DESVENDANDO O MUNDO DE MANEIRA CRÍTICA: UMA OUTRA PROPAGANDA NO ENSINO ESCOLAR

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1 DESVENDANDO O MUNDO DE MANEIRA CRÍTICA: UMA OUTRA PROPAGANDA NO ENSINO ESCOLAR LOVATE, Laís Batista¹ - LOVATE, Thaís Batista¹ - SANT ANNA, Ricardo Moreira¹ Graduando em Licenciatura de Geografia - Universidade Federal do Espírito Santo. RESUMO A mídia, no atual estágio da globalização, tem influenciado sobremaneira os modos de ser/viver das sociedades. Desenha-se um cenário no qual a informação é extremamente necessária, mas esta pode e vem sendo manipulada e é, nesse contexto, que se insere a propaganda, instrumento tão presente no cotidiano. Depreende-se, portanto, que importante se faz a problematização desse recurso no contexto da sala de aula, de maneira crítica, para auxiliar tanto no ensino, quanto no desvendamento das perversidades da globalização, maneira como Milton Santos (2000) se refere à situação mundial atual e no qual essa manipulação da informação se insere. As propagandas apresentam-se, assim, como um meio que pode auxiliar na tarefa dos professores de desconstruir a ideia de mundo que os alunos têm, adquirida, via de regra, do ponto de vista da mídia. A proposta principal é utilizar suas bases (criatividade e beleza) como uma forma diferenciada e prazerosa de ler o mundo, a serviço de um ensino reflexivo e crítico, para o entendimento de como se dá a hegemonia e a ação da ideologia. Uma das principais justificativas para este trabalho advém da fala de Valladares (2000) quando nos alerta para o fato de que se deve considerar uma concepção de ensino capaz de incluir várias leituras, até aquelas tradicionalmente desconsideradas, como é o caso desse recurso. Essa preocupação também é abordada no Currículo Escolar Estadual do Espírito Santo, ao explicitar que a leitura não-restrita aos livros didáticos deve ser ampliada em outras possibilidades, nas diferentes expressões literárias. O trabalho com propagandas vem sendo realizado em escolas estaduais em Vitória no Espírito Santo e tem alcançado resultados satisfatórios. Como metodologia de trabalho, foi elaborada uma coletânea com diversas propostas de utilização, aplicadas de acordo com a infraestrutura de cada escola. Palavras-chave: propagandas; criticidade; ensino escolar. 1. INTRODUÇÃO No atual momento, a mídia exerce grande influência na formação de costumes, comportamentos e convicções da sociedade. Nesse contexto, os diversos atores sociais se utilizam dessa influência para vender cada vez mais suas ideias por meio das propagandas. Para Silva e Santos (2009)

