et al. Bacharel em Ciências Contábeis, Universidade Paranaense - Unipar 2. Bacharel em Ciências Contábeis, Universidade Paranaense - Unipar 3

PAULA et al. Bacharel em Ciências Contábeis, Universidade Paranaense - Unipar 2. Bacharel em Ciências Contábeis, Universidade Paranaense - Unipar 3 PAULA et l. 133 ANÁLISE COMPARATIVA DA DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DOS SEGMENTOS DE CALÇADOS E ALIMENTOS DIVERSOS Amnd de Pul 1 Myr Nkok 2 Adlberto Rmon Vlderrm Gerbsi 3 Isbel Cristin Gozer 4 PAULA,

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo

Leia mais

CTM Primeira Lista de Exercícios

CTM Primeira Lista de Exercícios CTM Primeir List de Exercícios. Cite crcterístics típics de cd um ds 5 clsses de mteriis presentds no curso. Metis: resistentes, dúcteis, bons condutores térmicos/elétricos Cerâmics: resistentes, frágeis,

Leia mais

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água Divisão de Plnemento Ambientl e Proteção Civil Di 1 de Outubro Di Ncionl d Águ entre 2 mil e 8 mil milhões de pessos té Águ 2050, num momento em que meç do Aquecimento Globl d Terr é um A águ é essencil

Leia mais

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular

Plano Curricular Plano Curricular Plano Curricular Áre de formção 523. Eletrónic e Automção Curso de formção Técnico/ de Eletrónic, Automção e Comndo Nível de qulificção do QNQ 4 Componentes de Socioculturl Durção: 775 hors Científic Durção: 400 hors Plno

Leia mais

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o

VETORES. Com as noções apresentadas, é possível, de maneira simplificada, conceituar-se o VETORES INTRODUÇÃO No módulo nterior vimos que s grndezs físics podem ser esclres e vetoriis. Esclres são quels que ficm perfeitmente definids qundo expresss por um número e um significdo físico: mss (2

Leia mais

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso Ctálogo LFS - UFS LFS - Cnlets de PVC UFS - Cixs de Tomd pr Piso fique conectdo. pense oo. Linh LFS Cnlets de PVC Com lto pdrão estético, s cnlets OBO vlorizm o miente, lém de oferecerem possiilidde de

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS

ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS ESTUDO DA VIABILIDADE DO EMPREGO DE CONCRETO PRODUZIDO COM ESCÓRIA DE ACIARIA EM PAVIMENTOS RÍGIDOS 1. Introdução Atulmente questões referentes à corret utilizção e preservção do meio mbiente é um tem

Leia mais

Programação Linear Introdução

Programação Linear Introdução Progrmção Liner Introdução Prof. Msc. Fernndo M. A. Nogueir EPD - Deprtmento de Engenhri de Produção FE - Fculdde de Engenhri UFJF - Universidde Federl de Juiz de For Progrmção Liner - Modelgem Progrmção

Leia mais

Graduandos do Curso de Química, UFG. Orientador, docente do Curso de Química, UFG

Graduandos do Curso de Química, UFG. Orientador, docente do Curso de Química, UFG PREPARAÇÃO E ESTUDO DE CONDUTIVIDADE DE HEXAAZOMACROCÍCLICOS DE COBALTO (II) COM LIGANTES AROMÁTICOS Robson Ros d Silv 1 ; Letíci Oliveir Alves 1 ; Dnielle Cngussu De Cstro Gomes 1 1 Grdundos do Curso

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

Comprimento de arco. Universidade de Brasília Departamento de Matemática

Comprimento de arco. Universidade de Brasília Departamento de Matemática Universidde de Brsíli Deprtmento de Mtemátic Cálculo Comprimento de rco Considerefunçãof(x) = (2/3) x 3 definidnointervlo[,],cujográficoestáilustrdo bixo. Neste texto vmos desenvolver um técnic pr clculr

Leia mais

UNESP - FEIS - DEFERS

UNESP - FEIS - DEFERS UNESP - FEIS - DEFERS DISCIPLINA: ARMAZENAMENTO E BENEFICIAMENTO DE GRÃOS Exercício Modelo sobre Secgem de Grãos Como técnico contrtdo pr ssessorr u propriedde produtor de milho pr grãos, efetur u nálise

Leia mais

VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS

VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS CRISTIANO MÁRCIO ALVES DE SOUZA 1 DANIEL MARÇAL DE QUEIROZ 2 DOMINGOS SÁRVIO MAGALHÃES VALENTE 3 RESUMO - Desenvolveu-se

Leia mais

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia Eleições Está berto o período de inscrição pr s novs chps do Diretório Acdêmico - Gestão 2015 Inscrições: dos dis 17 29 de gosto de 2015 somente pelo e-mil: fisioufu.d.@gmil.com A votção será relizd nos

