ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO."

Transcrição

1 ANÁLISE DO NÍVEL DE MOTIVAÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA ESCOLA ESTADUAL NILO PEÇANHA: UM ESTUDO DE CASO. Débora Cristina da Silva Sebriam¹ Resumo Através desse estudo, pretendeu-se avaliar o nível de motivação nas aulas de Educação Física no ensino médio, na Escola Estadual Nilo Peçanha da cidade de Londrina-Paraná. Este estudo caracterizou-se como um estudo de caso, tendo como universo da população 135 alunos de ambos os sexos, com idade entre 14 e 18 anos, matriculados nas três séries do ensino médio. A amostra foi constituída por 60 alunos, sendo 20 de cada série; na 1ª série, N = 9 para o grupo feminino e N = 11 para o grupo masculino; na 2ª série, N = 10 para o grupo feminino e N = 10 para o grupo masculino; na 3ª série, N = 12 para o grupo feminino e N = 8 para o grupo masculino. O instrumento utilizado foi um questionário adaptado, composto por dez questões, sendo uma delas uma questão aberta. Os dados coletados foram analisados através de cálculo de freqüência e percentual. Os resultados monstraram que, apesar dos alunos sentirem forte interesse pelas aulas de Educação Física, os conteúdos não vêm se diversificando desde o ensino fundamental, sendo o desporto o mais ministrado. A metodologia mais utilizada tem sido o comando instituído pelos professores. O tipo de avaliação evidenciada é do tipo prática. Os alunos demonstraram grande motivação para participar das aulas, porém alegam que os conteúdos são repetitivos, além da falta materiais para realização das aulas. Conclui-se assim, que não é muito evidente a motivação dos alunos pelas aulas de Educação Física ministradas no ensino médio da Escola Estadual Nilo Peçanha. E, ainda, a importância do papel do professor como agente motivador e conscientizador da prática da atividade física, para que esta prática ultrapasse as barreiras da escola e a partir da formação do hábito por parte dos alunos, os mesmos estendam essa prática ao longo de suas vidas. Palavras-chave: Motivação, Educação Física, conteúdos. ¹Graduanda da Universidade Estadual de Londrina Endereço para correspondência: Rua Paranaguá, 405, ap CEP Londrina-Paraná. Linha de estudo: Significado, objetivos, conhecimentos e conteúdos da Educação Física na Educação Básica. Equipamento visual para apresentação de transparências

2 2 Introdução A motivação é um tema que faz parte do discurso de professores e alunos de Educação Física. No caso da Educação Física centra-se no professor a tarefa de se tornar um grande agente motivador, recomenda-se menos instrução, menos ensino, mais aprendizagem, nessa postura, o professor deve conhecer a realidade global que interfere no seu trabalho, refletir sobre ele, discriminar o que é possível fazer e atuar sobre isso, pois só assim poderá dar sentido ao seu trabalho de professor. No entanto, não se deve ficar preso à questão de como fazer deixando de lado a questão mais relevante que responde a questão para que e o que ensinar. Segundo, Miranda (1994, p.43) o processo de aprendizagem centrada no aluno demonstra por meio de sua práxis, que o homem necessita agir em conjunto, para em conjunto usufruir dos benefícios da produção resultante desse esforço coletivo. Envolve, portanto, professor e aluno num relacionamento interpessoal extremamente intenso, em que ambos vivenciam uma situação de trabalho, sendo que um é mais experiente, tem mais conhecimento e dá apoio ao outro, que está aprendendo a aprender. É neste contexto que será abordada a motivação. De acordo com Chicati as escolas, especialmente as da rede pública, vêm enfrentando muitos problemas, como a falta de materiais e de instalações para a prática das aulas (apud GIAROLA, 1998). A partir disso se torna muito importante à busca de alternativas para tornar as aulas mais motivantes. Nesse contexto, o aluno se insere como indivíduo a ser motivado. Este trabalho visa responder a seguinte questão: Existe motivação nas aulas de Educação Física ministrada no ensino médio ou será que ela diminui conforme o aluno passa pelas séries escolares até seu término? Sendo assim, o objetivo principal desse estudo foi o de analisar a motivação dos alunos do ensino médio nas aulas de Educação Física e ainda diagnosticar os tipos de conteúdos que estão sendo desenvolvidos em aula, os conteúdos que os alunos gostariam que fossem desenvolvidos e a forma como estes, estão sendo avaliados nas aulas.

3 3 Revisão de Literatura A Educação Física, enquanto disciplina curricular que se utiliza do corpo e através de seus movimentos contribui para o crescimento de todas as dimensões humanas, é decorrente de uma concepção de homem e de mundo que traduz a realidade como algo contraditório e que entende a escola como espaço aberto a uma ação transformadora (SOARES apud Medina, 1983). Para Miranda (apud BRITTO, 1986, p. 79): a motivação é a força que impulsiona na direção de sua autorealização e está totalmente ligada ä participação e a co-participação do estudante no contexto sócio-educacional, que é constituída por pessoas que interagem buscando segurança e maturidade psicológica, assim como a solução e o encaminhamento para seus problemas emocionais e sociais. A motivação não se demonstra na mesma intensidade em todas as pessoas, pois temos interesses diferenciados, dessa forma, o professor deve estar consciente da busca por conteúdos diversificados e motivantes para que consiga despertar interesse nos alunos, fazendo com que essa falta de previsão que a motivação manifesta não venha lhe causar dúvidas no que diz respeito à motivação das turmas (CHICATI, 2000, p.100). Junior (2000, p.113) diz que não se pode esperar um ambiente na escola capaz de motivar o aluno para a necessidade de uma educação continuada, quando os próprios professores não estão inseridos nesse contexto. Segundo JUNIOR (apud THOMAS, 1983): para o professor motivar o aluno a praticar uma atividade física dentro ou fora da escola, dependerá não só dos seus conhecimentos sobre os processos de motivação, de sua capacidade de aplicá-los nas aulas de Educação Física, como também que possua interesse por essas atividades e que demonstre e justifique esse interesse perante seus alunos. Em um estudo, sobre motivação nas aulas de Educação Física no ensino médio, realizado com duzentos e quarenta alunos de ambos os sexos e idade entre 15 e 17 anos, conclui-se que as aulas ministradas nos ensino médio não estão sendo tão motivantes, devido ao contínuo de conteúdos que sempre se repete, causando insatisfação nos alunos que não estão se mostrando motivados, que o professor necessita de um amparo urgente no que diz respeito a suas atualizações, pois os conteúdos curriculares não estão sendo

