MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DIRECIONADO À IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE MÓVEL NA SPENGLER S/A

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DIRECIONADO À IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE MÓVEL NA SPENGLER S/A"

Transcrição

1 MARKETING DE RELACIONAMENTO: UM ESTUDO DIRECIONADO À IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE MÓVEL NA SPENGLER S/A RESUMO Angelo Aristides Flôres 1 Elvis Silveira Martins 2 Este trabalho tem como objetivo estudar a viabilidade da implantação de uma unidade de assistência técnica móvel a veículos da marca Volkswagen pela empresa Spengler S/A - revenda autorizada dos veículos da marca Volkswagen de Santa Cruz do Sul - nas cidades vizinhas que possuem uma carência deste tipo de serviço. A unidade busca uma familiarização maior entre os clientes e futuros clientes com a revenda. Também servirá de ferramenta mercadológica para análise do mercado local, utilizando-se de um questionário, aplicado aos clientes atendidos pela unidade móvel em um projeto piloto, que mostrará se há ou não a possibilidade de a empresa diversificar as formas de atendimento a seus clientes. Destaca os resultados obtidos a partir deste tipo de estratégia mercadológica de atendimento a clientes e ressalta uma relação de troca no formato ganha-ganha. Palavras-chave: Unidade Móvel de atendimento, Marketing de relacionamento, familiarização. ABSTRACT This work has as objective studies the viability of the implantation of an unit of movable technical support to vehicles of the mark Volkswagen for the company Spengler S/A - authorized resale of the vehicles of the mark Volkswagen of Santa Cruz do Sul - in the neighboring cities; which possess a lack of this service type. The unit looks for a larger familiarization between the customers and futures customers with the resale, it will also serve of tool mercadológica for it analyzes of the local market, being used of a questionnaire, applied in the customers assisted by the movable unit in a pilot project, that it will show if there is or no to possibilities of the company to diversify the service forms to their customers that it emphasizes a change relationship in the format win-wins. Key-words: Movable unit of service, Relationship marketing, familiarization. 1 Introdução Observando o mundo em que vivemos, de maneira critica, podemos ter uma idéia clara das evoluções a nossa volta, nos tornamos pessoas deslumbradas com 1. Formando em Administração 2. Professor Orientador

2 2 tamanha mudança contínua. Estamos num turbilhão de novas tecnologias, que modificam o nosso cotidiano de maneiras indescritíveis. As necessidades de mudança são explicitas decorrentes da nova economia mundial, de um mundo globalizado e cada vez mais competitivo que requer a adoção de planos de ações que tornem as empresas competitivas. Isso significa traçar caminhos, analisar o ambiente, diagnosticar e procurar detectar possíveis lacunas ou deficiências que, se não supridas, fadam a empresa ao insucesso. As lacunas, como a falta de atendimento técnico em áreas distantes das grandes cidades e o descaso no atendimento das cidades interioranas pelas empresas que possuem assistência técnica, deve ser fomento para formular questões que levem a discutir sobre qual o posicionamento que as empresas estão adotando perante as deficiências do mercado. Se seguirmos a lógica que uma ameaça se explorada pode se tornar uma oportunidade de diferenciar uma empresa das demais, dar-se-á a necessidade de definir uma postura estratégica, estabelecendo planos de ações detalhados, como um projeto que capture clientes através de uma unidade móvel de atendimento técnico, criando uma relação de ganha-ganha com a comunidade das cidades atendidas pela unidade móvel e com as empresas da região que formem parcerias com a empresa. Os planos de ações devem ser traçados sobre um marketing de serviço, que possui características que dificultam os trabalhos, pois se trata de um bem intangível, não palpável, que necessita de um trabalho meticuloso, que demonstre a preocupação que a empresa possui com o bom atendimento e prestação de serviço aos clientes. E como diferencial de mercado, a proximidade, a qualidade dos seus serviços, e a vontade de maximizar os meios de acesos aos seus produtos, com o intuito de aproximar os atuais clientes e os clientes potenciais, dos produtos que a empresa possui, no caso, serviços, peças do ramo automotivo. Este trabalho busca analisar o valor agregado com a implantação de uma unidade móvel de atendimento a clientes, a partir de um plano de marketing que defina estratégias para aplicação do projet, nas regiões definidas como regiões de partida. Ou seja, aquelas que possuem uma carência de uma assistência técnica, visando a explorar seus pontos fortes, ambiente que possibilita esse tipo de projeto e definir métodos de neutralização dos pontos fracos existentes, carência de mão-deobra especializada.