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

Construção e montagem

Construção e montagem Construção e montgem Tetos Knuf D11 Construção Os tetos Knuf com chps de gesso podem ser fixdos diretmente o teto originl ou suspensos com tirnte e suportes. As chps de gesso são prfusds num estrutur metálic,

Leia mais

Modelagem Matemática de Sistemas Eletromecânicos

Modelagem Matemática de Sistemas Eletromecânicos 1 9 Modelgem Mtemátic de Sistems Eletromecânicos 1 INTRODUÇÃO Veremos, seguir, modelgem mtemátic de sistems eletromecânicos, ou sej, sistems que trtm d conversão de energi eletromgnétic em energi mecânic

Leia mais

Capítulo III INTEGRAIS DE LINHA

Capítulo III INTEGRAIS DE LINHA pítulo III INTEGRIS DE LINH pítulo III Integris de Linh pítulo III O conceito de integrl de linh é um generlizção simples e nturl do conceito de integrl definido: f ( x) dx Neste último, integr-se o longo

Leia mais

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade

1 Distribuições Contínuas de Probabilidade Distribuições Contínus de Probbilidde São distribuições de vriáveis letóris contínus. Um vriável letóri contínu tom um numero infinito não numerável de vlores (intervlos de números reis), os quis podem

Leia mais

GEO046 Geofísica. Fenômeno observado. Polarização elétrica induzida. Polarização de eletrodo

GEO046 Geofísica. Fenômeno observado. Polarização elétrica induzida. Polarização de eletrodo GEO046 Geoísic Aul n o 09 MÉTODOS ELÉTRICOS Polrizção induzid e potencil espontâneo enômeno observdo Após interrupção de um corrente elétric contínu, observse que o potencil elétrico não deci instntnemente

Leia mais

2 Patamar de Carga de Energia

2 Patamar de Carga de Energia 2 Ptmr de Crg de Energi 2.1 Definição Um série de rg de energi normlmente enontr-se em um bse temporl, ou sej, d unidde dess bse tem-se um informção d série. Considerndo um bse horári ou semi-horári, d

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE 31 DE JULHO DE 2015.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE 31 DE JULHO DE 2015. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA ##ATO PORTARIA Nº 134, DE DE JULHO DE 15. ##TEX O SECRETÁRIO DE POLÍTICA AGRÍCOLA, no uso de sus tribuições e competêncis

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1

CÓDIGO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ. Versão 1.1 CÓDIO DE CONDUTA MÓDULO CHÁ Versão 1.1 Cópis e trduções deste documento estão disponíveis em formto eletrônico no site d UTZ Certified: www.utzcertified.org Este documento foi trduzido do Inglês. Se houver

Leia mais

Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0.

Pontos onde f (x) = 0 e a < x < b. Suponha que f (x 0 ) existe para a < x 0 < b. Se x 0 é um ponto extremo então f (x 0 ) = 0. Resolver o seguinte PPNL M (min) f() s. [, ] Pr chr solução ótim deve-se chr todos os máimos (mínimos) locis, isto é, os etremos locis. A solução ótim será o etremo locl com mior (menor) vlor de f(). É

Leia mais

Representação de Transformadores Defasadores no Problema de Fluxo de Potência

Representação de Transformadores Defasadores no Problema de Fluxo de Potência 1 Representção de Trnsformdores Defsdores no Problem de Fluxo de Potênci J. A. Pssos Filho, Member, IEEE, R. M. Henriques, Member, IEEE e F. R. M. Alves, Member, IEEE Abstrct--O principl objeo deste é

Leia mais

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO

Leia mais

VII Congresso Interinstitucional de Iniciação Científica CIIC 2013 13 a 15 de agosto de 2013 Campinas, São Paulo

VII Congresso Interinstitucional de Iniciação Científica CIIC 2013 13 a 15 de agosto de 2013 Campinas, São Paulo VII Congresso Interinstitucionl de Inicição Científic CIIC 2013 13 15 de gosto de 2013 Cmpins, São Pulo ENRIZMENTO DE ESTCS DE LECRIM (Rosmrinus officinlis L.) EM DIFERENTES SUBSTRTOS Gbrielle Louise Quirino

Leia mais

Gabarito - Matemática Grupo G

Gabarito - Matemática Grupo G 1 QUESTÃO: (1,0 ponto) Avlidor Revisor Um resturnte cobr, no lmoço, té s 16 h, o preço fixo de R$ 1,00 por pesso. Após s 16h, esse vlor ci pr R$ 1,00. Em determindo di, 0 pessos lmoçrm no resturnte, sendo

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

RIO DE JANEIRO, RJ - BRASIL

RIO DE JANEIRO, RJ - BRASIL INICIALIZAÇÃO AUTOMÁTICA DE CONTROLADORES DEFINIDOS PELO USUÁRIO DO PROGRAMA PACDYN MARCOS INÍCIUS GONÇALES DA SILA FARINHA PROJETO SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DA

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAT. 5 Novemro de 9 Recife - PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT PROJETO E

Leia mais

Desenvolvendo novas ferramentas pedagógicas para a formação de gestores de parques nacionais: jogos de papéis e simulação informática.

