Aleitamento materno e sua influência nas habilidades orais de crianças

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Aleitamento materno e sua influência nas habilidades orais de crianças"

Transcrição

1 Rev Súde Públic 2013;47(1):37-43 Artigos Originis Lisine Mrtins d Silveir I Leil Suer Prde I Aneline Mri Ruedell II Léris Slete Bonfnti Heffner III Angel Regin Mciel Weinmnn III Aleitmento mterno e su influênci ns hbiliddes oris de crinçs Influence of brestfeeding on children's orl skills RESUMO I Progrm de Pós-Grdução dos Distúrbios d Comunicção Humn. Curso de Fonoudiologi. Universidde Federl de Snt Mri. Snt Mri, RS, Brsil II Curso de Fisioterpi. Centro de Ciêncis Biológics e d Súde. Universidde Estdul do Oeste do Prná. Cscvel, PR, Brsil III Deprtmento de Peditri e Puericultur. Curso de Medicin. Universidde Federl de Snt Mri. Snt Mri, RS, Brsil OBJETIVO: Avlir influênci de hábitos oris e do leitmento mterno sobre s hbiliddes oris de crinçs. MÉTODOS: Estudo trnsversl que vliou s hbiliddes oris de 125 crinçs nscids termo, os nove meses de idde, pertencentes à mcrorregião centrooeste do estdo do Rio Grnde do Sul, no período de gosto de 2010 mrço de As vriáveis estudds incluírm vlição ds hbiliddes oris e informções sobre o leitmento mterno e introdução d limentção complementr. Análise de regressão logístic simples e múltipl foi utilizd n nálise dos resultdos. RESULTADOS: O leitmento mterno influenciou positivmente quisição ds hbiliddes oris de sucção ds crinçs os nove meses de idde (OR 3,1; IC95% 1,2;8,3) e o hábito de usr chupet influenciou negtivmente tis hbiliddes (OR 0,1; IC95% 0,03;0,6). CONCLUSÕES: O leitmento mterno contribuiu pr o mdurecimento orofcil, pois melhorou hbilidde orl de sucção. O uso d chupet mostrou lterr o funcionmento do sistem estomtognático. Os pis devem ser esclrecidos e recomenddos evitr o uso de chupets durnte infânci. DESCRITORES: Lctente. Aleitmento Mterno. Comportmento de Sucção. Chupets, efeitos dversos. Boc, crescimento & desenvolvimento. Sistem Estomtognático, crescimento & desenvolvimento. Estudos Trnsversis. Correspondênci Correspondence: Lisine Mrtins d Silveir Centro de Ciêncis d Súde, Deprtmento de Peditri e Puericultur Av. Rorim, 1000 Prédio 26 Sl 1319 Cmpus d UFSM Cmobi Snt Mri, RS, Brsil E-mil: Recebido: 2/3/2012 Aprovdo: 7/23/2012 Artigo disponível em português e inglês em:

2 38 Influênci do leitmento mterno e hbiliddes oris Silveir LM et l ABSTRACT OBJECTIVE: The objective of this study ws to investigte the influence of orl hbits nd brestfeeding on the orl skills of children. METHODS: Cross-sectionl study evluted the orl skills of 125 nine-monthold-children born t term, belonging to Mcro-Midwest region of Rio Grnde do Sul between August 2010 nd Mrch Vribles included evluting orl skills nd informtion on brestfeeding nd wening. The results were nlyzed using simple nd multiple logistic regression. RESULTS: Brestfeeding positively influenced the cquisition of orl skills sucking t nine months of ge (OR 3.1, 95%CI 1.2;8.3) nd using pcifier hd negtive effect (OR 0.1, 95%CI 0.03;0.6). CONCLUSIONS: It ws found tht brestfeeding contributed to mture orofcil s it improved the bility of orl suction. Pcifier use ws shown to ffect the functioning of the stomtognthic system. This should be mde cler to prents nd the use of pcifiers during infncy should be voided. DESCRIPTORS: Infnt. Brest Feeding. Sucking Behvior. Pcifiers, dverse effects. Mouth, growth & development. Stomtognthic System, growth & development. Cross-Sectionl Studies. INTRODUÇÃO O desenvolvimento dequdo ds hbiliddes oris, definids como respost motor orl durnte limentção, é fundmentl pr crinç. 18 Problems n movimentção ds estruturs ou funções do sistem estomtognático durnte mmentção ou qundo d ofert dos outros limentos podem comprometer não pens o desenvolvimento motor orl d crinç, ms ter repercussões importntes sobre nutrição infntil. 2,17 O leitmento mterno é foco de estudos de interesse multiprofissionl por seu vlor nutricionl, imunológico e por estimulr o contto físico e interção entre mãe e filho, o que colbor pr o desenvolvimento biopsicossocil d crinç. 1,4 A intens tividde musculr que proporcion promove o desenvolvimento crniofcil. Isso fvorece o dequdo selmento lbil durnte o estdo de repouso orl, estimul correção do retrogntismo mndibulr fisiológico e posicion corretmente língu n região pltin dos dentes incisivos centris. 5 Esss vntgens justificm recomendção do leitmento mterno exclusivo durnte os primeiros seis meses de vid. 6,19 Após esse período, torn-se necessári introdução grdul de limentos complementres fim de suprir s necessiddes nutricionis d crinç. 12,17 Os limentos complementres deverão ser ofertdos por meio d utilizção de utensílios como colher, copo ou xícr pr comids pstoss e líquidos, respectivmente. 3,16,17 N fse inicil do uso, crinç trnsfere pr o copo o pdrão que lhe é hbitul com sucção, ms, à medid que o utensilio é incentivdo pelos pis, começrá dquirir hbilidde de sorver líquidos. Torn-se totlmente hábil pr uso desse utensílio por volt dos nove meses de idde. 3,14 Esper-se que crinç dquir hbilidde pr o uso d colher por volt dos oito meses, qundo deverá ser cpz de remover o limento com uso dos dois lábios. 16 Embor o início dos movimentos mstigtórios ocorr por volt dos seis meses, hbilidde pr mstigção, com rotção d mndíbul e lterlizção d língu, é observd prtir dos 7-8 meses. 14 No primeiro no de vid, crinç está expost utensílios lém do copo e d colher que não possuem finlidde nutritiv, como chupets e mordedores. O bebê sudável present necessidde de relizr sucção, que pode ser stisfeit de form nutritiv (leitmento mterno ou rtificil) e não nutritiv (chupet e sucção digitl). es costumm ser ofertdos à crinç pr livio dos sintoms relciondos à erupção dentári, que tem início em torno dos seis meses. 15 Irritbilidde, slivção umentd, febre, dirrei, redução do petite, diminuição do sono, umento d sucção digitl, hábito de levr mão à boc, mstigr objetos, dentre outrs, são mnifestções frequentes d fse de erupção dentári. 8,15 Não form loclizdos n litertur estudos sobre hbiliddes oris de crinçs e ftores relciondos. O objetivo do presente estudo foi vlir influênci de hábitos oris (chupet, mordedores e outros objetos) e do leitmento mterno sobre s hbiliddes oris de crinçs.