3 3 Desta forma, buscar-se-á a resolução da seguinte questão de pesquisa: Uma unidade móvel pode ser uma ferramenta capaz de estreitar o relacionamento entre cliente e fornecedor, agregando a imagem da empresa perante o mercado? 2 Base Teórica relevante ao projeto Para darmos início aos trabalhos, tem-se a necessidade de compreender-mos as organizações, como algo complexo e gerador de dúvidas. Para isso devemos nos apoiar em literaturas existentes sobre o assunto. Que venha a contribuir de maneira a identificar o posicionamento da organização Spengler S/A no mercado, tendo como base conceitos teóricos para efetuar o projeto Unidade Móvel. De acordo com Chiavenato (2006) a organização formal compreende estrutura organizacional, diretrizes, normas e regulamentos da organização, rotinas e procedimentos, enfim, todos os aspectos que exprimem como a organização pretende que sejam as relações entre os órgãos, cargos e ocupantes, a fim de que seus objetivos sejam atingidos e seu equilíbrio interno seja mantido. Conforme Chiavenato (2006) existem três tipos tradicionais básicos de estrutura organizacional: a organização linear, a organização funcional e a organização linha-staff, sendo: Organização Linear, uma estrutura organizacional mais simples e antiga, baseada na autoridade linear, significa que cada superior tem autoridade única e absoluta sobre seus subordinados daí da sua forma piramidal. Organização Funcional é descrita como sendo uma estrutura organizacional que aplica o princípio funcional ou princípio da especialização das funções. O staff ou assessoria funcional decorre desse princípio, que separa, distingue e especializa. Organização Linha-staff devido ao crescimento e à complexidade das tarefas das empresas, a estrutura linear mostrou-se insuficiente para proporcionar eficiência e eficácia. As unidades e posições de linha (que têm autoridade linear) passaram a se concentrar no alcance dos objetivos principais da empresa e a delegar autoridade sobre serviços especializados e atribuições marginais a outras unidades e posições da empresa, que tem relação direta com a empresa Spengler S/A. Maximiano (2004 p.26) sugere que, organização é um sistema de recursos que procura realizar algum tipo de objetivo (ou conjunto de objetivos). Alem de objetivos e recursos, as organizações têm dois outros componentes importantes:

4 4 processos, de transformação e divisão de trabalho, sendo referenciado os seus principais componentes na figura 1. FIGURA 1 Principais componentes das organizações Recursos Objetivos Humanos Materiais Financeiros Informação Espaço Tempo Processo de transformação Divisão do trabalho Produtos Serviços Fonte: Maximiniano (2004, p.26) Stoner e Freeman (1991, p.4) referem-se à organização como a união de duas ou mais pessoas trabalhando juntas e de modo estruturado para alcançar um objetivo específico ou um conjunto de objetivos. Esses objetivos estão ligados intimamente a produtos ou serviços que devem ser absorvidos pelo mercado, sendo função do marketing promover este consumo. 2.2 Marketing Após o estudo das organizações, da-se-á necessidade de um estudo que contemple aquele que é o escopo principal deste trabalho, o marketing. Para Churchill e Peter (2005) o marketing é o responsável por direcionar ou induzir os clientes, internos e externos a compra, criando de preferência, uma atitude positiva em relação ao produto, ou ainda, que é capaz de tornar uma empresa capaz de resolver um problema ou necessidade do consumidor melhor do que faria o concorrente. O marketing está direcionado a satisfação do cliente externo e interno Churchill e Peter (2005) complementam, citando marketing como sendo o responsável por desenvolver trocas que visam ou não a lucros. Trocas visando a lucros são as metas de negócios que buscam gerar receitas acima dos custos, o dinheiro adicional que cobrem os custos e geram o lucro. Os tipos de marketing se caracterizam como: Produtos: Marketing destinado a criar trocas para produtos tangíveis; Serviços: Marketing destinado a criar trocas para produtos intangíveis; Pessoas: Marketing destinado a criar ações favoráveis em relação a pessoas; Lugar:

5 5 Marketing destinado a atrair pessoas para lugares. O objetivo do marketing tende a tornar mínimo o esforço de vendas, com sua identificação, pesquisa, planejamento, desenvolvimento, produção e distribuição no mercado dos produtos, de melhor forma possível. Churchill e Peter (2005) descrevem o mix de marketing com sendo um conjunto de variáveis controláveis de marketing que a organização utiliza para obter o que deseja no mercado-alvo escolhido para o posicionamento. Também conhecido como 4 P s (Preço, Praça, Produto e Promoção), o mix de marketing advém da combinação de quatro ferramentas estratégicas usadas de forma coerente para obter a máxima eficácia na criação de valor para o consumidor no alcance dos objetivos da organização Marketing de serviço O marketing de serviço faz parte de uma estratégia de serviço que significa criar uma série de serviços que ressaltem o relacionamento com os clientes. Até mesmo a transformação dos componentes dos bens na relação com o cliente em um serviço pode ser a base dessa relação. Este tipo de marketing é o mais difícil de ser feito, pois trata de um bem intangível, não palpável. Por isso a utilização de uma estratégia de serviço deve ser bem detalhada, em resumo, pode se dizer que vários tipos de serviços ou elementos ligados ao serviço são desenvolvidos com a visão de fortalecer os relacionamentos com os clientes. A competência específica de uma empresa pode ser vista na sua habilidade para servir os seus clientes de forma competitiva criando, portanto uma oferta diferenciada no mercado (PORTER, 1980). De acordo com Kotler (2000, p. 447), toda empresa é uma empresa de serviços. Segundo Lovelock e Wright (2001), serviço é um ato ou um desempenho oferecido por uma parte à outra. Embora o processo possa estar ligado a um produto físico, o desempenho é essencialmente intangível e normalmente não resulta em propriedade de nenhum dos fatores de produção Marketing voltado para o valor

6 6 De acordo com Churchill e Peter (2005), o marketing voltado para valor considera que são vários benefícios e custos percebidos pelo cliente ao tomar decisões de comprar ou não um produto ou serviço, provavelmente de uma maneira pouca estruturada. Em algumas situações, como as compras importantes ou organizacionais, os clientes podem avaliar atentamente uma série de benefícios e custos em suas decisões. Em muitos casos, os clientes baseiam suas compras em satisfação com os produtos e serviços comprados anteriormente e fazem pouca ou nenhuma avaliação do valor das outras opções possíveis. Este trabalho tem como foco o consumidor final, sendo ele cliente real ou cliente potencial, o qual é responsável pela aquisição e uso do produto final. Segundo Cides (1997), o cliente real é aquele que já adquire os produtos e/ou serviços da empresa, fazendo parte de sua carteira e o cliente potencial, é aquele que pode vir a fazer parte da carteira de clientes da organização, com pretensão de captura pela empresa. O valor para o cliente é a diferença entre as percepções do cliente quanto aos benefícios da compra e uso dos produtos e serviços e os custos em que eles incorrem para obtê-los, que pode ser melhor visualizado na figura 2. FIGURA 2 Valor para o cliente Valor para o cliente = Benefícios percebidos Custos Percebidos Fonte: Churchill (2005, p.14) Em busca destes benefícios, é estabelecida uma relação entre consumidor e empresa que será melhor explanada no decorrer do trabalho. 2.3 Relacionamento cliente e organização Os profissionais do marketing constroem relacionamentos de longo prazo com seus clientes, criando uma receita e lucros com a construção desse relacionamento de longo prazo que deve compensar o aumento de custos. Há pelo menos dois tipos