Desenvolvendo novas ferramentas pedagógicas para a formação de gestores de parques nacionais: jogos de papéis e simulação informática. Desenvolvendo vs ferrments pedgógics pr formção gestores prques ncionis: jogos ppéis e simulção informátic 1 Equipe Jen-Pierre Briot (LIP6 & LES/DI/PUC-Rio) (coorndor) Mrt Irving (EICOS/IP/UFRJ) (vice-coorndor)

Leia mais

Influência de diferentes sistemas de preparo do solo nas propriedades físicas de um Lat

Influência de diferentes sistemas de preparo do solo nas propriedades físicas de um Lat 65 Revist Brsileir de Engenhri Agrícol e Amientl, v.8, n.1, p.65-71, 2004 Cmpin Grnde, PB, DEAg/UFCG - http://www.grimi.com.r Influênci de diferentes sistems de prepro do solo ns proprieddes físics de

Leia mais

3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy

3 Teoria dos Conjuntos Fuzzy 0 Teori dos Conjuntos Fuzzy presentm-se qui lguns conceitos d teori de conjuntos fuzzy que serão necessários pr o desenvolvimento e compreensão do modelo proposto (cpítulo 5). teori de conjuntos fuzzy

Leia mais

INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Campomanesia spp.)

INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Campomanesia spp.) INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Cmpomnesi spp.) Jênifer Silv NOGUEIRA¹, Fbino Guimrães d SILVA², Antônio Pulino d COSTA NETTO³, Pedro Ferreir MORAIS 4, Geicine Cintr de SOUZA

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

Desinflação Ótima na Presença de Inércia Inflacionária, Formação de Hábito e Fricções Monetárias

Desinflação Ótima na Presença de Inércia Inflacionária, Formação de Hábito e Fricções Monetárias Desinflção Ótim n Presenç de Inérci Inflcionári, Formção de Hábito e Fricções Monetáris Mrco A. F. H. Cvlcnti Conteúdo: Plvrs-chve: 1. Introdução;. O Modelo; 3. Desinflção sob Regrs Arbitráris de Polític

Leia mais

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc.

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc. Aul Métodos Esttísticos sticos de Apoio à Decisão Aul Mônic Brros, D.Sc. Vriáveis Aletóris Contínus e Discrets Função de Probbilidde Função Densidde Função de Distribuição Momentos de um vriável letóri

Leia mais

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você

Leia mais

A técnica de controle proposta fundamenta-se

A técnica de controle proposta fundamenta-se rtigo Metodologi pr o controle de qulidde dos estquementos tipo hélice contínu rotin SCCAP A técnic de controle propost fundment-se no utocontrole d execução dos elementos de fundção prtir d medição utomtizd

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE Cl, Mg, Mn E Na EM AMOSTRAS DA PLANTA Tradescantia pallida

DETERMINAÇÃO DE Cl, Mg, Mn E Na EM AMOSTRAS DA PLANTA Tradescantia pallida 2009 Interntionl Nucler Atlntic Conference - INAC 2009 Rio de Jneiro,RJ, Brzil, September27 to October 2, 2009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-03-8 DETERMINAÇÃO DE Cl,

Leia mais

GRUPO I. Espaço de rascunho: G 2 10

GRUPO I. Espaço de rascunho: G 2 10 GRUPO I I.1) Considere o seguinte grfo de estdos de um problem de procur. Os vlores presentdos nos rcos correspondem o custo do operdor (cção) respectivo, enqunto os vlores nos rectângulos correspondem

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 Ministério d Educção Universidde Tecnológic Federl do Prná Comissão Permnente de Concurso Público PR CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 ÁREA / SUBÁREA: ELETROTÉCNICA GABARITO PROJETOS ELÉTRICOS INSTRUÇÕES

Leia mais

ANÁLISE DE FALHA DE UM COMPONENTE ESTRUTURAL DE PLANTA DE PELOTIZAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

ANÁLISE DE FALHA DE UM COMPONENTE ESTRUTURAL DE PLANTA DE PELOTIZAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO Resumo ANÁLISE DE FALHA DE UM COMPONENTE ESTRUTURAL DE PLANTA DE PELOTIZAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO doi: 10.4322/tmm.00501010 Mrcelo Tdeu Miln 1 Omr Mluf 2 José Ricrdo Trpni 3 Cludio Finmore Ferrz 4 Jel Moutinho

Leia mais

TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO

TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO 1291 TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO Liver trnsplnttion in the out of home tretment progrm in the stte

Leia mais