SUSTENTABILIDADE: Melhor qualidade de vida na RMBH e COLAR METROPOLITANA de Belo Horizonte/MG.

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1 SUSTENTABILIDADE: Melhor qualidade de vida na RMBH e COLAR METROPOLITANA de Belo Horizonte/MG. Fevereiro 2013

2 Associação dos Catadores de Papel Papelão e Material Reaproveitável ASMARE INTRODUÇÃO SUSTENTABILIDADE: melhor qualidade de vida na RMBH e COLAR METROPOLITANA de Belo Horizonte/MG. A geração crescente dos resíduos sólidos nos aglomerados urbanos constitui um grave problema socioambiental e de saúde pública, vez que, o aumento da capacidade de consumo da população brasileira, carrega consigo, o aumento da geração de resíduos que não raro é disposto inadequadamente. No Brasil a questão dos resíduos tem mostrado algum avanço. Contudo, observa-se, que a maior parte dos municípios brasileiros ainda não resolveu satisfatoriamente o problema do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos e que alguns modelos tradicionais de gestão apresentam uma série de problemas e não trazem soluções. A ausência de uma visão e compreensão amplas sobre esta temática aliada a pouca ou nenhuma orientação técnica, têm timidamente contribuído para que os municípios implementem medidas alternativas para a correta destinação e disposição dos resíduos, o que tem tornado difícil um avanço qualitativo neste setor. Este cenário revela o pouco entendimento da dimensão ampliada do contexto socioeconômico e ambiental que envolve a gestão dos resíduos. Esta deve ser analisada e implementada tanto do ponto de vista da gestão compartilhada dos resíduos sólidos urbanos como política pública no âmbito da política ambiental, sobretudo, da Política Estadual e Nacional de Resíduos Sólidos, como do conceito da economia solidária enquanto alternativa de organização de populações de baixa renda, vide, catadores de materiais recicláveis na inserção socioprodutiva destes em programas de coleta seletiva municipal.

3 É sabido que a destinação adequada dos resíduos oriundos das diversas atividades humanas constitui um grande desafio. De acordo com a Lei Nacional de Resíduos Sólidos, o poder público municipal deverá buscar soluções compartilhadas com a iniciativa privada e toda a sociedade em geral visando alternativas para a correta gestão dos resíduos, pois, em última análise está na própria população a chave para a sustentação econômico-social e a eficiência deste sistema, implicando por parte do Município, necessariamente, um bom e permanente programa de coleta seletiva e de sensibilização dos cidadãos para o consumo e descarte consciente. Em 1988 ocorreu a criação do Fórum Nacional Lixo e Cidadania que teve como uma de suas missões fomentar a criação dos Fóruns Estaduais e Municipais Lixo e Cidadania com o objetivo de diagnosticarem, discutirem e proporem ações para as mudanças no trato com os resíduos e seus aspectos sócioambientais, sobretudo, a erradicação do trabalho nestas áreas irregulares de destinação final de resíduos sólidos (ABREU, 2007). Desta forma, com o envolvimento do poder público municipal, da sociedade civil e suas representações em espaços de discussão e proposições sobre a temática, a articulação, mobilização e criação de Fóruns Regionais Lixo e Cidadania, se faz um imperativo para a busca por soluções compartilhadas dos resíduos visando uma melhor qualidade de vida para os mineiros com valorização dos aspectos sociais, econômicos e ambientais dos resíduos gerados. O Fórum Estadual Lixo e Cidadania faz um trabalho relevante, contudo chegou o momento de criação de Fóruns Regionais dada a diversidade da realidade mineira e as questões regionais e principalmente os espaços em volta das grandes metrópoles merecem um olhar diferenciado para vencer os desafios da mobilidade social e dos resíduos na conquista de soluções integradas.

