EDUCAÇÃO, IDENTIDADE E MEMÓRIA: MANUAIS ESCOLARES COMO INSTRUMENTOS DE PROPAGANDA NA URSS 1

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1 EDUCAÇÃO, IDENTIDADE E MEMÓRIA: MANUAIS ESCOLARES COMO INSTRUMENTOS DE PROPAGANDA NA URSS 1 EDUCATION, IDENTITY AND MEMORY: TEXBOOKS AS INSTRUMENTS OF PROPAGANDA IN THE USSR MIROTSCNIK, Viktoria 2 WENCZENOVICZ, Thaís Janaina 3 Considerações Iniciais Um dos acontecimentos que marcou o final do século XX foi, sem qualquer dúvida, o colapso do sistema socialista e a desintegração da União Soviética. Como resultado inexorável assistiu-se à renúncia dos seus princípios ideológicos, à ruptura no sistema tradicional de referências, nos seus fundamentos simbólicos, na compreensão do percurso do país e foi posta em causa a sua memória histórica. A divulgação de novos fatos e de temas anteriormente proibidos, o preenchimento das páginas em branco na narrativa histórica soviética conduziram a uma ineludível reescrita do passado 4. Seria coerente esperar que face a esta desagregação das formas de vida habituais, da memória colectiva (Hösle e Nora, 2003), as imagens dos eventos, os mitos nacionais, as principais figuras e líderes históricos inscritas na memória e no conhecimento dos indivíduos nascidos e formados na União Soviética fossem postas à prova e sofressem tensões ou mesmo alterações expressivas. De fato, a interpretação do passado nos tempos pós-soviéticos, passou a estar ligada à crítica do regime comunista com uma evidente marginalização de todos os seus aspectos de natureza ideológica, de todos os seus símbolos políticos e tradições. Contudo, os estudos de opinião pública realizados na Rússia pós-soviética (Gudkov, 2005; Levada, 2012) e as investigações realizadas entre os imigrantes nascidos e formados na antiga União Soviética e residentes 1 O devido artigo foi apresentado no Simpósio Guerra e Propaganda no século XX na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa em novembro de Docente na Universidade de Nova Lisboa. Ph.D. in Educational Sciences since December 21, Docente Adjunta na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. 4 Um processo até bastante comum para os soviéticos habituados ao que Burke chama de síndrome de Enciclopédia Soviética, referindo-se ao facto de esta ter sofrido revisões sempre que mudava o rumo político na União Soviética (Burke, 1992).

2 em Portugal (Mirotshnik, 2012) mostram uma surpreendente força de persuasão da memória da Guerra Patriótica 5, uma elevada persistência do seu impacto emocional e uma força de atracção da então inabalável crença na vitória absoluta da União Soviética, fazendo parte do núcleo identitário destas pessoas. Pode-se portanto considerar, de forma segura, que o fenômeno da Guerra terá sido alvo de processos de efabulação, deformação e mitologização políticas levados a cabo pelo poder soviético durante a sua vigência e que a persistência desta imagem na memória dos ex-cidadãos soviéticos de diferentes gerações pode-se considerar uma prova incontestável do sucesso da propaganda política realizada pelo regime comunista. A propaganda soviética foi sistematizada para exercer uma influência sobre a consciência da população, que utilizou variáveis estratégicas e técnicas em diferentes áreas culturais, como a literatura, a música, o cinema, a arte, etc., que, parafraseando Lotman, [ ] não entram no todo como detalhes mecânicos, mas como órgãos de um organismo (1996, p. 31). Neste sistema, o ensino nomeadamente de História, que sempre foi usado como instrumento político, desempenhou uma função fundamental - servir como elo de continuidade entre várias gerações de cidadãos soviéticos, para que estas assimilassem as crenças, as convicções e as tradições histórico-culturais do seu país, vistas como altos valores nacionais. Nesse processo, o conhecimento autorizado oficialmente e socialmente válido, contido nos livros didácticos, desempenhou um papel decisivo. Tendo em consideração o exposto anteriormente, propõe-se neste texto exemplificar e analisar as principais estratégias e técnicas de propaganda envolvidas na construção da imagem da II Guerra Mundial no manual de História da URSS em vigor nos anos , bem como decodificar as mensagens veiculadas no livro didático, seus aspectos subjacentes e implícitos e perspectivas e ideias promovidas ou rejeitadas. Os livros e manuais didáticos correspondem ao instrumento de trabalho integrante da tradição escolar de professores e alunos e fazem parte do cotidiano escolar há muitos séculos. Trata-se de um objeto cultural de complexa definição, mas pela familiaridade de uso é possível identificá-lo, diferenciando-os de outros livros e plausível de análise de conteúdo com olhares interdisciplinares, permitindo análises acerca da construção de identidade e memória. 5 Nome pelo qual era e ainda é conhecida a II Guerra Mundial na União Soviética e atualmente na Rússia.