4 4 contemplados de uma forma geral, desde a 1ª série do ensino fundamental, que os conteúdos e métodos precisam ser repensados, bem como o incentivo da própria escola em melhorar o local e os materiais, oferecer cursos de capacitação a seus professores que sofrem atualmente com a grande jornada de trabalho e baixos salários (CHICATI, 2000). Em um outro estudo sobre como motivar o aluno, concluiu-se que o professor bem informado, bem preparado e, principalmente, motivado é um elemento importante para que a Educação Física Escolar seja mais interessante ao seu aluno, além de ser um conscientizador para que este ao ultrapassar as fronteiras da escola, continue a praticar uma atividade física no seu lar, na vizinhança e em outros setores da comunidade (JUNIOR, 2000). Em outro estudo sobre Educação Física e conhecimento no ensino médio, conclui-se que os escolares evidenciaram deficiências cognitivas ao concluírem o nível médio de ensino, com desconhecimentos aproximados da alienação político-cultural, sem assimilação critica da cultura física escolar e não-escolar, o que dificulta a orientação para a exercitação física permanente, revelando esgotamento do paradigma desportivo-recreativo escolar. Interfere-se a problemas educacionais, centrados em insuficientes práticas pedagógicas, as quais refletem problemáticas envolvendo professores, alunos, cultura e sociedade (PEREIRA, 2000). Em um estudo sobre a pratica da Educação Física nas escolas estaduais de 1º grau, hoje o ensino fundamental, realizado com 38 Delegacias de Educação do Rio Grande do Sul, conclui-se que as aulas ministradas de 1ª à 4ª séries visam o desenvolvimento das habilidades técnicas fundamentais das crianças, de 5ª à 8ª séries, o ensino encontra-se centrado na iniciação esportiva, tendo como objetivo principal à preparação de equipes para a participação de campeonatos escolares (PICOLLI, 1987). Em razão de esses mesmos conteúdos continuarem a ser ministrados no ensino médio, conclui-se que o mesmo sofre uma carência de conteúdos, acredita-se que esse seja um dos grandes motivos para que os alunos do ensino médio se afastem das aulas de Educação Física, já que estes acabam por perder o interesse pela mesma (CHICATI, 2000).

5 5 Metodologia Este estudo caracteriza-se como um estudo de caso. Cabe ressaltar que este estudo é similar a um estudo já realizado na cidade de Maringá-Paraná, por (CHICATI, 2000), porém com menor abrangência que o mesmo, com o objetivo único de se formar uma visão sobre o tema motivação no ensino médio da Escola Estadual Nilo Peçanha. O universo da população constitui-se por 135 alunos de ambos os sexos, com idade entre 14 e 18 anos, matriculados nas três series do ensino médio, de uma escola do município de Londrina-Paraná. A amostra foi selecionada pelo tipo aleatória simples, onde foram escolhidos 60 alunos da Escola Estadual Nilo Peçanha, sendo que em cada série foram selecionados 20 alunos; na 1ª série, N = 9 para o grupo feminino e N = 11 para o grupo masculino; na 2ª série, N = 10 para o grupo feminino e N = 10 para o grupo masculino; na 3ª série, N = 12 para o grupo feminino e N = 8 para o grupo masculino. A elaboração do instrumento foi resultado de uma revisão de literatura e de modelos anteriores, e este foi devidamente analisado por professores especialistas da área. O instrumento se constituiu de 10 perguntas, sendo que uma delas foi aberta. A aplicação do questionário foi realizada durante as aulas de Educação Física dessa escola com a autorização da direção e foi feita pelo próprio pesquisador, que proporcionou as devidas explicações antes dos alunos começarem a responder o questionário e o posterior recolhimento dos mesmos após o seu preenchimento. Para a apresentação dos dados foi utilizado o método da estatística descritiva e sua análise feita por meio da freqüência e cálculo percentual, sendo demonstrado através de tabelas. Resultados e Discussões A partir do exposto serão apresentados os resultados do trabalho em que será verificado o nível de motivação dos alunos nas aulas de Educação Física do ensino médio da Escola Estadual Nilo Peçanha.

6 6 Através da tabela 1, pode-se observar que existe um forte interesse por parte dos alunos pelas aulas de Educação Física, portanto a partir deste dado, podese acreditar que o professor esteja criando alternativas para que a sua aula seja vista como atrativa aos alunos. No estudo realizado por (CHICATI, 2000) este resultado também foi encontrado, porém, constatou-se através do mesmo, que mais de 30% dos entrevistados têm um interesse abaixo do regular pelas aulas de Educação Física, fato que não ocorreu no presente estudo. Tabela 1 Interesse dos alunos do ensino médio pelas aulas de Educação Física. Interesse Muito forte 04 13, , ,33 Forte 21 72, , ,66 Fraco 04 13, , ,67 Muito Fraco 00 0, , ,67 Não tenho interesse 00 0, , ,67 (CHICATI, 2000) constatou que aproximadamente 66% dos alunos das escolas da rede pública do município de Maringá apontam o desporto como conteúdo predileto. No presente estudo, em relação aos conteúdos que os alunos mais gostam nas aulas de Educação Física, pode-se notar, conforme exposto na tabela 2, que os jogos recreativos são os mais apontados pelos alunos, seguido pelo desporto que foi o segundo mais apontado pela preferência dos mesmos. Supõe-se que este resultado se deve a um entendimento semelhante entre jogos recreativos e desporto por parte dos alunos, porém não se pode afirmar tal fato. Tabela 2 Tipo de conteúdo que os alunos do ensino médio mais gostam nas aulas de Educação Física. Interesse Ginástica 00 0, , ,00 Jogos Recreativos 11 37, , ,00 Desporto 12 41, , ,00 Dança 00 0, , ,33 Aulas Teóricas 01 3, , ,33