3 Rev Súde Públic 2013;47(1): MÉTODOS Estudo trnsversl com 125 crinçs os nove meses de idde, d região centrl do estdo do Rio Grnde do Sul, entre gosto de 2010 e mrço de As crinçs form selecionds em creches públics e privds e ns uniddes básics de súde. Form incluíds crinçs nscids termo, sudáveis, com idde entre oito meses e um di e nove meses e 29 dis. Presenç de lterções neurológics, deformiddes crniofciis, síndrome genétic e distúrbios sensoriis (visuis e uditivos) form critérios pr exclusão. A mostr foi de conveniênci e presentou nível de confinç de 90%, com poder esttístico de 80%, risco reltivo de 1,5 pr rzão de expostos/não expostos de 1:1. As vriáveis estudds form obtids por meio do crtão d crinç (peso, comprimento e idde gestcionl o nscer, Apgr e peso tul), de questionário plicdo os pis ou representntes (com informções sobre: leitmento mterno, introdução d limentção complementr e presenç de hábitos oris chupets, mordedores ou outros objetos) e do instrumento de vlição ds hbiliddes oris. O instrumento utilizdo, vliddo previmente qunto fidedignidde e conceito, constituiu-se de 11 itens, em que são vlids s hbiliddes oris durnte sucção (o seio ou mmdeir), com o uso do copo, d colher e durnte mstigção de limento sólido. Pr cd item tribuiu-se pontução 0, 1 ou 2, de cordo com usênci, presenç ocsionl ou presenç constnte do item vlido, respectivmente (Tbel 1). A pontução (escore) máxim possível pr sucção foi 6, pr o uso do copo, 8, pr o uso d colher, 2 e pr mstigção, 6. Foi considerd hbilidde orl dequd pr sucção o escore de 5-6, pr o uso do copo, 7-8, pr o uso d colher, 2 e pr mstigção, 5-6. O instrumento foi plicdo por fonoudiólog, com formção e experiênci n áre de motricidde orl infntil. O limento de hábito d crinç foi ofertdo por fmilir, utilizndo seus próprios utensílios. A nálise de regressão logístic simples e múltipl foi relizd pr vlir contribuição do leitmento mterno e dos hábitos oris (vriáveis independentes) n presenç de hbiliddes oris dequds (vriável dependente). As vriáveis com p < 0,20 ns nálises simples form selecionds pr inclusão no modelo finl. Considerou-se diferenç com significânci esttístic p < 0,05. Os ddos form digitdos no progrm Excel e nlisdos pelo softwre Stt 10. O estudo foi provdo pelo Comitê de Étic em Pesquis d Universidde Federl de Snt Mri (Precer Tbel 1. Protocolo de vl ição ds hbiliddes oris pr crinçs de oito dez meses. Snt Mri, RS, Hbiliddes oris em crinçs Hbilidde durnte sucção no seio/ mmdeir Pontução 1. Movimento de elevção e bixmento d língu e mndíbul 2. Vedmento lbil durnte sucção nutritiv 3. Ausênci de escpe durnte sucção nutritiv Hbilidde com o uso do copo Pontução 4. Movimento nteroposterior d língu o utilizr o copo 5. Mndíbul excursion o utilizr o copo 6. Sorver líquido 7. Ausênci de escpe durnte utilizção do copo Hbilidde d retird do limento d colher Pontução 8. Ambos os lábios uxilim n retird do limento d colher Hbilidde n mstigção Pontução 9. Movimento de elevção e bixmento d língu 10. Movimento de lterlizção d língu e mndíbul 11. Movimentos rotcionis d mndíbul nº ). Os pis concordrm e ssinrm o Termo de Consentimento Livre e Esclrecido. RESULTADOS As crinçs prticipntes tinhm médi de idde de nove meses (desvio pdrão dp: 0,8) e peso de (dp: 1.697) grms, 43,2% erm menins e 56,8%, meninos. Qunto os hábitos oris, 64,0% usvm chupet; 66,4%, mordedor e 62,4% tinhm hábito orl de lgum outro objeto. Estvm em leitmento mterno 54,4%, 60,8% usvm o copo (médi de início qutro meses), 100% usvm colher (médi de início cinco meses) e 96% estvm com limentção sólid n diet (médi de início seis meses). Hbiliddes oris dequds form observds em 82,4% ds crinçs pr sucção, 8,8% pr o uso do copo, 65% pr o uso d colher e 80,8% pr mstigção. Qunto à hbilidde orl dequd pr sucção, foi observd em 89,7% ds crinçs em leitmento mterno e em 95,5% ds que não usvm chupet, Silveir LM. Hbiliddes oris em crinçs: vlidção de instrumento e influênci dos hábitos oris e do leitmento mterno [dissertção de mestrdo]. Snt Mri: Centro de Ciêncis d Súde d Universidde Federl de Snt Mri; 2011.

4 40 Influênci do leitmento mterno e hbiliddes oris Silveir LM et l com diferenç esttístic significnte em relção às que não erm mmentds e usvm chupet (Tbel 2). A presenç d mmentção umentou 3,1 vezes chnce de crinç ter hbilidde orl dequd pr sucção (OR 3,1; IC95% 1,2;8,3) n nálise de regressão logístic simples. A chupet ssociou-se negtivmente (p < 0,01), diminuindo chnce do desenvolvimento dequdo dess hbilidde (OR 0,1; IC95% 0,03;0,6). O hábito orl de introduzir outros objetos n boc mostrou-se positivmente ssocido (p < 0,02) o uso do copo n nálise de regressão simples, umentndo chnce de crinç presentr dequd hbilidde orl em 6,6 vezes (OR = 6,6; IC95% 1,31;33,5) (Tbel 3). Hbilidde orl dequd o usr colher e n mstigção não foi ssocid o leitmento mterno e os hábitos oris (Tbels 4 e 5). N Tbel 5, observm-se os resultdos do modelo finl d nálise de regressão logístic múltipl. Pr sucção, somente o uso de chupet permneceu no modelo finl Tbel 2. Hbilidde orl dequd pr sucção (escore 5 ou 6) os nove meses, segundo s vriáveis leitmento mterno e hábitos oris. Snt Mri, RS, (n = 125) Vriável Hbilidde orl dequd pr sucção OR Brut IC95% p Aleitmento mterno Ausente ,7 1 Presente ,7 3,1 1,2;8,3 0,02 Chupet Ausente ,5 1 Presente ,1 0,03;0,6 0,01 Ausente ,3 1 Presente ,9 0,9 0,3;2,4 0,84 Ausente ,4 1 Presente ,2 0,4 0,14;1,24 0,12 N: frequênci p < 0,05 teste dus proporções Tbel 3. Hbilidde orl dequd pr o uso do copo (escore sete ou oito) os nove meses de idde, segundo s vriáveis leitmento mterno e hábitos oris. Snt Mri, RS, (n = 125) Vriável Hbilidde orl dequd - uso copo OR Brut IC95% p Aleitmento mterno Ausente ,5 1 Presente ,3 0,9 0,24;3,72 0,94 Chupet Ausente ,1 1 Presente ,5 1,4 0,37;5,75 0,59 Ausente ,3 1 Presente ,6 0,67;10,51 0,16 Ausente ,7 1 Presente ,4 6,6 1,31;33,5 0,02 N: frequênci p < 0,05 teste dus proporções

