ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS"

Transcrição

1 ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS YARA DE MATOS MENDES 1, WEMERTON LUÍS EVANGELISTA 2, MYRIAM ANGÉLICA DORNELAS 3, RITA DE CÁSSIA DA SILVA COSTA 4 RESUMO O desenvolvimento do tema teve como finalidade fazer uma análise da importância do trabalho de motivação realizado com os servidores de uma instituição federal de ensino, uma vez que se acredita que seja ela a força que impulsiona o alcance dos objetivos organizacionais. Durante o desenvolvimento do trabalho, procurou-se avaliar o programa de capacitação existente na instituição, por meio da aplicação de questionários aos treinandos de dois cursos realizados, com o objetivo de verificar até que ponto os referidos cursos influenciam no aumento da motivação dos servidores. Constatou-se, após a realização dos cursos e após leitura e análise das avaliações, que uma grande maioria dos servidores sentiuse mais motivado, consciente de seu valor e de sua contribuição para o crescimento da instituição. Diante disso, concluiu-se que o treinamento é um fator positivo dentro da instituição e, como tal, deve ser um processo contínuo. Palavras-chave: treinamento, motivação, funcionalismo público. INTRODUÇÃO Cada vez mais as empresas necessitam alicerçar-se na competência e no talento de seu patrimônio humano. Para atender as necessidades atuais, precisa-se de profissionais criativos, inovadores, com capacidade de adequação às transformações mundiais, uma vez que o mercado de trabalho encontra-se cada vez mais competitivo. Fenômenos que ocorrem de um lado do mundo influenciam os demais em velocidade recorde. O conhecimento se expande ocasionando novas necessidades na vida das pessoas e em seus ambientes de trabalho. Para Mikovich e Boudreau (2000) apud Corte e Barbosa (2004) estimular o envolvimento dos empregados na estruturação de suas funções, fornecendo a eles treinamento e ferramentas necessárias para um bom desempenho é uma fórmula aprovada para a melhoria da qualidade e da produtividade; é muito importante motivar as pessoas a serem criativas e produtivas, a se sentirem orgulhosas de seu trabalho. Objetivando proporcionar um fator de auto-satisfação acredita-se que as empresas públicas devam investir mais em programas de treinamento, buscando motivar seus servidores. Penha (2005) descreve que o Servidor Público é um ser desmotivado pelas más condições de trabalho e pela falta de perspectivas. Muitas vezes, o servidor desenvolve sua carreira vivendo por anos a fio situações desfavoráveis, caracterizado pela ausência de reconhecimento por mérito e progressão de carreira, falta de treinamento à altura das necessidades e, o pior, por condições de trabalho precárias que vão da falta de coisas simples como, por exemplo, caneta para escrever até equipamentos e softwares adequados. O Centro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí (CEFET-Bambuí) teve um aumento significativo de cursos e alunos, onde em 1998 encontrava-se 360 matrículas e em 2008, 2247 matriculas. O quadro de pessoal técnico/administrativo não acompanhou essa evolução. Com as condições de motivação e satisfação limitadas, procura-se encontrar 1 CEFET-BAMBUÍ-MG e Coordenadoria de Assuntos e Registros Acadêmicos, 2 CEFET-BAMBUÍ-MG e Departamento de Ciências Gerenciais, 3 CEFET-BAMBUÍ-MG e Departamento de Ciências Gerenciais, 4 CEFET-BAMBUÍ-MG e Coordenação Geral de Recursos Humanos, 190

2 alternativas para melhoramento das condições de trabalho, sendo o treinamento uma delas, pois possibilita a melhoria da atuação profissional, bem como a satisfação do trabalho realizado. Com a finalidade de demonstrar a relação do treinamento e a motivação dos servidores dentro do CEFET-Bambuí, analisou-se treinamentos realizados, verificando-se qual o grau de satisfação pessoal e melhoramentos no ambiente de trabalho que foram conseguidos com o treinamento. MATERIAL E MÉTODOS O presente trabalho trata-se basicamente de uma pesquisa de seqüência linear, ou seja, quantitativa, cujo método específico utilizado foi o survey. O estudo também utilizou-se de algumas ferramentas de pesquisa qualitativa, tais entrevista informal. Dos vários treinamentos realizados no CEFET-Bambuí, escolheu-se aleatoriamente dois cursos: Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e Excelência no Atendimento ao Público realizados. Aplicou-se questionários a 25 servidores participantes do curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos e a 28 servidores participantes do curso de Excelência no Atendimento ao Público realizados no CEFET-Bambuí. Os mesmos foram entregues e recolhidos pessoalmente, sendo possível incentivar os entrevistados a expressarem o que realmente sentem e devolvidos em envelopes lacrados. A tabulação dos dados foi do número de freqüência com que cada resposta foi escolhida pelos entrevistados, possibilitando a análise proposta nos objetivos. RESULTADOS E DISCUSSÃO A avaliação de reação e aprendizado, aplicada logo após o término do curso de Boas Práticas na Manipulação de Alimentos, demonstra que houve modificação de valores. Pode-se vislumbrar resultados positivos, uma vez que as respostas mostram uma vontade de aperfeiçoar a qualidade dos serviços prestados, melhoria no relacionamento humano como uma maior motivação no desempenho das funções. Ao serem questionados se houve aquisição de conhecimento 66% dos entrevistados responderam sim, 19% adquiriu parcialmente conhecimento e 15% não respondeu (Gráfico 01). Houve aquisição de conhecimentos? 15% 19% Sim Parcialmente Não Brancos e Nulos 66% Gráfico 01: Aquisição de conhecimento no curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos? Após o treinamento 77% dos participantes acreditam que haverá melhora no seu desempenho profissional, uma vez que aquisição de conhecimento terá aplicabilidade em suas atividades, 4% afirma que essa melhora será parcial e 19% não responderam (Gráfico 02). 191