7 7 Aulas Mistas 05 17, , ,34 A tabela 3 apresenta os conteúdos que os alunos menos gostam nas aulas, as aulas teóricas foram as mais apontadas, seguida pela dança. Este resultado demonstra que esta ocorrendo uma mudança de atitude por parte professor acerca da metodologia de suas aulas. Espera-se que este possível espaço para reflexão e discussão dos conteúdos aplicados em aula esteja propiciando um mundo menos alienante ao aluno para que este tenha entendimento sobre a atividade que este esta executando. Supõe-se ainda que esta rejeição as aulas teóricas seja reflexo do aspecto cultural da disciplina que é vista e entendida como essencialmente prática pelos alunos, sem necessidade de contextualização e significados mais profundos para vida dos mesmos. Tabela 3 Tipo de conteúdo que os alunos do ensino médio menos gostam nas aulas de Educação Física. Conteúdos Ginástica 03 10, , ,00 Jogos Recreativos 02 6, , ,33 Desporto 02 6, , ,66 Dança 07 24, , ,33 Aulas Teóricas 15 51, , ,33 Aulas Mistas 00 0, , ,33 Ao se questionar os alunos sobre conteúdos que eles gostariam que fossem trabalhados nas aulas nota-se conforme a tabela 4, que a maioria dos alunos anseiam pelo desenvolvimento de esportes mais diversificados. Ainda foram citados os jogos recreativos e o desporto, mostrando que o esporte é predominante na preferência dos alunos. Supõe-se que esta preferência seja decorrente de muitos fatores como influência da mídia, dos pais, dos amigos, porém, pressupõe-se que o maior norteador para tal situação sejam as próprias aulas de Educação Física que privilegiam a prática de esportes e em menor ênfase trabalham outros conteúdos como a ginástica, as lutas, a dança entre outros.

8 8 (CHICATI, 2000) constatou que os tipos de conteúdos que os alunos menos gostam são a dança e a ginástica, porém, quando sugeriram conteúdos no intuito de tornar as aulas mais motivantes, apesar de o desporto ser o mais apontado, a dança e a ginástica aparecem de forma significativa, mostrando que parte dos alunos sentem falta de conteúdos mais diversificados. No presente estudo, analisando-se o aspecto geral pode-se notar que a dança foi significamente cogitada se comparada neste questionamento aos conteúdos jogos e desporto, porém, nota-se que esta sugestão partiu do sexo feminino e que ainda, nenhum indivíduo do sexo masculino apontou a dança como um conteúdo motivador para as aulas. Supõe-se que este fato se deve ao preconceito existente em nossa cultura, onde o receio em tocar o colega, o medo de ser taxado pelos colegas e outras atitudes a que não estão acostumados levem os alunos a se afastarem desse tipo de atividade. Neste contexto contrário, espera-se que o professor haja como agente conscientizador, procurando transformar este quadro que a própria sociedade se encarrega de fixar. Tabela 4 Sugestões dos alunos do ensino médio para tornar a aula mais interessante. Conteúdos Ginástica 00 0, , ,70 Jogos Recreativos 12 36, , ,22 Desporto 05 15, , ,58 Dança 00 0, , ,28 Aulas Teóricas 01 3, , ,70 Aulas Mistas 03 9, , ,94 Esportes mais 12 36, , ,33 diversificados Trocar o professor(a) 00 0, , ,23 Total Os alunos quando questionados sobre sua participação nas aulas nota-se que a maioria deles apontam que o professor é quem decidi a trajetória da aula. Percebe-se que este tipo de atuação esta ligada à tendência tecnicista, onde resumidamente alguém dá a voz de comando as ações a serem realizadas. Nota-se ainda, que parte dos alunos acham que sua participação é regular

9 9 durante as aulas. Supõe-se que isto se deve a uma desmotivação por parte de alguns alunos decorrente da própria posição do professor, que é o agente detentor do poder durante as aulas, onde os alunos não têm autonomia para por em prática os seus conhecimentos, suas opiniões. Tabela 5 Participação dos alunos do ensino médio nas aulas Educação Física Participação Nenhuma 00 0, , ,66 Faço o que quero 04 13, , ,67 Professor lança o 05 17, , ,33 tema e os alunos discutem sobre ele Regular 07 24, , ,67 Professor quem 13 44, , ,67 decidi A tabela 6 demonstra que a maioria dos alunos se sentem motivados a participar das aulas. Supõe-se que esta motivação esteja ligada ao que os alunos entendem como a hora do lazer ou do brincar, é o momento de sair da sala de aula para jogar bola. Tabela 6 Motivação para participar das aulas de Educação Física do ensino médio. Motivação SIM 26 89, , ,67 NÃO 03 10, , ,33 Ao se questionar se os alunos vêem o professor como agente motivador para as aulas de Educação Física a maioria aponta que o mesmo tem uma função importante no aspecto de motivação para as aulas. A tabela 8 mostra que a maioria dos alunos se sentiam mais motivados para as aulas quando cursavam o ensino fundamental. Supõe-se que esta opinião seja reflexo da repetição de conteúdos que se estendem por todos os anos escolares pelos quais os alunos

10 10 já passaram. Isto demonstra uma carência de conteúdos, onde a prática docente deve ser repensada, com o objetivo de tornar as aulas mais ricas e motivadoras. Tabela 7 Opinião dos alunos do ensino médio sobre o professor como agente motivador das aulas de Educação Física. Professor Motivador SIM 20 68, , ,67 NÃO 09 31, , ,33 Tabela 8 Opinião dos alunos do ensino médio sobre o seu nível de motivação ser maior nas aulas de Educação Física quando estavam cursando o ensino fundamental. Opinião SIM 18 62, , ,33 NÃO 11 37, , ,67 Ao analisar-se a forma de avaliação que os alunos gostariam de ter na Educação Física, nota-se através da tabela 9 que a maioria deles apontam as provas práticas como ideais. Supõe-se que este comportamento provém da influência exercida pelo professor e suas aulas, não por serem essencialmente práticas, pois dentro deste contexto é possível contextualizar buscando o processo de ensino-aprendizagem e não somente a busca pelo produto final da aprendizagem, mas por transmitirem a forte influência tecnicista e competitivista que advém do próprio professor. Tabela 9 Opinião dos alunos do ensino médio sobre como deveriam ser avaliados nas aulas Educação Física Avaliação Prova Teórica 01 3, , ,33 Prova Prática 17 58, , ,33 Prova Teórico/Prática 05 17, , ,67