5 Rev Súde Públic 2013;47(1): Tbel 4. Hbilidde orl dequd pr o uso d colher (escore 2) os nove meses, segundo s vriáveis leitmento mterno e hábitos oris. Snt Mri, RS, (n = 124) Vriável Score 2 OR Brut IC95% p Aleitmento mterno Ausente ,9 1 0,63;2,92 0,42 Presente ,6 1,36 Chupet Ausente ,4 1 0,61;2,93 0,45 Presente ,9 1,34 Ausente ,2 1 0,24;1,32 0,19 Presente ,6 0,57 Ausente ,5 1 0,28;1,4 0,26 Presente ,1 0,6 N: frequênci p < 0,05 teste dus proporções Tbel 5. Hbilidde orl dequd pr mstigção (escore 5 ou 6) os nove meses, de cordo com s vriáveis leitmento mterno e hábitos oris. Snt Mri, RS, (n = 124) Vriável Score 5-6 OR Brut IC95% p Aleitmento mterno Ausente ,7 1 0,37;36,2 0,26 Presente ,6 Chupet Ausente ,2 1 0,35;2,38 0,86 Presente ,9 Ausente ,4;2,72 0,91 Presente ,7 1,0 Ausente ,1 1 0,25;1,76 0,41 Presente ,2 0,66 N: frequênci p < 0,05 teste dus proporções Tbel 6. Modelo de regressão logístic múltipl incluindo s vriáveis independentes que obtiverm significânci n nálise simples (p < 0,20), em relção à hbilidde orl dequd. Snt Mri, RS, Hbilidde orl dequd Vriável Sucção Copo OR IC95% p OR IC95% p Aleitmento mterno 1,93 0,67;5,53 0, Chupet 0,19 0,04;0,96 0, ,79 0,67;11,54 0,15 0,49 0,16;1,40 0,2 6,82 1,33;34,88 0,02

6 42 Influênci do leitmento mterno e hbiliddes oris Silveir LM et l (p < 0,04), ou sej, usr chupet ssociou-se de modo negtivo o desenvolvimento de hbiliddes oris pr sucção. Em relção o uso do copo, o hábito orl de levr outros objetos à boc (p < 0,02) foi positivmente ssocido (OR 6,71; IC95% 1,29;34,84) (Tbel 6). DISCUSSÃO O leitmento mterno contribuiu fvorvelmente pr o desenvolvimento ds hbiliddes oris de sucção, enqunto o uso d chupet influenciou negtivmente tis hbiliddes. O hábito de levr objetos à boc fvoreceu s hbiliddes oris com o uso do copo. O desenvolvimento dequdo ds hbiliddes oris em um crinç, lém de fvorecer o specto nutricionl, tem ppel importnte n quisição d fl. Prátics limentres, ssim como lguns hábitos comuns durnte infânci, podem influencir o desenvolvimento do sistem estomtognático. 7 O leitmento mterno é primordil, um vez que promove dequdo crescimento e mdurecimento crniofcil, devido à intens tividde musculr que ocsion. 5,9,10,13 No presente estudo, mior percentul de hbilidde orl dequd foi observdo no grupo de crinçs que estv em leitmento mterno. Ao contrário do leitmento mterno, lguns hábitos oris frequentes n infânci, especilmente no primeiro no de vid, podem comprometer o desenvolvimento motor-orl d crinç, seu pdrão respirtório e contribuir negtivmente pr o desenvolvimento ds hbiliddes oris. É o cso d chupet, cujo uso durnte o primeiro no de vid pode ocsionr lterções n movimentção d muscultur periorl, principlmente de língu, lterndo su posição de repouso. 7 A chupet pode tmbém ser responsável pelo desmme precoce e contribui pr introdução d mmdeir, que se ssoci o menor número de sucções, comprdo o seio mterno. Isso levri à redução no trblho d muscultur periorl, o que comprometeri o desenvolvimento motor-orl d fce. 1 A influênci d chupet sobre o sistem estomtognático e, especilmente, n hbilidde orl de sucção foi observd no presente estudo. O hábito de usr chupet umentou o risco de comprometer o desenvolvimento d hbilidde orl de sucção. A hbilidde o usr o copo, colher e n mstigção foi vlid em relção o leitmento mterno e à presenç de hábitos oris. A orientção pssd os pis é de que o copo sej introduzido prtir dos seis meses, com o começo do desmme, inicilmente com ofert de águ ou suco de frut. b Qundo crinç principi seu uso, trnsfere o pdrão hbitul d sucção. 14 Qundo o líquido cheg à boc, crinç procur estbilizr mndíbul, projetndo língu, ntes que ocorr deglutição. 18 Aos nove meses, crinç começ ter cpcidde de relizr um sequênci de té três sorvids, fstr o copo e interromper o fluxo de líquido, relizndo um pus respirtóri. No presente estudo, o copo foi introduzido, em médi, no qurto mês de vid e 8,8% ds crinçs mostrrm hbilidde orl dequd durnte seu uso. Resultdo semelhnte, mostrndo menor eficiênci com o uso do copo, foi observdo em crinçs com idde entre seis e nove meses, qundo comprds um grupo com idde entre dez e 12 meses. 3 O hábito orl de usr ou levr outros objetos à boc influenciou positivmente, isto é, contribuiu pr um dequd hbilidde orl durnte o uso do copo. O comportmento de levr s mãos à boc, por exemplo, está presente desde vid intruterin. Entre 17ª e 20ª semn de gestção, movimentos de mão à fce podem ser observdos no feto, e por volt d 28ª e 31ª semn contecem movimentos mis complexos de sucção de dedos, ind que coordenção só conteç por volt d 34ª e 35ª semn. 11 Aos qutro meses, qundo os reflexos oris são inibidos, crinç começ levr objetos à boc, procurndo explorr melhor cvidde orl. 11 A prtir dos seis meses, qundo começm romper os dentes, observ-se um tendênci d crinç pr introduzir objetos e mordedores n boc. É comum que os pis ofertem tis objetos com finlidde de diminuir nsiedde e irritbilidde d crinç. 15 Esses ftores e os hábitos oris deles decorrentes cbm por interferir positivmente n quisição ds hbiliddes oris necessáris pr seu uso. No entnto, os chdos deste estudo deixm clr necessidde de se esclrecer e divulgr junto os pis e cuiddores importânci d introdução e do uso do copo n rotin limentr d crinç. Tods s crinçs fzim uso d colher e miori recebi limentção sólid. Esses resultdos concordm com o preconizdo pelo Ministério d Súde, b que recomend introdução d limentção complementr prtir dos seis meses. Embor s crinçs vlids estivessem em uso d colher, 35% não presentrm hbilidde dequd pr seu uso. Apesr de o leitmento mterno ser considerdo essencil pr o bom desenvolvimento ds estruturs e funções orofciis, nálise de regressão logístic múltipl mostrou que o hábito de usr chupet foi principl vriável ssocid (embor negtivmente) o desenvolvimento ds hbiliddes oris pr sucção. Esse chdo reforç idei de que chupet lter o funcionmento do sistem estomtognático, motivo pelo qul se deve esclrecer e recomendr os pis que evitem o seu uso. Aos nove meses, s crinçs não têm hbilidde orl dequd pr usr o copo, mesmo que b Ministério d Súde, Secretri de Polítics de Súde, Coordenção Gerl d Polític de Alimentção e Nutrição. Gui limentr pr crinçs menores de dois nos. Brsíli (DF); (Série A. Norms e Mnuis Técnicos, 107).

