Marketing de Desenvolvimento Regional: Construindo o Futuro Coletivamente

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Marketing de Desenvolvimento Regional: Construindo o Futuro Coletivamente"

Transcrição

1 Marketing de Desenvolvimento Regional: Construindo o Futuro Coletivamente 1 José Roberto de Oliveira 2 Lurdes M. S. Froemming Resumo: Este artigo aborda a possibilidade de mostrar que o marketing pode se tornar uma importante estratégia para o desenvolvimento de cidades, regiões, estados e nações. Em todos os lugares, mas especialmente em regiões deprimidas socioeconomicamente, as ferramentas oferecidas pela união entre as pesquisas sobre desenvolvimento e marketing, podem levar a um novo posicionamento de imagem da marca do local nos mercados para ajudar a inflexionar a trajetória de desenvolvimento que está estabelecida. Aborda-se um conjunto de possibilidades práticas a partir da apresentação de construções acadêmicas de pesquisas para o marketing e o desenvolvimento socioterritorial. Finalmente apresenta uma definição do que é Marketing de Desenvolvimento Regional. O artigo insiste na participação da cidadania, rompendo com os individualismos, prioriza a inovação para alavancar os processos de desenvolvimento. Marca posição em relação à árdua tarefa coletiva de persuadir os homens a se ocuparem de seus próprios assuntos. Palavras-chave: Marketing de desenvolvimento regional; Plano estratégico de marketing; Política de desenvolvimento local. 1 Aluno do Mestrado em Desenvolvimento, Especialista em Administração, Engenheiro Op. Civil, Bolsista CAPES, UNIJUÍ. 2 Doutora em Marketing, Professora do Mestrado em Administração da UNISC, Professora da Disciplina Gestão Estratégica de Marketing, Mestrado em Desenvolvimento, UNIJUÍ. 1

2 Introdução Este artigo tem por objetivo analisar a utilização das potencialidades do marketing como um caminho para o desenvolvimento local, regional, estadual e até mesmo das nações. O nome do Livro de Kotler et al. Marketing de lugares: Como conquistar crescimento de longo prazo na América Latina e Caribe, o artigo de Alvaro Cidrais O Marketing territorial aplicado às cidades médias portuguesas: Os casos de Évora e Portalegre, o artigo de Ricardo Fernandes e Rui Gama As cidades e territórios do conhecimento na optica do desenvolvimento e do marketing territorial e o resumo da tese de Ana Lopes Mendes Marketing Territorial Aplicado à alteração da Imagem do Bairro do Pica-Pau Amarelo, levaram a conjecturar a criação da expressão Marketing de Desenvolvimento. Os países em busca de desenvolvimento como no caso do Brasil tem a necessidade de gerar emprego, renda, auto-estima, manter sua população nos locais de origem, evitando que os grandes aglomerados urbanos tornem-se as únicas oportunidades para famílias que procuram trabalho e melhor qualidade de vida. Para que mudanças ocorram nessas regiões socioeconômicas mais deprimidas há necessidade de investimentos que podem ser estabelecidos a partir de forças endógenas e exógenas. Locais mais distantes dos grandes centros de decisões estaduais ou federais necessitam de um posicionamento de imagem de sua marca nos mercados que podem inflexionar a trajetória que está estabelecida. Embora uma grande quantidade de recursos que podem dar a estes locais uma força competitiva, as pesquisas têm demonstrado anualmente um maior distanciamento entre estes locais e os que têm uma energia superior para o desenvolvimento. O objetivo do estudo é apresentar uma série de caminhos a partir das possibilidades que as ações estratégicas de marketing têm a oferecer para encontrar alternativas para um reposicionamento destes territórios frente aos problemas de desenvolvimento. Neste sentido as ações do marketing podem ser um instrumento muito importante: Nesse ambiente cada vez mais desafiador e em constante mutação, as comunidades, cidades, regiões, estados e nações latino-americanas [...] precisam desenvolver planos estratégicos de marketing para que possam progredir e atingir o mesmo nível de vários outros lugares. O planejamento estratégico de marketing não é um esforço que visa simplesmente solucionar uma eventual crise ou um fracasso financeiro. Ao contrário, é um processo em andamento, flexível e amplo o bastante para permitir que um lugar se adapte às novas exigências do mercado mundial. O plano estratégico de um lugar deve ter um formato que permita adaptações, mas as eventuais mudanças não devem ser feitas de maneira precipitada e improvisada (KOTLER et al., 2006, p. 1). Toda organização, seja empresarial, seja territorial, que deseje pensar-se a si 2

3 mesma em longo prazo, deve responder a quatro pares de perguntas: O que produzir? Onde vender? 2) Que projetos desenvolver? Como financiá-los? 3) Com que recursos humanos se conta? Em que se podem empregar? 4) Que imagem corporativa há que construir? Como fazer o marketing? (BOISIER, 2005, p. 32). Como alternativa, Barquero (2001, p. 29), afirma que a teoria do desenvolvimento endógeno sustenta que cada fator e o conjunto de fatores determinantes da acumulação de capital criam um entorno no qual tomam forma os processos de transformação e de desenvolvimento das economias. Trabalha com a idéia de que a política de desenvolvimento local é capaz de viabilizar, de forma eficiente, uma resposta local aos desafios da globalização o que converte a teoria em um instrumento de ação: As economias locais e regionais desenvolvem-se e crescem quando se difundem as inovações e o conhecimento entre as empresas e os territórios, de tal modo que aumenta o número e a diferenciação dos produtos, diminuem os custos de produção e se consolidam as economias de escala. [...] quando é mais flexível a organização dos sistemas produtivos e se formam redes e alianças para melhor competir, o que contribui para as economias internas e externas de escala e para um melhor posicionamento competitivo de cidades e territórios. [...] quando as empresas se instalam em cidades inovadoras e dinâmicas, que lhes possibilitam tirar proveito das economias e indivisibilidades existentes no território. [...] quando as redes de instituições são complexas e densas, o que permite fazer aflorar a confiança entre os atores e reduzir os custos de transação (BARQUERO, 2001, p. 30). No sentido de dar encaminhamento as soluções propostas, pode-se citar Cidrais (2001), que considera que o marketing territorial estratégico assenta-se num sistema de informação de marketing, pouco desenvolvido até ao momento, baseado na monitorização de um conjunto de indicadores territoriais importantes, que irá alimentar um processo de análise e diagnóstico, de decisão partilhada e de ação/comunicação (interna e externa) conducente a criar as condições de desenvolvimento internas e de afirmação / promoção externa. Mendes (2006) analisa que o marketing territorial, numa perspectiva integrada, pode ser uma forma de potencializar o desenvolvimento de confiança mútua, de parcerias, da participação e da cidadania, do envolvimento, da mobilização e da democracia. Pode ser um forte indutor de identidades e do sentido de pertença a um território. É um instrumento poderoso que deve ser utilizado com o devido rigor, para não se transformar em manipulação. Pode ser também, uma ferramenta de controle democrático do poder. Fernandes e Gama (2006) escrevem que o place marketing (city marketing, marketing territorial, marketing urbano, marketing do lugar, entre outras denominações), surge como um dos elementos centrais do planejamento estratégico das cidades e regiões, partindo das suas singularidades e especificidades, integrando-as e projetando-as num 3