7 7 de relações que a empresa deve ter com os clientes, segundo para Churchill e Peter (2005): relacionamentos diretos, que são aqueles em que o profissional de marketing conhece o nome e outra informação dos clientes como endereço, o número telefônico e preferências; e relacionamento indireto, que é quando o profissional do marketing recorre a produtos e marcas que têm significado para o cliente por um período prolongado de tempo, ou até mesmo pela vida toda, pois, não sabendo o nome do cliente, sabe-se o tipo de produto que ele deseja possuir. Os consumidores desejam ser surpreendido, a surpresa sendo utilizada da maneira correta beneficia não apenas os clientes, mas a empresa, unindo cliente e fornecedor, criando laços de familiarização. Segundo Degen (1989,p.22) todo negócio deve atender as necessidades de consumidores, mediante oferta de algum produto ou serviço, pelo qual eles estão dispostos apagar. Kotler (2000) salienta que atrair e reter cliente está cada vez mais difícil, pois agradar os clientes é uma tarefa árdua sendo que são mais inteligentes, mais conscientes em relação aos preços, mais exigentes, perdoam menos e são abordados com mais concorrentes com ofertas iguais ou melhores. Kotler (2000) afirma que um cliente não depende da empresa, e sim a empresa depende do cliente, sendo o cliente a razão de existência de uma empresa Indo ao encontro à idéia de Kotler (2000), Mckenna (1998) destaca que é o consumidor quem dita exatamente como gostaria de ser servido. Dessa forma, a importância de se estudar o comportamento do consumidor advém do fato que cada consumidor apresenta suas particularidades. Eles diferem quanto a cultura, certas atitudes, crenças e valores, também trazendo consigo diferentes expectativas e decepções de experiências passadas. Para Sheth, Mitall e Neumann (2001), valor para o cliente é um conceito complexo que pode significar coisas diferentes para consumidores diferentes, dependendo das suas necessidades em determinado momento no tempo. De acordo com Kotler (2000), as organizações devem identificar quem é o responsável pela decisão de compra e os passos que o mesmo segue no processo de compra, buscando assim uma maior compreensão de como os consumidores realmente tomam suas decisões Satisfação

8 8 De acordo com Lovelock e Wright (2001), a satisfação de ser vista como o resultado do serviço esperado subtraindo pelo serviço recebido. Percebe-se que, para satisfazer o consumidor, um bom produto não é suficiente. A este se deve adicionar um atendimento de alta excelência e qualidade para aumentar o grau de satisfação. As empresas que querem manter seus consumidores satisfeitos devem estabelecer pesquisas para medir o grau de satisfação dos mesmos, por esse motivo é consolidada a idéia de se criar uma ferramenta mercadológica, como a unidade móvel. Segundo Lovelock e Wright (2001), os resultados dessas pesquisas de satisfação podem ser utilizados para estimar o número de consumidores fiéis possuídos por uma empresa (consumidores encantados), bem como quantos estão em risco de migrar para a concorrência (consumidores pouco satisfeitos). Conforme Sheth, Mitall e Neumann (2001), a satisfação do consumidor é identificada como chave para o sucesso em negócios. 3 Metodologia Segundo Gonçalves e Meirelles (2004), os questionários (entrevista pessoal, correio ou eletrônico) e simulação são as opções de instrumentos da coleta de dados quando se utiliza o método quantitativo. Neste tipo de pesquisa quantitativa os dados são representados por métricas quantitativas, utilizando a linguagem matemática como forma de tratamento e apresentação. Diante destas abordagens a respeito do tipo de pesquisa utilizado, usa-se o método quantitativo. Existe uma classificação de pesquisa que divide os projetos em pesquisa aplicada ou pesquisa básica. O tipo de pesquisa a ser utilizado, de acordo com interesses, condições, objeto de estudo e metodologia, será pesquisa aplicada do objeto explorado. No pensamento de Marconi e Lakatos (2002), a observação direta extensiva é realizada através de questionário, formulário, medidas de opinião, entre outras técnicas.