3 Você acredita na melhora de seu desempenho profissional após o treinamento? 19% 4% Sim Parcialmente Não Brancos e Nulos 77% Gráfico 02: Possibilidade de melhoria de desempenho após o curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos? O treinamento em questão, correspondeu às expectativas dos participantes, uma vez que além de poderem aplicar a aprendizagem adquirida para otimizar seu desempenho, nas questões abertas demonstraram que aprenderam a reconhecer seus erros, trabalhar com entusiasmo, humildade, bom humor, simpatia, procurando ter um boa convivência com os colegas, trabalhando com espírito de equipe, acreditando em si mesmo se ajudando mutuamente, procurando ser a cada dia uma pessoa melhor. Passado-se dois meses, realizou-se nova pesquisa com o objetivo de avaliar o comportamento, valores e aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos dos participantes póscursos. Após o curso de Manipulação de Alimentos, nota-se que a grande maioria, 64% entrevistados modificou seu comportamento em relação aos colegas, 56% participantes, pôde modificar o processo de trabalho e 68% mudaram o comportamento no atendimento aos alunos, servidores e colegas. Não houve incidência de servidores que responderam nunca ou quase nunca modificou o seu comportamento. Após a realização do curso, pode-se notar um desenvolvimento das potencialidades do servidor no desempenho das atividades que já executa, o resultado pode ser observado no gráfico abaixo: Como o servidor se sente após o Curso de Manipulação de Alimentos 30% 10% 5% 20% 35% Se sente mais seguro para aplicação de novas técnicas (processos) no campo de sua atividade; Pode perceber que está utilizando técnicas (processos) mais adequadas no campo de sua atividade; Pode sugerir ao seu chefe mudanças que irão contribuir para melhoria do meu setor; Brancos Nulo Gráfico 03: Como o servidor se sente após o Curso de Manipulação de Alimentos O gráfico 03 demonstra que a 35% dos servidores entrevistados se sente mais seguros para aplicar as técnicas (processos) no campo de suas atividades, seguido por aqueles (30%) que sugeriram mudanças que irão beneficiar na melhoria do setor. O resultado demonstra que 192

4 o treinamento conseguiu estimular o envolvimento dos empregados na estruturação de suas funções. Isso significa que a instituição terá um ganho em relação à qualidade dos serviços prestados. Ao serem questionados sobre a convivência com os colegas, 11 servidores, que representam 55%, afirmaram que a convivência melhorou; 07 servidores, ou seja, 35%, afirmaram não haver mudanças (alguns, informalmente disseram que esta é tão boa que não há como melhorar); 10% afirmaram que têm dificuldade de se relacionar, mas estão tentando melhorar; nenhum servidor manifestou ter dificuldade de relacionamento e não busca melhora. O curso possibilitou a 60% dos entrevistados sugerirem melhorias em seu setor. Outro curso analisado foi Excelência no Atendimento ao Cidadão foram aplicados questionários um mês antes e durante a realização do treinamento, com objetivo de comparar a visão anterior e pós treinamento. Dos 30 servidores que participariam, foram entrevistados 28. Desses 1 se negou a responder. O que mais estimula o servidor 23% 3% 29% um salário compatível com as suas necessidades básicas e as de sua família a oportunidade de testar a sua própria capacidade e ter acesso aos seus resultados o reconhecimento pelos seus méritos 3% 16% 26% estar sempre atualizado e apto a responder as perguntas que lhe são dirigidas possibilidade de desenvolver um plano de carreira nulo Gráfico 04: O que mais estimula o servidor No gráfico 04 pode-se notar que o fator mais estimulante é o salário compatível com suas necessidades básicas e de sua família com 29% dos entrevistados. Já 26% deles acham que a oportunidade de testar a sua própria capacidade e ter acesso aos seus resultados, 23% são estimulados pela possibilidade de desenvolver um plano de carreira, 16% optaram o reconhecimento pelos seus méritos, apenas 3% são estimulados por estarem sempre atualizados e aptos a responder as perguntas que lhe são dirigidas. Foi analisada a situação que estimula o servidor a desenvolver suas atividades com mais entusiasmo, o que pode perceber foi que, 55% dos servidores entrevistados desenvolvem suas atividades com mais entusiasmo quando mantém um bom relacionamento com o grupo e tem a convicção de que é bem aceito, 22% acredita que o entusiasmo e a eficiência são maiores quando é estimulado a desenvolver suas idéias para melhoria do seu setor e sente que tem capacidade para tal, 15% quando recebe um salário compatível com suas necessidades e de sua família, brancos e nulos somaram 8%. Com relação a atitude do servidor diante das coisas erradas, pode-se notar que 96% dos entrevistados sugerem mudança e tenta melhorar as coisas erradas do setor, apenas 4% finge que não estão vendo, pois acreditam que não possam mudar a modificar. A convivência com os colegas é muito boa (63%) ou boa (33%) o que é um fator grande de motivação uma vez que a boa convivência com os colegas leva 55% dos entrevistados a desenvolverem suas atividades com maior eficiência e entusiasmo 193