4 contexto global de competitividade, tendo em conta a sua vocação e visão, promovendo-as e afirmando-as. O caminho deste artigo é a busca do entendimento de como estabelecer o Marketing de Desenvolvimento, sabendo que o desafio de sobressair-se nos mercados regional e global nunca foi tão grande. O sucesso demanda, no mínimo, atividades de atração de investimentos dinâmicas e agressivas, além do compromisso de longo prazo (KOTLER et al., p. 24). Desenvolvimento O tema desenvolvimento tem sido um desafio para comunidades em todo o planeta. Mesmo países mais desenvolvidos encontram locais com dificuldades para integrarem-se às atividades rotineiras daqueles países. Aqueles que apresentam índices de desenvolvimento menores têm ainda maior necessidade de buscar alternativas para um novo posicionamento frente à geração de emprego, renda e qualidade de vida. No livro Marketing: uma visão brasileira Richers (2000), avalia a importância da aproximação do marketing e desenvolvimento apontando deveres do setor com relação ao tema. Nos anexos, apresenta a Resolução que aprova o Código de Ética criado pela Associação Brasileira de Marketing e Negócios (ABMN) e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), demonstrando a importância da aproximação do marketing e do desenvolvimento, onde no Capítulo II: Deveres para com a sociedade, no Artigo 4º, descreve os deveres dos profissionais de marketing, onde na letra a descreve: procurar contribuir para o constante progresso das instituições e do bemestar da população do Brasil, valorizando e defendendo a livre iniciativa como modelo básico mais adequado para orientar a organização econômica nacional (RICHERS, 2000, p.25). Sobre as possibilidades de desenvolver os lugares, Kotler et al. manifestam que: O potencial de um local não depende tanto de sua localização geográfica, seu clima e seus recursos naturais quanto depende da vontade, da habilidade, da energia, dos valores e da organização das pessoas (2006, p. 45). Dallabrida (2010, p. 18) define desenvolvimento como: um processo de mudança estrutural, situado histórica e territorialmente, caracterizado pela dinamização socioeconômica e a melhoria da qualidade de vida de sua população. Na visão de Kotler et al. (2006, p. 2-4) existem seis questões centrais que determinarão o sucesso dos esforços de marketing de lugares para a América Latina e Caribe (ALC), a primeira é a necessidade de excelência do local, aproveitando os potenciais 4

5 naturais, industriais, dinamismo, qualidade dos produtos e da terra, clima, históricos e a rica diversidade de pessoas e idiomas. A segunda questão diz respeito a que cada vez mais os lugares são responsáveis pelo seu próprio marketing e que deverão estar aptos a encontrar estratégias que se destaquem em um mercado apinhado de concorrentes; as estratégias vencedoras incluirão a auto-análise abrangente, a atração de investimentos externos, o desenvolvimento de relações duradouras entre comprador e vendedor, a melhoria da infraestrutura de marketing e promoção eficiente dos produtos. A terceira questão tem a ver com a integração da tecnologia da informação ao plano de marketing; a tecnologia, que aumenta oportunidades, é tão rápida que até pequenas cidades têm acesso aos novos mercados. A localização não é mais fator principal para algumas indústrias, a tecnologia permite que todos os lugares do mundo concorram no mesmo nível. A quarta questão diz respeito à importância da gestão do processo da comunicação; o marketing de lugares abrange o desenvolvimento de imagem, promoção e a distribuição de informações, com a administração de estratégias de comunicação e campanhas de imagem. A quinta questão refere-se à tendência conflitante entre localismo e regionalismo e à tendência de harmonizar regras e padrões, ou seja, ênfase à singularidade e valores culturais e ainda assim continuar independentes das influências externas; mas para aumentar o comércio intra-regional, também estão formando pequenos blocos comerciais. A sexta questão reflete a crescente falta de trabalhadores treinados e a necessidade dos lugares de reter e recrutar talentos e se destacar na sua gestão; a mão-de-obra barata pode ser vantajosa em um estágio inicial ou intermediário, mas não deve ser o principal elemento de competitividade, para sustentar a prosperidade de longo prazo, precisa criar uma classe trabalhadora instruída e treinada. Barquero, na teoria do desenvolvimento endógeno define o conceito de desenvolvimento econômico local como: Um processo de crescimento e mudança estrutural que ocorre em razão da transferência de recursos das atividades tradicionais para as modernas, bem como pelo aproveitamento das economias externas e pela introdução de inovações, determinando a elevação do bem-estar da população de uma cidade ou região. Quando a comunidade local é capaz de utilizar o potencial de desenvolvimento e liderar o processo de mudança estrutural, pode-se falar de desenvolvimento local endógeno ou, simplesmente de desenvolvimento endógeno (2001, p. 57). Sen (2000) destaca que Se a liberdade é o que o desenvolvimento promove, então existe um argumento fundamental em favor da concentração nesse objetivo abrangente, e não em algum meio específico ou alguma lista de instrumentos especialmente escolhida (p. 17); aprofunda seu pensamento, afirmando que, para existir desenvolvimento se removam as principais fontes de privação da liberdade como a pobreza, tirania, carência de oportunidades econômicas e destituição social sistemática, negligência dos serviços 5

