UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS I CURSO DE PEDAGOGIA HABILITAÇÃO EM ANOS INICIAIS ALINE SANTOS BARRETO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS I CURSO DE PEDAGOGIA HABILITAÇÃO EM ANOS INICIAIS ALINE SANTOS BARRETO"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS I CURSO DE PEDAGOGIA HABILITAÇÃO EM ANOS INICIAIS ALINE SANTOS BARRETO TELEVISÃO E PROPAGANDA: REFLEXOS DO CONSUMO NOS ALUNOS DA 3ª E 4ª SÉRIE DA ESCOLA ESTADUAL ROBERTO SANTOS SALVADOR 2008

2 2 ALINE SANTOS BARRETO TELEVISÃO E PROPAGANDA: REFLEXOS DO CONSUMO NOS ALUNOS DA 3ª E 4ª SÉRIE DA ESCOLA ESTADUAL ROBERTO SANTOS Trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade do Estado da Bahia, como requisito para obtenção do titulo de Licenciatura em Pedagogia com Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Orientadora: Lynn Rosalina Gama Alves CO-Orientadora: Heloísa Lopes Silva de Andrade SALVADOR 2008

3 3 FICHA CATALOGRÁFICA ELABORAÇÃO: Biblioteca Central da UNEB BIBLIOTECÁRIA: Maria das Mercês Valverde CRB-5/1109 BARRETO, Aline Santos Televisão e propaganda: reflexos do consumo nos alunos da 3. e 4. séries da Escola Estadual Roberto Santos / Aline Santos Barreto. _ Salvador : [s.n.], f.: il. Orientadora: Lynn Rosalinna Gama Alves CO-Orientadora: Heloísa Lopes Silva de Andrade Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Universidade do Estado da Bahia. Departamento de Educação Campus I Inclui referências e anexos 1. Propaganda. 2. Anúncios em televisão Aspectos sociais. 3. Comportamento do consumidor. 4. Consumo (Educação). 5. Crianças. 6. Escolas públicas. I. Alves, Lynn Rosalinna Gama. II. Universidade do Estado da Bahia. Departamento de Educação. CDD:

4 4 ALINE SANTOS BARRETO TELEVISÃO E PROPAGANDA: REFLEXOS DO CONSUMO NOS ALUNOS DA 3ª E 4ª SÉRIE DA ESCOLA ESTADUAL ROBERTO SANTOS Trabalho de conclusão de curso apresentado à Universidade do Estado da Bahia, como requisito para obtenção do titulo de Licenciatura em Pedagogia com Anos Iniciais do Ensino Fundamental. APROVADO EM: / / BANCA EXAMINADORA Lynn Rosalina Gama Alves Universidade do Estado da Bahia Heloísa Lopes Silva de Andrade Universidade do Estado da Bahia Velda Gama Alves Torres Faculdade Social da Bahia CONCEITO FINAL:

5 5 Dedico este trabalho aos meus pais que me ensinaram a ser forte e persistente para vencer as batalhas que a vida apresenta. Ao meu namorado Danilo que sempre esteve ao meu lado me dando apoio e me compreendendo. A todos os colegas e professores do curso de Pedagogia que contribuíram para mudanças significativas na minha vida.

6 6 AGRADECIMENTOS A Deus, pela dádiva da vida e por me fornecer força e sabedoria necessárias para enfrentar os momentos difíceis e permitir mais uma conquista em minha vida. Sei que ele me guia e me orienta nos caminhos e escolhas que eu fizer. Agradeço muito a minha mãe que mesmo com grandes dificuldades de ordem sócioeconômica soube me conduzir sempre pelos melhores caminhos e o estudo foi um deles. As minhas orientadoras, Lynn Rosalinna e Heloísa que com carinho, paciência e dedicação me ajudou na elaboração deste trabalho e me fez acreditar que sou capaz. A todos os colegas e amigos que direta ou indiretamente contribuíram para que eu realizasse este trabalho. Um especial agradecimento para Danilo meu namorado que além da compreensão e carinho me ajudou muito na realização deste trabalho. As minhas colegas em especial Tatiana e Alexandra que por muitas vezes cederam os computadores para que eu pudesse fazer este trabalho. É muito sacrificante fazer um trabalho deste sem essa tecnologia em casa. Ao curso de Pedagogia da Universidade do estado da Bahia, pelo apoio do corpo docente, discente e funcionários principalmente os da Biblioteca que me auxiliaram na escolha de livros e materiais para este estudo o meu mais sincero agradecimento.

7 7 Educar o consumidor é capacitá-lo para exercer seus atos de cidadania sem se submeter ao consumismo Jaqueline Moll

8 8 RESUMO Este estudo foi norteado pela questão quais as propagandas e programas e programas despertam nos sujeitos da faixa etária de 10 a 12 anos o interesse pelo consumo, propondo mecanismos pedagógicos para leitura crítica dessas imagens? Sendo assim, a pesquisa busca explorar a linguagem educativa das propagandas e programas de Televisão com o intuito de identificar quais os serviços e produtos mobilizam mais o desejo de consumo dos sujeitos investigados; categorizar esses serviços e produtos mapeando as áreas produtivas que mais atingem as crianças; estabelecer relações entre o consumo e a escola; levantar junto às crianças quais as estratégias que utilizam para adquirir esses serviços e bens; e por fim propor mecanismos pedagógicos para leitura crítica dessas imagens. Para tanto foi realizado um estudo de caso na escola Estadual Roberto Santos (de 1 a 4 serie), no bairro do Cabula, com jovens na faixa etária de 10 a 14 anos. A investigação apontou um descompasso entre o estudo do consumo na escola e o cotidiano desses sujeitos. Palavras Chaves: televisão, propaganda e consumo.