5 A maioria dos entrevistados afirma que seu chefe deixa claro as normas de trabalho, estimula a compartilhar suas dificuldades e idéias com os demais colegas de sua área, sempre respeitam seu horário de trabalho, deixa claro a missão da instituição e o que espera dele, e ainda procura saber suas dificuldades, orientando sempre que necessário. A pesquisa demonstrou que o servidor está entusiasmado com seu trabalho; aberto a mudança uma vez que, em sua maioria apresentam sugestões para mudança; a convivência com os colegas e com o chefe é muito boa; a maioria afirmou que os chefes deixam claras as normas de trabalho, a missão da instituição e o que se espera do servidor; estimulam a compartilhar suas dificuldades e idéias com os demais colegas da sua área, respeitam o horário de trabalho e procuram saber sua dificuldade para orientá-lo. A análise chama a atenção uma vez, que há indício de problemas nos setores que os entrevistados pertencem, pois a solicitação de prioridade na realização deste treinamento, foi feita pela Coordenação de Integração Escola Comunidade que relatou problemas na relação servidor X aluno dentro das unidades produtivas. Uma vez, que há problemas nos setores, o servidor respondeu positivamente, ou por medo, ou por não estar acostumado a responder questionário de auto-avaliação. O medo de punições e retaliação pode ser constatado pela grande dificuldade na aplicação dos questionários. Muitos tentaram evitar responder, só aceitando após muita insistência e um se negou a responder. Nota-se que a maioria das respostas foram positivas, o que não condiz com a realidade observada. Por outro lado, se tudo estiver bem, como demonstrado nos questionários, pode-se concluir que há um mau gerenciamento dos recursos humanos, por parte das chefias, pois se há predisposição para mudança, se os objetivos estão claros e não estão atingindo a excelência no atendimento do cidadão há algo errado, ou os servidores por falta de informações, acreditam que suas ações atendem as necessidades da instituição. É preciso que se re-veja o processo. A avaliação de reação e aprendizado, do curso de Excelência no Atendimento ao Cidadão demonstra que para 56% dos participantes o curso proporcionou aquisição de conhecimento, para 17% que houve uma aquisição parcial de conhecimento, um servidor que representa 3% da amostragem, disse que não adquiriu nenhum conhecimento e brancos e nulos somaram 24%. Os conhecimentos adquiridos no curso serão aplicados em suas atividades por 73%, proporcionando um melhor desempenho profissional após o treinamento. Analisando os resultados, nota-se um grande índice de respostas em branco e nulo, alguns servidores se ausentaram 30 minutos antes do término do curso, por terem compromissos assumidos anteriormente. De modo geral, conclui-se que a avaliação foi positiva. Nas questões abertas observou-se que para os treinandos, os itens mais importantes que o treinamento lhe ofereceu, foram os seguintes: desenvolvimento das relações humanas, que proporcionou maior conhecimento dos próprios colegas; a importância do autoconhecimento antes de julgar alguém; entendimento dos alunos, o que possibilitará um melhor relacionamento, saber ouvi-los e falar com eles; a valorização do meu cliente (aluno) e aumento de conhecimento possibilitará melhores condições para orientá-los e ajudá-los; aumento da vontade de trabalhar com os alunos; maior integração; intercâmbio pessoal e profissional. Aqui mais uma vez, é demonstrado que o treinamento contribui para a motivação dos servidores, pois quando se entende o real motivo de desempenhar uma função o entusiasmo é maior e a produtividade aumenta. 194

6 CONCLUSÃO Pode-se concluir que o treinamento é um grande fator motivador, uma vez que nas respostas apresentadas nos questionários, o treinando sempre vê um motivo há mais para desempenhar suas funções. Os treinamentos provocaram mudanças nos conhecimentos, habilidades e atitudes, permitindo a assimilação de novos conceitos, transformando-os culturalmente, melhorando sua produtividade, grau de satisfação com a instituição e melhores condições para exercer a função profissional. A falta de uma análise da Cultura Organizacional impossibilitou saber se existe dificuldade de manifestar seus sentimentos com medo de punições ou se realmente por desconhecimento do seu real papel os servidores acham que cumprem bem o seu papel e ainda sente-se motivados, porém em um segundo momento os mesmos servidores vislumbram perspectivas de melhora no desempenho após os novos conhecimentos adquiridos nos cursos. É preciso que haja um processo contínuo de treinamento, que deve permear toda a instituição por toda a vida, pois, embora ninguém motiva ninguém, cabe à instituição cuidar para que essa força intrínseca não morra dentro de cada um. É preciso que se renove sempre a motivação do servidor para que se construa um produto de qualidade, principalmente porque o produto (formandos) construído pela instituição estudada é acima de tudo um cidadão brasileiro. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CORTE, H. T. D.; BARBOSA, J. P. P. Qualidade de vida dentro e fora do trabalho: O enfoque no Indivíduo. In: Encontro de Pesquisadores em Administração, V, 2004, Franca. Anais. Uni. FACED (CD ROM) PENHA, C. D., Servidor público: precisamos dele motivado. Melhor, pg. 66, Julho, Disponível em: Acesso: 13/08/

