PROPAGANDA: UMA POSSIBILIDADE DE USO DA MÍDIA PARA O ENSINO DE LEITURA

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1 PROPAGANDA: UMA POSSIBILIDADE DE USO DA MÍDIA PARA O ENSINO DE LEITURA SÍLVIA REGINA FERREIRA POMPEO ARAUJO (UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ), ADRIANA MILHAREZI ABUD (UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ). Resumo Devido aos enormes avanços sociais e conquistas tecnológicas, o acesso à informação ficou facilitado. O contato com várias mídias impressas, televisivas, digitais e radiofônicas permite uma atualização constante, impondo um ritmo acelerado de consumo de mensagens. Tal fato requer uma recolocação do papel da escola, em seu aspecto formal, numa perspectiva que contemple a leitura crítica dos meios de comunicação, suas condições de produção e sua função na sociedade. Destacamos, neste trabalho, a importância e a influência do discurso publicitário. Diante disso, nosso objetivo é apresentar uma proposta de leitura de peças publicitárias desenvolvida em sala de aula, no Ensino Superior, com alunos do Departamento de Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, durante as aulas de Português Instrumental. A escolha por este gênero ocorreu devido ao fato dele ocupar uma posição de destaque para o curso em foco e também por ser um gênero discursivo de grande circulação e penetração na sociedade atual, podendo se transformar num instrumento de trabalho a ser desenvolvido em outros cursos, numa proposta de leitura e releitura com desdobramentos interdisciplinares, trazendo para o âmbito da sala de aula os conteúdos veiculados pelos meios de comunicação de massa. Para a confecção da seqüência didática, procuramos seguir as estratégias propostas por Kleiman (1999, 2004). Ao estabelecer um diálogo entre os veículos de comunicação de massa e a leitura em sala de aula de uma peça publicitária, favorecemos a percepção, por meio da visão; da revisão através de lembrança dos conhecimentos prévios e a transvisão por meio da imaginação e da apreensão das relações de produção de sentidos das mensagens midiáticas. Favorecer possibilidades de desenvolver estratégias adequadas de exercícios de leitura, além de proporcionar a aquisição das principais características constitutivas desse gênero discursivo, contribui para uma leitura além do conteúdo proposicional básico das propagandas. Palavras-chave: propaganda, meio de comunicação de massa, leitura. 1. Introdução Devido à utilização em larga escala de computadores, conexões sem fio e outras tecnologias, comunicar-se e buscar informações tornou-se imperioso na atualidade. Ao observarmos a contemporaneidade, é intenso o contato com meios de comunicação de massa, principalmente a TV e a Internet, que influenciam na formação do leitor atual, tornando-o, de certa forma, dependente de estímulos audiovisuais e de linguagem dinâmica para manter sua atenção focada em determinado programa ou propaganda. Observamos que o leitor contemporâneo é muito dependente dessa linguagem sincrética, ou seja, a que mescla som, imagem em movimento e melodia. A veloz introdução de novas mídias na sociedade permite o contato com um vasto número de gêneros discursivos. A presença desses gêneros e, conseqüentemente, o estudo aprofundado que a Lingüística tem efetuado sobre