2 2 Ela surge como um novo fenômeno que invade a todos, que arquiteta numa sociedade midiada, uma cultura midiática. A cultura da mídia vigente na sociedade se aspira dominante, estabelecendo formas e normas sociais, fazendo um grande número de pessoas enxergarem o mundo por suas lentes, seus vieses. Utilizada como instrumento de manipulação a serviço de interesses particulares, reordena percepções, faz brotar novos modos de subjetividade, o que trás vantagens e/ou desvantagens, tanto no aspecto individual como no aspecto social (p.2). Nesse sentido, estando as diversas propagandas tão presentes no cotidiano dos alunos, veiculadas por meio da televisão, outdoors, internet, revistas, jornais, rádio etc., e emitindo uma gama de informações em seus conteúdos, é que visualiza-se, também, a relevante possibilidade que elas oferecem, no sentido de sua utilização, de maneira crítica, afim de auxiliar o ensino escolar. 2. A IMPORTÂNCIA DA CRITICIDADE EM TEMPOS DE GLOBALIZAÇÃO E O USO DAS PROPAGANDAS NO ENSINO Existem diversos pontos de vista sobre a origem do processo de globalização, mas a predominância é de que esse processo teve início com a expansão marítima comercial europeia, nos séculos XV e XVI, concomitantemente à do próprio capitalismo, e continuando nos séculos seguintes, até atingirem suas formas atuais. A globalização, segundo Santos (2000), é de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista e nos adverte para o fato de que vivemos num mundo confuso e confusamente percebido. Daí a importância da criticidade na formação dos estudantes, visto que cada vez mais, a tecnologia tem oferecido, sobretudo, aos jovens, uma possibilidade de se comunicarem de maneira veloz, instantânea, online. Os veículos de massa atuais estão aí, cada vez mais enlaçados/enlaçando o dia-dia de cada um. Aparentemente, as novas tecnologias da informação deveriam facilitar o conhecimento do aluno sobre aquilo que o sonda. Entretanto, Nas condições atuais, as técnicas da informação são principalmente utilizadas por um punhado de atores em função de seus objetivos particulares. Essas técnicas da informação (por enquanto) são apropriadas por alguns Estados e por algumas empresas, aprofundando assim os processos de criação de desigualdades. É desse modo que a periferia do sistema capitalista acaba se tornando ainda mais periférica, seja porque não dispõe totalmente dos novos meios de produção, seja porque lhe escapa a possibilidade de controle (SANTOS, 2000, p.39).

3 3 Nesse cenário, ao tomarmos, como exemplo, a propaganda dentro do mundo globalizado, podemos afirmar que a mesma visa, dentre outras coisas, o consumo. Dentro desta máxima, apresenta a possibilidade dessa prática como se todos vivessem numa aldeia global, vivendo bem, comendo bem, tendo acesso às técnicas e tecnologias que abundam, só que não. A propaganda neste sentido presta um (des)serviço, posto que, com essa forma de apresentação do mundo, reforça, maquia, desvia, esconde embaixo do catre, diversas problemáticas como, a fome, as desigualdades, os problemas ambientais, o caos urbano, etc. Depreende-se daí que a propaganda tem, via de regra, um objetivo bastante claro: transmitir ao maior número de pessoas (consumidores de ideias, produtos etc.) informações ideologicamente manipuladas aos interesses daqueles que as produzem. Assim, vive-se um momento em que somos bombardeados diuturnamente por propagandas dos mais diversos tipos, que- como discutido anteriormente -, em vez de esclarecer, obscurecem. É nesse cenário que se situa um dos grandes desafios postos aos professores, ou seja, lidar com a espacialidade no ensino em meio a tanta mistificação, aliada aos individualismos e a competitividade do mundo contemporâneo. A abundância de informações que ronda o dia-dia dos indivíduos paira por todos os lados como se fosse poluição atmosférica. Apesar de sua onipresença no mundo atual, ela não necessariamente trará algo de bom àqueles que a consomem. Desenha-se, assim, um contexto onde não se pode deixar de considerar que a informação é fundamental e cada vez mais irrevogável, porém, ela pode, também, ser manipulada. Contudo, Santos (2000) afirma que a globalização perversa atual não é irreversível, apesar de ser uma ideia bastante difundida. O referido autor explica que essa maneira de pensar, que o atual estado não apresenta alternativas de mudança, se prende à força com a qual a globalização se revelou e se instalou nos mais diversos lugares e esferas da vida das pessoas. Completa afirmando que [...] essa visão repetitiva do mundo confunde com o que já foi realizado com as perspectivas de realização. [...] O mundo datado de hoje deve ser enxergado como o que na verdade ele nos traz, isto é, um conjunto presente de possibilidades reais, concretas, todas factíveis sob determinadas ações (SANTOS, 2000, p. 160).