3 O devido artigo divide-se em partes três partes e se utiliza, enquanto procedimento metodológico, da pesquisa bibliográfica. A primeira parte analisa os olhares da guerra e sua intersecção com a construção da memória. A segunda parte, intitulada Método e Manual em estudo, discute o material selecionado Manuais e as questões de orientação da investigação. A terceira e última parte é o momento pelo qual se realiza a análise e discussão do conteúdo do Manual Escolar de História utilizados na URSS enfatizando a narrativa e imagens nele contido. Framework for the analysis of historical textbook A memória de uma guerra, e sobretudo de uma guerra vitoriosa, tem desempenhado um papel importante na formação e evolução de todas as nações. Num país como a União Soviética, onde o poder político teve sempre um papel proeminente na visão do mundo que defendia e no modelo de desenvolvimento socioeconômico que praticava, o interesse em preservar a memória da Guerra foi fortemente relacionado com a percepção do seu potencial ideológico. A imagem da Guerra fez parte da Guerra, foi um campo da batalha com uma função que se pode considerar de grande importância projetar a imagem de si próprios e dos outros, para que servisse de fundamento para a construção da memória coletiva e da identidade nacional de várias gerações de cidadãos soviéticos. Por isso, o trabalho com a imagem da Guerra, ao longo dos anos do domínio soviético, passou a ser uma das principais direções da propaganda política que por intermédio das instituições sociais atuava sobre toda a população, especialmente os mais jovens. Para fornecer elementos teóricos para a reflexão pretendida, tomamos o manual de História como um repositório de significados que é preciso decodificar, e optamos por adotar a visão simbólica de cultura de Geertz (1989), que aborda a relação entre o passado e o presente sob o prisma do processo cultural de atribuição de significados, tal como este decorre ao longo do tempo. Nessa perspectiva, a memória coletiva é vista como a memória formada por todos os tipos de recursos textuais, especialmente as narrativas históricas, consideradas ferramentas culturais que promovem um relembrar coletivo, enquanto as suas próprias propriedades dão forma a este processo. Um dos autores dessa perspectiva, Wertsch (2002), analisando diferentes narrativas históricas, identificou nelas uma propriedade abstrata e generalizada que constitui a base, o padrão, de diversas

4 narrativas. Este padrão, que o autor denominou de modelo de narrativa esquemática (Schematic Narrative Template), em conformidade com um enquadramento cultural, pode-se revelar como modelo básico para construir linhas de enredo para grandes eventos históricos, e assim, acabar por ser responsável pela forma de memória coletiva e, consequentemente, por algumas características da identidade coletiva de uma população. Garagozov, (2002), desenvolvendo a teoria de Wertsch, acrescenta que os modelos de narrativa esquemática são usados como bases para as narrativas históricas e são inseridos na memória coletiva através do sistema educativo, principalmente, nas aulas de História e particularmente quando estas procuram ser muito fieis à história e ao discurso oficial. Desse modo, os meros fatos de história configurados conforme o modelo da narrativa podem obter uma força acrescida com efeito estruturante e regulador sobre a percepção dos alunos sobre a história e os seus eventos, sobre os nós e os outros, assim como sobre a realidade atual e o futuro. A hipótese central deste trabalho e da argumentação que se dirige como sustentação, reside no fato que é identificável no texto do manual de História analisado um esquema que visa adaptar os fatos da experiência coletiva a um determinado modelo que atua produzindo e reproduzindo um padrão de memória coletiva da Guerra, sustentado na aplicação de várias estratégias e técnicas clássicas de propaganda e regras que lhe são inerentes, particularmente, a imagem do inimigo, os mitos, a linguagem, a contrapropaganda, etc., que posterior serão discutidas e exemplificadas. Método e o Manual em estudo O trabalho baseia-se numa análise realizada ao texto do manual escolar da disciplina de História em vigor na União Soviética, mais especificamente da parte do livro didático que retrata a II Guerra Mundial. O foco recaiu sobre duas abordagens da análise textual: a primeira, que se centra na análise da narrativa histórica e a segunda, que se ocupa com a análise da linguagem 6. O principal objetivo da análise da narrativa é o de descrever as principais características da imagem da Guerra produzidas pelo manual de História e as pretensões a ela subjacentes. As questões de orientação da investigação incluíam: 6 Inspirado em Foster e Nicholls (2004).

