O MARKETING E A ESPETACULARIZAÇÃO URBANÍSTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O MARKETING E A ESPETACULARIZAÇÃO URBANÍSTICA"

Transcrição

1 Foto aérea Lagoa da Jansen- São Luís MA Fonte : O MARKETING E A ESPETACULARIZAÇÃO URBANÍSTICA Hermes da Fonseca Neto * arquiteto/ eng. Civil, formado pela Universidade Federal do Pará e Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará; professor do curso de Arquitettura e Urbanismo da Universidade Estadual do Maranhão; mestre em Desenvolvimento Urbano pela UFPE Universidade Federal de Pernambuco; doutorando em urbanismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ Não existe cidade sem cultura e não existe cultura sem cidade -Flusser

2 2 S U M Á R I O 1 INTRODUÇÃO A CULTURA DO MORAR OU MORAR COM A CULTURA TERRITORIALIDADE E CULTURA ESTUDO DE CASO A LAGOA DA JANSEN CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA...15

3 RESUMO 3 A regeneração cultural é a reversão do processo de esvaziamento e degradação de áreas consolidadas a partir de planos e projetos de intervenções nos quais a cultura é usada como estratégia principal. Neste aspecto alguns elementos ou equipamentos culturais são utilizados para dar a griffe na área trabalhada. Em áreas históricas estas intervenções são responsáveis pela reabilitação do patrimônio tombado. Nas áreas novas a melhoria dos serviços urbanos como transporte, comunicação e acessibilidade irão proporcionar a qualidade e a diversificação de atividades comericiais, residenciais, serviços e culturais onde os espaços urbanos, públicos e privados, são rigorosamente estudados e planejados para atingir o resultado almejado, ou seja, a melhoria da imagem da área em destaque. As intervenções devem oferecer condições para a produção e o consumo da cultura e para o turismo de uma maneira geral. O resultado destas intervenções culturais são áreas com novas configurações urbanas, voltadas para atividades culturais, turísticas e recreacionais, desde museus a atividades de representações musicais, teatro, shows, etc. Nos centros históricos o cuidado execessivo pelos bens imóveis poderá levar a museificação, ou seja, tombamento excessivo de predios históricos, tornando a cidade inteira um museu. Outro aspecto é a transformação de vários prédios históricos em museus, a musealização, contrariando a diversidade de usos, necessária para o processo de revitalização de áreas históricas. Nas áreas novas, e em cidades de pouco atrativo turístico, a tendência atual é a criação de equipamentos de lazer e entretentimento voltados para a diversão, com a construção de parques temáticos, transformando as cidades em verdadeiras disneylândias. Devido a insegurança das grandes cidades, os shopping centers foram responsáveis pela mudança dos hábitos, proporcionando o fim do espaço público comercial, a rua. Nas cidades os espaços públicos e privados estão cada vez mais fechados e vigiados. Nas novas intervenções urbanas, a culturalização é responsável pelo marketing e valorização da área, com a inserção de equipamentos e atividades culturais, turísitcas e recreacionais. Os tratamentos arquitetônico e paisagístico, com os novos recursos de iluminação e design arrojado, farão o diferencial da área renovada em relação a outras da cidade. É comum também a utilização de construções individuais em grande escala, quer seja em altura ou até mesmo na proposta arrojada do projeto do edifício, como atrativo turístico em cidades desprovidas de identidade cultural. A atividade cultural oriunda da inclusão de novos equipamentos e edifícios é responsável pela valorização imobiliária nestas áreas, proporcionando a mobilidade urbana residencial, e excluindo parte da população do prazer de usufruir destes serviços. O impasse a ser criado é se disponibiliza o acesso da cultura a todos ou restringe ao público de alta renda. Neste aspecto deverá ser observado também a necessidade de desenvolver identidades locais e culturais de

4 4 comunidades desfavorecidas ou se irá prevalecer a política como ingrediente de estratégia de internacionalização. Aprender com a cultura popular não retira o arquiteto de seu status na alta cultura, mas pode alterar a alta cultura para torná-la mais sensível às necessidades e questões atuais. As classes sociais raramente fazem alianças temporárias no projeto e construção de uma arquitetura comunitária. Na mobilidade residencial, decorrente da valorização das áreas onde houve a regeneração cultural, o grande impasse é quem será o morador destes novos espaços já qualificados e culturalizados. O caráter empresarial das intervenções urbanas renovadoras gera a gentrificação e a espetacularização tendo em vista que o principal objetivo é o sucesso econômico dos investimentos. A gentrificação também exclue os grupos de menor renda ao acesso aos espaços, aos equipamentos e atividades culturais. O trabalho é uma análise das intervenções urbanísticas ocorridas em São Luís, cidade que possui o título de Patrimônio da Humanidade, outorgado pela Unesco em 1997, por manter o mais homogêneo conjunto arquitetônico civil de origem portuguesa, procurando indenticar nas áreas novas da cidade, projetos nos quais se fez uso estratégico de regeneração cultural tendo por objetivo o desenvolvimento local, responsável pela valorização imobiliária de áreas degradadas. Adotou-se a área adjacente a Lagoa da Jansen para o estudo de caso, que sofreu o impacto positivo da valorização após a sua urbanização, onde se criou uma série de atividades de lazer e cultura.

5 5 1 - INTRODUÇÃO A regeneração cultural é a reversão do processo de esvaziamento e degradação de áreas consolidadas a partir de planos e projetos de intervenções nos quais a cultura é usada como estratégia principal. Neste aspecto alguns elementos ou equipamentos culturais são utilizados para dar a griffe na área trabalhada. Em áreas históricas estas intervenções são responsáveis pela reabilitação do patrimônio tombado. Nas áreas novas a melhoria dos serviços urbanos como transporte, comunicação e acessibilidade irão proporcionar a qualidade e a diversificação de atividades comericiais, residenciais, serviços e culturais onde os espaços urbanos, públicos e privados, são rigorosamente estudados e planejados para atingir o resultado almejado, ou seja, a melhoria da imagem da área em destaque. As intervenções devem oferecer condições para a produção e o consumo da cultura e para o turismo de uma maneira geral. O resultado destas intervenções culturais são áreas com novas configurações urbanas, voltadas para atividades culturais, turísticas e recreacionais, desde museus a atividades de representações musicais, teatro, shows, etc. Nos centros históricos o cuidado execessivo pelos bens imóveis poderá levar a museificação, ou seja, tombamento excessivo de predios históricos, tornando a cidade inteira um museu. Outro aspecto é a transformação de vários prédios históricos em museus, a musealização, contrariando a diversidade de usos, necessária para o processo de revitalização de áreas históricas. Nas áreas novas, e em cidades de pouco atrativo turístico, a tendência atual é a criação de equipamentos de lazer e entretentimento voltados para a diversão, com a construção de parques temáticos, transformando as cidades em verdadeiras disneylândias. Devido a insegurança das grandes cidades, os shopping centers foram responsáveis pela mudança dos hábitos, proporcionando o fim do espaço público comercial, a rua. Nas cidades os espaços públicos e privados estão cada vez mais fechados e vigiados. Nas novas intervenções urbanas, a culturalização é responsável pelo marketing e valorização da área, com a inserção de equipamentos e atividades culturais, turísitcas e recreacionais. Os tratamentos arquitetônico e paisagístico, com os novos recursos de iluminação e design arrojado, farão o diferencial da área renovada em relação a outras da cidade. É comum também a utilização de construções individuais em grande escala, quer seja em altura ou até mesmo na proposta arrojada do projeto do edifício, como atrativo turístico em cidades desprovidas de identidade cultural. A atividade cultural oriunda da inclusão de novos equipamentos e edifícios é responsável pela valorização imobiliária nestas áreas, proporcionando a mobilidade urbana residencial, e excluindo parte da população do prazer de usufruir destes serviços. O impasse a ser criado é se disponibiliza o acesso da cultura a todos ou restringe ao público de alta renda. Neste aspecto

