Manual de Orientações Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

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1 Manual de Orientações Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo São Paulo, agosto de 2008

2 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo Diretoria Presidente Marilene Proença Rebello de Souza Vice-presidente Maria Ermínia Ciliberti Secretária Andréia De Conto Garbin Tesoureira Carla Biancha Angelucci Conselheiros efetivos Andréia De Conto Garbin, Carla Biancha Angelucci, Elda Varanda Dunley Guedes Machado, José Roberto Heloani, Lúcia Fonseca de Toledo, Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes, Maria Cristina Barros Maciel Pellini, Maria de Fátima Nassif, Maria Ermínia Ciliberti, Maria Izabel do Nascimento Marques, Mariângela Aoki, Marilene Proença Rebello de Souza, Patrícia Garcia de Souza, Sandra Elena Sposito, Vera Lúcia Fasanella Pompílio. Conselheiros suplentes Adriana Eiko Matsumoto, Beatriz Belluzzo Brando Cunha, Carmem Silvia Rotondano Taverna, Fabio Silvestre da Silva, Fernanda Bastos Lavarello, Leandro Gabarra, Leonardo Lopes da Silva, Lilihan Martins da Silva, Luciana Mattos, Luiz Tadeu Pessutto, Lumena Celi Teixeira, Maria de Lima Salum e Morais, Oliver Zancul Prado, Silvia Maria do Nascimento, Sueli Ferreira Schiavo. Gerente-geral Diógenes Pepe Projeto gráfico e Editoração Fonte Design C744p Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (org). Manual de Orientações Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo / Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região - São Paulo São Paulo: CRP SP, f.; 16cm. Bibliografia ISBN: Psicologia 2. Legislação I. Título. CDD Ficha Catalográfica Elaborada por: Vera Lúcia Ribeiro dos Santos Bibliotecária - CRB 8ª Região 6198

3 Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

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5 Apresentação Uma boa formação universitária e um constante aprimoramento teórico e técnico são fundamentais para que o psicólogo possa oferecer serviços profissionais qualificados nos diversos contextos e espaços em que esteja atuando, de modo a contribuir para uma melhor qualidade de vida e saúde para a população em geral. Igualmente importantes são as referências gerais da profissão que permitem a cada profissional realizar aquilo que coletivamente definiu-se como fundamental para o bom exercício ético e técnico da Psicologia. O profissional de Psicologia, ainda que possa desenvolver seu trabalho individualmente, encontra-se sempre inserido em um contexto mais geral, que engloba a categoria profissional e a sociedade. Respeitar o Código de Ética, bem como os demais aspectos da legislação profissional, sistematizados como referências nas Resoluções do Sistema Conselhos de Psicologia, significa exatamente o respeito tanto aos colegas e à Psicologia, quanto à sociedade naquilo que se pretende como um pacto coletivo e cujo rompimento pode implicar em prejuízos ou para a Psicologia e os psicólogos ou para a sociedade e/ou usuários dos serviços. Considerando a importância das referências profissionais hoje sistematizadas, criamos este Manual, que apresenta um conjunto de informações para que o profissional de Psicologia possa orientar-se no cotidiano de seu trabalho. O Manual foi organizado a partir das dúvidas, problemas e questões suscitados pela prática profissional, ou seja, estão aqui contemplados os assuntos de maior interesse, manifestado nas consultas recebidas pela Comissão de Orientação e Fiscalização, assim como aqueles que comparecem como problemas mais recorrentes e identificados por meio da Comissão de Ética. A partir deste critério de escolha dos focos a serem abordados, selecionou-se igualmente as principais informações contidas nas diferentes Resoluções elaboradas pela CFP, principalmente, o Código de Ética, indicando-as como referências privilegiadas para que o exercício profissional possa ser bem conduzido de forma técnica e ética. Assim, neste Manual, busca-se oferecer informações de caráter geral a respeito de alguns dos principais aspectos de diferentes assuntos. O fato de algum assunto não constar neste Manual não significa que não seja importante. Significa apenas que não tem sido objeto de maior interesse por parte dos profissionais que nos consultam e poderá ser objeto de consulta direta ao CRP SP. Dependendo da complexidade da questão ou do problema que particularmente se enfrente, é preciso recorrer à leitura das Resoluções na íntegra, cuja relação encontra-se na parte final deste Manual, ou ainda buscar orientações

