RECICLAGEM DE RESÍDUOS E CIDADANIA: PRODUÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS PARA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES EM REGIME DE MUTIRÃO - PARTE II

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RECICLAGEM DE RESÍDUOS E CIDADANIA: PRODUÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS PARA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES EM REGIME DE MUTIRÃO - PARTE II"

Transcrição

1 RECICLAGEM DE RESÍDUOS E CIDADANIA: PRODUÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS PARA CONSTRUÇÃO DE CASAS POPULARES EM REGIME DE MUTIRÃO - PARTE II Aline Gomes de Oliveira 1 ; Gustavo de Castro Xavier 2 ; Raphael dos Santos Mesquita 3, Lanara Ferreira Meirelles 4 1. Bolsista de Extensão discente do Curso de Engenharia Civil LECIV/CCT/UENF; 2. Professor do Laboratório de Engenharia Civil LECIV/CCT/UENF; 3. Bolsista universidade aberta de nível superior. 4. Bolsista universidade aberta de nível médio. Resumo Este trabalho propõe a aplicação de resíduos de rocha ornamental na produção de tijolos ecologicamente corretos para construção de casas populares em regime de mutirão. Quando se trata de produtos a base de cimento, deve-se ter cuidado em nomeá-lo como ecologicamente correto, pois as fábricas de cimento são uma das fontes mais poluidoras do planeta, com despejo pelos fornos de produção do cimento, de grande quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. Porém, entende-se que uma vez fabricado o cimento, este não deverá mais poluir o meio ambiente. Então, neste trabalho utilizou-se 5% de cimento, 5% de pó de calcário, 60% de resíduo de rocha ornamental, 30% de areia e 10% de água na confecção dos tijolos ecológicos, por meio de prensagem em prensa manual de laboratório. Este tijolo possui boa resistência mecânica, 3,13 MPa e 16,57% de absorção de água, estando dentro das especificações da ABNT (1994). Com isso, mostra-se viável para a construção de casas populares. A próxima fase deste projeto será o estudo de durabilidade deste material, que já está em andamento e a apresentação dos tijolos para a empresa que nos fornece os resíduos e também, para a sociedade em geral, ressaltando-se que a construção com estes tijolos deverá ser acompanhada de profissional especializado. Palavras Chaves: Cimento, resíduo de rocha ornamental, casas populares, meio ambiente. Introdução No ano de 2011, as exportações brasileiras de rochas ornamentais e de revestimento totalizaram US$ 999,65 milhões, correspondentes a um volume físico comercializado de ,59 t, ou, em números redondos, US$ 1 bilhão e 2,2 milhões t, Frente ao ano de 2010, registrou-se variação positiva de 4,22% no faturamento, devido ao incremento do preço médio dos principais produtos exportados, destacando-se: Blocos de Mármore, Ardósias, quartizos Foliados, Chapas Polidas de granito (ABIROCHAS, 2011). O município de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado do Espírito Santo, é um dos maiores produtores de rochas ornamentais do Brasil e tem como pilar de sua economia a indústria de beneficiamento de rochas ornamentais. Como toda grande indústria, principalmente a de beneficiamento de matérias-primas naturais, também gera um grande volume de resíduos sólidos, 15 mil toneladas/mês (ARAÚJO, 2010) devido ao seu processo produtivo. Esses resíduos ao longo do tempo vêm se tornando um sério problema ambiental para a sociedade atual, pois na maioria das vezes, são dispostos em locais inadequados, podendo provocar danos ao meio ambiente pela contaminação de águas subterrâneas e assoreamento de rios, doenças pulmonares decorrentes da inalação de partículas em suspensão entre outros graves problemas. A motivação preponderante desta pesquisa-ação é de tentar aproveitar, de forma racional, dos resíduos provenientes deste processo industrial de beneficiamento de rochas ornamentais, que se encontram em grande disponibilidade no município de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Além disso, o setor da construção civil apesar de ser um grande gerador de resíduos nos últimos anos vem se destacando também no aproveitamento de materiais recicláveis, como por 1

2 exemplo, os resíduos de rocha ornamental, buscando adequar uma metodologia clara para a determinação dos teores de incorporação dos constituintes dos materiais. O programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal está em sua segunda fase, que conta com R$ 125,7 bilhões de investimento até 2014, com a meta de construir mais de 2 milhões de unidades habitacionais, o nosso estudo procura mostrar a possibilidade das construções populares utilizarem o tijolo ecológico. O tijolo ecológico tem como um dos componentes principais o resíduo de rocha ornamental. Então, nesse trabalho utilizou-se o rejeito de rocha ornamental como matéria prima para a fabricação de tijolos do tipo prensado e de encaixe. Esta pesquisa para confecção de tijolos considerados ecológicos tem a pretensão de propor uma alternativa para a construção de residências populares. Materiais e programa experimental Materiais Resíduo de rocha: proveniente do beneficiamento de blocos de rocha em uma indústria de Cachoeiro de Itapemirim-ES. Pó de rocha calcítica da CALPAR mineração, Italva-RJ. Areia lavada do rio Paraíba do Sul; Cimento CP II 32 adquirido no comércio local; Água tratada da rede pública de abastecimento local. Para a confecção dos tijolos prensados e de encaixe chamados de tijolos ecológicos, é necessário preparar os materiais. Primeiro, separam-se os materiais necessários: resíduo de rocha ornamental, cimento, areia e calcário calcítico. Depois de todo material separado, cada um dos componentes foi peneirado para que assim se possa ter uma amostra mais homogênea que permita maior empacotamento dos materiais. Então, peneiram-se os materiais em quantidades pré-determinadas (Tabela I) e misturam-se os materiais na betoneira seguindo a ABNT 8491 (1984). Com o material devidamente misturado e homogeneizado, leva-se o material para prensa manual de laboratório para que os tijolos ecológicos possam ser confeccionados.. Na Tabela I é apresentado o traço escolhido devido ao atendimento à norma ABNT (NBR 10836, 1994). Tabela I Dosagem dos componentes do tijolo ecológico (em %) Cimento (%) Resíduo de Calcário (%) Areia (%) Umidade (%) Granito (%) Resultados e Discussões Ensaios de Resistência a Compressão e Absorção de Água Os ensaios foram feitos para o traço com 60% de resíduo de rocha. Este apresentou o resultado exigido pela ABNT (1994) de resistência mínima de 2 MPa aos 28 dias e absorção de água inferior a 20%. A média dos resultados é mostrada na Tabela IV. Tabela IV: Resultados da resistência à compressão e absorção de Água. Traço Cura (dias) Resistência à compressão (MPa) Absorção de água (%) ,13 ± 0,03 16,57 Os ensaios mostram que o traço utilizado está dentro das recomendações da ABNT (1994), obtendo o valor de 3,13± 0,03 MPa, usando 60% em massa de resíduo de rocha. Este traço apresenta também, absorção de água de 16,57%. Os resultados estão próximos encontrados por ARAÚJO et al (2010). Analise do Projeto de Casas Populares Os tijolos ecológicos apresentam dimensões diferenciadas dos tijolos usados hoje na construção civil. Para se ter exatidão da quantidade de tijolos que serão gastos por m² e também os custos, foi realizada a medição dos tijolos (Figura I a). As dimensões estão em centímetros. 2