5 - Como é retratada a Guerra e o papel da União Soviética, que ingredientes se misturaram para formar a Imagem da Guerra? - Quais são as ideias e mensagens centrais veiculadas no manual, quais os principais campos de batalha? - Que estratégias e técnicas foram usadas para apresentar estas ideias e mensagens aos alunos? A análise da linguagem é orientada pela questão: - Qual é o papel das palavras e expressões, usadas pelos autores, face às diferentes situações e acontecimentos descritos no manual? Para efeitos de análise foi selecionado o livro didático que abrange um período histórico de 1939 até 1977, ou seja, os anos antes, durante e pós-guerra, terminando com os anos de ouro do socialismo soviético. Este livro, em virtude da natureza centralizada do sistema educativo da União Soviética, gozava de uso generalizado e obrigatório na sua época, ou seja, este manual de História foi adotado oficialmente e utilizado de forma uniforme em todo o país. Autores Furaev, V. (ed.) Título principal História Moderna, 10º ano Editora Número total de páginas Ano de publicação M: Procveschenie , 9ª ed. Número de exemplares publicados Considerando a principal temática que constitui o presente trabalho, é importante referir que a articulação entre propaganda política e manuais escolares, que é estabelecida através do processo de comunicação da informação histórica, não pode ser estudada isolada do contexto econômico, social, político e cultural que a envolve. Em todos os sistemas políticos os manuais escolares dependem do contexto particular no qual são produzidos e usados, no caso da União Soviética, um país totalitário, a questão do contexto torna-se ainda mais pertinente. O manual selecionado foi editado num período de política moderada do Estado Soviético, designado posteriormente de estagnação, com a predominância de um clima de uma profunda apatia política em que, com o afastamento dos tempos gloriosos da Guerra, deixava progressivamente de haver lugar para o heroísmo nacional e para o espírito vitorioso associados às principais conquistas Revolução de Outubro e vitória na II Guerra Mundial. À medida que as dificuldades de todo o tipo econômicas, políticas, morais, etc. aumentavam, o governo e o partido comunista procuravam uma maneira de sair do impasse na forma de fortalecer o trabalho

6 da propaganda política. Uma grande ênfase foi então colocada sobre a necessidade de formar um novo cidadão soviético que se traduziu na formulação pelo XXVI Congresso do PCUS, em 1976 de um programa de educação comunista em que o papel principal era atribuído à escola, à sua capacidade de inculcar a visão marxista-leninista e a certeza inabalável na vitória do comunismo. Manual de Ensino: Análise e Discussão Embora o texto do manual desenvolva um processo informativo seguindo uma tipologia tradicional sobre a II Guerra Mundial, explicando as causas, descrevendo as principais forças envolvidas, o papel desempenhado e o interesse de cada uma delas, retratando o desenrolar da atividade militar e as suas consequências, procurar-se-á, por detrás deste invólucro carregado de fatos históricos, apresentados de modo aparentemente rigoroso, descrever, perceber, exemplificar e discutir quais os fins, as estratégias e técnicas propagandísticas subjacentes à narrativa contida no texto. Numa primeira análise a ideia com que se fica e que origina o primeiro comentário sobre a imagem que é transmitida sobre a Guerra é que o leitor é colocado perante o retrato de uma guerra clássica entre dois mundos claramente distintos, onde o agressor é bem definido, vem do exterior, para lá das fronteiras, e esse inimigo é perfeitamente conhecido e identificado. Trata-se de uma situação que revela uma ordem simétrica, que permite aos autores do manual situar (portanto, distinguir) os acontecimentos e as personagens em dois pólos opostos nós (o bem) e eles (o mal) 7 ; os objetivos de cada uma das partes são determinados, as suas exigências são explícitas, as suas identidades são reveladas e o desfecho do conflito militar é previsível, quase determinado. A partir desses pressupostos, o desenrrolar dos acontecimentos da Guerra é apresentado, seguindo, a nosso ver, um modelo de narrativa específico que funciona como uma espécie de co-autor que organiza antecipadamente o que os alunos deverão pensar, tornando claro ou transparente o que poderia passar despercebido (Wertsch, 2002). Intitulamos este modelo como Guerra da União Soviética contra os inimigos estrangeiros e apresentamo-lo, acompanhado de citações do manual que exemplificam as nossas 7 Esta estrutura habituava, certamente, o aluno às interpretações fundadas em raciocínios binários que ela própria condensava: verdade versus mentira, socialismo versus capitalismo.