2 essa modalidade comunicativa, permite elaborar um estudo com as linguagens midiáticas, que ocorrem de maneira complexa e dinâmica, propondo uma intercambialidade entre educação e comunicação, fazendo uso do suporte teórico proporcionado pela Lingüística. Citelli (2004, p. 140) afirma que: "dizer que os termos "comunicação" e "educação" aproximaram-se bastante em nosso tempo significa reconhecer, quando o campo de reflexão é a escola, que as experiências videotecnológicas já estão nas salas de aula, malgrado sob a forma de uma "não-presença", pois tanto as crianças como os professores vivem num espaço social mediatizado por mensagens televisivas, radiofônicas, jornalísticas, etc., capazes de provocar alterações nos comportamentos, criar referências para o debate público, influenciar na tomada de decisões, além de revelar, muitas vezes, os próprios limites do discurso pedagógico" Diante da abrangência e complexidade dos meios de comunicação de massa e de seus inúmeros gêneros discursivos presentes, necessário se faz estabelecer um recorte de análise. Assim, destacamos, de modo especial neste artigo, a importância e a influência do discurso publicitário impresso, com sua dinamicidade e mudança adequadas ao tempo, refletindo a história das práticas sociais de linguagem associada a uma prática educacional inovadora, como afirma Vieira (2009), "a escola se configura como um espaço de reconstrução e de inovação". Ao abordarmos práticas inéditas, precisamos ter nítida a ideia de que as mudanças nem sempre são bem vistas, pois mudar nunca é simples. As pessoas precisam deixar de lado a zona de conforto, entendida como aquela que já se conhece, que já se pratica e, portanto, com efeitos também já previsíveis e experimentados; para uma região nova, com reações imprevisíveis e de não domínio pleno de efeitos de sentido. É público o fato de que o Brasil possui baixos índices de aproveitamento de leitura e de matemática, de acordo com as avaliações externas às quais a escola está submetida. A mídia, quer impressa, televisiva, radiofônica ou virtual, periodicamente, traz os resultados das avaliações de aprendizagem do Brasil em comparação com os resultados de outros países de maneira contundente: não estamos sabendo ensinar, ou seja, a escola não está cumprindo sua tarefa cotidiana de ensinar e aprender. É verdade que muito se pode, precisa e deve ser feito no sentido de melhorias nos índices de aproveitamento dos alunos, promovendo realmente a educação como um direito de todos, a fim de se atingir o pleno desenvolvimento da pessoa para o exercício da cidadania. Nesse sentido, o objetivo deste artigo é abordar a questão da leitura nas práticas escolares, em situações reais de sua existência, numa proposta de apresentar uma estratégia que permita aos alunos interpretar e compreender autonomamente textos escritos. Diante da importância da leitura, apresentaremos a seguir a linha teórica em que nos embasamos para tratar do assunto. 2. Concepção de leitura

3 Conforme Solé (1998), a leitura é um processo que envolve a presença de um leitor ativo, que processa e examina o texto. Essa concepção de leitura prevê que sempre deve existir um objetivo para guiar a leitura, ou seja, sempre lemos com alguma finalidade. O leque de objetivos e de finalidades que faz com que o leitor se situe perante um texto é amplo, como preencher um momento de lazer e desfrutar; procurar uma informação; seguir uma instrução para realizar determinada atividade; informar-se sobre um determinado fato; confirmar ou refutar um conhecimento prévio; utilizar a informação obtida com a leitura de um texto para a realização de um trabalho são alguns exemplos que podemos citar. Também decorrente do objetivo de leitura é a interpretação que estabelecemos de determinados textos, isto é, ainda que o conteúdo de um texto permaneça invariável, é possível que dois leitores com finalidades diferentes extraiam informação distinta do mesmo. Assim, os objetivos de leitura são determinantes no processo de ensino de leitura e compreensão de textos. Para nós, a leitura sempre envolve a compreensão do texto escrito. Dentro dessa perspectiva, apoiamo-nos nos estudos de Solé (1998) ao afirmar: "a leitura é um processo mediante o qual se compreende a linguagem escrita. Nesta compreensão intervêm tanto o texto, sua forma e conteúdo, como o leitor, suas expectativas e conhecimentos prévios. Para ler necessitamos, simultaneamente, manejar com destreza as habilidades de decodificação e aportar ao texto nossos objetivos, idéias e experiências prévias; precisamos nos envolver em um processo de previsão e inferência contínua, que se apóia na informação proporcionada pelo texto e na nossa própria bagagem, e em um processo que permita encontrar evidência ou rejeitar as previsões e inferências antes mencionadas." Diante do exposto, ao abordar a questão de leitura estamos contribuindo para tentar atingir um dos múltiplos desafios da escola que é o de fazer com que os alunos aprendam a ler corretamente, pois a aquisição da leitura é imprescindível para agir com autonomia nas sociedades letradas, e o seu oposto provoca uma desvantagem profunda nas pessoas que não conseguiram realizar essa aprendizagem. Nessa perspectiva, destacamos a importância de se abordar a propaganda, que possui ampla circulação social, considerando os sentidos por ela depreendidos, numa proposta de leitura e releitura com desdobramentos interdisciplinares. Diante do exposto, justifica-se nossa preocupação em trazer para análise o processo de leitura do gênero discursivo escolhido, que consegue conquistar milhões de espectadores ao utilizar recursos variados e inovadores para o processo de sedução da população. Entendemos, conforme Bakhtin (1992), que gênero discursivo abarca uma gama de recursos lingüísticos empregados com finalidades e sentidos específicos, numa relação dinâmica e complexa com o mundo.