11 11 Freqüência 04 13, , ,67 Auto-avaliação 01 3, , ,33 Trabalhos 01 3, , ,67 A questão 10 foi uma questão aberta onde foi proposto aos alunos fazer um elogio ou uma crítica as aulas de Educação Física. Nas três séries ocorreu um consenso significante quanto à crítica, a mais citada nas respostas foram às aulas teóricas, em menor proporção aparecem as críticas sobre o conteúdo das aulas que é repetitivo, falta de materiais didáticos, falta de explicação adequada por parte do professor sobre as atividades propostas, os alunos criticam o pouco número de aulas por semana. Quanto aos elogios também ocorreu um consenso nas respostas que dizem da importância da atividade física para saúde e boa qualidade de vida. Nota-se um forte repúdio por parte dos alunos as aulas teóricas, assim como já foi constatado acima este é o conteúdo que na visão deles torna a aula desmotivante. Apesar de os alunos se declararem motivados e atraídos a participar das aulas de Educação Física, nota-se na questão 10, que eles apontam que as aulas são demasiadamente repetitivas e que sentem falta de explicação adequada do professor sobre a atividade proposta, estes são fatores que podem levar a uma possível falta de motivação para participar das aulas. Quanto aos elogios manifestados em favor das aulas, os alunos se mostram a favor da importância da atividade física para saúde, porém, ao analisar-se esta afirmação, pode-se notar no momento da aplicação dos questionários, que os mesmos apesar de serem conscientes que a atividade física pode ajudar a manutenção da saúde e uma boa qualidade de vida, não tem claro como as aulas de Educação Física podem contribuir para este conhecimento, para que eles possam usar destes conhecimentos além das fronteiras da escola, a fim de se criar o hábito da prática da atividade física. Conclusão Através deste estudo foi possível concluir que os alunos do ensino médio da Escola Estadual Nilo Peçanha sentem forte interesse pelas aulas de Educação Física e se sentem motivados a participar das mesmas. Esta motivação pode

12 12 ser traduzida pelo tipo de conteúdo das aulas que centra-se basicamente no desporto, atividades estas, que satisfazem os interesses dos alunos. Apesar dos jogos recreativos terem sido os mais apontados pelos alunos, supõe-se que tenha havido uma interpretação semelhante entre desporto e jogos recreativos por parte dos alunos. (TAVARES; SOUZA JÚNIOR, 1996.) propõem uma sistematização em que são evidenciadas categorias, características, classificações e conceitos acerca do jogo, entre elas os jogos esportivos que são aqueles que assumem características de esportivização, geralmente são conhecidos como esportes coletivos. Estes fazem, ou tem como meta fazer, parte dos jogos olímpicos, devido ao próprio processo de reconhecimento enquanto esporte. Não se pode deixar de ressaltar que foi diagnosticada uma séria carência de conteúdos no âmbito da Educação Física Escolar. Esta ausência da oferta de atividades mais diversificadas acaba por privar o aluno de vivenciar as diversas atividades que a Educação Física pode oferecer e ainda pela falta de um planejamento de atividades que se estendam por todos os anos escolares de forma gradativa, acaba por desmotivar os alunos que se interessam pela disciplina e também acaba por desmotivar ainda mais os alunos que não demonstram muito interesse pelas aulas, já que os mesmos conteúdos vêm sendo trabalhados desde o ensino fundamental. Sendo assim espera-se dos professores, através de uma mudança de atitude, proporcionar aos seus alunos conteúdos diversificados, onde os mesmos não continuem agindo de forma centralizadora como foi constatado neste estudo, mas que os mesmos procurem pesquisar para poder proporcionar novos conhecimentos aos seus alunos aproveitando todas as formas, momentos e espaços, mesmo diante de situações adversas, como os baixos salários, a falta de materiais didáticos, a falta de espaço para realização das aulas, a falta de incentivo dos governos federal e estadual a até da própria escola. Quanto a metodologia das aulas, assim como no estudo realizado por Chicati (2000), evidenciou-se que os professores se utilizam do estilo de ensino, através do comando. Quanto a forma de avaliação observou-se que grande parte dos alunos prefere ser avaliados por meio de prova práticas, porém parte significativa deles, optaram por avaliações do tipo teórico-prática, trabalhos e freqüência.

13 13 Pode-se notar ainda que existe resistência de grande parte dos alunos pelas aulas teóricas, assim como o desenvolvimento de conteúdos como a dança e a ginástica, que apesar de terem sido pouco citados tanto como conteúdo de interesse como de desinteresse, vêm mostrar que estes conteúdos estão sendo desenvolvidos de forma escassa durante as aulas ou ainda não estão sendo desenvolvidos na mesma. Conclui-se através deste estudo que apesar do forte interesse dos alunos pelas aulas de Educação Física, que as mesmas possuem uma carência de conteúdos, além de serem repetitivas, levando parte dos alunos a se desinteressar pelas mesmas. Portanto cabe ao professor, através da busca de informação e um melhor planejamento das aulas desde o ensino fundamental até o ensino médio diversificar melhor os conteúdos e atuar como agente motivador nas aulas, além de ser um conscientizador para que os alunos ao ultrapassar as barreiras da escola tenham claro os objetivos da prática dessa disciplina, além de continuarem a prática da atividade física em outros setores da comunidade. O professor ao se conscientizar de sua importância como motivador, estará fortalecendo o reconhecimento da Educação Física para que esta não continue a perder o seu espaço, mas que seja vista de importância fundamental juntamente com as outras disciplinas que constituem o currículo escolar.

14 14 Referências Bibliográficas CHICATI, Karen Cristina. Motivação nas aulas de educação física no ensino médio. Revista de Educação Física/UEM, Maringá, v.11, n.1, p , JUNIOR, Joaquim Martins. O professor de educação física e a educação física escolar: como motivar o aluno?. Revista de Educação Física/UEM, Maringá, v.11, n.1, p , MIRANDA, Renato. Motivação: energia de aprendizagem. Revista Mineira de Educação Física, Viçosa, v.2, n.1, p.43-47, PEREIRA, Flávio. Ensino médio, educação física e conhecimento. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v.14, n.1, p.32-54, jan/jun., PICOLLI, João Carlos J.. A prática da educação física nas escolas estaduais do 1º grau do Rio Grande do Sul. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v.8, n.2 e 3, p , SOARES, Carmem Lucia. A educação física no ensino de 1º grau: do acessório ao essencial. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v.7, n.3, p.89-92, TAVARES, Marcelo; SOUZA JÚNIOR, Marcílio. O jogo como conteúdo de ensino para prática pedagógica da educação física na escola. Revista Corporis, Recife, ano I, n. 1, jul/dez., WINTERSTEIN, Pedro José. Motivação, Educação Física e Esporte. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, v. 6, n. 1, p.53-61, jan/jun., 1992.

