Marketing territorial da Grande Área Metropolitana do Porto

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Marketing territorial da Grande Área Metropolitana do Porto"

Transcrição

1 Marketing territorial da Grande Área Metropolitana do Porto Desde Agosto de 2008 foi assumida pela Associação de Municípios da nova Área Metropolitana do Porto a promoção conjunta da região actualmente designada por NUT III do Grande Porto e Entre Douro e Vouga. Para além desta decisão dois novos municípios ingressaram na área metropolitana Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis. A Área Metropolitana do Porto é composta por 16 municípios (Arouca, Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Porto, Póvoa do Varzim, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Trofa, Vale de Cambra, Valongo e Vila Nova de Gaia), ocupa uma área de 1.885,10 km2 e conta com uma população aproximada de habitantes (INE, 2005). Esta sub-região é a mais populosa do país (35%) do total e, em termos geográficos, representa apenas 9% da área da Região Norte. A grande Área Metropolitana do Porto é claramente a região mais marcante, contudo, a região Norte apresenta um sistema urbano policêntrico com o Porto a mostrar dificuldades em manter a sua centralidade, partilhando-a com outras centralidades metropolitanas e regionais (PROT-N). Esta particularidade será interessante para a análise a que nos propomos. Detalhar o projecto de marketing territorial para o Porto e de que forma esta marca se insere num projecto ainda maior Norte de Portugal. O Porto, enquanto cidade, tem perdido hegemonia, enquanto região, tem ganho a todos os níveis. A entrada, em 2005, de municípios como S. João da Madeira, Santa Maria da Feira ou Trofa vieram aumentar os índices regionais. Por isso, os tempos que se avizinham constituem um desafio e uma oportunidade, no que ao desenvolvimento territorial se refere (Programa Territorial de Desenvolvimento (NUTS III do Grande Porto e de Entre Douro e Vouga). O primeiro documento estratégico que refere a GAMP como região com a mesma visão política foi o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) de Este plano pretende traçar as principais directrizes do turismo em Portugal até 2015 dividindo o país em regiões estratégicas. Para aumentar o número de visitantes foram identificados 10 produtos passíveis de serem desenvolvidos no território nacional Gastronomia e Vinho; Touring Cultural e Paisagístico; Saúde e Bem-estar; Turismo de Natureza; MICE; Turismo Residencial; City/Short breaks; Golfe; Turismo Náutico; Sol & Mar. Não entraremos na explicação de cada um deles, apenas o faremos nos casos específicos da região em análise. De acordo com os objectivos do PENT o Porto e o Norte deverão atingir em 2015 entre 3,1 a 3,3 milhões de dormidas estrangeiras, crescendo a uma taxa média anual de 8,5% e as receitas dos estabelecimentos hoteleiros deverão crescer a um ritmo anual de 11%, aumentando 155% face a 2006 (PENT). A Área metropolitana do Porto ainda não se assumiu como um importante destino turístico no contexto nacional. No contexto das 11 metrópoles ibéricas, ocupa apenas a 7ª posição em termos de capacidade de alojamento em hotéis de 4 e 5 estrelas (Programa Territorial de Desenvolvimento (NUTS III do Grande Porto e de Entre Douro e Vouga). Para a Região Norte o PENT destaca como produtos estratégicos: Turismo de Negócios; City Break Porto; Turismo de Natureza; Turismo Náutico; Gastronomia e Vinhos; Turismo de Saúde e Bem-Estar; Touring Cultural; Golfe. Dentro destes produtos destacam-se os subprodutos: Porto; Vinhos; Património Mundial e Cidades e Vilas Históricas; Parques Naturais, Rios e Albufeiras; Ruralidade e Paisagem; Cultura popular, Tradições e Artesanato; Termas (FAZENDA, Nuno, ALEGRIA, Estela, BRAGA, Tânia e GOMES, Josefina Plano de Acção para o Desenvolvimento Turístico do Norte de Portugal). O PENT destaca ainda como eixo estratégico prioritário destaca-se neste território o Douro. Este produto é considerado estratégico para desenvolvimento de um pólo de atracção turística. Como produtos deste eixo estratégico destacam-se o Alto Douro Vinhateiro; Rio Douro; Vindimas e tradições associadas; Aldeias Vinhateiras e Quintas; Parques naturais e Albufeiras; Gastronomia e vinhos do Douro e Porto; Património histórico-cultural; Parque arqueológico do Côa. Relativamente à região em análise destacam-se: Denso e rico Património Histórico, Artístico e Arquitectónico; Caves do Vinho do Porto e barcos rabelos; Cultura e conhecimento; centro económico e empresarial; pólo de congressos, convenções e seminários; eventos de animação; Foz do Douro e orla costeira. Com base dos recursos específicos de cada região foram desenvolvidos 10 produtos já expostos anteriormente. Para a região Porto e Norte foram considerados: produtos de 1º nível: Touring; City/Short Breaks; de 2º nível: Turismo de Natureza; 3º nível: Turismo de Negócios; Gastronomia e vinhos; 4º