6 6 deverá ser observado também a necessidade de desenvolver identidades locais e culturais de comunidades desfavorecidas ou se irá prevalecer a política como ingrediente de estratégia de internacionalização. Aprender com a cultura popular não retira o arquiteto de seu status na alta cultura, mas pode alterar a alta cultura para torná-la mais sensível às necessidades e questões atuais. As classes sociais raramente fazem alianças temporárias no projeto e construção de uma arquitetura comunitária. Na mobilidade residencial, decorrente da valorização das áreas onde houve a regeneração cultural, o grande impasse é quem será o morador destes novos espaços já qualificados e culturalizados. O caráter empresarial das intervenções urbanas renovadoras gera a gentrificação e a espetacularização tendo em vista que o principal objetivo é o sucesso econômico dos investimentos. A gentrificação também exclue os grupos de menor renda ao acesso aos espaços, aos equipamentos e atividades culturais. O texto é uma análise das intervenções urbanísticas ocorridas em São Luís, cidade que possui o título de Patrimônio da Humanidade, outorgado pela Unesco em 1997, por manter o mais homogêneo conjunto arquitetônico civil de origem portuguesa, procurando indenticar nas áreas novas da cidade, projetos nos quais se fez uso estratégico de regeneração cultural tendo por objetivo o desenvolvimento local, responsável pela valorização imobiliária de áreas degradadas. Adotou-se a área adjacente a Lagoa da Jansen para o estudo de caso, que sofreu o impacto positivo da valorização após a sua urbanização, onde se criou uma série de atividades de lazer e cultura. 2 A CULTURA DO MORAR OU MORAR COM A CULTURA Ao se avaliar o mercado imobiliário de São Luís e os artifícos utilizados pelos seus agentes para atrair os possíveis compradores dos imóveis em áreas novas, que sofreram melhorias urbanas e inserção de equipamentos de lazer e cultura, se faz necessário uma discussão de forma abrangente das estratégias de marketing utilizadas para a valorização do espaço urbano requalificado e as relações causuais, que possam existir, entre práticas culturais, equipamentos coletivos de consumo, espaço urbano, etc., ou até mesmo a própria arquitetura como elemento cultural da paisagem urbana. Analisando a arquitetura historicamente como elemento cultural da paisagem urbana percebe-se que nos últimos quarenta anos, os teóricos da arquitetura moderna trataram o espaço como o ingrediente essencial que separa a arquitetura da pintura, da escultura e da literatura, onde a arquitetura escultural ou pictórica é inaceitável, porque o Espaço é sagrado. Surge a arquitetura de estilos e signos antiespacial, mais de comunicação do que de espaço, onde a comunicação domina o espaço como um elemento na arquitetura da paisagem. Em Las Vegas, por exemplo, o cassino é um espaço grande e baixo, é o arquétipo de todos os espaços interiores públicos cuja altura é diminuída por causa do orçamento e do ar condicionado; é fácil conseguir o

7 7 vão e o volume é determinado pelas limitações mecânicas e econômicas da altura no passado, grandes vãos com suas alturas concomitantes eram um ingrediente de monumentalidade arquitetônica. (VENTURI) Para Tom Wolfe, arquiteto e planejador urbano, as comparações de Las Vegas com outras zonas de prazer do mundo com Marienbad, o Alhambra, Xanadu e Disneylândia indicam que para a imageria da arquitetura do ócio são essenciais a leveza, a qualidade de ser um oásis em um contexto talvez hostil, o simbolismo realçado e a capacidade de envolver o visitante em um novo papel.( VENTURI) Alguns autores se manifestam discordando quanto à possibilidade de a cidade futuramente se esfacelar num espaço de estrutura policêntrica, outros discordam da possibilidade da força produtiva da interação ser aproveitada para desenvover novas formas de ambiente público, entretanto, não há consenso quanto à contribuição positiva da cultura efêmera dos eventos nesse processo, onde esta poderá ser apenas uma hábil estratégia de marketing, e neste caso os artistas se tornam animadores de uma sociedade à procura de diversão e espetáculos passageiros, como acontece em Las Vegas. ( PALAMIN,2002) A cultura se tornou um campo da meditação tecnológica, que se traduz em megaporduções para públicos de milhares de pessoas. Ela é representada por um conjunto de expressões no âmbito do entretenimento, do consumo e do agenciamento físico, energético, sensorial e pulsional. Neste aspecto o reflexo prevalece sobre a reflexão, o signo prevalece sobre o símbolo e a virtualidade prevalece sobre a representação. A publicidade e as técnicas publicitárias adquiriram papel crucial como modelo para o próprio fazer e criação artística. O importante é a participação direta e ativa do indivíduo na comunidade da qual ele é um componente, sendo esssa a maneira pela qual a cidade se torna um núcleo potencializador de criatividade, de transformações e de integração cultural. A vitalidade que se pode obter de uma arquitetura de inclusão pode ser constrastada com os resultados mortíferos de uma preocupação excessiva com o gosto e o projeto total. A arquitetura, como em Las Vegas, pode remeter a outras coisas, sobre o passado e o presente, ou sobre nossos grandes lugares comuns ou velhos clichês, e inclusão do cotidiano no ambiente, sagrado e profano é isso que está faltando na arquitetura moderna de hoje, onde ao mesmo tempo em que rejeita o simbolismo explícito e o ornamento aplicado frívolo, faz com que todo edifício degenere em um grande ornamento. (VENTURI) Uma cidade é um conjunto de atividades entrelaçadas que formam um padrão sobre o solo.( VENTURI)

8 8 A arquitetura vernacular comercial foi uma fonte inicial do simbolismo na arquitetura. A megaestrutura é uma distorção do processo de construção normal da cidade, em nome de outras coisas, da imagem. A arquitetura moderna recente atingiu o formalismo ao mesmo tempo em que regeitava a forma; promoveu o expressionismo enquanto ignorava o ornamento; e deificou o espaço enquanto regeitava os símbolos. A imagem da cidade depende da sua forma de crescimento, que pode ser caótico ou ordenado, e isso se reflete também de modo extraordinário no modo de vida das pessoas, que precisam reconhecer-se naquilo que vêem. Em algumas cidades é necessário criar espaços públicos transparentes em que as pessoas possam viver. (PALLAMIN, 2002) Segundo Oskar Negt (apud PALLAMIN, 2002), na sua discussão sobre a cidade, em que ele apontou uma nova cultura urbana, chamada de Urbanitat, onde deve-se preservar dentro da vida urbana uma civilidade e uma cidadania, que parecia estar na origem da própria fundação dos centros urbanos. Para ele não há cultura sem cidade contrapondo a tese de um europeu chamado Vilem Flusser, onde afirma que uma cidade que não tem cultura própria não existe como cidade; é impossível conceber uma cidade sem criatividade e autenticidade cultural em todos os campos, o literário, o arquitetônico, o estético (artes plásticas, pintura, música, etc.). No sentido clássico uma cidade seria composta de três grandes espaços: o político, o econômico e o cultural. Em alguns casos utiliza-se de artifícios para integrar velhos e novos códigos e definir valores em função da cultura como um instrumento de conscientização da vida urbana. A sociedade já não possue os mesmos valores antigos e ao mesmo tempo há uma procura de novos valores que ainda não existem nesta sociedade globalizada, num intenso movimento de procura, sem ter uma noção clara do que é certo e do que seja errado, dentre os valores que mudaram foi a forma de morar. Hoje em dia morar em prédio de apartamentos é a mais utilizada pela classe média. Neste aspecto os atributos utilizados nas peças publicitárias para vender o sonho de morar vincula as caracterísiticas arquitetônicas dos empreendimentos imobiliários ao local onde será implantado o edifício, associando as proximidades do mar e a alguns equipamentos urbanos que valorizam a sua futura localização. A espetacularização é dada pelo arrojo arquitetônico do projeto, onde muitas vezes o arquiteto se utiliza de elementos arquietônicos e adornos para caracterizar algum valor simbólico ao edifício, ou até mesmo justificar o nome atribuído ao empreeendimento. As estratégias de marketing vincula a compra do imóvel à realização de um sonho. A indústria imobiliária introduz novos produtos no mercado que venha a satisfazer as espectativas dos consumidores. A publicidade tem um papel central, não somente ao transmitir imagens que reforçam a percepção das pessoas sobre suas necessidades, mas, também, introduzindo novas formas de viver. Dentre as estratégias conceituais de marketing está a identificação com aspectos culturais da sociedade local. Neste aspecto a introdução de elementos culturais na paisagem urbana irão permitir a valorização de áreas onde novos edifícios são implantados.