15 15 Apêndice Ano escolar: Sexo: ( ) FEMININO ( ) MASCULINO Idade: 1) Qual seu interesse pelas aulas de Educação Física? ( ) Muito Forte ( ) Forte ( ) Fraco ( ) Muito Fraco ( ) Não tenho interesse 2) Qual tipo de conteúdo você mais gosta nas aulas de Educação Física? ( ) Ginastica ( ) Jogos Recreativos ( ) Desporto ( ) Dança ( ) aulas teóricas ( ) Atividades mistas 3) Qual tipo de conteúdo você menos gosta? ( ) Ginastica ( ) Jogos Recreativos ( ) Desporto ( ) Dança ( ) Aulas Teóricas ( ) Atividades Mistas 4) Quais sugestões você daria para tornar as aulas mais motivantes? ( ) Ginastica ( ) Jogos Recreativos ( ) Desporto ( ) Dança ( ) Aulas Teóricas ( ) Atividades Mistas ( ) Esportes mais diversificados ( ) 5) O que você acha de sua participação nas aulas de Educação Física? ( ) Nenhuma ( ) Faço o que quero ( ) Professor lança o tema e os alunos discutem sobre ele ( ) Regular ( ) O professor quem decidi 6) Você se sente motivado a participar das aulas de Educação Física? ( ) SIM ( ) NÃO 7) Você acha que seu professor o motiva a participar das aulas de Educação Física? ( ) SIM ( ) NÃO 8) Quando você cursou o ensino fundamental, acha que seu interesse pelas aulas de Educação Física era maior? ( ) SIM ( ) NÃO 9) Como você acha que deve ser avaliado nas aulas de Educação Física? ( ) Prova Teórica ( ) Prova Pratica ( ) Prova Teórica/Prática ( ) Freqüência ( ) Auto-Avaliação ( ) Trabalhos 10) Faça um elogio ou uma crítica as aulas de Educação Física.

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA MOTIVAÇÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA TEIXEIRA, Fabiano Augusto UFSC fb_teixeira@hotmail.com MOLETTA, Andréia Fernanda UFSC andreia.moletta@hotmail.com Praticas e Estágios nas Licenciaturas Agência Financiadora:

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA

ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA Merlânia Lino da Silva (1); Ana Cristina Silva Daxenberger (2) (1) Universidade Federal da Paraíba (CCA), merlaniaareiapb@gmail.com

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1

O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS PROGRAMA NACIONAL ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA O COORDENADOR PEDAGÓGICO COMO MEDIADOR DE NOVOS CONHECIMENTOS

Leia mais

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES

DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA ESCOLA OSVALDO DA COSTA E SILVA: ALGUMAS CAUSAS E POSSÍVESIS SOLUÇÕES Rogério Sousa AZEVEDO (1); Iara M Cavalcante NOLETO (2) (1 e 2) Instituto Federal de

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015

I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 I SEMINÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS E AÇÕES AFIRMATIVAS Universidade Federal de Santa Maria Observatório de Ações Afirmativas 20 a 21 de outubro de 2015 A GESTÃO ESCOLAR E O POTENCIAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO

MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA RESUMO MODELAGEM MATEMÁTICA EM UM CURSO DE LICENCIATURA AÇÕES NA BUSCA DE UMA ABORDAGEM PEDAGÓGICA Denise Knorst da Silva 1 denisek@unijui.tche.br RESUMO Neste trabalho é apresentada uma discussão sobre atividades

Leia mais

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA Marcos Leomar Calson Mestrando em Educação em Ciências e Matemática, PUCRS Helena Noronha Cury Doutora em Educação

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1

SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 SEQUÊNCIA DIDÁTICA UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA 1 QUEIROZ, Antônia Márcia Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais- IFSULDEMINAS Universidade

Leia mais

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem.

Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. 1 Folclore Brasileiro: Uma possibilidade de se ensinar o conceito de número na Educação Infantil em um espaço não-formal de aprendizagem. Cristiane Vinholes Jacomelli Prof(a). Dr(a) Maria do Carmo de Sousa

Leia mais

A utilização de jogos no ensino da Matemática no Ensino Médio

A utilização de jogos no ensino da Matemática no Ensino Médio A utilização de jogos no ensino da Matemática no Ensino Médio Afonso Henrique Leonardo da Conceição e-mail: afonso.conceicao_dc@hotmail.com Tatiane Cristina Camargo e-mail: tatianecamargo.ferreira@gmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO ÁREA DE COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - 2012 7 ANO TURMAS A e B Prof. Alexandre Magno Guimarães Ementa:

Leia mais

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO.

COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. COMUNIDADE AQUÁTICA: EXTENSÃO EM NATAÇÃO E ATENÇÃO AO DESEMPENHO ESCOLAR EM JATAÍ-GO. PEDROZA, Poliana Siqueira 1 LUIZ, Angela Rodrigues 2 SOUZA, Luís César de 3 PALAVRAS-CHAVE: natação, atividades aquáticas,

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PROCESSO AVALIATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Thayssa Stefane Macedo Nascimento Graduanda do curso de Pedagogia da UFPI RESUMO O presente trabalho discute acerca da avaliação na educação infantil tendo como

Leia mais

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM

INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM INCLUSÃO ESCOLAR: UTOPIA OU REALIDADE? UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A APRENDIZAGEM Andreza Magda da Silva Dantas Escola.E.E.M.Fc. Sá Cavalcante Paulista PB andreza_magda@hotmail.com Introdução Zelga Dantas de

Leia mais

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO MUNÍCIPIO DE GURJÃO-PB

PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO MUNÍCIPIO DE GURJÃO-PB PERCEPÇÃO DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO SOBRE A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE QUÍMICA NO MUNÍCIPIO DE GURJÃO-PB Fábio de Araújo OLIVEIRA 1, Emília de Farias LUCENA 2, Maria Betânia Hermenegildo dos SANTOS

Leia mais

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS

A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS A INCLUSÃO DOS DIREITOS HUMANOS NAS TURMAS DO EJA POR MEIO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Gisllayne Rufino Souza UFPB gisllayne.souza@gmail.com Profa. Dra. Marlene Helena de Oliveira França UFPB/Centro de Educação/Núcleo

Leia mais

XADREZ NAS ESCOLAS E PARA TODOS

XADREZ NAS ESCOLAS E PARA TODOS XADREZ NAS ESCOLAS E PARA TODOS Douglas Silva Fonseca Universidade federal do Tocantins douglasfonseca@uft.edu.br Resumo: O presente trabalho descreve a divulgação do Xadrez Escolar no Estado do Tocantins,

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: ELABORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE PROJETOS PEDAGÓGICOS NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Resumo Gisele Gomes Avelar Bernardes- UEG 1 Compreendendo que a educação é o ponto chave

Leia mais

RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO

RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO RECREAÇÃO: MEIO DE SOCIALIZAÇÃO Telma Lucia Aglio GARCIA 1 Ana Paula Santana GIROTO 2 RESUMO: O objetivo deste estudo foi analisar como as atividades recreativas podem proporcionar às crianças fatores

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.