2 nível: Saúde e Bem-estar. O PENT destaca os factores distintivos de cada um destes produtos para a região em análise. Relativamente ao City Breaks: Cidades com Escala humana e autênticas; Vinho do Porto (caves); Arquitectura contemporânea. Touring/Turismo Natureza: Património cultural e paisagístico; Quinta de Vinho do Porto; Rio Douro; Cruzeiros no Douro; Parques naturais; Património Arqueológico do Vale do Côa. Turismo de Negócios: Oferta hoteleira de referência centrada na Boavista no Porto; Interesse cultural e enogastronómico do Porto. Saúde e Bem-estar: Qualidade gastronómica; Notoriedade do Vinho do Porto; Qualidade e diversidade das águas termais (PENT). A primeira análise destes dados remete-nos para uma concentração dos produtos turísticos entre os municípios de Vila Nova de Gaia e Porto. Aqui surge a primeira dicotomia regional na Grande Área Metropolitana do Porto. Em termos turísticos que benefícios têm Vila Nova de Gaia e Porto com a promoção conjunta e, provavelmente, em pé de igualdade, com mais 14 municípios? Em termos de promoção da oferta turística julgamos que é de todo vantajoso. Primeiro porque aumenta os recursos financeiros para a estratégia de marketing. Segundo porque existe uma prévia coordenação dos produtos a serem promovidos e certamente as directrizes dos planos estratégicos nacionais será cumprido. Terceiro porque alguns municípios têm ofertas turísticas que complementam os produtos existentes em Vila Nova de Gaia e Porto. Santa Maria da Feira com a sua aposta na cultura com eventos como Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, Imaginarius, Festival para Gente Sentada, Semana Santa e mais recentemente Terra dos Sonhos (evento natalício que se irá realizar entre os dias 10 e 22 de Dezembro) ou Oliveira de Azeméis com o seu Parque Histórico de La Sallete ou S. João da Madeira, recentemente classificada como segunda cidade do país com melhor qualidade de vida, com o seu parque natural contemporâneo, com o Museu da Chapelaria, com o futuro pólo de Serralves ou Arouca com o seu Geoparque, com as suas aldeias históricas, com a sua Serra da Freita. Obviamente são subprodutos que fornecem diversidade a uma marca que se tenta impor no mercado internacional Porto. Talvez a pergunta que se coloca é mais no sentido de: o que ganham os municípios da Grande Área Metropolitana a promoverem-se como Porto? Não estarão a perder identidade? Em relação à primeira questão a promoção conjunta é extremamente vantajosa. O argumento mais forte é o financeiro. Estes municípios têm oportunidade de promover o seu património em mercados até agora inatingíveis. Ou seja, o município da Trofa poderá ver um evento que realize e o seu património publicitado juntamente com as caves do vinho do Porto e o Centro histórico do Porto numa feira de turismo internacional. Para além disso, a criação de uma agenda cultural única chegará a um maior número de públicos e que poderão significar maior número de visitantes. Em termos de identidade os municípios integrantes serão compelidos a promoverem-se como Porto. As suas gentes poderão não perceber essa mudança estratégica em termos de marketing territorial e sentirem que o património imaterial se está a desvanecer. Esta última análise servirá para as próximas reflexões. A primeira é relativa à divisão física das cidades. Aquando da euforia das 7 Maravilhas do Mundo e também de Portugal foi lançado um guia das Maravilhas de Portugal e encontramos a seguinte descrição acerca do Porto: hoje não faz sentido tratar a cidade do Porto como uma entidade isolada. Há uma teia de relações, tanto culturais, como comerciais, bem como uma continuidade urbana que aconselha a considerar uma área metropolitana estendendo-se até Espinho [Oliveira de Azeméis actualmente] a sul, e englobando na Margem direita do Douro, Matosinhos e Maia, para além de Gondomar, Valongo, etc. Alguns guias turísticos quando referem a Cidade do Porto extravasam as fronteiras legais e políticas. Permita-me uma reflexão. Não estarão as Cidades, nos seus moldes tradicionais, em risco? Quando pensamos em Lisboa e obviamente na sua cidade quebramos a barreira política e a cidade estende-se até à periferia. Da mesma maneira, a instalação, aplicação e desenvolvimento desta orientação urbana desencadeou, entretanto, um conjunto de novas dinâmicas sociais e urbanas (MENESES, Marluci). Quando pensamos em cidades europeias como Madrid ou Paris as fronteiras da Cidade cultural e identitária extravasam as fronteiras administrativas. Nos projectos e documentos estratégicos referem-se regiões ou pólos para identificar as cidades. No caso do Porto a situação repete-se. O Porto é uma região e não apenas uma cidade. O Porto é visto e dá-se a ver como uma cidade portuguesa, como a «capital» de um determinado Portugal: «O Porto é uma nação» (FORTUNA, Carlos e PEIXOTO,

3 Paulo). Esta região é composta por diferentes cidades. Ao longo dos séculos as cidades foram crescendo empurrando as suas fronteiras a cada passo de adultice como se de um ser vivo se tratassem mutando-se e transformando-se. A Cidade é um «local grandioso» uma libertação, um novo mercado e também uma nova opressão (LYNCH, Kevin). Para não se transformar numa Cidade claustrofóbica, as fronteiras são obrigadas a avançar num espírito de conquista. A dúvida que se coloca nesta análise é: será que estes novos territórios conquistados se querem promover como Porto e serem absorvidos pela cidade mui nobre e sempre leal? Vejamos um caso concreto: Engana-se redondamente quem pensar que Vila Nova de Gaia é um mero subúrbio do Porto. Nestes últimos anos a cidade evoluiu, ganhando personalidade e requalificando uma série de zonas. (...) Gaia ganhou uma série de serviços e uma vocação sem paralelo nesta área comercial (Guia das Maravilhas de Portugal). Numa análise mais aprofundada, não compatível com este ensaio, poderíamos identificar um amor-próprio regional nos folhetos publicitários compatível com o orgulho bairrista dos seus habitantes. Esta característica emancipa-se quando os discursos políticos penetram na vida dos habitantes. Até às últimas legislativas o Presidente da Câmara de Matosinhos jamais iria considerar-se Porto ou o Presidente de Gondomar será sempre gondomarense e não portuense. Em termos históricos existiu uma ligação secular territorial e administrativa do Entre Minho e Douro. Aliás, desde o início da nacionalidade as grandes famílias do Condado Portucalense pertenciam a esta região. Por isso, as maiores dificuldades serão a ligação, mesmo histórica, entre os territórios do Entre Douro e Vouga e do Entre Douro e Minho. Não existem muitas ligações identitárias entre os municípios do EDV e do Grande Porto. Seria interessante realizar um inquérito aos munícipes dos 16 territórios para perceber quais as suas percepções acerca da união territorial e da marca Porto. Como analisamos anteriormente o município do Porto tem vindo a perder potencialidades em termos económicos e sociais face aos novos municípios da periferia. A pergunta que se coloca é: a cidade do Porto precisa de se assumir como a cidade das cidades (BORJA) ou deve apostar num sistema urbano policêntrico, uma região de cidades (Programa Territorial de desenvolvimento (NUTS III do Grande Porto e de Entre Douro e Vouga)? As propostas governamentais são de ter uma mistura das duas opções. Em termos turísticos a imagem da Região será o Porto e mesmo que o património não pertença à cidade será publicitado como se pertencesse. Em termos administrativos muitos serviços serão transferidos e/ou reforçados nos municípios vizinhos. Poderá ser uma temática interessante para explorar futuramente. Outra apreciação interessante para a temática seria a dos sites de cada município pertencente à Grande Área Metropolitana do Porto. Numa observação não muito profunda pesquisamos as informações referentes ao turismo em cada site dos 16 municípios e quais as referências acerca da marca Porto. Vejamos: Arouca não faz referência à marca Porto não do turismo nos municípios vizinhos. Tem um link específico sobre a temática em que apresenta toda a informação pertinente sobre a Cidade: Espinho tem um site específico sobre a temática, onde apenas são apresentadas especificidades da Cidade; Gondomar apenas contém informações sobre o município e nenhuma referência à Grande Área Metropolitana do Porto; Maia possui um excelente site de turismo (não esquecer que a Maia é uma cidade digital), mas apenas faz referência aos locais de interessa da cidade sem qualquer especificidade do Porto; Matosinhos não faz referência à GAMP e apresenta apenas as particularidades dos municípios; Oliveira de Azeméis não faz referência ao turismo no município nem à presença na GAMP; Porto tem site próprio de turismo com referências específicas sobre a cidade e com destaque a produtos específicos do Norte como o vale do Douro. Especificamente sobre a GAMP não existem conteúdos; Póvoa do Varzim tem um link sobre turismo apenas com as especificidades da Cidade e sem qualquer referência sobre o Porto; Santa Maria da Feira referências dos locais a visitar e eventos que realiza sem qualquer aspecto sobre a GAMP; Santo Tirso link específico sobre turismo com destaque sobre o município e nada referente à marca Porto; São João da Madeira não tem um link específico sobre turismo, mas tem referência aos locais a visitar na cidade. Não tem qualquer destaque sobre a GAMP; Trofa tem um pequeno link sobre turismo em que apresenta as festas e romarias da cidade e sem qualquer referência sobre a GAMP; Vale de Cambra link específico sobre turismo do município sem qualquer menção sobre a GAMP; Valongo link sobre o turismo no município e sem alusão à marca Porto; Vila Nova de Gaia site específico sobre o turismo em Vila Nova de Gaia com informações sobre os produtos turísticos locais e interligação com outros produtos como o Rio Douro.

