Lurdes Cró (1), Lívia Andreucci (2), Rosa Gomes (2), Natália Abrantes (2), Anabela Pereira (2), Kenneth Merrell (3)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Lurdes Cró (1), Lívia Andreucci (2), Rosa Gomes (2), Natália Abrantes (2), Anabela Pereira (2), Kenneth Merrell (3)"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO DA SAÚDE MENTAL ATRAVÉS DO PKBS-2: UM ESTUDO COM CRIANÇAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS Lurdes Cró (1), Lívia Andreucci (2), Rosa Gomes (2), Natália Abrantes (2), Anabela Pereira (2), Kenneth Merrell (3) 1-Universidade de Aveiro; 2-Instituto Politécnico de Coimbra;3-University of Oregon INTRODUÇÃO A saúde mental é um dos assuntos que mais têm sido abordados pela sociedade moderna. Quotidianamente vemos nos meios de comunicação social abordagens sobre medicamentos que poderão auxiliar no tratamento da depressão e na melhoria da qualidade de vida física e mental. Tais problemas têm sido mais referidos ao nível dos adultos. Contudo, actualmente, o número de crianças e adolescentes que apresentam sintomas internalizados de depressão e ansiedade são preocupantes. De acordo com Faust(2006), o Departamento Americano de Saúde e Serviços Humanos (United States Department of Health and Human Services [DHHS] (1999), estima que entre 10 e 15 milhões de crianças e adolescentes experimentarão sintomas depressivos em alguma fase do seu desenvolvimento. O tratamento destas perturbações e a sua prevenção são já realidades introduzidas nas escolas. Merecem particular relevo os programas de prevenção e intervenção precoce para que crianças e adolescentes tenham sucesso académico e pessoal, e saibam lidar com o stress, a ansiedade e as adversidades da vida (Dias & Pereira, 2007). Um dos exemplos para a faixa de idade das crianças em idade pré-escolar é o Programa Strong Start Pré K (Merrell, 2009) e Programa Strong Start K2 (Merrel, 2007). O presente trabalho tem por objectivo comparar as aptidões sociais e problemas de comportamento de crianças brasileiras e portuguesas em idade pré-escolar através do PKBS-2 (PKBS 2: Preschool and Kindergarten Behavior Scales 2ª edição). MÉTODO Participantes Neste estudo participaram 110 crianças brasileiras, 52,7% do sexo feminino e 47,3% do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos que frequentam uma Instituição privada de educação pré-escolar inserida numa ONG (Organização Não-Governamental) e 110 crianças portuguesas do sexo feminino (60,9%) e do sexo masculino (39,1%), com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos, que frequentam a educação pré-escolar em Instituições públicas (60,9%) e Instituições Particulares de Solidariedade Social -IPSS (39,1%). Os educadores brasileiros que participaram no preenchimento do questionário têm, em média, 36 anos de idade (M = 36,64; DP = 7,50) e têm em média 6 anos de tempo de serviço (M = 6,77; DP = 3,73). Os educadores portugueses têm idades compreendidas entre os 21 e os 40

2 anos (M= 25,28; DP=7,19). Instrumentos de avaliação O instrumento de avaliação utilizado neste estudo foi o Preschool and Kindergarten Behavior Scale PKBS-2, 2ª Edição (Merrell, 2002). É constituído por 76 itens que abordam questões comportamentais e emocionais em crianças dos 3 aos 6 anos. Foi traduzido e adaptado para a língua portuguesa por Gomes, Pereira & Merrell (2009), com permissão do autor. Este instrumento tipo Likert engloba a «Escala de Aptidões Sociais» (EAS), com 34 itens, que procuram avaliar os comportamentos sociais e emocionais das crianças que frequentam o jardim-de-infância e a «Escala de Problemas de Comportamento» (EPC), com 42 itens, que avaliam os comportamentos problemáticos ao nível social e emocional. O Alfa de Cronbach, referente às duas escalas varia entre.96 e.97 e para as subescalas varia entre de.81 a.95., apresentando assim, uma alta consistência interna. A análise factorial considerada foi a utilizada nos estudos desenvolvidos por Merrell (2002), que apresentavam os seguintes factores na EAS: Factor A1, Cooperação Social, com 12 itens (2, 7, 10, 12, 16, 22, 23, 25, 28, 29, 30 e 32) e explica 40% da variância, Factor A2, Interacção Social, com 11 itens (5, 14, 15, 17, 19, 20, 21, 24, 27, 33, e 34) e explica 10% da variância e o Factor A3 Autonomia Social, com 11 itens (1, 3, 4, 6, 8, 9, 11, 13, 18, 26 e 31) e explica 10% da variância. Na EPC os factores estão distribuídos por problemas de comportamento externalizantes (PC E) e problemas de comportamento internalizantes (PC I). Os problemas de comportamento externalizantes, são: o Factor B1, auto-centrado/explosivo, com 11 itens (7, 8, 10, 13, 19, 22, 31, 32, 35, 37 e 41) e explica 53% da variância, Factor B2, Problemas de Atenção/Actividade Excessiva, com 8 itens (1, 6, 14, 15, 16, 20, 25 e 39) e explica 6% da variância e o Factor B3, Anti-social/Agressividade, com 8 itens (3, 11, 21, 26, 29, 34, 40 e 42) e explica 5% da variância. Os problemas de comportamento internalizantes, são: o Factor B4, Evitamento Social, com 7 itens (4, 12, 17, 27, 28, 30 e 33) e explica 42% da variância e o Factor B5, Ansiedade/Problemas Somáticos, com 8 itens (2, 5, 9, 18, 23, 24, 36 e 38) e explica 9% da variância. Procedimentos A recolha da amostra decorreu durante o segundo trimestre de 2009, através de questionários de auto-preenchimento, anónimos e confidenciais. Os questionários foram preenchidos por educadores de infância, quer na amostra brasileira quer na amostra portuguesa, que aplicaram o PKBS-2 ao seu grupo, avaliando cada uma das crianças,