7 Rev Súde Públic 2013;47(1): esse período do desenvolvimento emocionl correspond à fse orl, em que o hábito de levr objetos boc é comum. Contudo, presenç desse hábito contribuiu pr o desenvolvimento d hbilidde orl pr o copo. É necessário que fmíli incentive mis o uso desse utensílio no início do desmme. REFERÊNCIAS 1. Albuquerque SSL, Durte RC, Cvlcnti AL, Beltrão EM. A influênci do pdrão de leitmento no desenvolvimento de hábitos de sucção não nutritivos n primeir infânci. Cienc Sude Coletiv. 2010;15(2): DOI: /S Alves CRJ, Tudell E. Comportmento motor orl: bses ntômics e fisiológics pr intervenção. Tems Desenvolv. 2001;10(56): Alves MC, Arújo VC, Guedes ZCF. Hbiliddes n utilizção dos utensílios copo e cnudo por lctentes de 6 12 meses de idde. Fono Atul. 2005;8(33): Antunes LS, Antunes LAA, Corvino MPF, Mi LC. Ammentção nturl como fonte de prevenção em súde. Cienc Sude Coletiv. 2008;13(1): DOI: /S Crrscoz KC, Possobon RF, Tomit LM, Mores ABB. Conseqüêncis do uso d mmdeir pr o desenvolvimento orofcil em crinçs inicilmente mmentds o peito. J Peditr (Rio J). 2006;82(5): DOI: /S Csgrnde L, Ferreir FV, Hhn D, Unfer DT, Prtzel JR. Aleitmento nturl e rtificil e o desenvolvimento do sistem estomtognático. Rev Fc Odontol Porto Alegre. 2008;49(2): Cstilho SD, Roch MAM. Uso de chupet: históri e visão multidisciplinr. J Peditr (Rio J). 2009;85(6): DOI: /S Frco Junior IM, Del Duc FF, Ros FM, Poletto VC. Conhecimentos e conduts de médicos peditrs com relção à erupção dentári. Rev Pul Peditr. 2008;26(3): DOI: /S Gomes CF, Trezz EMC, Murde ECM, Pdovni, CR. Avlição eletromiográfic com eletrodos de cptção de superfície dos músculos msseter, temporl e bucindor de lctentes em situção de leitmento nturl e rtificil. J Peditr (Rio J.). 2006;82(2): DOI: /JPED Leite-Cvlcnti A, Medeiros-Bezerr PK, Mour C. Aleitmento nturl, leitmento rtficil, hábitos de sucção e mloclusões em pré-escolres brsileiros. Rev Slud Public. 2007;9(2) DOI: /S Medeiros AMC. A existênci de sistem sensório-motor integrdo em recém-nscidos humnos. Psicologi USP. 2007;18(2): DOI: /S Modesto SP, Devincenzi MU, Sigulem DM. Prátics limentres e estdo nutricionl de crinçs no segundo semestre de vid tendids n rede públic de súde. Rev Nutr. 2007;20(4): DOI: /S Neiv FCB, Cttoni DM, Rmos JLA, Issler H. Desmme precoce: implicções pr o desenvolvimento motor- orl. J Peditr (Rio J.). 2003;79(1):7-12. DOI: /S Pridhm KF. Feeding behvior of 6-12 monthold infnts: ssessment nd sources of prentl informtion. J Peditr. 1990;117(2 Prt 2):S Simeão MCQ, Almeid AG. Erupção dentári: estudo de sus mnifestções clínics n primeir infânci segundo cuiddores e médicos peditrs. Pes Brs Odontoped Clin Integr. 2006;6(2): Spinelli MGN, Souz SB, Souz JMP. Mmdeir, xícr ou colher: de que form os bebês estão recebendo os limentos? Peditr Mod. 2002;38(10): Stevenson RD, Allire JH. The development of norml feeding nd swllowing. Peditr Clin North Am. 1991;38(6): Telles MS, Mcedo CS. Relção entre desenvolvimento motor corporl e quisição de hbiliddes oris. Pro-Fono R Atul Cient. 2008;20(2): DOI: /S Vieir GO, Silv LR, Vieir TO, Almeid JAG, Cbrl VA. Hábitos limentres de crinçs menores de 1 no mmentds e não mmentds. J Peditr (Rio J.). 2004;80(5): DOI: /JPED.1227 Os utores declrm não hver conflitos de interesse.