9 9 Segundo Sharon Zukin, algo mudou na maneira pela qual organizamos o que vemos e o processo através do qual construímos novas paisagens urbanas. Neste aspecto o processo contemporâneo que caracteriza as paisagens, que os geógrafos e historiadores da arte definiam como construção imaterial e repreentação simbólica das relações sociais e espaciais, é o da apropriação cultural com o enobreciemento da região e conseqüente expulsão de seus moadores ou dissociação destes com o espaço em que vivem. A autora define este processo sob duas práticas: apropriação dirigida, por artistas que ocupam antigas áreas com o objetivo de revitalizálas, funcionando tanto como consumidores primários que produzem novos bens culturais para consumo próprio, quanto como referenciais de novas categorias culturais que participam do efeito de enobrecimento da região; e uma apropriação indiretamente dirigida, pela valorização de alguns lugares, baseando-se na nostalgia, no belo e herança que os antigos prédios representam e apontando para seus moradores a necessidade pelo aspecto maltratado e mal usado destes edifícios. Para Lia Motta (ARANTES,2000) as praticas de intervenções em áreas consideradas históricas, apropriam-se destes lugares que passam a funcionar como referências de conhecimento, de história, de memória, ao mesmo tempo em que funcionam como consumo visual, como produtos na disputa entre cidades dentro de um mercado mundializado. É o aspecto cenográfico da paisagem de consumo fácil, que apaga, sob o argumento da preservação, o espaço vivido (com memória e sujeitos vivendo dentro). A cultura poderá ser responsável pelo marketing urbano e como estratégia de revitalização urbana, onde se conjugam objetivos econômicos e sociais. Exemplos significativos de reformas intra-urbanas de cunho monumental: a área do pelourinho em Salvadolr, os centros de Recife e do Rio de Janeiro, e o centro histórico de São Luís. Em alguns países concentram esforços na expansão da oferta de serviços e equipamentos culturais, ao invés de previlegiar indústrias, por exemplo, mais presentes nos índices de crescimento econômico e sociais destes países, típicos da década de A implementação de políticas culturais seletivas, valorizando espaços específicos da cidade, reforça as distancias sociais, mas poderá ocorrer reivindicações nas áreas periféricas. (SILVEIRA) A distribuição espacial de infra-estrutura e equipamentos urbanos, atendendo primeiramente aos bairros onde se concentram elites econômicas, exclui as classes mais pobres dos benefícios do progresso. É importante dar condições para as manifestações culturais na experência cotidiana presente nos diferentes momentos de vivência de cada um, com infraestruturas funcionais, estéticas e lúdicas que façam a vida urbana não apenas suportável mas desejável. A cidade passa a ser palco de relações inter-sociais onde os homens também aprendem a viver ludicamente. Segundo VAZ (2003), deve-se aproveitar da moda de utilização da cultura para revitalizar o espaço urbano, como meio de democratizar-se a cultura, facilitando o acesso à cultura erudita e ao mesmo tempo valorizando a cultura popular, podendo inclusive aproveitar o recurso da

10 10 utilização da cultura para se criar espaços de inclusão social através da participação da população. Mais adiante afirma que uma verdadeira revitalização urbana através da cultura seria aquela que não provoque a gentrificação, seja ela urbana ou cultural. Os espaços públicos e equipamentos culturais surgem, então, como instrumentos raros de engajamento do homem em seu entorno e de retomada de uma identidade sócio cultural.(santos, 1993) 3 TERRITORIALIDADE E CULTURA A cultura e territorialidade são, de certo modo, sinônimos. A cultura, segundo SANTOS (1998) é a forma de comunicaçào do indivíduo e do grupo com o universo, é uma herança, mas também um reaprendizado das relações profundas entre o homem e seu meio, um resultado obtido através do próprio processo de viver. A cultura é a forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo, sendo além de uma herança, o reaprendizado das relações profundas entre o homem e o seu meio, e obtido através do próprio processo de viver. Além das práticas sociais e o processo produtivo, a cultura é que dá a coinsciência de pertencer a um grupo. O território em que se vive, o bairro, a quadra, a rua, não é somente um simples conjunto de objetos, mediante os quais trabalhamos, circulamos, moramos, mas também um dado simbólico onde a linguagem regional é responsável pela comunhão que mantemos com este lugar. Para a maioria das pessoas a cidade, como um todo, ao primeiro contato é impalpável, não se deixando entender apenas com o que aprendemos em suas enormes quantidades, nada mais que uma fração do todo. A grande maioria dos cidadãos não percebe a cidade senão pela lógica dos medos, das premonições, da sensibilidade, que se aguça com o próprio processo de trabalho. Segundo P. Rimabaud apud SANTOS( 1998), a cidade transforma tudo, inclusive a matéria inerte, em elementos de cultura. De que cultura estamos falando? Sobre a cultura de massas, que se alimenta das coisas, ou da cultura profunda, cultura popular, que se nutre dos homens? A cultura de massas, denominada cultura por ser homogemônica, é adversária da consciência. (SANTOS, 1998) É da cultura de massa que as classes médias retiram argumento para racionalizar sua própria existência. Os carentes não tem recursos para absorver esta cultura pois não dispõem de recursos para adquirir as coisas que transmitem e asseguram essa cultura de massa. É por isso que as cidades abrigam ao meso tempo uma cultura de massas e uma cultura popular, que colaboram e se atritam, interferem e se excluem, somando-se e se subtraem, num jogo dialético sem fim. O fenômeno humano é dinâmico e uma das formas de revelação desse dinamismo está, exatamente, na transformação qualitativa e quantitativa do espaço habitado. O meio urbano é cada vez mais um meio artificial, fabricado com restos da natureza primitiva crescentemente encobertos pelas obras dos homens. A paisagem cultural substitui a paisagem natural e os

11 11 artefatos tomam, sobre a superfície da terra, um lugar cada vez mais amplo. (SANTOS, 1997, p.42.) Carl Sauer, pai da geografia cultural propôs que considerássemos dois tipos de paisagem, a natural e a artificial. A medida que o homem se defronta com a natureza, há entre os dois uma relação cultural, que é também política, técnica, etc. É a marca do homem sobre a natureza chamada de socialização por Marx.( SANTOS, 1997, p. 64) O que nos interessa é o caráter coletivo da utilização destes equipamentos urbanos, tendo em vista que boa parte da comunidade vem perdendo o direito de acesso a locais e equipamentos, seja por seu baixo poder de consumo, seja pela apropriação privada de áreas públicas. Os sociólogos denominam equipamentos culturais os teatros museus, centros culturais, bibliotecas, salas de exposição, (SANTOS, 1993), entretanto o nosso trabalho irá focalizar os espaços públicos e sua apropriação, mas precisamente os espaços, equipamentos culturais e atividades oruindos do processo de urbanização da Lagoa da Jansen. Para finaliar a compreensão da importância desta área (Lagoa da Jansen) para a cidade citaremos um trecho do livro O direito à cidade, Lefebvre ( 1969) apud SANTOS (1993): Pôr a arte ao serviço do urbano não significa de modo algum enfeitar o espaço urbano com objetos de arte (...) Não esqueçamos que os jardins, os parques e passagens fizeram parte da vida urbana tanto quanto as belas artes (...) a arquitetura como arte e técnica também têm necessidade de uma orientação (...) Por outras palavras, o futuro da arte não é artístico, mas urbano. 4 ESTUDO DE CASO A LAGOA DA JANSEN Para o estudo de caso, a Lagoa da Jansen, pode-se inicialmente classificá-la de paisagem artificial, segundo SANTOS (1997), citado no ítem anterior, onde além da definição de paisagem natural e artificial discute a relação cultural entre o homem e a natureza, ao transformá-la em equipamento urbano que resulta da socialização citada por Marx. Segundo Harvey existem duas formas de capital imobiliário: o que explora a cidade para se apropiar da renda (proprietários de terras ou de imóveis, e incorporadores) e o que obtém lucro com a produção do próprio espaço urbano (construtoras e financeiras). Oítilia Arantes apud PALLAMIN ( 2001), trata o capitalismo como uma máquina de gerar insignificância, destinada a acumular indefinitivamente mais do mesmo, e num projeto de restauração do sentido original do fazer cidade movido a ocasiões sem significado urbano intrínseco, alem da equivalência das boas oportunidades, em si mesmas indiferentes, sendo esse, sem dúvida, um dos traços do urbanismo dito de última geração : vive-se à espreita de

12 12 ocasiões...para fazer negócios! Neste caso o que está a venda é um produto inédito: a própria cidade, que para tanto precisa adotar uma política de marketing. Dentre os aspectos que aumenta significativamente o valor do empreendimento é a proximidade a sítios naturais e marcos referenciais até mesmo mangues tão comuns na cidade, e até bem pouco desprezados, tornam-se marcos paisagísticos. É o caso dos imóveis próximo da Lagoa da Jansen, em São Luís, que foram valorizados após as obras de urbanização da área bastante degradada, onde foram inseridos equipamentos urbanos de lazer e cultura, que incentivaram também a localização de novos empreendimentos hoteleiros. A função social da cidade pressupõe a subordinação do solo urbano às necessidades coletivas, com a vida urbana mais humanizada e a importância dos espaços públicos para as necessidades coletivas. A área de entorno da Lagoa e seus equipamentos urbanos atendem a função social almejada, entretanto de forma seletiva como já foi abordado. Paul Chaval, geógrafo e urbanista, apud SANTOS (1993) aponta o deslocamento dos locais de encontro, que no século XVIII eram em espaços fechados os salões em direção aos locais públicos a partir do século XIX, onde o entorno e o clima do bairro influem muito para que um estabelecimento de encontro se torne um sucesso. Segundo Chaval alguns lugares já se mostram solidamente integrados aos circuitos culturais mesmo sem terem sido planejados para isso; enquanto que o planejamento com uma ação racional que destine a uma certa área a função socializante nem sempre é bem-sucedido. Atribuindo-se à área da Lagoa da Jansen os conceitos de Chaval, percebe-se que a função socializante deste espaço foi bem sucedida com inúmeras atividades que possibiltam a integração de seus usuários, contrapondo-se com algumas cidades onde predominam as culturas temporais de eventos, inclusive esportivos, que permitem a sensação de novas experiências na comunidade, sem que exijam vínculos duradouros com a sociedade urbana. A midialização tende a privatizar os eventos culturais originalmente públicos e a sua percepção desvalorizando a função simbólica integradora de elementos tradicionais, por exemplo, da casa, da quadra, da rua, da praça e do bairro. Para substituir são criadas as culturas temporárias de eventos inclusive esportivos, que independente dos vínculos duradouros com a sociedade urbana, permitem a sensação de novas esperiências de comunidade. A cultura de massa apontada no capítulo anterior, no caso da Lagoa da Jansen, está representada pelas diversas atividades oriundas dos equipamentos urbanos existente na Lagoa da Jansen: da concha acústica, da pista de skate, da área de feira de artezanatos, até o simples ato de caminhar no seu perímetro. Contrastando a tudo isto verifica-se uma área remanescente de habitantes, da área anteriormente alagada, beneficiada com o processo de urbanização, que mantém as suas raízes culturais, da cultura popular do regae.