6 públicos e intolerância ou interferência excessiva de Estados repressivos. O desenvolvimento tem de estar relacionado sobretudo com a melhoria da vida que levamos e das liberdades que desfrutamos (p. 29). Com relação às regiões com dificuldades concernentes ao desenvolvimento, no capítulo Capital social e desempenho institucional, Putnam (2000), pergunta e ilumina um caminho quando escreve: É o caso de nos perguntarmos exasperados: será que as pessoas que vivem nessas regiões problemáticas não aprenderam absolutamente nada com sua triste experiência? Certamente elas devem perceber que sua situação seria melhor se todos cooperassem para o bem comum (p. 173). Em Lugares em depressão crônica Kotler et al., (2006) alerta que no extremo mais desesperador estão os locais que estão ou morrendo, ou cronicamente em depressão (p. 25). Prosseguem: A migração de moradores rurais para áreas urbanas com infra-estrutura de apoio inadequada e poucas oportunidades de emprego cria outros problemas (p.25). [...] mas, no que diz respeito aos imigrantes rurais, a maioria acaba morando nas comunidades pobres de cidades maiores, e essas áreas em depressão crônica são vulneráveis ao crime e às drogas (p. 26). Richers (1986) indica um desafio para o Brasil: Haverá uma defasagem substancial entre nações avançadas (provavelmente os Estados Unidos, o Sudeste da Ásia e a Europa) e o resto do mundo, e conclui: Parece, pois, que as oportunidades são promissoras e amplas para o Brasil. Mas haverá ameaças também, como as que decorrem de uma concorrência internacional bem mais intensa que hoje. Com a abertura dos mercados mundiais, os padrões de produtividade e de agilidade de adaptação aos mercados celulares tornar-se-ão mais rígidos. Temos que ser donos de pelo menos algumas tecnologias avançadas, o que exigirá investimentos prioritários em algumas áreas como em P&D nessas áreas, treinamento de especialistas, convênios de know-how e maquinário avançado etc. (1986 p. 21). Quanto às regiões que estão fisicamente afastadas e que dispõem de um potencial de desenvolvimento aproveitável, Barquero escreve: Cria-se espaço para a política de desenvolvimento endógeno sempre que a comunidade local manifeste a intenção de integrar os territórios na economia global. Nas áreas com potencial de desenvolvimento endógeno, mas que necessitam de uma forte mudança estrutural, as ações promovidas pelos atores locais revelam-se estratégicas para ingressar no caminho do desenvolvimento sustentado (2001, p. 221). Em relação ao desenvolvimento regional Siedenberg (2006) se refere a um processo de mudanças sociais e econômicas que ocorrem em uma determinada região e têm como referência aspectos geográficos, administrativos, econômicos físico-naturais, culturais, políticos, etnográficos, dentre outros. 6

7 comenta que: Neste mesmo alinhamento, sobre a importância do caráter regional, Bazarian, não pode haver um caráter nacional geral, isto é, traços somáticos e psicológicos válidos para todos os componentes de uma determinada sociedade, sobretudo se essa sociedade tem uma grande extensão territorial, abrangendo latitudes diferentes e contrastantes, com diferentes níveis de desenvolvimento econômico, tecnológico e científico, como, por exemplo, a nação brasileira, que tem ainda a peculiaridade de ter uma população mestiça, em conseqüência da miscigenação de diferentes grupos étnicos (índios, negros, amarelos e brancos de várias procedências) (1991, p ). No sentido de entender estes locais, Boisier (2005) apresenta as características das organizações territoriais e do tecido organizacional que parecem ajudar a ganhar: 1) Velocidade para tomar decisões; 2) flexibilidade para entregar respostas de escala variada; 3) maleabilidade para adaptar a própria estrutura organizacional ao meio; 4) resiliência do tecido para reconstruir-se quando é atingido por ação de agentes externos; 5) inteligência para aprender da interação com o entorno; 6) complexidade territorial comparável com a complexidade global; 7) identidade sócio-territorial. Sem (2000), indica como os pesquisadores interessados no desenvolvimento local e regional devem trabalhar com a metodologia de pesquisa nas questões de crescimento e desenvolvimento econômico e social, afirmando que não se deve apenas investigar relações estatísticas, mas também analisar e examinar atentamente os processos causais que estão envolvidos. Não é adequado apenas considerar o crescimento do PNB (Produto Nacional Bruto) ou outros indicadores de expansão econômica global, é preciso considerar o impacto da democracia e das liberdades políticas sobre a vida e as capacidades dos cidadãos. Dupas, na busca de explicações sobre como se procede nas questões do desenvolvimento, considera a falta de prioridades coletivas: Nas últimas décadas, inventamos uma espécie de versão privatizada da modernidade, em que tudo é responsabilidade do indivíduo. Praticamente não há mais agenda coletiva, no máximo programas assistencialistas que dão um pouco de recurso público a famílias com fome (2006. p. 273). Na procura de um caminho coletivo para que a comunidade trate do desenvolvimento, Tocqueville (apud Senna, 1995, p. 89) faz lembrar as dificuldades: Sei que é difícil apontar com segurança os meios de levantar uma população que está dormindo e dar a ela as motivações e o conhecimento de que não dispõe; estou consciente de que é uma tarefa árdua persuadir os homens a se ocupar de seus próprios assuntos. afiança que Sobre subdesenvolvimento e a falta completa de desenvolvimento a pobreza não são, qualquer que seja o conceito que se use, destinos inexoráveis, karmas imutáveis, nem tragédias gregas. Como quer que se olhe a 7