Influence of breastfeeding on children's oral skills

Influence of breastfeeding on children's oral skills Rev Súde Públic 2013;47(1) Originl Articles Lisine Mrtins d Silveir I Leil Suer Prde I Aneline Mri Ruedell II Influence of brestfeeding on children's orl skills Léris Slete Bonfnti Heffner III Angel Regin

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ

INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ INFLUÊNCIA DO CLIMA (EL NIÑO E LA NIÑA) NO MANEJO DE DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ Ricrdo S. Blrdin Mrcelo G. Mdlosso Mônic P. Debortoli Giuvn Lenz. Dep. Defes Fitossnitári - UFSM; Instituto Phytus. Em nos

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO

INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO INFLUÊNCIA DA MARCA NA ACEITAÇÃO SENSORIAL DE DOCE DE LEITE PASTOSO Mrin Borges de Lim d Silv 1, Jeniffer Rodrigues de Sous 2, An Crolin Bernrdes Borges Silv 2, Jnin de Oliveir Queiroz 2, Jéssic Krine

Leia mais

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA

A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA A ÁGUA COMO TEMA GERADOR PARA O ENSINO DE QUÍMICA AUTORES: AMARAL, An Pul Mgno; NETO, Antônio d Luz Cost. E-MAIL: mgno_n@yhoo.com.br; ntonioluzneto@gmil.com INTRODUÇÃO Sendo um desfio ensinr químic pr

Leia mais

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia

Eleições Diretório Acadêmico Fisioterapia Eleições Está berto o período de inscrição pr s novs chps do Diretório Acdêmico - Gestão 2015 Inscrições: dos dis 17 29 de gosto de 2015 somente pelo e-mil: fisioufu.d.@gmil.com A votção será relizd nos

Leia mais

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se

Simbolicamente, para. e 1. a tem-se . Logritmos Inicilmente vmos trtr dos ritmos, um ferrment crid pr uilir no desenvolvimento de cálculos e que o longo do tempo mostrou-se um modelo dequdo pr vários fenômenos ns ciêncis em gerl. Os ritmos

Leia mais

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica

Carta Convite para Seleção de Preceptores. Desenvolvimento de Competência Pedagógica para a prática da Preceptoria na Residência Médica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MÉDICA (ABEM) Av. Brsil, 4036 sls 1006/1008 21040-361 Rio de Jneiro-RJ Tel.: (21) 2260.6161 ou 2573.0431 Fx: (21) 2260.6662 e-mil: rozne@bem-educmed.org.br Home-pge: www.bem-educmed.org.br

Leia mais

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210

Área de Conhecimento ARTES. Período de Execução. Matrícula. Telefone. (84) 8112-2985 / ramal: 6210 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROGRAMA DE APOIO INSTITUCIONAL À EXTENSÃO PROJETOS DE EXTENSÃO EDITAL 01/014-PROEX/IFRN Os cmpos sombredos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa

CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICA DE SANTA CATARINA Pró-Reitoria Acadêmica Setor de Pesquisa FORMULÁRIO PARA INSCRIÇÃO DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Coordenção/Colegido o(s) qul(is) será vinculdo: Engenhris Curso (s) : Engenhris Nome do projeto: MtLb Aplicdo n Resolução de Sistems Lineres.

Leia mais

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do

Relatório de atividades. Abril / 2011 a Janeiro / 2014. A Coordenação de Convênios e Contratos da UFG/CAC está vinculada à direção do Reltório de tividdes Abril / 2011 Jneiro / 2014 A d UFG/CAC está vinculd à direção do Câmpus e, posteriormente, o Setor de Convênios e Contrtos do Gbinete d Reitori. Tem como função intermedir s relções

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

Semelhança e áreas 1,5

Semelhança e áreas 1,5 A UA UL LA Semelhnç e áres Introdução N Aul 17, estudmos o Teorem de Tles e semelhnç de triângulos. Nest ul, vmos tornr mis gerl o conceito de semelhnç e ver como se comportm s áres de figurs semelhntes.

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 004/2012 UNEMAT A, no uso de sus tribuições legis e em cumprimento ds norms prevists no rtigo

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação

Faculdade de saúde Pública. Universidade de São Paulo HEP-5705. Epidemiologia I. Estimando Risco e Associação 1 Fuldde de súde Públi Universidde de São Pulo HEP-5705 Epidemiologi I Estimndo Riso e Assoição 1. De 2.872 indivíduos que reeberm rdioterpi n infâni em deorrêni de presentrem o timo umentdo, 24 desenvolverm

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

Memória da 41ª Reunião do Comitê Gestor de Capacitação CGCAP 25/5/2015

Memória da 41ª Reunião do Comitê Gestor de Capacitação CGCAP 25/5/2015 Memóri d 41ª Reunião do Comitê Gestor de Cpcitção CGCAP 25/5/2015 Às quinze hors e vinte minutos do di vinte e cinco de mio de dois mil e quinze, presentes André de Mrque, Helen Arujo, Erismr Noves, Crl

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY

SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY SOCIEDADE EDUCACIONAL DE SANTA CATARINA INSTITUTO SUPERIOR TUPY IDENTIFICAÇÃO PLANO DE ENSINO Curso: Engenhri de Produção Período/Módulo: 6º Período Disciplin/Unidde Curriculr: Simulção de Sistems de Produção

Leia mais

1 Fórmulas de Newton-Cotes

1 Fórmulas de Newton-Cotes As nots de ul que se seguem são um compilção dos textos relciondos n bibliogrfi e não têm intenção de substitui o livro-texto, nem qulquer outr bibliogrfi. Integrção Numéric Exemplos de problems: ) Como

Leia mais

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas

Semana Epidemiológica de Início de Sintomas Boletim Epidemiológico Volume 46 N 3-2015 Secretri de Vigilânci em Súde Ministério d Súde ISSN 2358-9450 Monitormento dos csos de dengue e febre de chikunguny té Semn Epidemiológic (SE) 53 de 2014 Dengue

Leia mais

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO)

EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) ABES - Associção Brsileir de Engenhri Snitári e Ambientl V - 002 EQUAÇÕES INTENSIDADE / DURAÇÃO / PERÍODO DE RETORNO PARA ALTO GARÇAS (MT) - CAMPO ALEGRE DE GOIÁS (GO) E MORRINHOS (GO) Alfredo Ribeiro

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.

Leia mais

Colchões mais seguros

Colchões mais seguros Colchões mis seguros Eficáci comprovd n prevenção e terpi de úlcers por pressão Úlcers por pressão um grve risco à súde Apesr de todos os vnços d medicin, s úlcers por pressão (tmbém denominds escrs de

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia.

PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 2012 1 a Fase RESOLUÇÃO: Profa. Maria Antônia Gouveia. PROVA DE MATEMÁTICA DA UNESP VESTIBULAR 01 1 Fse Prof. Mri Antôni Gouvei. QUESTÃO 83. Em 010, o Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic (IBGE) relizou o último censo populcionl brsileiro, que mostrou

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Sntn de Prníb Áre de Conhecimento: : Proteção e Prevenção Componente Curriculr: LNR Legislção e Norms Regulmentodors

Leia mais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais

Professores Edu Vicente e Marcos José Colégio Pedro II Departamento de Matemática Potências e Radicais POTÊNCIAS A potênci de epoente n ( n nturl mior que ) do número, representd por n, é o produto de n ftores iguis. n =...... ( n ftores) é chmdo de bse n é chmdo de epoente Eemplos =... = 8 =... = PROPRIEDADES

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: (12º Ano Turm M) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Teres Sous Docente Teres Bstos Ano Letivo 2015/2016 Competêncis

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Habilitação Profissional: Técnica de nível médio de Auxiliar de Contabilidade Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Hbilitção Profissionl: Técnic de nível médio de Auxilir de Contbilidde

Leia mais

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS:

I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: PAINT 24 - I AÇÕES DE AUDITORIA INTERNA PREVISTAS: 1.1 - Auditoris de Conformidde Uniddes Orig d dnd: Intern com bse nos resultdos d Mtriz de Risco elbord pel Auditori Intern Nº UNIDADE OBJETIVOS ESCOPO

Leia mais

Resolução A primeira frase pode ser equacionada como: QUESTÃO 3. Resolução QUESTÃO 2 QUESTÃO 4. Resolução

Resolução A primeira frase pode ser equacionada como: QUESTÃO 3. Resolução QUESTÃO 2 QUESTÃO 4. Resolução (9) - www.elitecmpins.com.br O ELITE RESOLVE MATEMÁTICA QUESTÃO Se Améli der R$, Lúci, então mbs ficrão com mesm qunti. Se Mri der um terço do que tem Lúci, então est ficrá com R$, mis do que Améli. Se

Leia mais

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ

TARIFÁRIO 2016 Operadora Nacional SEMPRE PERTO DE VOCÊ TARIFÁRIO 2016 Operdor Ncionl SEMPRE PERTO DE VOCÊ 24 HOTÉIS PORTUGAL E BRASIL LAZER E NEGÓCIOS CIDADE, PRAIA E CAMPO Os Hotéis Vil Glé Brsil Rio de Jneiro VILA GALÉ RIO DE JANEIRO 292 qurtos 2 resturntes

Leia mais

Internação domiciliária: Home care service: I NTRODUÇÃO. uma experiência no sul do Brasil. an experience in the south of Brasil

Internação domiciliária: Home care service: I NTRODUÇÃO. uma experiência no sul do Brasil. an experience in the south of Brasil INTERNAÇÃO DOMICILIÁRIA: UMA... Grgno et l. SINOPSE Internção domiciliári: um experiênci no sul do Brsil Home cre service: n experience in the south of Brsil Objetivo: O objetivo deste trblho é o de reltr

Leia mais

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo)

Processo TIG. Eletrodo (negativo) Argônio. Arco elétrico Ar Ar + + e - Terra (positivo) Processo TIG No processo de soldgem rco sob proteção gsos, região se unir é quecid té que se tinj o ponto de fusão, pr que isto ocorr, é fornecid um energi trvés do rco elétrico, que irá fundir tnto o

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PPG COODERNAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO - CPG EDITAL Nº17/2014 PPG/CPG/UEMA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Leia mais

INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Campomanesia spp.)

INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Campomanesia spp.) INFLUÊNCIA DO SUBSTRATO NA GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE GABIROBA (Cmpomnesi spp.) Jênifer Silv NOGUEIRA¹, Fbino Guimrães d SILVA², Antônio Pulino d COSTA NETTO³, Pedro Ferreir MORAIS 4, Geicine Cintr de SOUZA

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS

EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS EDITAL 001/2017 SELEÇÃO DE BOLSISTAS O coordendor dos projetos de pesquis e desenvolvimento institucionl nº 034280, 042571, 042576, torn públic bertur de inscrições pr seleção de lunos dos cursos de grdução

Leia mais

Resultado do teste rápido anti- HIV após o parto: uma ameaça à amamentação ao nascimento

Resultado do teste rápido anti- HIV após o parto: uma ameaça à amamentação ao nascimento Mri Inês Couto de Oliveir I Káti Silveir d Silv II Sint Clir Gomes Junior II Vâni Mtos Fonsec I,II Resultdo do teste rápido nti- HIV pós o prto: um meç à mmentção o nscimento Delivering rpid HIV tests

Leia mais

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa.

II NÚMERO DE VAGAS: As vagas serão oferecidas em cada disciplina optativa de acordo com a disponibilidade institucional do Programa. Av. Fernndo Ferrri, 514 Vitóri ES CEP: 29.075-910 Cmpus de Goibeirs Tel/Fx: +55 (27) 4009-7657 E-mil: ppghis.ufes@hotmil.com http://www.histori.ufes.br/ppghis EDITAL DE SELEÇÃO DE CANDIDATOS A ALUNO ESPECIAL

Leia mais

Data Tema Objetivos Atividades Recursos

Data Tema Objetivos Atividades Recursos Plno Anul de Atividdes do Pré-Escolr Dt Tem Objetivos Atividdes Recursos Setembro Integrção /dptção ds crinçs -Promover integrção/ (re) dptção ds crinçs á creche; -Proporcionr um mbiente que permit às

Leia mais

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo

Regras. Resumo do Jogo Resumo do Jogo. Conteúdo. Conteúdo. Objetivo FRENTE do Jogo Resumo do Jogo Resumo do Jogo Regrs -Qundo for seu turno, você deve jogr um de sus crts no «ponto n linh do tempo» que estej correto. -Se você jogr crt corretmente, terá um crt menos à su frente. -Se você

Leia mais

EFEITO DE DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO DA PALMA NA BIOMASSA MICROBIANA DO SOLO

EFEITO DE DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO DA PALMA NA BIOMASSA MICROBIANA DO SOLO EFEITO DE DIFERENTES SISTEMAS DE CULTIVO DA PALMA NA BIOMASSA MICROBIANA DO SOLO Teti, L.M.E.H. (1) ; Sntos, V.M. (1) ; Escor, I.E.C. (1) ; Mi, L.C. (1) lyssndr_teti@hotmil.com (1) Lortório de Micorrizs,

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLV 243 Brsíli - DF, segund-feir, 15 de dezembro de 2008. Sumário PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 104 Ministério d Agricultur,

Leia mais

ESTUDO COM ALUNOS DO CEFET BAMBUÍ SOBRE ENERGIA ELÉTRICA E MEIO AMBIENTE, PROPONDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ESTUDO COM ALUNOS DO CEFET BAMBUÍ SOBRE ENERGIA ELÉTRICA E MEIO AMBIENTE, PROPONDO A EDUCAÇÃO AMBIENTAL I Jornd Científic e VI FIP do CEFET Bmuí Bmuí/MG - 8 ESTUDO COM LUNOS DO CEFET BMBUÍ SOBRE ENERGI ELÉTRIC E MEIO MBIENTE, PROPONDO EDUCÇÃO MBIENTL Bárr níl de OLIVEIR (); Ronilson Rodrigues COST (); Chrles