6 junto ao Conselho Regional de Psicologia. Para facilitar a consulta, ao longo do texto, há indicações das principais Resoluções relacionadas aos assuntos em questão. Importante lembrar que, além da legislação específica da Psicologia, ao exercer sua profissão na sociedade brasileira o psicólogo deve também conhecer e respeitar as referências emanadas de legislações gerais às quais as próprias Resoluções aprovadas pelo Sistema Conselhos de Psicologia estão também legalmente subordinadas. Assim, a partir do contexto em que atua e das demandas que acolhe, deve o profissional estar atento às referências legais pertinentes, posicionando-se em relação às mesmas de forma a respeitar os princípios éticos preconizados para sua profissão. Como exemplo, podemos citar: a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estatuto do Idoso, o Código de Defesa do Consumidor, legislações afins dos Direitos dos Usuários dos Serviços de Saúde (Lei Estadual /99), Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, legislação relacionada a Estágios (Lei 6.494/77 e 8.859/94), legislação de Proteção e Direitos das Pessoas Portadoras de Transtornos Mentais (Lei /01), Declaração de Salamanca, referente a pessoas com necessidades educativas especiais, dentre outras. O Conselho está sempre aberto à participação de todos, informando as atividades e eventos organizados. Conheça nossa programação e participe. É no cotidiano do trabalho dos profissionais que a Psicologia se constrói. Traga as questões e reflexões oriundas do seu trabalho a este campo coletivo de debate e sistematização das referências profissionais da Psicologia. Venha ao Conselho, estamos aguardando-o. Marilene Proença Rebello de Souza Presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo 6ª Região

7 Sumário Capítulo I: O Sistema Conselhos de Psicologia, o CRP SP e suas atribuições I.1 Sistema Conselhos de Psicologia 09 I.2 Entidades da Psicologia Brasileira 11 I.3 Organização do CRP SP 14 Capítulo II: Requisitos para o Exercício Profissional em Psicologia II.1 Formação de Psicólogo 16 II.2 Inscrição no CRP 17 II.3 Inscrição como Profissional da Saúde 18 Capítulo III: Orientações sobre a Inscrição Profissional III.1 Pessoa Física (PF) 19 III.1.1 Inscrição 19 III.1.2 Mudança de Endereço 22 III.2 Pessoa Jurídica (PJ) 22 III.3 Anuidade e Assembléia Orçamentária 22 III.3.1 Inadimplência 23 Capítulo IV: Outras orientações que podem ser de seu interesse para bem conduzir o Exercício Profissional IV.1 Aspectos Gerais 24 IV.2 Aspectos Éticos do Exercício Profissional 27 IV.2.1 Sigilo 27 IV.2.2 Atendimento a Crianças, Adolescentes e Interditos 29 IV.2.3 Métodos e Técnicas Psicológicas 30 IV Serviços Psicológicos Mediados por Computador 31 IV Serviços Psicológicos Mediados por Telefone 32 IV.2.4 Avaliação Psicológica, Testes e Documentos Escritos 32 IV.2.5 Publicidade e Mídia 36 IV.2.6 O Psicólogo e a Justiça 38 IV.2.7 O Psicólogo e o Atendimento Domiciliar 38 IV.2.8 Honorários e Contrato 39 IV.2.9 O Psicólogo e as Organizações 40 IV.2.10 Irregularidade Ética e Representação 42