4 Apenas o site da Área Metropolitana do Porto refere alguns aspectos da promoção conjunta. Vejamos: Constitui preocupação da Área Metropolitana do Porto a promoção da sustentabilidade dos sectores da Cultura, do Património e do Turismo, nomeadamente: Apoiar a constituição de redes de equipamentos e a própria programação cultural, integrando nas actividades escolares espaços criativos e formativos nos domínios culturais e artístico (através de programas de generalização da promoção da cultura nas escolas) e promovendo programas dirigidos à qualificação dos recursos humanos que trabalham no sector. Apoiar a recuperação do Património, promovendo a sua recuperação, criando modelos de fruição e de animação cultural e revelando nacional e internacionalmente as marcas arquitectónicas da AMP deixadas pelos seus arquitectos. Criar condições para o desenvolvimento das potencialidades das NUTS, nomeadamente no que se refere ao turismo cultural, da natureza, agro-turismo e turismo ecológico. Afirmar a Marca Porto e Destino Porto como motores da AMP e centro cultural na Europa e promover Porto, Cidade da Ciência. Por esta análise percebemos que nenhum dos municípios está preparado ou pretende promover-se como Porto, apesar de assumirem essa estratégia conjunta na Associação de Município do Porto. Uma análise mais profunda poderia compreender as políticas locais e as razões desta situação. Seria também interessante auscultar que outras marcas são promovidas pelos municípios integrantes as GAMP, como cidades educadoras ou criativas, ou que capitais nacionais existem ou mesmo que municípios têm cidades geminadas. Partindo da visão estratégica do Turismo de Portugal para o Norte o Porto assume-se como elemento desencadeador de atractividade. Na publicidade promovida pelo organismo estatal de turismo surge a marca Porto e norte. Um estudo realizado pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo revela qual a mensagem base que esta marca deverá ter: Porto & North: The Essence of Portugal. Este estudo apresenta ainda algumas estratégias de marketing dos principais produtos da região. Para o City Breaks propõem: estratégia de retenção dos visitantes actuais através da criação de relações, por exemplo, criando programas de fidelização com entidades e empresas (hotéis, casas de espectáculos e transportadoras) da Região ; Touring Cultural: aumentar o número de visitas deste segmento, através de promoção de produtos em regime de cross-selling entre as quatro sub-regiões (por exemplo entre a Casa da Música e o Centro Cultural Vila Flor), bem como de eventos culturais realizados com alguma periodicidade. O posicionamento diferencial com base no património surge como o meio de atrair visitantes de outras regiões já consolidadas neste produto ; Gastronomia e vinhos: atrair visitantes diferenciando-se o Porto e Norte de Portugal por intermédio do Vinho do Porto e do Vinho Verde e da ligação entre estes e alguns produtos gastronómicos regionais, fazendo com que as experiências sejam autênticas e interactivas ; Turismo de Natureza: aumento do número de visitantes e a sua vontade de visitar devido à diferenciação e qualidade das áreas protegidas da Região; e também fazendo com que eles visitem mais vezes a Região, apostando na dimensão e na oferta complementar de actividades de animação ; Turismo de Negócios: apostar em congressos de média dimensão e num posicionamento frontal, ou seja, oferecendo o que os concorrentes oferecem (infra-estruturas básicas) mas indo mais além com as ofertas complementares ; Turismo Náutico: incentivar a procura primária, aumentando o número de operações, promovendo a organização e adaptação do produto aos timings dos visitantes. Quanto à procura selectiva, deve ser assumido um posicionamento diferencial, comunicando a diversidade e as características únicas da Região, apostando na beleza e património únicos da Região ; Golfe: procurar aumentar a capacidade de visita, e isto pode ser conseguido através da diversidade que o jogador de golfe procura. Ainda, e numa abordagem como produto complementar ao city-break, negócios, gastronomia e vinhos, poderá igualmente funcionar como diferenciador relativamente a outros destinos ;

5 Saúde e Bem-Estar: tem como ponto forte a água termal, que sendo única, o diferencia. Neste caso, este deverá ser o factor de atracção para aumentar o número de visitantes, devendo também ser oferecido como produto complementar aos restantes produtos da Região e criando assim uma mais-valia para todos ; Shopping: propõe-se uma estratégia de procura primária, aumentando a vontade da visita, através da promoção da relação qualidade/preço e da elevada quantidade e diversidade de oferta, em especial na Área do Grande Porto. Sugere-se ainda que seja adoptada uma estratégia de produto complementar relativamente aos produtos city-break e negócios ; Para implementação do projecto de marketing territorial, o estudo sugere uma série de acções específicos (ver Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo - Porto e Norte de Portugal - Estratégia de Marketing Turístico 2008). Contudo, no site específico de promoção turística português, a Região Norte termina em Santa Maria da Feira, deixando de fora do território municípios como Arouca, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra, que pertencem à Grande Área Metropolitana do Porto representados no site como pertencentes à Região Centro. São estas questões que estão por resolver. Existem informações contraditórias dentro dos projectos específicos dos territórios. Existem demasiados organismos com tutelas sobre o Turismo e com projectos possivelmente incompatíveis. Esse seria outro assunto extremamente interessante para análise. A relação existente entre os diversos projectos existentes e que tipo de sinergias são criadas. Apenas como tipo exemplificativo enuncio alguns projectos turísticos ou com índole turística para a região Norte. Projecto Porto e Norte de Portugal; Porto; Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012; Rota do Românico Vale do Sousa; Douro; Aldeias Vinhateiras do Douro; Vinho Verde; Rota da Terra Fria; Termas no Norte; Cluster de Indústrias Criativas na Região do Norte; Até que ponto estes projectos são compatíveis? Existe alguma relação entre eles? De que forma se explanam no território? Questões para análise num outro ensaio. Para última reflexão deixamos o que consideramos ser o melhor rumo da marca Porto. O Turismo Cultural tem crescido categoricamente desde final do século passado. Faz parte da nossa essência o desejo vital de visitar e conhecer as diferentes manifestações do património natural, histórico-monumental e cultural. (...) O crescente interesse pelos valores patrimoniais e a democratização da cultura, o aumento do nível de instrução, o aumento da esperança de vida, a modernização e o maior alcance das ferramentas promocionais são algumas das tendências sociais que suportam estas afirmações de incremento e procura do Turismo Cultural (VARELA, Jesus Uma nova geração de turistas in O Turismo em 2008). Todas estas vertentes deste novo segmento estão claramente vincadas no Porto. Como já analisamos anteriormente a Área Metropolitana em análise tem um conjunto diversificado de património edificado, possui um leque especializado de espaços de cultura, detém uma marca consagrada internacionalmente, o vinho do Porto. Símbolo de uma região, é também símbolo de uma imagem internacional da cidade (FORTUNA, Carlos e PEIXOTO, Paulo). Transversal a todas estas características está uma das simbologias mais referenciadas pelos turistas e visitantes a hospitalidade, um carácter tão frontal quanto honesto, é supostamente reconhecido onde quer que esteja (FORTUNA, Carlos e PEIXOTO, Paulo). Num trabalho efectuado em 2002 pelos sociólogos e professores universitários Carlos Fortuna e Paulo Peixoto foram realizados inquéritos aos moradores do Porto e foi traçado o perfil cultural da Cidade. Quanto à auto-representação da cidade pelos seus habitantes, 76,2% refere o Centro histórico como principal elemento identitário. Quanto à palavra que melhor caracteriza os seus habitantes 52,5% dizem Tripeiros, 23,9% Portuenses e 20% Hospitaleiros. Em relação aos monumentos que melhor identificam o Porto, 72,5% dos seus habitantes refere a Torre dos Clérigos e 47,1% a Sé. Quanto à importância das instituições, 39,5% consideram a Câmara como mais importante e 25,1% o Futebol Clube do Porto. Este fenómeno é bastante interessante relacionando-o com a simbologia que o Porto é a capital do Norte e difunde uma imagem de cidade contestatária do centralismo de Lisboa em que o herói local é portuense, aquele que afirma a especificidade da cidade, que promove os seus sinais de «bairrismo», e que está disposto a ser um guerreiro omnipresente na defesa do carácter e dos interesses locais (FORTUNA, Carlos e PEIXOTO, Paulo). Esta é a imagem que se pretende transmitir do Norte de Portugal. Uma região desafiadora que tem as suas peculiaridades e especificidades com o seu epicentro no Porto. O crescimento da oferta cultural deuse na cidade do Porto nos anos noventa. Uma época de expansão nos domínios cultural e artístico que se