O gerenciamento de pessoas e processos para cursos de engenharia: uma experiência de ensino em sala de aula

O gerenciamento de pessoas e processos para cursos de engenharia: uma experiência de ensino em sala de aula O gerenciamento de pessoas e processos para cursos de engenharia: uma experiência de ensino em sala de aula Edimar Alves Barbosa (UFCG) - eab@cct.ufcg.edu.br Luciano Gomes de Azevedo (UFCG) - azevedo@dec.ufcg.edu.br

Leia mais

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO

DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS EM DOSE UNITÁRIA - OPINIÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM SOBRE AS MUDANÇAS NO PROCESSO DE TRABALHO FARHAT,Eleide Margarethe 1 SANTOS, Danielle Teixeira 2 TOMCZAK, Maria Isabel 3 AMARAL,

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação

Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Estratégia de Desenvolvimento de Pessoas em Ação Caros colegas, orienta o modo como nossa organização trabalha para selecionar, desenvolver, motivar e valorizar o bem mais importante da Bausch + Lomb nossas

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

Uma nova forma de gestão

Uma nova forma de gestão Uma nova forma de gestão por Michael Ballé ARTIGO Desvio da missão, silos e uma força de trabalho desengajada são alguns dos efeitos negativos da gestão tradicional. Michael Ballé oferece uma alternativa

Leia mais

Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio Fernandes 2 ;Agnaldo Teodoro de Miranda 3

Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio Fernandes 2 ;Agnaldo Teodoro de Miranda 3 XVIII CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 19 a 23 de outubro de 2009 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO: AUXÍLIOS À GESTÃO DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS DE URUTAÍ, GO Laura Olívia de Oliveira Issy 1 ; Márcio

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

Aula 08 Programas de Treinamento

Aula 08 Programas de Treinamento Aula 08 Programas de Treinamento Objetivos da aula: Conhecer os programas de desenvolvimento e métodos de treinamento utilizados nas empresas como sua política e prática de Recursos Humanos. Compreender

Leia mais

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo

Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo Estratégias adotadas pelas empresas para motivar seus funcionários e suas conseqüências no ambiente produtivo Camila Lopes Ferreir a (UTFPR) camila@pg.cefetpr.br Dr. Luiz Alberto Pilatti (UTFPR) lapilatti@pg.cefetpr.br

Leia mais

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*)

OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) OS DESAFIOS DA GESTÃO DE PESSOAS NO SETOR PÚBLICO(*) Joilson Oliveira Malta Administrador público e Assistente técnico da Diretoria Legislativa da Câmara Municipal de Salvador Mat.2031 Este artigo tem

Leia mais

Dicas para EaD. Mapa do Tutorial. Ambientação em Educação a Distância. Educação a Distância. Aluno na Modalidade EaD.

Dicas para EaD. Mapa do Tutorial. Ambientação em Educação a Distância. Educação a Distância. Aluno na Modalidade EaD. Dicas para EaD Mapa do Tutorial Ambientação em Educação a Distância Você está aqui! Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Introdução Educação a Distância Aluno na Modalidade EaD Dicas para EaD Orientações

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO. Quem nunca ouviu aquela velha frase O maior capital de nossa empresa é o capital

A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO. Quem nunca ouviu aquela velha frase O maior capital de nossa empresa é o capital A IMPORTÂNCIA DO TREINAMENTO humano. Quem nunca ouviu aquela velha frase O maior capital de nossa empresa é o capital Uma pesquisa realizada em 1997 nos Estados Unidos comprovou estatisticamente que essa

Leia mais

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS

A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS A CULTURA ORGANIZACIONAL PODE INFLUENCIAR NO PROCESSO DE AGREGAR PESSOAS Juliana da Silva, RIBEIRO 1 Roberta Cavalcante, GOMES 2 Resumo: Como a cultura organizacional pode influenciar no processo de agregar

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO POMBA-MG CONSELHO DIRETOR

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO POMBA-MG CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE RIO POMBA-MG Em defesa da Agroecologia CONSELHO DIRETOR CONSELHO DIRETOR DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você O que a Postura Consultiva tem a ver com Você Marcelo Egéa M* O que é postura consultiva Criar e sustentar uma marca é um trabalho que exige o máximo de todos na empresa. Alguns têm contato direto com

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS UNIVERSIDADE PAULISTA GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS Prof. Cassimiro Nogueira Junior PESSOAS CAPITAL HUMANO CAPITAL INTELECTUAL GRAU DE CONHECIMENTO: PRODUTIVOS E RECONHECIDOS

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

7 Conclusões e caminhos futuros

7 Conclusões e caminhos futuros 7 Conclusões e caminhos futuros Esta pesquisa teve como objetivo estudar a interação em um fórum de discussão online de um curso híbrido de formação de professores de inglês, com ensino presencial e a