7 suposições. O modelo da narrativa do livro didático é constituído por três momentos: 1. Situação inicial; 2. Os inimigos atacam a URSS, começa a Guerra; 3. A URSS vence a Guerra e salva o mundo. 1. Situação Inicial O livro começa por apresentar aos alunos, conforme era tradição nos tempos soviéticos, todas as regiões do mundo, mas num quadro muito sombrio do pré-guerra, que celebra a força bruta e a falta de princípios, do lado dos países capitalistas dominados pelo fascismo conforme citado: Os países fascistas aspiravam destruir a URSS, preparar e desencadear uma guerra mundial para fazer valer a sua posição dominante no mundo (p. 3). Nas diferentes formas de se dirigir ao leitor, os autores do manual usam diversas estratégias para identificar os diferentes personagens sobre quem o texto fala. O texto não poupa nos adjetivos quando faz referência à decadência moral a que tinham chegado os países fascistas e os seus dirigentes capitalistas, - as imagens e a visão pessimista suscitam uma série de sentimentos negativos e parecem conduzir o mundo dessa época a uma situação muito preocupante. Dentre as citações encontradas no livro relacionadas com a situação de pré-guerra em que se vivia, predomina o pressentimento do pior, um misto de tristeza e de ódio. Assumimos que este resultado possa ser consequência da natureza do acontecimento para qual a narrativa está a conduzir o leitor a guerra, que implica uso de métodos violentos, mas que também se encontra subjacente aos desejos/sentimentos de justiça e vingança: [ ] os bárbaros agressores fascistas maltratavam brutalmente civis, queimavam cidades, destruíam aldeias, usavam gás venenoso... (p. 7) Foi surpreendente descobrir que não se encontra no manual uma separação natural e esperada entre a paz e a guerra, que tradicionalmente distingue três situações possíveis: paz, guerra e pós-guerra. A imagem com que o aluno fica é que a possibilidade de uma situação de paz é drasticamente reduzida, até mesmo eliminada, prevalecendo a pensamento de uma situação de ameaça permanente. Desde as primeiras páginas do manual, a ideia do ambiente hostil e do cerco por inimigos aparecem como constantes da existência nacional e a principal característica que determina desde sempre a

8 singularidade da história da URSS 8. Contudo, estes fatores provavelmente não desencadeiam nos leitores nem medo, nem insegurança, sendo os seus efeitos absorvidos pelos dois fatos tranquilizantes que fazem acreditar que este Estado não só vai defender os nossos interesses, mas também cuidar das nossas esperanças : 1) a União Soviética é uma fortaleza, movida pelo princípio da defesa da paz mundial e pela preocupação com a segurança colectiva, única capaz de derrubar os inimigos; 2) os inimigos são identificados, localizados e serão combatidos num conflito armado moralmente legítimo e justo. A análise da narrativa do livro permite ver que quem sustenta o seu desenrolar, o seu sujeito, é a União Soviética, a grande personagem colectiva que permanece e progride. É bastante evidente a intenção dos autores do manual fornecer as representações de uma sociedade quase perfeita, isenta de contradições e problemas internos graves, de se esforçarem por transmitir a ideia de como a URSS é justa, pacífica, pronta para ajudar desinteressadamente ao próximo e os mais fracos: [ ] a ajuda multilateral e desinteressa, a amizade oferecida pela URSS [ ] (p. 68); Esta idealização da União Soviética, encontrada no livro em análise, permite-nos identificar, nas suas múltiplas manifestações, as estruturas de uma máquina mitológica 9 que produziu vários mitos fundamentais no plano ideológico e político e exerceu uma grande influência sobre a formação do núcleo identitário e a consciência dos cidadãos da União Soviética (Günther, Hänsgen, 2006). Um dos mitos mais caros aos cidadãos soviéticos - criado, cultivado e inculcado durante toda a permanência do regime é o mito da grandeza da nação. Esta grandeza devia ser a principal fonte de orgulho dos soviéticos e a justificação para todos os sacrifícios que lhes eram exigidos para que a União Soviética conquistasse e preservasse na hierarquia das nações um lugar adequado ao país que realizou a Revolução Socialista e ganhou a II Guerra Mundial. Na primeira parte do texto do manual, sobressai um dos aspectos deste mito - as qualidades morais da União Soviética. A ideia aqui não era somente enaltecer a imagem da URSS que presta assistência fraternal e fornece grande apoio, mas também e principalmente, servir de pano do fundo para começar a construir a imagem do inimigo. O complexo semântico do inimigo estabelece aqui uma ligação funcional com a 8 Estes fatores também sempre serviram de fundamento para produção elevada do armamento e de explicação e justificação do atraso econômico em relação ao Ocidente, principalmente na produção dos bens de consumo. 9 A expressão é de F. Jesi (1977).