6 estendeu da criação à construção e renovação de equipamentos, passando pela formação artística e técnica e pelo crescimento e alargamento dos financiamentos (PRAÇA, J. Henrique in A Cultura em Acção). Regressando ao Turismo Cultural e Criativo, o consumidor deste produto turístico tem inerente a motivação de conhecer uma cidade e de desfrutar das diversas atracções que esta oferece e, para isso, realiza uma estadia, normalmente de curta duração, para visitar a cidade (Programa Territorial de Desenvolvimento NUTS III do Grande Porto e de Entre Douro e Vouga). Este segmento encontrase em grande expansão e crescerá anualmente entre 12% a 15%. Para o crescimento do sector no Porto para mim contribuirá a expansão do aeroporto Francisco Sá Carneiro (viagens de low-cost) e a capacitação do Porto de Leixões para grandes navios-cruzeiro. Julgamos que este será o sector mais atractivo para o Porto, mas como foi referido anteriormente, a centralidade de produto estará na foz do Douro entre os municípios de Vila Nova de Gaia e o Porto. Todos os restantes 14 municípios terão de ser um complemento a este centralismo apostando numa rede de eventos e de espaços culturais como museus, parques urbanos ou centros culturais. Desta forma poderá ser criada uma rede cultural urbana (SILVA, Augusto). A marca Porto tem enormes potencialidades num mercado internacional fortíssimo em que a imagem vai sendo moldada e consolidada pelo marketing intenso e certeiro. Mas o marketing apenas publicitará produtos já desenvolvidos e com qualidade. Para além disso é necessário a criação de sinergias intermunicipais e um trabalho estrutural em rede. Do ponto de vista internacional e partindo de um plano geral para um plano particular, existirá promoção nos mercados internacionais das marcas Portugal (poderá existir uma marca ainda mais superior a Ibéria ver Turismo em 2008); Porto e norte de Portugal; Porto; promoção municipal. Ou seja, a Grande Área Metropolitana do Porto fará diversos tipos de promoção e um trabalho interessante seria perceber em que contextos são definidas as marcas promovidas. O Porto deverá fazer uma aposta no turismo cultural, no marketing da cidade, no aproveitamento de eventos culturais ou aparecimento de infra-estruturas culturais emblemáticas. A aposta neste segmento tem levado muitas cidades, outrora com centros degradados e tendências preocupantes de perda de vitalidade, a alterar drasticamente o rumo dos seus destinos. São estas as cidades culturais preferidas do mundo global, tais como Barcelona, Berlim, Atenas, Bilbao, entre muitas outras (Agenda Regional das Indústrias Criativas Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas na Região do Norte). Na visão deste estudo referenciado, o Turismo Cultural deverá transformar-se em Turismo Criativo. A criatividade atrai empresas e indivíduos do sector cultural, gerando efeitos multiplicadores importantes na economia local e elevando o valor e a consciência estética da produção criativa nos destinos. Assim, o Turismo Criativo é uma evolução da experiência tradicional de turismo na procura de formas de consumo que enfatizam o desenvolvimento pessoal. Por estes motivos, julgamos que a marca Poro deve transformar-se num destino de Turismo Cultural e Criativo e ter a perfeita noção que a imagem da cidade condiciona fortemente a sua procura e que as políticas de marketing urbano encaram os diversos utentes da cidade na mesma lógica com que a publicidade encara os consumidores a quem é necessário persuadir (PEIXOTO, Paulo). Tiago Santos Bibliografia - Agenda Regional das Indústrias Criativas Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas na Região do Norte. Porto, s/d.

7 - AGUIAR, José Cor e cidade histórica: estudos cromáticos e conservação do património. Porto, ASCHER, François Metapolis. Acerca do futuro da cidade. Oeiras, BARREIRA, Irlys Os guias turísticos em Berlim. São Paulo, COSTA, António Sociedade de bairro. Dinâmicas sociais da identidade cultural. Oeiras, Dinâmica do Turismo na Grande Área Metropolitana do Porto DOMINGUES, Álvaro, SILVA, Isabel, LOPES, João e SEMEDO, Alice A Cultura em Acção Impactos sociais e territoriais. Porto, FAZENDA, Nuno, ALEGRIA, Estela, BRAGA, Tânia e GOMES, Josefina Plano de Acção para o Desenvolvimento Turístico do Norte de Portugal. Coimbra, Abril FERREIRA, João Globalização e Urbanização Subdesenvolvida. São Paulo, FORTUNA, Carlos Cidade, cultura e globalização: ensaios de sociologia. Oeiras, FORTUNA, Carlos e SILVA, Augusto Projecto e circunstância Culturas Urbanas em Portugal. Porto, GROSTEIN, Marta Metrópole e Expansão Urbana: a persistência de processos insustentáveis. São Paulo, Guia das Maravilhas de Portugal. s/l.ed, HONORÉ, Carl O movimento slow. Lisboa, Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo- Porto e Norte de Portugal - Estratégia de Marketing Turístico Porto, LYNCH, Kevin A boa forma da Cidade. Lisboa, LYNCH, Kevin A Imagem da Cidade. Lisboa, MARTINS, Natalina PROVERE. Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos. Lisboa, Abril MARTINS, Natalino, DOMINGOS, Estela, RIBEIRO, Félix e CARVALHO, Paulo - NORTE 2015 Competitividade e Desenvolvimento Uma Visão Estratégica. Porto, Fevereiro MENESES, Marluci Mouraria, Retalhos de Um Imaginário. Oeiras, PICCINI, Mabel Sobre a comunicação nas grandes cidades. Campinas, PINTO, Maria Caracterização da Região do EDV. Santa Maria da Feira, Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT). Lisboa, Política de Cidades Polis XXI Redes Urbanas para a Competitividade e a Novidade. Lisboa, Março de Programa Territorial de Desenvolvimento NUTS III do Grande Porto e de Entre Douro e Vouga Vol. 02 Diagnóstico Prospectivo. Porto, Abril Proposta de Programa Operacional Regional Do Norte [FEDER]. Porto, Setembro Sistema de Indicadores Abril 2007: Nova Grande Área Metropolitana do Porto. Porto, Turismo em Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), Espargo, WESTPHAL, Márcia O Movimento Cidades/Municípios Saudáveis: um compromisso com a qualidade de vida. São Paulo, s/d.