8 Capítulo V: Outros Aspectos Profissionais V.1 Consultório 44 V.2 Atestado Psicológico 44 V.3 Fiscalização 45 V.4 Psicólogos Especialistas 45 V.5 Busca de Informações Profissionais 47 Capítulo VI: Relação de Endereços da Sede e Subsedes 51 Capítulo VII: Legislação Profissional 53 Capítulo VIII: Código de Ética Profissional 57

9 Capítulo I O Sistema Conselhos de Psicologia, o CRP SP e suas atribuições I.1 Sistema Conselhos de Psicologia O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) é parte integrante do Sistema Conselhos de Psicologia, autarquia que tem a finalidade de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo e zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe, de acordo com o estabelecido na Lei Federal n.º 5.766, de 20 de dezembro de A partir desta Lei Federal, que cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia, o Estado delega-lhes a responsabilidade de acompanhar o exercício profissional de psicólogos tendo em vista oferecer à sociedade a qualidade técnica e ética dos serviços prestados pelos psicólogos. Tal qualidade seria, pois, efetivada por meio da orientação, fiscalização e disciplinarização do exercício profissional da Psicologia. Assim, por sua natureza, é o Conselho profissional órgão de defesa e cuidado da própria Psicologia, cabendo-lhe a mediação entre a profissão e a sociedade. Deve o Sistema Conselhos organizar as referências para o bom exercício profissional, por meio da normatização de suas práticas. Assim, a tarefa de orientar, disciplinar e fiscalizar é mais ampla do que a efetivação de averiguações, a consolidação de punições ou o acolhimento e orientação de dúvidas a partir de casos específicos ou do exercício profissional individual. Além disso, Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 9

10 seu caráter é de sistematizar tais referências, fazê-las públicas, conhecidas e debatidas, de modo a garantir a presença qualificada e reconhecida da Psicologia na sociedade brasileira. Para garantir esses objetivos, o Conselho Federal de Psicologia, com sede em Brasília, se estende pelo Brasil por meio de 17 Conselhos Regionais de Psicologia distribuídos por Estados e/ou regiões. Cada Conselho Regional é responsável pelo acompanhamento dos serviços prestados pela Psicologia em sua jurisdição, coloca-se como referência para os profissionais da mesma e acolhe as demandas decorrentes das especificidades regionais, de modo que o trabalho desempenhado pelo Conselho Federal de Psicologia possa abarcar a diversidade da Psicologia brasileira. O CRP SP é o regional de número 6, orientado pelo princípio acima exposto, e organiza-se territorialmente pelo Estado de São Paulo, mantendo uma sede na capital paulista e oito subsedes: Grande ABC, Assis, Bauru, Campinas, Ribeirão Preto, Baixada Santista e Vale do Ribeira, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba/Litoral Norte. Cada Conselho Regional de Psicologia tem sob sua jurisdição um conjunto de psicólogos que elegem por voto direto as diretorias e os conselheiros que participarão da gestão do Regional e do Conselho Federal por um período de três anos de trabalho. Estas eleições ocorrem a cada três anos, simultaneamente, em todo o território nacional, no dia 27 de agosto Dia do Psicólogo. O voto é universal e obrigatório a todo profissional com registro ativo, que deve estar com sua situação de inscrição regularizada, não sendo permitido votar por procuração. As chapas que concorrerão a cada período de gestão são apresentadas no Congresso Regional da Psicologia, quando se trata de chapas candidatas ao CRP, e no Congresso Nacional da Psicologia, quando se trata de chapa concorrente à gestão do CFP. Podem apresentar-se como chapa quaisquer grupos de psicólogos que cumpram os requisitos dispostos na legislação vigente. As condições para o exercício, bem como os direitos e deveres e faltas funcionais dos conselheiros estão definidos pelo Decreto n.º , de 17/06/77, e/ou Resolução CFP 007/2007. Além disso, o Código de Processamento Disciplinar (CPD - Resolução CFP n.º 006/2007) legisla a respeito das faltas disciplinares e infrações dos profissionais em Psicologia, como também em relação aos Conselheiros no desempenho de suas funções. O Congresso Nacional da Psicologia, que ocorre também a cada três anos, sempre no ano eleitoral do Sistema Conselhos, foi criado com o intuito de garantir a construção democrática e participativa da categoria nas diretrizes e ações conduzidas pela chapa eleita. 10 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