9 9 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO O CONSUMO E A MÍDIA ELEMENTOS DE UM MESMO CONJUNTO O PAPEL DA ESCOLA NA FORMAÇÃO CRÍTICA DO CONSUMIDOR BREVE RELATO SOBRE O CONSUMO DE UMA ESCOLA PÚBLICA Abordagem Espaço empírico Sujeitos Instrumentos Análise dos dados...46 CONSIDERAÇÕES FINAIS...56 REFERÊNCIAS...59 APÊNDICE...62 ANEXOS...63 ANEXO 1 PROPAGANDA DO RED BULL...64 ANEXO 2 PROPAGANDA DO MC LANCHE FELIZ...65 ANEXO 3 CAPÍTULO DO LIVRO SOBRE CONSUMO...66

10 10 1. INTRODUÇÃO O Consumo está presente em nossa sociedade, e não há como deixar de existir, a necessidade de adquirir mercadorias e serviços é atualmente produzida com grande força, através da relação existente entre as mídias e a sociedade. O consumo está presente independente das condições financeiras do seu público, pois ele é transmitido principalmente pelo maior veículo de divulgação de massa, a televisão. Contudo é necessário estimular as crianças a refletirem sobre as relações com o consumo, pois estão imersas nesse mundo, não há como negar e nem tentar protegê-las das propagandas e programas que podem influenciá-las. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2005 divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a média, que as crianças assistem à televisão é de quatro horas por dia, sendo que atingem principalmente crianças com poucas condições financeiras. Estando expostas a um mundo de informações, conhecimentos e valores. Dentro desse contexto é necessário identificar quais propagandas e programas despertam nos sujeitos da faixa etária de 10 a 14 anos o interesse pelo consumo, propondo mecanismos pedagógicos para leitura crítica dessas imagens? Formar cidadãos que saibam consumir com responsabilidade e consciência é mais do que necessário em uma sociedade capitalista como a nossa, já que o consumo faz parte do cotidiano da criança e precisa ser interpretado de forma contextualizada e crítica, entendendo os problemas econômicos que assolam a sociedade. Por que o consumo se demonstra de uma forma tão desigual? Porque uns possuem muito e outros nada tem? Mesmo não cabendo aqui essa discussão, o consumo está ligado a questões da nossa economia e por sua vez precisa ser mais bem explorado nas salas de aula que também estão formando novos consumidores. Assim, a intenção desta pesquisa é explorar o potencial educativo das propagandas e programas de TV, analisando-os a fim de: a) identificar quais os serviços e produtos mobilizam mais o desejo de consumo dos sujeitos investigados; b) categorizar esses serviços e produtos mapeando as áreas produtivas que mais atingem as crianças; c) estabelecer relações entre o consumo e a escola; d) levantar junto às crianças quais as

11 11 estratégias que utilizam para adquirir esses serviços e bens; e finalmente propor mecanismos pedagógicos para leitura crítica dessas imagens. A realização deste estudo revela-se importante visto que este recorte traz um debate significativo para articulação entre escola e o cotidiano dos jovens, tornando a aprendizagem sintonizada com as demandas desses sujeitos. O aporte metodológico que norteou a pesquisa foi o qualitativo que busca entender um fenômeno específico em profundidade, descrevendo, interpretando a luz dos discursos dos sujeitos que nas suas singularidades pode apresentar escolhas semelhantes. Para tanto foi realizado um estudo de caso, em uma escola estadual no bairro do Cabula, com trinta alunos do ensino fundamental na faixa etária de 10 a 14 anos. Os sujeitos investigados estão segundo Piaget citado por Olmos (2006), no processo de transição entre o estágio operatório concreto e o formal. No estágio operatório concreto consolida-se a capacidade de apreender os objetos com base em suas relações internas, seus atributos e não captá-los somente através da aparência. Com o entendimento também da causa e efeito, a criança começa a formar processos reflexivos. Já no estágio operatório formal, que se dá a partir dos 12 anos, a criança desenvolve o pensamento abstrato. Durante esse período a criança aprende a lidar com problemas de vários ângulos, utilizando livremente o raciocínio hipotético, e sendo capaz de efetuar experimentações nas quais pode observar o efeito resultante de se alterar uma ou mais variáveis de cada vez, com diversas combinações. Assim, estes atores sociais já apresentam a capacidade de estabelecer relações e coordenar pontos de vista diferentes (próprios e de outrem), integrando-os de modo lógico e coerente. Um outro aspecto importante neste período é a capacidade da criança de interiorizar as ações, ou seja, ela começa a realizar operações mentalmente, apresentando um pensamento reversível. O delineamento do trabalho Este estudo inicia com esta introdução, sendo seguido pelo segundo capítulo que discute as questões relacionadas com o consumo, contextualizando a emergência

12 12 dessa categoria teórica, enfatizando o papel da propaganda televisiva e dos programas de TV nas necessidades das crianças e adolescentes. O terceiro capítulo apresenta a influência da propaganda e da mídia televisiva para despertar o consumo nas crianças e jovens, enfatizando a importância da escola na formação crítica do consumidor. O percurso metodológico e a análise dos dados serão detalhados no quarto capítulo, trazendo a interlocução com teóricos e os atores sociais sujeitos dessa investigação. E finalmente, na conclusão serão apontados mecanismos pedagógicos para leitura crítica dessas imagens. A intenção com este trabalho é iniciar o processo de investigação cientifica que será aprofundado no mestrado. Portanto, convido o leitor a estabelecer interlocução com as reflexões aqui apresentadas.

13 13 2. O CONSUMO E A MÍDIA ELEMENTOS DE UM MESMO CONJUNTO De acordo com Baudrillard, o consumo não pode ser definido nem pela sua capacidade de absorção, nem como uma mera satisfação de necessidades, Se assim fosse, deveria chegar a um ponto de saturação. Portanto deve ser compreendido com uma prática idealista, que vai além da relação com os objetos e com os indivíduos, se prolongando para todos os registros históricos, comunicacionais e culturais. Nele, os signos devem se reproduzir infinitamente para que possam preencher uma realidade ausente. Por isto, de acordo com o autor, sua lógica não é pautada pela presença. Assim, o simples desejo de consumir, o sonho de possuir determinado objeto, produz intensas sensações que povoam o simbólico contemporâneo. Segundo o autor é preciso que fique claramente estabelecido desde o início que o consumo é um modo ativo de relação (não apenas com os objetos, mas com a coletividade e com o mundo), um modo de atividade sistemática e de resposta global no qual se funda nosso sistema cultural (BAUDRILLARD apud LYRA, 1993, p. 206). Para Sorj (2006) é possível construir um conceito de consumidor e de sociedade de consumo no qual, ao mesmo tempo em que se reconhece o efeito sistêmico na produção e dominação dos sujeitos sociais, o homem não é reduzido a simples instrumento da lógica do sistema ou dos grupos dominantes, sendo assim o indivíduo tem o papel de decisão no momento de adquirir os produtos de acordo com suas vontades, mesmo que lhe passem a necessidade de consumir em demasia, ou seja, o homem não é passivo. Segundo Pietrocola (1986) o surgimento da sociedade de consumo começou com a Revolução Industrial, e veio para consolidar o capitalismo, que é à base desta sociedade, ou seja, o produzir e adquirir mercadorias se tornam o eixo condutor de todas as ações humanas. Mas no Brasil este modelo se viabiliza as custas de muito sacrifício dos trabalhadores e de subdesenvolvimento que é resultado de uma prática política e caracteriza-se por marcar uma sociedade em que uma minoria dominante e modernizada reproduz os padrões de consumo do centro, adotando a sua ideologia e tecnologia enquanto a maioria de sua população é mantida marginalizada do processo