3 Para se ter uma aproximação da quantidade de tijolos ecológicos que teriam que ser utilizados para substituir os tijolos convencionais fez-se uma estimativa baseada na planta das habitações populares financiadas pela Caixa E. Federal (Figura I b). 63,72 197,63 109,33 (a) (b) Figura I Vistas superior e laterais dos tijolos ecológicos com dimensões em centímetros (a) e planta baixa das habitações financiadas pela Caixa Econômica Federal com aproximadamente 26,2 tijolos/m 2 considerando tijolos furados de 18x18 cm (b). Além disso, considerando-se que os tijolos ecológicos não necessitam de argamassa de assentamento, chapisco e reboco para proteção mecânica, fez-se os estudos para avaliar o quanto em R$ se acrescenta ao tijolo comum, neste caso, considerado tijolo cerâmico de 8 furos com 18x18x8cm. Cálculo da área das paredes: Parede 1: Parede 2: Parede 3: Parede 4: Parede 5: Parede 6: Parede 7: Parede 8: Total: Cálculos comparativos dos custos da de uma casa popular da CEF (Figura I): Custo do tijolo cerâmico comum de18x18x8cm : R$0,35 Considerando a parede 1 da Figura I de 14,43 m² Argamassa para assentamento Altura (m) Largura (m) Espessura (m) Lados volume (m³) nº de tijolos/m² Volume total (m³) 0,015 0,18 0,18 2 0, ,3 0,37 3

4 Argamassa para Chapisco Altura (m) área (m) Lados (m) volume total (m³) 0,005 14,43 2 0,14 Argamassa para Reboco Altura (m) área (m) Lados volume total (m³) 0,015 14,43 2 0,43 Volume total geral (m³) 0,95 p/ 14,43 m² Para cada 1m³ de argamassa 1:3 tem-se: Material Massa (kg) nº de sacos Massa total/m³ de argamassa Cimento Areia 1050 Preço de mercado do saco de cimento Preço de 1 m³ de areia R$ 20,00 R$ 35,00 Custos: Para uma parede com alvenaria convencional, tem-se os seguintes gastos adicionais: Acrescentará em uma parede de 14,43 m² de tijolo cerâmico convencional o gasto com argamassa para assentamento+chapisco+reboco: Volume total: 0,95 m³ Quantidade de Sacos de cimento Preço (R$) 6,62 132,40 Areia (1 m 3 ) 35,00 Total: 167,40 Número total de tijolos para a parede 1: nº de tijolos/m² área da parede 1 (m²) Total de tijolos da parede 1: 26,3 14, Custo por tijolo convencional+argamassa (379/167,4) = R$ 2,26/tijolo Custos Comparativos: 1 tijolo cerâmico convencional custa R$ 0,35, O acréscimo de valor por tijolo com o assentamento e proteção mecânica será de R$ 2,26, logo, o valor total será de: R$ 0,35+2,26 = R$ 2,61. Este cálculo não foi considerado o custo do rasgo de parede para embutir as tubulações de água, esgoto e elétrica. O valor do tijolo ecológico para compra é de R$ 1,10 Conclusões Nesta fase do projeto, a resistência mecânica e a absorção de água estão garantidas e o custo do tijolo ficou abaixo do custo do tijolo convencional. Deve-se ressaltar que este custo não levou em consideração a mão de obra e equipamentos necessários para o bom desempenho do trabalho. A mão de obra deverá ser qualificada para executar a obra com tijolos ecológicos. Próximas Etapas Serão realizados os ensaios de durabilidade com ciclos de umidade e secagem para verificar a degradação do tijolo ecológico. Serão realizadas visitas a indústrias de rochas ornamentais troca de experiências e de saberes quanto ao aproveitamento de resíduo de rocha ornamental em Cachoeiro de Itapemirim-ES. 4

5 Referências Bibliográficas ABIROCHAS (2011), Balanço das exportações e importações de rochas ornamentais no ano 2011, Acessado em 18/06/ ARAÚJO, P.H.V.; XAVIER, G.C.; ALEXANDRE, J.; ALBUQUERQUE, F.S.J.; MAIA, P.C.A.; QUEIRÓZ, L.F. Blocos Prensados e de Encaixe a Base de Cimento com Rejeito de Rocha Ornamental. Anais do 54º Congresso Brasileiro de Cerâmica. Foz do Iguaçu-PR. (2010). Pág ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE ROCHAS ORNAMENTAIS ABIROCHAS. BALANÇO DAS EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ROCHAS ORNAMENTAIS E DE REVESTIMENTO NO 1º SEMESTRE DE Disponível em: - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT, Tijolo maciço de solo-cimento. NBR 8491, Rio de Janeiro, - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT Bloco vazado de solo-cimento sem função estrutural Determinação da resistência à compressão e da absorção de água - Método de ensaio - NBR Rio de Janeiro. - MINHA CASA, MINHA VIDA 2 TEM NOVAS REGRAS E PRIORIZA POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA. Disponível em: - PROJETO DE CASAS POPULARES DA CAIXA. Disponível em: 5

TIJOLOS DE SOLO-CIMENTO PRODUZIDOS COM RESÍDUOS DE CONCRETO

TIJOLOS DE SOLO-CIMENTO PRODUZIDOS COM RESÍDUOS DE CONCRETO TIJOLOS DE SOLO-CIMENTO PRODUZIDOS COM RESÍDUOS DE CONCRETO Thaís Do Rosário 1 Carlos Eduardo Nunes Torrescasana 2 Resumo: Diante do contexto atual de preservação do meio ambiente e de reaproveitamento

Leia mais

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível,

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível, TIJOLOS ECOLÓGICOS Casa construída com tijolos ecológicos Fonte: paoeecologia.wordpress.com TIJOLOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que

Leia mais

Investigação Laboratorial do Uso de Resíduo da Construção Civil como Agregado Graúdo em Estaca de Compactação Argamassada

Investigação Laboratorial do Uso de Resíduo da Construção Civil como Agregado Graúdo em Estaca de Compactação Argamassada Investigação Laboratorial do Uso de Resíduo da Construção Civil como Agregado Graúdo em Estaca de Compactação Argamassada Ronaldo Alves de Medeiros Junior Universidade de Pernambuco-UPE, Recife, Brasil,

Leia mais

(PPGEMA), pela Escola de Engenharia Civil (EEC); joaoluizmplopes@yahoo.com.br.