4 JUSTIFICATIVA O presente projeto se insere na macro diretriz 3- Saneamento Básico Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos, em consonância com a Lei nº /2010 por entender que o estabelecimento de uma política de Saneamento tem que necessariamente passar por uma proposta de coleta seletiva com a inclusão sócio produtiva dos catadores de materiais recicláveis. A Asmare com 22 anos de experiência no trabalho com os catadores de materiais recicláveis, vislumbra a possibilidade de repassar este conhecimento para municípios limítrofes a Belo Horizonte que compõem o Colar Metropolitano e Região Metropolitana para uma ação conjunta que estabeleça uma sinergia capaz de minimizar os efeitos dos resíduos produzidos na capital e regiões numa perspectiva de inclusão sócio produtiva de indivíduos em situação de vulnerabilidade social e que podem ter o seu sustento garantido com trabalho e renda por meio da catação. Segundo o IPEA (2012), os resíduos sólidos urbanos do Brasil, num breve estudo sobre o cenário da situação da Coleta Seletiva no lapso temporal do ano de 2000 a 2008, revelou que houve um aumento de 120% no número de municípios que desenvolvem programas de coleta seletiva estando à maioria localizada nas regiões Sul e Sudeste. Esse marco, embora importante, ainda não ultrapassa 18% dos municípios brasileiros. Todavia a análise da quantidade de material recuperado por tais programas indica a necessidade de seu aprofundamento. Segundo a ABRELPE (2010), a situação dos resíduos sólidos nos municípios existentes no Brasil foi à de que (57,6%) indicam a existência de iniciativas de coleta seletiva e municípios (42,4%) não indicaram a existência de iniciativas de coleta seletiva. Além disso, na região Sudeste do país ocorre uma concentração maior de municípios com alguma forma de coleta seletiva.

5 Já em 2011, foi identificado que dos municípios brasileiros, houve um aumento de (58,6%) dos municípios que indicaram a existência de iniciativas de coleta seletiva. Contudo, mesmo a quantidade de municípios com tal atividade seja expressiva, muitas vezes, conforme a pesquisa referida, tais atividades resumem-se na disponibilização de pontos de entrega voluntária à população. Apesar do avanço na quantidade de municípios com coleta seletiva, pode-se afirmar que ainda são poucos os que dispõem deste sistema satisfatoriamente que atendem um número expressivo da sua população e que tenha a efetiva inserção social neste sistema (ABRELPE, 2011). Para melhorar este patamar, é importante destacar que, um modelo de gestão de resíduos deverá mobilizar a participação da população na questão da limpeza urbana da cidade, para que esta se conscientize de seu papel e de sua responsabilidade como geradora de lixo. Caso a população participe ativamente teremos a redução da geração de lixo, as ruas mais limpas e um ambiente mais saudável para se viver. A capacitação dos municípios sobre a temática, a mobilização e criação dos Fóruns Municipais e Regionais Lixo e Cidadania são espaços legítimos para o envolvimento da sociedade com proposições, revisão e mudança de olhar no que se refere aos resíduos e todas as implicações sociais, ambientais e econômicas de sua geração, tratamento e destinação. A Região Metropolitana de Belo Horizonte é formada por 34 municípios e o Colar Metropolitano tem 14 municípios com uma população representativa no Estado de Minas Gerais em torno de habitantes. Belo Horizonte é a capital do Estado e a cidade pólo da RMBH concentrando 49% da população metropolitana. A Secretaria do Estado Extraordinária de Gestão Metropolitana tem grandes desafios para trabalhar de forma participativa e encontrar novos cenários para esta região como as questões de mobilidade urbana, sistema de informação e principalmente a questão dos resíduos sólidos.