4 Diante do exposto, é fundamental uma breve explanação sobre o conceito de gênero discursivo. 3. O conceito de gênero discursivo De acordo com as definições dos estudiosos Bakhtin (1992), Marcuschi (2006, 2008) e Fiorin (2006), os gêneros discursivos são tipos de enunciados relativamente estáveis, caracterizados por conteúdos temáticos, uma construção composicional e um estilo. Falamos sempre por meio de gêneros no interior de uma dada esfera de atividade. Conforme Marcuschi (2008, p. 163): "A vivência cultural humana está sempre envolta em linguagem, e todos os nossos textos situam-se nessas vivências estabilizadas em gêneros. Nesse contexto, é central a idéia de que a língua é uma atividade sociointerativa de caráter cognitivo, sistemática e instauradora de ordens diversas na sociedade. O funcionamento de uma língua no dia-a-dia é, mais do que tudo, um processo de integração social. Claro que não é a língua que discrimina ou que age, mas nós que com ela agimos e produzimos sentidos." O gênero estabelece, pois, uma interconexão da linguagem com a vida social. A linguagem penetra na vida por meio dos enunciados concretos e, ao mesmo tempo, pelos enunciados a vida se introduz na linguagem. Dessa forma, os gêneros estão sempre vinculados a um domínio da atividade humana, refletindo suas condições específicas e suas finalidades. Fiorin (2006, p. 69) afirma ainda que: "O gênero une estabilidade e instabilidade, permanência e mudança. De um lado, reconhecem-se propriedades comuns em conjuntos de texto; de outro, essas propriedades alteram-se continuamente. Isso ocorre porque as atividades humanas, segundo o filósofo russo, não são nem totalmente determinadas nem aleatórias. A reiteração possibilita-nos entender as ações e, por conseguinte, agir; a instabilidade permite adaptar suas formas a novas circunstâncias." Assim, novas formas de perceber a realidade e de conceituá-la implicam o surgimento de outros gêneros e modificações dos já existentes. Marcuschi (2008, p. 167) afirma: "A publicidade opera de maneira particularmente produtiva na subversão da ordem instituída para chamar a atenção sobre um produto. Parece que desenquadrar o produto de seu enquadre normal é uma forma de reenquadrá-lo em novo enfoque para que vejamos de forma mais nítida no mar de ofertas de produtos." Entendemos, portanto, a importância de se estabelecer algumas considerações sobre o gênero discursivo analisado: publicidade.