(PPGEMA), pela Escola de Engenharia Civil (EEC); joaoluizmplopes@yahoo.com.br. ESTUDO DO POTENCIAL DE UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO DE BENEFICIAMENTO DE MÁRMORE E GRANITO (RBMG), COMO FÍLER, NA PRODUÇÃO DE CONCRETOS. LOPES, João Luiz Macedo Prudêncio¹; BACARJI, Edgar²; PAZINI FIGUEIREDO,

Leia mais

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável

VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável VENCENDO OS DESAFIOS DAS ARGAMASSAS PRODUZIDAS EM CENTRAIS DOSADORAS argamassa estabilizada e contrapiso autoadensável Juliano Moresco Silva Especialista em Tecnologia do Concreto juliano.silva@azulconcretos.com.br

Leia mais

PALAVRAS CHAVE: Tijolos de solo-cimento, rochas ornamentais, absorção de água.

PALAVRAS CHAVE: Tijolos de solo-cimento, rochas ornamentais, absorção de água. ESTUDO DO FATOR ÁGUA/CIMENTO PARA A CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS DE SOLO-CIMENTO INCORPORADOS COM RESÍDUOS GERADOS NO BENEFICIAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS Natália de Oliveira SANTIAGO 1, Djane de Fátima

Leia mais

AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS

AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS AVALIAÇÃO DA ABSORÇÃO DE ÁGUA DE TIJOLOS DE CONCRETO PRODUZIDOS PARCIALMENTE COM AGREGADOS RECICLADOS Júlia Chaves BORGES (1); Raquel Jucá de Moraes SALES (2); Maria Elane Dias de OLIVEIRA (3); Antonio

Leia mais

LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES

LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES Contribuição técnica nº 23 LIGHT STEEL FRAMING COMO ALTERNATIVA PARA A CONSTRUÇÃO DE MORADIAS POPULARES Autores: ALEXANDRE KOKKE SANTIAGO MAÍRA NEVES RODRIGUES MÁRCIO SEQUEIRA DE OLIVEIRA 1 CONSTRUMETAL

Leia mais

BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM AGREGADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO RCD: PROCESSO DE PRODUÇÃO.

BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM AGREGADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO RCD: PROCESSO DE PRODUÇÃO. BLOCOS DE CONCRETO PRODUZIDOS COM AGREGADOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO RCD: PROCESSO DE PRODUÇÃO. Edson Antonio França Aluno do IFMT, Campus Cuiabá, bolsista PROEX Everton Gomes Queiroz Aluno

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO PROVENIENTE DO DESDOBRAMENTO DE ROCHAS ORNAMENTAIS NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLOGICOS DE SOLO-CIMENTO Joseane Damasceno Mota (1) Graduanda em Química Industrial na UEPB Djane de Fátima

Leia mais

Lia Lorena Pimentel Professor Doutor, Fac. Engenharia Civil Puc- Campinas CEATEC lialp@puc-campinas.edu.br

Lia Lorena Pimentel Professor Doutor, Fac. Engenharia Civil Puc- Campinas CEATEC lialp@puc-campinas.edu.br VIABILIDADE DE APROVEITAMENTO DE RESÍDUO GRAÚDO (CACOS) DE EMPRESA BENEFICIADORA DE ROCHAS ORNAMENTAIS Agatha dos Santos Engenharia Ambiental CEATEC Agatha.s@puccampinas.edu.br Lia Lorena Pimentel Professor

Leia mais

TIJOLOS CRUS COM SOLO ESTABILIZADO

TIJOLOS CRUS COM SOLO ESTABILIZADO TIJOLOS CRUS COM SOLO ESTABILIZADO João Maurício Fernandes Souza¹; José Dafico Alves² ¹ Bolsista PIBIC/CNPq, Engenheiro Agrícola, UnUCET - UEG 2 Orientador, docente do Curso de Engenharia Agrícola, UnUCET

Leia mais

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E TÉRMICAS DE TIJOLOS SOLO-CIMENTO COM E SEM ADIÇÃO DO PÓ DA FIBRA DE COCO.

ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E TÉRMICAS DE TIJOLOS SOLO-CIMENTO COM E SEM ADIÇÃO DO PÓ DA FIBRA DE COCO. ANÁLISE DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS E TÉRMICAS DE TIJOLOS SOLO-CIMENTO COM E SEM ADIÇÃO DO PÓ DA FIBRA DE COCO. Luiz Cláudio Ferreira da Silva José Ubiragí de Lima Mendes Rasiah Ladchumananandasivam Universidade

Leia mais

ESTUDO DA RECICLAGEM DO RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA USO EM ESTACA DE COMPACTAÇÃO

ESTUDO DA RECICLAGEM DO RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA USO EM ESTACA DE COMPACTAÇÃO ESTUDO DA RECICLAGEM DO RESÍDUO DA CONSTRUÇÃO CIVIL PARA USO EM ESTACA DE COMPACTAÇÃO Ronaldo Alves de Medeiros Junior Escola Politécnica de Pernambuco Universidade de Pernambuco (POLI/UPE), Recife, Brasil,

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS DE SOLO-CIMENTO FICHA CATALOGRÁFICA-27 DATA: JANEIRO/2014.

ALVENARIA DE BLOCOS DE SOLO-CIMENTO FICHA CATALOGRÁFICA-27 DATA: JANEIRO/2014. Tecnologias, sistemas construtivos e tipologias para habitações de interesse social em reassentamentos. ALVENARIA DE BLOCOS DE SOLO-CIMENTO FICHA CATALOGRÁFICA-27 DATA: JANEIRO/2014. Tecnologias, sistemas

Leia mais

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842

BLOCOS DE CONCRETO PARA ALVENARIA Portaria Inmetro nº 220/2013 CÓDIGO: 3842 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade- Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica 372

IV Seminário de Iniciação Científica 372 IV Seminário de Iniciação Científica 372 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE REVESTIMENTOS DE ARGAMASSA INDUSTRIALIZADA Juliane Barbosa Rosa 1,3., Renato Resende Angelim 2,3. 1 Voluntária Iniciação Científica PVIC/UEG

Leia mais

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA ENTECA 2003 303 ANÁLISE DE DESEMPENHO DE TIJOLO DE SOLO CIMENTO PARA HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL CONSIDERANDO-SE AS PRINCIPAIS PROPRIEDADES REQUERIDAS PARA O TIJOLO E O PROCESSO DE PRODUÇÃO EMPREGADO.