13 13 É necessário estabelecer a diferenciação entre o consumo nas práticas sociais, entendido enquanto opção, eleição, livre arbítrio, ou seja, o consumo cultural como ato social, com o consumismo de bens culturais como expressão de uma relação histórica, econômica e socialmente específica. Siginifica distinguir, do ponto de vista da prática social, o usuário aquele que elege, que escolhe e usa, do visitante eventual do equipamento cultural. A não utilização, por parte da população de baixa renda, dos equipamentos urbanos disponíveis na área urbanizada da Lagoa da Jansen, pode ser analisada segundo Bourdieu apud SCHVASBERG (1989), que diz que as satisfações vinculadas à percepção de um bem somente são acessíveis àqueles que estão dispostos a se lhes apropiar, poque lhes atribui valor a bens culturais se não se dispõe de meios adequados que propiciem a sua apropriação. Segundo Harvey apud SCHVASBERG (1989), a maioria das decisões tomadas no planejamento físico do sistema urbano é influenciada por pequenos, poucos e poderosos grupos oligopolísticos. Estes grupos estão, com efeito, reorganizando os estímulos físicos (através de equipamentos tais como Rodovia aqui, um Cinema ali, uma Escola acolá, etc) para grandes massas de indivíduos organizados precariamente, o que origina a seguinte conclusão: umas pequenas subculturas influentes dentro da cultura urbana estão apadronizando situações-estímulo para outra subculturas. É muito difícil comparar o valor do espaço livre ou de um equipamento coletivo em uma parte do sistema urbano, com o mesmo espaço ou equipamento em outra parte; grupos distintos desenvolverão interesses diferenciados com relação ao seu uso, e alguns grupos, poderão não ter nenhum uso para eles, bastante presente nas diferentes apropriações de uso dos equipamentos de lazer oferecidos na área da Lagoa em questão. Segundo SCHVASBERG( 1989), em face da emergência de novas atividades relacionadas ao lazer e a cultura o planejador urbano deve revelar as carências do centro, da periferia e do subúrbio. Ele afirma que na implantação geográfica destes equipamentos deve-se considerar dois fatores intimamente ligados à possibilidade de aqueles serem apropriados para o maior número de cidadãos: o grau de motorizaçào e/ou disponibilidade de transportes coletivos, e a densidade de concentração da população, mais adiante consolida a articulação entre sociedade de consumo e equipamentos culturais e de lazer, afirmando que a ampliação do lazer faz parte de uma economia com um setor terciário cada vez mais forte. Entretanto o geógrafo Milton Santos em seu livro O Espaço do Cidadão (1987) afrima que os espaços modernos atendem aos interesses de mercado e não ao interesses mais profundos dos homens, onde alienação moderna e espaço são indissociáveis. Para ele é neessário que o homem se mantenha em seu teritório (sua terra natal), para manter uma relação de troca com o seu espaço, porque há uma força da cultura. Ao mesmo tempo em que a cidade é uma amaranhado de bairros, ruas e vias que para um novo habitante causa terror e uma desculturização nela se concentram oportunidades e equipamentos que produzem cultura e

14 14 erudição; quanto mais a cidade causa alienação, maior deve ser o seu papel de espaço revelador, maior deve ser a preocupação com a criação de equipamentos culturais. A análise do urbano é um complexo de relações em constituição, das quais não se exclui a idéia do projeto, e neste caso a inclusão ou não de equipamentos culturais. Segundo Henri Lefebvre apud CARLOS (2001), em seu livro La production de l espace esse projeto deve ser capaz de pensar a cidade como lugar onde os grupos podem reencontrar-se, onde haja conflitos, mas também alianças, onde eles concorram a uma obra coletiva, onde o direito à cidade se coloque como participação de todos no controle e na gestão da cidade e na plena participação social, onde a diferença se realize na obra como atividade criadora. O efeito integrador da cidade está na participação direta e no sentido de que um ser humano só será completo se for parte integrante e ativa da comunidade da qual é componente, maneira pela qual a cidade se torna um núcleo potencializador de criatividade, transformações e de integração cultural. PALLAMIN, CONCLUSÃO As estratégias urbano-culturais adotadas para a melhoria e valorização de áreas novas da cidade ou zonas decadentes podem gerar efeitos nefastos como a gentrificação destas áreas reabilitadas, assim como efeitos econômicos ditos positivos, como o desenvolvimento do turismo e uma contribuição real para um desenvolvimento cultural da população local. A espetacularização da cultura, de acordo com VAZ (2003), abordada neste texto, referese ao momento em que as obras artísticas passam do esclarecimento ao entretenimento ou diversão, para poder proporcionar uma nova forma de lazer para a sociedade de massa. A revolução cultural seria uma forma de atuação contra a banalidade do cotidiano, através da transformação da vida cotidiana pela construção de situações que leve a participação da população, assim como o lazer seria o tempo livre para o prazer e não para a alienação; o lazer passaria a ser ativo e criativo através da participação popular. Com a globalização a cultura se transformou em uma imagem de marca, de marketing puro, utilizado inclusive para agregar valores nas transações imobiliárias onde vultosos recursos são investidos em estruturas urbanas e arquiteturas de griffe capazes de disseminar contaminações positivas (VAZ, 2003) sobre a cidade. Na Lagoa da Jansen a espetacularização se dá aos atributos da intervenção urbana, aos projetos e empreendimentos de griffe que surgiram, criando além da identidade ao lugar, uma nova imagem para a cidade, que resultou na valorização dos imóveis localizados no seu entorno. No que diz respeito a cultura a área oferece várias opções dentre elas o espaço para shows na sua concha acústica e o uso da área para as festas de São João; entretanto, a maior contribuição da área é o caracter social e de inclusão social através da participação da população das atividades de esporte e lazer que a área oferece.

15 15 A transformação induzida de um espaço em um lugar, a mudançca experimentada por um espaço que, ao ter seus valores veiculados pelos meios de comunicação, pode chegar a adquirir qualificações corespondentes às que são próprias de um lugar urbano. Está-se aí perante uma estratégia de marketing que visa a promoção de um lugar que alguns autores denominam place-marketing. Em certos casos, o fenômeno do place-marketing pode conduzir até mesmo a provocar uma espetacularização de um espaço urbano, como lembra Garcia (1997:34) quando observa que entre os cidadãos e a cidade estão os meios tecnológicos de comunicação. Eles não informam sobre a cidade, eles a refazem à sua maneira, hiper-realizam a cidade transformando-a num espetáculo. 6 - BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ARANTES, Antonio Augusto ( org.). O espaço da Diferença. Campinas, Papirus, CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço tempo na metrópole : a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo: Contexto, DAVIS, Mike.City of Quartz Exvavating the Future in Los Angeles. Vintage Books, New York, GARCIA, F. E. S. Cidade Espetáculo: política, planejamento e city marketing. Curitiba: Palavra, LOUREIRO, Claudia e AMORIM, Luiz. Dize-me teu nome, tua altura e onde moras e te direi quem és: estratégias de marketing e a criação da casa ideal parte 1. Textos Especiais Arquitextos, n São Paulo, Portal Vitruvius, fev MEYER, Han.City and Port. Rotterdam PALAMIN, Vera (org); e LUDEMANN. Cidade e cultura : esfera pública e transformação urbana. São Paulo : Estação Liberdade, RIO, Vicente del; DUARTE, Cristiane Rose; e RHEINGANTZ, Paulo Afonso. Projeto do Lugar colaboração entre psicologia, arquitetura e urbanismo. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraia / PROARQ, SANTOS, Márcia de Noronha. O papel dos equipamentos culturais nas transformações recentes do centro da cidade do Rio de Janeiro. Trabalho para conclusão do curso de

16 especialização em Urbanismo F.A.U./U.F.R.J. Rio de Janeiro, SANTOS, Milton. Metamorfose do Espaço Habitado. Editora Hucitec. São Paulo, SCHVASBERG, Benny. Espaço&Cultura Equipamentos Coletivos, Política Cultural e Processos Urbanos.Tese de mestrado pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional. Rio de Janeiro, SILVEIRA, Carmen Beatriz; e FERRAN, Márcia Noronha Santos. Políticas culturais e valorização simbólica do espaço: Rio de Janeiro Capital Cultural. (mimeo) VAZ, Lilian e JACQUES, Paola Berenstein.A cultura na revitalização urbana espetáculo ou participação. Espaço&Debates São Paulo v.23 n p jan/dez 2003 VENTURI, Robert; BROWN, Denise Scott; e IZENOUR, Steven. Aprendendo com Las Vegas o simbolismo (esquecido) da forma arquitetônica. Cosac& Naify ZUKIN, Sharon. Paisagens Urbanas Pós-Modernas; mapeando cultura e poder. In Revista do Patrimônio Histórico e Art nacional n. 24, 1996 p 205/219.