9 9 A técnica de pesquisa a ser utilizada é por meio de questionário. Instrumento este de coleta de dados, cuja estrutura se dá por meio de uma série ordenada de perguntas, que deverão ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador, e após, deverá ser enviada de volta para o entrevistador (MARCONI; LAKATOS, 2002). Este instrumento de pesquisa foi dividido por categorias que abrangem o assunto questionado utilização de uma unidade móvel de atendimento, através de 23 perguntas fechadas e sem a necessidade de identificação do entrevistado. Segundo Rudio (1986), o objetivo das pesquisas científicas não é estudar indivíduos isolados e sim, observar grupos ou conjunto de pessoas, ou seja, uma população ou universo. Portanto, em uma pesquisa na qual não se tem condições de colher informações de um grupo numeroso, a opção que se tem para a realização da pesquisa é investigar uma parte representativa desta população ou universo, ou seja, determinar uma amostra (MARCONI; LAKATOS, 2002). Para a obtenção de um resultado seguro e confiável, a aplicação do questionário envolveu a maior amostra possível, acima do mínimo exigido, entre os clientes potenciais e os que já são clientes da empresa Spengler S/A, que foram atendidos pela unidade móvel no plano piloto. Para analise dos dados foi utilizado o cruzamento das variáveis através de planilhas do Excel e, tão logo feito o cruzamento destas variáveis, deu-se a interpretações dos resultados obtidos. 4 Análise dos Dados Após implantação do projeto piloto Unidade móvel, tendo em mãos os questionários, preenchidos pelos clientes, teve-se como atenção principal dissecar este objeto de pesquisa, tendo como objetivo a busca de respostas sobre a correlação entre a utilização de uma unidade móvel e os benefícios percebidos pelo público após utilizar este tipo de ferramenta mercadológica ofertado por uma empresa da região, e que se encontra distante da cidade onde foi implantado este plano piloto, no caso a cidade de Candelária. O gráfico 1 demonstra o número de clientes atendidos pela unidade móvel e as cidades de origem dos veículos atendidos no projeto. Em Candelária contou-se com um total de18 clientes dos vinte

10 10 20 atendimentos, chegando a um percentual de noventa 90 % de clientes da própria cidade, caracterizando um ponto forte, que foi receptividade da comunidade local ao projeto onde a unidade móvel foi implantada. Destaca-se um atendimento que tinha como origem a cidade de Vale do Sol e um de Santa Cruz do Sul, demonstrando que o projeto teve uma abrangência maior do que a esperada, ficando explícito visualmente no gráfico 1. GRÁFICO 1 - Município de origem dos veículos atendidos pela "Unidade Móvel" Sobre a marca do veículo tivemos 70 % da marca Volkswagem, mas não se pode deixar de referenciar cinco veículos da marca Chevrolet e um veículo Ford, que juntamente corresponderam a 30% do total de veículos atendidos, demonstrando que a unidade atraiu não somente veículos da marca Volkswagem, como se visualiza no gráfico 2. GRÁFICO 2 - Marca dos veículos atendidos Quando questionados sobre o grau de importância que uma autorizada representava para os atendidos pela unidade móvel, foi possível obter as seguintes respostas: 40% dos atendidos classificaram como muito importante, 45% por cento como importante, chamando a atenção que apenas um que representou cinco 5 %,

11 11 sem importância e 2%, pouco importante com 10 % do total de respostas, como se ilustra no gráfico 3. GRÁFICO 3 Grau de importância de uma autorizada na ótica dos clientes Após questionados se alguma vês teriam utilizado algum produto ou serviço, tivemos um percentual de 75%, dizendo que sim, já haviam utilizado anteriormente e apenas 25% dos entrevistados disseram que não, conforme o gráfico 4. GRÁFICO 4 - Utilização dos clientes de algum produto ou serviço da Spengler S/A De acordo com o gráfico 5, podemos perceber que o número de pessoas que já utilizaram a mão-de-obra especializada da autorizada, foi superior a de pessoas que não utilizaram o serviço ofertado pela empresa Spengler S/A, sendo que dos 15 dos entrevistado que confirmaram já ter utilizado algum serviço ou produto da empresa Spengler S/A, apenas 4 não utilizaram a serviço de mão-de-obra, mas já consumiram algum produto da empresa. GRÁFICO 5 - Utilização da mão-de-obra

12 12 Os clientes tiveram a possibilidade de caracterizar o serviço Unidade Móvel, sendo que 14 dos entrevistados os quais representam 70% dos entrevistados caracterizaram o serviço prestado pela unidade Móvel ofertada pela concessionária, como sendo bom, 25% caracterizou como excelente e 5% como muito ruim, sendo possível de ser visualizada esta explicação no gráfico 6. GRÁFICO 6 Caracterização do serviço oferecido, "Unidade Móvel", pelos clientes Com a análise dos dados levantados durante o projeto piloto, pode-se traçar alguns caminhos relevantes ao sucesso de um plano de ações mercadológicas consistentes e eficazes com vistas a melhorias e busca a excelência na prestação de serviços. 5 Plano de Marketing Devido ao grau de ineditismo do projeto, foi necessário estabelecer metas para atingir os resultados desejados, sendo de suma importância este plano piloto, pois somente com esta ferramenta mercadológica foi possível analisar de maneira mais completa a criação de uma unidade móvel de atendimento a clientes, tendo em