O ENOTURISMO. Conceito:

O ENOTURISMO. Conceito: Conceito: O conceito de enoturismo ainda está em formação e, a todo o momento, vão surgindo novos contributos; Tradicionalmente, o enoturismo consiste na visita a vinhas, estabelecimentos vinícolas, festivais

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO. Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal. Síntese

PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO. Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal. Síntese PLANO ESTRATÉGICO NACIONAL DO TURISMO Para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal Síntese 1 O PENT - Plano Estratégico Nacional do Turismo é uma iniciativa governamental, da responsabilidade do Ministério

Leia mais

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006

2006-2015. Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 2006-2015 Bolsa de Turismo de Lisboa 18 de Janeiro 2006 Portugal 2015 Portugal 2015 - Metas 2005 2015 Douro Douro Oeste Oeste Serra da Estrela Serra da Estrela Alqueva Litoral Alentejano Litoral Alentejano

Leia mais

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011

O PATRIMÓNIO NATURAL E O DO ALGARVE. Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 O PATRIMÓNIO NATURAL E O DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DO ALGARVE Conversas sobre a Ria Formosa 3 de Março de 2011 1. PENT - estratégia para o desenvolvimento do Turismo em Portugal RCM 53/2007, de 04 de Abril

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO ELEGÍVEIS 1. No âmbito dos

Leia mais

Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua.

Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua. Maria João Carneiro mjcarneiro@ua.pt Diogo Soares da Silva diogo.silva@ua.pt Vítor Brandão vmbrandao@ua.pt Elisabete Figueiredo elisa@ua.pt Universidade de Aveiro, Portugal Avaliar os discursos sobre o

Leia mais

Marketing territorial da GAMP (Grande Área Metropolitana do Porto)

Marketing territorial da GAMP (Grande Área Metropolitana do Porto) Marketing territorial da GAMP (Grande Área Metropolitana do Porto) Desde Agosto de 2008 foi assumida pela Associação de Municípios da nova Área Metropolitana do Porto a promoção conjunta da região actualmente

Leia mais

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS?

INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? INTERVENÇÃO DO SENHOR SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO NO SEMINÁRIO DA APAVT: QUAL O VALOR DA SUA AGÊNCIA DE VIAGENS? HOTEL TIVOLI LISBOA, 18 de Maio de 2005 1 Exmos Senhores ( ) Antes de mais nada gostaria

Leia mais

A Estratégia Nacional para o Turismo em Espaços de Baixa Densidade

A Estratégia Nacional para o Turismo em Espaços de Baixa Densidade A Estratégia Nacional para o Turismo em Espaços de Baixa Densidade Maria José Catarino Vogal do Conselho Directivo Trancoso, 28 de Outubro de 2009 TURISMO - Contributo para o desenvolvimento sustentado

Leia mais

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL

INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL INTERVENÇÕES DE REGENERAÇÃO URBANA EM PORTUGAL JESSICA KICK-OFF MEETING FÁTIMA FERREIRA mrferreira@ihru.pt POLÍTICA DE CIDADES NO ÂMBITO DO QREN - PORTUGAL PO Regional Programas integrados de regeneração

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO (RETIFICADA)

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO (RETIFICADA) SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJETOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO ELEGÍVEIS (RETIFICADA) 1.

Leia mais

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo

Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo www.pwc.pt Compromisso para o Crescimento Verde e o Turismo 16 Cláudia Coelho Diretora Sustainable Business Solutions da Turismo é um setor estratégico para a economia e sociedade nacional o que se reflete

Leia mais

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas

Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas Dinamizar o Empreendedorismo e promover a Criação de Empresas À semelhança do que acontece nas sociedades contemporâneas mais avançadas, a sociedade portuguesa defronta-se hoje com novos e mais intensos

Leia mais

IV Seminário Plataformas Logísticas Ibéricas

IV Seminário Plataformas Logísticas Ibéricas IV Seminário Plataformas Logísticas Ibéricas Preparar a Retoma, Repensar a Logística 10 de Novembro NOVOHOTEL SETUBAL Comunicação: Factores de Atractividade da oferta logística do Alentejo Orador: Dr.

Leia mais

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes

Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo. Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Anadia, 25 de Fevereiro de 2008 Miguel Mendes 2 Apoios Financeiros ao Investimento no Turismo Índice 1 Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT) 2 Crédito

Leia mais

AGENDA VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO

AGENDA VALORIZAÇÃO DO TERRITÓRIO Novas Oportunidades para o Financiamento de Investimento Público e Empresarial no âmbito do QREN --- Sines 11 de Março de 2008 A Agenda Operacional para a Valorização do Território é uma estratégia de

Leia mais

Uma abordagem à visão de Portugal

Uma abordagem à visão de Portugal Uma abordagem à visão de Portugal Como é que os operadores turísticos podem contribuir para um novo posicionamento XXXVIII Congresso da APAVT: Potenciar Recursos, Romper Bloqueios, Ganhar Mercado painel

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Universidade de Évora, 10 de março de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS 1 de 6 - mobilidade humana e OBJECTIVO: Identifica sistemas de administração territorial e respectivos funcionamentos integrados. O Turismo Guião de Exploração Indicadores sobre o turismo em Portugal 27

Leia mais

Portugal: Destino Competitivo?

Portugal: Destino Competitivo? Turismo O Valor Acrescentado da Distribuição Portugal: Destino Competitivo? Luís Patrão Turismo de Portugal, ip Em 2006 Podemos atingir 7.000 milhões de euros de receitas turísticas Teremos perto de 37,5

Leia mais

Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2

Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2 Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2 O ON.2_contexto ON.2_contexto ON.2_contexto O ON.2 representa 1/3 dos financiamentos do QREN aprovados na Região Norte itário (Milhões de Euros) 1800 1 600 1 400 1 200 1 000

Leia mais

MINHO INovação 2014/2020

MINHO INovação 2014/2020 MINHO INovação 2014/2020 O MINHO IN Estratégia de Eficiência Coletiva O Minho IN é estratégia de eficiência coletiva, isto é uma ação conjunta assente numa parceria que partilha um objetivo em concreto:

Leia mais

Capítulo III Aspectos metodológicos da investigação

Capítulo III Aspectos metodológicos da investigação Capítulo III Aspectos metodológicos da investigação 3.1) Definição do problema Tendo como ponto de partida os considerandos enumerados na Introdução, concretamente: Os motivos de ordem pessoal: Experiência

Leia mais

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Orientação nº 1/2008 ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (EDL) EIXO 4 REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES Programa de da ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA LOCAL DE DESENVOLVIMENTO (ELD) 1 / 16 Programa de da 1. Caracterização Socioeconómica do Território A caracterização do território deve centrar-se em dois aspectos