14 14 de desenvolvimento, vivendo em condições de extrema pobreza e recebendo salários que mal dão para sobreviver. (PIETROCOLA, 1986, p.30) Porém, mesmo as classes desfavorecidas, podem alimentar o consumo através do extorsivo sistema de créditos e adquirir produtos muitas vezes de baixa qualidade criados especialmente para atender esta demanda. Afinal a fantasia e o sonho de possuir alguns produtos não é privilégio dos ricos apenas, é dos pobres também. As condições gerais de vida desenvolvida na cidade favorecem a formação do hábito de consumo, que é estimulado pelo crescente jogo da propaganda. (PIETROCOLA, 1986). Para Sorj (2006) na sociedade de consumo competem versões diferentes sobre suas possibilidades, problemas e potencialidades, transformando-se num campo ideológico. A ideologia empresarial apresenta esta sociedade como capaz de gerar bens em quantidade e qualidade cada vez melhor e preços cada vez menores, aos quais cada indivíduo terá acesso de acordo com suas preferências pessoais. A crítica socialista tradicional tenta mostrar como na sociedade de consumo, se reproduzem às classes sociais. Já a ecológica busca evidenciar que a produção desenfreada de bens voltada unicamente para o lucro, destrói o meio ambiente. Sorj (2006) reflete ainda sobre a sociedade de consumo no Brasil e aponta alguns fatores que fortalecem o consumismo na sociedade brasileira: A tendência hedonista da cultura brasileira, voltada para o presente, tem forte afinidade com a ideologia consumista. A cultura produzida pela inflação, de incerteza sobre o valor futuro do dinheiro guardado. Os processos de mobilidade social e a constituição de boa parte da classe média brasileira durante os anos 70, já no contexto de uma cultura capitalista de consumo. Essas camadas médias da sociedade careciam de outras formas de expressão cultural, social ou estética, ligadas a uma tradição pré-consumista. O grande número de horas que se passa diante da televisão, um dos índices mais altos do mundo, o que implica uma exposição direta à publicidade muitas vezes em forma subliminar e a enorme capacidade da televisão de gerar, sobretudo com as novelas, uma verdadeira catarse e identificação coletiva em que os pobres podem entrar no mundo de consumo dos ricos. (2006, p.52) Por sua vez os reflexos desta sociedade chegam até a escola e necessita de um debate mais sério, para que os sujeitos que estejam sendo formados possam atuar de forma mais consciente e mais ativa no lugar em vivem.

15 15 Deste modo para Sorj (2006) a difusão da sociedade de consumo no Brasil ocorreu através de produtos que em sua maioria (rádio, televisão, eletrodomésticos de linha branca) não exigiam que o usuário fosse alfabetizado. Indica também o autor que a nova linha de produtos, relacionados com o uso do computador e à internet serão os principais instrumentos de compra no futuro, exigindo um nível educacional mínimo. Levanto questionamentos em relação a essa posição, pois justamente a maioria dos produtos de informática trazem muitos detalhes exigindo um entendimento maior. Sorj coloca também que possivelmente esses produtos trarão efeitos de exclusão social nos novos circuitos de consumo. Contudo, os produtos terão redução nos preços com a constante evolução tecnológica, possibilitando o acesso pela classe mais baixa. É importante, pontuar que a maior causa dessa exclusão não se deve ao fato da inserção desses produtos na sociedade, mas por uma má administração dos governantes e pela falta de preocupação em reparar as desigualdades existentes. Na sociedade capitalista as atividades e produtos fazem parte da lógica dos objetos de consumo, sendo que a linguagem que origina a transmissão do sentido destes ao público é a do mercador. Sendo assim o papel consumista dos meios de comunicação induz ao caminho da dependência ajudando as grandes empresas a venderem seus produtos, por intermédio da propaganda de massa, levando as pessoas de classe menos favorecida a se adaptar as vontades do mercado de forma a ser influenciado para a aquisição permanente de novos itens a sua disposição. (GUARESCHI, 1985). Todavia estas propagandas geram a aquisição de mercadorias de uma forma menos intensa, sem o consumismo demasiadamente excessivo, como cita Guareschi (1985), sendo mais voltada a determinadas épocas de consumo, como os períodos de festa e as datas comemorativas, que têm um maior enfoque no público em geral e influencia as crianças a serem o intermediário de um maior consumo do que o anteriormente planejado, para satisfazer as necessidades consumistas. Esse tipo de pensamento que a criança tem de que é só querer para se ter algum produto, é também devido à falta de esclarecimento dos pais aos filhos das necessidades a serem sanadas em detrimento de seus impulsos de consumismo. É, além disso, tem a ver com a questão do limite, que deve ser construído com a mediação dos pais. Aqui não é o fórum para essa discussão, mas a falta de imposição de um limite, tem relação com a falta de tempo ou