4 4 Acredita-se, pois que o mundo nos apresenta possibilidades. Crer nessa máxima é o primeiro passo para uma mudança efetiva. E no que se refere às propagandas, trata-se, pois, de utilizá-las no ensino, numa perspectiva crítica; de enxergá-las na esfera dessas possibilidades. Possibilidade de alcançar algo novo e significativo para o aprendizado. Não é tão comum encontrar literaturas que abordem e relacionem a educação e a propaganda numa perspectiva crítica. No entanto, é possível realizar algumas analogias entre o papel do publicitário e o do professor. Ambos têm que chamar a atenção para o conteúdo/mensagem a ser transmitido; têm que despertar o interesse e estimular o desejo do público alvo; planejar suas ações; possuir conhecimento científico, estudar a sua clientela e avaliar o processo e término de seu trabalho. É preciso enfatizar que apesar das semelhanças superficiais, os objetivos de cada um são, via de regra, completamente opostos. A educação pretende libertar o aluno, enquanto as propagandas, quando não problematizadas, objetivam prender as pessoas ao consumismo e às ideias prontas. O que se propõe, portanto, é utilizar as bases da propaganda a serviço de um ensino reflexivo e crítico, propiciando, assim, a construção de um conhecimento que interfira positivamente nos modos de ser/viver dos alunos, que os afete no sentido de se perceberem como participantes e agentes transformadores do mundo. Existem inúmeras maneiras de ler as propagandas. Cerri (2005), apoiado nos estudos desenvolvidos por Barthes (1988), explica que este autor utiliza uma estrutura própria de ler peças publicitárias, iniciando pela identificação da denotação, que é a apreensão literal, linguística, de decodificação do símbolo, partindo para a conotação (mensagem) e logo após para a referenciação, que é o emissor ou o produto que está sendo oferecido. Retomando e reforçando a questão da criticidade, deixa claro que: O que é mais importante nesse trabalho de leitura analítica, que pode ser feito coletivamente no ambiente educacional, é desenvolver um leitor crítico, que deve substituir o espectador passivo e que acabará depois por surpreender-se defendendo práticas e portando convicções, cuja origem não conhece, não sabe quando, onde e nem porque estão fazendo parte de sua bagagem (BARTHES, 1988, apud, CERRI, 2005, p.324). Nessa mesma linha, encontramos contribuições em Valladares (2000), ao afirmar que A leitura crítica da propaganda pode contribuir não só para desmistificação de muitos processos sociais, como também como exercício efetivo da criticidade

5 5 para entendimento de como se dá a hegemonia e a ação da ideologia, como parte dela (p.74). Percebe-se, assim, que os referidos autores concordam que uma abordagem crítica é fundamental quando se utiliza propagandas no ambiente escolar. E, ainda, que essa utilização é importante para ajudar na compreensão da complexibilidade do contexto atual. Além disso, Uma vez tomada como elemento do conjunto da sociedade capitalista em que vivemos, a propaganda pode ser compreendida também como expressão da época em que ocorre e, portanto, como uma fonte histórica de primeira ordem, principalmente se o que temos em mente é pesquisar o recorte da realidade para o qual ela se dirige, isto é, os sonhos, desejos, as expectativas das pessoas, isoladas ou em grupos, às quais os anúncios se dirigem para satisfazer suas necessidades (CERRI, 2005, p.321). Não obstante tantas possibilidades, o que se observa é que, lamentavelmente, não são todos os docentes que utilizam a propaganda como alternativa para o ensino e, ainda, muitos não estão preparados para aplicá-las de maneira crítica. Em muitas ocasiões, os livros didáticos são tidos como os únicos recursos, mesmo quando as escolas possuem recursos diversos e alternativos. Nesse sentido, o uso das propagandas pode ser uma rica alternativa de ensino e adquire um novo papel, nesse contexto, podendo, propiciar ao próprio professor a reflexão sobre sua prática, conforme salienta Valladares (2000), Acredito que um professor que treine seu olhar na leitura de como a propaganda funciona, será mais capaz de agir reflexivamente sobre a sua própria prática, podendo analisar, com mais propriedade, sua ação pedagógica junto aos alunos. Com essa aprendizagem crítica, o professor poderá provocar nos alunos uma reflexão contínua sobre suas necessidades verdadeiras e sobre os desejos que lhe são incutidos pelas propagandas (p.19). O que se ressalta é que tanto a não utilização, quanto o uso inadequado das propagandas são caracterizadas como um dano muito grande ao aprendizado e à vida dos alunos. Valladares (2000, p.20) alerta que caso os docentes não as utilizem de maneira crítica estarão fazendo uso autoritário delas, por ignorá-las e por não dar ferramentas aos seus alunos para lidar com elas e, caso as desconsiderem como método ou tenham receio de utilizá-las, não estarão impedindo que os alunos sejam por elas impactados, diariamente, (...) sem nenhuma resistência (p. 21). Castoldi&Polinarski (2009), revelam que há uma influência dos recursos didático-pedagógicos e das atividades criativas na motivação dos alunos na participação

