OBSERVATÓRIO para a Energia Solar

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1 OBSERVATÓRIO para a Energia Solar Fátima 9 de Março Grândola 10 de Março S. T. Spencer ADENE

2 ÍNDICE 1. Descrição e Actividade 2. Viagem às s Instalações de ES em Portugal

3 DEFINIÇÃO Instrumento criado no âmbito do programa Água Quente Solar para Portugal com o objectivo de acompanhar a sua implementação, aferindo o seu progresso e o desenvolvimento do mercado.

4 TAREFAS REALIZADAS Visitas à instalações de energia solar. Preparação de indicadores sobre o sector. Compilação de informação referente a instaladores, produtos e empresas do sector aguaquentesolar.com Aconselhamento através s da L Azul

5 OBJECTIVO DAS VISITAS Obter uma amostragem relativamente representativa do universo da utilização de colectores solares para aquecimento de água no País, com vista a detectar problemas, anomalias acidentais ou sistemáticas, ticas, com o intuito de contribuir para a sua correcção e, sobretudo, para prevenir a sua ocorrência no futuro.

6 Metodologia Adoptada para as Visitas Foi recolhida informação sobre todos os projectos de instalação de colectores solares apoiados financeiramente pelo extinto P. Energia. A Direcção Geral de Energia, DGE, enviou uma carta a todos os proprietários rios de instalações apoiadas pelo P. Energia a solicitar a realização de visitas às suas instalações. Foram organizadas visitas às s instalações e realizadas entrevistas com os proprietários, rios, instaladores e ou projectistas presentes.

7 DISTRIBUIÇÃO DAS INSTALAÇÕES VISITADAS

8 DISTRIBUIÇÃO DAS INSTALAÇÕES VISITADAS POR TIPO DE EQUIPAMENTO P. Campismo (3) 12% Escola (1) 4% Seminário (1) 2% Albergue (1) 1% Pavilhão (2) 5% Piscina (3) 33% Hotel (4) 28% Lar de Acolhimento (5) 15%

9

10 VIAGEM ÀS INSTALAÇÕES DE ES EM PORTUGAL

11 EXECUÇÃO DA REDE TUBAGEM

12 Soldadura Executada a Baixa Temperatura sem os Cuidados Adequados IMPLICAÇÕES RENDIMENTO DA INSTALAÇÃO? GARANTIA? MANUTENÇÃO? Cortar Rebarbar / Lixar Desengordurar Calor Decapante Calor Solda Limpeza de excedentes (Excesso de Calor Película de protecção queimada) CRÍTICO TICO: Tempo de resposta para a Correcção da Situação.

13 Utilização de Acessórios Solda Cravar Encaixe Rosca Aperto A ESTANQUECIDADE DO CIRCUITO DEPENDE DA CORRECTA APLICAÇÃO DOS ACESSÓRIOS.

14 Posicionamento Incorrecto da Bomba Circuladora SEGURAN SEGURANÇA DA INSTALAÃO? A DA INSTALAÃO?

15 Corrosão galvânica Efeito pilha CONSEQUÊNCIAS? A junção de metais diferentes, na presença a de um líquido, l cria uma diferença a de potencial e o consequente movimento de electrões. Acelera-se a corrosão do material menos resistente e diminui-se o ataque no material mais resistente. Este fenómeno é conhecido como corrosão galvânica ou efeito pilha.

16 TABELA de Pares Galvánicas de alguns metais e ligas comercializados, em contacto com a água do mar + Resistente - Resistente FONTE: Corrosion Engineering, Mars G. Fontana, 1987

17 Travessia de placa de cimento sem as devidas precauções CONSEQUÊNCIAS: Arrefecimento da tubagem, Fissuras na placa devido a contracção / dilatação dos tubos, Quebra no rendimento da instalação.

18 Rede tubagem sem protecção mecânica. CONSEQUÊNCIAS: Degradação precoce do isolamento, Arrefecimento acentuado da tubagem quando chove, Quebra no rendimento da instalação.

19 Execução Correcta da Rede Tubagem Placas de Betão

20 Execução Correcta da Rede Tubagem Chapa Ondulada Acessório utilizado na travessia de chapas onduladas

21 POSICIONAMENTO E QUALIDADE DE PURGADORES DE AR

22 Purgadores Deficientes. DISPOSITIVO QUE PERMITE A SAÍDA DO AR ACUMULADO AO LONGO DO CIRCUITO. RENDIMENTO DA INSTALAÇÃO?