16 16 de controle dos pais levam a estas situações. Pais ausentes por questões de trabalho e/ou separações tendem a compensar a sua ausência através de objetos de consumo supérfluos. Segundo Santos (2000), as pessoas vivem rodeadas por um sistema ideológico desenhado ao redor do consumo e da informação ideologizados e isso se torna o motor de ações públicas e privadas. O consumo é o grande emoliente, produtor ou encorajador de imobilismos. Ele é, também, um veículo de narcisismos, por meio dos seus estímulos estéticos, morais, sociais, e aparece como o grande fundamentalismo do nosso tempo, porque alcança e envolve toda gente. Por isso, o entendimento do que é o mundo passa pelo consumo e pela competitividade, ambos fundados no mesmo sistema da ideologia. Heckeher citado por Karsaklian (2000) relaciona a sociedade de lazer com a de consumo e esta por sua vez influência de modo considerável as crianças, tornando-as conscientes do seu papel de consumidoras. Karsaklian (2000) cita que no início as possibilidades de consumo das crianças são bastante restritas, devido a suas aptidões cognitivas limitada. Contudo, é importante ressaltar que elas apenas pensam diferente dos adultos, com uma lógica diferenciada, mas, não limitada. À medida que as crianças crescem ocorre uma ampliação bastante rápida do consumo. Este processo é descrito por Le Bigot citado por Karsaklian (2000), da seguinte maneira: De 0 a 6 anos: produtos individuais que lhe dizem respeito diretamente ( 0 a 2 anos: mais rejeição do que solicitação sobre brinquedos e comida que lhe são mostrados; 2 a 4 anos: primeiras solicitações em relação a roupas, livros e discos; 4 a 6 anos: as preferências são mais acentuadas); De 7 a 11 anos: ampliação dos centros de interesse em direção a produtos familiares (7 a 8 anos: os pedidos são mais preciosos e cada vez mais orientados para produtos familiares utilizados; 9 a 11 anos: compras familiares, como automóvel, férias ou equipamentos, e surgimento de desejos por produtos para adultos); De 12 a 14 anos: a criança entra na idade do especialista e se focaliza sobre um número reduzido de centros de interesse e torna-se imbatível em certas áreas (motos, informáticas...). Seu universo se reorganiza em torno dessas especialidades. (LE BIGOT apud KARSAKLIAN, 2000, p. 219). Mas, para o jovem que está sendo estudado nesta pesquisa, são poucas as possibilidades de adquirir os produtos referenciados, mas o desejo de possuir esses bens se faz presente.

17 17 Para a autora Karsaklian (2000) vários estudos demonstram que as crianças são capazes de identificar as propagandas existentes entre os programas de TV. Antes mesmo de adquirir uma estrutura cognitiva operatória, são capazes de identificar as propagandas, sem confundi-las com os programas televisivos. Essa aptidão surgiria principalmente a partir dos 7 anos 1, mas vários casos foram observados a partir de 4 anos. O fato das propagandas serem mais engraçadas e possuírem menor duração que os programas, leva a um maior entendimento pelas crianças. Tendo em vista a importância que o engraçado tem para as crianças, passou a serem utilizados nas propagandas alguns personagens de grande apelo e também foram criados outros para propagandas específicas, sendo este um fator determinante para a maior aceitação do público infantil. E com um maior entendimento e amadurecimento da criança é percebido que elas entendem melhor o objetivo das propagandas, sabendo analisar a intenção em convencer o público a comprar os produtos. É visto que o indivíduo não nasce consumidor, mas aprende a sê-lo, com a vontade de se obter os produtos já sendo adquirida durante a sua formação num contexto social e cultural. Tomando consciência gradativamente que possuir um produto é uma resposta ao surgimento de um desejo, que tem como base uma necessidade. A consciência adquirida pela criança virá da observação do comportamento de seus pais e da influência exercida pela propaganda e do marketing utilizados, que tem o fim de criar a sensação de ser necessária à obtenção dos itens comercializados. A sociedade de consumo é caracterizada pela lógica de criação de novas necessidades que se traduzem na criação de novos bens de consumo. A autora Pietrocola (1986) analisa dois tipos de necessidades. A supérflua que muitas vezes é alimentado pela propaganda e a Vital que é realmente necessária como roupa, comida, entre outros e que vem como resposta à suprema carência do homem de criar bens que lhe completem a condição de ser único. Além disso, a sociedade de consumo é assentada sobre valores como poder, prestígio, status, que são alimentados pela publicidade e propaganda. Mais do que produtos, vende imagens coloridas, brancas e pretas, belas, 1 A autora não detalha no seu trabalho qual o perfil dos sujeitos das pesquisas, nem o local que foi feita às investigações.

18 18 que são lançadas cotidianamente sobre os homens através dos meios de comunicação de massa. Cada produto na sociedade de consumo simboliza alguma coisa. Estes símbolos resultam da criação infinita e múltipla de novas necessidades ajustadas, evidentemente às categorias históricas das organizações sociais. Assim na nossa sociedade é comum comprar uma roupa ou um carro em função do status que a posse do mesmo confere ao comprador. Segundo Gade (1980) o consumo do jovem de classe baixa demonstra uma forte preocupação em aparentar pertencer à classe média, em adquirir símbolos de status. E isso pode trazer sérios problemas numa sociedade onde reina a desigualdade, pois é um contraste a vontade de consumir contra as restrições financeiras existente. Um dos meios que despertam o interesse pelo consumo, principalmente para crianças com poucas condições financeiras é a TV, pois de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2005 divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a média, que elas assistem à televisão é de quatro horas por dia. Tempo, muitas vezes, similar ao que é dedicado à escola. Por meio da tevê, as crianças estão expostas a um mundo de informações, conhecimentos e valores. As crianças têm acesso a tudo: novelas, seriados, programas de humor, de auditório, reality shows, telejornais, entrevistas, comerciais... Mas, em geral, os programas prediletos não são aqueles produzidos e destinados para sua faixa etária. Mesmo porque a programação dirigida ao público infantil, no Brasil e em toda a América Latina, não ultrapassa 10% do total da grade de programação. As crianças assistem a programas produzidos para os adultos, principalmente, à noite, quando a família está em casa e o controle remoto é comandado pelos pais, responsáveis ou irmãos mais velhos. (ASSIS E TAVARES, 2007). Neste cenário, a televisão rompe com a separação entre o mundo adulto e o infantil. Dentre outras conseqüências, os conteúdos televisivos acabam de certa forma estimulando e instigando uma antecipação da vida adulta, seja no modo de vestir e no linguajar. Seja no consumo e nos valores. Seja no comportamento e nos desejos. As crianças falam de dieta, de cirurgia plástica, de dinheiro, de beleza, de conquistas amorosas, de intrigas e traições. Psicólogos afirmam que a sociedade está diante de