6 Em relação aos resíduos sólidos a RMBH e o Colar Metropolitano têm um longo caminho a percorrer e o projeto SUSTENTABILIDADE: melhor qualidade de vida na RMBH e COLAR METROPOLITANA, pretende ser um ponto de partida para a disposição e destinação adequadas dos resíduos, atendendo os princípios da legislação federal e estadual que estabelece uma ação compartilhada no tratamento dos resíduos com a coleta seletiva e inclusão sócio produtiva dos catadores de materiais recicláveis. OBJETO Apoiar os municípios da Região e do Colar Metropolitano na criação do Fórum Metropolitano numa proposta de regionalização para erradicar os lixões, implantar ou consolidar a coleta seletiva com a inclusão sócio produtiva dos catadores de materiais recicláveis e a participação efetiva da sociedade. ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO Levantar dados junto às instituições Estaduais, Municipais, Órgãos de Pesquisa e ONGs, OSCIP a respeito dos resíduos, da coleta seletiva e da atuação de catadores de materiais recicláveis e visita de mobilização junto aos responsáveis dos setores ambiental e social dos 48 municípios da Região e Colar Metropolitano. Realizar seminários para o fortalecimento da coleta seletiva com inclusão dos catadores na perspectiva de geração de trabalho e renda; Desenvolver oficinas formativas voltadas para educação, mobilização, cultura, arte, economia solidária; Articular com os representantes dos diferentes setores como: comércio, indústria, igrejas, setor público, setor privado, ONGS, escolas, e universidades e outras entidades a organização do Fórum Metropolitano Lixo e Cidadania. Fortalecer algumas organizações que se encontram na RMBH e COLAR METROPOLITANO, com aquisição de carrinhos elétricos para

7 implementação de uma coleta seletiva mais humana, mais eficiente e com maior rentabilidade para a comercialização dos recicláveis. METODOLOGIA, ETAPAS E ATIVIDADES A metodologia a ser utilizada no processo será uma intervenção participativa que permite a atuação efetiva dos participantes no processo educativo sem considerá-los meros receptores. Esta metodologia tem como foco o conhecimento do contexto onde se insere o trabalho e as perspectivas e vocação de geração de trabalho e renda da região e da comunidade. No enfoque participativo, valoriza-se os conhecimentos e experiências dos participantes, envolvendo-os na discussão, identificação e busca de soluções conjuntas para problemas que emergem de suas vidas cotidianas. Para conhecimento da realidade social dos municípios na área de resíduos e coleta seletiva, pretende-se realizar um levantamento de dados junto a diferentes órgãos que trabalham na temática de resíduos tais como: Centro Mineiro de Referência em Resíduos -CMRR, Fundação Israel Pinheiro - FIP e órgãos de pesquisa : IBGE, Fundação João Pinheiro e as Secretarias Municipais das áreas sociais e ambientais, ONG, OSCIP. A mobilização se dará primeiramente por meios de realização de reuniões nos 48 municípios e seminários na RMBH E COLAR METROPOLITANO, para vislumbrar alternativas e soluções para questões comuns no que se refere à coleta seletiva, reciclagem e comercialização dos produtos preparando-os para a criação do Fórum Metropolitano Lixo e Cidadania Para descentralizar a concentração de ações em Belo Horizonte os seminários ocorreriam em cidades pólo da RMBH e Colar Metropolitana: Pedro Leopoldo, Betim, Lagoa Santa, Nova Lima. Estes 4 pólos regionais da RMBH e Colar Metropolitano seriam também passíveis de alteração dependendo da disponibilidade das lideranças municipais de apoiarem o evento com relação à infraestrutura, divulgação, RH e espaço físico. Os pólos regionais poderiam ser incentivados a trabalharem para a criação de pólos industriais que permitissem trabalhar com os principais resíduos recicláveis: papel, plástico, alumínio e vidro. O Estado de Minas Gerais ao incentivar a criação de indústria de beneficiamento de materiais recicláveis, estaria estimulando a implantação e consolidação da coleta seletiva nos 48 municípios da região. A mobilização da sociedade é um fator importante para que na organização do Fórum estejam representados todos os municípios da região para um processo