13 13 vista a receptividade da comunidade local. A empresa também estabeleceu parcerias com empresas da cidade, sendo uma delas a Leocar, som e acessórios automotivos. Isso formou uma relação do tipo ganha-ganha, possibilitando a elaboração de benefícios aos clientes que utilizaram a unidade móvel, como desconto, brindes, utilização de mão-de-obra especializada e orçamento gratuito, entre outros estão à redução no valor da mão-de-obra, para os clientes que foram em busca de solução dos problemas apontados pelos técnicos da unidade móvel, em Santa Cruz do Sul, na empresa matriz. Os veículos atendidos pela unidade móvel também receberam produtos como aromatizantes automotivos, bolsas para lixo e vale lavagem gratuitamente e para o público feminino será elaborado projeto de mecânico amador, para que as mulheres possam entender o funcionamento do seu veículo. A unidade móvel deve ter como papel não apenas criar um hábito de consumo, mas sim estimular a compra de produtos e serviços. Satisfaz as necessidades dos clientes destas localidades que forem atendidas pela unidade móvel, onde serão instigados os clientes da unidade móvel a consumirem produtos originais. Demonstra as características dos produtos, quanto à durabilidade, qualidade e tecnologias empregadas nos produtos originais, dando-se ênfase à mão-de-obra técnica oferecida pela empresa, demonstrando que os técnicos estão em constante aperfeiçoamento para poder melhor atender o seu veículo. Dar condições de compra a todos os que desejem os produtos que possam ser ofertados pela empresa, que constitua uma melhoria efetiva da qualidade de vida, maximizando a escolha. Serão disponibilizados a todos os atendidos pela unidade móvel, as opções de pagamento, demonstrando que a empresa deseja um relacionamento mais amplo e aberto, estando a disposição para negociações, sobre eventuais orçamento que o cliente necessite. Esta unidade móvel da Spengler S/A deve também servir de ferramenta para segmentar o mercado, como por localização, características sócio econômicas e demográficas e outros tipos de características que podem vir a contribuir para um atendimento personalizado. Deve possuir o poder de demonstrar as características relativas aos produtos ofertados pela unidade móvel, demonstrar a necessidades de uma manutenção preventiva, enfatizando a redução nos custos de utilização do veículo.

14 14 6 Considerações Finais Para concluir este estudo, necessita-se retomar alguns pensamentos relevantes ao que levou a estudar a implantação de uma unidade móvel. O objetivo principal desse estudo está em determinar uma correlação entre a utilização de uma unidade móvel e os benefícios percebidos pelos clientes, após utilização dessa ferramenta mercadológica ofertada pela empresa Spengler S/A, em cidades que estão situadas longe da empresa. A elaboração um plano de marketing utilizando uma unidade móvel pode definir maneiras de estreitar relações entre cliente e fornecedor e demonstrar a preocupação que a empresa tem de atender melhor e com maior agilidade os seus clientes. Foram as imperfeições do mercado uma dos principais fomentadores desse projeto que foi colocado em prática no dia 23 de agosto de 2008, na cidade de Candelária, onde foi constituída uma parceria com a empresa LEOCAR, som alarmes e acessórios, que cedeu a estrutura para a realização do evento. Contou-se também com um veículo, que foi utilizado como unidade móvel da empresa Spengler S/A, com todo o ferramental para a realização do projeto. Pode-se concluir que o projeto formulado desta maneira teve um custo reduzido para sua implantação, não onerando significativamente a empresa Splengler S/A e propiciando o cumprimento com todos os seus objetivos. Para a sociedade local a unidade móvel significou um estreitamento das relações entre clientes e empresa, promovendo uma troca de informações e possibilitando que os populares utilizassem os serviços ofertados pela empresa. Os atendidos destacaram a importância deste tipo de prestação de serviço, demonstrando uma satisfação em poder fazer um levantamento das reais condições dos seus veículos, gratuitamente. Salientaram que acharam interessante que o atendimento não se deu exclusivo para os veículos da marca Volksvagen, que é a marca que a Spengler S/A representa em Santa Cruz do Sul. Para a comunidade científica o projeto teve uma grande importância devido ao seu grau de ineditismo, podendo contribuir para o levantamento de dados sobre a viabilidade de criar uma unidade móvel, para estreitar relações entre clientes e empresa, podendo ser utilizado futuramente para traçar um perfil econômicofinanceiro dos clientes que utilizam este tipo de serviço, tendo como ponto de partida esse estudo.

15 15 Para a empresa a unidade móvel funcionou como ferramenta mercadológica estruturada para criar um relacionamento mais próximo entre as comunidades que carecem dos serviços da Spengler S/A. Após o atendimento dos clientes, foram captados pelos profissionais que atuaram na implantação do projeto piloto todos os dados dos clientes atendidos, como nome, telefone, endereço, entre outros, para futuros contatos, demonstrando a viabilidade de se utilizar uma unidade móvel para atrair clientes que estão distantes do campo normal de atuação da empresa. Isso rompe barreiras existentes entre cliente e empresa, limitando o projeto a não exploração ou análise no campo financeiro ou econômico, que serão o objetivo de estudos posteriores. 7 Referências CHIAVENATO, Idalberto. Principios de administração: o essencial em teoria geral da administração. Rio de Janeiro: Elsevier, CHUCHILL, Gilbert A., PETER, Paul j. JR.. Marketing: criando valor para clientes. São Paulo: Saraiva, 2005 CIDES, Sérgio J. Introdução ao Marketing: Princípios e aplicações para Micro e Pequenas empresas. São Paulo: Atlas,1997. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor: fundamentos da iniciativa empresarial. 8. ed. São Paulo: Person Education do Brasil, GONÇALVES, Alberto; MEIRELLES, Anthero de Moraes. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. São Paulo: Atlas, KOTLER, Philip. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. 10. ed. São Paulo: Prentice Hall, LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas, LOVELOCK, Christopher; WRIGHT, Lauren. Serviços: Marketing e gestão. São Paulo: Saraiva, MAXIMIANO, ANTONIO CESAR A. Introdução a administração. 3.ed. São Paulo, Editora Atlas, McKENNA, Régis. Competindo em Tempo Real: estratégias vencedoras para a era do cliente nunca satisfeito. Rio de Janeiro: Campus, PORTER, Michel E.. Competitive Strategy. New York: Free Press, 1980.

16 16 RUDIO, Franz. V., Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 12. ed. São Paulo: Vozes SHETH, Jaddish N.; MITALL, Banwari; NEUMANN, Bruce I. Comportamento do cliente: indo além do comportamento do consumidor. São Paulo: Atlas, STONER, James A. F; FREEMAN, Edward R. Administração. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC,1991.