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009.

CASTRIOTA, L.B. Patrimônio Cultural. Conceitos, políticas, instrumentos. São Paulo: Annablume; Belo Horizonte: IEDS, 2009. INVENTÁRIO DE BENS CULTURAIS DE RIBEIRÃO PRETO SP Henrique Telles Vichnewski 1 Lílian Rodrigues de O. Rosa 2 Nainôra Maria B. de Freitas 3 O Inventário de Bens Culturais de Ribeirão Preto faz parte do

Leia mais

INCLUSÃO DE HABITAÇÕES SOCIAIS PARA REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL DE PRESIDENTE PRUDENTE

INCLUSÃO DE HABITAÇÕES SOCIAIS PARA REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL DE PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 244 INCLUSÃO DE HABITAÇÕES SOCIAIS PARA REQUALIFICAÇÃO DA ÁREA CENTRAL DE PRESIDENTE PRUDENTE João Victor de Souza

Leia mais

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco

Projeto Cidade da Copa : influência na mobilidade da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco Danilo Corsino de Queiróz Albuquerque¹ Ana Regina Marinho Dantas Barboza da Rocha Serafim² ¹Graduando do 5º Período no Curso de Licenciatura em Geografia pela Universidade de Pernambuco (UPE), E-mail:

Leia mais

PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DE TRABALHO

PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO DE TRABALHO UNIÃO DE ENSINO E CULTURA DE GUARAPUAVA - UNIGUA FACULDADE GUARAPUAVA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PERFIL DO CURSO INFORMAÇÕES SOBRE AS ATRIBUIÇÕES DOS ARQUITETOS E URBANISTAS INFORMAÇÕES SOBRE O MERCADO

Leia mais

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo

5.1. As significações do vinho e o aumento de seu consumo 5 Conclusão Para melhor organizar a conclusão desse estudo, esse capítulo foi dividido em quatro partes. A primeira delas aborda as significações do vinho e como elas se relacionam com o aumento de consumo

Leia mais

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992

PLANO DIRETOR DECENAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. LEI COMPLEMENTAR N 16, de 4 de junho de 1992 Um plano e novas definições Em 1992, foi publicado na forma de lei complementar o Plano Decenal da Cidade do Rio de Janeiro. Estabeleciam-se então as normas para a política urbana de nossa cidade que deveriam

Leia mais

PROTOCOLO QUE ESTABELECE METAS PARA A GESTÃO DO RECIFE

PROTOCOLO QUE ESTABELECE METAS PARA A GESTÃO DO RECIFE PROTOCOLO QUE ESTABELECE METAS PARA A GESTÃO DO RECIFE PREÂMBULO O Instituto de Arquitetos do Brasil, Departamento de Pernambuco IAB-PE, representado por sua Presidente, Arquiteta e Urbanista Vitória Régia

Leia mais

3 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL

3 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL 3 DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL O Centro Histórico de Belém atravessa hoje um dos períodos mais críticos de sua história. O legado cultural herdado, materializado na forma de um inestimável acervo arquitetônico

Leia mais

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS

INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Secretaria Municipal de Urbanismo INSTRUMENTOS DO PLANO DIRETOR CARTILHA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO LUOS Lei de Uso e Ocupação do Solo: Introdução Estamos construindo uma cidade cada vez melhor A Lei

Leia mais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais

Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino Pinto Orientadora: Regina Célia de Mattos. Considerações Iniciais AS TRANSFORMAÇÕES ESPACIAIS NA ZONA OESTE DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO A PARTIR DOS INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PARA COPA DO MUNDO EM 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016 Aluno: Antero Vinicius Portela Firmino

Leia mais

População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro

População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro População à deriva: entre o descaso urbano e a vertigem revitalizadora da zona portuária do Rio de Janeiro Caroline dos Santos Santana caroline_santana@ymail.com Escola de Serviço Social 10 período Orientadora:

Leia mais

PAC CIDADES HISTÓRICAS. Natal /RN

PAC CIDADES HISTÓRICAS. Natal /RN PAC CIDADES HISTÓRICAS Natal /RN INTRODUÇÃO O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), iniciado em 2007, é uma inciativa do governo federal coordenada pelo Ministério do Planejamento que promoveu a

Leia mais

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE

ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE ESTUDO PARA INTERVENCAO EM MONUMENTOS E SITIOS HISTORICOS: O Caso do Mercado de Farinha de Caruaru-PE TENORIO, LUCIENE A. (1); CARVALHO, AMANDA B. (2); ZHAYRA, ADELAIDE C. (3) 1. LVF Empreendimentos LTDA.

Leia mais

A Nova Velha Praça do Ferreira: signo da requalificação do Centro de Fortaleza.

A Nova Velha Praça do Ferreira: signo da requalificação do Centro de Fortaleza. A Nova Velha Praça do Ferreira: signo da requalificação do Centro de Fortaleza. Ricardo Alexandre Paiva FAUUSP-DAUUFC paiva_ricardo@yahoo.com.br O objeto de estudo do presente trabalho é uma análise do

Leia mais

COMÉRCIO E CIDADE : UMA RELAÇÃO DE ORIGEM

COMÉRCIO E CIDADE : UMA RELAÇÃO DE ORIGEM 1 COMÉRCIO E CIDADE : UMA RELAÇÃO DE ORIGEM Heliana Comin Vargas Publicado no Portal do Estado de São Paulo. www.estadao.com.br/ext/eleicoes/artigos31/08/2000 Desde o início das civilizações, comércio

Leia mais

RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO RECENTRALIZAÇÃO E OS SERVIÇOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Susana Mara Miranda Pacheco Universidade do Estado do Rio de Janeiro susanamp@uerj.br Pensar o centro do Rio de Janeiro nos primeiros anos do século

Leia mais

Segurança e lazer são o destaque da publicidade deste imóvel. Fonte: Informe Publicitário distribuído em via pública

Segurança e lazer são o destaque da publicidade deste imóvel. Fonte: Informe Publicitário distribuído em via pública Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO A área de lazer cada vez mais assume posição de destaque nos informes publicitários do mercado imobiliário residencial. O programa dos condomínios residenciais

Leia mais

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA

INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA INSTRUMENTO DA OPERAÇÃO URBANA ÁGUA BRANCA LOCALIZAÇÃO E CONTEXTO Jundiaí Campinas Rio de Janeiro Sorocaba Guarulhos OUC AB Congonhas CPTM E METRÔ: REDE EXISTENTE E PLANEJADA OUC AB SISTEMA VIÁRIO ESTRUTURAL

Leia mais

Plano Horizonte e seu potencial de ordenamento/reordenamento do território turístico de Belo Horizonte

Plano Horizonte e seu potencial de ordenamento/reordenamento do território turístico de Belo Horizonte Plano Horizonte e seu potencial de ordenamento/reordenamento do território turístico de Belo Horizonte Alícia Maricel Oliveira Ramos 1 Universidade Federal de Minas Gerais Resumo: Este artigo procurou

Leia mais

Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística

Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística Significado do termo Paisagismo ou Arquitetura Paisagística Definição de Paisagem Natural / Cultural 1. Consideramos Paisagem todo o espaço que se abrange num lance de vista, e que é delimitado pela linha

Leia mais

Resíduos Sólidos Programa Lixo Alternativo Situação atual de Guaraqueçaba: Volume diário 4m³ (aproximadamente 1 tonelada/dia) Coleta: Diária em 980 unidades domésticas / 135 comerciais / 2 industriais

Leia mais

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana

Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Proposta de Alteração de Delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana Núcleo Histórico da Vila da Lousã Fundo de Vila Área Urbana Central Nascente da Vila da Lousã Área Urbana Central Poente da Vila da

Leia mais

INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO. (concluída) e a construção do Mercado Público Municipal. Ainda está prevista a criação de uma

INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO. (concluída) e a construção do Mercado Público Municipal. Ainda está prevista a criação de uma EIXO : INTERVENÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO Desenvolvimento com opções de lazer projeto Blumenau 2050 prevê uma série de obras para alavancar o desenvol- O vimento econômico, o turismo e o lazer na cidade.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO ARQ 399- TRABALHO DE CURSO -2011/2 BELLE MARE ALUNA: ORIENTADORA: TERESA FARIA NOVEMBRO 2011 AGRADECIMENTOS AGRADEÇO A TODOS QUE ACREDITARAM,

Leia mais

itabira diagnóstico e propostas

itabira diagnóstico e propostas itabira diagnóstico e propostas A CVRD foi constituída, em 1942, a partir de ativos minerários existentes, sobretudo as minas de Itabira. Cauê foi a maior mina de minério de ferro do Brasil As operações

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 59/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016

Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016 Diretrizes para o Plano de Urbanização da ZEIS 3 C 016 Aprovadas pelo Conselho Gestor em 27 de julho de 2011 LEGENDA: Diretrizes propostas pela PMSP Diretrizes propostas pelos membros da sociedade civil

Leia mais

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP)

Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Dinamização imobiliária no entorno da unidade de conservação Mata de Santa Genebra, Campinas (SP) Mariana Ferreira Cisotto maricisotto@yahoo.com.br IG/UNICAMP Antonio Carlos Vitte IG/UNICAMP Palavras-chave:

Leia mais

comunicação visual para a

comunicação visual para a projetos de design e comunicação visual para a cidade contemporânea solange de oliveira patrícia a. nascimento sheila nicolini neto orgel ramos júnior estudo de casos Parque das Nações (Lisboa); Estação

Leia mais

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA

MINIFÓRUM CULTURA 10. Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA MINIFÓRUM CULTURA 10 Fórum Permanente para Elaboração do Plano Municipal de Cultura 2012 a 2022 RELATÓRIA DA AUDIÊNCIA PÚBLICA Orientação aprovada: Que a elaboração do Plano Municipal de Cultura considere

Leia mais

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009.

Portaria de acesso social, vista interna. Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. Portaria de serviços, vista interna Fonte: SAMPAIO, 10/out/2009. CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O Condomínio Ilhas do Sul abrange uma área total de 30.178m² e tem 118.000m² de área construída. O acesso se faz

Leia mais

GERAL. Porto Olímpico

GERAL. Porto Olímpico Porto Olímpico projeto O Porto Maravilha e o Porto Olímpico N Porto Olímpico aprox. 145.000m2 de área Porto Maravilha aprox. 5.000.000m2 de área aprox. 100.000m2 aprox. 45.000m2 Porquê o Porto? Porquê

Leia mais

Cartografia do circuito das artes visuais na cidade de São Paulo: uma análise da presença da arte no espaço urbano Mariana Dell Avanzi Universidade

Cartografia do circuito das artes visuais na cidade de São Paulo: uma análise da presença da arte no espaço urbano Mariana Dell Avanzi Universidade Cartografia do circuito das artes visuais na cidade de São Paulo: uma análise da presença da arte no espaço urbano Mariana Dell Avanzi Universidade de São Paulo mariana.avanzi@usp.br Estágio final da pesquisa

Leia mais

CATEGORIA PRODUTOS E LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS DO ANO

CATEGORIA PRODUTOS E LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS DO ANO CATEGORIA PRODUTOS E LANÇAMENTOS IMOBILIÁRIOS DO ANO EMPREENDIMENTOS DE PEQUENO PORTE 01 APRESENTAÇÃO MELNICK EVEN DA EMPRESA APRESENTAÇÃO DA EMPRESA A Melnick Even, com 20 anos de atuação no mercado gaúcho

Leia mais

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas

Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas SP-URBANISMO Projeto Nova Luz Visão e Diretrizes Urbanísticas Novembro 2010 ANTECEDENTES Determinação da Administração desde 2005 de transformar e desenvolver a área Ações multisetoriais: saúde, social,

Leia mais

Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA.

Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA. CIP FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA UM NOVO PASSO Seminário 16 de abril de 2012 Intervenção do Presidente da CIP Bem vindos a este novo passo do projeto CIP - FAZER ACONTECER A REGENERAÇÃO URBANA.

Leia mais

Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia.

Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia. Projetos de intervenção urbanística no Centro Velho de São Paulo: estudo sobre seus impactos nos movimentos sociais por moradia. Leianne Theresa Guedes Miranda lannethe@gmail.com Orientadora: Arlete Moysés

Leia mais

As principais conclusões foram as seguintes:

As principais conclusões foram as seguintes: A REABILITAÇÃO EXIGE PROJETO IN SITU Vasco Peixoto de Freitas Professor Catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Diretor do Laboratório de Física das Construções * Nesta sessão foi

Leia mais

Terceira Ponte Lago Sul - Brasília/DF

Terceira Ponte Lago Sul - Brasília/DF Terceira Ponte Lago Sul - Brasília/DF Alexandre Chan - arquiteto e urbanista A Cidade e a Circulação Trinta e oito anos depois de sua inauguração, Brasília ultrapassou todas as expectativas para seu desenvolvimento.

Leia mais

PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR

PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR PRAÇA GETÚLIO VARGAS IMPORTANTE ESPAÇO PÚBLICO DE CONVÍVIO SOCIAL EM PONTA GROSSA-PR Joel Zubek da Rosa - zubek14joel@hotmail.com Maria Aparecida de Oliveira Hinsching (Orientadora) Resumo A Praça Getúlio

Leia mais

Pinacoteca do Estado de São Paulo: proposta de estudo publicitário para um museu de arte estatal 1

Pinacoteca do Estado de São Paulo: proposta de estudo publicitário para um museu de arte estatal 1 Pinacoteca do Estado de São Paulo: proposta de estudo publicitário para um museu de arte estatal 1 Ana Grazielle de Sá ALMEIDA 2 André da Rocha PINA 3 Diego Felipe Cezar ESTEVES 4 Rodrigo Barreto BEZERRA

Leia mais

Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO

Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO Cabo Frio, 1973; foto Beto Felício. 8 ARCOS VOLUME 1 1998 NÚMERO ÚNICO documento O que o desenho industrial pode fazer pelo país? Por uma nova conceituação e uma ética do desenho industrial no Brasil Aloísio

Leia mais

PALAVRAS CHAVES: Apropriação, acessibilidade, espaço público, Parque da Criança.

PALAVRAS CHAVES: Apropriação, acessibilidade, espaço público, Parque da Criança. APROPRIAÇÃO E ACESSIBILIDADE NO PARQUE DA CRIANÇA EM MOSSORÓ-RN José Gomes Neto 1 Maria Helena Braga e Vaz da Costa 2 Programa de Pós Graduação em Geografia-UFRN RESUMO: Esse trabalho versa sobre espaços

Leia mais

José Elias, 141. Conceito:

José Elias, 141. Conceito: Conceito: menu No meio do jardim tem um escritório. Na beira da janela, uma floreira. Na alma,inspiração. Nasce no ponto mais valorizado do Alto da Lapa o único projeto comercial que leva o verde para

Leia mais

CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE

CONDOMÍNIOS VERTICAIS RESIDENCIAIS NA CIDADE DE SÃO PAULO (2000-2008): CONDOMÍNIOS - CLUBE O gráfico das porcentagens do grau de importância da característica para a compra do imóvel revela que os consumidores levam em conta fatores diversos para efetuação desta. Gráfico 9: Percentual do grau

Leia mais

PAISAGISMO PARQUES E JARDINS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto

PAISAGISMO PARQUES E JARDINS. Prof. Eliseu Figueiredo Neto PAISAGISMO PARQUES E JARDINS Prof. Eliseu Figueiredo Neto 1 CONCEITOS PAISAGEM Refere-se ao espaço de terreno abrangido em um lance de vista, ou extensão territorial a partir de um ponto determinado. 2

Leia mais

Arquitetura: do repertório à prática

Arquitetura: do repertório à prática Arquitetura: do repertório à prática Arquiteto: - tecton, em grego, designava um artífice ligado à construção de objetos por junção de peças; - arqui, prefixo que indica superioridade. Arquitetura: Aurélio:

Leia mais

Da rua ao centro comercial

Da rua ao centro comercial Herculano Cachinho cachinho@fl.ul.pt O espaço o públicop Da rua ao centro comercial Mobilidade e Espaço Público, Odivelas, 11 de Maio 2006 Quatro questões Espaço público: conceito moribundo ou em expansão?

Leia mais

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II

PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO PARQUE DOM PEDRO II UFJF Faculdade de Engenharia - Dep. de Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Projeto VIII Prof: Luciane Tasca Grupo: Jeanny Vieira, Livia Cosentino, Marília

Leia mais

CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO

CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Capítulo 3 CONDOMÍNIOS-CLUBE NA CIDADE DE SÃO PAULO Neste capítulo define-se o conceito de condomínio-clube, caracterizando esse fenômeno e discutindo a dinâmica

Leia mais

Fotos ilustrativas. Não existe nada tão atual e moderno quanto viver bem.

