Reformulação do Rio de Janeiro na política dos megaeventos: O caso do BRT Transoeste como sua primeira vitrine

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1 Reformulação do Rio de Janeiro na política dos megaeventos: O caso do BRT Transoeste como sua primeira vitrine Iuri Jakimczyk Carvalho Aluno de graduação em geografia Universidade Federal Fluminense- Niterói INTRODUÇÃO A partir dos anos 90 o neoliberalismo consegue se sobrepor numa escala global, influenciado assim de forma direta no planejamento urbano das cidades. Sendo ele melhor expressado na criação da cidade mercadoria que está bem presente no Rio de Janeiro, palco da copa do mundo e olimpíadas. É nesse contexto em que o presente estudo, já concluído, se insere na busca de compreender as formas de apropriação do espaço dessa nova política de estruturação urbana e também como o marketing feito por ele é capaz de influenciar toda uma opinião pública, através da inauguração do primeiro corredor de ônibus expresso da cidade do Rio de Janeiro, o BRT Transoeste que ocorreu em Sendo então esses os objetivos da pesquisa, a compreensão deste novo planejamento urbano bem como o poder dessa propaganda massiva para conseguir uma legitimação da população ao projeto. Para a realização da pesquisa, foi feito primeiramente um levantamento bibliográfico com autores que vão focar na temática dos megaeventos. Entre eles, Carlos Vainer e Ermínia Maricato na Cidade do Pensamento Único:desmanchando consensos e Fernanda Sanchez em A Reinvenção das Cidades para um Mercado Mundial na qual comprova que essa é uma produção do espaço que se encontra globalizada, encontradas no capítulo 1. 1

2 Em seguida, no capítulo 2, há todo um apanhado das propagandas feitas pelo governo municipal que usam essa obra como uma estratégia de city marketing que está sempre sendo divulgada para a população através de portais oficiais como o:cidadeolimpica.com.br; riosemprepresente.com.br além do site eleitoral do prefeito. Onde ocorre a criação desse marketing, sendo propagandeado no caso do presente estudo o BRT Transoeste como uma mudança de paradigma no transporte público e na vida do cidadão carioca, aumentando o conforto a rapidez e a sustentabilidade. Analisando essas propagandas conseguimos perceber que ele se faz de forma contínua fazendo com que a população se sinta parte integrante do processo de renovação urbana quando é mera expectadora. No terceiro capítulo ocorre o confronto de críticas da mídia local como as organizações globo e em questões mais específicas, como no caso das remoções, recorre-se a setores da sociedade civil independente como a ONG (rebaixada.org) concluindo assim com uma desconstrução das imagéticas realizadas aqui. Ao final da pesquisa podemos concluir que a hipótese do BRT Transoeste foi uma grande arma política para a reeleição do atual prefeito a luz da promoção do marketing nas políticas dos megaeventos. CAPÍTULO 1: A INSERÇÃO DO RIO NO PLANEJAMENTO URBANO NO ATUAL PARADIGMA De acordo com (VAINER, 2002); (VAINER, 2011), desde a gestão de Cesar Maia (Dem) que começou em 1993, já havia uma ligação com a Associação Comercial (ACRJ) e Federação das Indústrias (FIRJAN) para criar o Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro (PECRJ). Este plano que contava com a consulta de técnicos catalães era o primeiro indício do viés no qual se encaminhava a matriz do planejamento nesta cidade. Almejavam assim sediar as olimpíadas de 2004, não logrando sucesso, mas conseguiram sediar os jogos Pan Americanos de 2007 como o primeiro passo para se 2