3 em cada um dos itens. Esta avaliação deveria reflectir as suas observações a respeito do comportamento da criança, nos últimos 3 meses. As questões éticas foram respeitadas, a participação foi voluntária e cada questionário era acompanhado de carta explicativa dos objectivos, das condições da pesquisa, sendo assegurada a confidencialidade e anonimato dos dados. Utilizamos para a análise dos dados o programa estatístico SPSS (Statistical Package for Social Sciences), versão 16.0, para MS Windows. RESULTADOS Os resultados do PKBS-2 evidenciam que as 110 crianças brasileiras frequentam Instituição Privada (52,7%), têm idades compreendidas entre os 36 e os 72 meses (M = 59,38; DP =12,06), em que 40,0% das crianças têm 72 meses, 26,4% têm entre 51 a 60 meses, 24,6% têm entre 44 e 50 meses e 9,0% têm entre 36 e 40 meses. Outra das variáveis em análise foi o tempo de frequência no jardim-de-infância, variando entre 6 e 42 meses (M= 28,25; DP= 13,39). O Educador brasileiro que aplicou o instrumento tem uma prática educativa de 6 anos (M = 6,77; DP = 3,73) e o registo das observações foi elaborado no espaço educativo/sala (100%). TABELA 1 Comparação entre Brasil e Portugal: Idade da criança e Tempo de frequência A m o stra B ras ile ira A m o stra P ortug u e sa N m ín im o m áx im o M D P N m ínim o m áx im o M D P Id ad e (m e ses) , , , ,0 0 T em p o freq uênc ia d o JI (m eses) , , , ,3 0 As 110 crianças que compõem a amostra portuguesa frequentam Instituições de Educação de Infância Públicas (60,9%) e Particulares de Solidariedade Social IPSS (39,1%), com idades compreendidas entre os 36 e os 75 meses (M = 54,23; DP = 11,00). A análise das idades mostra que 7,3% das crianças têm entre 75 e 72 meses, 12,7% tem entre 69 e 62 meses, 36,4% tem entre 60 e 52 meses, 24,5% tem entre 48 e

4 45 meses e 16,4% tem entre 38 e 36 meses. Outra das variáveis em análise foi o tempo de frequência do jardim-de-infância, variando entre 1 mês e 44 meses (M= 19,22; DP= 12,30), em que 57,3% das crianças frequentam-no há pelo menos 12 meses, 22,0% frequentam-no entre 12 e 24 meses, 17,4% frequentam-no entre 24 a 36 meses e ainda encontramos 3,4% de criança que frequentam o jardim-de-infância há 44 meses. Os dados mostram ainda que o Educador português que aplicou o instrumento tem uma prática educativa de 4 anos (M = 4,82; DP = 7,90) e o registo das observações foi elaborado no espaço educativo/sala (18,2%) e no jardim-de-infância (81,8%). Quando comparados os factores da Escala de Aptidões Sociais foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os dois países. Relativamente à Cooperação Social os dados indicam que foram as crianças portuguesas que tiveram valores médios mais elevados (M = 30,34; DP = 5,78; t = 7,28; gl = 218; p =.000). A Escala de Problemas de Comportamento revela também diferenças estatisticamente significativas entre os países em estudo. Contudo, foram as crianças Brasileiras que apresentaram valores médios mais elevados, quer no factor Auto-centrado/Explosivo (M = 16,35; DP = 6,50; t = -6,82; gl = 208; p =.000), quer no factor Ansiedade/Problemas Somáticos (M = 12,52; DP = 3,68; t = -10,20; gl = 218; p =.000).do PC E e do PC I respectivamente. DISCUSSÃO Os resultados deste estudo com a aplicação do PKBS, ainda que exploratório, demonstram que no que concerne às aptidões sociais das crianças portuguesas, quando comparadas com as brasileiras, as primeiras apresentam melhores índices nas aptidões sociais. Quanto aos problemas comportamentais, poderemos verificar que são as crianças brasileiras as que apresentam resultados mais elevados, indicadores de maiores problemas naquela amostra. Contudo ambos os resultados apresentados deverão ser interpretados com reservas e lidos com alguma precaução, visto ser um estudo preliminar, onde não puderam ser controladas as variáveis parasitas, bem como o facto de as amostras brasileiras terem sido recolhidas numa comunidade de ONG, não sendo representativo da realidade brasileira. Ao comparar os dois países constatamos que as crianças portuguesas que frequentam a educação pré-escolar apresentam comportamentos sociais e emocionais mais ajustados, enquanto as crianças brasileiras que frequentam o mesmo nível de ensino, revelam ter comportamentos problemáticos ao nível social e emocional. Tais resultados podem ser explicados pelos contextos sócio-culturais onde as amostras foram recolhidas: as crianças portuguesas vivem em zonas urbanas, expostas a menos factores de risco, têm famílias melhor estruturadas quer do ponto de vista social, emocional e económico e passam por menos

5 necessidades. As crianças brasileiras, por seu lado, são provenientes de famílias socioeconómicas e culturalmente desfavorecidas, vivem na zona periférica de uma cidade do interior do estado de São Paulo e são quotidianamente expostas a factores de risco e às adversidades. Frequentam um Centro de Atendimento Comunitário mantido por uma ONG no período da manhã e a escola à tarde. Tais resultados na amostra brasileira vêm de encontro aos resultados obtidos anteriormente por Andreucci (2009), que demonstram a necessidade de intervenção junto das crianças brasileiras dessa comunidade, especificamente ao nível de programas de aprendizagem social e emocional para saberem lidar com as adversidades, controlar os seus níveis de ansiedade, auto-conceito, auto-estima, resiliência e saúde mental, a fim de terem uma melhor qualidade de vida e bem-estar, geradores de sucesso pessoal e escolar. Bibliografia Andreucci, L.; Pereira, A., Cró, M., Rocha, A., Ferreira, C., Loureiro, L., Oliveira, P., Pereira, T. (2009). Promoção da Resiliência em crianças: Programa Strong Start.. In Bonito, J. (Coord.), Educação para a Saúde no Século XXI: Teorias, Modelos e Práticas. Actas do II Congresso Nacional para a Educação da Saúde (pp ). Évora: Universidade de Évora. Andreucci, L.; Pereira, A., Cró, M., Rocha, A., (2009). Resiliência: Estudo Comparativo entre Portugal e Brasil. Actas do I Congresso Luso-Brasileiro de Psicologia da Saúde (pp ). Faro: Universidade do Algarve. Dias, I & Pereira, A (2007) Promover competências no ensino superior -o caso da educação de infância. In Actas do IX Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação Educação para o sucesso: políticas e actores. Funchal: SPCE (CD Rom) Faust, J. (2006).Preventing depression and anxiety: An evaluation of a socialemotional curriculum. Unpublished education specialist project, Whitewater: University of Wisconsin. Gomes, R; Pereira, A; Merrell, K. (2009). Avaliação Sócio -Emocional: Estudo exploratório do PKBS-2 de Merrell aplicado a crianças portuguesas em idade pré escolar. In Silva, Bento D.; Almeida, Leandro S.; Barca, Alfonso & Peralbo, Manuel (org.). Actas do X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. pp Braga: Universidade do Minho. Merrell, K.; Whitcomb, S. & Parisi, D. (2009). Strong Start Pre K: A social and emotional learning curriculum. Pre K. Baltimore: Paul H.Brookes Publishing. Merrell, K.; Parisi, D. & Whitcomb, S.(2007). Strong Start-Grade K 2: A social and emotional learning curriculum. Baltimore: Paul H. Brookes Publishing. Merrell, K. W. (2002). Preschool and Kindergarten Behavior Scales, Second Edition. Austin, TX:PRO-ED.