Leia mais

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira

O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira O turismo e o seu contributo para o desenvolvimento da Madeira Lisboa, 5 de Julho 2012 Bruno Freitas Diretor Regional de Turismo da Madeira O Destino Madeira A Região Autónoma da Madeira (RAM) ocupa, desde

Leia mais

RESTAURANTE DO FUTURO

RESTAURANTE DO FUTURO RESTAURANTE DO FUTURO LEADING TENDENCIES CARLOS COSTA IDTOUR UNIQUE SOLUTIONS/ UNIVERSIDADE DE AVEIRO PESO DA RÉGUA, 13.JANEIRO.2011 PARCEIROS DO PROJECTO CAROLINA GAUTIER / ISABEL MARTINS JOSÉ BRÁS /

Leia mais

MINHO INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES

MINHO INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES APRESENTAÇÃO AOS PROMOTORES DE PROJETOS COMPLEMENTARES O QUE É UMA ESTRATÉGIA DE EFICIÊNCIA COLETIVA PROVERE? É uma iniciativa conjunta levada a cabo por uma parceria / consórcio que integra entidades

Leia mais

(Minho Laboratório de Inovação e Desenvolvimento)

(Minho Laboratório de Inovação e Desenvolvimento) Barcelos Braga Famalicão Guimarãe SESSÃO PÚBLIICA DE APRESENTAÇÃO MEMORANDO TÉCNIICO PLLANO DE DESENVOLLVI IMENTTO DA REGIÃO DO MINHO IDENTTI I IFFI ICAÇÃO DE UM MOTTOR DE DESENVOLLVI IMENTTO Janeiro de

Leia mais

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DO CAPITAL SIMBÓLICO, TECNOLOGIAS E SERVIÇOS DO TURISMO

ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DO CAPITAL SIMBÓLICO, TECNOLOGIAS E SERVIÇOS DO TURISMO ESTRATÉGIA REGIONAL DE ESPECIALIZAÇÃO INTELIGENTE: ATELIÊ DO CAPITAL SIMBÓLICO, TECNOLOGIAS E SERVIÇOS DO TURISMO ccdr-n.pt/norte2020 30 DE MAIO DE 2013 PORTO Principais Conceitos A competitividade das

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

TOURING CULTURAL produto estratégico para Portugal

TOURING CULTURAL produto estratégico para Portugal TOURING CULTURAL produto estratégico para Portugal O TURISMO CULTURAL HOJE 44 milhões de turistas procuram turismo cultural na Europa O património cultural aproxima civilizações e motiva a viagem A preservação

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

Seminário Turismo 2020: Fundos Comunitários

Seminário Turismo 2020: Fundos Comunitários Seminário Turismo 2020: Fundos Comunitários Plano de Ação para o Desenvolvimento do Turismo em Portugal 2014-2020 Braga, 15 de janeiro 2014 Nuno Fazenda Turismo de Portugal, I.P. TURISMO Importância económica

Leia mais

XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES. Moção Sectorial

XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES. Moção Sectorial XV CONGRESSO REGIONAL DO PARTIDO SOCIALISTA AÇORES Moção Sectorial Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I) - Potenciar a Sociedade do Conhecimento nos Açores O trinómio Investigação, Desenvolvimento

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais

Análise SWOT. Área: Território. Rede Social. - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais Área: Território - Novo Acesso Rodoviário - Qualidade do Ambiente - Recursos Naturais - Dinamização da Exploração dos Recursos Naturais para Actividades Culturais e Turísticas - Localização Geográfica

Leia mais

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade

Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Memória descritiva do projecto Sanjonet Rede de Inovação e Competitividade Candidatura aprovada ao Programa Política de Cidades - Redes Urbanas para a Competitividade e a Inovação Síntese A cidade de S.

Leia mais

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI

A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Mobilidade em Cidades Médias e Áreas Rurais Castelo Branco, 23-24 Abril 2009 A MOBILIDADE EM CIDADES MÉDIAS ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI A POLÍTICA DE CIDADES POLIS XXI Compromisso

Leia mais

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia:

- PERFIL DO GRUPO - O Portfólio de negócios, obedece a um critério de maturidade e geração de valor, no qual o Grupo, concilia: GRUPO FERREIRA A GFH, é um Grupo sólido e inovador, detendo um curriculum de projectos de qualidade reconhecida, com um portfólio de negócios diversificado, e que aposta no processo de internacionalização,

Leia mais

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul

Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul Comunidade Intermunicipal da Beira Interior Sul 1. Identificação do Recurso Endógeno e do Território Alvo PROVERE Beira Baixa: Terras de Excelência : Conjugar a valorização do território, dos produtos

Leia mais

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho

Relatório de Estágio. Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Relatório de Estágio Análise dos dados constantes na Base de Dados das Rotas do Vinho Rui Neves Lisboa, 21 de Junho de 2011 Índice Introdução... 3 Caracterização da Base de Dados... 4 Recolha e validação

Leia mais

Alentejo no horizonte 2020 desafios e oportunidades

Alentejo no horizonte 2020 desafios e oportunidades Alentejo no horizonte 2020 desafios e oportunidades Projeto VIVER Atratividade Urbana Programa de Atração de Pessoas Líder: Câmara Municipal de Elvas 1 O Projeto Atratividade Urbana encontra-se estruturado

Leia mais

Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013. Sofia Lobo : slobo@vinhoverde.

Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013. Sofia Lobo : slobo@vinhoverde. Apresentação do Plano de Actividades Rota dos Vinhos Verdes 2013/2014 CVRVV, 10 de Janeiro de 2013 Sofia Lobo : slobo@vinhoverde.pt O que é o ENOTURISMO? Enoturismo é composto por deslocações realizadas

Leia mais

SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL

SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL SEMINÁRIO: DESAFIOS AO TURISMO EM MEIO RURAL Turismo Rural e Territórios Estratégias de Desenvolvimento: Desenvolvimento de Clusters de turismo rural Palmela, 7 novembro 2012 Nuno Fazenda Agenda 1. Breves

Leia mais

Lisboa ExcelênciaTurística PLANO DE COMUNICAÇÃO. 13 de fevereiro2015

Lisboa ExcelênciaTurística PLANO DE COMUNICAÇÃO. 13 de fevereiro2015 Lisboa ExcelênciaTurística PLANO DE COMUNICAÇÃO 13 de fevereiro2015 LISBOA COM EXCELENTE PERFORMANCE EM 2014 Lisboa lidera crescimento europeu > Cidade com maior crescimento na Europa +15,5%dormidastotaisnahotelaria

Leia mais

PROVERE - ZONA DOS MÁRMORES CARACTERIZAÇÃO

PROVERE - ZONA DOS MÁRMORES CARACTERIZAÇÃO PROVERE - ZONA DOS MÁRMORES CARACTERIZAÇÃO A Estratégia de Eficiência Colectiva (EEC) PROVERE Zona dos Mármores assume como foco temático o aproveitamento do recurso endógeno mármore, com uma abrangência