19 19 uma infância mais esperta e atenta, e muito pouco ingênua. (ASSIS E TAVARES, 2007). A grade de programação da televisão está quase que totalmente voltada para a satisfação das necessidades de mercado dos produtos de bens de consumo que financiam e patrocinam os programas exibidos de acordo com a influência dos mesmos para o público, ou seja, a sua aceitação pelo público e a quem estes programas atingem. Sendo que os programas com uma maior audiência serão alvo de maiores patrocinadores com o intuito de uma maior divulgação do seu produto, que gerará o maior volume de consumo, por parte daqueles que assistem aos programas. Ana Lúcia Villela em seu artigo do Projeto Criança & Consumo (2005), procura colocar à disposição de pais e profissionais que lidam com o público infanto-juvenil, instrumentos de apoio e informações valiosas sobre o impacto do consumismo na formação de novos valores da sociedade e uma reflexão sobre o tipo de pessoas que estão se formando se permitirmos que a mídia e o marketing tenham tamanha força na vida das crianças. Segundo a autora Gade uma enorme quantidade de apelos é dirigida diretamente à criança não só para convertê-la ao consumo como para transformá-la em promotora deste consumo. Isto porque se descobriu a nova imagem e o papel ativo da criança no núcleo familiar. (1980, p.112). Assim em termos de consumo de massa, o que mais profundamente atinge a criança é a TV, fazendo com que ela se lembre de 20 a 50 anúncios veiculados pela televisão; segundo pesquisas americanas, ela se recorda principalmente de anúncios de detergentes, de cigarro, cerveja e de leite. (GADE, 1980). Deste modo a TV faz parte do cotidiano das crianças e interfere muito intensamente na vida das crianças, segundo relata Gade (1980): A TV apresenta shows que têm apelos para a criança, quando permite que ela expresse suas fantasias e tensões interiores, como, por exemplo, quando a deixa um pouco assustada, temerosa ou com raiva diante das situações apresentadas, as quais em seguida mostram soluções. Elementos que representam a resistência infantil à autoridade adulta são bem vindos, pois permitem à criança liberar seus conflitos. Peter Pan, por exemplo, é uma criança que não cresce nunca, num país onde tudo lhe é permitido e onde o vilão é um adulto ridicularizado, o capitão Gancho. As historias infantis, o desenho animado e mesmo programas educativos na TV se utilizam frequentemente destas estratégias sem que os pais se apercebam disso,

20 20 mesmo por que a programação geralmente vem sob a capa do divertimento inocente ou da ciência. (GADE, 1980, p.112). Desta maneira a TV se faz presente na vida de muitas crianças e isso irá refletir em seu comportamento, principalmente aqueles infantes que passam horas em frente ao aparelho. Como pode se dá essa reflexão? Segundo Olmos (2006) a criança é educada para o consumo, e esse processo permite a construção de valores a partir de modelos que lhe são apresentados por uma sociedade que só reconhece quem tem poder e exclui quem não pode ter acesso aos bens de consumo. Com isso a criança é tratada desde cedo como consumidor e não como um cidadão com direitos a cumprir todas as fases de desenvolvimento. A publicidade dirigida à criança através da televisão joga um papel vital na formação de valores e atitudes necessários ao consumismo, especialmente para as crianças menores. A opinião de Olmos (2006) concorda com o discurso de Pietrocolla (1986) quando ele diz: Fomos educados para consumir. Aprendemos desde criança que quanto mais dinheiro um individuo tiver, mais será sua possibilidade de consumir, de comprar coisas, crescendo o seu prestigio, pois nesta sociedade o poder corresponde à riqueza pecuniária. (PIETROCOLLA, 1986, p 59). E uma das responsáveis por essa cultura é a propaganda que segundo Pietrocolla (1986) se lança na vida dos homens de forma sutil, sedutora, provocante, incidindo sobre necessidades não satisfeitas plenamente e dando respostas a elas. É na carência do homem que a propaganda atua, oferece alegria, emoção e ação que são vivenciadas por empréstimo pelo homem através dos meios de comunicação. É, pois, na área da fantasia que ela atua. É um pensamento mágico, propenso ao miraculoso que envolve o consumo (PIETROCOLLA, 1986, p. 56). Assim manipulando símbolos a propaganda vende imagens, estilo de vida, sensação, emoções, visões do mundo. Desse modo, a publicidade não se forma no vazio, ela expressa circunstâncias materiais e simbólicas vividas pelo sujeito. Carros, roupas, sapatos, cigarros, bebidas, têm a marca da distinção e não são consumidos de forma neutra. Os produtos expressam certos traços da nossa personalidade. Ter um Fiat significa ser ágil,

21 21 moderno, independente. Assim o consumo que está inserido na maioria dos homens, desde criança e precisamos ajudá-la a compreender esse fenômeno. Mas e aquelas crianças que excluída socialmente não tem o direito nem a uma moradia digna e que tem o televisor como o único entretenimento. Como lidar com estes contrastes existentes em países subdesenvolvidos como o Brasil? É uma pergunta difícil de responder. Segundo Karsaklian (2000) uma das maiores críticas feitas contra a propaganda seria no que diz respeito às crianças. Pelo fato delas deixar se influenciar livre e indefesamente pela propaganda, por não haverem adquirido um espírito crítico. Assim para essa autora a percepção das intenções da publicidade tende a crescer de forma diretamente proporcional com a idade da criança. E o determinante central para a compreensão dos comerciais de TV seria o estado de desenvolvimento cognitivo, junto com a idade e o nível atingido na escola. Deste modo é por volta dos 8 aos 11 anos que a maioria das crianças está realmente capacitada a tomar consciência tanto dos objetivos informativos quanto persuasivos, nos quais se baseia o discurso publicitário. A autora afirma o que as crianças mais apreciam nas propagandas é o espetáculo oferecido por ela. As cores os movimentos, as personagens, as músicas, tudo faz com que a atenção das crianças seja raramente desviada da tela da TV. Para elas, a propaganda está no mesmo nível que os demais programas de TV. Assim a maioria das crianças presta atenção à história que envolve o produto em vez de se concentrarem nele. Para a autora Pacheco (1998) os comerciais, sejam eles voltados para o publico infantil como para o adulto, acabam sendo fundamentais para o processo de marketing de um produto, o que por sua vez, ampliam os limites do imaginário infantil, reafirmando e intensificando as relações de desejo. E várias empresas estão investindo no potencial de consumo no mercado infantil, a exemplo de carrinhos nos supermercados e shopping apropriados para as crianças, e das inúmeras promoções de lanches e guloseimas que trazem juntos brinquedos, é o caso do Mc Lanche Feliz (ver Anexo 1). De acordo com Karsaklian (2000) a criança hoje influência nas decisões de compra de toda família e esse poder de decisão extrapolam o mundo dos brinquedos e