9 compreensão social de nós, representado pelo poder e características do homem incluído em nós. Ou seja, esta ligação destaca aquelas normas e valores sociais que estão na base da constituição e da gestão do sistema social como um todo, indica directa ou indirectamente, características simbólicas de representações sobre o passado e o futuro, os recursos, os parceiros e outros elementos do quadro de realidade social. Como escreve Bauman, [ ] a oposição entre amigos e inimigos separa a verdade da falsidade, o bem do mal, a beleza da fealdade. o certo e o errado [.]. Ela torna o mundo legível e, com isso, instrutivo (Bauman, 2007, p. 65). É reconhecido pelas investigações no âmbito da propaganda política que entre os participantes da luta política há a necessidade de ter e criar inimigos (Girardet, 1987; Günter, 2006). A criação da imagem do inimigo no manual tem a sua própria história que muda conforme os acontecimentos: no início, quando se trata do inimigo fascista, ele é um adversário, que é a personificação de princípios extremamente negativos, um inimigo do povo 10 soviético e de toda a comunidade progressiva do mundo, porque é um inimigo mau, dotado de caracteristicas opostas à natureza humana. De uma maneira geral, o texto do manual apresenta uma preocupação com a linguagem que corresponde às características do contexto em que é usada, transformando a narrativa numa guerra de símbolos (Tchskhotine, 1967). Quando se trata dos inimigos e os seus feitos, a linguagem, que faz predominar o clima de força, aparece repleta de epítetos como cruel, bárbaro, bandidos. A mensagem, que os autores do manual deixam no final desta primeira parte da narrativa, é muito explícita: a União Soviética é único país capaz de travar e destruir o inimigo, devido à sua natureza socialista. Esta ideia não somente aproxima o aluno a um final de Guerra previsível, como visa fixar nele a crença na força e potência do modelo socialista. 2. Os inimigos atacam a URSS, começa a Guerra Logo nas primeiras páginas do manual afirma-se que a União Soviética foi atacada pelo inimigo fascista e obrigada a combater uma ameaça total, porque: [ ] os fascistas visavam a eliminação do Estado Soviético, a captura das suas riquezas, a transformação do povo soviético em escravos dos capitalistas e proprietários alemães ( p. 21). 10 Segundo Kolonitskii (2003), as primeiras menções à expressão inimigo do povo surgiram em 1917, durante a Revolução de Outubro, enquanto a própria expressão nasceu na época da Revolução Francesa.

10 A partir daqui, no livro de História em análise, começa a narrativa de uma história de vitória, fazendo sobressair um outro aspecto do mito da grandeza da nação soviética a sua força militar. A guerra da URSS contra o fascismo é apresentada como um conjunto de vitórias que conduziram à inevitável derrota do inimigo fascista na Europa e no mundo 11. Assinala-se também que mesmo as derrotas militares são descritas como quase vitórias ou então, simplesmente, esquecidas. É relevante, a este respeito, o fato de o relato da Guerra começar a partir da vitória do Exército Vermelho perto de Moscovo, em Dezembro de 1941, omitindo, deste modo os acontecimentos dos primeiros meses da Guerra, durante os quais as tropas do inimigo chegaram até Moscovo. Porém, a União Soviética aparece no livro sempre segura e certa da superioridade dos seus princípios políticos, da moral, da organização social e das atitudes que propagandeava: [...] a URSS convenceu o mundo da grande força e vitalidade do sistema socialista. (p. 39) Nesta parte de narrativa do livro didático, entre os personagens de destaque surge um grupo novo, de aliados, constituído por EUA e Grã-Bretanha com os quais a URSS assinou um acordo de entreajuda. Contudo, é notório o esforço no sentido de mostrar que estes nunca se comportavam como amigos, apenas procurando satisfazerem os seus interesses, aspirando o fim do comunismo e a dependência da URSS do Ocidente. Os aliados são sempre muito criticados nesta parte do manual, principalmente a sua pretensa falta de carácter e as verdadeiras intenções: [ ] Churchill ordenou aos comandantes militares britânicos que recolhessem as armas alemãs, para, caso fosse necessário, redistribuí-las aos soldados alemães para as voltarem contra a URSS (p. 35). Para dar a credibilidade aos fatos e mostrar aos alunos que é um discurso da verdade, os autores do manual recorrem ao recurso de contraposição da informação fornecida pelo manual e pelos inimigos ou simplesmente por mal-intencionados. Usando as regras clássicas da contra-propaganda 12 (Domenach, 1975), por exemplo, respondem com fatos 13 às insinuações daqueles que duvidam que URSS não se tenha sentido forçada a assinar o acordo militar com os aliados. E a narrativa continua referindo que quando a guerra contra Hitler começou, a URSS enfrentou o inimigo contando com 11 Nisso o manual revela uma estratégia de valorização do papel nacional na Guerra semelhante à dos manuais de História americanos: segundo Foster, Nicholls (2004), neles as as batalhas e acontecimentoschave da II Guerra Mundial são retratados sob uma perspectiva Americana, o enfoque central que é dado às vitórias e dos feitos. Enquanto [ ]os detalhes das contribuições Britânica e Soviética são limitados (p. 60). 12 Uma das regras da contra-propaganda, afirma Domenach, é colocar a propaganda do adversário em contradição com os factos, porque não existe réplica mais desconcertante que a suscitada pelos factos (1975, p. 95). 13 O fato, sendo aquilo que realmente aconteceu, só tem um valor lógico é verdadeiro.