Leia mais

TURISMO CULTURAL produto estratégico para Portugal. Abrantes, 2011

TURISMO CULTURAL produto estratégico para Portugal. Abrantes, 2011 TURISMO CULTURAL produto estratégico para Portugal Abrantes, 2011 O TURISMO CULTURAL HOJE 44 milhões de turistas procuram turismo cultural na Europa O património cultural motiva a viagem e, por isso, aproxima

Leia mais

INTELI Centro de Inovação (PT)

INTELI Centro de Inovação (PT) INTELI Centro de Inovação (PT) CLUSTERS CRIATIVOS Criatividade para a Regeneração Urbana X Fórum Internacional de Inovação e Criatividade Aracaju, 20 Novembro 2010 Estrutura da Apresentação 1. Clusters

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE. tom fleming /creative consultancy

DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE. tom fleming /creative consultancy DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE Estudo Macroeconómico DESENVOLVIMENTO DE UM CLUSTER DE INDÚSTRIAS CRIATIVAS NA REGIÃO NORTE Auscultação dos actores regionais, mapeamento

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

Internacionalização do setor de Atividades de Mar, Rio & Natureza

Internacionalização do setor de Atividades de Mar, Rio & Natureza Internacionalização do setor de Atividades de Mar, Rio & Natureza 1 História ATP A Associação de Turismo do Porto e Norte, A.R. Porto Convention & Visitors Bureau (ATP) é uma organização sem fins lucrativos,

Leia mais

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis

Leia mais

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO

PROGRAMA DE VOLUNTARIADO INFORMAÇÕES O Que é? A Galaicofolia e um evento de grande porte, de índole cultural, de lazer e entretenimento, inspirado nos hábitos e costumes das populações que ocuparam o castro do monte de S. Lourenço

Leia mais

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade

O Futuro da Política Europeia de Coesão. Inovação, Coesão e Competitividade O Futuro da Política Europeia de Coesão Inovação, Coesão e Competitividade 20 de Abril de 2009 António Bob Santos Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Desafios

Leia mais

ECO XXI Acção de formação. 11 de fevereiro de 2014 Amadora

ECO XXI Acção de formação. 11 de fevereiro de 2014 Amadora ECO XXI Acção de formação 11 de fevereiro de 2014 Amadora Júri Sérgio Guerreiro Director do Departamento de Estudos e Planeamento António Fontes Director, Área Institucional Ana Isabel Fonseca Moiteiro

Leia mais

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE REPENSAR O TURISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Num contexto de modernização e inovação constante, torna-se imperioso e urgente criar uma legislação turística em São Tomé e Príncipe, sendo este um instrumento

Leia mais

Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras. Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009

Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras. Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009 Actual contexto do mercado turístico e perspectivas futuras Luis Patrão Porto, 18 de Junho de 2009 Portugal um dos principais destinos turísticos mundiais Turistas do Estrangeiro 12,3 milhões 12º na Europa

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO SI INOVAÇÃO INOVAÇÃO PRODUTIVA E EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO AVISOS N. OS 33 E 34 / SI/ 2009 CRITÉRIOS DE INSERÇÃO DE PROJECTOS NO PÓLO DE COMPETITIVIDADE E TECNOLOGIA TURISMO 2015 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTO

Leia mais

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões:

De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 7.1 Conclusões De acordo com os objectivos previamente definidos para esta investigação, apresentamos de seguida as respectivas conclusões: 1 - Descrever os instrumentos/modelos de gestão e marketing estratégicos

Leia mais

nos Desportos de Deslize Nauticampo 9 de Fevereiro de 2012

nos Desportos de Deslize Nauticampo 9 de Fevereiro de 2012 Aposta Municipal nos Desportos de Deslize Nauticampo 9 de Fevereiro de 2012 http://www.surfline.com/surf-news/best-bet-february-portugal_66478 As Ondas como recurso endógeno, diferenciador e catalisador

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS Enquadramento Protocolo de Quioto Cimeira de Joanesburgo Directiva Renováveis Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável Programa E4 Nova Resolução do Conselho de Ministros INTERREG Programas Regionais

Leia mais

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS

RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS HOTELARIA RELATÓRIO DE CONJUNTURA AEP / GABINETE DE ESTUDOS Julho de 2005 A actividade da hotelaria insere-se na CAE 55 Alojamento e Restauração, que, por sua vez, integra o sector do turismo, um dos sectores

Leia mais

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA Maria do Rosário Partidário, Sofia Antunes, Júlio de Jesus e Marta Garcia LOCALIZAÇÃO Localizado no Concelho

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 Elaborado por: Maria Julieta Martins Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice

Leia mais

CONFERÊNCIA: O futuro dos territórios rurais. - Desenvolvimento Local de Base Comunitária. Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial

CONFERÊNCIA: O futuro dos territórios rurais. - Desenvolvimento Local de Base Comunitária. Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial Painel 1: Coesão e Sustentabilidade Territorial 5 Augusto Ferreira Departamento Técnico - CONFAGRI MINHA TERRA - Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local 20.Set.2013 Hotel da Estrela

Leia mais

Agenda da Competitividade Balanço e Perspectivas. Evento Anual do ON.2 PORTO 19.Dez.2011

Agenda da Competitividade Balanço e Perspectivas. Evento Anual do ON.2 PORTO 19.Dez.2011 Agenda da Competitividade Balanço e Perspectivas Evento Anual do ON.2 PORTO 19.Dez.2011 Agenda da Competitividade Agenda da Competitividade no ON.2: No seguimento da reprogramação aprovada pela CE em 15/12/2011,

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL

CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Pág. 1 de9 CARTA INTERNACIONAL DO TURISMO CULTURAL Gestão do Turismo nos Sítios com Significado Patrimonial 1999 Adoptada pelo ICOMOS na 12.ª Assembleia Geral no México, em Outubro de 1999 Tradução por

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

Os PROVERE em movimento: ponto de situação dos Programas de Acção

Os PROVERE em movimento: ponto de situação dos Programas de Acção Os PROVERE em movimento: ponto de situação dos Programas de Acção Ana Abrunhosa Vogal Executiva da Comissão Directiva do Mais Centro Pilares essenciais da iniciativa PROVERE do QREN: i) os projectos âncora

Leia mais

ORIGEM OBJECTIVOS: Iniciado em 2004, por um desafio lançado ado pelo Governo Português, para o Campeonato Europeu de Futebol. MISSÃO: Criar e desenvolver, em contínuo, nuo, uma Rede de Estabelecimentos

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

ATELIÊ: ATIVOS DO TERRITÓRIO E TURISMO

ATELIÊ: ATIVOS DO TERRITÓRIO E TURISMO ATELIÊ: ATIVOS DO TERRITÓRIO E TURISMO Ponte de Lima, 27 de maio de 2013 ccdr-n.pt/norte2020 AGENDA 1. 2. Questões Factos e números de diagnóstico uma base de partida para reflexão O que representa o turismo

Leia mais

A Construção Sustentável e o Futuro

A Construção Sustentável e o Futuro A Construção Sustentável e o Futuro Victor Ferreira ENERGIA 2020, Lisboa 08/02/2010 Visão e Missão O Cluster Habitat? Matérias primas Transformação Materiais e produtos Construção Equipamentos Outros fornecedores