6 6 e interesse nas aulas. Ou seja, realizar leituras das propagandas utilizando diversos meios de comunicação, tais como internet, jornal, revista, televisão etc. pode contribuir para que se propicie um novo dinamismo às aulas. Deve-se considerar como nos lembra Valladares (2000, p. 21), uma concepção de ensino capaz de incluir várias leituras, até aquelas tradicionalmente desconsideradas, como é o caso das propagandas, principalmente pelo fato de estarem tão presentes no cotidiano dos alunos. Essa preocupação apontada por Valladares, também é abordada no Currículo Básico da Escola Estadual do Espírito Santo, ao explicitar que A leitura não se restrita aos livros didáticos, deverá ser ampliada em outras possibilidades (...) nas diferentes expressões literárias (ESPÍRITO SANTO, 2009, p.110). Portanto, a busca por se manter atualizado e ampliar as opções metodológicas torna-se um dever cotidiano de todo professor, para que, assim, consiga atingir a totalidade do ambiente escolar, que se apresenta sempre tão heterogênea. De imediato, esclarece-se que não é nosso objetivo apontar os professores como responsáveis pelas mazelas presentes no ensino, nem mesmo afirmar que se houver a apropriação das propagandas pelos mesmos, essas mazelas serão superadas. O que almejamos, enfatiza-se, é socializar uma nova possibilidade alternativa de recurso de ensino. Com isso, proporcionar ao docente um novo ponto de vista sobre as propagandas e a compreensão de que podem ser importantes instrumentos, se utilizadas criticamente, no desvendamento das ideologias que cercam a sociedade atual. Sempre lembrando a importante lição de Santos (2000, p.161), ao afirmar que é lícito dizer que o futuro são muitos; e resultarão de arranjos diferentes, segundo nosso grau de consciência, entre o reino das possibilidades e o reino da vontade. 3. PESQUISA EMPÍRICA E ANÁLISE DE DADOS Com o intuito de propor alternativas que possam contribuir para a utilização das propagandas criticamente nas atividades de ensino, realizou-se, uma pesquisa empírica com o objetivo de diagnosticar se/como os professores que lecionam nas escolas estaduais da cidade de Vitória (capital do Espírito Santo) costumam utilizar esse recurso em suas aulas. Para realizar a coleta dos dados elaboramos, primeiramente, um questionário, de caráter fechado. Num segundo momento, o questionário referiu-se à relação que os professores tinham com as propagandas em suas práticas. Procuramos