11 os poderes ocidentais, no entanto estes pagaram com ingratidão os sacrifícios da URSS: ora a traíam constantemente, ora falhavam no seu papel de aliados atrasando a abertura da segunda frente europeia; e mesmo quando prestavam alguma ajuda, o seu apoio não tinha significado decisivo, tentando adicionalmente privar a União Soviética dos frutos legítimos da vitória. Estas são ideias referidas de maneira evidente na narrativa do manual com uma clara intenção de conquistar a aprovação dos alunos e de lhes passar a mensagem do verdadeiro vencedor da Guerra: O fornecimento de armas e suprimentos militares por aliados à União Soviética realizava-se irregularmente, com frequentes interrupções, e, no primeiro ano da guerra, não teve qualquer significado prático para a União Soviética (p. 23). Já na página 25 da mesma obra é possível encontrar: A URSS honrava rigorosamente os seus compromissos de aliança. Mas os Estados Unidos e a Grã- Bretanha violavam-nos com gravidade. Para criar uma ilusão da unanimidade neste assunto dos aliados, tão delicado, mas fundamental para proclamação da URSS como única vencedora na Guerra (que não tarda surgir nas paginas do manual de História), no livro são usadas às ilustrações que ajudam a criar esta ideia na mente dos alunos 14. Uma delas, é a ilustração intitulada Recolha de assinaturas para uma petição ao governo dos EUA para a abertura imediata da segunda frente, mostra um grupo de trabalhadores, homens e mulheres, a recolher assinaturas, tendo como pano de fundo um cartaz Open up a western front NOW! e funciona como um testemunho para confirmar a argumentação dos autores do manual. Aparentemente isso é feito num esforço de manifestar a omnipresença dos apoiantes da URSS explorase a imagem para passar a mensagem de que estamos lá e somos os mais fortes (Domenach, 1975, p. 91) e para que leitor a aceite como sua. Nesta parte do modelo da narrativa começa a emergir um outro inimigo da União Soviética o imperialismo americano. No texto do manual nota-se o aumento do ritmo e da intensidade da propaganda que visa mostrar as verdadeiras intenções com base na afirmação do futuro presidente dos Estados Unidos Truman: Se virmos que a Alemanha está a ganhar devemos ajudar a Rússia e se a Rússia está a ganhar, devemos ajudar a Alemanha e assim deixá-los matar o maior número possível (p. 22) 15 já que os EUA [ ] procuravam estabelecer a supremacia indivisa no Pacífico (p. 4) 14 Segundo Pingel (1999), as ilustrações podem ser mais persistentes do que o próprio texto. 15 Aqui está um outro exemplo de uso das regras de contra-propaganda - ridicularizar o alvo, atribuindolhe palavras que o fazem cair no ridículo (Domenach, 1975).