3 inserir no mundo global dos megaeventos. Quando conseguiu ser a cidade sede dos jogos olímpicos de 2016, no ano de 2009, Vainer colocou que: Os mesmos catalães que, em 2010, retornam para, uma vez mais, nos ensinarem a fazer da Cidade Maravilhosa uma Barcelona, em evento com o sugestivo nome de Olimpíadas e a Cidade - Conexão Rio-Barcelona. Em 2010, como há 15anos atrás, as mesmas personagens, o mesmo projeto, a mesma retórica... o mesmo negócio (2011, p. 2) Comprovando assim, que o projeto de cidade mercadoria para o Rio, já estava sendo construído há décadas. Outro ponto que se tem confirmado por (VAINER, 2002) é de que ao contrário da ideia geral de que o neoliberalismo é contra a intervenção estatal, indica que ela ainda é muito praticada desde que esteja em sintonia com os interesses hegemônicos do mercado. Sendo também repensado o papel de cidade, porque agora ela deveria se estruturar tal como uma empresa neoliberal: Agora, os neoplanejadores se espelham na empresa enquanto unidade de gestão e negócios. Assim, ver a cidade como empresa significa, essencialmente, concebê-la e instaurá-la como agente econômico que atua no contexto de um mercado e que encontra neste mercado a regra e o modelo do planejamento e execução de suas ações. (VAINER, 2002, p. 86) Ou seja, superamos uma lógica de intervenção do Estado que visava o bem comum, para beneficiar grupos dominantes. Essa percepção também é explicitada por Sánchez que nos situa no atual estágio do capitalismo. A transformação das cidades em mercadorias vem indicar que o processo de mercantilização do espaço atinge outro patamar, produto do desenvolvimento do mundo da mercadoria, da realização do capitalismo e do processo da globalização em sua fase atual. (2010, p. 137) Sinalizando dessa forma que o planejamento atual se resume a considerar as cidades como mercadoria, elas tem que ser vendáveis, tendo uma imagem consolidada mundialmente para competir com outras cidades mercadoria, de forma a atrair investimentos do capital privado internacional (SÁNCHEZ, 2010). 3

4 Percebemos com as diversas obras que vem ocorrendo na cidade do Rio de Janeiro, como a vila olímpica, complexo de Deodoro e Maracanã como mais que uma simples reforma, elas necessitam ser um marco global de intervenção urbana. Entretanto, é nas obras do porto maravilha em que a revitalização assume itens 1 como um aquário para visitação, um museu com a assinatura do Calatrava (arquiteto mundialmente conhecido), construção do maior túnel da cidade (em extensão) com a derrubada da perimetral, entre outros. não basta renovar as cidades, é preciso vendê-las e, ao fazê-lo, vende-se a imagem da cidade renovada (SÁNCHEZ, p.50). Não basta a cidade ter obras monumentais para ser uma mercadoria mais valorizada que as demais, é necessário que ela se sobreponha também as outras cidades mercadorias que concorrem diretamente com ela, porque no contexto atual: impera a ideia de que a cidade é uma mercadoria como qualquer outra, que precisa ser vendida e deve enfrentar-se com outras mercadoriascidades num mercado cada vez mais competitivo. (SÁNCHEZ, 2010, p.58) Essa competição entre as cidades será o estímulo para a cidade fazer todo o possível para ganhar essa briga, sendo por essa razão chamada de Cidade de Exceção (VAINER, 2002). Que para (SÁNCHEZ, 2010), é esvaziada de seu conteúdo social porque ela tenderá mais para a face do espetáculo do que uma construção para uma maior igualdade no espaço urbano. Para a população dessa cidade não perceber esse descompasso os governos municipais estão cada vez mais preocupados em transformar a cidade em imagem publicitária. (SÁNCHEZ, 2010, p, 57). É necessário dar uma identidade à cidade e aos seus cidadãos, para que eles se sintam parte integrante desse novo modelo de cidade. Para unificar esse processo é construída uma imagem de: Um governo forte, personalizado, estável, apolítico, carismático, expressando a vontade unitária de toda uma cidade de manter a lógica e a 1 Fonte: Cidadeolimpica.com.br, acessado em 13/06/14 4