11 O Congresso Nacional da Psicologia reúne um conjunto de propostas construídas e aprovadas pela categoria nos Congressos Regionais da Psicologia de cada CRP, os quais elegem também um conjunto de psicólogos que deve representar, na condição de delegados, o seu CRP no Congresso Nacional da Psicologia, de acordo com as normas regimentais estabelecidas. Neste Congresso Nacional é aprovado um conjunto de deliberações que devem nortear as ações, metas e formas de trabalho do CFP e dos CRPs. A cada nova gestão, novas deliberações formam os eixos orientadores do trabalho do Sistema Conselhos de Psicologia. Tendo como referência os eixos deliberados no Congresso e as questões suscitadas pelo trabalho local, os CRPs desenvolvem um plano de trabalho para o período da gestão. O trabalho projetado neste plano está sempre direcionado pelas atribuições fundamentais do Conselho: orientação, fiscalização e normatização do exercício profissional. Lei n.º de 20/12/1971 Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia e dá outras providências. Resolução CFP n.º 002/2000 e 003/2008 Regimento Eleitoral para escolha de conselheiros federais e regionais dos Conselhos de Psicologia. I.2 Entidades da Psicologia Brasileira A Psicologia Brasileira, desde seu reconhecimento como profissão em 1962, se instituiu em diferentes espaços, ampliou o campo e as possibilidades de atuação e vem conquistando avanços na sua forma de organização. Resultado disso é um amplo conjunto de entidades da Psicologia Brasileira, dentre as quais podemos citar 1 : ABEP - Associação Brasileira de Ensino de Psicologia, ABOP - Associação Brasileira de Orientação Profissional, ABPJ - Associação Brasileira de Psicologia Jurídica, ABRAPESP - Associação Brasileira de Psicologia do Esporte, ABRANEP - Associação Brasileira de Neuropsicologia, ABRAPEE - Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, ABRAPSO - Associação Brasileira de Psicologia Social, ANPEPP - Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia, ASBRo - Associação Brasileira de Rorschach e Métodos Projetivos, CFP - Conselho Federal de Psicologia, CONEP - Coordenação Nacional dos Estudantes de Psicologia, FENAPSI - Federação Nacional dos Psicólogos, IBAP - Instituto Brasileiro de Avaliação Psicológica, SBPD - Sociedade Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento, 1 As entidades citadas correspondem à atual composição do Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB). Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 11

12 SBPH - Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, SBPOT - Sociedade Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho, SBPP - Sociedade Brasileira de Psicologia Política, SOBRAPA - Sociedade Brasileira de Psicologia e Acupuntura. Estas entidades científicas, profissionais, sindicais e estudantis compõem o Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB). Seus propósitos são definir políticas e projetos voltados à melhoria da qualificação profissional dos psicólogos, fortalecer a pesquisa no Brasil, consolidar a relação entre a pesquisa e a prática cotidiana, aprimorando, assim, o instrumental técnico dos psicólogos. Fórum de Entidades Nacionais da Psicologia Brasileira (FENPB) Algumas delas, como ABRAPEE, ABRAPSO, SBPH, SBPOT e SBPP, congregam psicólogos que atuam em uma área comum, buscando, pela organização dos mesmos, debater questões pertinentes à sua área, sistematizar um saber em torno da mesma e garantir o posicionamento da Psicologia em torno do campo de atuação, dentre outras. Certas demandas, muitas vezes atribuídas ao Conselho pela categoria e pela sociedade em geral, não são claramente de sua competência, devendo as mesmas ser encaminhadas às entidades competentes, com vistas inclusive ao seu fortalecimento, sem prejuízo da possibilidade de desenvolvimento do trabalho em conjunto com o CRP. Neste sentido, podemos destacar a especificidade da Associação Brasileira de Ensino de Psicologia (ABEP), que tem como atribuição trabalhar e intervir no campo da formação em Psicologia, por meio da organização e articulação dos diversos segmentos que o compõem, como professores, estudantes, coordenadores de curso e psicólogos supervisores na formação em Psicologia. Na mesma direção, é importante fortalecer o Sindicato dos Psicólogos, reconhecendo a especificidade das atribuições que são de sua responsabilidade. É o Sindicato que organiza, acolhe e trabalha com as demandas dos psicólogos no que diz respeito à sua condição de trabalhadores. Regido pela Constituição Federal e pela Consolidação das Leis de Trabalho, o Sindicato dos Psicólogos, por sua natureza, tem a competência para tratar as questões referentes ao campo e às condições de trabalho dos profissionais em Psicologia, sendo suas prerrogativas abaixo apresentadas, conforme legislação a respeito do assunto. Contudo, cada nova gestão poderá propor outras pautas específicas a serem defendidas ou encaminhadas: Segundo o Art. 8º da Constituição Federal, constitui competência do Sindicato a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas. 12 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