23 Posicionamento Incorrecto dos Purgadores. Purgador colocado no lado oposto à saída do grupo de colectores. Purgador colocado na parte inferior do circuito.

24 Purgador Afastado da Saída de Colectores.

25 Saída de Colectores sem Purgadores.

26 Consequências da Incorrecta Selecção e Posicionamento de Purgadores de Ar Acumulação de bolsas de ar na rede tubagem e nos colectores. Algumas zonas de colectores podem entrar em estagnação degradação da superfície absorsora, do isolamento e consequente envelhecimento precoce do material. Baixo rendimento global da instalação. E todas as outras referidas anteriormente soldadura defeituosa.

27 Purgadores de Ar para Sistemas Solares Tmax 150 a 160 ºC Pmax = 10 bar

28 Posicionamento Correcto do Purgador de Ar sem Sonda Quente do CD. Ligação ao Circuito de Retorno

29 Posicionamento Correcto do Purgador de Ar com Sonda Quente do CD.

30 Posicionamento Correcto do Purgador de Ar

31 À saída de um grupo de colectores deve ser sempre colocado um purgador de ar.

32 POSICIONAMENTO DA SONDA QUENTE DO COMANDO DIFERENCIAL

33

34 As sondas de contacto não são rigorosas na leitura de temperatura. CONSEQUÊNCIAS: Arranque tardio da bomba circuladora, Penalizações para o sistema. Esta situação pode reduzir a estanquecidade e facilitar a infiltração de água no colector.

35 Colocação Correcta da Sonda Quente do CD As sondas devem ser imersas no fluido circulante tão perto quanto possível do local da medida junto a uma saída de uma das filas do campo de colectores e na saída do depósito ou da piscina.

36 OUTRAS DEFICIÊNCIAS

37 Depósitos sem isolamento na parte inferior e a saída dos permutadores CONSEQUÊNCIAS: Arrefecimento acentuado dos depósitos, Redução dos ganhos globais de energia.

38 Rotura do Vedante do Colector CONSEQUÊNCIAS: Infiltração de água, Degração da superfície absorsora, Degradação do Isolamento, Arrefecimento da superfície absorsora Baixo rendimento do colector, Envelhecimento precoce.

39 Degradação do Isolamento CONSEQUÊNCIAS: Perda de energia, Deposição do material do isolamento no vidro, Envelhecimento precoce.

40 Colector com Embaciamento Acentuado CONSEQUÊNCIAS: Baixo rendimento do colector Inconsistência nas Junções da Caixa CONSEQUÊNCIAS: Degradação precoce do isolamento, Quebra no rendimento do colector.

41 Corrosão na Junção dos Tubos Corrosão da Estrutura de Suporte do Colector.

42 Posicionamento Incorrecto de Válvula de Corte.

43 O O Polvo

44 NORTE Habitação Unifamiliar 3 pessoas A C = 7,5 m 2 V D = 300 litros Inv = Rend. Óptico =0,77 F UL = 4,55 W/m 2 /ºC SOLAR Anual = 92% F SOLAR Anual Esta Instalação NÃO FUNCIONA. Está a desconfiar de nós? s? Sabemos o que estamos a fazer.

45 19 de Maio de dada a falta de abertura demonstrada anteriormente, é-me difícil, senão impossível, fazer valer a minha posição junto da empresa, pois não tenho forma, nem competência,, para fazer prova de que o insuficiente rendimento do sistema se deve a sua incorrecta instalação. ão.

46 OBSERVAÇÕES A grande dificuldade observada a nível de instalações de grande dimensão prende-se com a conjugação do componente solar com o respectivo sistema de apoio e com prioridades de funcionamento e de abastecimento. Sistema convencional mascarado de solar Reflexos na degradação dos equipamentos

47 RECOMENDAÇÕES SELECCIONAR PRODUTOS CERTIFICADOS UTILIZAR ACESSÓRIOS DE QUALIDADE EXECUTAR A INSTALAÇÃO DE ACORDO COM OS REQUESITOS TÉCNICOST GARANTIA / MANUTENÇÃO

48 Estamos no Mesmo Barco O Observatório rio precisa da colaboração dos instaladores e das empresas ligadas ao sector. Os instaladores têm muito a ganhar com o trabalho do Observatório. rio.

49 OBRIGADO

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