12 Os autores do livro didático não perdem nenhuma oportunidade para passar as mensagens negativas sobre os Estados Unidos, nem o ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa, evidenciou neles alguma compaixão pelas vítimas. O Comando supremo das forças armadas dos Estados Unidos não estavam preparados para o ataque do agressor...isto saiu caro à frota armada dos EUA A posição dos EUA no Pacífico foi enfraquecida (p. 23). A insistência no papel pouco atraente dos americanos não é gratuita, visando atribuir-lhes a culpa pela Guerra Fria, que dominava o clima político no mundo nos anos 70, quando o manual de História em análise vigorava, confirmando esta evidência, mais uma vez, com factos indiscutíveis bombardeio atómico da Hiroxima e Nagasaki: [ ] Este ato desumano visava metas políticas de longo alcance: para intimidar todas as nações do mundo e forçá-las a baixar a cabeça diante do poder dos Estados Unidos. Os imperialistas norte-americanos esperavam estabelecer o seu domínio no mundo (p. 38) Os autores do livro didático atribuem a esse acontecimento um único significado, como era esperar os EUA estavam mostrando o seu poder e afirmando a sua hegemonia no mundo, no final da Guerra. A URSS vence a Guerra e salva o mundo. Embora o manual de História inclua uma seção intitulada Vitória da URSS e outros povos amantes de liberdade sobre os agressores fascistas, a ênfase é colocada no sucesso da União Soviética e não dos outros povos. O fim da Guerra na Europa é apresentado em termos de avanço incomparável do Exército Vermelho para além das fronteiras da URSS, avanço este que começou em Estalinegrado e só iria terminar, obviamente, em Berlim. E nesta dinâmica a [ ] libertação completa do solo soviético dos invasores nazistas (p. 32) que é mencionada a abertura da II Frente dos aliados, quando [ ]as força expedicionárias dos aliados sob o comando do general Eisenhower desembarcaram no norte da França e começaram a mover-se para Leste (p. 32). A fase final da Guerra é alvo de uma cobertura abrangente por parte do manual são as ações do Exército Vermelho que dominam a narrativa: as tropas da União Soviética a tomar países e cidades da Europa, contando, por vezes, com o apoio da sua população, liderada pelos respectivos partidos comunistas, e libertar a Europa dos fascistas. No entanto, não era essa a única frente em que atuava o exército. Os autores do livro sublinham o fato de a URSS entrar, logo após ao salvamento da Europa, em guerra com o Japão para libertar o nordeste da China e a Coreia de Norte, cumprindo os compromissos que tinha assumido com os aliados. A ideia é mostrar aos alunos o papel decisivo das tropas soviéticas em todas as frentes e batalhas e, consequentemente,

13 evidenciar o seu contributo para o resultado final da Guerra: [ ] o destino dos agressores japoneses não foi decidido por explosões de bombas nucleares, mas pelas ações das Forças Armadas Soviéticas (p. 38). Dessa forma, o fim da II Guerra Mundial é descrito como um assunto de responsabilidade quase unanimemente Soviética. Essas descrições são confirmadas com números de perdas do inimigo, que lhes conferem credibilidade e ilustram com clareza o mérito dos soviéticos na Guerra, pelo qual o Ocidente tinha de lhes agradecer, e para que não restassem dúvidas que a derrota da Alemanha Nazi tivera origem nas vitórias do Exército Vermelho segundo análise conjuntural. As forças militares soviéticas durante a guerra destruíram 507 divisões alemãs e 100 divisões dos seus satélites. Os Aliados derrotaram não mais de 176 divisões [ ] a Alemanha perdeu 10 milhões de pessoas [ ]foram derrotados e capturados 49 divisões e 27 brigadas do exército (p. 38). A vitória na Guerra encontra-se numa interação lógica entre a superioridade da nação soviética e seus pressupostos ideológicos: a afirmação da força militar e a capacidade de vencer o inimigo demonstrados durante a Guerra, no manual são fundamentadas recorrendo à excepcionalidade 16 do primeiro país socialista do mundo, ao mesmo tempo reconfirmando essa excepcionalidade com os feitos do povo soviético na Guerra. É bastante evidente que a história da vitória da União Soviética sobre Alemanha fascista, assim como é contada e repetida no manual, pretende afirmar e dar corpo ao mito de grande vitória na II Guerra Mundial. Segundo Hösler, os jovens soviéticos, educados dentro deste espirito, gradualmente ficaram presos a este mito brilhante (Hösler, 2005). A importância central atribuída no livro didático à grande vitória da URSS na Guerra, a nosso ver, visava a materialização de várias ideias, dirigidas aos alunos: por um lado, uma óbvia e esperada glorificação do heroísmo e do sacrifício do povo soviético, por outro, o simbolismo da vitória visava compensar as falhas do regime, passando ao leitor a mensagem do quão insignificantes e diminuídas eram as dificuldades que o país enfrentava na realidade em diversas áreas, comparadas com as suas grandes vitórias de um passado recente. Também parece bastante evidente que a vitória da União Soviética descrita no manual não pretendia evidenciar somente a derrota do inimigo fascista, mas fornecer argumentos para derrubar a imagem do Ocidente como um modelo de desenvolvimento a ser emulado e provar a certeza das previsões da teoria marxista que 16 Porque, [ ] a excepcionalidade, avisa Innerarity, é mais reveladora que a normalidade (Innerarity, 2009, 23)