6

AVALIAÇÃO SÓCIO-EMOCIONAL: ESTUDO EXPLORATÓRIO DO PKBS-2 DE MERRELL APLICADO A CIANÇAS PORTUGUESAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR

AVALIAÇÃO SÓCIO-EMOCIONAL: ESTUDO EXPLORATÓRIO DO PKBS-2 DE MERRELL APLICADO A CIANÇAS PORTUGUESAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR AVALIAÇÃO SÓCIO-EMOCIONAL: ESTUDO EXPLORATÓRIO DO PKBS-2 DE MERRELL APLICADO A CIANÇAS PORTUGUESAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR Rosa Maria Gomes Universidade de Aveiro rosa.gomes@ua.pt Anabela Sousa Pereira Universidade

Leia mais

landreucci@ua.pt: ; liviachristina2005@gmail.com 963397542 Portuguesa/ Brasileira De 02/1996 de 1996 até a presente data.

landreucci@ua.pt: ; liviachristina2005@gmail.com 963397542 Portuguesa/ Brasileira De 02/1996 de 1996 até a presente data. CURRICULUM VITAE DADOS PESSOAIS Nome Morada E-mail Telefone Nacionalidade Aveiro landreucci@ua.pt: ; liviachristina2005@gmail.com 963397542 Portuguesa/ Brasileira LOCAL DE TRABALHO Universidade de Aveiro

Leia mais

Interacções número 5. pp. 179-188. do Autor 2003 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS. Maria Manuela Pereira

Interacções número 5. pp. 179-188. do Autor 2003 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS. Maria Manuela Pereira Escola Superior de Altos Estudos 179 CONSUMO DE ÁLCOOL NA ADOLESCÊNCIA E RELAÇÕES PARENTAIS Maria Manuela Pereira Dissertação de Mestrado em Sociopsicologia da Saúde - Consumo de Álcool na Adolescência

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Manuel Joaquim Flores Fernandes NOME

CURRICULUM VITAE. Manuel Joaquim Flores Fernandes NOME CURRICULUM VITAE NOME Manuel Joaquim Flores Fernandes Naturalidade: Rossas - Vieira do Minho Data de Nascimento: 31 de Outubro de 1969 Bilhete de Identidade Nº 8423421 - emitido em 04/07/2007 pelo Arquivo

Leia mais

Validação do BSI numa amostra portuguesa de mulheres com cancro da mama

Validação do BSI numa amostra portuguesa de mulheres com cancro da mama Actas do 6 Congresso Nacional de Psicologia da Saúde Organizado por Isabel Leal, José Pais Ribeiro, e Saul Neves de Jesus 2006, Faro: Universidade do Àlgarve Validação do BSI numa amostra portuguesa de

Leia mais

AUTO-EFICÁCIA PARA A APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA: O CASO DOS ADULTOS EM PROCESSO DE RVCC

AUTO-EFICÁCIA PARA A APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA: O CASO DOS ADULTOS EM PROCESSO DE RVCC AUTO-EFICÁCIA PARA A APRENDIZAGEM AUTODIRIGIDA: O CASO DOS ADULTOS EM PROCESSO DE RVCC Maria João Cunha e Albertina L. Oliveira Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

Leia mais

Adaptação do Youth Psychopathic Traits Inventory" (YPI): Estudo preliminar Margarida Simões 1, Rui Abrunhosa Gonçalves 2 & José Lopes 1

Adaptação do Youth Psychopathic Traits Inventory (YPI): Estudo preliminar Margarida Simões 1, Rui Abrunhosa Gonçalves 2 & José Lopes 1 30 Adaptação do Youth Psychopathic Traits Inventory" (YPI): Estudo preliminar Margarida Simões 1, Rui Abrunhosa Gonçalves 2 & José Lopes 1 1 Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro 2 Universidade do

Leia mais

Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis

Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis Actas do 6 Congresso Nacional de Psicologia da Saúde Organizado por Isabel Leal, José Pais Ribeiro, e Saul Neves de Jesus 2006, Faro: Universidade do Algarve Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis

Leia mais

ADAPTAÇÃO DE TRÊS QUESTIONÁRIOS PARA A POPULAÇÃO PORTUGUESA BASEADOS NA TEORIA DE AUTO-DETERMINAÇÃO. Sónia Mestre, José Pais Ribeiro

ADAPTAÇÃO DE TRÊS QUESTIONÁRIOS PARA A POPULAÇÃO PORTUGUESA BASEADOS NA TEORIA DE AUTO-DETERMINAÇÃO. Sónia Mestre, José Pais Ribeiro Referência Mestre, S., & Pais Ribeiro, J. (2008). Adaptação de três questionários para a população portuguesa baseados na teoria de auto-determinação. In: I.Leal, J.Pais-Ribeiro, I. Silva & S.Marques (Edts.).

Leia mais

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral MOTIVAÇÃO DE ALUNOS COM E SEM UTILIZAÇÃO DAS TIC EM SALA DE AULA Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE npmeneses@gmail.com Doutora Sónia Rolland Sobral UNIVERSIDADE PORTUCALENSE

Leia mais

AUTO-CONCEITO E ADAPTAÇÃO AO ENSINO SUPERIOR: ESTUDO DIFERENCIAL COM ALUNOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO

AUTO-CONCEITO E ADAPTAÇÃO AO ENSINO SUPERIOR: ESTUDO DIFERENCIAL COM ALUNOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO AUTO-CONCEITO E ADAPTAÇÃO AO ENSINO SUPERIOR: ESTUDO DIFERENCIAL COM ALUNOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO Joana Stocker & Luísa Faria Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Leia mais

Victor Manuel da Conceição Viana

Victor Manuel da Conceição Viana - A informação introduzida nas fichas individuais é da inteira responsabilidade do autor - Victor Manuel da Conceição Viana Professor Associado Convidado Habilitações Académicas Formação Pré-Graduada em

Leia mais

RELATÓRIO PROJECTO DA TESE DE DOUTORAMENTO EM PSICOLOGIA CLÍNICA O TRABALHO PSICOTERAPÊUTICO NOS CUIDADOS PRIMÁRIOS VIVÊNCIAS DOS UTENTES

RELATÓRIO PROJECTO DA TESE DE DOUTORAMENTO EM PSICOLOGIA CLÍNICA O TRABALHO PSICOTERAPÊUTICO NOS CUIDADOS PRIMÁRIOS VIVÊNCIAS DOS UTENTES RELATÓRIO PROJECTO DA TESE DE DOUTORAMENTO EM PSICOLOGIA CLÍNICA O TRABALHO PSICOTERAPÊUTICO NOS CUIDADOS PRIMÁRIOS VIVÊNCIAS DOS UTENTES Doutoranda: Cecília Rodrigues Medeiros Orientador: Prof. Dr. Rui

Leia mais

Auto-conceito/auto-estima e vinculação nas relações de namoro em estudantes do ensino secundário