5 coesão interna, a fim de afrontar com base num projeto competitivo e no patriotismo cívico. (VAINER, 2002, p.97) Para a implementação eficaz desse novo projeto de cidades, a mobilização política para a reestruturação das cidades se deve tanto para atividades no campo simbólico quanto a atividades materiais. (SÁNCHEZ, 2010, p. 112). Com a articulação entre esses dois campos, facilitará o aval da população dessas cidades, porque elas verão os megaeventos como uma oportunidade para a cidade. De modo geral, esse projeto de transformação da cidade em mercadoria, acontece da seguinte forma: Os espaços capturados pelas relações de produção capitalista, que são incorporados aos processos de reestruturação urbana em curso, podem se destinar à produção ou propriamente ao consumo do espaço. No primeiro caso, por intermédio de obras de infraestrutura, operações logísticas de otimização de fluxos produtivos e obras de modernização tecnológica que agregam densidade técnica aos lugares para atração de empresas multinacionais; no segundo, por meio de operações vinculadas ao turismo e ao lazer, operações imobiliárias e, finalmente, operações voltadas ao consumo da cidade, estimuladas pela publicidade. (SÁNCHEZ, 2010, p.46) CAPÍTULO 2: O MARKETING CONSTRUÍDO SOBRE O BRT TRANSOESTE Desta forma, o elemento usado como meio de decodificação será o marketing urbano, pois A análise crítica do uso desses discursos e imagens, incisivo em determinados projetos de cidade, ajuda a diagnosticar as tramas de poder (SÁNCHEZ, 2010, p.95). Por isso uma leitura mais detalhada e aprofundada das imagens é fundamental para entender a rede política atuante bem como a forma na qual esse marketing é feito e posteriormente aceito e interiorizado pela população. A crítica dessas imagens é 5

6 uma maneira eficaz para captar, se possível, a propaganda de um projeto político e simbólico de poder para a reformulação das cidades. As imagens criadas para serem consolidadas necessitam da legitimação da população. Tal objetivo, só será alcançado mediante ampla e massiva divulgação desse marketing. Ao serem responsáveis [atores dominantes] pelo surgimento e pela fixação social das imagens-síntese de cada lugar e pela construção de novas sínteses, esses recursos se tornam capazes de condensar valores e de incidir na construção de uma parte extremamente significativa do senso comum. Nesse caso, os processos técnicos da comunicação, quando acionados pelos governos locais, passam a desempenhar importante função na organização e no controle da vida social na cidade. (SÁNCHEZ, 2010, p.81) Vainer vai mais além nesse que seria o compromisso patriótico, no qual os cidadãos tem o dever de apoiar as intervenções para os megaeventos. o compromisso patriótico da população de não romper com a unidade civil, porque seria um privilégio ser a cidade escolhida para sediar jogos olímpicos e/ou outros eventos.(vainer, 2002, p. 98) Esse contexto será usado como base para o marketing que no presente estudo, será o enaltecimento pelo BRT Transoeste. Essa que é uma sigla inglês equivalente a bus rapid transit, se baseia no plano original de Jaime Lerner implantado em Curitiba, pelos ligeirões. Segundo palavras do próprio seria necessário metronizar o ônibus, para tanto criaria estações e vias segregadas para agilizar a sua viagem. O modelo foi implantando em Curitiba nos anos 70, e depois se espalhou para outras cidade como São Paulo, além da TransMilênio na Colômbia e também com projetos até nos Estados Unidos. No entanto, no Rio de Janeiro, não havia faixas segregadas nem exclusivas para ônibus até No entanto, passou a ser a grande solução para a mobilidade urbana do Rio de Janeiro, também propuseram uma ligação de BRT entre a zona sul e a barra, na qual o Comitê Olímpico Organizador (COI) sugeriu a implantação de um metrô. 6