Fotos ilustrativas. Não existe nada tão atual e moderno quanto viver bem. Fotos ilustrativas Não existe nada tão atual e moderno quanto viver bem. Botafogo é ideal para quem valoriza ao máximo a qualidade de vida. Foto aérea de Botafogo Um bairro bonito e completo por vocação.

Leia mais

PLANEJAMENTO URBANO: IMPORTANCIA DO ZONEMAMENTO

PLANEJAMENTO URBANO: IMPORTANCIA DO ZONEMAMENTO PLANEJAMENTO URBANO: IMPORTANCIA DO ZONEMAMENTO Maria José Pimentel da Paixão (*), Carla Patricia Marrafon Aiala. * Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará, IFPA, e-mail: ambiental.paixao@hotmail.com.

Leia mais

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP

Resumo. GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP GT Produção Laboratorial Impresso Jornal cultural 2ª Opinião Márcia Eliane Rosa Professora de Jornalismo, doutoranda na ECA/USP Resumo O 2ª Opinião - Espaço cultural é um jornal-laboratório que vem sendo

Leia mais

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia

Sustentabilidade e Habitação de Interesse Social: O desafio da Intervenção sustentável na favela discutido na Academia Simpósio Temático Sustentabilidade na Habitação de Interesse Social: cultural e social, ambiental e econômica. Rosa Bauer, Arq. Ms. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FAUPUCRS Sustentabilidade e Habitação

Leia mais

REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Fundo de Desenvolvimento Urbano JESSICA/CGD

REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Fundo de Desenvolvimento Urbano JESSICA/CGD REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL Fundo de Desenvolvimento Urbano JESSICA/CGD SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA Porto, 03 de Abril 2013 Caixa Geral de Depósitos 2013 03 de Abril 1 A reabilitação urbana e a regeneração

Leia mais

O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o

O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o 1 INTRODUÇÃO O conceito de parque ainda gera controvérsias. Comumente confundido com o jardim público e até mesmo com as praças ajardinadas, o parque público abrange usos e funções das mais complexas,

Leia mais

OS EVENTOS SOCIAIS COMO ESPAÇO DE ANÁLISE DO ESTIGMA DA POBREZA

OS EVENTOS SOCIAIS COMO ESPAÇO DE ANÁLISE DO ESTIGMA DA POBREZA OS EVENTOS SOCIAIS COMO ESPAÇO DE ANÁLISE DO ESTIGMA DA POBREZA Daniele Rocha Silva * RESUMO: O estigma, enquanto pressuposto para divisão social é a base da categorização de pessoas. As relações sociais

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

INTERVENÇÕES SOBRE O PATRIMÔNIO URBANO: MODELOS E PERSPECTIVAS Leonardo Barci Castriota

INTERVENÇÕES SOBRE O PATRIMÔNIO URBANO: MODELOS E PERSPECTIVAS Leonardo Barci Castriota INTERVENÇÕES SOBRE O PATRIMÔNIO URBANO: MODELOS E PERSPECTIVAS Leonardo Barci Castriota Do jeito que vem sendo praticada, a preservação é um estatuto que consegue desagradar a todos: o governo fica responsável

Leia mais

Paisagista. "Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas"

Paisagista. Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas Paisagista "Profissional que trabalha com projetos de paisagens naturais e urbanas" Fonte: Dicionário Michaelis O que é ser um paisagista? Paisagista, ou arquiteto paisagista é o profissional que trabalha

Leia mais

Estruturas institucionais esfera federal

Estruturas institucionais esfera federal Estruturas institucionais esfera federal Departamento do Patrimônio Imaterial Princípio de atuação: respeito à diversidade cultural e valorização da diferença são os princípios organizadores da atuação

Leia mais

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2013 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2010-2012 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA ARQUITETURA E URBANISMO

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2013 E MÓDULO III DO PISM TRIÊNIO 2010-2012 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA ARQUITETURA E URBANISMO PAVILHÕES Os edifícios para grandes exposições têm marcado a história da Arquitetura desde 1851, com a construção do Palácio de Cristal, concebido por Joseph Paxton para a primeira Exposição Universal,

Leia mais

IMPACTOS TERRITORIAIS DO TURISMO EM ARACAJU SERGIPE BRASIL

IMPACTOS TERRITORIAIS DO TURISMO EM ARACAJU SERGIPE BRASIL IMPACTOS TERRITORIAIS DO TURISMO EM ARACAJU SERGIPE BRASIL Cristiane Alcântara de Jesus Santos Mestre em Geografia UFS cristie09@uol.com.br 1. INTRODUÇÃO O espaço urbano de Aracaju está em processo de

Leia mais

Área de Trabalho CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS. Título PARQUE SÓCIO AMBIENTAL MATA ESCURA SALVADOR - BAHIA. Aluna VERENA SILVA MACHADO

Área de Trabalho CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS. Título PARQUE SÓCIO AMBIENTAL MATA ESCURA SALVADOR - BAHIA. Aluna VERENA SILVA MACHADO Área de Trabalho CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS Título PARQUE SÓCIO AMBIENTAL MATA ESCURA SALVADOR - BAHIA Aluna VERENA SILVA MACHADO Orientador Prof. JOSÉ FERNANDO MINHO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO UNIVERSIDADE

Leia mais

SEÇÃO V DOS ESPORTES, DO LAZER, DA RECREAÇÃO E DO ENTRETENIMENTO.

SEÇÃO V DOS ESPORTES, DO LAZER, DA RECREAÇÃO E DO ENTRETENIMENTO. SEÇÃO V DOS ESPORTES, DO LAZER, DA RECREAÇÃO E DO ENTRETENIMENTO. Art. 30 A Política Municipal de Esportes, do Lazer, da Recreação e do Entretenimento observará as seguintes diretrizes: Art. 30. A Política

Leia mais

REVITALIZAÇÃO URBANA NO PROCESSO DE PLANEJAMENTO LOCAL PRESIDENTE PRUDENTE E A CENTRALIDADE URBANA

REVITALIZAÇÃO URBANA NO PROCESSO DE PLANEJAMENTO LOCAL PRESIDENTE PRUDENTE E A CENTRALIDADE URBANA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 292 REVITALIZAÇÃO URBANA NO PROCESSO DE PLANEJAMENTO LOCAL PRESIDENTE PRUDENTE E A CENTRALIDADE URBANA Laís Motta

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE.

AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE. AS TRANSFORMAÇÕES SOCIOESPACIAIS NA REGIÃO DO BARREIRO: A METROPOLIZAÇÃO NA PERIFERIA DE BELO HORIZONTE. Saulo de Paula Pinto e Souza Evânio dos Santos Branquinho 1068 saulodepaula@gmail.com Geografia

Leia mais

SINDUSCONPREMIUM 2014

SINDUSCONPREMIUM 2014 SINDUSCONPREMIUM 2014 R E S I D E N Z I A L E S A N T A G A T A B O L O N G N E S E Categoria Produtos e Lançamentos Imobiliários Empreendimentos de Pequeno Porte 01 APRESENTAÇÃO DAS EMPRESAS Exacta Engenharia

Leia mais

As transformações na paisagem da área central do Rio de Janeiro: o espaço da cidade tornado mercadoria

As transformações na paisagem da área central do Rio de Janeiro: o espaço da cidade tornado mercadoria As transformações na paisagem da área central do Rio de Janeiro: o espaço da cidade tornado mercadoria Horacio Nogueira Pizzolante Graduando em Geografia, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local

RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local RESPONSABILIDADE SOCIAL: a solidariedade humana para o desenvolvimento local 1 Por: Evandro Prestes Guerreiro 1 A questão da Responsabilidade Social se tornou o ponto de partida para o estabelecimento

Leia mais

REVITALIZAÇÕES PORTUÁRIAS NO MUNDO A TRANSFORMAÇÃO DAS CIDADES E A INCORPORAÇÃO DE NOVOS CONCEITOS

REVITALIZAÇÕES PORTUÁRIAS NO MUNDO A TRANSFORMAÇÃO DAS CIDADES E A INCORPORAÇÃO DE NOVOS CONCEITOS REVITALIZAÇÕES PORTUÁRIAS NO MUNDO A TRANSFORMAÇÃO DAS CIDADES E A INCORPORAÇÃO DE NOVOS CONCEITOS FRENTE MARÍTIMA ALGUMAS DAS CIDADES MAIS FASCINANTES DO MUNDO, COMO GÊNOVA, LISBOA, LONDRES, BARCELONA,

Leia mais

Sustentabilidade na habitação de interesse social

Sustentabilidade na habitação de interesse social Sustentabilidade na habitação de interesse social Profa. Dra. Maria Augusta Justi Pisani Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Universidade Presbiteriana Mackenzie FIMAI São Paulo, 2010 DÉFICIT HABITACIONAL

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO

PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO ALENTEJO Alentejo 2020 Desafios Borba 17 de Dezembro de 2014 ALENTEJO Estrutura do Programa Operacional Regional do Alentejo 2014/2020 1 - Competitividade e Internacionalização