5 4. Considerações sobre Publicidade e Propaganda Anúncio publicitário é uma das ferramentas da Publicidade e Propaganda para persuadir, apresentar e criar desejos de um serviço ou produto, a fim de obter resultados positivos. O anúncio, para atingir seus objetivos, necessita de algumas características indispensáveis, como: contexto de produção, momento em que o autor vai verificar se o anúncio está coeso, se o conteúdo temático é pertinente e se a maneira como está escrito é adequada ao público-alvo; o anúncio publicitário tanto pode ser verbal como não-verbal, com uma estrutura textual. O objetivo final de uma propaganda é vender um produto ou serviço, mas para isso, o profissional de propaganda necessita vencer alguns obstáculos. As peças publicitárias escritas estão contidas em revistas e jornais, mas os clientes em potencial não os lêem por causa dos anúncios, mas pelas matérias de redação. Além desse fator, há outro também relevante: em uma revista ou jornal há um grande número de anúncios, todos competindo pela atenção do leitor. Diante desse fato, Lund (apud Vestegaard e Schroder, 2004) resume a tarefa do profissional de propaganda em cinco itens:1. Chamar atenção; 2. despertar o interesse; 3. estimular o desejo; 4. criar convicção; 5. induzir à ação. Para que isso ocorra, os elaboradores de peças publicitárias precisam dominar uma série de recursos próprios desse gênero discursivo, com suas particularidades. As especificidades de língua são encontradas mais precisamente em gramáticas de Língua Portuguesa, mas devido à importância desses recursos para o profissional da publicidade, muitos autores dessa área passam a abordá-los em seus livros. Como exemplo, podemos mencionar Sandmann (2000, p.13), que elenca uma série de recursos que sintetizamos assim: recursos visuais - muitas vezes constitutivos do discurso publicitário além de representar um fator decisivo da propaganda; recursos lingüísticos, tais como metáfora, metonímia, pleonasmo, hipérbole entre outros; além da presença de recursos ortográficos, como grafias exóticas; aspectos fonéticos, como rima, ritmo, aliteração, paronomásia; aspectos morfológicos, com criações lexicais mais ou menos marginais, ressegmentações; aspectos sintáticos, como topicalização, paralelismo, simplicidade estrutural; aspectos semânticos, com a polissemia e homonímia, ambigüidade e a antonímia. O conhecimento desses recursos é fundamental para o profissional que pretende trabalhar com a criação de anúncios publicitários. O desenvolvimento de atividades com os meios de comunicação de massa, em sala de aula, associado a propostas de leitura, como as estratégias propostas por Kleiman (1999) e com gêneros discursivos que estejam presentes no cotidiano dos alunos, mostra como a mídia pode se tornar aliada às aulas de Língua Portuguesa. Marcuschi (2008, p 173) observa que: "Com efeito, quando nos indagamos a respeito dos limites da aula de língua, ou da inserção da aula de língua na vida diária, estamos nos indagando sobre o papel da linguagem e da cultura. Nessa visão, é possível dizer que a aula de língua materna é um tipo de ação que transcende o aspecto meramente interno ao sistema da língua e vai além da atividade comunicativa e informacional. O meio em que o ser humano vive e no qual ele se acha imerso é muito maior que seu ambiente físico e seu contorno imediato, já que está envolto também por sua história, sua sociedade e seus discursos. A vivência cultural humana está sempre envolta em linguagem e todos os textos situam-se nessas vivências estabilizadas simbolicamente. Isto é um convite claro para o ensino situado em contextos reais da vida cotidiana."

6 De acordo com Soares (2000), a comunicação responsabiliza-se pela difusão das informações, pelo lazer popular e pela manutenção do sistema produtivo por meio da publicidade. As informações representam, nos dias atuais, o fator-chave dos processos produtivos de bens e serviços. Há uma valorização social do mundo da comunicação de massa, que representaria o eixo que atravessa as novas condições de pensar e de se organizar na sociedade. Percebemos reflexos dessa influência na forma fragmentada de representação do pensamento, quer de maneira falada ou escrita, e uma busca insaciável pelas atrações audiovisuais. Já a educação apresenta uma proposta de transmissão e construção do saber necessário ao desenvolvimento social. Nossa proposta é buscar uma aproximação entre esses dois campos, viabilizando um envolvimento da educação com o mercado, o consumo e o sistema de comunicação que está presente cotidianamente na realidade das pessoas, quer em casa assistindo à televisão, quer nas ruas recebendo propagandas em semáforos ou vendo cartazes e outdoors, numa construção e legitimação de representações sociais. 5. Procedimentos metodológicos Após a observação constante dos resultados para os quais as avaliações oficiais apontam, percebeu-se a necessidade de se apresentar estratégias motivadoras e presentes na realidade cotidiana dos alunos a fim de que houvesse uma participação e interesse maior às aulas. Nesse sentido, dada à pluralidade de assuntos presentes nas peças publicitárias, privilegiou-se trabalhar com esse gênero discursivo, mostrando suas características, sua função social, seus portadores e suas especificidades. Para este artigo, o foco reside no trabalho com leitura de uma peça publicitária, pois está presente cotidianamente na vida das pessoas e pode se constituir em num rico material a ser explorado dentro da sala de aula. É uma forma de trazer materiais da realidade dos alunos para o trabalho pedagógico, pelos motivos a seguir: 1. é de grande interesse dos alunos; 2. faz parte do universo discursivo dos alunos, pois é o gênero discursivo presente na TV, rádio, revistas, enfim, nos meios de comunicação de massa; 3. colabora para que analisem, compreendam e interpretem os caminhos trilhados pelos autores da propaganda em sua construção; 4. coopera para a formação de leitores autônomos numa sociedade letrada. Sabemos que o deslocamento do gênero discursivo de origem para a sala de aula provoca alterações contextuais, mas procuramos oferecer esclarecimentos sobre a situação social que deu origem à produção da peça publicitária. A propaganda selecionada para a aula foi publicada na revista Marie Claire, em julho de 2001, sobre a contracepção de emergência, elaborada pelo Grupo ACHÉ. O principal fato motivador para a escolha dessa peça foi a discussão presente na mídia e nas salas de aula, nos primeiros meses de 2008, sobre o projeto de lei que versa sobre a legalização do aborto e a campanha da fraternidade desse ano.