13 A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) estabelece que: Art São prerrogativas dos sindicatos: a) representar, perante as autoridades administrativas e judiciárias, os interesses gerais da respectiva categoria ou profissão liberal ou interesses individuais dos associados relativos à atividade ou profissão exercida; b) celebrar contratos coletivos de trabalho; c) eleger ou designar os representantes da respectiva categoria ou profissão liberal; d) colaborar com o Estado, como órgãos técnicos e consultivos, no estudo e solução dos problemas que se relacionam com a respectiva categoria ou profissão liberal; e) impor contribuições a todos aqueles que participam das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas. Parágrafo Único. Os sindicatos de empregados terão, outrossim, a prerrogativa de fundar e manter agências de colocação. Art São deveres dos sindicatos: a) colaborar com os poderes públicos no desenvolvimento da solidariedade social; b) manter serviços de assistência judiciária para os associados; c) promover a conciliação nos dissídios de trabalho; d) sempre que possível, e de acordo com as suas possibilidades, manter no seu quadro de pessoal, em convênio com entidades assistenciais ou por conta própria, um assistente social com as atribuições específicas de promover a cooperação operacional na empresa e a integração profissional na Classe. Parágrafo Único. Os sindicatos de empregados terão, outrossim, o dever de: a) promover a fundação de cooperativas de consumo e de crédito; b) fundar e manter escolas de alfabetização e prevocacionais. Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo site: Diante desse conjunto de entidades, é importante esclarecer a especificidade dos Conselhos de Psicologia. De um modo geral, podemos dizer que o CRP tem sob sua responsabilidade aspectos teóricos, técnicos e éticos do exercício profissional do psicólogo, conforme a competência determinada na Lei Federal n.º 5.766/71. Lei Federal n.º 5766/71, Artigo 1º, que estabelece: Ficam criados o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia, dotados de personalidade jurídica de direito público, autonomias administrativa e financeira, constituindo, em seu conjunto, uma autarquia, desti- Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 13