7 7 saber se conheciam algum estudo, texto ou mesmo se tinham relatos de experiências sobre a utilização da Propaganda no ensino. E, ainda, se a utilização desse recurso como auxílio ao ensino poderia ser considerada positiva no processo de aprendizagem de seus alunos; se consideram essa utilização viável, se já haviam utilizado esse recurso, com quais meios, frequência e o retorno que obtiveram de seus alunos. Verificou-se, também, nos casos negativos, as justificativas da não utilização. De acordo com a LDB (Lei de Diretrizes Bases da Educação Nacional - Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), em seu artigo 10º (décimo), é incumbência do Estado, entre outras obrigações, oferecer, com prioridade, o ensino médio. Nesse sentido, constatamos que do total de 35 (trinta e cinco) professores que responderam o questionário, um total de 27 (vinte e sete) professores, que correspondem a 77,14% do total, atuam apenas no ensino médio; enquanto que os demais respondentes, ou seja, 8 (oito) professores atuam no ensino fundamental, sendo que destes, 7 (sete) também atuam no nível médio, e apenas 1 entrevistado leciona na EJA (Educação de Jovens e Adultos). Do total de questionários respondidos, entrevistados, 62,86% apontam a utilização da propaganda como instrumento de ensino. Porém os professores que responderam aos questionários e que afirmam utilizar a propaganda, em sua maioria, disseram utilizá-la esporadicamente. Esses dados revelam que os docentes não tem uma regularidade na utilização desse recurso. Sinalizam, também, que os mesmos não tem essa utilização planejada em seu programa anual. Dando sequência à análise e considerando o total de professores que afirmam que utilizam ou utilizaram a propaganda no ensino, buscou se enfatizar quais meios os docentes utilizam em tais recursos. Para tanto, definimos, no questionário aplicado, quatro mídias principais: internet, jornal, televisão e revista além de um campo aberto com a opção outros, nos qual os professores tiveram a possibilidade de incluir outro meio não mencionado. Do total de professores que responderam essa questão, todos disseram utilizar internet como fonte de conteúdo para aplicação em sala de aula. A utilização da internet (100% dos professores) foi seguida pelo uso do jornal (85% dos respondentes). Esse percentual é seguido pelo total de70% que afirmam usar a revista para a prática em sala de aula. Ressalta-se, aqui, que a maioria dos professores se reporta a mais de uma alternativa de meio, como por exemplo, a utilização de jornal, internet e revista.

8 8 Fica bastante evidenciado que, no tocante ao retorno do processo ensino aprendizagem, por meio da propaganda, todos os entrevistados disseram ser ou ter sido bom ou ótimo, nenhum dos professores marcou as opções ruim ou péssimo. Isso reforça a hipótese inicial da relevância e importância de se desenvolver estudos e reflexões que visem propiciar alternativas, meios diferentes de conduzir às aulas, como é o caso aqui proposto da utilização da propaganda no ensino. Tais práticas quebram a rotina de uma aula tradicional, dinamiza e possibilita uma interação maior do aluno a aula. Não obstante, há que se considerar que um total de 25,71% dos professores que responderam o questionário, informou que nunca fizeram da propaganda uma ferramenta de ensino. Os motivos citados foram diversos, destacando-se a falta adaptação com o currículo (um professor), falta de informações sobre tal recurso (quatro professores), falta de recursos/infraestrutura (dois professores), não considera propagandas como alternativas de ensino (um professor), não se atentou para a importância desse recurso (um professor). A maioria destes que afirma nunca ter utilizado a propaganda em suas atividades de ensino, informou que não o fazem por não ter informações. Vale ressaltar aqui certa deficiência na formação inicial do professor, bem como a importância desse profissional ter/buscar uma continuidade em sua formação para uma mais rica atuação em seu campo de trabalho. Sobre a formação continuada, Freire (1996) destaca a importância da pesquisa contínua para o docente: Ensinar exige pesquisa. Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses que fazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino contínuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade [...] (FREIRE, 1996, apud MUSSINI, 2011, p ). Dessa forma, podemos perceber o quão fundamental se torna uma contínua formação para os professores, na medida em que nela a pesquisa é possibilitada a esses profissionais podem, assim, aprimorar cada vez mais os seus trabalhos na prática docente. Diante dessa percepção e com base na pesquisa aqui empreendida, foram elaboradas propostas de ensino de Geografia, algumas interdisciplinares, dispostas na forma de