17 1 Formando em Administração da Faculdade Dom Alberto. 2 Professor do Curso de Administração da Faculdade Dom Alberto.

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 5 Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010

III Semana de Ciência e Tecnologia IFMG - campus Bambuí III Jornada Científica 19 a 23 de Outubro de 2010 Empregabilidade: uma análise das competências e habilidades pessoais e acadêmicas desenvolvidas pelos graduandos do IFMG - Campus Bambuí, necessárias ao ingresso no mercado de trabalho FRANCIELE CLÁUDIA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO

A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS. PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A IMPORTÂNCIA DAS FERRAMENTAS DO MARKETING NAS PEQUENAS EMPRESAS PAES, Paulo César 1 SARAIVA, Antonio Wanderlan Pereira 2 RESUMO A Ferramenta do Marketing nas Pequenas Empresas atualmente vem sendo utilizada

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR. Suzano CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA PROJETO INTEGRADOR Suzano PROJETO INTEGRADOR 1. Introdução O mercado atual de trabalho exige dos profissionais a capacidade de aplicar os conhecimentos

Leia mais

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios

FATEC Cruzeiro José da Silva. Ferramenta CRM como estratégia de negócios FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Cruzeiro SP 2008 FATEC Cruzeiro José da Silva Ferramenta CRM como estratégia de negócios Projeto de trabalho de formatura como requisito

Leia mais

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1

A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 A PERCEPÇÃO DAS EMPRESAS SOBRE OS SERVIÇOS PRESTADOS PELOS PROFISSIONAIS DA AREA DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO 1 Tatiana Pereira da Silveira 1 RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados da

Leia mais

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO

COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO COMPOSTO DE MARKETING NA ABORDAGEM DAS UNIDADES DE INFORMAÇÃO CALDAS, Rosângela Formentini Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília A definição de marketing ainda permanece enquanto uma discussão

Leia mais

MECÂNICA PRASS: REPARADORA VEICULAR 24HORAS.

MECÂNICA PRASS: REPARADORA VEICULAR 24HORAS. MECÂNICA PRASS: REPARADORA VEICULAR 24HORAS. Estela Rögelin Prass 1 Evandro Boneberg Prass 2 Amilto Müller 3 RESUMO: O presente artigo tem como objetivo, apresentar um plano de negócio, os estudos e análise

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

Fluxo Ampliado de Marketing

Fluxo Ampliado de Marketing Fluxo Ampliado de Marketing No estudo deste fluxo ampliado de marketing, chega-se a conclusão da importância de um composto mercadológico mais intenso e realmente voltado ao atendimento das necessidades

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

ESTUDO DE CASO: A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA: Diagnóstico Empresarial, utilizando-se da ferramenta SWOT

ESTUDO DE CASO: A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA: Diagnóstico Empresarial, utilizando-se da ferramenta SWOT 1 ESTUDO DE CASO: A INTERNACIONALIZAÇÃO DA ECONOMIA BRASILEIRA: Diagnóstico Empresarial, utilizando-se da ferramenta SWOT O objetivo deste Estudo de Caso é elaborar um Diagnóstico Político-Empresarial,

Leia mais

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento

Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Conceito de Marketing Considerações Preliminares Atendimento Metodologia de Ensino 1) Noções de Marketing 2) Marketing de Serviço 3) Marketing de Relacionamento 1 2 1) Noções de Marketing 3 4 5 6 www.lacconcursos.com.br

Leia mais

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL

INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ORGANIZACIONAL ZAROS, Raíssa Anselmo. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG E-mail: raissa_zaros@hotmail.com LIMA, Sílvia Aparecida Pereira

Leia mais

Objetivos da comunicação

Objetivos da comunicação Prof. Edmundo W. Lobassi Use palavras simples, que todos compreendam, assim todos irão entendê-lo. (Prof. Edmundo W. Lobassi) 1 Estude algumas pesquisas e ouça pessoas experts, pois nada é mais importante

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO

A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO A IMPORTÂNCIA DA PESQUISA DE MARKETING PARA GESTORES DE NEGÓCIO Mariana Ferreira Soares, Priscila Petrusca Messias Gomes Silva e Marcos Alexandre de Melo Barros. Faculdade Senac de Pernambuco. E-mail:

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Componente Curricular: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Componente Curricular: ADMINISTRAÇÃO DE MARKETING Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÂ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec: Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Eixo Tecnológico: Gestão de Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração

Leia mais

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS

Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS Programa de Capacitação em Gestão da Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento PETROBRÁS OFICINA 2 Professora: Izabel Portela izabel@institutoiris.org.br Novembro - 2007 1 M A R K E T I N G

Leia mais

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios

UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios UNIDADE 5 A estrutura de um Plano de Negócios É evidente a importância de um bom plano de negócios para o empreendedor, mas ainda existem algumas questões a serem respondidas, por exemplo: Como desenvolver

Leia mais

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE

ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI CE ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 ANÁLISE DAS MELHORIAS OCORRIDAS COM A IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE GESTÃO DE PESSOAS NA NOVA ONDA EM ARACATI

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA

PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA PERFIL DOS USUÁRIOS DE E-COMMERCE EM GUAÍBA João Antonio Jardim Silveira 1 Amilto Muller ¹ Luciano Fagundes da Silva ¹ Luis Rodrigo Freitas ¹ Marines Costa ¹ RESUMO O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

SCHOOL CHEF S: ESCOLA DE CULINÁRIA DE PRATOS TÍPICOS LTDA.