Auto-conceito/auto-estima e vinculação nas relações de namoro em estudantes do ensino secundário 1615 Auto-conceito/auto-estima e vinculação nas relações de namoro em estudantes do ensino secundário Susana Custódio 1, Carla Domingues 1, Lindsay Vicente 1, Marta Silva 1, Mónica Dias 1 & Sara Coelho

Leia mais

Estudo Comparativo entre Brasil e Portugal sobre a Avaliação Sócio Emocional de Crianças

Estudo Comparativo entre Brasil e Portugal sobre a Avaliação Sócio Emocional de Crianças 116 Estudo Comparativo entre Brasil e Portugal sobre a Avaliação Sócio Emocional de Crianças Livia Andreucci 1, Rosa Maria Gomes 1, Natália Abrantes 1, Anabela Pereira 1, Graziela Pereira 1 & Lurdes Cró

Leia mais

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Autor(es): Margarida Gaspar de Matos (1) Daniel Sampaio (2) & Equipa do Projecto Aventura Social (3) (1) Faculdade de Motricidade Humana/UTL;

Leia mais

INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE

INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO CURRICULUM VITAE Informação Pessoal Nome Morada INÊS NOBRE MARTINS CAMACHO Av. 25 de Abril nº 32 5º D 2800-299 ALMADA Telemóvel Correio electrónico, icamacho@fmh.utl.pt de nascimento

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva Preâmbulo A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e as práticas são concebidas para promover, tanto quanto possível, a aprendizagem de todos os alunos.

Leia mais

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,

Leia mais

Transição e adaptação ao ensino superior artístico

Transição e adaptação ao ensino superior artístico s í s i f o / r e v i s t a d e c i ê n c i a s d a e d u c a ç ã o n.º 7 s e t / d e z 0 8 i s s n 1 6 4 6 4 9 9 0 Transição e adaptação ao ensino superior artístico Isabel Duarte iduarte@esd.ipl.pt Escola

Leia mais

Dissertação de Mestrado. A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho de Santa Maria da Feira

Dissertação de Mestrado. A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho de Santa Maria da Feira UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO Mestrado em Ensino da Educação Física no Ensino Básico e Secundário Dissertação de Mestrado A Motivação para as Aulas de Educação Física no3º ciclo do Concelho

Leia mais

(Quatro anos depois) 1998-2002. Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 OS ADOLESCENTES PORTUGUESES AVENTURA SOCIAL & SAÚDE 1987-2006

(Quatro anos depois) 1998-2002. Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 OS ADOLESCENTES PORTUGUESES AVENTURA SOCIAL & SAÚDE 1987-2006 (Quatro anos depois) 1998-2002 Margarida Gaspar de Matos, *Faculdade de Motricidade Humana. ** CMDT/ Instituto de Higiéne e Medicina Tropical Promoção da Saúde Oral nos Jovens, Janeiro 2006 1987-2006 Parceiros

Leia mais

Estudo de Adaptação e Validação das The Mehrabian Self-Esteem (MSE) And Optimism-Pessimism (MOP) Scales

Estudo de Adaptação e Validação das The Mehrabian Self-Esteem (MSE) And Optimism-Pessimism (MOP) Scales 166 Estudo de Adaptação e Validação das The Mehrabian Self-Esteem (MSE) And Optimism-Pessimism (MOP) Scales Susana Custódio 1, Anabela Pereira 2 & Graça Seco 3 1 Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico

Leia mais

Acidentes de moto nos adolescentes e algumas configurações psíquicas (*)

Acidentes de moto nos adolescentes e algumas configurações psíquicas (*) Análise Psicológica (1998), 4 (XVI): 647-653 Acidentes de moto nos adolescentes e algumas configurações psíquicas (*) MANUEL MATOS (**) Em 1991 investigámos sobre acidentes de motorizada em adolescentes

Leia mais

AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES

AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES Mini Curso 03 AUTOEFICÁCIA DE GESTORES ESCOLARES: ALGUMAS PERCEPÇÕES Guerreiro-Casanova, Daniela Couto UNICAMP 1 Azzi, Roberta Gurgel UNICAMP Este estudo descritivo e quantitativo teve como objetivo analisar

Leia mais

MOTIVAÇÃO ACADÊMICA E ATRIBUIÇÕES CAUSAIS: A ESCALA QEAP48 NUMA AMOSTRA DE ALUNOS UNIVERSITARIOS DE RONDÔNIA E HUMAITÁ (AMAZÔNIA, BRASIL)

MOTIVAÇÃO ACADÊMICA E ATRIBUIÇÕES CAUSAIS: A ESCALA QEAP48 NUMA AMOSTRA DE ALUNOS UNIVERSITARIOS DE RONDÔNIA E HUMAITÁ (AMAZÔNIA, BRASIL) MOTIVAÇÃO ACADÊMICA E ATRIBUIÇÕES CAUSAIS: A ESCALA QEAP48 NUMA AMOSTRA DE ALUNOS UNIVERSITARIOS DE RONDÔNIA E HUMAITÁ (AMAZÔNIA, BRASIL) Alfonso Barca Lozano, Suely A. Mascarenhas*, Florencio Vicente

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Dados Pessoais. Nome: Maria Manuela Gonçalves Sousa Peixoto. Nacionalidade: Portuguesa. Data de nascimento: 24 de Maio de 1985

CURRICULUM VITAE. Dados Pessoais. Nome: Maria Manuela Gonçalves Sousa Peixoto. Nacionalidade: Portuguesa. Data de nascimento: 24 de Maio de 1985 CURRICULUM VITAE Dados Pessoais Nome: Maria Manuela Gonçalves Sousa Peixoto Nacionalidade: Portuguesa Data de nascimento: 24 de Maio de 1985 Contacto: nelinha.peixoto@gmail.com Instituição: Universidade

Leia mais

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A psicologia na disfunção sexual

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade A psicologia na disfunção sexual Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A Psicologia faz parte integrante de todas as áreas exploradas, mas também pode funcionar de forma independente das restantes especialidades, ou

Leia mais

1. Problema Geral de Investigação

1. Problema Geral de Investigação O CONTRIBUTO DO DISTRESS, BURNOUT E BEM-ESTAR PARA O ABSENTISMO E SATISFAÇÃO: UM ESTUDO COM TRABALHADORES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM CONTEXTO UNIVERSITÁRIO Sónia Borges Índice 1. Enquadramento Geral da

Leia mais

isa.alves.esteves@gmail.com Planear e dinamizar actividades

isa.alves.esteves@gmail.com Planear e dinamizar actividades Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido (s) / Nome próprio Alves Esteves, Isabel Morada Rua da Formiga, n. º 62, Apartamento 602, 4750-159 Arcozelo arcelos (Portugal) Telefone 253815379 Telemóvel 916390227

Leia mais

1. Introdução NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS DE 9 ANOS FORA DO CONTEXTO ESCOLAR: ESTUDO EM MEIO URBANO E MEIO RURAL