8 questão, se trata de uma conseqüência derivada do funcionamento de estruturas políticas, institucionais, sociais, e da falta de vontade coletiva para fazer aquilo que é necessário fazer para dar um salto desde o caminho do subdesenvolvimento ao caminho virtuoso do desenvolvimento (trabalhar mais, assumir uma alta cota de responsabilidade em todas as esferas, gerar confiança interpessoal e nas instituições e organizações, vontade de aprender, vocação pela mudança, etc.) (BOISIER, 2005, p.10). Kotler et al. analisam a necessidade de enfrentar o desafio do crescimento afirmando que as questões estão inseridas em um contexto competitivo que só pode ser caracterizado como intenso. Sobre isto revelam que: Padrões mais altos exigem que as comunidades reconheçam suas forças e fraquezas e melhorem sistematicamente seus serviços e produtos. Os locais precisam compreender seu papel e sua função em um mercado dinâmico e competitivo (2006, p. 4). Todas estas teorias sobre marketing e desenvolvimento precisam tornar-se ferramentas práticas para levar os lugares a um novo momento de posicionamento de imagem interna e externa. Proposições para a Ação Senna (1995, p. 84), com relação ao Brasil e à falta de participação da sociedade nos assuntos de desenvolvimento, afirma que desde muito cedo nos acostumamos aos caprichos de um poder distante e insensível às reais necessidades da população, em geral, e das comunidades, em particular. Mais adiante agrega: Em função dos vícios de nossa formação, causa estranheza a muitos brasileiros qualquer questionamento sobre a concentração de poderes nas mãos do governo central. Sobre capital social, Putnam (2000), oferece um caminho para a superação do individualismo: A superação dos dilemas da ação coletiva e do oportunismo contraproducente daí resultante depende do contexto social mais amplo em que determinado jogo é disputado. A cooperação voluntária é mais fácil numa comunidade que tenha herdado um bom estoque de capital social sob a forma de regras de reciprocidade e sistemas de participação cívica (p. 177). Kotler et al., (2006, p ) salientam o que os lugares estão fazendo para solucionar seus problemas, afirmando que o menos desejável é fazer poucas coisas. Descreve que algumas localidades, por não conseguirem desenvolver, chegam a considerar a situação como sina. Na lista das possíveis soluções apresentam: 1)Algumas nações pediram financiamentos consideráveis para vários projetos, incluindo rodovias, portos e usinas elétricas, que parecer promissoras, mas aos quais faltam conectividade e benefícios 8

9 de longo prazo. 2) Outra reação consiste em conservar recursos financeiros e, ao mesmo tempo, planejar programas de crescimento dinâmicos para atrair indústrias, investimentos e visitantes com ofertas podem de subsídios e outros incentivos financeiros. O marketing exige um diagnóstico de problemas e um planejamento abrangente. 3) Elaboração de medidas informais sofisticadas capazes de dissuadir as empresas de transferir suas operações. 4) Consiste em competir investindo em infra-estrutura ou atrações caras, como um novo centro cultural, um centro de convenções, ou um parque temático. 5) Fazer planejamento estratégico voltado para o mercado através de uma representação mista dos setores público e privado. Boisier (2005, p ), apresenta proposições para a promoção do desenvolvimento: a) Há que mudar de paradigma científico para entender e para intervir sobre o desenvolvimento. O positivismo construiu modelos mentais que não permitem entender a complexidade do mundo real e que não permite a visão sistêmica e holística, permite somente conhecer somente a estrutura dos problemas, mas não seu funcionamento. b) Há que ressituar as categorias instrumentais e as teológicas em sua ordem natural. É natural que o crescimento econômico é instrumental ao desenvolvimento, é um meio que provê uma necessária base concreta às necessidades materiais, porém jamais pode ser confundido com um fim em si mesmo; é preciso primazia do teológico sobre o instrumental. c) O pior pecado de lesa humanidade em matéria de promoção de desenvolvimento é fazer mais do mesmo. Em um entorno extremante turbulento devido à velocidade do crescimento e da informação e do conhecimento, fazer no futuro o que se fez no passado, mesmo que tenha sido exitoso, não garante o êxito. d) Há que escapar do incrementalismo disjunto no desenho e na execução de um projeto de desenvolvimento. Somos vítimas da síndrome da soma em vez de multiplicação. Prefere-se o mínimo esforço ao máximo, com a solução de problemas imediatos e angustiantes. É preciso ver o desenvolvimento como uma totalidade o qual se eleva em um pensamento complexo e holístico. e) Desde o ponto de vista das ações cotidianas há que superar a premência de curto prazo, o eleitoralismo e o clientelismo das autoridades públicas. Putnam (2000, p ) analisa os dilemas da ação coletiva, questionando sobre as regiões problemáticas e a incapacidade de cooperar para o mútuo proveito. Diz que não significa ignorância ou irracionalidade, mas a falta de um compromisso mútuo confiável. Apresenta a linha de pesquisa de Oliver William que enfatiza a importância das instituições formais para fazer cumprir os acordos, permitindo aos agentes lidarem melhor com os problemas de oportunismo e deserção. O desenvolvimento econômico e a dinâmica produtiva dependem da introdução e difusão das inovações e do conhecimento, que 9