SCHOOL CHEF S: ESCOLA DE CULINÁRIA DE PRATOS TÍPICOS LTDA. 93 SCHOOL CHEF S: ESCOLA DE CULINÁRIA DE PRATOS TÍPICOS LTDA. ¹Camila Silveira, ¹Giseli Lima ¹Silvana Massoni ²Amilto Müller RESUMO O presente artigo tem como objetivo apresentar os estudos realizados

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Política de Patrocínio

Política de Patrocínio SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...02 1. OBJETIVO INSTITUCIONAL...03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS...04 3. LINHAS DE ATUAÇÃO...05 3.1 Projetos prioritários...05 3.2 Projetos que não podem ser patrocinados...05 4. ABRANGÊNCIA...06

Leia mais

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA

TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA 1 TÉCNICA DE VENDAS: UMA ABORDAGEM DIRETA Alan Nogueira de Carvalho 1 Sônia Sousa Almeida Rodrigues 2 Resumo Diversas entidades possuem necessidades e interesses de negociações em vendas, e através desses

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

MODELO PLANO DE NEGÓCIO

MODELO PLANO DE NEGÓCIO MODELO PLANO DE NEGÓCIO Resumo dos Tópicos 1 EMPREENDEDOR... 3 1.1. O EMPREENDIMENTO... 3 1.2. OS EMPREENDEDORES... 3 2 GESTÃO... 4 2.1. DESCRIÇÃO DO NEGÓCIO... 4 2.3. PLANO DE OPERAÇÕES... 4 2.4. NECESSIDADE

Leia mais

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A

8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A 8. AS EQUIPES VIRTUAIS PROMOVENDO VANTAGENS COMPETITIVAS NA BUNGE FERTILIZANTES S/A Adriane Hartman Fábio Gomes da Silva Dálcio Roberto dos Reis Luciano Scandelari 1 INTRODUÇÃO Este artigo pretende mostrar

Leia mais

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos.

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos. Marketing Visão 360º O Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International está realizando pesquisas mensais com profissionais da área de marketing para investigar temas relacionados ao dia-a-dia

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho

GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO. Prof. Marcopolo Marinho GESTÃO DE MARKETING RECAPITULANDO Prof. Marcopolo Marinho Marketing: É a área do conhecimento que engloba todas as atividades referente às relações de troca de bens entre pessoas ou instituições, buscando

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração

Faculdade Pitágoras de Uberlândia. Administração Faculdade Pitágoras de Uberlândia Apostila de Administração Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2014 SUMÁRIO 1 O PLANO DE NEGÓCIOS...2 1.1 SUMÁRIO EXECUTIVO...5

Leia mais

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO

GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 109 GESTÃO DO CRÉDITO: AVALIAÇÃO DO RISCO, E ANÁLISE PARA TOMADA DE DECISÃO DE CRÉDITO Claudinei Higino da Silva,

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

Marcelo Bruno de Araújo Lacerda. O papel do propagandista como agente operacional das estratégias de marketing no segmento cardiovascular em Salvador.

Marcelo Bruno de Araújo Lacerda. O papel do propagandista como agente operacional das estratégias de marketing no segmento cardiovascular em Salvador. Marcelo Bruno de Araújo Lacerda O papel do propagandista como agente operacional das estratégias de marketing no segmento cardiovascular em Salvador. Artigo científico apresentado para conclusão do curso

Leia mais

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que

EDITAL SENAI SESI DE INOVAÇÃO. Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui. Complexidade das tecnologias critério de avaliação que ANEXO II Caráter inovador projeto cujo escopo ainda não possui registro em base de patentes brasileira. Também serão considerados caráter inovador para este Edital os registros de patente de domínio público

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC.

PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. PLANEJAMENTO ESTRATEGICO NAS EMPRESAS DA AMAZÔNIA: O CASO DE CRUZEIRO DO SUL/AC. César Gomes de Freitas, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre, Campus Cruzeiro do Sul/Acre, Brasil

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING

CONSULTOR CARLOS MARTINS AÇAO EM MARKETING CONSULTOR CARLOS MARTINS CRIA - AÇAO EM MARKETING SUA EMPRESA Copyright Consultor Carlos Martins - Todos os direitos reservados wwwcarlosmartinscombr - consultor@carlosmartinscombr Como conquistar Clientes

Leia mais

Satisfação dos consumidores: estudo de caso em um supermercado de Bambuí/MG

Satisfação dos consumidores: estudo de caso em um supermercado de Bambuí/MG Satisfação dos consumidores: estudo de caso em um supermercado de Bambuí/MG Ana Clara Rosado Silva (1) ; Daiane Oliveira Borges (2) ; Tatiana Morais Leite (3) ; Vanessa Oliveira Couto (4) ; Patrícia Carvalho

Leia mais

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC)

Orientadora: Profa. Dra. Sonia Aparecida Cabestré (USC) Título (Limite de 250 caracteres incluindo os espaços) Título: Relações Públicas e Ferramentas de Comunicação um estudo abordando à realidade de Ibitinga A capital nacional do bordado 1 Autores (Incluir

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIOS O plano de negócios deverá conter: 1. Resumo Executivo 2. O Produto/Serviço 3. O Mercado 4. Capacidade Empresarial 5. Estratégia de Negócio 6. Plano de marketing

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing Pesquisa de Marketing CONCEITOS INICIAIS Prof. Daciane de Oliveira Silva Fonte: MALHORTA, Naresh K. Pesquisa de Marketing: uma orientação aplicada. 4 ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. MATTAR, Fauze Najib.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO

A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO A IMPORTÂNCIA DO MARKETING DE RELACIONAMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES: FOCO NO CLIENTE EXTERNO 1 GOLVEIA, Francielli José Primo. 2 DA ROSA, MsC. Wanderlan Barreto. RESUMO Nesta pesquisa, será abordada a importância