7 Em junho foi inaugurado o primeiro trecho do BRT Transoeste no qual estava presente o prefeito Eduardo Paes, o governador Sérgio Cabral e o ex-presidente Lula. O seu itinerário consistia na ligação entre o terminal Alvorada na Barra da Tijuca ao bairro de Santa Cruz, e o seu diferencial se consistia em ônibus articulados com ar condicionado e mais rápidos pela via segregada e construção do túnel da Grota Funda. Figura 1: Em verde está a representação de todo o sistema da Transoeste. Extraído de: <http://www.riosemprepresente.com.br/projetos/transoeste/>, acessado em 15/06/14 Esse novo modelo foi descrito como uma mudança de paradigma na mobilidade urbana do Rio, sua inauguração ocorreu às pressas em 2012 que era ano eleitoral, sendo usado como vitrine do primeiro mandato do governo Eduardo Paes. A obra que começou em 2010 foi feita de forma muito veloz, sendo essa uma das críticas que foram anunciadas e tratadas no capítulo seguinte. 2 Inauguração da Transoeste pelo agência O Globo. Disponível em: < >, acessado em 15/06/14 7

8 Para a sua divulgação e marketing, foi usada a página cidadeolímpica.com.br, nesta há um leve marketing, mas que retoma ao caráter patriótico colocado por Vainer ao exprimir em um parágrafo 3 : A TransOeste faz mais do que somente ligar a Barra da Tijuca a Santa Cruz e Campo Grande. Seu papel fundamental é encurtar distâncias e proporcionar conforto aos milhares de passageiros que fazem este trajeto todos os dias. A via, que corta os bairros da Barra da Tijuca, Santa Cruz, Campo Grande, Paciência, Sepetiba, Inhoaíba, Cosmos, Guaratiba e Recreio dos Bandeirantes beneficia 220 mil passageiros por dia, reduzindo em 50% o tempo gasto no deslocamento. Ou seja a transoeste teria um lado humano por possibilitar maior conforto e também de um tempo menor no trânsito, no qual os trabalhadores poderiam aproveitar em família, ou consumindo. Outro fator de crítica é como esse cálculo é realizado, como o da redução do tempo de viagem pela metade, como também pode ser visto na imagem a seguir, retirada de uma propaganda do cidadeolimpica, mas através de vídeo 4. Figura 2: Comparações entre a viagem realizada pelo BRT e o caminho anterior ao túnel inaugurado em Extraído de: <http://www.cidadeolimpica.com.br/noticias/ultimo-trecho-do-brt-transoeste-einaugurado/>, acessado em 15/06/14 4 Extraído de: < acessado em 15/06/14 8

9 O cálculo de 40 minutos é considerado alto, pois a viagem normal de subida e descida da serra da Grota Funda, durava em média 20 minutos. Todavia, nas horas de maior movimento se formava um grande engarrafamento que poderia demorar em torno de uma hora e meia para atravessar essa serra. Ao vasculhar a página para a reeleição do prefeito 5 nota-se um tom ufanista maior acerca da realização das obras colocando o BRT como um processo de transformação urbana e social. Como pode ser visto a seguir: Nos últimos quatro anos, com os corredores Trans, o BRS e o Bilhete Único Carioca, a cidade vem assistindo à maior transformação das últimas décadas, integrando a cidade como nunca antes na história. Com uma nova rotina e com menos tempo nos deslocamentos, os cariocas agora sabem o que é um transporte de qualidade, com ônibus circulando em faixas exclusivas e pontos de parada organizados. CAPÍTULO 3: CRÍTICAS A ESSE PROJETO Durante a construção do transoeste, as críticas não tiveram muita relevância na mídia de massa. Mas, em mídias alternativas como o site rebaixada.org, e uma reportagem da estatal Tv Brasil, apontaram críticas quanto a forma de remoção dos moradores. Avenida das Américas seria duplicada no trecho final do Recreio até o túnel da Grota Funda, para receber o BRT. Essa área já era ocupada por algumas casas que foram removidas pelo pretexto desta obra. No entanto, como mostrado na reportagem 6 pessoas como a ambulante Selvita, receberam indenização, mas não conseguiram comprar outro imóvel, ela reclama principalmente do fato da via ter passado longe do 5 Eduardo Paes, realização do transoeste. Disponível em: < acessado em 15/06/14. 6 Remoções causadas pela Transoeste. Disponível em: <http://rebaixada.org/remocoes-na-transoesteme-senti-num-lugar-que-nao-tinha-lei/>, acessado em 16/06/14. 9