8 de nivelamento da política de resíduos sólidos e apresentação de propostas relevantes em atendimento às demandas da região nesta área A aquisição de carrinhos elétricos está vinculada a implantação de uma tecnologia social mais humana como uma proposta piloto a ser disseminada nos galpões de outras organizações com vistas a uma maior produtividade e maior qualidade de vida para o trabalhador da reciclagem. ETAPAS E ATIVIDADES Levantamento de dados secundários a diferentes órgãos e conhecimento da realidade junto às Secretarias Municipais de Ação Social e outras, para conhecer a realidade dos resíduos, da coleta seletiva e das pessoas que atuam na área de catação de materiais recicláveis dos 48 municípios do Colar Metropolitano e Região Metropolitana. Duração 4 meses Realizar oficinas formativas e seminários temáticos voltados para conjuntura, coleta seletiva, Legislação para sensibilizar os representantes municipais para o trabalho integrado e participativo na busca de soluções para implantação da coleta seletiva com a inclusão dos catadores e melhoria de qualidade de vida para a RMBH e COLAR METROPOLITANO. 4 meses Articular com os representantes dos diferentes setores como: comércio, indústria, igrejas, setor público, setor privado, ONG S, escolas, universidades e outras entidades a organização do Fórum Metropolitano Lixo e Cidadania. Fortalecer as organizações na implantação de uma nova tecnologia social como piloto com aquisição de carrinhos elétricos. 3 meses 2 meses MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS PELO PROJETO Serão contemplados 48 municípios do Colar Metropolitano e Região Metropolitana, a saber: BELO HORIZONTE, BALDIM, BETIM, BRUMADINHO, CAETÉ, CAPIM BRANCO, CONFINS, CONTAGEM, ESMERALDAS, FLORESTAL, IBIRITÉ, IGARAPE, ITAGUARA, ITATIAIUÇU, JABOTICATUVAS, JUATUBA, LAGOA SANTA, MARIO CAMPOS, MATEUS LEME, MATOZINHOS, NOVA LIMA,

9 NOVA UNIÃO, PEDRO LEOPOLDO, RAPOSOS, RIBEIRÃO DAS NEVES, RIO ACIMA, RIO MANSO, SABARÁ, SANTA LUZIA, SÃO JOAQUIM DAS BICAS, SÃO JOSÉ DA LAPA, SARZEDO, VESPASIANO, TAQUARAÇU DE MINAS. COLAR METROPOLITANO BARÃO DE COCAIS, BELO VALE, BOM JESUS DO AMPARO, BOMFIM, FORTUNA DE MINAS, FUNILÂNDIA, INHAÚMA, ITABIRITO, ITAÚNA, MOEDA, PARÁ DE MINAS, PRUDENTE DE MORAIS, SANTA BÁRBARA, SÃO GONÇALO DO RIO ABAIXO, SÃO JOSÉ DA VARGINHA, SETE LAGOAS. PRODUTOS ESPERADOS Produtos Qualidade/Quantidade Características Prazos Levantamento de dados a respeito de resíduos e coleta seletiva e catadores de materiais reciclados CMRR, FIP. INSEA, FUDAÇÃO JOÃO PINHEIRO E OUTRAS INSTIUIÇÕES AFINS. Catadores organização não organizados Local e disposição dos resíduos Existência de coleta seletiva 1 mês Relação das organizações de catadores 4 meses Visita e reunião nos municípios 4 Técnicos 48 municípios Seminário Temático e Oficina Formativa 4 Oficinas formativas e Seminários Temáticos para nivelamento na área de resíduos e coleta seletiva com inclusão dos 6 meses

10 catadores Criação de Fórum 1 Composto por 1 titular e 1 suplente representando os 48 municípios Aquisição de carrinhos 8 Carrinho motorizado 4 meses 1 mês

11 PRAZOS DE ENTREGA Cronograma Físico do Projeto Mês Atividade Levantamento de dados a respeito de resíduos e coleta seletiva e catadores de materiais reciclados Visita e sensibilização dos dirigentes Municipais da área de meio ambiente e social 2 Seminário Temático e Oficina Formativa 3 Criação e acompanhamento dos Fóruns 4 Aquisição de carrinhos