1. Introdução NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS DE 9 ANOS FORA DO CONTEXTO ESCOLAR: ESTUDO EM MEIO URBANO E MEIO RURAL NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA EM CRIANÇAS DE 9 ANOS FORA DO CONTEXTO ESCOLAR: ESTUDO EM MEIO URBANO E MEIO RURAL Carlos Madanços, Liliana Dias, Sérgio Barbosa, Beatriz Pereira e Graça S. Carvalho Instituto

Leia mais

Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior

Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior 1 Comunidades de Aprendizagem na Web: Uma Experiência com Alunos do Ensino Superior Luísa Miranda e Carlos Morais, Instituto Politécnico de Bragança, Paulo Dias e Conceição Almeida, Universidade do Minho

Leia mais

COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES

COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES COMPORTAMENTO ALIMENTAR, AUTOCONCEITO E IMAGEM CORPORAL EM PRÉ-ADOLESCENTES COMO FATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES Renata Tavares Beschizza Pini;Alessandra Costa Pereira

Leia mais

Projecto de criação de uma escola de Gestão das Artes. Algumas considerações estratégicas

Projecto de criação de uma escola de Gestão das Artes. Algumas considerações estratégicas Projecto de criação de uma escola de Gestão das Artes Algumas considerações estratégicas António Jorge Monteiro Abril de 1992 2 I. A História II. O Mercado III. Os Cursos IV. Os Professores V. Os Alunos

Leia mais

BIBLIOGRAFIA. Abrantes, P. (coord), Precatado, A.; Lopes, A. V.; Baeta, A.; Ferreira, E.; et al. (1998).

BIBLIOGRAFIA. Abrantes, P. (coord), Precatado, A.; Lopes, A. V.; Baeta, A.; Ferreira, E.; et al. (1998). BIBLIOGRAFIA Abrantes, P. (coord), Precatado, A.; Lopes, A. V.; Baeta, A.; Ferreira, E.; et al. (1998). Diagnóstico e Recomendações para o Ensino e Aprendizagem da Matemática. Relatório preliminar. Lisboa:

Leia mais

XXVI SIMPÓSIO ANPAE RECIFE, MAIO DE 2013 POLÍTICA E GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR

XXVI SIMPÓSIO ANPAE RECIFE, MAIO DE 2013 POLÍTICA E GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR XXVI SIMPÓSIO ANPAE RECIFE, MAIO DE 2013 POLÍTICA E GESTÃO DO ENSINO SUPERIOR DESAFIOS PARA A GESTÃO DA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA NO ENSINO SUPERIOR INDICADORES DE PESQUISA COM ESTUDANTES DA UFAM Suely Aparecida

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS E PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO

CENTRO DE ESTUDOS E PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO CENTRO DE ESTUDOS E PROJECTOS DE INVESTIGAÇÃO Estudo Exploratório Foi lançado em Setembro de 2008 um estudo preliminar destinado à caracterização sóciodemográfica da população-alvo e a avaliar a situação

Leia mais

Alexandra Isabel Cabral da Silva Gomes. alexandragomes@gmail.com. Aprovado com Muito Bom por unanimidade. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

Alexandra Isabel Cabral da Silva Gomes. alexandragomes@gmail.com. Aprovado com Muito Bom por unanimidade. Faculdade de Ciências Humanas e Sociais INFORMAÇÕES PESSOAIS Nome Alexandra Isabel Cabral da Silva Gomes Local e data de nascimento Lisboa, 02 de Junho de 1982 Morada Rua António Belchior Junior, Edf. Jardim das Figuras, Nº4, 1º Dto. 8005-328

Leia mais

Simulação e avaliação de um módulo de aprendizagem de Alimentação Humana em formato de Webinar

Simulação e avaliação de um módulo de aprendizagem de Alimentação Humana em formato de Webinar Simulação e avaliação de um módulo de aprendizagem de Alimentação Humana em formato de Webinar Renata Barros 1, Maria Teresa Campos 1, Pedro Carvalho 1, Vítor Hugo Teixeira 1, Rui Chilro 1, André Moreira

Leia mais

RESUMO Introdução: Objetivo: Método: Amostra: Instrumento e procedimentos: Resultados: Conclusão: Palavras-chave: Introdução

RESUMO Introdução: Objetivo: Método: Amostra: Instrumento e procedimentos: Resultados: Conclusão: Palavras-chave: Introdução ORIENTAÇÃO PARA SAÚDE: INDICADORES DO BEM ESTAR SUBJETIVO DE DISCENTES DO ENSINO SUPERIOR NO AMAZONAS PELUSO, Mayla Luzia Algayer[1]. MASCARENHAS, Suely A. do Nascimento[2] RESUMO Introdução: O bem-estar

Leia mais

TABAGISMO. Estratégias de Coping e Estima de Si. Estudo Preliminar numa Comunidade Académica

TABAGISMO. Estratégias de Coping e Estima de Si. Estudo Preliminar numa Comunidade Académica TABAGISMO Estratégias de Coping e Estima de Si Estudo Preliminar numa Comunidade Académica Estudo Realizado na Universidade Autónoma de Lisboa - UAL Autores Hipólito, J., Nunes, O., Tap, P., (Coordenadores)

Leia mais

3.2 Descrição e aplicação do instrumento de avaliação

3.2 Descrição e aplicação do instrumento de avaliação Após uma revisão literária dos vários autores que se debruçaram sobre a temática do nosso estudo, passamos a apresentar os procedimentos metodológicos adoptados no presente estudo. Neste capítulo apresentamos

Leia mais

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DOS PROCESSOS RVCC NO CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DA FUNDAÇÃO ALENTEJO: O PERÍODO DE 2000-2005

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DOS PROCESSOS RVCC NO CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DA FUNDAÇÃO ALENTEJO: O PERÍODO DE 2000-2005 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS DOS PROCESSOS RVCC NO CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES DA FUNDAÇÃO ALENTEJO: O PERÍODO DE 2000-2005 SANDRA BRAGA 1 & BRAVO NICO Resumo A educação e formação de adultos tem constituído,

Leia mais

AS TIC EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PORTUGUESA: ATITUDES, MEIOS E PRÁTICAS DE EDUCADORES E CRIANÇAS. Rita Brito Universidade de Málaga britoarita@gmail.