9 9 uma coletânea, a título de sugestão para serem trabalhadas nas escolas. Partiu-se, então para a prática, para analisar se os resultados obtidos seriam satisfatórios. As propostas estão sendo aplicadas nas mesmas escolas em que os questionários foram respondidos pelos professores, sendo que alguns dos que tinham participado da pesquisa, anteriormente, já não se encontravam mais nas escolas. 4. CONCLUSÃO Os resultados obtidos nas aulas não foram avaliados em forma de questionário, nem por provas escritas, e sim, por observações e análises da participação dos alunos nas aulas. Até o presente momento foram aplicadas quatro propostas, a saber: estudo sobre preservação ambiental, por meio de propagandas televisivas educativas; urbanização, por meio de propagandas de jornais e revistas; globalização por meio de propagandas da internet e demografia por meio de propagandas de diversos países divulgadas na internet. A participação das aulas por parte dos alunos tem sido bem avaliada, haja vista o interesse que se tem em adquirir conhecimento de forma uma diferenciada. Percebeu-se, também, a importância do trabalho docente nesse contexto, pois em todas as aulas, até o presente momento, os alunos não conseguiram analisar por si só e à primeira vista a gama de informações presentes nas propagandas. O próximo passo será realizar uma proposta de caráter interdisciplinar, que se apresenta como um desafio, principalmente porque os dias de planejamento dos professores de áreas distintas como português e geografia, história e artes etc., acontecem em dias diferentes. Por fim, mas sem a intenção de concluir definitivamente a investigação empreendida, conclui-se que é possível a elaboração de propostas alternativas de ensino, com vistas à utilização de propagandas na sala de aula com os mais variados meios de comunicação, para que todos os professores, mesmo os que trabalham em escolas com poucos recursos, as utilizem em suas aulas. Assim, objetivamos que tais reflexões possam contribuir sobremaneira na construção de um conhecimento autônomo e crítico dos alunos. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

10 10 BRASIL. Lei nº 9394, de 20 de dezembro de Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, Disponível em: < Acesso em: 3 de julho de CASTOLDI, R; POLINARSKI, C. A. A utilização de Recursos didático-pedagógicos na motivação da aprendizagem. In: II SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE CIENCIA E TECNOLOGIA. Ponta Grossa, PR, Disponível em:<http://www.pg.utfpr.edu.br/sinect/anais/artigos/8%20ensinodecienciasnasseriesinic iais/ensinodecienciasnasseriesinicias_artigo2.pdf>. Acesso em: 12 de novembro de CERRI, Luis Fernando. A POLÍTICA, A PROPAGANDA E O ENSINO DA HISTÓRIA. Cad. Cedes, Campinas, vol. 25, n. 67, p , set./dez Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v25n67/a05v2567>. Acesso em: 30 de novembro de ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria da Educação. Guia de implementação / Secretaria da Educação. Vitória: SEDU, p.; 26 cm. (Currículo Básico Escola Estadual). Disponível em: <www.educacao.es.gov.br/.../sedu_curriculo_basico_escola_estadual.pdf>. Acesso em: 30 de novembro de MUSSINI, Cleide Vitor. Os caminhos para a formação de professores: a reflexão como um elemento estruturador / UEL. Vol. 6 nº 12 jul, p SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. Do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, SILVA, Ellen Fernanda Gomes da; SANTOS, Suely Emilia de Barros. O impacto e a influência da mídia sobre a produção da subjetividade Disponível em: <http://www.abrapso.org.br/siteprincipal/images/anais_xvenabrapso/447.%20o% 20impacto%20e%20a%20influ%CAncia%20da%20m%CDdia.pdf>. Acesso em: 13 de novembro de VALLADARES, Marisa Terezinha Rosa. O uso crítico da propaganda na educação como alternativa pedagógica f. Dissertação (Mestrado em Educação)- Universidade Federal do Espírito Santo, Centro Pedagógico.

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