Leia mais

TIJOLOS DO TIPO SOLO-CIMENTO INCORPORADOS COM RESIDUOS DE BORRA DE TINTA PROVENIENTE DO POLO MOVELEIRO DE UBA

TIJOLOS DO TIPO SOLO-CIMENTO INCORPORADOS COM RESIDUOS DE BORRA DE TINTA PROVENIENTE DO POLO MOVELEIRO DE UBA TIJOLOS DO TIPO SOLO-CIMENTO INCORPORADOS COM RESIDUOS DE BORRA DE TINTA PROVENIENTE DO POLO MOVELEIRO DE UBA Sergio Celio Da Silva Lima (FIC/UNIS) serginhoblack1@hotmail.com Daniel Perez Bondi (FIC/UNIS)

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ESTUDO DA POTENCIALIDADE DA UTILIZAÇÃO DA MISTURA DE CINZA DE BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR E RESÍDUOS DE PNEUS NA CONFECÇÃO DE CONCRETOS E PAVERS PARA PAVIMENTAÇÃO

Leia mais

ANÁLISE DE VIABILIDADE DE APLICAÇÃO DO TIJOLO ECOLÓGICO NA CONSTRUÇÃO CIVIL CONTEMPORÂNEA

ANÁLISE DE VIABILIDADE DE APLICAÇÃO DO TIJOLO ECOLÓGICO NA CONSTRUÇÃO CIVIL CONTEMPORÂNEA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE APLICAÇÃO DO TIJOLO ECOLÓGICO NA CONSTRUÇÃO CIVIL CONTEMPORÂNEA Marcelo Brito de Morais 1 Prof. Armando Macêdo Chaves 2 Prof. Kimberly Marie Jones 3 RESUMO O presente artigo teve

Leia mais

SILVA, Fernando Souza da

SILVA, Fernando Souza da CASTRO, Adriana Petito de Almeida Silva Ano 02 SILVA, Fernando Souza da n. 03 INCENTIVO AO USO DE PRODUTOS DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL ATRAVÉS DA DISCIPLINA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL p.50-57 Instituto

Leia mais

Alvenaria racionalizada

Alvenaria racionalizada Como construir Alvenaria racionalizada A alvenaria de vedação pode ser definida como a alvenaria que não é dimensionada para resistir a ações além de seu próprio peso. O subsistema vedação vertical é responsável

Leia mais

TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS

TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS TRABALHO DE GESTÃO DE REVESTIMENTOS TEMA Ensaio de aderência de revestimentos de argamassa, gesso e cerâmica. OBJETIVO Analisar o grau de aderência dos revestimentos utilizados, em relação à norma técnica

Leia mais

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS

PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Universidade Federal de Goiás Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos Setor de Engenharia Rural PROJETO DE EDIFICAÇÕES RURAIS Construções e Eletrificação Rural Prof. Dr. Regis de Castro Ferreira

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS CAMPO MOURÃO ENGENHARIA CIVIL MARCELO DADAMO VIEIRA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Relatório de Estágio Curricular

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO DA LAVRA DA PEDRA MORISCA DA REGIÃO DE CASTELO DO PIAUÍ NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS RESUMO

UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO DA LAVRA DA PEDRA MORISCA DA REGIÃO DE CASTELO DO PIAUÍ NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS RESUMO UTILIZAÇÃO DO RESÍDUO DA LAVRA DA PEDRA MORISCA DA REGIÃO DE CASTELO DO PIAUÍ NA CONFECÇÃO DE TIJOLOS ECOLÓGICOS SILVEIRA, Leonardo 1 ; MELO, Marcus 2 ; LUZ, Adão 3 1 Centro de Tecnologia Mineral CETEM

Leia mais

FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA DO ESTADO DO ACRE DEPARTAMENTO TÉCNICO E DE PRODUÇÃO

FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA DO ESTADO DO ACRE DEPARTAMENTO TÉCNICO E DE PRODUÇÃO FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA DO ESTADO DO ACRE DEPARTAMENTO TÉCNICO E DE PRODUÇÃO CARTILHA PARA PRODUÇÃO DE TIJOLO SOLO-CIMENTO FUNTAC FUNDAÇÃO DE TECNOLOGIA DO ESTADO DO ACRE DEPARTAMENTO TÉCNICO E DE PRODUÇÃO

Leia mais

Bloco e tijolo de solo-cimento

Bloco e tijolo de solo-cimento MATERIAL OPÇÕES Veja abaixo os tipos de parede sem função estrutural (paredes de vedação) > ALVENARIA DE BLOCOS E TIJOLOS DE SOLO- CIMENTO > ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO > ALVENARIA DE BLOCOS CERÂMICOS

Leia mais

Utilização de Solos Arenosos para Obtenção de Tijolos de Solo Cimento

Utilização de Solos Arenosos para Obtenção de Tijolos de Solo Cimento Utilização de Solos Arenosos para Obtenção de Tijolos de Solo Cimento Rinaldo J. B. Pinheiro a *, José Mario D. Soares a a Centro de Tecnologia, Universidade Federal de Santa Maria UFSM, Av. Roraima, 1000,

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OBRA.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA OBRA. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAM ENTO DE ENGENHARIA E INFRAESTRUTURA BR 406 - Km 73 n 3500 Perímetro Rural do Município de João Câmara / RN, CEP: 59550-000

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

Tijolos prensados de solo-cimento confeccionados com resíduos de concreto. Soil-cement pressed bricks made with concrete wastes

Tijolos prensados de solo-cimento confeccionados com resíduos de concreto. Soil-cement pressed bricks made with concrete wastes Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental v., n., p.5, Campina Grande, PB, UAEAg/UFCG http://www.agriambi.com.br Protocolo 5. 5/5/ Aprovado em // Tijolos prensados de solo-cimento confeccionados

Leia mais

Caracterização de Alguns Aspectos Tecnológicos de Tijolos de Solo-Cimento Confeccionados com Rejeito de Serragem de Rochas Ornamentais

Caracterização de Alguns Aspectos Tecnológicos de Tijolos de Solo-Cimento Confeccionados com Rejeito de Serragem de Rochas Ornamentais Caracterização de Alguns Aspectos Tecnológicos de Tijolos de Solo-Cimento Confeccionados com Rejeito de Serragem de Rochas Ornamentais Rodrigo Alvarenga Estagiário, Técnico em Mineração, IFES Antônio Pinheiro

Leia mais

CAPÍTULO VII USO DO AGREGADO RECICLADO EM TIJOLOS DE SOLO ESTABILIZADO COM CIMENTO

CAPÍTULO VII USO DO AGREGADO RECICLADO EM TIJOLOS DE SOLO ESTABILIZADO COM CIMENTO CAPÍTULO VII 228 USO DO AGREGADO RECICLADO EM TIJOLOS DE SOLO ESTABILIZADO COM CIMENTO USO DO AGREGADO RECICLADO EM TIJOLOS DE SOLO ESTABILIZADO COM CIMENTO Célia Maria Martins Neves Alex Pires Carneiro

Leia mais

Gerência de resíduos de caulim: estudo de viabilidade na produção industrial de blocos de concreto.