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS

CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS CONSUMO E OS DESEJOS CONSUMISTAS 2012 Graduanda em Psicologia pelo Centro Universitário de Lavras UNILAVRAS (Brasil) E-mail: vivianecastrofreire@yahoo.com.br RESUMO As necessidades humanas estão diretamente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL * Rita de Cássia Lindner Kaefer **Ana Eleonora Sebrão Assis RESUMO O objetivo do presente artigo é apresentar uma reflexão a respeito da importância

Leia mais

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA

A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA A INSERÇÃO DA SAÚDE NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA Carlos Silva 1 Objetivo: Favorecer o desenvolvimento de ações pedagógicas em saúde a partir da inserção das questões de saúde no Projeto Político

Leia mais

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos EDUCAÇÃO CONTRA O TRABALHO INFANTOJUVENIL: CONSIDERAÇÕES SOBRE MÉTODO E VULNERABILIDADES Felipe Pitaro * Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos de partida. O primeiro diz

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR

UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR UMA CONSTRUÇÃO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA/PARTICIPATIVA NO ÂMBITO ESCOLAR Neiva Maestro 1 A participação, sem dúvida, é o principal meio de se assegurar a gestão da escola que se quer democrática. Deve possibilitar

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA 3º PERÍODO A INCLUSÃO SOCIAL NA ESCOLA Adenilton Santos Moreira* RESUMO Este trabalho analisa a Inclusão social como a capacidade

Leia mais

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA

CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA CONSTRUINDO A DEMOCRACIA SOCIAL PARTICIPATIVA Clodoaldo Meneguello Cardoso Nesta "I Conferência dos lideres de Grêmio das Escolas Públicas Estaduais da Região Bauru" vamos conversar muito sobre política.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA Brasília - 2004 Série: EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1. A Fundamentação Filosófica 2. O Município 3 A Escola 4 A Família FICHA TÉCNICA

Leia mais

Saúde Financeira: Educação Financeira Doméstica

Saúde Financeira: Educação Financeira Doméstica Saúde Financeira: Educação Financeira Doméstica Rosilane Motta da Silva 1 GD3- Educação Matemática no Ensino Médio RESUMO: A grande maioria das pessoas encontram dificuldades em administrar seus recursos

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO

A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO A MATEMÁTICA FINANCEIRA COMO AUXÍLIO À REFLEXÃO SOBRE A COMPRA DE BENS DE CONSUMO GT 02 Educação Matemática no Ensino Médio e Ensino Superior Janete Jacinta Carrer Soppelsa UCS - jsopelsa@gmail.com Raquel

Leia mais

O comportamento de compra do consumidor da classe C

O comportamento de compra do consumidor da classe C O comportamento de compra do consumidor da classe C Josiane Wengrzynek, analistas.faq@bol.com.br, Av. das Araucárias, s/n, fone: (46) 559-1142 Quedas do Iguaçu-PR, 85460-000 Eliane Rodrigues do Carmo (FAQ),

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Flávia Oliveira Machado 1 Isabela Mayara Cheida José Leonardo Gallep Maria do Carmo Palhaci (coordenadora) Maria Helena Gamas (coordenadora) RESUMO O projeto em questão visa a

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são:

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são: PROVA DE CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS 1 Segundo Piaget toda criança passa por estágios do desenvolvimento. Assinale a alternativa que indica a qual estágio corresponde a idade em que o pensamento da criança

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos

(Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos. na Educação de Surdos (Re)pensando o Lugar da Educação em Direitos Humanos na Educação de Surdos Por MARIA DE FÁTIMA DA SILVA CAVALCANTE Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir a Educação em Direitos Humanos como

Leia mais

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR:

O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NA APRENDIZAGEM ESCOLAR: Uma análise na Escola Municipal José Teobaldo de Azevedo no Município de Limoeiro-PE Autores: ELIANE GONÇALVES LEITE HAYDÊ MORGANA GONZAGA GOMES

Leia mais

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO

A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO A ESCOLA E O LIVRO INFANTIL NA FORMAÇÃO DO GOSTO LITERÁRIO Sílvia Cristina Fernandes Paiva 1 Ana Arlinda Oliveira 2 A leitura literária na escola Podemos afirmar que a leitura é fundamental para construção

Leia mais

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE

COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE COMO AVALIAR O TEXTO LITERÁRIO CRITÉRIOS DE ANÁLISE Literatura Infantil aspectos a serem desenvolvidos A natureza da Literatura Infanto-Juvenil está na Literatura e esta é uma manifestação artística. Assim,

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS

AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS AS PRÁTICAS DE DOCÊNCIA ORIENTADA NOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: UM CAMINHO POSSÍVEL NA TRAJETÓRIA FORMATIVA DOS DOCENTES UNIVERSITÁRIOS Resumo Manuelli Cerolini Neuenfeldt 1 Silvia Maria de

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL

A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL A CIÊNCIA AGRONÔMICA NA ESCOLA RURAL CARLOS ALBERTO TAVARES Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, Recife, Pernambuco. A história da educação agrícola no meio rural tem sido analisada por diversos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes

Unidade IV. Marketing. Profª. Daniela Menezes Unidade IV Marketing Profª. Daniela Menezes Comunicação (Promoção) Mais do que ter uma ideia e desenvolver um produto com qualidade superior é preciso comunicar a seus clientes que o produto e/ ou serviço