7 Para a confecção da seqüência didática, procuramos seguir as estratégias propostas por Kleiman (1999, 2004). Inicialmente, demos oportunidade para discussão que já vinha se delineando fora e dentro de sala de aula, motivadas pelas informações veiculadas pelos meios de comunicação de massa, sobre o aborto, sua legalização e implicações. Essa foi uma forma de se trazer para o bojo das discussões de sala de aula "- local cultural da palavra, dos aprendizados da leitura e da escrita, com sua inequívoca importância enquanto lócus educativo -" (Citelli, 2004, p. 228), assuntos de interesse e mobilização social, de uma maneira sistemática, reflexiva, com finalidade pedagógica, além de se introduzir o assunto, de interesse dos jovens, e relacioná-lo com a peça publicitária em tela, ativando os conhecimentos prévios dos estudantes. Como lembra Morán (apud Citelli, 2004, p. 228): "Todos nós educamos o tempo todo. Educamo-nos por meio das múltiplas formas de comunicação, das inúmeras interações com as pessoas com quem convivemos e com as instituições de que participamos". Ocorre uma integração cultural, de aprendizado pela convivência num compromisso social, no qual todos progridem e aprendem. A seguir, fizemos a contextualização da propaganda, em que veículo foi publicada e qual o público-alvo da revista, com questões gerais que proporcionassem a leitura global e exploratória da peça, tais como: características de sua apresentação, disposição do texto verbal e não-verbal na página, presença de cores predominantes e os recursos de imagens empregados e identificação do provável objetivo do autor entre outras. ANEXO 1 Após, determinamos primeiramente um objetivo para a leitura, que consistiu em verificar qual seria o tema central específico daquela propaganda e realizou-se a leitura completa, com a finalidade de verificar a objetividade, a argumentatividade e a possível credibilidade da propaganda, relacionando-a a seu público-alvo e ao tratamento lingüístico utilizado. Foram elaboradas questões como: Qual a temática da propaganda? Qual o seu slogan? Qual a função dos sites apresentados? A que está relacionado o número 200 milhões? A que esse número se contrapõe? Feito isso, passou-se para leitura detalhada, a fim de se analisar os pormenores constitutivos do texto, sua complexidade e finalidade, além do reconhecimento da construção de discursos, que são ajustados às redes de mediações, com lugares específicos e diferenciados de produção de sentidos, construídos com legibilidade técnica, operacional, teórica e ideológica. Assim, analisamos a parte não-verbal da propaganda com os desenhos, as cores empregadas e também a sua abrangência nas páginas e a relação com os possíveis sentidos veiculados. Depois, analisamos a parte verbal, relacionando-a ao não-verbal. Para sistematizar essas indagações, foram elaboradas questões que buscassem reflexões nesse sentido, como: 1. Qual a relação das cores rosa e azul com as pessoas que a propaganda envolve?