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA: UMA ANÁLISE DO SETOR DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Leandro Azevedo Da Silva Rosadas Marcelo Alvaro Da Silva Macedo Resumo: A questão da formação do preço de venda de produtos e

Leia mais

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora

CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora CRM Uma ferramenta tecnológica inovadora Nelson Malta Callegari (UTFPR) nelson.estudo@gmail.com Prof Dr. João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefet.br Prof Dr. Antonio Carlos de Francisco (UTFPR) acfrancisco@pg.cefetpr.br

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO

COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO COMO ELABORAR UM PLANO DE NEGÓCIOS DE SUCESSO 1 Sumário: Conceito e Objectivos Estrutura do PN o Apresentação da Empresa o Análise do Produto / Serviço o Análise de Mercado o Estratégia de Marketing o

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivo Geral da Disciplina: Compreender

Leia mais

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG

Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Endomarketing: um estudo de caso em uma agência de uma instituição financeira de Bambuí- MG Bruna Jheynice Silva Rodrigues 1 ; Lauriene Teixeira Santos 2 ; Augusto Chaves Martins 3 ; Afonso Régis Sabino

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA

MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA 1 MARKETING AMBIENTAL: UMA FERRAMENTA EMPRESARIAL ESTRATÉGICA Felipe Rogério Pereira (UniSALESIANO Araçatuba/SP) HerculesFarnesi Cunha ( Docente das Faculdades Integradas de Três Lagoas- AEMS e UniSALESIANO

Leia mais

6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas

6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas 6 Modelo proposto: projeto de serviços dos sites de compras coletivas A partir do exposto, primeiramente apresentam-se as fases discriminadas no modelo proposto por Mello (2005), porém agora direcionadas

Leia mais

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos

FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO. Prof.: Daniela Pedroso Campos FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof.: Daniela Pedroso Campos Objetivo Geral: Compreender o que é Administração, o que os administradores fazem e quais os princípios, as técnicas e as ferramentas que direcionam

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM MARKETING TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS

GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS GUIA DE ELABORAÇÃO DE PLANO DE NEGÓCIOS Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 2 2. PLANO DE NEGÓCIOS:... 2 2.1 RESUMO EXECUTIVO... 3 2.2 O PRODUTO/SERVIÇO... 3 2.3 O MERCADO... 3 2.4 CAPACIDADE EMPRESARIAL... 4 2.5

Leia mais

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com /

Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / Campus Capivari Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) Prof. André Luís Belini E-mail: prof.andre.luis.belini@gmail.com / andre.belini@ifsp.edu.br MATÉRIA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Aula N : 09 Tema:

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES

O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES O MARKETING DIRETO COMO CONQUISTA DE CLIENTES Rosanne Farineli Peixoto Gomes, Ivonete A. Canuto Dias, Valdete Neri Andrade, Luiz Sérgio Almeida dos Santos e Wagner Conceição INTRODUÇÃO O mercado atual

Leia mais

TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1. Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3.

TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1. Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3. TREINAMENTO SOBRE PRODUTOS PARA VENDEDORES DO VAREJO COMO ESTRATÉGIA PARA MAXIMIZAR AS VENDAS 1 Liane Beatriz Rotili 2, Adriane Fabrício 3. 1 Pesquisa realizada no curso de Administração da Unijuí 2 Aluna

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

Um novo. modismo gerencial?

Um novo. modismo gerencial? Um novo modismo gerencial? por Cesar Gomes de Mello A imprensa vem divulgando várias notícias sobre empresas e projetos de quarteirização. Afinal, o que é isto? Um novo modismo que aparece no mundo dos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: São José do Rio Pardo Código: 150 Município: São José do Rio Pardo Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível

Leia mais

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas

Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Faculdade de Tecnologia Senac Goiás Os cinco subsistemas de Gestão de Pessoas Trabalho de Gestão de Pessoas Alunos: Nilce Faleiro Machado Goiânia,4 de dezembro de 2015 1 Sumário Capa...1 Sumário...2 Introdução...3

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: AUXILIAR ADMINISTRATIVO Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: GESTÃO E NEGÓCIO Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015

Plano de Trabalho Docente 2015 Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA / SP Eixo tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

2 Karla Santiago Silva

2 Karla Santiago Silva Marketing:Administrando Desafios e Gerando Necessidades Karla Santiago Silva Índice 1 Marketing e A Nova Ordem de Mercado 1 2 Marketing, gerador de necessidades 3 3 Mas afinal de contas qual é o papel

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro

PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro Anexo 3 PLANO DE NEGÓCIOS Roteiro 1. Capa 2. Sumário 3. Sumário executivo 4. Descrição da empresa 5. Planejamento Estratégico do negócio 6. Produtos e Serviços 7. Análise de Mercado 8. Plano de Marketing

Leia mais

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO

O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO O CLIENTE COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PARA INOVAÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES CLIENTES E RELACIONAMENTO Aliny Francielly de Oliveira Formada em Administração, atuante nos segmentos comércio varejista

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design.

...estas abordagens contribuem para uma ação do nível operacional do design. Projetar, foi a tradução mais usada no Brasil para design, quando este se refere ao processo de design. Maldonado definiu que design é uma atividade de projeto que consiste em determinar as propriedades

Leia mais

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza

2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 2012 Copyright. Curso Agora Eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. Tribunais Gestão de Pessoas Questões Giovanna Carranza 01. Conceitualmente, recrutamento é: (A) Um conjunto de técnicas e procedimentos

Leia mais