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING (Extrato do Projeto Pedagógico)

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING (Extrato do Projeto Pedagógico) CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING (Extrato do Projeto Pedagógico) PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO São habilidades e competências gerais trabalhadas no projeto pedagógico: Visão Holística e Cultural:

Leia mais

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação

Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação Capítulo 2 Objetivos e benefícios de um Sistema de Informação 2.1 OBJETIVO, FOCO E CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Os Sistemas de Informação, independentemente de seu nível ou classificação,

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições

Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições Aula 01 Gestão de pessoas e suas definições Objetivos da aula: Entender a importância das pessoas nas organizações. Conhecer os objetivos, os processos e a estrutura do órgão Gestão de Pessoas. Ajudar

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE O INTERESSE DOS COLABORADORES EM SEGUIR CARREIRA PROFISSIONAL NAS LOJAS AMERICANAS EM MARINGÁ/PR

UM ESTUDO SOBRE O INTERESSE DOS COLABORADORES EM SEGUIR CARREIRA PROFISSIONAL NAS LOJAS AMERICANAS EM MARINGÁ/PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 UM ESTUDO SOBRE O INTERESSE DOS COLABORADORES EM SEGUIR CARREIRA PROFISSIONAL NAS LOJAS AMERICANAS EM MARINGÁ/PR Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

ABRAPP Relatório Social 2010 PARA A

ABRAPP Relatório Social 2010 PARA A 75 AGENDA FUTURA PARA A SUSTENTABILIDADE Como o tema Sustentabilidade pode contribuir para o objetivo último dos Fundos de Pensão, que é o de zelar pela aposentadoria de milhões de trabalhadores? Esta

Leia mais

TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: TREINAMENTO PROFISSIONAL: FERRAMENTA EMPRESARIAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Como planejar e executar um treinamento

Como planejar e executar um treinamento Como planejar e executar um treinamento Treinamento: uma breve conceituação Não há possibilidade de nos desenvolvermos economicamente e, consequentemente, elevarmos o nosso nível social, sem aumentarmos

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Realizar Aquisições Realizar a Garantia de Qualidade Distribuir Informações Gerenciar as

Leia mais

Exercícios CETEC. Assistente de Administração UFRGS. Prof. Ricardo Conzatti

Exercícios CETEC. Assistente de Administração UFRGS. Prof. Ricardo Conzatti Exercícios CETEC Assistente de Administração UFRGS 2013 Prof. Ricardo Conzatti FCC - TRF 2ª REGIÃO. Analista Judiciário 2012 Numa visão estratégica de recursos humanos, a soma dos conhecimentos, informações

Leia mais

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento

Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. 14.1. Treinamento é investimento Módulo 14 Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas 14.1. Treinamento é investimento O subsistema de desenvolver pessoas é uma das áreas estratégicas do Gerenciamento de Pessoas, entretanto em algumas organizações

Leia mais

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação

Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO. Departamento de Certificação Fundação Vanzolini O GERENCIAMENTO DA QUALIDADE NA SAÚDE E A ACREDITAÇÃO Departamento de Certificação A FUNDAÇÃO VANZOLINI Fundada em 1967 pelos professores do Departamento de Engenharia de Produção da

Leia mais

A VISÃO DOS TUTORES NA EAD DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS - uma sugestão de formação corporativa ao serviço público

A VISÃO DOS TUTORES NA EAD DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS - uma sugestão de formação corporativa ao serviço público 1 A VISÃO DOS TUTORES NA EAD DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS - uma sugestão de formação corporativa ao serviço público Goiânia GO abril/2015 Dayse Mysmar Tavares Rodrigues TJGO dmysmar@hotmail.com

Leia mais

6 Conclusões e recomendações

6 Conclusões e recomendações 6 Conclusões e recomendações Este trabalho teve como objetivo investigar o quanto a autenticidade dos líderes melhora o desempenho no contexto, na tarefa e em segurança de seus seguidores, analisando especificamente

Leia mais

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF.

RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. RECONHECIMENTO, OPORTUNIDADES E AUTONOMIA COMO FATOR MOTIVACIONAL. UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA MARF. Danilo Domingos Gonzales Simão 1 Fábio Augusto Martins Pereira 2 Gisele Maciel de Lima 3 Jaqueline

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar

GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar GESTÃO ESCOLAR: Motivação para melhorar Betina Waihrich Teixeira 1 Sandra Maria do Nascimento de Oliveira 2 Resumo: O gestor escolar deve ter uma boa liderança de comunicação, sabendo interagir com sua

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS VOLTADA PARA RECRUTAMENTO E SELEÇÃO E CARGOS E SALÁRIOS. BARBOSA, Roger Eduardo 1 Resumo Neste artigo analisaremos como o planejamento estratégico na gestão de pessoas nas

Leia mais

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS

A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NO TRABALHO COM AUTISTAS XXII Semana de Educação da Universidade Estadual do Ceará 31 de agosto a 04 de setembro de 2015 A NECESSIDADE DA PESQUISA DO DOCENTE PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA, PRINCIPALMENTE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10

PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 PLANEJAMENTO OPERACIONAL: RECURSOS HUMANOS E FINANÇAS MÓDULO 10 Índice 1. Regulamento, Procedimento e Programação em Recursos Humanos...3 2. Aprendizagem...3 3. Como melhorar a aprendizagem...5 4. Avaliação

Leia mais

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 A GESTÃO ESCOLAR E O POTENCIAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

Gestão Estratégica de Pessoas

Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas MBA FGV 1 Grandes Decisões sobre Pessoas Fatores que Garantem o Resultado As Tendências e Perspectivas de Gestão de Pessoas em Saúde Gestão de Pessoas e o Balanced Score Card

Leia mais

MOTIVAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO EDUCACIONAL DE RONDONÓPOLIS.

MOTIVAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO EDUCACIONAL DE RONDONÓPOLIS. MOTIVAÇÃO NO SERVIÇO PÚBLICO EDUCACIONAL DE RONDONÓPOLIS. 1 SILVA, Benair Alves da 2 DA ROSA, Wanderlan Barreto RESUMO O artigo tem a intenção de saber se os servidores públicos educacionais de Rondonópolis

Leia mais

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS

PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS PERFIL EMPREENDEDOR DOS APICULTORES DO MUNICIPIO DE PRUDENTÓPOLIS Elvis Fabio Roman (Bolsista programa universidade sem fronteiras/projeto associativismo apícola no município de Prudentópolis), e-mail:

Leia mais

METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS

METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS 1 O Método do Caso e o Ensino em Administração O uso do Método do Caso nas escolas de administração no Brasil é relativamente recente, embora não haja

Leia mais

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil.

Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. 6. Humanização, diálogo e amorosidade. Reflexões sobre a prática docente na Educação Infantil. Santos, Marisa Alff dos 1 Resumo O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre as práticas docentes

Leia mais

.:. Aula 2.:. Educação Corporativa e Mudanças Organizacionais. Profª Daniela Cartoni daniela_cartoni@yahoo.com.br

.:. Aula 2.:. Educação Corporativa e Mudanças Organizacionais. Profª Daniela Cartoni daniela_cartoni@yahoo.com.br .:. Aula 2.:. Educação Corporativa e Mudanças Organizacionais Profª Daniela Cartoni daniela_cartoni@yahoo.com.br Definições Treinamento e Qualificação: não dependem de políticas de Educação Corporativa,

Leia mais

PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1

PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1 PERCEPÇÕES SOBRE A INCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA UNIJUÍ NO MERCADO DE TRABALHO 1 Ana Cláudia Bueno Grando 2, Eliana Ribas Maciel 3. 1 Trabalho de Conclusão de curso apresentado a banca

Leia mais

P-06. Revendo o Treinamento Comportamental. Bernardo Leite - bernardo@rhestrategia.com.br www.bernardoleite.com.br

P-06. Revendo o Treinamento Comportamental. Bernardo Leite - bernardo@rhestrategia.com.br www.bernardoleite.com.br P-06 Revendo o Treinamento Comportamental Bernardo Leite - bernardo@rhestrategia.com.br www.bernardoleite.com.br Proposta Refletir e analisar a metodologia de treinamentos comportamentais. O que acontece

Leia mais

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor.

5 Conclusão. FIGURA 3 Dimensões relativas aos aspectos que inibem ou facilitam a manifestação do intraempreendedorismo. Fonte: Elaborada pelo autor. 5 Conclusão Este estudo teve como objetivo a análise dos diversos fatores que influenciam tanto de maneira positiva quanto negativa no exercício do papel dos gerentes e também dos elementos que facilitam

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL

GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL GESTÃO DEMOCRÁTICA EDUCACIONAL Nanci Cunha Vilela Rost ; Amanda Carvalho ; Edimara Soares Gonçalves ; Juliane Rocha de Moraes BILAC, Faculdade de pedagogia Bilac, graduação em Pedagogia, nancirost@hotmail.com

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS.

O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. O IMPACTO DO ENSINO DE EMPREENDEDORISMO NA GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA : RESULTADOS E PERSPECTIVAS. Fernando Toledo Ferraz - ferraz@cybernet.com.br Departamento de Engenharia de Produção Myriam Eugênia R.

Leia mais

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO

A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO A DANÇA E O DEFICIENTE INTELECTUAL (D.I): UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA À INCLUSÃO CARNEIRO, Trícia Oliveira / Centro Universitário Leonardo da Vinci SODRÉ, Marta Patrícia Faianca / Universidade do Estado do

Leia mais

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Concurso: SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA Conteúdo Programático! Recursos Humanos Senado Federal! Recrutamento e Seleção. Avaliação Desempenho. Treinamento e Desenvolvimento.

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA

GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA www.uniube.brpropepmestradorevista GESTÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGIA SILVA, Eduardo Alex Carvalho Ribeiroi Lívia Rodrigues Acadêmico do Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas do Centro Federal

Leia mais

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos.