10 impulsionam a transformação e a renovação do sistema produtivo, uma vez que, em última análise, a acumulação de capital se traduz por acumulação de tecnologia e conhecimento (Barquero, p ). A resposta local para os desafios globais é operacionalizada a partir de um conjunto de ações de caráter muito variado que vai desde: a) A infra-estrutura para o desenvolvimento urbano, no sentido de expandir os equipamentos públicos para o bom funcionamento do sistema; b) Criação de empresas e desenvolvimento a partir da qualificação dos Recursos Humanos, tecnologia, inovação, cultura de desenvolvimento e outros fatores imateriais; c) A difusão das inovações e do conhecimento, com a proliferação de parques tecnológicos; d) A organização do desenvolvimento local, com o estabelecimento de associações, redes de empresas, baseados na confiança mútua (BARQUERO, 2001). A nova política de desenvolvimento regional altera o enfoque e pretende superar os desequilíbrios com base no fomento ao desenvolvimento de todos os territórios que demonstrem potencialidades de desenvolvimento competitivo (p. 208). Barquero (2001), afirma a importância da participação organizada da sociedade local nos processos de desenvolvimento e que a coordenação representa um dos pontos fracos para sua implementação. É preciso sinergia entre as ações de cima para baixo e as de baixo para cima, para isto alerta que não é surpreendente, portanto, que a organização do desenvolvimento baseado na criação de associações e de redes tenda a converter-se no eixo central da política de desenvolvimento local (p. 238); é preciso recorrer à formação de associações e de redes de caráter institucional capazes de conferir ao território a dimensão exigida pelas agências de desenvolvimento para que estas se tornem eficazes e eficientes (p. 239). Finalmente, há um ponto fraco, especialmente crítico, que é representado pela ausência de um marco legal e institucional bem construído, pois, enquanto não existir esse marco institucional da política de desenvolvimento local, serão mantidas as restrições que afetam o financiamento público (p. 239). Kotler et al. (2006, p. 43), analisam o que os lugares, na perspectiva do marketing, devem considerar para resolver seus problemas de desenvolvimento: - Desenvolver um posicionamento e uma imagem fortes e atraentes. - Estabelecer incentivos atraentes para os atuas e os possíveis compradores e usuários de seus bens e serviços. - Fornecer produtos e serviços locais de maneira eficiente. - Promover os valores e a imagem do local de uma maneira que os possíveis usuários conscientizem-se realmente de suas vantagens diferenciadas. O marketing estratégico de lugar envolve uma série de elementos, que estão bem representados na figura 1 elaborada por Kotler et al. (2006): 10

11 FIGURA 1 Elementos do marketing estratégico de lugar. Fonte: Kotler et al., 2006, p. 45. A criação de processos de valor agregado para atrair e sustentar investimentos em uma comunidade envolve quatro importantes fatores de marketing: Primeiro, o processo deve assegurar o fornecimento dos serviços básicos e a manutenção de uma infra-estrutura satisfatória para os cidadãos, empresas e visitantes. Segundo, o local pode precisar de novas atrações para manter os negócios atuais e o auxílio público e para atrair novos investimentos, empresas e pessoas. Terceiro, a comunidade precisa divulgar suas características e seus benefícios por meio de uma imagem e de um programa de comunicação vigorosos. Quarto, o local deve obter o apoio de seus cidadãos, líderes e instituições para torná-lo hospitaleiro e entusiasmado com a idéia de atrair novas empresas e investimentos para a comunidade (KOTLER et al., 2006, p ). Esses fatores influenciam o sucesso de um local na atração e satisfação de seus principais mercado-alvo: Fabricantes de bens e serviços. Sedes comerciais e escritórios locais. Investimento externo e mercados de exportação. Setor de turismo e reuniões de negócios e novos moradores (KOTLER et al., 2006, p. 45). 11

12 Um dos elementos fundamentais, na visão de Kotler et al. (2006, p. 71), é o uso do marketing de imagem para criar um slogam criativo e crível, que tenha fundamento. As empresas gostam de tirar vantagem dos lugares com imagem positiva e esta deve ser válida, crível, simples, atraente e diferenciada (p ). Os municípios e regiões precisam percorrer o mesmo caminho que as empresas há muito tempo vêm trabalhando, usar uma ferramenta chamada de planejamento estratégico de mercado : O desafio da comunidade é projetar um sistema flexível que a possibilite absorver choques e adaptar-se de maneira rápida e eficaz a novos acontecimentos oportunidades. Isso significa que a comunidade precisa instituir sistemas de informações, planejamentos e controles que lhe permitam controlar mudanças no ambiente e reagir de forma construtiva a oportunidades e ameaças (KOTLER et al., 2006, p. 126). O mesmo autor, ilumina um caminho, quando afirma que assim que tiver definido a visão, as metas e os objetivos, a equipe de planejamento da comunidade pode identificar e escolher estratégias para a consecução das metas. Para que sejam significativas, as estratégias precisam ser detalhadas em planos de ação (p.144), onde deverá constar quem é o responsável, como a ação vai ser implementada, quanto vai custar a ação e qual a data prevista para sua conclusão. Locais diferentes não podem simplesmente aplicar fórmulas padronizadas ao planejamento de seu futuro. Cada um tem a sua própria história, cultura, valores, órgãos públicos, instituições, lideranças e sistema decisório públicos e privados (p.313). O Marketing de Desenvolvimento Regional pode se transformar em um elemento fundamental para o desenvolvimento social e econômico nos locais onde decidam implantálo. Conclusão Pode-se inferir e ao mesmo tempo propor o conceito de Marketing de Desenvolvimento Regional: a capacidade de identificar e tomar medidas, por meio de planejamento, sobre as necessidades de mudança estrutural e dinamização socioeconômica sustentável de determinada porção socioterritorial, unindo o conjunto da atividade pública e privada juntamente com outros instrumentos locais. Vê e age como organismo integrado através de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento de modo que beneficie seu público interessado interno e externo, pelo qual, pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo que necessitam e desejam; com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor, para o mercado e para a melhor qualidade de vida de sua população. Identifica as 12