O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS. Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail. O ENSINO DE GEOGRAFIA: O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS Danielli da Silva Almeida Universidade Estadual de Londrina danii-geo@hotmail.com RESUMO Este artigo tem como objetivo refletir sobre as abordagens do

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA

A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA A CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO COMO UMA PROPOSTA EDUCACIONAL DEMOCRÁTICA Maria Cleonice Soares (Aluna da Graduação UERN) 1 Kátia Dayana de Avelino Azevedo (Aluna da Graduação UERN) 2 Silvia

Leia mais

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro

Unidade I. Estrutura e Organização. Infantil. Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Unidade I Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil Profa. Ana Lúcia M. Gasbarro Introdução A disciplina Estrutura e Organização da Escola de Educação Infantil tem o objetivo de provocar reflexões

Leia mais

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu.

G1 Formação de Professores. Julia de Cassia Pereira do Nascimento (DO)/ juliacpn@interacaosp.com.br Edda Curi/ edda.curi@cruzeirodosul.edu. CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: INDICATIVOS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NUM CURSO DE PEDAGOGIA G1 Formação de Professores

Leia mais

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE

O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE ISSN: 1981-3031 O IDOSO EM QUESTÃO: ALUNOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MOSTRAM SUA VISÃO SOBRE O QUE É SER IDOSO NA ATUALIDADE Eva Pauliana da Silva Gomes 1. Givanildo da Silva 2. Resumo O presente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DOS PAIS NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS NO CONTEXTO ESCOLAR Stefania Germano Dias; Flávio Pereira de Oliveira; Josefa Nandara Pereira de Souza; Larissa Brito da Silva; Maria Aparecida

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

MÍDIA E ENSINO DE BIOLOGIA: ASPECTOS DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NOS PLANEJAMENTOS DE AULA CONSTRUÍDOS POR LICENCIANDOS

MÍDIA E ENSINO DE BIOLOGIA: ASPECTOS DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NOS PLANEJAMENTOS DE AULA CONSTRUÍDOS POR LICENCIANDOS IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN MÍDIA E ENSINO DE BIOLOGIA: ASPECTOS DE ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NOS PLANEJAMENTOS

Leia mais

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS

OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS OFICINA DE JOGOS MATEMÁTICOS E MATERIAIS MANIPULÁVEIS Mais informações: Site PIBID: http://www.pibid.ufrn.br/ Site LEM/UFRN: http://www.ccet.ufrn.br/matematica/lemufrn/index.html E-mail do LEM/UFRN: lem2009ufrn@yahoo.com.br

Leia mais

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL

O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL O ENSINO DA DANÇA E DO RITMO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIENCIA NA REDE ESTADUAL Márcio Henrique Laperuta 1 Rodrigo Santos2 Karina Fagundes2 Erika Rengel2 UEL- Gepef-Lapef-PIBID RESUMO

Leia mais

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE

O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE O PROCESSO DE MUSICALIZAÇÃO NO 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DA CIDADE DO RECIFE Romero Bomfim dos Santos 1 ; Elida Roberta Soares de Santana²; Bruno Fernandes

Leia mais

PROCESSO EDUCATIVO, DA SALA DE AULA À EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

PROCESSO EDUCATIVO, DA SALA DE AULA À EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA 1 PROCESSO EDUCATIVO, DA SALA DE AULA À EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Ariana Aparecida Soares Leonel 1 Ana Paula Ferreira 2 Natália Pereira Inêz 3 Frank José Silvera Miranda 4 RESUMO

Leia mais

ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA

ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA ESTEQUIMETRIA LÚDICA: RESSIGNIFICANDO A APRENDIZAGEM POR MEIO DE UMA MARATONA QUÍMICA Patrícia Severiano de Oliveira* (1) (1) Universidade Federal de Alagoas Campus Arapiraca *patríciaufal2011@gmail.com

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES.

COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. COMPARAÇÃO ENTRE O ENSINO REGULAR E O ESPECIALIZADO PARA OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO MUNICÍPIO DE ALEGRE-ES. Iasmini Nicoli Galter 1, Mayla Gava ¹, Henrique Tabelini ¹, Elias Terra Werner².

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA

A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA A IMPORTÂNCIA DO ASSISTENTE SOCIAL NOS PROJETOS SOCIAIS E NA EDUCAÇÃO - UMA BREVE ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA DO PROJETO DEGRAUS CRIANÇA Tamara Nomura NOZAWA 1 Telma Lúcia Aglio GARCIA 2 Edmárcia Fidelis ROCHA

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

BRINCANDO DE MATEMÁTICO

BRINCANDO DE MATEMÁTICO BRINCANDO DE MATEMÁTICO Carlos Alberto Rezende de Carvalho Junior Universidade Federal do Paraná (UFPR) carloscarvalhoj@gmail.com Janio de Jesus Cardoso Universidade Federal do Paraná (UFPR) ijanio_pt@yahoo.com.br

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: mzosilva@yahoo.com.br RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão

Leia mais

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência.

SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM BAGEGA, Chariane 1 BONI, Marina 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 INTRODUÇÃO A

Leia mais

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS.