12 CRONOGRAMA - PRODUTOS ETAPA /PRODUTO Etapa de Conclusão do Projeto Levantamento de dados a respeito de resíduos e coleta seletiva e catadores de materiais reciclados Levantamento de dados secundários Tabulação dos resultados Relatório Parcial de comprovação das atividades Relatório Final dos dados secundários a respeito dos 48 municípios. e do número de organizações e catadores de material reciclável 2 Visita e sensibilização dos dirigentes Municipais da área de meio ambiente e social Reuniões com representantes das áreas de meio ambiente e ação social e representante das organizações de catadores para o processo de mobilização e identificação de catadores ou pessoas com referência de rua que fazem o trabalho de catação Tabulação e análise dos dados Relatório final dos dados pesquisados dos municípios e do processo de mobilização junto aos dirigentes municipais 2 Seminário Temático / Oficinas Formativas 2.1 Mobilização Realização de Seminário Temáticos /Oficinas Formativas Relatório Final de comprovação das atividades 3 Criação de Fórum 3.1 Mobilização Realização de reunião do Fórum com definição de secretaria executiva, grupos de trabalho. 3.2 Criação de Instrumentais de controle, monitoramento e avaliação 3.3 Relatório Final do projeto 4 Aquisição de Carrinho Elétrico Capacitação dos catadores para uso do equipamento Entrega dos carrinhos Relatório final com comprovação de entrega dos carrinhos com registro fotográfico

13 CAPACITAÇÃO TÉCNICA A ACERCA DOS PRODUTOS A SEREM GERADOS Carga Horária Número de treinamentos Conteúdo Programático Objetivo Dia (s) Horário do treinamento Material Realização de Seminário Temáticos /Oficinas Formativas 16 horas 200 Análise de Conjuntura, Legislação, Mobilização, Coleta Seletiva, Logística Reversa, Movimento Nacional dos Catadores, Captação de Recurso. Fortaleciment o do trabalho da catação e da coleta seletiva no município 2 8:00 às 14:00h Kit Evento Capacitação dos catadores para uso do 12 horas 20 pessoas Funcionamento do carrinho, Mecânica básica, Legislação de trânsito. Capacitar o catador para uso do carrinho elétrico 2 dias 8 :00 ás14:00 Carrinho e apostila

14 LOCAL DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS NOS MUNICÍPIOS E CENTRO MINEIRO DE REFERÊNCIA EM RESÍDUOS - CMRR CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO Meses Categorias/Rubrica Material de Consumo RH Transporte, Passagens, hospedagem e. Material Gráfico Material Permanente Pagamento Parcelado Total Total Total Total (Carrinho data show). Elétrico, Alimentação Total

15 PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS 1 DEMONSTRATIVO DE RECURSOS CÓDIGO ESPECIFICAÇÃO CONCEDENTE PROPONENTE TOTAL R$ ,00 R$ ,00 Material de Consumo RH R$ ,00 R$ ,00 Transporte, Passagens, R$ ,00 R$ ,00 Material gráfico R$27.440,00 R$27.440,00 Material Permanente R$ 6.000,00 R$ 6.000,00 Alimentação R$ ,00 R$ ,00 Diária/Hospedagem R$ ,00 R$ ,00 Carrinho Elétrico R$ ,00 R$ ,00 TOTAL R$ ,0 R$ ,00 2 VALOR DA PROPOSTA/CONTRAPARTIDA ESPECIFICAÇÃO VALOR % OBSERVAÇÂO CONTRAPARTIDA R$ 7.500,00 (não financeira) R$ 7.500,00 MARIA DAS GRAÇAS MARÇAL ASSINATURA E CARIMBO FLÁVIA APARECIDA GONZAGA SILVA RESPONSÁVEL PELO PROJETO

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