13 necessidades e cria oportunidades. Interessa-se tanto pela melhoria do PIB como pelo IDH, visando a melhoria da qualidade de vida de sua população. Como descrito neste artigo é preciso que as organizações socioterritoriais estabeleçam processos de planejamento integrado, criando o grupo de planejamento, formado pelo governo local ou regional, a comunidade empresarial e outras organizações que queiram colaborar com o desenvolvimento no ambito que estejamos tentando organizar (KOTLER et al., 2006). Os fatores de marketing deverão ser a infraestrutura, pessoas, instituições, imagem e a melhoria de atrações. Os mercados alvo que deverão ser priorizados no marketing de desenvolvimento vão desde o local, passando por temas como exportação, fabricantes, novos moradores, turistas. Não deve ser esquecido de que há a necessidade de progredir, gerar emprego, renda, auto-estima, manter sua população nos seus locais de origem, evitando que os grandes aglomerados urbanos tornem-se as únicas oportunidades para as famílias que procuram trabalho e melhor qualidade de vida. Deve-se pensar o que produzir, onde vender, que projetos desenvolver, como financiá-los, com que recursos humanos se contam, qual imagem corporativa há que construir. Lembrar em, inovar sempre, (Boisier, 2005). O marketing de desenvolvimento deve perseguir a idéia de não fazer mais do mesmo, inovar; criar redes de alianças densas para competitividade, buscando a confiança entre os atores, priorizar a participação da cidadania, buscar atividades de atração de investimentos dinâmicas e agressivas, além do compromisso de longo prazo relacionado sobre tudo com a melhoria da vida e da identidade sócio-territorial, sem esquecer a árdua tarefa de persuadir os homens a se ocupar de seus próprios assuntos. Tudo para criar o necessário e bom estoque de capital social (Barquero, 2001). Bibliografia BARQUERO, Antonio Vázques. Desenvolvimento endógeno em tempos de globalização. Porto Alegre: FEE/UFRGS, BAZARIAN, Jacob. Porque nós, os brasileiros, somos assim? São Paulo: Alafa-Omega, BOISIER, Sérgio. Um ensayo epistemológico y axiológico sobre gestión Del desarrollo territorial: conocimento y valores. Santiago do Chile; Alcalá de Henares: Monografia de Doutorado em Economia Aplicada da Universidade de Alcalá de Henares

14 CIDRAIS, Alvaro. O Marketing territorial aplicado às cidades médias portuguesas: Os casos de Évora e Portalegre. Revista Bibliográfica de Geografía y Ciencias Socialies. Universidad de Barcelona: DALLABRIDA, Valdir Roque. Desenvolvimento regional: por que algumas regiões se desenvolvem e outras não? Santa Cruz do Sul: Edunisc, DUPAS, Gilberto. O mito do progresso. São Paulo: UNESP, FERNANDES, Ricardo; GAMA, Rui. As cidades e territórios do conhecimento na optica do desenvolvimento e do Marketing territorial. Actas do V Colóquio da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional. Coimbra: KOTLER, Philip; GERTNER, David; REIN, Irving; HAIDER, Donald. Marketing de lugares: Como conquistar crescimento de longo prazo na América Latina e no Caribe. São Paulo: Prentice Hall, MENDES, Ana Lopes. Marketing Territorial Aplicado à alteração da Imagem do Bairro do Pica-Pau Amarelo. Lisboa: Universidade de Lisboa, PUTNAM, Robert D. Comunidade e democracia: a experiência da Itália moderna. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, RICHERS, Raimar. Marketing: uma visão brasileira. São Paulo: Negócio, RICHERS, Raimar. O futuro do marketing e o marketing do futuro. Revista de Administração, Volume 21 (4) outubro/dezembro 1986 (p. 9-22). SEN, Amartya. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, SENNA, José Júlio. Os parceiros do rei: herança cultural e desenvolvimento econômico no Brasil. 2 ed. Rio de Janeiro: Topbooks, SIEDENBERG, Dieter R. Dicionário do desenvolvimento regional. Santa Cruz do Sul: Edunisc,

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Formulação da Visão e da Missão

Formulação da Visão e da Missão Formulação da Visão e da Missão Zilta Marinho zilta@globo.com Os grandes navegadores sempre sabem onde fica o norte. Sabem aonde querem ir e o que fazer para chegar a seu destino. Com as grandes empresas

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

BENEFÍCIOS DA PARTICIPAÇÃO NO ACORDO INTERNATIONAL DO CAFÉ DE 2007

BENEFÍCIOS DA PARTICIPAÇÃO NO ACORDO INTERNATIONAL DO CAFÉ DE 2007 BENEFÍCIOS DA PARTICIPAÇÃO NO ACORDO INTERNATIONAL DO CAFÉ DE 2007 O Acordo Internacional do Café (AIC) de 2007 é um instrumento chave para a cooperação internacional em matéria de café, e participar dele

Leia mais

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA

As Agendas de Inovação dos Territórios Algumas reflexões INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA INSERIR IMAGEM ESPECÍFICA 1 O que é Inovação? Produção, assimilação e exploração com êxito da novidade, nos domínios económico e social. Livro Verde para a Inovação (Comissão Europeia, 1995) 2 Os territórios

Leia mais

Criando Oportunidades

Criando Oportunidades Criando Oportunidades Clima, Energia & Recursos Naturais Agricultura & Desenvolvimento Rural Mercados de Trabalho & Sector Privado e Desenvolvimento Sistemas Financeiros Comércio & Integração Regional

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex...

Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... Atendimento pós-venda: gestão estratégica da ex... (/artigos /carreira/comopermanecercalmosob-pressao /89522/) Carreira Como permanecer calmo sob pressão (/artigos/carreira/como-permanecer-calmosob-pressao/89522/)

Leia mais

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA. Zig Koch

DOCUMENTO DE REFERÊNCIA. Zig Koch DOCUMENTO DE REFERÊNCIA Zig Koch O Programa E-CONS, Empreendedores da Conservação, é uma iniciativa idealizada pela SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental e implementada em

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

DESAFIO PORTUGAL 2020

DESAFIO PORTUGAL 2020 DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia

Leia mais

Processo de Planejamento Estratégico

Processo de Planejamento Estratégico Processo de Planejamento Estratégico conduzimos o nosso negócio? Onde estamos? Definição do do Negócio Missão Visão Análise do do Ambiente Externo e Interno Onde queremos Chegar? poderemos chegar lá? saberemos

Leia mais

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS

INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS INOVAÇÃO NA ADVOCACIA A ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL NOS ESCRITÓRIOS JURÍDICOS Ari Lima Um empreendimento comercial tem duas e só duas funções básicas: marketing e inovação. O resto são custos. Peter Drucker

Leia mais

Gestão Colaborativa. Luiz Ildebrando Pierry Curitiba/PR 30 de setembro de 2009. Qualidade e Produtividade para Enfrentar a Crise INOVAÇÃO

Gestão Colaborativa. Luiz Ildebrando Pierry Curitiba/PR 30 de setembro de 2009. Qualidade e Produtividade para Enfrentar a Crise INOVAÇÃO Qualidade e Produtividade para Enfrentar a Crise Gestão Colaborativa INOVAÇÃO SUSTENTABILIDADE GESTÃO COLABORATIVA EMPREENDEDORISMO CRIATIVIDADE Luiz Ildebrando Pierry Curitiba/PR 30 de setembro de 2009

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

Vivendo de acordo com nossos valores...

Vivendo de acordo com nossos valores... Vivendo de acordo com nossos valores... o jeito Kinross Nossa empresa, Kinross, é uma empresa internacional de mineração de ouro sediada no Canadá, com operações nos Estados Unidos da América, Rússia,

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa Maio 2013 PE2020 O papel da Engenharia como fator de competitividade Iniciativa Agenda 1. Apresentação da Proforum e do PE2020 como plataforma colaborativa relevante e integradora 2. Contributo do PE2020

Leia mais

Como facilitar sua Gestão Empresarial

Como facilitar sua Gestão Empresarial Divulgação Portal METROCAMP Como facilitar sua Gestão Empresarial Aplique o CANVAS - montando o seu(!) Modelo de Gestão Empresarial de Werner Kugelmeier WWW.wkprisma.com.br Por que empresas precisam de

Leia mais

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO

FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FEA USP ARTIGO COMO AS MUDANÇAS NAS ORGANIZAÇÕES ESTÃO IMPACTANDO A ÁREA DE RECURSOS HUMANOS Paola Moreno Giglioti Administração

Leia mais

LANÇAMENTO DA PLATAFORMA IDS MESA 3 DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

LANÇAMENTO DA PLATAFORMA IDS MESA 3 DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS LANÇAMENTO DA PLATAFORMA IDS MESA 3 DESAFIOS DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E AS RELAÇÕES INTERNACIONAIS Local: Sala Crisantempo Data : 12/12/2014 Horário: 9h30 às 13h30 Expositores: Eduardo Viola - Professor

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão

ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM. Reflexões voltadas para a Gestão ANEC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO UMA ABORDAGEM Reflexões voltadas para a Gestão MUDANÇAS EDUCAÇÃO NO BRASIL 1996 Lei 9.934 LDB 1772 Reforma Pombalina 1549 Ensino Educação público no dos Brasil Jesuítas Lei

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres

Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil. Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Aliança do Setor Privado para a Redução do Risco de Desastres no Brasil Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Iniciativas Globais Aliança do Setor Privado para a Redução do

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

Plano Estratégico para a Fileira da Construção 2014-2020

Plano Estratégico para a Fileira da Construção 2014-2020 Plano Estratégico para a Fileira da Construção 2014-2020 1. A EVOLUÇÃO DOS MERCADOS 1.1 - A situação dos mercados registou mudanças profundas a nível interno e externo. 1.2 - As variáveis dos negócios

Leia mais

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO VI CRESCIMENTO ECONÔMICO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO 1. Crescimento Econômico Conceitua-se crescimento econômico como "o aumento contínuo do Produto Interno Bruto (PIB) em termos globais e per capita,

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente

A Importância do Marketing nos Serviços da. Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente A Importância do Marketing nos Serviços da Área de Saúde - Estratégias utilizadas para fidelizar o cliente Hellen Souza¹ Universidade do Vale do Rio dos Sinos UNISINOS RESUMO Este artigo aborda a importância

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Gerencial. Conexã Gerencial

Programa de Desenvolvimento Gerencial. Conexã Gerencial Conexão Gerencial é um programa modular de Desenvolvimento Gerencial cujos principais objetivos são: Promover um choque de cultura e competência gerencial e tornar mais efetivo o papel dos Gestores. Alinhar

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Curso: Ciências Contábeis Período: 3º Profª: Niceia Camila N. Fronza

EMPREENDEDORISMO. Curso: Ciências Contábeis Período: 3º Profª: Niceia Camila N. Fronza EMPREENDEDORISMO Curso: Ciências Contábeis Período: 3º Profª: Niceia Camila N. Fronza ORGANIZAÇÃO CONCEITO: A sociedade humana é feita de organizações que fornecem os meios para o atendimento de necessidades

Leia mais

Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e. no Brasil com base na Pesquisa de Inovação Tecnológica PINTEC

Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e. no Brasil com base na Pesquisa de Inovação Tecnológica PINTEC USCS UNIVERSIDADE MUNICIPAL DE SÃO CAETANO DO SUL PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Guilherme Yukihiro Dallaido Shibata Análise exploratória da Inovação Tecnológica nos Estados, Regiões e no Brasil com

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE PREFEITURA MUNICIPAL DE RESENDE AGÊNCIA DO MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE RESENDE CONVÊNIO PUC - NIMA/ PETROBRAS / PMR PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL Formação de Valores Ético-Ambientais para o exercício da

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS

INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS INOVAÇÃO DE PRODUTO, PROCESSO, ORGANIZACIONAL E DE MARKETING NAS INDÚSTRIAS BRASILEIRAS Fábio Luiz Papaiz Gonçalves Faculdade de Administração CEA Centro de Economia e Administração fabiopapaiz@gmail.com

Leia mais

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial

O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial O poder da presença O valor empresarial da colaboração presencial Sumário executivo À medida que as organizações competem e crescem em uma economia global dinâmica, um novo conjunto de pontos cruciais