Leia mais

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES

METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Atlas das Cidades de Portugal Volume II 2004 01 de Abril de 2005 METADE DA POPULAÇÃO RESIDENTE EM CIDADES CONCENTRADA EM APENAS 14 DAS 141 CIDADES Apesar das disparidades ao nível da dimensão populacional

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural

MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural I Seminário sobre Turismo Rural e Natureza Diferenciar o Produto, Qualificar a Oferta, Internacionalizar o Sector MODELOS INTEGRADOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA: a Central de Reservas Portugal Rural TÂNIA

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com Plano de Atividades 2014 (Revisão) www.andonicanela.com PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014 REVISTO INTRODUÇÃO e VERTENTE ESTRATÉGICA A LPN como a mais antiga e mais consistente organização não governamental

Leia mais

Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL

Sociedade de capitais exclusivamente públicos, criada em Novembro de 2004 CAPITAL Reabilitação Urbana Sustentável o caso do Centro Histórico e da Baixa da cidade do Porto Álvaro Santos Presidente Executivo do Conselho de Administração Porto, 13 de Julho de 2015 Porto Vivo, SRU Sociedade

Leia mais

Apoios ao Turismo Lições do QREN, desafios e oportunidades

Apoios ao Turismo Lições do QREN, desafios e oportunidades Apoios ao Turismo Lições do QREN, desafios e oportunidades Piedade Valente Comissão Diretiva do COMPETE Sintra, 9 de outubro de 2014 Agenda da Competitividade (2007-2013): instrumentos de apoio eficiência

Leia mais

PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. Plano da sessão

PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA. Plano da sessão plano estratégico del desenvolvimento económico local PLANOESTRATÉGICO DO DESENVOLVIMENTOECONÓMICOLOCAL ECONÓMICO LOCAL DE S. JOÃO DA MADEIRA Equipa técnica: Assessor: João Pedro Guimarães Colaboradores:

Leia mais

III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo

III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo III.2. Do Plano de Acção à Subvenção Global: A contratualização com Associação de Municípios no âmbito do INAlentejo A contratualização com associações de municípios no âmbito dos Programas Operacionais,

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À

SISTEMA DE INCENTIVOS À SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO AVISOS PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS INOVAÇÃO PRODUTIVA EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO Elisabete Félix Turismo de Portugal, I.P. - Direcção de Investimento PRIORIDADE

Leia mais

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES Opções da União Europeia e posição de Portugal 1 I Parte - O Plano de Acção da EU Plano de Acção para a Mobilidade Urbana Publicado pela Comissão Europeia

Leia mais

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 79 80 81 82 83 84. Restauração, Intervenção da Praça General Tibúrcio - Fortaleza Histórica

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 79 80 81 82 83 84. Restauração, Intervenção da Praça General Tibúrcio - Fortaleza Histórica CUSTO PREVISTO DA AÇÃO (R$) - 200.000,00 45.000,00 194.960,00 400.000,00 80.000,00 550.000,00 1. CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO 1.1 Atende aos componentes dos Termos de Referência? 1.2 Escala da ação é compatível

Leia mais

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 37 38 39 40 41 42

Discriminação AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO AÇÃO 37 38 39 40 41 42 085/230 - Terezinha - CUSTO PREVISTO DA AÇÃO (R$) - 500.000,00 120.000,00 5.200.000,00 693.000,00 2.790.000,00 8.000.000,00 1. CONDIÇÕES DE ACEITAÇÃO 1.1 Atende aos componentes dos Termos de Referência?

Leia mais

Case study. Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study. Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2010 Novo Conceito de Hotelaria SUSTENTABILIDADE 360 NA HOTELARIA EM PORTUGAL EMPRESA A Inspira, uma joint-venture formalizada em 2006 entre o grupo Blandy, com sede na Madeira e larga experiência

Leia mais

II EDIÇÃO DO CONCURSO ESCOLAR A ÁGUA QUE NOS UNE : SUBTEMÁTICA É O SOLO QUE SUSTENTA A VIDA! REGULAMENTO Ano letivo 2014/2015

II EDIÇÃO DO CONCURSO ESCOLAR A ÁGUA QUE NOS UNE : SUBTEMÁTICA É O SOLO QUE SUSTENTA A VIDA! REGULAMENTO Ano letivo 2014/2015 II EDIÇÃO DO CONCURSO ESCOLAR A ÁGUA QUE NOS UNE : SUBTEMÁTICA É O SOLO QUE SUSTENTA A VIDA! REGULAMENTO Ano letivo 2014/2015 TEMA A ÁGUA QUE NOS UNE II Edição SUBTEMA É O SOLO QUE SUSTENTA A VIDA ÂMBITO

Leia mais

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL.

CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. CADERNOS DE SOCIOMUSEOLOGIA Nº 15-1999 309 CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA ACERCA DO PATRIMÓNIO CULTURAL. Artigo 9.º (Tarefas fundamentais do Estado) São tarefas fundamentais do Estado:. a) Garantir a independência

Leia mais

Norte de Portugal Uma Região - Quatro Destinos

Norte de Portugal Uma Região - Quatro Destinos Agenda Regional de Turismo Programa de Acção de Enfoque Temático Turismo de Saúde e Bem-Estar Índice: 1 - Enquadramento da Agenda Regional de Turismo 2 - Turismo de Saúde e Bem-Estar - e tipologia de acções

Leia mais

PARCEIROS ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA OBJECTIVOS OBJECTIVOS PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL

PARCEIROS ESTRATÉGIA ESTRATÉGIA OBJECTIVOS OBJECTIVOS PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL PROJECTO DE COOPERAÇÃO INTERTERRITORIAL PARCEIROS ADER SOUSA Vale do Sousa ADRIL Vale do Lima ADRIMAG Serras de Montemuro Arada e Gralheir ADRIMINHO Vale do Minho ATAHCA Alto Cávado BEIRA DOURO Vale do

Leia mais

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas

Boas Práticas Ambientais. Hotéis e Pousadas Hotéis e Pousadas 2008 Índice Introdução Principais Resultados Utilização Racional de Energia Gestão de Resíduos Uso Eficiente da Água Certificação Ambiental Conceitos 2 Introdução A estratégia nacional

Leia mais

EEC PROVERE MINHO IN:

EEC PROVERE MINHO IN: EEC PROVERE MINHO IN: Enquadramento de projetos complementares Sessão de Divulgação Oportunidades de Financiamento de projetos complementares da EEC PROVERE MINHO IN 8 de Fevereiro de 2012 14h45 Villa

Leia mais

Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS.

Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS. Após muitos anos como Operadora de Turismo, o Clube Viajar começou a sua atividade como operador de Incoming sob o nome de PORTUGAL HOLIDAYS. Assim, foram selecionados profissionais experientes nessa área

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

ISCET - Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo Rua Cedofeita, 285 4050-180 Porto Tel.: 22 2053685 Fax: 22 2053744 E-Mail:

ISCET - Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo Rua Cedofeita, 285 4050-180 Porto Tel.: 22 2053685 Fax: 22 2053744 E-Mail: Bem-vindo ao ISCET, ao Porto e a Portugal Informações Gerais Guia do estudante estrangeiro: O instituto ISCET dá-te as boas-vindas e deseja-te uma óptima estadia. Para te proporcionar uma melhor integração,

Leia mais