Gerência de resíduos de caulim: estudo de viabilidade na produção industrial de blocos de concreto. Gerência de resíduos de caulim: estudo de viabilidade na produção industrial de blocos de concreto. Maria Luiza de Souza Rezende (UFCG) mluizarezende@gmail.com Ivanildo Farias de Araújo (UFCG) ivanildofaraujo@gmail.com

Leia mais

TÉCNICA CONSULTORIA A IMPORTÂNCIA DA COMBINAÇÃO GRANULOMÉTRICA PARA BLOCOS DE CONCRETO 2. CONCRETO SECO X CONCRETO PLÁSTICO. Paula Ikematsu (1)

TÉCNICA CONSULTORIA A IMPORTÂNCIA DA COMBINAÇÃO GRANULOMÉTRICA PARA BLOCOS DE CONCRETO 2. CONCRETO SECO X CONCRETO PLÁSTICO. Paula Ikematsu (1) A IMPORTÂNCIA DA COMBINAÇÃO GRANULOMÉTRICA PARA BLOCOS DE CONCRETO Paula Ikematsu (1) Gerente de área de Produto e Canais Técnicos da InterCement S/A Mestre em Engenharia Civil (Escola Politécnica da Universidade

Leia mais

XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO

XXXV ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO COMPARAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO TIJOLO DE SOLO-CIMENTO INCORPORADO COM RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL PROVENIENTES DE CATAGUASES - MG E O RESÍDUO DE BORRA DE TINTA PROVENIENTE DAS INDÚSTRIAS PERTENCENTES

Leia mais

OFÍCIO DE PEDREIRO AUTOR: JOSÉ VIEIRA CABRAL

OFÍCIO DE PEDREIRO AUTOR: JOSÉ VIEIRA CABRAL OFÍCIO DE PEDREIRO AUTOR: JOSÉ VIEIRA CABRAL 3. ASSENTAMENTOS DE BLOCOS COMUNS. 4. COMO CALCULAR VOLUMES DE PEDRA E AREIA EM UM CAMINHÃO. 5. NORMAS REGULAMENTADORAS. 6. VOCABULÁRIO DE CONSTRUÇÃO CIVIL.

Leia mais

O fluxograma da Figura 4 apresenta, de forma resumida, a metodologia adotada no desenvolvimento neste trabalho.

O fluxograma da Figura 4 apresenta, de forma resumida, a metodologia adotada no desenvolvimento neste trabalho. 3. METODOLOGIA O fluxograma da Figura 4 apresenta, de forma resumida, a metodologia adotada no desenvolvimento neste trabalho. DEFINIÇÃO E OBTENÇÃO DAS MATÉRIAS PRIMAS CARACTERIZAÇÃO DAS MATÉRIAS PRIMAS

Leia mais

APROVEITAMENTO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS E DE MATERIAIS RECICLÁVEIS NA INOVAÇÃO QUÍMICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS

APROVEITAMENTO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS E DE MATERIAIS RECICLÁVEIS NA INOVAÇÃO QUÍMICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS APROVEITAMENTO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS E DE MATERIAIS RECICLÁVEIS NA INOVAÇÃO QUÍMICA DE COMPÓSITOS POLIMÉRICOS Rebecca Manesco Paixão 1 ; Natália Cavalini Paganini 2 ;José Eduardo Gonçalves 3

Leia mais

O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil

O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil O custo da perda de blocos/tijolos e argamassa da alvenaria de vedação: estudo de caso na construção civil Suenne Andressa Correia Pinho (UPE) - suenne_correia@hotmail.com Alberto Casado Lordsleem Jr.

Leia mais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais Blocos de CONCRETO DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.)

Leia mais

ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA

ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA ELASTEQ 7000 ARGAMASSA POLIMÉRICA Impermeabilizante à base de resinas termoplásticas e cimentos com aditivos e incorporação de fibras sintéticas (polipropileno). Essa composição resulta em uma membrana

Leia mais

OBRA: REFORMA E RECUPERAÇÃO DE PISCINA ENTERRADA - IEG

OBRA: REFORMA E RECUPERAÇÃO DE PISCINA ENTERRADA - IEG OBRA: REFORMA E RECUPERAÇÃO DE PISCINA ENTERRADA - IEG DATA: Abril/2011. LOCALIZAÇÃO : Av. Anhanguera Goiânia/GO. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: Impercia Atacadista LTDA. EXECUÇÃO: - ALDEIA ENGENHARIA LTDA. Situação:

Leia mais

1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS

1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS 1. FUNDAMENTOS HISTÓRICOS Advento da agricultura: + 10.000 AC Terra, pedra e madeira: materiais que abrigaram a humanidade Desuso Produção industrial de materiais Novos padrões estéticos Grandes concentrações

Leia mais

Ficha Técnica de Produto Argamassa Biomassa Código: AB001

Ficha Técnica de Produto Argamassa Biomassa Código: AB001 1. Descrição: A é mais uma argamassa inovadora, de alta tecnologia e desempenho, que apresenta vantagens econômicas e sustentáveis para o assentamento de blocos em sistemas de vedação vertical. O principal

Leia mais

Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação

Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação Estudo Geotécnico sobre a Utilização de Resíduos de Construção e Demolição como Agregado Reciclado em Pavimentação Mariana Santos de Siqueira Departamento de Engenharia Civil, Universidade de Pernambuco,

Leia mais

23/05/2014. Professor

23/05/2014. Professor UniSALESIANO Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium Curso de Engenharia Civil Disciplina: Construção Civil I Alvenarias Área de Construção Civil Prof. Dr. André Luís Gamino Professor Elementos

Leia mais

Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas

Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas Maio 2011 Recife Fabio Villas Bôas 1 FULL SERVICE - INCORPORAÇÃO / CONSTRUÇÃO / VENDAS 34 ANOS DE MERCADO; 1851 COLABORADORES PRÓPRIOS; 6415 COLABORADORES TERCEIROS; MAIS DE 2,7 MILHÃO DE M 2 LANÇADOS

Leia mais

Título: Autores: INSTITUIÇÃO: UFCG OBJETIVOS Gerais Específicos MATERIAIS E MÉTODOS Materiais Solos -

Título: Autores: INSTITUIÇÃO: UFCG OBJETIVOS Gerais Específicos MATERIAIS E MÉTODOS Materiais Solos - Título:UTILIZAÇÃO DE SOLO-CIMENTO NA FABRICAÇÃO DE TIJOL Autores: C.R.S. Morais, R.L. Rodrigues, D.S.G. Lima, M.R. Patrício, G.A. Neves crislene@dema.ufpb.br, ricalirodrigues@yahoo.com.br, danengematl@bol.com.br,

Leia mais

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais.