AS TIC EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PORTUGUESA: ATITUDES, MEIOS E PRÁTICAS DE EDUCADORES E CRIANÇAS. Rita Brito Universidade de Málaga britoarita@gmail. AS TIC EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR PORTUGUESA: ATITUDES, MEIOS E PRÁTICAS DE EDUCADORES E CRIANÇAS Rita Brito Universidade de Málaga britoarita@gmail.com Resumo Pretendemos com este estudo verificar as atitudes,

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

DE PAR EM PAR NA U. PORTO

DE PAR EM PAR NA U. PORTO J. P. Pêgo et al. 1 DE PAR EM PAR NA U. PORTO Um programa multidisciplinar de observação de aulas em parceria 1 João Pedro Pêgo, 1 José Manuel Martins Ferreira, 2 Amélia Lopes, 2 Ana Mouraz 1 Universidade

Leia mais

XIX JORNADAS DE CARDIOLOGIA DE SANTARÉM

XIX JORNADAS DE CARDIOLOGIA DE SANTARÉM XIX JORNADAS DE CARDIOLOGIA DE SANTARÉM ESCALA DE AUTO-CUIDADO PARA A PESSOA COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA C. Marques, E. Rebola, M. Lopes, T. Pequito Porquê? A IC constitui-se como um grande problema de

Leia mais

GENOGRAMA DE DOUTORAMENTOS EM PORTUGAL PhD Research in Vocational Psychology

GENOGRAMA DE DOUTORAMENTOS EM PORTUGAL PhD Research in Vocational Psychology GENOGRAMA DE DOUTORAMENTOS EM PORTUGAL PhD Research in Vocational Psychology Genograma Vocacional O Genograma que a seguir se apresenta, visa dar a conhecer o desenvolvimento e o progresso da investigação

Leia mais

CNIS / CES / EDUCAÇÃO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS

CNIS / CES / EDUCAÇÃO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS A EDUCAÇÃO NO SECTOR SOLIDÁRIO 1 1. FUNDAMENTOS DE UMA PROPOSTA O Sector Solidário, neste caso a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS), assume que o sistema educativo 1 é um dos

Leia mais

Imagem Corporal de adolescentes estudantes do IF Sudeste MG Câmpus Barbacena

Imagem Corporal de adolescentes estudantes do IF Sudeste MG Câmpus Barbacena Imagem Corporal de adolescentes estudantes do IF Sudeste MG Câmpus Barbacena Tassiana Aparecida Hudson 1, Ana Carolina Soares Amaral 2 ¹Acadêmica do Curso Superior de Licenciatura em Educação Física, Instituto

Leia mais

CONTRIBUTOS DA UNIVERSIDADE PARA A PROMOÇÃO DO POTENCIAL EMPREENDEDOR DOS ESTUDANTES

CONTRIBUTOS DA UNIVERSIDADE PARA A PROMOÇÃO DO POTENCIAL EMPREENDEDOR DOS ESTUDANTES CONTRIBUTOS DA UNIVERSIDADE PARA A PROMOÇÃO DO POTENCIAL EMPREENDEDOR DOS ESTUDANTES VII Simpósio sobre Comportamento Organizacional, ISCTE, 2012 Luísa Ribeiro Trigo e Leonor Cabral Universidade Católica

Leia mais

BOYLE, Tom (1997) -Design for multimedia learning. Prentice Hall Europe (1997)

BOYLE, Tom (1997) -Design for multimedia learning. Prentice Hall Europe (1997) Bibliografia ABRANTES, Paulo (2002) Reorganização Curricular do Ensino Básico: Avaliação das Aprendizagens. Ministério da Educação: Departamento da Educação Básica (2002) [Disponível on-line a 1-9-2003

Leia mais

Escola Nacional de. Saúde Pública

Escola Nacional de. Saúde Pública Escola Nacional de Saúde Pública 6º CURSO DE MESTRADO EM SAÚDE PÚBLICA (2002/2004) MÓDULO DE INTRODUÇÃO À PROMOÇÃO E PROTECÇÃO DA SAÚDE CUIDADOS CONTINUADOS DE SAÚDE E APOIO SOCIAL - UMA REFLEXÃO - Elaborado

Leia mais

STRESS NO CONTEXTO DESPORTIVO: ESTUDO EXPLORATÓRIO NA DIVISÃO A1 MASCULINA E FEMININA DE VOLEIBOL

STRESS NO CONTEXTO DESPORTIVO: ESTUDO EXPLORATÓRIO NA DIVISÃO A1 MASCULINA E FEMININA DE VOLEIBOL STRESS NO CONTEXTO DESPORTIVO: ESTUDO EXPLORATÓRIO NA DIVISÃO A1 MASCULINA E FEMININA DE VOLEIBOL Manuel Almeida Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto (FCDEFUP)

Leia mais

Conclusões e Recomendações

Conclusões e Recomendações Conclusões e Recomendações Como corolário do nosso estudo apresentaremos uma reflexão decorrente da Revisão da Literatura realizada sobre DA conceptualização, avaliação e atendimento; o Autoconceito conceptualização,

Leia mais

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO

CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO PROJECTO CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO do Hospital de Santa Maria CENTRO DE AMBULATÓRIO PEDIÁTRICO MARIA RAPOSA Todos os anos, um número crescente de crianças, dos 0 aos 18 anos de idade, são assistidas

Leia mais

Bar-On Inventário de Quociente Emocional (Bar-On EQ-i: YV)

Bar-On Inventário de Quociente Emocional (Bar-On EQ-i: YV) 25-27 Julho 2011 Faculdade de Psicologia Universidade de Lisboa Portugal Bar-On Inventário de Quociente Emocional (Bar-On EQ-i: YV) Estudos portugueses com crianças e jovens do Ensino Básico Adelinda Araújo

Leia mais

Anexo I - Questionário

Anexo I - Questionário Anexo I - Questionário Joana Alexandra de Jesus Amorim, aluna do 4º ano da Licenciatura em Enfermagem da Universidade Fernando Pessoa, encontra-se a realizar um trabalho de investigação com o título Cirurgia

Leia mais

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL

ANEXO III 15-03-2013 RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL ANEXO III RECOLHA DE PERCEPÇÕES INOVAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL -- ÍNDICE ÍNDICE. OBJECTIVOS E ÂMBITO DO ESTUDO. METODOLOGIA. RESUMO. INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL. INOVAÇÃO NOS ÚLTIMOS 6 ANOS 6. APRENDIZAGEM

Leia mais

OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO

OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO OFICINA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EMPREENDEDORISMO Modalidade: Oficina de Formação Registo de Acreditação: CCPFC/ACC-79411/14 Duração: 25 horas presenciais + 25 horas não presenciais Destinatários:

Leia mais

CURRICULUM VITAE. Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra

CURRICULUM VITAE. Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra CURRICULUM VITAE 1. Dados Pessoais Nome Paulo Jorge Ferreira Gomes, casado, natural de Lisboa, Portugal, nascido a 11/11/72. Morada R. Maria Almira Medina, nº26 2710-717 Sintra Contactos 913482441 p11gomes@hotmail.com

Leia mais

Datas De Setembro de 2008 a Dezembro de 2009. Unidade de Convalescença - Hospital de Ovar Dr. Francisco Zagalo Rua Dr. Nunes Silva, 3880-113 Ovar

Datas De Setembro de 2008 a Dezembro de 2009. Unidade de Convalescença - Hospital de Ovar Dr. Francisco Zagalo Rua Dr. Nunes Silva, 3880-113 Ovar Curriculum Vitae Informação pessoal Apelido(s) / Nome(s) próprio(s) Correio(s) electrónico(s) VALENTE, MARIA ALEXANDRA FERREIRA Morada(s) Rua Bento Menni, n.º 8 Idanha 2605-077 Belas Telemóvel 00351 969082988

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA ANO LECTIVO 2009/2010 [DEPARTAMENTO de EDUCAÇÃO] [Anabela Sousa Pereira] [Mestrado em Psicologia na especialização de Psicologia Clínica e da Saúde] 1.