O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. O JOGO DIDÁTICO NA TRILHA DA SAÚDE : CONTRIBUIÇÕES PARA O ENSINO DA TEMÁTICA DIETA, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE NO ENSINO DE CIÊNCIAS. Andressa Luíssa França Borralho (Licenciando em Ciências da Natureza - UFPI),

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO

CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO CONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO Costa, Daiene de Cássia Souza da Email: daienecassia@hotmail.com Vasconcellos, Maura Maria Morita Email: mmorita@sercomtel.com.br

Leia mais

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA Naiane Novaes Nogueira 1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB n_n_nai@hotmail.com José

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA

REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA REFLEXÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE JOGOS CARTOGRÁFICOS COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA Tais Pires de Oliveira Universidade Estadual de Maringá Departamento de Geografia tais_piresoliveira@hotmail.com

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES 152 AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES Silvana Alves Macedo 1 Reginaldo de Oliveira Nunes 2 RESUMO O processo da Auto-Avaliação Institucional ainda é um

Leia mais

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES 1 ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES Luciano Teles Bueno 1, Claudia Lisete Oliveira Groenwald 2 RESUMO O presente trabalho apresenta um estudo realizado com

Leia mais

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS YARA DE MATOS MENDES 1, WEMERTON LUÍS EVANGELISTA 2, MYRIAM ANGÉLICA DORNELAS 3, RITA DE CÁSSIA DA SILVA COSTA 4 RESUMO

Leia mais

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO

O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO O JOGO DE XADREZ COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA APRENDIZAGEM ESCOLAR DE ALUNOS DO 6º ANO PLAY CHESS AS EDUCATIONAL RESOURCE FOR SCHOOL LEARNING OF 6 YEAR STUDENTS Letícia Alessandra Cavalcante-Graduanda

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) PALAVRAS-CHAVE: Estratégias. Aprendizagem. Inclusão

ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) PALAVRAS-CHAVE: Estratégias. Aprendizagem. Inclusão ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM INCLUSIVAS: ENTRE ENCANTOS E DES(ENCANTOS) Sylmara Karina Silva Sousa Railda da Silva Santos Amélia Maria Araújo Mesquita Universidade Federal do Pará Eixo Temático: Práticas

Leia mais

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013

OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 OS PROJETOS DE TRABALHO E SUA PRODUÇÃO ACADÊMICA NOS GT07 E GT12 DA ANPED ENTRE OS ANOS 2000/2013 Resumo Indira Aparecida Santana Aragão 1 - FCT/UNESP Grupo de Trabalho Educação da Infância Agência Financiadora:

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO "BRINCANDO COM A COMUNIDADE".

CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO BRINCANDO COM A COMUNIDADE. 1 CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM EDUCAÇÃO FÍSICA A PARTIR DO PROJETO "BRINCANDO COM A COMUNIDADE". AMANDA RIBEIRO MIRANDA NHADYA NASCIMENTO BRITO IESMA/UNISULMA amirandaimp@hotmail.com nhadyabrito@hotmail.com

Leia mais

PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS.

PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS. PRINCIPAIS DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS PROFESSORES DE QUÍMICA DO CEIPEV. E CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA SUPERÁ-LAS. Fernanda Gabriely Andrade 1 Lindeberg Ventura de Sousa 2 Antônio Gautier Falconiere

Leia mais

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA AS VIVÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM PROCESSO DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA GT 01 Educação matemática no ensino fundamental: anos iniciais e anos finais. Anderson de Almeida Antunes, Universidade

Leia mais

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA

VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA VII ENCONTRO ENSINO EM ENGENHARIA PROGRAMA COOPERATIVO EDUCAÇÃO CONTINUADA E CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES DOS CURSOS SUPERIORES DE ENGENHARIA: INICIANDO A DISCUSSÃO Sandra Maria Dotto Stump - sstump@mackenzie.com.br

Leia mais

GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS

GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS 1 GEOMETRIA: RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS COM A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARES MATEMÁTICOS Clovis Ricardo Hentz Duarte 1 - UNEB, Campus IX clovisricardohhentz@hotmail.com Eloísia da Cruz Camandaroba 2 - UNEB, Campus

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES

UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE AS DIFICULDADES DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO MÉDIO ENVOLVENDO FRAÇÕES Taciany da Silva Pereira¹, Nora Olinda Cabrera Zúñiga² ¹Universidade Federal de Minas Gerais / Departamento

Leia mais

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID.

TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. TRAÇOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA EM SÃO LUÍS- MA: UM DIAGNÓSTICO DO PERFIL SOCIOCULTURAL E EDUCACIONAL DE ALUNOS DAS ESCOLAS PARCEIRAS DO PIBID. Resumo Alcenir Amorim de Sousa 1 1 Instituto Federal de educação

Leia mais

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ

19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ 19/07 ENSINO E APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ESCRITA EM CLASSES MULTISSERIADAS NA EDUCAÇÃO DO CAMPO NA ILHA DE MARAJÓ Waldemar dos Santos Cardoso Junior (Universidade Federal do Pará /Campus Universitário

Leia mais

ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL EM DIFERENTES ESPAÇOS EDUCATIVOS USANDO O TEMA DA CONSERVAÇÃO DA FAUNA AMAZÔNICA.

ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL EM DIFERENTES ESPAÇOS EDUCATIVOS USANDO O TEMA DA CONSERVAÇÃO DA FAUNA AMAZÔNICA. 1 ENSINO DE CIÊNCIAS NO ENSINO FUNDAMENTAL EM DIFERENTES ESPAÇOS EDUCATIVOS USANDO O TEMA DA CONSERVAÇÃO DA FAUNA AMAZÔNICA. Clodoaldo Pires Araújo 1 Ruth Cristina Soares Gomes 2 Augusto Fachín Terán 3

Leia mais

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação

PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação PROFESSOR FORMADOR, MESTRE MODELO? ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de PUC-SP PASSOS, Laurizete Ferragut UNESP GT-20: Psicologia da Educação Considerando a importância de estudos que abordem dimensões

Leia mais

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA

UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA UM POSSÍVEL DIÁLOGO ENTRE FUTEBOL E GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: O ESTÁGIO NUMA ESCOLA MUNICIPAL DE GOIÂNIA Tiago Onofre da Silva 1 Rafael Santos Nunes 2 RESUMO: O presente artigo aborda o processo

Leia mais

Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF)

Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF) CONSTRUÇÃO COLETIVA DO PLANO PEDAGÓGICO INDIVIDUALIZADO: IMPACTO NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL EM CLASSES REGULARES. Carla de Carvalho Macedo Silva (CMPDI UFF) Manuel

Leia mais

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS GT 06 Formação de professores de matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, Univates, madalena@univates.br Angélica

Leia mais

Composição dos PCN 1ª a 4ª

Composição dos PCN 1ª a 4ª Composição dos PCN 1ª a 4ª Compõem os Parâmetros os seguintes módulos: Volume 1 - Introdução - A elaboração dos Parâmetros curriculares Nacionais constituem o primeiro nível de concretização curricular.