14 nados a orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo e zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe. A inscrição do profissional no Conselho é condição obrigatória, por definição legal, para o exercício profissional. I.3 Organização do CRP SP Tendo em vista suas atribuições, o CRP SP tem uma organização, para fazer face às inúmeras demandas da sociedade ou da categoria, que será apresentada a seguir. Além de um corpo de profissionais contratados por concurso público e que são responsáveis pela infra-estrutura administrativa e técnica do Conselho, cada nova gestão é assumida por um conjunto de conselheiros (efetivos e suplentes) que dão sua contribuição voluntariamente. O CRP SP organiza-se por meio das seguintes instâncias institucionais: 1. Assembléia Geral: Ocorre anualmente e é constituída dos psicólogos com inscrição principal neste Conselho e em pleno gozo de seus direitos. Tem a função de propor ao CFP a tabela de taxas, anuidades e multas. Define o orçamento da instituição e aprova os planos de ação política para o período de um ano. 2. Plenário: Órgão deliberativo composto pelos Conselheiros, eleitos por um período de três anos, por meio do voto direto dos psicólogos registrados no Conselho. Aprova estratégias de ação, novos procedimentos de funcionamento administrativo do Conselho e julga processos éticos. 3. Diretoria: Órgão executivo eleito anualmente pelo Plenário, composto por quatro Conselheiros efetivos: presidente, vice-presidente, secretário e tesoureiro. 4. Comissões Permanentes: São responsáveis por atividades estabelecidas por lei, quais sejam: orientar e fiscalizar o exercício profissional e tramitar os processos éticos. São elas a Comissão de Ética Profissional (COE) e a Comissão de Orientação e Fiscalização (COF). Além dessas, desde a instituição do Registro de Especialistas, todo Conselho Regional de Psicologia mantém uma Comissão de Avaliação dos Pedidos de Concessão de Título de Especialista. Considerando a dimensão subjetiva implicada nas situações de violação de Direitos Humanos e a necessidade da Psicologia Brasileira se posicionar diante desta questão, o Sistema Conselhos de Psicologia instituiu como obrigatória para todos os CRPs e CFP a Comissão de Direitos Humanos. 14 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

15 5. Comissões Gestoras das Subsedes: Órgãos executivos responsáveis pelas gestões das oito subsedes distribuídas no Estado. Seus componentes (coordenador, subcoordenador e membros) reúnem-se regularmente na sede do CRP SP para troca de experiência, planejamento do trabalho e discussões de aspectos importantes para a viabilização dos trabalhos. Atualmente as reuniões regulares ocorrem nos Encontros das Subsedes e nos Fóruns de Gestores. 6. Comissões Temáticas: Comissão de Acompanhamento dos Processos Legislativos (CAPL), Comissão de Comunicação, Comissão de Criança e Adolescente (CCA), Comissão de Psicologia e Educação e o Núcleo de Saúde. 7. Grupos de Trabalho: Criados para tratar de assuntos novos com demandas específicas e tarefas previamente estabelecidas. Estes grupos podem, eventualmente, ser transformados em comissões temáticas. Atualmente existem os seguintes grupos: GT Assistência Social, GT Bioética, GT Memória da Psicologia, GT Psicologia e Questões LGBT, GT Psicologia e Povos Indígenas, GT Psicologia Organizacional e do Trabalho, GT Psicólogo Judiciário nas Questões de Família, GT Sistema Prisional e Projeto Videoclube. Tanto as Comissões permanentes quanto os Grupos de Trabalho e Núcleos têm contado também com participação de psicólogos convidados que apresentam um domínio específico e se interessam em discutir as questões das áreas temáticas de cada um dos grupos e comissões. A partir desta forma de se organizar, o CRP de São Paulo 6ª Região, em consonância com as decisões de cunho nacional, realiza suas ações competindo-lhe orientar, disciplinar e zelar pela fiel observância dos princípios éticoprofissionais e contribuir para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão (Art. 1º do Regimento Interno). Resolução CFP n.º 016/2001 Aprova o Regimento Interno do Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 15

16 Capítulo II Requisitos para o Exercício Profissional em Psicologia II.1 Formação de Psicólogo Para ser um profissional psicólogo é obrigatória a conclusão do Curso de Psicologia em uma Faculdade autorizada e/ou reconhecida pelo MEC e ter a formação de psicólogo obtida após os cinco anos de duração do curso, conforme define a Lei n.º 4.119, de 27/08/1962, em seu Artigo 13: 1º - Constitui função privativa do psicólogo a utilização de métodos e técnicas psicológicas com os seguintes objetivos: a) diagnóstico psicológico; b) orientação e seleção profissional; c) orientação psicopedagógica; d) solução de problemas de ajustamento. 2º - É da competência do psicólogo a colaboração em assuntos psicológicos ligados a outras ciências. A Resolução do CFP n.º 003/2007, de 12/02/2007, introduz maiores esclarecimentos a respeito. Por meio do Título I, artigo 2º, informa que: IV Diagnóstico Psicológico - é o processo por meio do qual, por intermédio de Métodos e Técnicas Psicológicas, se analisa e se estuda o comporta- 16 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