Leia mais

EFICÁCIA DUM PROGRAMA DE TREINO DE COMPETÊNCIAS E HÁBITOS DE ESTUDO COM ALUNOS DO 7º ANO DE ESCOLARIDADE. Diana Passeira Torres 10219@ufp.

EFICÁCIA DUM PROGRAMA DE TREINO DE COMPETÊNCIAS E HÁBITOS DE ESTUDO COM ALUNOS DO 7º ANO DE ESCOLARIDADE. Diana Passeira Torres 10219@ufp. EFICÁCIA DUM PROGRAMA DE TREINO DE COMPETÊNCIAS E HÁBITOS DE ESTUDO COM ALUNOS DO 7º ANO DE ESCOLARIDADE Diana Passeira Torres 10219@ufp.pt Francisco Sampaio Gomes Centro de Estudos em Psicologia, Universidade

Leia mais

LENCASTRE, José Alberto & CHAVES, José Henrique (2006). Uma experiência de b-learning no âmbito da disciplina de tecnologias da imagem do mestrado em

LENCASTRE, José Alberto & CHAVES, José Henrique (2006). Uma experiência de b-learning no âmbito da disciplina de tecnologias da imagem do mestrado em LENCASTRE, José Alberto & CHAVES, José Henrique (2006). Uma experiência de b-learning no âmbito da disciplina de tecnologias da imagem do mestrado em tecnologia educativa da Universidade do Minho. In Alonso,

Leia mais

C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico

C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico Plano de Formação para a Certificação de Competências TIC Nível 2-2010 C406. Ensino e Aprendizagem com TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico - TURMA C - Formadores: Eunice Macedo

Leia mais

Mário Daniel Almeida. Júri

Mário Daniel Almeida. Júri A Qualidade de Vida como indicador síntese do sucesso de uma intervenção de Requalificação Urbana: O caso de estudo do Programa Polis no Cacém Mário Daniel Almeida Dissertação para obtenção do Grau de

Leia mais

CAPÍTULO 5 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS

CAPÍTULO 5 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS CAPÍTULO 5 APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS RESULTADOS Após a aplicação do instrumento de recolha de dados, torna-se necessário proceder à respectiva apresentação e análise dos mesmos, a fim de se poderem extrair

Leia mais

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo

ESCOLA DE PAIS.nee. Programa Escola de Pais.nee Formadora: Celmira Macedo 1 PROGRAMA DA ESCOLA DE PAIS I. Introdução A escola de pais apresenta-se com um espaço de formação para famílias (preferencialmente famílias de crianças com necessidades especiais), estando igualmente

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

O ENSINO SUPERIOR (2007) RESUMO

O ENSINO SUPERIOR (2007) RESUMO O ENSINO SUPERIOR (2007) Ana Moreira Psicóloga Clínica Email: ana_marco@hotmail.com RESUMO A ideia de que o Ensino Superior não é uma entidade puramente educativa, mas que se compõe de múltiplas tarefas

Leia mais

Psicologia: Reflexão e Crítica ISSN: 0102-7972 prcrev@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Brasil

Psicologia: Reflexão e Crítica ISSN: 0102-7972 prcrev@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Brasil Psicologia: Reflexão e Crítica ISSN: 0102-7972 prcrev@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Brasil Andriola Bandeira, Wagner; Cavalcante Rodrigues, Luanna Avaliação da depressão infantil em

Leia mais

NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM

NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM NÃO HÁ MEMÓRIA DE UMA CAUSA ASSIM CONTACTOS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMILIARES E AMIGOS DE DOENTES DE ALZHEIMER SEDE Av. de Ceuta Norte, Lote 15, Piso 3 - Quinta do Loureiro 1300-125 Lisboa Tel: 213 610

Leia mais

PERCEPÇÃO DA INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL E AUTOESTIMA DE IDOSAS DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO À SAÚDE

PERCEPÇÃO DA INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL E AUTOESTIMA DE IDOSAS DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO À SAÚDE PERCEPÇÃO DA INSATISFAÇÃO COM A IMAGEM CORPORAL E AUTOESTIMA DE IDOSAS DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO À SAÚDE Jarlson Carneiro Amorim da Silva¹, Luciano Meireles de Pontes² ¹Programa Associado de Pós-graduação

Leia mais

RELATÓRIO FRANCHISING

RELATÓRIO FRANCHISING RELATÓRIO FRANCHISING ESTUDO DO PERFIL E SATISFAÇÃO DO FRANCHISADO EM PORTUGAL JULHO 2013 Índice ENQUADRAMENTO... 3 METODOLOGIA (FICHA TÉCNICA)... 4 ANÁLISE DE RESULTADOS... 5 CARACTERIZAÇÃO DO FRANCHISADO...

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR

CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO ENTRE ESTUDANTES DE ODONTOLOGIA E FISIOTERAPIA DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Pedro Henrique Marques Andreo 1 ; Thyemi

Leia mais

8. A SAÚDE MENTAL E OS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS: IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL

8. A SAÚDE MENTAL E OS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS: IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL 8. A SAÚDE MENTAL E OS ESTABELECIMENTOS PRISIONAIS: IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL Francisco Miguel Correia Sampaio 1 ; Daniela Borges Carlos 2 RESUMO Contexto/Objetivos: O presente

Leia mais

Nelson Lima Santos Mestre Assistente Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - UFP

Nelson Lima Santos Mestre Assistente Faculdade de Ciências Humanas e Sociais - UFP Auto-conceito academico social e global em estudantes universitarios Luísa Faria Professora Associada Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - UP lfaria@fpce.up.pt Nelson Lima Santos Mestre

Leia mais

da Uniiversiidade de Évora

da Uniiversiidade de Évora Universidade de Évora Rellatóriio sobre o Inquériito aos Liicenciiados da Uniiversiidade de Évora Pró-Reitoria para a Avaliação e Política da Qualidade Jacinto Vidigal da Silva Luís Raposo Julho de 2010

Leia mais

Ajustamento emocional e social do superdotado em idade pré-escolar

Ajustamento emocional e social do superdotado em idade pré-escolar Ajustamento emocional e social do superdotado em idade pré-escolar Profa. MS. Cristiana de Campos Aspesi Universidade de Brasília UnB Secretaria de Educação do DF SEDF criaspesi@uol.com.br Considerações