Palavras-chave: Ambiente de aprendizagem. Sala de aula. Percepção dos acadêmicos. PERCEPÇÃO DE ACADÊMICOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UENP, EM RELAÇÃO AOS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UM AMBIENTE FAVORECEDOR DA APRENDIZAGEM RESUMO Maria Cristina SIMEONI 1 Este resumo

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PROGRAMA NACIONAL ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico OBJETIVOS E DESAFIOS EMPRESARIAIS Roberto César 1 OBJETIVOS E DESAFIOS EMPRESARIAIS Os objetivos podem ser conceituados como o estado, situação ou resultado futuro que o executivo

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

Rita/João Abril -2014

Rita/João Abril -2014 Rita/João Abril -2014 Conteúdo Programático (Qui)10/04 Estratégia de gerenciamento de pessoas com foco em resultado e gestão por competências Rita (Qui)17/04 - Conceitos de liderança, equipes eficazes,

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA SKYLACK Jéssica Fernanda Torres 1 Larissa Custódio Grosseli 2 Solange Suffi Barbosa 3 Edson Leite Lopes Gimenez 4 RESUMO A qualidade de vida no

Leia mais

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO LIDERANÇA É INFLUÊNCIA Habilidade de inspirar as pessoas a agir, conquistá-las por inteiro A diferença entre poder e autoridade: Fazer a sua vontade mesmo que não desejem. Fazer a sua vontade, por causa

Leia mais

Relatório de Boas Práticas

Relatório de Boas Práticas Relatório de Boas Práticas Nome da empresa: WEG EQUIPAMENTOS ELETRICOS S/A CNPJ: 07.175.725/0010-50 Responsável pela prática: Natalino Petry Cargo / Função: Chefe da seção QPOP E-Mail: natalinop@weg.net

Leia mais

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES

OBJETIVO VISÃO GERAL SUAS ANOTAÇÕES OBJETIVO Assegurar a satisfação do cliente no pós-venda, desenvolvendo um relacionamento duradouro entre o vendedor e o cliente, além de conseguir indicações através de um sistema de follow-up (acompanhamento).

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário

ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário ACÓRDÃO Nº 07/2011 - CFA - Plenário 1. PARECER TÉCNICO CETEF Nº 04/2011, de 20/07/2011. 2. EMENTA: Obrigatoriedade de registro das empresas de Treinamento nos Conselhos Regionais de Administração. 3. RELATOR:

Leia mais

Gestão em Sistemas de Saúde

Gestão em Sistemas de Saúde INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão em Sistemas de Saúde Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia XX/XX/2013 Pró diretoria de

Leia mais

PERFIL DAS ALUNAS CONCLUINTES DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO DA UNIVAP CONFORME A SUA PRÓPRIA PERCEPÇÃO

PERFIL DAS ALUNAS CONCLUINTES DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO DA UNIVAP CONFORME A SUA PRÓPRIA PERCEPÇÃO PERFIL DAS ALUNAS CONCLUINTES DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO DA UNIVAP CONFORME A SUA PRÓPRIA PERCEPÇÃO Michelle Chierecci 1, Cidália Gomes 2 1 UNIVAP, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas, Avenida

Leia mais

Caro(a)s voluntário(a)s. é

Caro(a)s voluntário(a)s. é Os Caro(a)s voluntário(a)s. é com satisfação que apresentamos cinco na temática do empreendedorismo que vocês poderão implementar junto aos alunos das escolas parceiras: Introdução ao Mundo dos Negócios,

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a

Leia mais

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN

ORIENTADOR(ES): JANAÍNA CARLA LOPES, JOÃO ANGELO SEGANTIN, KEINA POLIANA PIVARRO DALMOLIN PAGLIARIN Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MOTIVAÇÃO HUMANA - UM ESTUDO NA EMPRESA MAHRRY CONFECÇÕES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 1 PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE SUA ATUAÇÃO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Brasília - DF- Fevereiro 2013 Priscila Alessandra da Silva Universidade Federal de Brasília priscilaalesilva@gmail.com Fernanda Carla Universidade

Leia mais

Tribunais Gestão de Pessoas Aprendizagem Organizacional Educação Corporativa Keyvila Menezes

Tribunais Gestão de Pessoas Aprendizagem Organizacional Educação Corporativa Keyvila Menezes Tribunais Gestão de Pessoas Aprendizagem Organizacional Educação Corporativa Keyvila Menezes 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL Para

Leia mais

GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR GESTÃO DEMOCRÁTICA: ALGUNS DESAFIOS E PERSPECTIVAS NO COTIDIANO ESCOLAR Girlene dos Santos Souza 1 ; Danielle Lima de Oliveira 1 ; Josilene Maria de Almeida 2 ; Ana Maria Pereira de Lima 3 ; Ângela Cristina

Leia mais

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2

Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Estratégica AULA 2 Fundamentos da Administração Vem do latim: ad (direção para, tendência para) e minister (subordinação ou obediência), e significa aquele que realiza uma

Leia mais

Plano de Carreira e Desenvolvimento

Plano de Carreira e Desenvolvimento Plano de Carreira e Desenvolvimento CNPEM ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONCEITOS... 4 3. MANUAL DE AVALIAÇÃO DOS CARGOS... 5 3.1. As Carreiras... 5 3.2. As carreiras e seus estágios... 6 3.3. Fatores utilizados