8 2. 3. Em que proporção essas duas cores aparecem e por quê? O que está desenhado na parte azul da propaganda? 4. Quais outros métodos contraceptivos são apresentados na propaganda além da pílula do dia seguinte? 5. Que organização recomenda a contracepção de emergência? 6. Qual a provável intenção do autor ao escrever tantas vezes a palavra emergência? Qual a importância de se citar a Organização Mundial de Saúde? Quais as palavras do mesmo campo semântico da palavra médico? 9. Por que é utilizada a expressão contracepção de emergência em vez de pílula do dia seguinte? 10. Por que é empregada a palavra sozinha no slogan da peça publicitária? Essas questões contribuem para a compreensão de que cada palavra é empregada com uma finalidade, que estão a serviço da construção de um enunciado persuasivo. A linguagem verbal e a não-verbal se entrelaçam, estrategicamente, seguindo um planejamento previamente determinado por seu autor, conectando uma série de conhecimentos, muitas vezes estudados de forma isolada, num todo plural de áreas, mas singular na apresentação da peça publicitária, com finalidades predeterminadas. A propaganda continua a ser uma maneira comercial de apresentar mensagens, mas que vão além do mero impacto comercial, elas tentam criar uma solução perfeita para o ser humano que deseja viver em paz com suas fraquezas. Com suas técnicas, compartilhadas com a lingüística e a psicologia entre outras áreas, a prática publicitária de comunicação persuasiva faz com que o leitor, ao adquirir o produto, obtenha êxito particular e desejável. Por isso, de acordo com Barbosa (2005, p. 179) "Considerar os sentidos da publicidade implica reler, reverter e propor novos/outros' desafios teóricos, metodológicos e práticos" 6. Considerações finais Buscamos estabelecer um diálogo entre os veículos de comunicação de massa, os gêneros discursivos e a leitura de peça publicitária, que traz de uma forma única, diferentes ordens sígnico-discursivas com uma proposta educacional inovadora. Neste artigo, portanto, delineamos uma reflexão teórica associada a uma prática de análise, com o intuito de apresentar uma proposta de como as mensagens publicitárias são construídas, podendo sofrer alterações de acordo com sua função sócio-histórica e a importância do conhecimento interdisciplinar, incluindo o conhecimento lingüístico, para a depreensão das intenções comunicativas, que

9 incorporam e representam o modo de ser, pensar e desejar do indivíduo, no tempo e no espaço da modernidade no/do mundo. Enfim, a publicidade consegue representar e refletir valores da dinâmica social, com seus hábitos e costumes, conforme Barbosa (2005, p. 180): "a significação publicitária reflete e refrata o continuum que em geral se chama realidade". Numa sociedade como a nossa, que valoriza o imediato, o prático, torna-se necessário um esforço de todos os envolvidos na educação para que os alunos se tornem leitores competentes, além de dominar uma multiplicidade de leituras dos diferentes gêneros discursivos. É necessário que o indivíduo saiba ler os produtos da mídia e que seja capaz de questionar suas estratégias. Acreditamos que o ensino de Língua Portuguesa é imprescindível para formar cidadãos letrados, de ler as entrelinhas, identificando os implícitos; de estabelecer relações entre o texto e outros já lidos, tecendo relações entre os fatos, as idéias, os textos, as frases e as palavras. A educação torna-se profícua quando se propõe e se aplica uma proposta transdisciplinar, em que há o comprometimento de todos os envolvidos no processo educativo e que se tenha em mente a utilização de situações reais e concretas para despertar o interesse e a motivação dos alunos para a aprendizagem significativa. Referências Bibliográficas: BAKHTIN, M. M. A estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, BARBOSA, Ivan Santo. Os sentidos da publicidade: estudos interdisciplinares. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: língua portuguesa. Brasília: MEC/SEF CITELLI, Adilson. Comunicação e Educação. A linguagem em movimento. 3ª edição. São Paulo: Editora Senac São Paulo, FIORIN, José Luiz. Introdução ao pensamento de Bakhtin. São Paulo: Ática, KLEIMAN, Ângela. Texto e Leitor: Aspectos Cognitivos da Leitura. Campinas, SP: Pontes, MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gênero e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In: KARWOSKI, A. M., GAYDECZKA, B., SIEBENEICHER, B. Gêneros textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, REVISTA MARIE CLAIRE. Publicação mensal da Editora Globo, em julho de SANDMANN, Antonio José. A linguagem da propaganda. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2000.

10 SOARES, Ismael de Oliveira. Educomunicação: um campo de mediações. Comunicação e Educação. São Paulo: CCA/ECA-USP/Segmento. Ano VII. Set./dez. de p SOLÉ, Isabel. Estratégias de Leitura. 6ª ed. Porto Alegre: ArtMed, VESTERGAARD, Torben & SCHRODER, Kim. A linguagem da propaganda. São Paulo: Martins Fontes, VIEIRA, Sofia Lerche. Educação Básica: política e gestão da escola. Brasília: Líber Livro, 2009.

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