Leia mais

Plano de Actividades 2009

Plano de Actividades 2009 Plano de Actividades 2009 Introdução No prosseguimento da sua missão consultiva, instituída no quadro da Lei de Bases do Sistema Educativo de 1986, e tendo por referência a Lei Orgânica (Decreto-lei nº

Leia mais

OLGA ZANDIRA MENDES SEMEDO

OLGA ZANDIRA MENDES SEMEDO OLGA ZANDIRA MENDES SEMEDO PAPEL DO DIRECTOR DE TURMA NA ESCOLA SECUNDÁRIA PEDRO GOMES LICENCIATURA EM PLANEAMENTO E GESTÃO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO (ISE) Praia, 2006 OLGA ZANDIRA MENDES

Leia mais

Introdução. Classificação Qualis/CAPES. Introdução. Religiosidade. Journal of Rehabilitation Medicine 2011; 43: 316 322. Papel protetor na saúde:

Introdução. Classificação Qualis/CAPES. Introdução. Religiosidade. Journal of Rehabilitation Medicine 2011; 43: 316 322. Papel protetor na saúde: Associação Médico-Espírita do Estado do Espírito Santo Departamento Acadêmico Estudo de Artigo Científico Afeta Saúde Mental, Dor e Qualidade de Vida em Pessoas Idosas em Ambulatório de Reabilitação Luiz

Leia mais

AFRONTAMIENTO PSICOLÓGICO EN EL SIGLO XXI STRESS ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO NUMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DO ENSINO BÁSICO

AFRONTAMIENTO PSICOLÓGICO EN EL SIGLO XXI STRESS ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO NUMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DO ENSINO BÁSICO AFRONTAMIENTO PSICOLÓGICO EN EL SIGLO XXI STRESS ORGANIZACIONAL: ESTUDO DE CASO NUMA INSTITUIÇÃO PARTICULAR DO ENSINO BÁSICO Hugo Manuel de Oliveira Lucas Licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. Mestre

Leia mais

Maria do Sameiro Araújo

Maria do Sameiro Araújo Curriculum Vitae Maria do Sameiro Araújo Setembro/2014110 PERCURSO ACADÉMICO E PROFISSIONAL Licenciou-se em Psicologia, área de Consulta Psicológica de Jovens e Adultos, na Faculdade de Psicologia e Ciências

Leia mais

Estudo psicométrico do PMA(*)

Estudo psicométrico do PMA(*) Análise Psicológica (1989), 123 (Vil): 209213 Estudo psicométrico do PMA(*) RUI BÁRTOLO RIBEIRO (* *) CARLOS ALVES MARQUES (**), O estudo das aptidões mentais primárias foi inicialmente desenvolvido por

Leia mais

UPA faz a diferença Acções de sensibilização pro saúde mental junto de jovens entre os 15 e os 18 anos: diferenças de género

UPA faz a diferença Acções de sensibilização pro saúde mental junto de jovens entre os 15 e os 18 anos: diferenças de género UPA faz a diferença Acções de sensibilização pro saúde mental junto de jovens entre os 15 e os 18 anos: diferenças de género Luísa Campos Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano - UCP Faculdade de

Leia mais

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica

Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Reconfiguração do contexto comunidade educativa: O Projecto Ria.EDU e a mediação tecnológica Florin Zamfir 1, Fernando Delgado 2 e Óscar Mealha 1 1 Universidade de Aveiro Departamento de Comunicação e

Leia mais

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção

43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção 43. Inovar a supervisão em Enfermagem: um projecto de investigação-intervenção Ana Macedo 1*, Rafaela Rosário 1, Flávia Vieira 2, Maria Silva 1, Fátima Braga 1, Cláudia Augusto 1, Cristins Araújo Martins

Leia mais

Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir. Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta da Direção da Associação Prevenir

Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir. Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta da Direção da Associação Prevenir PREVENIR um modelo de intervenção longitudinal PREVENIR a longitudinal intervention model Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta

Leia mais

Projectos de investigação

Projectos de investigação Teses e Projectos de Investigação 261 Projectos de investigação Software Educativo Multimédia: Estrutura, Interface e Aprendizagem Responsável: Ana Amélia Amorim Carvalho Departamento de Currículo e Tecnologia

Leia mais

ANEXO L Documento de apresentação do estudo. Programa de promoção da saúde no idoso

ANEXO L Documento de apresentação do estudo. Programa de promoção da saúde no idoso ANEXO L Documento de apresentação do estudo Programa de promoção da saúde no idoso Fundamentação teórica O envelhecimento Com o avançar da idade, o organismo desgasta-se. A esse processo chamamos envelhecimento.

Leia mais

A rádio como atividade pedagógica de integração das ciências da comunicação na formação dos nutricionistas

A rádio como atividade pedagógica de integração das ciências da comunicação na formação dos nutricionistas Minayo, M.C.S. (2010). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: HUCITEC. Parecer CNE/CES 3, de 7 de novembro de 2001. (2001). Ministério da Educação. Conselho Nacional

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO

GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei

Leia mais

BIBLIOGRAFIA DE FORMAÇÃO EM CONTEXTOS DE TRABALHO

BIBLIOGRAFIA DE FORMAÇÃO EM CONTEXTOS DE TRABALHO BIBLIOGRAFIA DE FORMAÇÃO EM CONTEXTOS DE TRABALHO Dossier 1 Índice 1 - ARTIGOS SELECCIONADOS PARA TRABALHOS DE GRUPO (para apresentação em sala de aula) Nunes, Luisa Arsénio. (1995); As dimensões formativas

Leia mais

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico

GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico INSPECÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO GESTÃO CURRICULAR Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico Relatório 008-009 Colecção Relatórios FICHA TÉCNICA Título Gestão Curricular na Educação Pré-Escolar e no

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NA ABORDAGEM DA HIGIENE DO CORPO EM PORTUGAL (2009/10-2010/11): UMA PRIMEIRA ANÁLISE DE MANUAIS ESCOLARES DE ESTUDO DO MEIO

ESTUDO COMPARATIVO NA ABORDAGEM DA HIGIENE DO CORPO EM PORTUGAL (2009/10-2010/11): UMA PRIMEIRA ANÁLISE DE MANUAIS ESCOLARES DE ESTUDO DO MEIO ESTUDO COMPARATIVO NA ABORDAGEM DA HIGIENE DO CORPO EM PORTUGAL (2009/10-2010/11): UMA PRIMEIRA ANÁLISE DE MANUAIS ESCOLARES DE ESTUDO DO MEIO Marta Bigas, Braga, Portugal, mbigas@iol.pt Fernando Guimarães,

Leia mais

Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17. 1. Objectivo

Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17. 1. Objectivo Código: CHCB.PI.HF.02 Edição: 1 Revisão: 1 Páginas:1 de 17 1. Objectivo Caracterizar o da Unidade de Consulta Externa do e definir os seus procedimentos. 2. Aplicação Centro Hospitalar da Cova da Beira.

Leia mais