Leia mais

COACHING: ESTUDO DOS BENEFÍCIOS QUE A TÉCNICA PODE OFERECER A UMA REDE DE IMOBILIÁRIAS E A SEUS PARCEIROS

COACHING: ESTUDO DOS BENEFÍCIOS QUE A TÉCNICA PODE OFERECER A UMA REDE DE IMOBILIÁRIAS E A SEUS PARCEIROS COACHING: ESTUDO DOS BENEFÍCIOS QUE A TÉCNICA PODE OFERECER A UMA REDE DE IMOBILIÁRIAS E A SEUS PARCEIROS RESUMO Priscila Alves Moreira Robésio Teixeira Gomes Partindo do pressuposto de que o coaching

Leia mais

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL Larissa dos Santos Gomes Resumo O presente artigo refere-se ao trabalho de conclusão

Leia mais

Como planejar a sua carreira profissional

Como planejar a sua carreira profissional 1 Como planejar a sua carreira profissional Normalmente, as crises e os momentos difíceis pelos quais todos nós vivenciamos, são excelentes momentos para repensarmos as nossas decisões e ações. Talvez

Leia mais

Lançada pela Fundação Schlumberger em 2004, a Universidade para o Futuro cresceu para se tornar uma comunidade de 142 mulheres em 43 países.

Lançada pela Fundação Schlumberger em 2004, a Universidade para o Futuro cresceu para se tornar uma comunidade de 142 mulheres em 43 países. Próxima sessão de concessão de bolsas de estudo A sessão de concessão de bolsas de estudo de 2011 abrirá para inscrições a partir de 15 de setembro de 2010. Formulários de orientação e inscrição estarão

Leia mais

Potencial PSI. Educação. www.potencialpsi.com.br

Potencial PSI. Educação. www.potencialpsi.com.br Educação O povo feliz é o povo que mais se preocupa com a educação de seus filhos, seja na educação intelectual seja na educação dos sentimentos. Umpovoinstruídoamaotrabalhoesabecomocrescercomele. Ao nascer,

Leia mais

UMA PARCERIA DE SUCESSO

UMA PARCERIA DE SUCESSO Relatório Final de Atividades Gerdau Barão de Cocais e : UMA PARCERIA DE SUCESSO 1 SUMÁRIO Relatório de Atividades... 3 Resultados Gerais... 3 Resultados do Programa Miniempresa... 6 Aprendizagem dos Conceitos

Leia mais

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL HABILIDADE DE SE IDENTIFICAR E GERIR AS PRÓPRIAS EMOÇÕES E DE OUTRAS PESSOAS. 2013 Hogan Assessment Systems Inc.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL HABILIDADE DE SE IDENTIFICAR E GERIR AS PRÓPRIAS EMOÇÕES E DE OUTRAS PESSOAS. 2013 Hogan Assessment Systems Inc. INTELIGÊNCIA EMOCIONAL EQ A HABILIDADE DE SE IDENTIFICAR E GERIR AS PRÓPRIAS EMOÇÕES E DE OUTRAS PESSOAS Relatório para Tal Fulano ID HC748264 Data 12, Novembro, 2014 2013 Hogan Assessment Systems Inc.

Leia mais

Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança

Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança Inteligência emocional ajuda a conquistar vagas de liderança Tempo de Mulher Arieta Arruda 14 horas atrás Houve um tempo em que as pessoas queriam mostrar sua face mais racional no mercado de trabalho,

Leia mais

Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. Estágio Curricular Obrigatório. 1. Considera-se Estágio Curricular a atividade de complementação acadêmica:

Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá. Estágio Curricular Obrigatório. 1. Considera-se Estágio Curricular a atividade de complementação acadêmica: Estágio Curricular Obrigatório 1. Considera-se Estágio Curricular a atividade de complementação acadêmica: 1.1 O estágio Curricular é a atividade acadêmica obrigatória para obtenção do Certificado de Conclusão

Leia mais

E-learning para servidores públicos de nível médio

E-learning para servidores públicos de nível médio 554.ART 04 24.06.05 19:13 Page 113 E-Learning para servidores públicos de nível médio E-learning para servidores públicos de nível médio Silvio Miyazaki* Marcelo Amaral Gonçalves de Mendonça** RESUMO Analisar

Leia mais

Terminologias Introdutórias de Custo: Uma Pesquisa Exploratória Na Universidade Federal de Pernambuco Nos Cursos de Ciências Contábeis e Administração

Terminologias Introdutórias de Custo: Uma Pesquisa Exploratória Na Universidade Federal de Pernambuco Nos Cursos de Ciências Contábeis e Administração Terminologias Introdutórias de Custo: Uma Pesquisa Exploratória Na Universidade Federal de Pernambuco Nos Cursos de Ciências Contábeis e Administração Christianne Calado Vieira de Melo Lopes Julie Nathalie

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO

CÓDIGO DE ÉTICA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO CÓDIGO DE ÉTICA DA AGÊNCIA DE FOMENTO DE GOIÁS S/A GOIÁSFOMENTO 0 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 2 2 - ABRANGÊNCIA... 2 3 - PRINCÍPIOS GERAIS... 2 4 - INTEGRIDADE PROFISSIONAL E PESSOAL... 3 5 - RELAÇÕES COM

Leia mais

TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica

TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 5PAC016 PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Prof.ª Dra. Maria Luiza Marinho Casanova 1 TERAPIA DE CASAIS

Leia mais