14 pressupunha o seu fim como mundo capitalista, conforme citação: Os acontecimentos [ ] confirmam fortemente que o capitalismo é uma sociedade privada de futuro (p. 177). O modelo para o futuro estava destinado para ser ocupado pela grande experiência socialista, a União Soviética que foi revigorada pelas suas vitórias na Guerra. A promoção da ideia da URSS ser o modelo para o resto do mundo tornou-se uma das mensagens principais do manual. A intenção parece ter sido a de fixar no imaginário dos alunos a imagem de uma sociedade modelo na guerra e agora, também, no pós-guerra: a principal força motriz dos povos (p. 24). Contudo, a mudança do contexto geopolítico, que agora contava a eliminação do inimigo invasor e estabelecimento da paz, não fez desaparecer a ameaça externa nem a mentalidade de cerco no texto do manual 17. O perigo externo é identificado agora neste livro com a ameaça representada pelos Estados Unidos, [ ] a principal força econômica e político-militar do imperialismo (p. 124). Também observa-se a mudança quanto a compreensão de inimigo. Se no início do livro este é compreendido como comunidade de pessoas em oposição, moralmente má, no pós-guerra o conjunto de particularidades do inimigo americano violência, traição, conspiração leva a acreditar na existência de um inimigo objetivo (Mamatova, 1990). Define-se assim, um perigo objetivo para o Estado Soviético, independentemente das subjetivas intenções, planos e ações do inimigo. A ideia do inimigo americano atinge aqui o seu ápice, apresenta-se como um pré-requisito de consciência política e afirma-se como uma condição para novas formas de consolidação política das forças progressivas lideradas pela URSS, seguindo por consequência os modelos explicativos característicos da Guerra Fria. Conclusão A seleção, leitura e análise realizada nos manuiais permitiu encontrar várias evidencias de que o poder soviético tinha nesses escritos um dos seus importantes instrumentos de propaganda. Apesar da imagem da Guerra ter aparência documental, por detrás do texto é possível distinguir dois grupos de estratégias propagandísticas: o 17 Os desafios externos sempre foram usados pela historiografia em todo mundo (Matos, 1988), também eram habituais na historiografia soviética (Sokolov, 2008).

15 primeiro, usando diferentes técnicas, visa enaltecer a imagem da URSS em todos os sentidos, mas particularmente, como a vencedora da II Guerra Mundial. As suas atitudes perante o mundo, os princípios e valores defendidos, as imagens reais das suas vitórias militares abrem a perspectiva de um país-herói-libertador. O segundo grupo de estratégias direcionadas para o aluno, abre ao leitor a possibilidade de aderir a essa história assumindo-a como sua. Ambos os grupos de estratégias esforçam-se para que a história da Guerra se pareça com uma narração de fatos apresentados com objetividade e rigor, para que a produção desse conhecimento não fosse questionada pelo aluno. Pelo contrário, com esse proceder, estabelece-se um alinhamento (Cerri, 2002) dos leitores com os acontecimentos e as personagens históricas, convertendo a todos eles em nós, mas também tornando possível juntá-los contra os outros. Bibliografia BAUMAN, Z. (2007). A vida fragmentada. Lisboa: Relógio D'Água. BURKE, P. (1992). O mundo como teatro. Estudos de antropologia histórica. Memória e Sociedade. Lisboa: Difel. CERRI, L. (2002). Ensino de História e Nação na Propaganda do "Milagre Económico". Revista Brasileira de História, 22, DOMENACH, J A Propaganda política. Amadora: Livraria Bertrand FOSTER, N., & NICHOLLS, J. (2004). Quem ganhou a 2ª Guerra Mundial? Currículo sem Fronteiras, v. 4, n. 2, GARAGOZOV, R. (2002). Collective Memory and the Russian Schematic Narrative Template. Journal of Russian and East European Psychology, 40 - nº 5, GEERTZ, C. (1989). Interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. GIRARDET, R. (1987). Mitos e mitologias políticas. São Paulo: Companhia das Letras. GUDKOV, L. (2-3 (40-41) de 2005). "Память" о войне и массовая идентичность россиян. Obtido de NZ: GÜNTHER, H. (2006). Архетипы советской культуры. M: Соцреалистический канон. GÜNTHER, H., & HǞNSGEN, S. (2006). Sovietskaia vlast i media. Sankt Peterburg: Akademicheskii proekt. HOSLE, V., & NORA, K. (2003). O café dos filósofos mortos. Editora Angra. HOSLER, J. (2-3 (40-41) de 2005). Что значит "Проработка прошлого"? Об историографии Великой Отечественной войны в СССР и России. Obtido de NZ: INNERARITY, D. (2009). A Sociedade invisível. Lisboa: Teorema. JESI, F. (1977). O mito. Lisboa: Presença. KOLONITSKII, B. (2003). "Русская идея" и Идеология Февральской революции. Obtido de Toronto Slavic Quarterly: LEVADA CENTER (2012). Общественное мнение. Obtido de:

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