Leia mais

PESQUISA DO SPC REVELA COMPORTAMENTO IMEDIATISTA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO

PESQUISA DO SPC REVELA COMPORTAMENTO IMEDIATISTA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO PESQUISA DO SPC REVELA COMPORTAMENTO IMEDIATISTA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO PESQUISA DO SPC REVELA COMPORTAMENTO IMEDIATISTA DO CONSUMIDOR BRASILEIRO Mesmo antes de receber o salário, 62% dos consumidores

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL

INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL INTERDISCIPLINARIDADE NO CONTEXTO EDUCACIONAL Jair Bevenute Gardas Isabel Corrêa da Mota Silva RESUMO A presente pesquisa objetiva um conhecimento amplo sobre a temática interdisciplinaridade, idealizando

Leia mais

Faça amizades no trabalho

Faça amizades no trabalho 1 Faça amizades no trabalho Amigos verdadeiros ajudam a melhorar a saúde, tornam a vida melhor e aumentam a satisfação profissional. Você tem um grande amigo no local em que trabalha? A resposta para essa

Leia mais

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física

Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física 10 Promoção da Saúde na Escola Através das Aulas de Educação Física Juliana Marin Orfei Especialista em Atividade Física: Treinamento Esportivo UNICASTELO Viviane Portela Tavares Especialista em Atividade

Leia mais

A legislação e a Orientação Educacional

A legislação e a Orientação Educacional A legislação e a Orientação Educacional A legislação relacionada à educação no Brasil auxiliou o Orientador Educacional a fortalecer-se como profissional, muitas vezes embasado em pressupostos teóricos

Leia mais

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES

O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES O ENSINO DOS DIFERENTES SABERES Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão Educacional

Leia mais

LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LUDICIDADE: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA PARA PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA RESUMO Edena Carla Dorne Cavalli UNIOESTE CAPES ed-cavalli@uol.com.br

Leia mais

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO A FUNÇÃO DO BRINQUEDO E OS DIVERSOS OLHARES Érica Cristina Marques de Oliveira- erikacmo06@hotmail.com Rafaela Brito de Souza - rafa_pdgg@hotmail.com.br Raquel Cardoso de Araújo- raquelins1@hotmail.com

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores

Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Áfricas no Brasil: aprendendo sobre os sons, as cores, as imagens e os sabores Rosália Diogo 1 Consideramos que os estudos relacionados a processos identitários e ensino, que serão abordados nesse Seminário,

Leia mais

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO

2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2 SIGNIFICADO DA ADMINISTRAÇÃO 2.1 IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO Um ponto muito importante na administração é a sua fina relação com objetivos, decisões e recursos, como é ilustrado na Figura 2.1. Conforme

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS

FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS E SUA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS DE 0 A 5 ANOS Thyanna Silva dos Passos (Graduada/UFRB) Resumo Este trabalho tem como objetivo analisar a formação de professores e sua atuação na sala

Leia mais

5 201 O LI Ó RTF PO 1

5 201 O LI Ó RTF PO 1 1 PORTFÓLIO 2015 Um pouco da trajetória do Colégio Ação1 QUANDO TUDO COMEÇOU 1993 Experientes profissionais fundaram, no bairro do Méier, a primeira unidade da rede Ação1. O foco do trabalho era a preparação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA

A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA A MOTIVAÇÃO É A ESSÊNCIA PARA APRENDER MATEMÁTICA Sandro Onofre Cavalcante sandro-professor@hotmal.com José Carlos Lourenço FIP Faculdade Integrada de Patos JCLS956@hotmail.com Adriano Alves da Silveira

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA BR/2001/PI/H/4 EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA Os Ministros da Educação da América Latina e do Caribe, reunidos a pedido da UNESCO, na VII Sessão do Comitê Intergovernamental Regional do Projeto

Leia mais

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense

Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Semana do Meio Ambiente: atividades educativas para conscientização da população Maringaense Mostra Local de: Maringá Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome

Leia mais

A Era Da Informação: Uma Leitura Da Educação Contemporânea Por Meio Da Comunicação Informatizada 1

A Era Da Informação: Uma Leitura Da Educação Contemporânea Por Meio Da Comunicação Informatizada 1 A Era Da Informação: Uma Leitura Da Educação Contemporânea Por Meio Da Comunicação Informatizada 1 Otavio OLIVEIRA 2 Cintia BARIQUELO 3 Jamile SANTINELLO 4 Universidade Estadual do Centro-Oeste Resumo

Leia mais

Dimensão social. Educação

Dimensão social. Educação Dimensão social Educação 218 Indicadores de desenvolvimento sustentável - Brasil 2004 36 Taxa de escolarização Representa a proporção da população infanto-juvenil que freqüenta a escola. Descrição As variáveis

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE

A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE A POSSIBILIDADE DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE Ana Paula Moura da Silva (UNEAL / SENAI-AL) Israel Silva de Macêdo (SENAI-AL, UNIAFRA, FRM) Resumo Esta pesquisa apresenta uma reflexão sobre

Leia mais

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Maria dos Prazeres Nunes 1 INTRODUÇÃO No Brasil a expansão da educação ocorre de forma lenta, mas, crescente nas últimas décadas. Com base nas determinações

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR

POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR 71 POLÍTICAS PÚBLICAS E O LAZER VOLTADO PARA A INCLUSÃO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS EM SALVADOR RESUMO Débora Matos Maia Graduada em Educação Física Universidade Federal da Bahia Ana Caroline

Leia mais

Ainda existe preconceito, mas as ferramentas do século 21 estão disponíveis também para os cristãos buscarem relacionamentos.