Leia mais

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores

Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Palestrante Paulo Gerhardt Inspira, Motiva e Sensibiliza para Resultados Superiores Com uma abordagem inovadora e lúdica, o professor Paulo Gerhardt tem conquistado plateias em todo o Brasil. Seu profundo

Leia mais

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação

Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercícios sobre Competindo com a Tecnologia da Informação Exercício 1: Leia o texto abaixo e identifique o seguinte: 2 frases com ações estratégicas (dê o nome de cada ação) 2 frases com características

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

um RH estratégico para hoje e para o futuro Construindo

um RH estratégico para hoje e para o futuro Construindo Construindo um RH estratégico para hoje e para o futuro ado o crescente foco executivo no capital humano, o RH tem uma oportunidade sem precedentes de se posicionar como um verdadeiro parceiro estratégico

Leia mais

Atelier SUDOE INTELIGENTE

Atelier SUDOE INTELIGENTE Atelier SUDOE INTELIGENTE Do SUDOE 2007-2013 à Estratégia 2020 Promoção da inovação e constituição de redes estáveis de cooperação em matéria tecnológica Melhoria da sustentabilidade para a proteção e

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência

Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Contribuição da TIA/TEC-LA para a ANATEL sobre o gerenciamento do espectro de rádio-frequência Sendo uma organização que representa os interesses de fabricantes e fornecdores de produtos e sistemas para

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

3. Um olhar interessante na reação de Pe. Pedro Rubens é que a experiência apresentada nos traz olhar que os problemas são encarados como desafios.

3. Um olhar interessante na reação de Pe. Pedro Rubens é que a experiência apresentada nos traz olhar que os problemas são encarados como desafios. SISTEMATIZAÇÃO NICARAGUA Aprendizagens com a experiência. 1. Se deve levar em conta os momentos históricos. O nascimento do colégio na Venezuela também passou por vários momentos. Este colégio, contudo,

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

O gerenciamento da Comunicação Organizacional

O gerenciamento da Comunicação Organizacional O gerenciamento da Comunicação Organizacional Hilbert Reis Comunicação Social Jornalismo UFOP Pesquisador PIP/UFOP Índice 1 Otimização da comunicação integrada 1 2 Estratégias, planejamentos e a gestão

Leia mais

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo

Governança Sustentável nos BRICS. Resumo executivo Governança Sustentável nos BRICS Resumo executivo Sumário executivo A rapidez com que, nos últimos anos, as economias emergentes do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul vêm se aproximando

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS

ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS Patrícia de Oliveira 1 Angélica Patrícia de Souza 2 Roginéia de Araújo Paula 3 RESUMO Buscou-se apresentar neste artigo, os principais pontos das estratégias empresarias e quais

Leia mais

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida

Unidade IV MERCADOLOGIA. Profº. Roberto Almeida Unidade IV MERCADOLOGIA Profº. Roberto Almeida Conteúdo Aula 4: Marketing de Relacionamento A Evolução do Marketing E-marketing A Internet como ferramenta As novas regras de Mercado A Nova Era da Economia

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo

Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de Viabilidade e Pesquisa de Campo Estudo de viabilidade As perguntas seguintes terão que ser respondidas durante a apresentação dos resultados do estudo de viabilidade e da pesquisa de campo FOFA.

Leia mais

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado.

Este briefing contém atividades que deverão ser desenvolvidas durante o convênio supracitado. Briefing Prestação de Serviços de Comunicação e Marketing para o Instituto Nacional do Plástico Programa de Incentivo à Exportação Think Plastic Brazil Introdução Este briefing propõe e organiza as ações

Leia mais

O que é ser um RH estratégico

O que é ser um RH estratégico O que é ser um RH estratégico O RH é estratégico quando percebido como essencial nas decisões estratégicas para a empresa. Enquanto a área de tecnologia das empresas concentra seus investimentos em sistemas

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs

Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Segredos e Estratégias para Equipes Campeãs Ultrapassando barreiras e superando adversidades. Ser um gestor de pessoas não é tarefa fácil. Existem vários perfis de gestores espalhados pelas organizações,

Leia mais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais

04 Despertar a ideologia sócio-econômicaambiental na população global, Mobilização política para os desafios ambientais TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL CIRCULO DE ESTUDOS IPOG - INSTITUTO DE PÓSGRADUAÇÃO MBA AUDITORIA, PERÍCIA E GA 2011 Princípios Desafios Sugestões 01

Leia mais

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br

Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas comercial@trecsson.com.br PREZADO (A) SENHOR (A) Agradecemos seu interesse em nossos programas de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso

Leia mais

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade

PGQP. Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade. Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade PGQP Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Qualidade Gestão Inovação Competitividade Sustentabilidade visão das lideranças A Excelência de qualquer organização depende da sinergia entre três fatores:

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições

Leia mais

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br

Prezado(a) Sr.(a.) Atenciosamente, Sárgom Ceranto Marketing e Soluções Corporativas. comercial@trecsson.com.br Prezado(a) Sr.(a.) Agradecemos seu interesse em nossos programa de ensino e lhe cumprimentamos pela iniciativa de buscar o seu aperfeiçoamento profissional. Você está recebendo o programa do curso de Pós-MBA

Leia mais

XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES. Moção Sectorial

XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES. Moção Sectorial XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES Moção Sectorial Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I) - Potenciar a Sociedade do Conhecimento nos Açores O trinómio Investigação, Desenvolvimento

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS

SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS VISÃO GERAL DE CAPACIDADES SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS AT-RISK International oferece Análise de Riscos, Proteção, Consultoria, Investigações e Treinamento em Segurança, nas Américas,

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais

Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais Perspectivas para o desenvolvimento brasileiro e a indústria de commodities minerais João Carlos Ferraz BNDES 31 de agosto de 2008 Guia Contexto macroeconômico Políticas públicas Perpectivas do investimento

Leia mais