17 mento de pessoas, de grupos, de instituições e de comunidades, na sua estrutura e no seu funcionamento, identificando-se as variáveis nele envolvidas; V Orientação Profissional - é o processo pelo qual, com o apoio de Métodos e Técnicas Psicológicas, se investigam os interesses, aptidões e características de personalidade do consultante, visando proporcionar-lhe condições para a escolha de uma profissão; VI Seleção Profissional - é o processo qual, com o apoio de Métodos e Técnicas Psicológicas, se objetiva diagnosticar e prognosticar as condições de ajustamento e desempenho da pessoa a um cargo ou atividade profissional, visando alcançar eficácia organizacional e procurando atender às necessidades comunitárias e sociais; VII - Orientação Psicopedagógica - é o processo pelo qual, com o apoio de Métodos e Técnicas Psicológicas, proporcionam-se condições instrumentais e sociais que facilitem o desenvolvimento da pessoa, do grupo, da organização e da comunidade, bem como condições preventivas e de solução de dificuldades, de modo a atingir os objetivos escolares, educacionais, organizacionais e sociais; VIII - Solução de problemas de ajustamento - é o processo que propicia condições de auto-realização, de convivência e de desempenho para o indivíduo, o grupo, a instituição e a comunidade, mediante métodos psicológicos preventivos, psicoterápicos e de reabilitação. Acrescente-se que o Decreto n.º , de 21/01/1964, no Artigo 4º, diz que são ainda consideradas funções do psicólogo: Dirigir serviços de Psicologia em órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares. Ensinar as cadeiras ou disciplinas de Psicologia nos vários níveis de ensino, observadas às demais exigências da legislação em vigor. Supervisionar profissionais e alunos em trabalhos teóricos e práticos de Psicologia. Assessorar, tecnicamente, órgãos e estabelecimentos públicos, autárquicos, paraestatais, de economia mista e particulares. Realizar perícias e emitir pareceres sobre a matéria de Psicologia. II.2 Inscrição no CRP Outra exigência para o exercício profissional da Psicologia, qualquer que seja a área de atuação, é a inscrição no CRP. Esta é uma exigência da Lei. Caso se constate que o psicólogo está ou esteve em exercício profissional sem a inscrição, poderá sofrer uma denúncia junto à Justiça, por exercício ilegal da profissão, conforme segue: Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 17

18 Lei das Contravenções Penais - Decreto-Lei n.º 3.688, de 3 de Outubro de 1941 Art Exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício: Pena - prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa. Lei n.º 5.766, de 20/12/1971 Art. 10º - Todo profissional de Psicologia, para o exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de sua área de ação. II.3 Inscrição como Profissional da Saúde Pela Resolução n.º 218, do Conselho Nacional de Saúde, de 06/03/1997, os psicólogos, juntamente com outros profissionais, foram reconhecidos como profissionais de saúde de nível superior. Além disso, a Lei Estadual n.º , de 23/09/1998, que dispõe sobre o Código Sanitário do Estado, indica que os estabelecimentos e equipamentos de interesse da saúde são sujeitos ao cadastramento do Cadastro Municipal da Vigilância Sanitária. Considera-se que, para efeitos desta lei, os serviços de Psicologia, inclusive a assistência domiciliar, devem ser cadastrados. Portanto, o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária (CMVS) deve ser feito por todos os psicólogos que realizam atendimento em consultórios, considerados estabelecimentos de saúde, mesmo os profissionais que não se utilizem de procedimentos tais como o de acupuntura. Deve-se consultar a Vigilância Sanitária (VISA) da respectiva região para verificar o local e os documentos necessários para realizar o Cadastro. O Cadastro deve ser realizado junto à VISA do município, por ser este o órgão responsável pelos cuidados e fiscalização da área de saúde em geral. Quando não há esse órgão no município, o cadastro deve ser realizado na Secretaria de Saúde. Para maiores informações, pode-se consultar a Secretaria de Saúde do seu município ou a Vigilância Sanitária (VISA). No caso do município de São Paulo, acesse: saude/ Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