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN

A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INCLUSÃO ESCOLAR DO PORTADOR DE SINDROME DE DOWN Leonardo Triaca 1 ; Elizabeth Emma Soares de Nunez 2 ; Adriana Zilly 3 RESUMO: Com a política de inclusão

Leia mais

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula

Palavras-chave: aprendizagem da docência, formação inicial, sala de aula A OBSERVAÇÃO DE AULA COMO CAMPO DE APRENDIZAGEM DA DOCÊNCIA: Relato de experiencia T. A. Silva ¹; F. J. Lima 2 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Matemática do IFCE campus de Cedro e- mail: thamy.2019@gmail.com

Leia mais

ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA

ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA ACESSIBILIDADE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EXPERIÊNCIA COM UM ALUNO CEGO DO CURSO DE GEOGRAFIA, A DISTÂNCIA Maria Antônia Tavares de Oliveira Endo mariantonia@cead.ufop.br Curso de Geografia 1900 Paulo

Leia mais

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO

MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO MAPA INCLUSIVO GEOGRÁFICO - M.I.G.: O LÚDICO GEOGRÁFICO Maria Wanderléa Rosário dos Santos Faculdade Integrada Brasil Amazônia - FIBRA Letícia Gabrielly de Sousa Pinto Faculdade Integrada Brasil Amazônia

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO

O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID RESUMO O JOGO NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA DE FORMAÇÃO DOCENTE EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PIBID Heloisa Braga dos Santos Christian Vieira de Souza RESUMO Este artigo foi elaborado com o objetivo de relatar a

Leia mais

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS

JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS JOGOS ELETRÔNICOS CONTRIBUINDO NO ENSINO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS MATEMÁTICOS NAS SÉRIES INICIAIS Educação Matemática na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (EMEIAIEF) GT 09 RESUMO

Leia mais

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NUMA ESCOLA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA: DA TEORIA À PRÁTICA

A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NUMA ESCOLA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA: DA TEORIA À PRÁTICA A INCLUSÃO DE ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS NUMA ESCOLA PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA: DA TEORIA À PRÁTICA Paloma Cristina Gadens de Almeida UNICENTRO, CAPES palomagadens@gmail.com

Leia mais

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO

ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO 1 ENSINO A DISTÂNCIA NA WEB : UM DESAFIO PARA A EDUCAÇÃO CELINA APARECIDA ALMEIDA PEREIRA ABAR Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Brasil abarcaap@pucsp.br - VIRTUAL EDUCA 2003-1 INTRODUÇÃO

Leia mais

AS RELAÇÕES DO ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E SUAS IMPLICAÇÕES NO ENSINO REGULAR INCLUSIVO

AS RELAÇÕES DO ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E SUAS IMPLICAÇÕES NO ENSINO REGULAR INCLUSIVO AS RELAÇÕES DO ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E SUAS IMPLICAÇÕES NO ENSINO REGULAR INCLUSIVO Kaceline Borba de Oliveira 1 Rosane Seeger da Silva 2 Resumo: O presente trabalho tem por objetivo, através

Leia mais

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL VIDAL DE NEGREIROS CUITÉ/PB

DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL VIDAL DE NEGREIROS CUITÉ/PB DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM EM MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL VIDAL DE NEGREIROS CUITÉ/PB Fabíola da Cruz Martins UFCG fabiolaa--@hotmail.com 1 ; Renato Cristiano

Leia mais

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar

Palavras-chave: Educação Especial; Educação Escolar Indígena; Censo Escolar INTERFACE DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: ALGUMAS REFLEXÕES A PARTIR DO CENSO ESCOLAR SÁ, Michele Aparecida de¹ ¹Doutoranda em Educação Especial - UFSCar CIA, Fabiana² ²Professora Adjunta

Leia mais

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA

REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA 178 REFLEXÃO E INTERVENÇÃO: PALAVRAS-CHAVE PARA A PRÁTICA EDUCATIVA FEBA, Berta Lúcia Tagliari 1... ler é solidarizar-se pela reflexão, pelo diálogo com o outro, a quem altera e que o altera (YUNES, 2002,

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL ISSN: 1981-3031 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR POLIVALENTE E O TRABALHO COM RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Juliane dos Santos Medeiros (UFAL) jumedeiros_santos@yahoo.com.br Rosemeire

Leia mais

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI

A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI A PERCEPÇÃO DE GRADUANDOS EM PEDAGOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR EM UMA FACULDADE EM MONTE ALEGRE DO PIAUÍ - PI Kássia Hellem Tavares da Silva (*), Lorrane de Castro Miranda, Israel

Leia mais

ESTATÍSTICA BÁSICA NO CURSO DE TÉCNICO INTEGRADO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

ESTATÍSTICA BÁSICA NO CURSO DE TÉCNICO INTEGRADO DE SEGURANÇA DO TRABALHO ESTATÍSTICA BÁSICA NO CURSO DE TÉCNICO INTEGRADO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Fabíola Nascimento dos Santos Paes Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco fabiola.paes@gmail.com Dorghisllany

Leia mais

FATORES INOVADORES NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE LÍNGUA ESPANHOLA

FATORES INOVADORES NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE LÍNGUA ESPANHOLA FATORES INOVADORES NA PRODUÇÃO TEXTUAL DE LÍNGUA ESPANHOLA que utiliza como instrumento inovador a produção de textos na língua espanhola, ou seja, desenvolver uma metodologia no processo de construção

Leia mais

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO MENTAL DO INDIVIDUO Maria Sebastiana Gomes Mota¹ Francisca Elisa de Lima Pereira² Resumo: Este artigo tem como objetivo

Leia mais

IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES?

IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES? IDEIAS SOBRE INCLUSÃO NO ESPAÇO ESCOLAR: O QUE DIZEM OS PROFESSORES? Jakson Luis Galdino Dourado (UFPB) jaksonpsi@gmail.com Emília Galdino Ferraz (UFPB) emilia_271@hotmail.com Herbert Costa do Rêgo (UEPB)

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 ANÁLISE ESTATÍSTICA DE DADOS DO INEP SOBRE A CORRELAÇÃO ENTRE O PERFIL PROFISSIONAL DOS PROFESSORES DA CIDADE DE SÃO CARLOS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO BÁSICA E, A BUSCA POR FORMAÇÃO CONTINUADA E INOVAÇÃO EDUCACIONAL

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

A ESCRITA NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: INSTRUMENTOS USUAIS DE REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA

A ESCRITA NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: INSTRUMENTOS USUAIS DE REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA A ESCRITA NA FORMAÇÃO CONTINUADA EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: INSTRUMENTOS USUAIS DE REFLEXÃO SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA Maria do Carmo Costa Maciel Especialista PROFEBPAR/UFMA Domício Magalhães Maciel Mestre

Leia mais