B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. B4-271 Construção participativa de sistemas individuais de esgotamento sanitário em comunidades rurais. Machado, Diogo Faria¹; Andrade, Amanda de Oliveira²; Maia, Hérksson Mota³; Rezende, Ana Augusta Passos

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ARQUITETÔNICO - REFORMA Projeto:... REFORMA POSTO DE SAÚDE Proprietário:... PREFEITURA MUNICIPAL DE IRAÍ Endereço:... RUA TORRES GONÇALVES, N 537 Área a Reformar:... 257,84

Leia mais

UMIDADE ÓTIMA DE COMPACTAÇÃO DE SOLO-CIMENTO PARA DIFERENTES TRAÇOS

UMIDADE ÓTIMA DE COMPACTAÇÃO DE SOLO-CIMENTO PARA DIFERENTES TRAÇOS UMIDADE ÓTIMA DE COMPACTAÇÃO DE SOLO-CIMENTO PARA DIFERENTES TRAÇOS Cristiane Zuffo da Silva(1); Evandro Marcos Kolling (2); Tobias Jun Shimosaka (3); Ney Lysandro Tabalipa (4); Caroline Angulski da Luz

Leia mais

cintiademarcosantos@gmail.com

cintiademarcosantos@gmail.com ECOEFICIÊNCIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL: IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMA DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA CONSTRUÇÃO DE UM CONJUNTO DE CASAS DE ALTO PADRÃO NA CIDADE DE PELOTAS/RS Cíntia de Marco Santos Instituto Federal Sul-rio-grandense,

Leia mais

Resumo. 1. Introdução

Resumo. 1. Introdução Considerações Sobre a Utilização das Rochas Ornamentais em Revestimentos de Pisos e Fachadas com Base nos Seus Valores de Índices Físicos e Desgaste AMSLER Millena Basilio da Silva Bolsista do Programa

Leia mais

Reciclagem e Reaproveitamento de resíduos sólidos da construção civil em São Luís MA: um processo sustentável 1

Reciclagem e Reaproveitamento de resíduos sólidos da construção civil em São Luís MA: um processo sustentável 1 REVISTA DO CEDS Periódico do Centro de Estudos em Desenvolvimento Sustentável da UNDB N. 1 agosto/dezembro 2014 Semestral Disponível em: http://www.undb.edu.br/ceds/revistadoceds Reciclagem e Reaproveitamento

Leia mais

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO DE FACHADAS EXPOSTAS À. AMBIENTE MARINHO Avaliação da Aderência

ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO DE FACHADAS EXPOSTAS À. AMBIENTE MARINHO Avaliação da Aderência ARGAMASSAS DE REVESTIMENTO DE FACHADAS EXPOSTAS À AMBIENTE MARINHO Avaliação da Aderência Por: Regina Helena Ferreira de Souza Professora Dra., Titular de Estruturas, Departamento de Engenharia Civil Universidade

Leia mais

TÍTULO: TIJOLO ECOLÓGICO CONFECCIONADO COM CÉDULAS DE DINHEIRO GASTAS E SEM VALOR

TÍTULO: TIJOLO ECOLÓGICO CONFECCIONADO COM CÉDULAS DE DINHEIRO GASTAS E SEM VALOR TÍTULO: TIJOLO ECOLÓGICO CONFECCIONADO COM CÉDULAS DE DINHEIRO GASTAS E SEM VALOR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI

Leia mais

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento

Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Estudo da Viabilidade Técnica e Econômica do Calcário Britado na Substituição Parcial do Agregado Miúdo para Produção de Argamassas de Cimento Rodrigo Cézar Kanning rckanning@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

DIMENSÃO MÁXIMA PLACAS CERÂMICAS E PORCELANATOS. 45 x 45 cm. 45 x 45 cm. 60 x 60 cm. 60x 60 cm

DIMENSÃO MÁXIMA PLACAS CERÂMICAS E PORCELANATOS. 45 x 45 cm. 45 x 45 cm. 60 x 60 cm. 60x 60 cm 01 DESCRIÇÃO: Argamassa leve de excelente trabalhabilidade, ideal para assentamento de revestimentos cerâmicos, porcelanatos, pedras rústicas em áreas internas e externas em pisos e paredes; Aplicação

Leia mais

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS

MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS MOGIBASE IMPERMEABILIZANTE DE CONCRETO E ARGAMASSAS COMPOSIÇÃO: Sais inorgânicos e estabilizantes. PROPRIEDADES: Impermeabilizante de concreto e argamassas. MOGIBASE é de fácil aplicação e não altera os

Leia mais

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo.

Argamassa TIPOS. AC-I: Uso interno, com exceção de saunas, churrasqueiras, estufas e outros revestimentos especiais. AC-II: Uso interno e externo. Especificações Técnicas Argamassa INDUSTRIALIZADA : Produto industrializado, constituído de aglomerantes e agregados miúdos, podendo ainda ser adicionados produtos especiais (aditivos), pigmentos com a

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PROPONENTE: Prefeitura Municipal de Chapada OBRA: Cobertura de Quadra de Esportes e Equipamentos ÁREA: 640,00m² LOCAL: Tesouras Chapada RS O Memorial Descritivo

Leia mais

SUSTENTABILIDADE E RECICLAGEM DE MATERIAIS EM PAVIMENTAÇÃO

SUSTENTABILIDADE E RECICLAGEM DE MATERIAIS EM PAVIMENTAÇÃO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES PTR 2388 TRANSPORTE E MEIO AMBIENTE SUSTENTABILIDADE E RECICLAGEM DE MATERIAIS EM PAVIMENTAÇÃO 14/ABR/2016 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE TRANSPORTES RECICLAGEM

Leia mais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais

TRAÇO Proporções e consumo de materiais TRAÇO Proporções e consumo de materiais Prof. Marco Pádua Em cada fase da obra usamos diferentes proporções de aglomerantes (cimento e cal), e agregados (areia e pedra) cujo objetivo pode visar: resistência,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA AS OBRAS DE REFORMA DO GINÁSIO POLIESPORTIVO LOIOLA PASSARINHO E CONSTRUÇÃO DO ANEXO.