10 imóvel onde residia. Outro morador do local Michel Souza criticava o fato de ter tido a sua casa e oficina desapropriadas e de não ter recebido nenhuma forma de indenização. A primeira crítica da mídia de massa acerca do projeto ocorreu alguns meses depois de sua construção, quando começaram a se abrir buracos nos asfalto na pista do BRT no trecho de Guaratiba. O engenheiro contatado pela reportagem 7 alega que possivelmente uma construção apressada ocasionou esses erros, consolidando a hipótese de que era necessária a inauguração deste corredor de ônibus antes das eleições para ser usado como vitrine. E já seis meses após sua inauguração o jornal O Globo 8 já anunciava a crescente superlotação no horário de rush, no qual não diferia muito da situação anterior ao BRT. Contradizendo o marketing criado em período eleitoral, onde o prefeito aparecia em um ônibus articulado vazio e confortável ao lado da sua entrevistada para o programa. Demonstrando que a qualidade da operação do sistema contém falhas, invisíveis no marketing urbano. Fonte:http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimasnoticias/2012/10/18/passagem-de-onibus-no-rio-devese-tornar-a-mais-cara-do-brasil-apos-reajuste-previstopara-janeiro.htm CONCLUSÃO 7 Buracos na pista de BRT. Disponível em: < acessado em 16/06/14. 8 Superlotação no transoeste. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/rio/apenas-seis-meses-aposinauguracao-brt-transoeste-ja-apresenta-sinais-de-fadiga >, acessado em 16/06/14. 10

11 Ao se comparar o BRT ao o que era oferecido anteriormente já houve uma melhora na qualidade. No entanto, essa grande afirmação do marketing dificulta uma visão crítica quanto ao empreendimento, porque a imagem propagandística é tão intensa que exclui a possibilidade de imperfeição nos projetos. É necessário que se faça essas críticas para assim podermos usar essas obras como uma reforma urbana cidadã, que sejam feitas obedecendo a parâmetros técnicos e respeitando os moradores das áreas impactadas. Ao invés de se investir maciçamente no marketing urbano para cobrir essas deficiências. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARANTES, Otília; VAINER Carlos; MARICATO Ermínia. A Cidade do Pensamento Único: desmanchando consensos. 3ª Ed. Petrópolis: Editora Vozes, Buracos na pista de BRT. Disponível em: < acessado em 16/06/14. Cidade Olímpica. Descrição do BRT Transoeste. Disponível em: < acessado em 15/06/14. Eduardo Paes, realização do transoeste. Disponível em: < acessado em 15/06/14. Inauguração da Transoeste pelo agência O Globo. Disponível em: < acessado em 15/06/14. Remoções causadas pela Transoeste. Disponível em: <http://rebaixada.org/remocoesna-transoeste-me-senti-num-lugar-que-nao-tinha-lei/>, acessado em 16/06/14. Representação de todo o sistema da Transoeste. Extraído de: <http://www.riosemprepresente.com.br/projetos/transoeste/>, acessado em 15/06/14. 11

12 SÁNCHEZ, Fernanda. A Reinvenção das Cidades para um Mercado Mundial. 2ª ed. Chapecó: Editora Argos, Superlotação no transoeste. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/rio/apenas-seismeses-apos-inauguracao-brt-transoeste-ja-apresenta-sinais-de-fadiga >, acessado em 16/06/14. VAINER, Carlos. Cidade de Exceção: reflexões do Rio de Janeiro. In: associação nacional de pós-graduação e pesquisa em planejamento urbano e regional. 14, 2011, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro,

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