19 Capítulo III Orientações sobre a Inscrição Profissional III.1 Pessoa Física (PF) O profissional necessita manter sua inscrição regular junto ao Conselho quanto: à atualização de dados cadastrais (por ex., mudança de endereço), pagamento das anuidades, entrega de documentos, dentre outras exigências. III.1.1 Inscrição a) Inscrição Principal Resolução CFP n. 003/2007 artigo 8. A inscrição representa uma das condições para o profissional poder exercer a profissão como também fazer parte de uma categoria para a qual, além dos conhecimentos teóricos e técnicos recebidos na Faculdade, há ainda a necessidade de conhecer e de respeitar as referências profissionais emanadas do CFP relativas ao serviço psicológico com qualidade teórica, técnica e ética. Para realizar a inscrição junto ao CRP, no caso dos psicólogos recém-formados, após a colação de grau, deve-se procurar a sede ou a subsede do CRP SP em sua região, munido do original e de uma cópia simples dos seguintes documentos: Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo 19

20 RG e CPF Título de Eleitor e comprovante de votação da última eleição ou justificativas Diploma de formação de Psicólogo (cópia frente e verso) Uma foto 3 x 4 Para os profissionais do sexo feminino - Certidão de Casamento (se for o caso) Para os profissionais do sexo masculino - Comprovante de quitação com o serviço militar Caso não possua ainda o Diploma de Formação de Psicólogo, este poderá ser substituído pelo original do Certificado de Colação de Grau do Curso de Psicologia - Grau Psicólogo. No prazo máximo de dois anos, o Certificado de Colação de Grau deverá ser substituído pela entrega do Diploma de Formação de Psicólogo. No período de até dois anos, o psicólogo terá uma inscrição provisória e uma Carteira de Identidade Profissional igualmente provisória. Com a apresentação do diploma, a inscrição provisória é substituída pela definitiva. No entanto, se decorridos os dois anos, o diploma não for apresentado, o psicólogo ficará com a inscrição provisória cancelada, não podendo exercer a profissão até regularizá-la. Se o fizer poderá ser denunciado pelo exercício ilegal da profissão. Sua situação só será regularizada após a entrega do diploma e do pedido de reinscrição no CRP. A Carteira de Identidade Profissional CIP será entregue em reunião presidida por Conselheiro do CRP ou Gestor designado, tendo por finalidade fornecer informações gerais e auxiliar a resolver possíveis dúvidas dos novos inscritos no CRP. É uma reunião importante, na medida em que as informações oferecidas pertencem ao conjunto das referências que nortearão o exercício profissional do psicólogo a partir de então. Fique legal com a Psicologia A não apresentação do Diploma no prazo de dois anos poderá implicar no cancelamento da inscrição. b) Inscrição Secundária Resolução CFP n. 003/2007 artigos 9. e 10 Se o psicólogo tiver que exercer a atividade profissional fora da área de jurisdição do CRP onde tem sua inscrição principal (pessoa física), por período superior a 90 dias por ano, a atividade não será considerada de caráter eventual, sendo que o psicólogo deverá fazer outra inscrição no CRP da jurisdição onde está realizando a atividade. A inscrição secundária não incide em ônus financeiro ao psicólogo. 20 Manual de Orientações: Legislação e Recomendações para o Exercício Profissional do Psicólogo

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