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA AS OBRAS DE REFORMA DO GINÁSIO POLIESPORTIVO LOIOLA PASSARINHO E CONSTRUÇÃO DO ANEXO. SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO CASTANHAL (PA) MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA AS OBRAS DE REFORMA DO GINÁSIO POLIESPORTIVO LOIOLA PASSARINHO E CONSTRUÇÃO DO ANEXO. ABRIL/2014 REFORMA

Leia mais

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA SC 584 SC. www.giragrill.com

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA SC 584 SC. www.giragrill.com PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA 584 SC 584 SC www.giragrill.com ELEVGRILL Medidas: E A C B D QUADRO BASE Modelo Prime / SC Medidas em centímetros A B C D E Qtde. Espetos ELEVGRILL 584 49 38 59 49

Leia mais

Blocos vazados modulares de concreto inovado com adição de cinzas do bagaço da cana-de-açúcar 1

Blocos vazados modulares de concreto inovado com adição de cinzas do bagaço da cana-de-açúcar 1 Blocos vazados modulares de concreto inovado com adição de cinzas do bagaço da cana-de-açúcar 1 Modular concrete hollow blocks innovated with addition of ash from bagasse sugar cane Felipe Lima da Costa

Leia mais

CONSTRUÇÃO - BLOCO DE PESQUISADORES - PAVIMENTO TÉRREO

CONSTRUÇÃO - BLOCO DE PESQUISADORES - PAVIMENTO TÉRREO ANEXO XII PLANILHA ORÇAMENTÁRIA PLANILHA DE ORÇAMENTO UNIDADE: Embrapa Algodão Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária- Embrapa Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura-CEN/DRM OBRA: AMPLIAÇÃO DOS

Leia mais

Revestimento de fachadas: aspectos executivos

Revestimento de fachadas: aspectos executivos UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA Setembro, 2009 Revestimento de fachadas: aspectos executivos Eng.º Antônio Freitas da Silva Filho Engenheiro Civil pela UFBA Julho de 1982; Engenheiro da Concreta Tecnologia

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS DA INDÚSTRIA CONCRETEIRA

PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS DA INDÚSTRIA CONCRETEIRA PLANO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS DA INDÚSTRIA CONCRETEIRA Robson Rodrigo da Silva 1 ; Ronan Yuzo Takeda Violin 2 ; Júlio Ricardo de Faria Fiess 3 RESUMO: O imenso consumo de água e resíduos

Leia mais

TRAÇO Exercício (I) 1 Módulo

TRAÇO Exercício (I) 1 Módulo TRAÇO Exercício (I) 1 Módulo Prof. Marco Pádua Calculo das quantidades de materiais necessários para executar um cômodo considerando uma estrutura modular de 5.00 X 5.00 m, segundo as dimensões abaixo

Leia mais

MANUAL TÉCNICO PREALL

MANUAL TÉCNICO PREALL MANUAL TÉCNICO PREALL ÍNDICE 1. PRODUTO 2. RECEBIMENTO 3. ARMAZENAMENTO 4. PREPARAÇAO DO LOCAL DE APLICAÇÃO 5.1 DEFINIÇÃO DE JUNTA 5.2 ASSENTAMENTO 6. LIMPEZA 7. PROTEÇÃO 8. GARANTIA 9. PISO ELEVADO 10.

Leia mais

Materiais e Processos Construtivos. Materiais e Processos Construtivos. Concreto. Frank Cabral de Freitas Amaral 1º º Ten.-Eng.º.

Materiais e Processos Construtivos. Materiais e Processos Construtivos. Concreto. Frank Cabral de Freitas Amaral 1º º Ten.-Eng.º. Concreto Frank Cabral de Freitas Amaral 1º º Ten.Eng.º Instrutor Abril / 2006 1 Programação SEMANA DATA TÓPICOS 1 2 3 4 5 6 7 8 06/mar 09/mar 13/mar 16/mar 20/mar 23/mar 27/mar 30/mar 3/abr 6/abr 10/abr

Leia mais

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA INSTITUTO FEDERAL DE EDUC, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE ADMINISTR SERVIÇOS MELHORIAS DA INFRAESTRUTURA DO CAMPUS IFRN/SÃO PAULO DO POTENGI DATA: 25/07/24 S/BDI C/ BDI C/BDI

Leia mais

Graus de orçamento. Orçamento preliminar estimar os quantitativos de concreto, aço e fôrma do edifício abaixo:

Graus de orçamento. Orçamento preliminar estimar os quantitativos de concreto, aço e fôrma do edifício abaixo: Graus de orçamento Exercício da aula passada Orçamento preliminar Graus de orçamento Orçamento preliminar estimar os quantitativos de concreto, aço e fôrma do edifício abaixo: Área de 300 m² por pavimento

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O cimento é um dos materiais de construção mais utilizados em obras civis. Com relação a esse aglomerante, julgue os itens a seguir. 61 No recebimento em uma obra, os sacos devem

Leia mais

PRÁTICAS LABORATÓRIO DE MATERIAIS CONSTRUÇÃO CIVIL DISCIPLINA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

PRÁTICAS LABORATÓRIO DE MATERIAIS CONSTRUÇÃO CIVIL DISCIPLINA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais Alves Fortes PRÁTICAS LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DISCIPLINA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO APOSTILA DO PROFESSOR Faculdade de Ciências

Leia mais

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA

PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA PROJETO DE CHURRASQUEIRA EM ALVENARIA ELEVGRILL 704 48,5 70, 4 MEDIDAS EM CENTÍMETROS 46,3 61, 1* 38,3* * Medidas D e E referem-se ao quadro inferior que encaixa no braseiro revestido de placas refratárias

Leia mais

Dosagem dos Concretos de Cimento Portland

Dosagem dos Concretos de Cimento Portland (UFPR) (DCC) Disciplina: Materiais de Construção IV - Laboratório Dosagem dos Concretos de Cimento Portland Eng. Marcelo H. F. de Medeiros Professor Dr. do Professor Dr. do Programa de Pós-Graduação em

Leia mais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais

ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais ALVENARIA DE BLOCOS DE CONCRETO Recomendações gerais LA-J ARTEFATOS DE CIMENTO LUCAS LTDA Av. Cônsul Assaf Trad 6977 Em frente ao Shopping Bosque dos Ipês / Campo Grande MS 0800 647 1121 www.lajlucas.com.br

Leia mais

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes

2. Sistema de fôrmas plásticas para lajes Sistema de fôrmas plásticas para lajes de concreto JOAQUIM ANTÔNIO CARACAS NOGUEIRA Diretor de Engenharia VALTER DE OLIVEIRA BASTOS FILHO Engenheiro Civil CARLOS ALBERTO IBIAPINA E SILVA FILHO Engenheiro

Leia mais

ESTUDO PARA UTILIZAÇÃO E VIABILIDADE DE AREIA DE FUNDIÇÃO EM CONCRETO 1

ESTUDO PARA UTILIZAÇÃO E VIABILIDADE DE AREIA DE FUNDIÇÃO EM CONCRETO 1 ESTUDO PARA UTILIZAÇÃO E VIABILIDADE DE AREIA DE FUNDIÇÃO EM CONCRETO 1 Geannina Terezinha Dos Santos Lima 2, Pedro Goecks 3, Cristiane Dos Santos 4, Gabriela Blatt 5, Diorges Lopes 6, Cristina Pozzobon

Leia mais

PRODUTOS DE CERÂMICA VERMELHA MCC1001 AULA 5. Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a. Carmeane Effting.