Ainda existe preconceito, mas as ferramentas do século 21 estão disponíveis também para os cristãos buscarem relacionamentos. Ainda existe preconceito, mas as ferramentas do século 21 estão disponíveis também para os cristãos buscarem relacionamentos. Se você pensava que o namoro entre dois cristãos poderia acontecer somente

Leia mais

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Síntia Lúcia Faé Ebert Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS SMED/POA- Escola M. E. F. João Antônio Satte Cristiane Lumertz Klein Domingues

Leia mais

Palavras chave: Teatro Criatividade Espontaneidade - Imaginação

Palavras chave: Teatro Criatividade Espontaneidade - Imaginação INOVAÇÃO E CRIATIVIDADE NA ESCOLA: O MÉTODO DRAMÁTICO E IMAGINAÇÃO CRIATIVA NA ESCOLA Nayara Lopes Botelho Acadêmica de Artes Cênicas do IFTO Campus Gurupi nayara_lb@hotmail.com Resumo. Edna Maria Cruz

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA *Sandra Rejane Silva Vargas **Luiz Fernandes Pavelacki RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo identificar qual a importância

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ. DUARTE, Luana 2 UERJ. SILVA, Tairis 3 UERJ

VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ. DUARTE, Luana 2 UERJ. SILVA, Tairis 3 UERJ VOCÊ CONSOME O QUE? - CONSUMO, STATUS, RESÍDUOS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL GULLA, CLAUDIO EDUARDO 1 - UERJ claudioeduardouerjped@gmail.com DUARTE, Luana 2 UERJ Luanycristine_87@hotmail.com SILVA, Tairis 3 UERJ

Leia mais

Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE

Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE Um país menos desigual: pobreza extrema cai a 2,8% da população Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) foram divulgados pelo IBGE Brasília, 7 A pobreza extrema no país caiu a 2,8%

Leia mais

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa

Introdução ao Programa de Língua Portuguesa 1 MAPLE BEAR INTERMEDIATE - LP Introdução ao Programa de Língua Portuguesa Português é a língua falada no Brasil e é, primeiramente, com ela que pensamos, falamos, brincamos, cantamos e escrevemos. É a

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ELEMENTO FUNDAMENTAL NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL 1 Pesquisas e Práticas Educativas ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A EXPERIÊNCIA DESENVOLVIDA PELA FACED/UFBA NA FORMAÇÃO DOS ALFABETIZADOES NA ALFASOL DANIELA DE JESUS LIMA FACED/UFBA INTRODUÇÃO - O presente

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE

A CRIANÇA NA PUBLICIDADE A CRIANÇA NA PUBLICIDADE Entrevista com Fábio Basso Montanari Ele estuda na ECA/USP e deu uma entrevista para e seu grupo de colegas para a disciplina Psicologia da Comunicação, sobre sua história de vida

Leia mais

ESTÉTICA: IDEAL DE JUVENTUDE DA TERCEIRA IDADE

ESTÉTICA: IDEAL DE JUVENTUDE DA TERCEIRA IDADE ESTÉTICA: IDEAL DE JUVENTUDE DA TERCEIRA IDADE 2008 Paulo Roberto Cardoso Pereira Júnior juniorcamamu@hotmail.com Tatiana Pereira Boureau tatiboureau@hotmail.com Raimundo Francisco Frank Ribeiro frank.ribeiro@terra.com.br

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL

FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FACULDADES INTEGRADAS DE CATAGUASES - FIC /UNIS CURSO DE PÓS- GRADUAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INCLUIR E SER INCLUÍDO PARA TRANSFORMAR A SOCIEDADE

Leia mais

Educação popular, democracia e qualidade de ensino

Educação popular, democracia e qualidade de ensino Educação popular, democracia e qualidade de ensino Maria Ornélia Marques 1 Como se poderia traduzir, hoje, o direito de todas as crianças e jovens não somente de terem acesso à escola de oito anos, mas

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE ADMINISTRAÇÃO DO RELACIONAMENTO COM O CLIENTE Módulo 2 CLIENTES: DEFINIÇÕES E ENTENDIMENTOS Objetivo: Ao final desse módulo, você estará capacitado a termos, como: cliente, comprador, cliente final, consumidor,

Leia mais

PROJETO VITRINE. Raquel Carvalho Gravina Universidade Federal de Juiz de Fora - NIDEEM/UFJF raquelcgravina@hotmail.com

PROJETO VITRINE. Raquel Carvalho Gravina Universidade Federal de Juiz de Fora - NIDEEM/UFJF raquelcgravina@hotmail.com PROJETO VITRINE Raquel Carvalho Gravina Universidade Federal de Juiz de Fora - NIDEEM/UFJF raquelcgravina@hotmail.com Amarildo Melchiades da Silva Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF xamcoelho@terra.com.br

Leia mais

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Missão Capacitar Administradores, propiciando uma base técnico-científica que lhes permita um aprendizado hábil a absorver, processar e adequar informações

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM

CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM CARACTERÍSTICAS DA MÍDIA Profa. Marli Hatje Educação Física e as Novas TICs CEFD/UFSM Jornal Revista Televisão Rádio Internet - Relata o que já passou e o que vai acontecer; -Credibilidade; - Cobertura

Leia mais

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello

TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Guiomar Namo de Mello TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, INTERDISCIPLINARIDADE E CONTEXTUALIZAÇÃO Como já vimos, a proposta pedagógica é uma articuladora de intenções educativas onde se definem as competências, os conteúdos, os recursos

Leia mais

Relatório de Pesquisa Qualitativa. Avaliação da Campanha de Fim de Ano 2010

Relatório de Pesquisa Qualitativa. Avaliação da Campanha de Fim de Ano 2010 Relatório de Pesquisa Qualitativa Avaliação da Campanha de Fim de Ano 2010 Dezembro de 2010 2 Sumário Introdução... 3 1. Avaliação do Filme Fim de Ano - 2010... 5 1.1. Percepção do Filme no Break... 5

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ

EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ EDUCAÇÃO, LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DO FILME NARRADORES DE JAVÉ Geane Apolinário Oliveira Graduada em Pedagogia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) - Geane-cg@hotmail.com RESUMO: Este

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA Aleciane Carmagos Nunes Ana Cláudia dos Santos Lima Nayara de Oliveira Souza Adriana A. Martins Faculdade Católica de Uberlândia Quando

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE Nathalia Leite Gatto Nota-se que as disciplinas ligadas ao movimento na educação infantil, tanto curriculares

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE

ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE 1 ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATOS DE EXPERIÊNCIAS DA PRÁTICA DOCENTE Natália Maria G. Dantas de Santana- UAE/CFP/UFCG Mayrla Marla Lima Sarmento-UAE/CFP/UFCG Maria Thaís de Oliveira

Leia mais

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia

Gláucia Cristina Negreiros Coordenação do Curso de Pedagogia Faculdades Integradas Mato - Grossenses de Ciências Sociais e Humanas Missão: Formar cidadãos, através da educação, para atuar de forma transformadora, ética e crítica, no contexto profissional e social

Leia mais