Leia mais

Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 9

Técnica das Construções Edmundo Rodrigues 9 Técnic ds Construções Edmundo Rodrigues 9 2.4. Elborção dos projetos construtivos Os projetos que devem ser elbordos de modo definir todos os procedimentos construtivos clssificm-se como: projeto de rquitetur;

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015 Editl de Processo Seletivo Nº 21/2015 O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL NO ESTADO DO PIAUÍ, SENAC-PI, no uso de sus tribuições regimentis, torn público que estão berts

Leia mais

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU

ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU 1 ESTÁGIO PARA ESTUDANTE DA UFU EDITAL UFU/PREFE/044/2010 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO PARA ESTAGIÁRIO(A) A Pró-reitori de Grdução d Universidde Federl de Uberlândi, mprd no rtigo 248 ds Norms de Grdução

Leia mais

VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS

VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS VICDRYER UM PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE SECAGEM DE CAFÉ EM ALTAS TEMPERATURAS CRISTIANO MÁRCIO ALVES DE SOUZA 1 DANIEL MARÇAL DE QUEIROZ 2 DOMINGOS SÁRVIO MAGALHÃES VALENTE 3 RESUMO - Desenvolveu-se

Leia mais

1.1) Dividindo segmentos em partes iguais com mediatrizes sucessivas.

1.1) Dividindo segmentos em partes iguais com mediatrizes sucessivas. COLÉGIO PEDRO II U. E. ENGENHO NOVO II Divisão Gráfi de segmentos e Determinção gráfi de epressões lgéris (qurt e tereir proporionl e médi geométri). Prof. Sory Izr Coord. Prof. Jorge Mrelo TURM: luno:

Leia mais

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade

Gestão do solo em SOUTOS para optimização da produtividade e da sustentabilidade I XORNADAS INTERNACIONAIS SOBRE O CASTIÑEIRO Consellerí do Medio Rurl. Xunt de Glici Ourense, 22-24 Mio 2008 Gestão do solo em SOUTOS pr optimizção d produtividde e d sustentbilidde Afonso Mrtins UTAD

Leia mais

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas - 1. OBJETIVO 2. PRÉ-REQUISITOS. Re~ unis Crid pel Lei Estdul nn 2. 766/63 CNPJ.: 21.420.85610001-96 - lrrsc Estdul. ISENTA Entidde M ntenedor do Grupo Educcionl Uni: Centro Universitdrio do Sul d Mins - UNIS Fculdde Bum- FABE Fculdde Três Ponts

Leia mais

3º Ciclo do Ensino Básico

3º Ciclo do Ensino Básico ESCOLA SECUNDÁRIA COM 3º CICLO DO ENSINO BÁSICO DE AMORA - ANO LETIVO 2014/2015 DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES GRUPO 600 Plnificção Anul Educção Visul 8º Ano 3º Ciclo do Ensino Básico Domínio Objetivos Geris

Leia mais

Aspectos da vigilância epidemiológica da raiva no município de Jacarezinho... Resumo. Abstract. Recebido para publicação 23/08/05 Aprovado em 12/02/06

Aspectos da vigilância epidemiológica da raiva no município de Jacarezinho... Resumo. Abstract. Recebido para publicação 23/08/05 Aprovado em 12/02/06 Aspectos d vigilânci epidemiológic d riv no município de Jcrezinho... Aspectos d vigilânci epidemiológic d riv no município de Jcrezinho, Prná, Brsil, 23 Aspects of the rbies epidemic surveillnce in the

Leia mais

Quantidade de oxigênio no sistema

Quantidade de oxigênio no sistema EEIMVR-UFF Refino dos Aços I 1ª Verificção Junho 29 1. 1 kg de ferro puro são colocdos em um forno, mntido 16 o C. A entrd de oxigênio no sistem é controld e relizd lentmente, de modo ir umentndo pressão

Leia mais

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa

Física 1 Capítulo 3 2. Acelerado v aumenta com o tempo. Se progressivo ( v positivo ) a m positiva Se retrógrado ( v negativo ) a m negativa Físic 1 - Cpítulo 3 Movimento Uniformemente Vrido (m.u.v.) Acelerção Esclr Médi v 1 v 2 Movimento Vrido: é o que tem vrições no vlor d velocidde. Uniddes de celerção: m/s 2 ; cm/s 2 ; km/h 2 1 2 Acelerção

Leia mais

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos.

Acoplamento. Tipos de acoplamento. Acoplamento por dados. Acoplamento por imagem. Exemplo. É o grau de dependência entre dois módulos. Acoplmento É o gru de dependênci entre dois módulos. Objetivo: minimizr o coplmento grndes sistems devem ser segmentdos em módulos simples A qulidde do projeto será vlid pelo gru de modulrizção do sistem.

Leia mais

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos

3. Cálculo integral em IR 3.1. Integral Indefinido 3.1.1. Definição, Propriedades e Exemplos 3. Cálculo integrl em IR 3.. Integrl Indefinido 3... Definição, Proprieddes e Exemplos A noção de integrl indefinido prece ssocid à de derivd de um função como se pode verificr prtir d su definição: Definição

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plno de Trblho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: PROF. MÁRIO ANTÔNIO VERZA Código: 164 Município: PALMITAL Áre de conhecimento: Ciêncis d Nturez, Mtemátic e sus Tecnologis Componente Curriculr: FÍSICA

Leia mais

b para que a igualdade ( ) 2

b para que a igualdade ( ) 2 DATA DE ENTREGA: 0 / 06 / 06 QiD 3 8º ANO PARTE MATEMÁTICA. (,0) Identifique o monômio que se deve multiplicr o monômio 9 5 8 b c. 5 b pr obter o resultdo. (,0) Simplifique s expressões bixo. ) x + x(3x

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA CAPÃO REDONDO Ru Lubvitch, 64 01123010 Bom Retiro São Pulo SP Tel/Fx: 11 3361 4976 www.poiesis.org.br TRIluminção Técnic ArenCPR ÍNDICE DO TERMO

Leia mais

Licenciatura em Engenharia Electrónica

Licenciatura em Engenharia Electrónica Licencitur em Engenhri Electrónic Circuitos Electrónicos Básicos Lbortório Montgens mplificdors de fonte comum, port comum e dreno comum IST2012 Objectivos Com este trblho pretendese que os lunos observem

Leia mais

Representação de Transformadores Defasadores no Problema de Fluxo de Potência

Representação de Transformadores Defasadores no Problema de Fluxo de Potência 1 Representção de Trnsformdores Defsdores no Problem de Fluxo de Potênci J. A. Pssos Filho, Member, IEEE, R. M. Henriques, Member, IEEE e F. R. M. Alves, Member, IEEE Abstrct--O principl objeo deste é

Leia mais

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais.