PRODUTOS DE CERÂMICA VERMELHA MCC1001 AULA 5. Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a. Carmeane Effting. PRODUTOS DE CERÂMICA VERMELHA MCC1001 AULA 5 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil

Leia mais

bloco de vidro ficha técnica do produto

bloco de vidro ficha técnica do produto 01 Descrição: votomassa é uma argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para assentamento e rejuntamento de s. 02 Classificação técnica: ANTES 205 Bloco votomassa

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES

SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES SISTEMA CONSTRUTIVO CASA EXPRESS DE PAINÉIS PREMOLDADOS MISTOS DE CONCRETO ARMADO E BLOCOS CERÂMICOS PARA PAREDES E LAJES INTRODUÇÃO: A CASA EXPRESS LTDA. é uma empresa do ramo da construção civil, sediada

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE COMPOSIÇÃO DE CONCRETO PERMEÁVEL COM AGREGADOS ORIUNDOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO DE CAMPINAS

DESENVOLVIMENTO DE COMPOSIÇÃO DE CONCRETO PERMEÁVEL COM AGREGADOS ORIUNDOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO DE CAMPINAS DESENVOLVIMENTO DE COMPOSIÇÃO DE CONCRETO PERMEÁVEL COM AGREGADOS ORIUNDOS DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DA REGIÃO DE CAMPINAS Katrine Krislei Pereira Engenharia Civil CEATEC krisleigf@hotmail.com Resumo:

Leia mais

IPHAN/MONUMENTA. Manual Prático Uso da Cal

IPHAN/MONUMENTA. Manual Prático Uso da Cal IPHAN/MONUMENTA Manual Prático Uso da Cal 2 Presidente da República Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Cultura Gilberto Gil Moreira Presidente Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA

MANUAL DE INSTALAÇÃO INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA INFORMAÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA SUA PLACA FORMATO PADRÃO: 1,2 m x 0,8 (largura x altura) 3 LAYOUTS DIFERENTES: 1 para 5º e 9º ano juntos 1 para 5º ano somente 1 para 9º ano somente LAYOUTS OPÇÕES DE MATERIAIS

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANISOTRÓPICO DE PRISMAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL CERÂMICA

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANISOTRÓPICO DE PRISMAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL CERÂMICA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANISOTRÓPICO DE PRISMAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL CERÂMICA Jefferson Bruschi da Silva (1); Cristiano Richter (2); Jean Marie Désir (3); (1) Universidade do Vale do Rio dos Sinos,

Leia mais

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio

Rev Modificação Data Projetista Desenhista Aprovo. Sítio. Área do sítio OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA RECUPERAÇÃO DE CERCA OPERACIONAL, IMPLANTAÇÃO DA CERCA DE SERVIDÃO, COMPLEMENTAÇÃO DA CERCA PATRIMONIAL E SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Leia mais

IMPERMEABILIZAÇÕES TRATAMENTO DE UMIDADE E EFLORESCÊNCIAS EM PAREDES

IMPERMEABILIZAÇÕES TRATAMENTO DE UMIDADE E EFLORESCÊNCIAS EM PAREDES IMPERMEABILIZAÇÕES TRATAMENTO DE UMIDADE E EFLORESCÊNCIAS EM PAREDES Prof. Marco Pádua Quando a construção se inicia, as fundações começam a ser executadas, os alicerces tomam forma e delimitam os cômodos,

Leia mais

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO

BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO BLOCOS DE VEDAÇÃO COM ENTULHO 2 nd International Workshop on Advances in Cleaner Production Orientadora: Profª.Dra. Ana Elena Salvi Abreu, Ricardo M. a ; Lopes, Ricardo W. b ; Azrak, Roberto c a. Universidade

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 STEEL FRAMING: COMPARATIVO DE CUSTOS E AS NOVAS PERSPECTIVAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL NO MUNICÍPIO DE UBERABA Jéssica Cristina Barboza 1 ; Amanda Bernardes Ribeiro 2 ; Cássia Fernanda Borges da Silva 3 ; Pedro

Leia mais

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

PLANILHA ORÇAMENTÁRIA DATA agosto/2013 1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES 1.2 74209/001 Aquisição e assentamento de placas de obra em aço galvanizado. Abrigo Provisorio de madeira executado na obra para m² 6,00 157,35 944,10 1.3 01520.8.1.1

Leia mais

ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO

ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO C A D E R N O D E E S P E C I F I C A Ç Õ E S ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO REFORMA E ADAPTAÇÃO DA AC TRINDADE- DR/GO S E Ç Ã O D E P R O J E T O S E O B R A S SEPO/GEREN/DR/GO OBRA: REFORMA E ADAPTAÇÃO

Leia mais

Assentar pisos e azulejos em áreas internas.

Assentar pisos e azulejos em áreas internas. CAMPO DE APLICAÇÃO Direto sobre alvenaria de blocos bem acabados, contrapiso ou emboço desempenado e seco, isento de graxa, poeira e areia solta, para não comprometer a aderência do produto. Indicado apenas

Leia mais

concreto É unir economia e sustentabilidade.

concreto É unir economia e sustentabilidade. concreto É unir economia e sustentabilidade. A INTERBLOCK Blocos e pisos de concreto: Garantia e confiabilidade na hora de construir. Indústria de artefatos de cimento, que já chega ao mercado trazendo

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA

PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA PROJETO BÁSICO DE ENGENHARIA REPOSIÇÃO DE PAVIMENTAÇÃO EM PARALELEPÍPEDO SUMÁRIO MEMORIAL DESCRITIVO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PLANILHA ORÇAMENTÁRIA CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO MÉMORIA DE CÁLCULOS CÁLCULO

Leia mais