Leia mais

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos

Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais. Secretaria Nacional de Programas Urbanos Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais Secretaria Nacional de Programas Urbanos CONCEITOS Área Urbana Central Bairro ou um conjunto de bairros consolidados com significativo acervo edificado

Leia mais

Paisagem: Um texto a ser decifrado

Paisagem: Um texto a ser decifrado Paisagem: Um texto a ser decifrado Caroline Pinho de Araújo (UERJ/FFP) Taís de Santana Ferreira (UERJ/FFP) Resumo A paisagem se constitui por uma diversidade de conhecimentos que geralmente são abordados

Leia mais

VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA

VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA Setembro 2014 VISEU PRIMEIRO, VISEU EDUCA O lançamento de um programa pedagógico e de desenvolvimento educativo de crianças e jovens, partilhado por todos os agentes do sistema escolar e educativo local,

Leia mais

PARQUE URBANO ORLA DA BARRA

PARQUE URBANO ORLA DA BARRA A BARRA: ESPAÇO MONUMENTO PATRIMÔNIO E CULTURA PARQUE URBANO ORLA DA BARRA A Vila Velha, conhecida também como a Vila do Porto da Barra ou Vila do Pereira uma alusão ao primeiro donatário da Capitania

Leia mais

Lazer. Habitação. Requalificação. Desenvolvimento Social. Ambiental. Conservação. Urbanização. Ambiental. Patrimônio Cultural.

Lazer. Habitação. Requalificação. Desenvolvimento Social. Ambiental. Conservação. Urbanização. Ambiental. Patrimônio Cultural. Habitação Lazer Desenvolvimento Social Requalificação Ambiental Conservação Ambiental Urbanização Esportes Patrimônio Cultural O Projeto de Requalificação Urbana e Ambiental da Bacia do Cobre é fruto de

Leia mais

UMA ALTERNATIVA NA PRÁTICA DOCENTE: ENSINANDO A URBANIZAÇÃO COM O JOGO SIMCITY 3000. Palavras-chave: Simcity3000. Urbanização. Ensino-aprendizagem.

UMA ALTERNATIVA NA PRÁTICA DOCENTE: ENSINANDO A URBANIZAÇÃO COM O JOGO SIMCITY 3000. Palavras-chave: Simcity3000. Urbanização. Ensino-aprendizagem. UMA ALTERNATIVA NA PRÁTICA DOCENTE: ENSINANDO A URBANIZAÇÃO COM O JOGO SIMCITY 3000 Thiago Kiyoschi Igarashi Kikuchi 1 A falta de interesse e o descomprometimento discente, entre outros problemas, levam

Leia mais

TURISMO. o futuro, uma viagem...

TURISMO. o futuro, uma viagem... TURISMO o futuro, uma viagem... PLANO NACIONAL DO TURISMO 2007-2010 OBJETIVOS Desenvolver o produto turístico brasileiro com qualidade, contemplando nossas diversidades regionais, culturais e naturais.

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO

FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINAS DO 1º PERÍODO Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 02406 Projeto A 068 FAU Projeto B 136 76074

Leia mais

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas.

IPHAE. II Caracterização da área de entorno do bem tombado : características urbanas. IPHAE SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO DO ESTADO Av. Borges de Medeiros, 1501, 21º andar- Porto Alegre-RS - Cep:90110-150 Fone/Fax: (051)3225.3176 e-mail: iphae@via-rs.net

Leia mais

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Noé Vega Cotta de Mello Joseane da Silva Almeida Projeto de Extensão Habitação de Interesse Social Curso de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL E A PERIFERIZAÇÃO DA MORADIA DAS CAMADAS POPULARES, NA ÁREA CONURBADA DE FLORIANÓPOLIS.

A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL E A PERIFERIZAÇÃO DA MORADIA DAS CAMADAS POPULARES, NA ÁREA CONURBADA DE FLORIANÓPOLIS. A CONSOLIDAÇÃO DO PROCESSO DE SEGREGAÇÃO SOCIOESPACIAL E A PERIFERIZAÇÃO DA MORADIA DAS CAMADAS POPULARES, NA ÁREA CONURBADA DE FLORIANÓPOLIS. Eixo Temático: Políticas públicas, demandas sociais e a questão

Leia mais

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR

TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR TORRE DE TV: PROPORCIONANDO BEM ESTAR Authors: Eliete Araujo¹, Ivana Santos¹, Fabiana Rajão¹, Laura Guerreiro¹ Affiliation: 1 - UniCEUB Keywords: Torre. Requalificar. Inteligente. I. INTRODUÇÃO Este trabalho

Leia mais

Grupo de Trabalho: Temas Livres

Grupo de Trabalho: Temas Livres ATIVIDADE FÍSICA, LAZER E SAÚDE NA ADOLESCÊNCIA: POSSÍVEIS APROXIMAÇÕES Alipio Rodrigues Pines Junior (alipio.rodrigues@gmail.com) Grupo Interdisciplinar de Estudos do Lazer - GIEL/USP/CNPq Tiago Aquino

Leia mais

Neoclássico. França: Panteão de Paris (Soufflot) Brasil: Casa França (Montigny) Bruno Maxwel 5715682 Franciele Santana 5935510 Lucas Calixto 5847264

Neoclássico. França: Panteão de Paris (Soufflot) Brasil: Casa França (Montigny) Bruno Maxwel 5715682 Franciele Santana 5935510 Lucas Calixto 5847264 Neoclássico França: Panteão de Paris (Soufflot) Brasil: Casa França (Montigny) Bruno Maxwel 5715682 Franciele Santana 5935510 Lucas Calixto 5847264 Definição Neoclássico Movimento cultural dado no século

Leia mais

A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES

A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES A DIVERSIDADE CULTURAL: UM ELO ENTRE A MATEMÁTICA E OUTROS SABERES Marilene Rosa dos Santos Coordenadora Pedagógica de 5ª a 8ª séries da Prefeitura da Cidade do Paulista rosa.marilene@gmail.com Ana Rosemary

Leia mais

AQUI ESTÃO SOMENTE PROBLEMAS E PROPOSTAS

AQUI ESTÃO SOMENTE PROBLEMAS E PROPOSTAS AQUI ESTÃO SOMENTE E 1 VISÃO DE FUTURO A Bela Vista será reconhecida pela diversidade cultural, boemia, gastronomia, teatros, festas típicas, espaços de lazer, preservação de suas tradições, promoção da

Leia mais

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013

Relat a óri r o Despert r ar r 2 013 Relatório Despertar 2013 2 Apoiada na crença de que é possível contribuir para o desenvolvimento humano na totalidade dos seus potenciais, a Associação Comunitária Despertar, realiza anualmente ações que

Leia mais

O Turismo em Bernojah

O Turismo em Bernojah O Turismo em Bernojah Sala 10 Temas Diversificados EF II Integral E.E. LAURO GOMES DE ALMEIDA Professores Apresentadores: Fábio Lourivaldo da Silva Valderlice do Carmo S. da Silva Ronivaldo Fernandes Cássia

Leia mais

Carlos Alexandre de Bortolo 1. Eixo temático: O CAMPO E A CIDADE

Carlos Alexandre de Bortolo 1. Eixo temático: O CAMPO E A CIDADE DO MARKETING IMOBILIÁRIO AO BOM NEGÓCIO: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS IMOBILIÁRIAS E A ATUAÇÃO DOS AGENTES NO MERCADO IMOBILIÁRIO EM LONDRINA E MARINGÁ - PR Eixo temático: O CAMPO E A CIDADE Carlos Alexandre

Leia mais

O DIREITO À CIDADE APRISIONADO EM CONJUNTOS HABITACIONAIS POPULARES: A ANÁLISE DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

O DIREITO À CIDADE APRISIONADO EM CONJUNTOS HABITACIONAIS POPULARES: A ANÁLISE DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA O DIREITO À CIDADE APRISIONADO EM CONJUNTOS HABITACIONAIS POPULARES: A ANÁLISE DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA NO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA RESUMO: O Direito apresenta-se para a sociedade, a partir de

Leia mais

ANEXO IX - DEMONSTRATIVO VII METAS E PRIORIDADES - COMPATIBILIZAÇÃO DA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS COM O PLANO PLURIANUAL

ANEXO IX - DEMONSTRATIVO VII METAS E PRIORIDADES - COMPATIBILIZAÇÃO DA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS COM O PLANO PLURIANUAL METAS E PRIORIDADES - COMPATIBILIZ DA LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS COM O PLANO PLURIANUAL TÍTULO PRODUTO TIPO DE META 2013 2001 Administração Legislativa Serviços Realizados ORÇAMENTÁRIA 95% 0001 GESTÃO

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais

Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais Condomínios empresariais na Região Metropolitana de Campinas: intencionalidade e fatores locacionais Rodolfo Finatti rodolfofinatti@yahoo.com.br FFLCH/USP Palavras-chave: condomínio empresarial, Região

Leia mais