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais. EXPOENTE 2 3 = 8 RESULTADO BASE Podeos entender potencição coo u ultiplicção de ftores iguis. A Bse será o ftor que se repetirá O expoente indic qunts vezes bse vi ser ultiplicd por el es. 2 5 = 2. 2.

Leia mais

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS

A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELHADOS COM DIFERENTES TIPOS DE TELHAS A MODELAGEM MATEMÁTICA NA CONSTRUÇÃO DE TELADOS COM DIFERENTES TIOS DE TELAS Angéli Cervi, Rosne Bins, Til Deckert e edro A.. Borges 4. Resumo A modelgem mtemátic é um método de investigção que utiliz

Leia mais

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO

LEI Nº 5.580. Institui o Plano de Carreira e Vencimentos do Magistério Público Estadual do Espírito Santo O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO LEI Nº 5.580 Institui o Plno de Crreir e Vencimentos do Mgistério Público Estdul do Espírito Snto O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Fço sber que Assembléi Legisltiv decretou e eu snciono seguinte

Leia mais

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc.

Apoio à Decisão. Aula 3. Aula 3. Mônica Barros, D.Sc. Aul Métodos Esttísticos sticos de Apoio à Decisão Aul Mônic Brros, D.Sc. Vriáveis Aletóris Contínus e Discrets Função de Probbilidde Função Densidde Função de Distribuição Momentos de um vriável letóri

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras

Liberdade de expressão na mídia: seus prós e contras Universidde Estdul de Cmpins Fernnd Resende Serrdourd RA: 093739 Disciplin: CS101- Métodos e Técnics de Pesquis Professor: Armndo Vlente Propost de Projeto de Pesquis Liberdde de expressão n mídi: seus

Leia mais

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b]

, então ela é integrável em [ a, b] Interpretação geométrica: seja contínua e positiva em um intervalo [ a, b] Interl Deinid Se é um unção de, então su interl deinid é um interl restrit à vlores em um intervlo especíico, dimos, O resultdo é um número que depende pens de e, e não de Vejmos deinição: Deinição: Sej

Leia mais

CPV O cursinho que mais aprova na GV

CPV O cursinho que mais aprova na GV O cursinho que mis prov n GV FGV Administrção 04/junho/006 MATEMÁTICA 0. Pulo comprou um utomóvel fle que pode ser bstecido com álcool ou com gsolin. O mnul d montdor inform que o consumo médio do veículo

Leia mais

EDITAL 001/2013 - EADUnC

EDITAL 001/2013 - EADUnC EDITAL 001/2013 - EADUnC O Reitor d Universidde do Contestdo-UnC, de cordo com o disposto no Regimento, fz sber, trvés do presente Editl, que estrão berts inscrições e mtriculs pr ingresso nos Cursos de

Leia mais

Sindicatos. Indicadores sociais 2001

Sindicatos. Indicadores sociais 2001 Ministério do Plnejmento, Orçmento e Gestão Instituto Brsileiro de Geogrfi e Esttístic - IBGE Diretori de Pesquiss Deprtmento de Populção e Indicdores Sociis Sindictos Indicdores sociis 2001 Rio de Jneiro

Leia mais

GEORREFERENCIAMENTO DOS PONTOS DE OCUPAÇÃO URBANA DESORDENADA AO LONGO DO LITORAL SUL DE PERNAMBUCO-BRASIL

GEORREFERENCIAMENTO DOS PONTOS DE OCUPAÇÃO URBANA DESORDENADA AO LONGO DO LITORAL SUL DE PERNAMBUCO-BRASIL II Congresso sobre Plnejmento e Gestão ds Zons Costeirs dos Píses de Expressão Portugues IX Congresso d Associção Brsileir de Estudos do Quternário II Congresso do Quternário dos Píses de Língu Ibérics

Leia mais

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Oportunidde de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Mio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Prestção de Serviço Conversão de motores utomotivos (GNV) DESCRIÇÃO: Oficin pr montgem de Kit

Leia mais

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição

ESTATÍSTICA APLICADA. 1 Introdução à Estatística. 1.1 Definição ESTATÍSTICA APLICADA 1 Introdução à Esttístic 1.1 Definição Esttístic é um áre do conhecimento que trduz ftos prtir de nálise de ddos numéricos. Surgiu d necessidde de mnipulr os ddos coletdos, com o objetivo

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES MATRIZES

Universidade Federal do Rio Grande FURG. Instituto de Matemática, Estatística e Física IMEF Edital 15 - CAPES MATRIZES Universidde Federl do Rio Grnde FURG Instituto de Mtemátic, Esttístic e Físic IMEF Editl - CAPES MATRIZES Prof. Antônio Murício Medeiros Alves Profª Denise Mri Vrell Mrtinez Mtemátic Básic pr Ciêncis Sociis

Leia mais

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água

Dia 1 de Outubro Dia Nacional da Água Divisão de Plnemento Ambientl e Proteção Civil Di 1 de Outubro Di Ncionl d Águ entre 2 mil e 8 mil milhões de pessos té Águ 2050, num momento em que meç do Aquecimento Globl d Terr é um A águ é essencil

Leia mais

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas Pcto pel Súde 2010/ Vlores bsolutos Ddos preliminres Nots Técnics Estão disponíveis, nests págins, os vlores utilizdos pr o cálculos dos indicdores do Pcto pel Súde 2010/, estbelecidos prtir d Portri 2.669,

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO

a FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Cristin Antunes Mnuel Bispo Pul Guindeir FICHA DE AVALIAÇÃO FORMATIVA 9.º ANO Escol Turm N.º Dt Grupo I Documento I É um serviço de tendimento telefónico de Trigem, Aconselhmento e Encminhmento, Assistênci

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO bril/2017 número 93 ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Indicdor de Con nç O ICIC-PR ( de Con nç d Indústri de Construção - Prná) ciu -5,2 pontos neste mês de bril. Este índice está n áre de

Leia mais

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013

Ilha Solteira, 17 de janeiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Nossos prceiros Pel trnsprênci e qulidde d plicção dos recursos públicos Ilh Solteir, 17 de jneiro de 2013. OFICIO OSISA 05/2013 Ao Exmo. Sr. Alberto dos Sntos Júnior Presidente d Câmr Municipl de Ilh

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO

TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO 1291 TRANSPLANTE DE FÍGADO NO PROGRAMA DE TRATAMENTO FORA DE DOMICÍLIO NO ESTADO DE SERGIPE EM 2008. ANÁLISE DE DADOS CLÍNICOS E CUSTO Liver trnsplnttion in the out of home tretment progrm in the stte

Leia mais