Business analytics conquista terreno

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1 Business analytics conquista terreno Surge como uma evolução natural do business inteliigence e alimenta-se da necessidade de as empresas obterem respostas cada vez mais exactas. O business analytics acaba por ser um conceito mais abrangente que o 81, e embora o englobe, reforça-o com outras áreas de análise, nomeadamente com ferramentas de cálculo probabilístico, gestão de eventos e compliance, as quais respondem à exigência das empresas e organizações em cenários cada vez mais complexos e competitivos, pág. 8

2 Reduzir riscos e aumentar competitividade com ferramentas de business analytics As empresas começam a alargar as suas análises aos dados e a tirar partido do business analytics para se tornarem mais competitivas e eficazes. Além das áreas financeiras e de telecomunicações, também os sectores público, de transportes e de energia começam a explorar as vantagens destas ferramentas Fátima Caçador I Casa dos Bits

3 Ainda existe muita confusão no mercado sobre o que é e para que serve o business analytics (BA), e muitas entidades continuam a confundir esta ferramenta com o business intelligence (BI), que pela sua longevidade está mais amadurecido e implementado como conceito. Mas o business analytics acaba por ser um conceito mais abrangente, englobando em muitas ofertas de mercado o business intelligence e reforçando-o com outras áreas, nomeadamente com as de cálculo probabilístico e de gestão de eventos e com as práticas de compliance, respondendo às exigências inerentes a cenários cada vez mais complexos e competitivos. No fundo, o BA é uma evolução natural da visão da informação obtida pelo 81, uma vez que as empresas têm de obter respostas cada vez mais eficientes, e fazem-no com base numa abordagem proactiva, ou seja, com funcionalidades analíticas e modelos preditivos que tiram partido da informação histórica para antecipar tendências futuras. Também por isso, a consciência dos CEO sobre a importância das ferramentas de BA está a aumentar, o que se reflecte nos investimentos realizados nesta área. «Existe hoje uma clara mudança na gestão das organizações por parte dos CEO no que respeita à percepção e à necessidade de dotarem as suas organizações com ferramentas de apoio e suporte à tomada de decisões estratégicas», para poderem avançar para «uma análise, um planeamento e uma monitorização dos seus negócios com vista a uma maior redução dos custos, a maiores ganhos de eficiência e a uma maior agilidade, e para se adaptarem às constantes mudanças dos negócios a nível global, tirando partido das oportunidades no mercado e conseguindo uma diferenciação e uma vantagem competitiva face aos seus pares», reconhece Vítor Rodrigues, country manager da Oracle Portugal. As empresas procuram soluções que permitam disponibilizar uma plataforma de BA corporativa, aberta e flexível, fácil de utilizar e que disponibilize um consumo de informação de forma transversal e generalizada, e não apenas para o consumo do top management, como se verificava num passado recente. A conjuntura económica adversa que atravessamos é mais um incentivo à aposta nas ferramentas de apoio à decisão, que se torna fundamental para que as empresas definam a sua orientação estratégica com base em informação credível e sustentada, afirma Daniel Ribeiro, associate manager da Safira. «Nesta perspectiva, embora exista uma necessidade premente de trabalhar na segurança dos investimentos e do seu retorno, a retracção no investimento em geral, inclusive em TI e, por consequência, nas ferramentas de BA, em virtude do panorama económico em que nos encontramos, obriga a que nós fornecedores sejamos mais flexíveis e ágeis na procura de soluções adequadas aos nossos clientes e ao contexto em que nos encontramos», sublinha. Luís Bettencourt Moniz, director de Marketing do SAS Portugal, explica que em Portugal o investimento em BA tem tido um comportamento sustentado nos últimos anos, fruto do condicionalismo macroeconómico, mas que noutros países esta área tem apresentado níveis de crescimento na casa dos dois dígitos. E a implementação do BA pode abarcar todas as áreas funcionais da empresa ou da organização, com vantagens na competitividade. «Os nossos clientes usam o BA em todas as áreas funcionais de uma organização. Por exemplo, para conhecerem melhor o comportamento dos clientes, o que compram e o que comprarão, para optimizarem e gerirem campanhas de marketing, rentabilizarem recursos, determinarem o valor do cliente, prevenirem e combaterem a fraude e evasão fiscais, reduzirem o desperdício, gerirem o risco, optimizarem a gestão financeira e de custos, e por fim para gerirem toda a área estruturante da gestão de informação e tecnológica, que permite construir os alicerces para o BA», afirma Luís Bettencourt Moniz. No início o BI estava mais limitado à integração da informação operacional dos clientes para sustentação da estratégia comercial, muito orientada para os resultados, mas a exigência de novas perspectivas de análise sobre a informação obriga a novos modelos. «Passámos das perguntas

4 "Quanto?" e "Quando?" para as perguntas "Porquê?" e "Como?". Duas das necessidades mais usuais verificadas nos clientes da Safira são a eliminação do risco, seja este associado à operativa do dia-a-dia ou relacionado com o risco de fraude, e a monitorização dos processos operativos», adianta Daniel Ribeiro. As ligações e sinergias criadas entre departamentos e a nível corporativo tornam-se benéficas para a visão do negócio, sendo a informação analisada desde o reporting mais operacional em tempo real até níveis mais estratégicos de análise de informação com a utilização de gestão e monitorização da performance do negócio. Para Joaquim Freire, account executive for financial solutions da SAP Portugal, os clientes estão a usar o BA não como uma nova fonte de dados, mas como uma forma de organização, apresentação e análise. «Muitas vezes, o que as ferramentas de BA proporcionam são visões alinhadas com os interesses e motivações dos utilizadores de negócio, nomeadamente as áreas de planeamento, orçamentação, consolidação e gestão estratégica», confirma. Na mesma linha de ideias, Duarte Caldas, chief technical professional de business analytics da IBM Portugal, afirma que os clientes da empresa estão realmente focados na transformação das organizações em empresas mais analíticas. «A fase dos grandes projectos de implementações de ERP está terminada, o que liberta os directores quer de topo, quer operacionais para se debruçarem e procurarem com maior rapidez e facilidade respostas para melhor gerir o seu negócio», garante. TRANSPORTES, ENERGIA E AP EXPLO- RAM POTENCIAL DO BA Tradicionalmente, os sectores financeiro e da banca lideram a adopção de ferramentas analíticas de exploração de dados, seguidos pelos sectores de telecomunicações, seguros e retalho. A necessidade de compliance com directivas do acordo Basileia II e a gestão e redução de risco são os grandes impulsionadores desta adopção de ferramentas de BA, mas os benefícios estendem-se a outras áreas de negócio. «As oportunidades do BA são transversais, existindo oportunidades de melhoria desde a logística aos recursos humanos, da produção industrial à restauração», lembra Carlos Cardoso, executive partner da GStep. Vítor Rodrigues, country manager da Oracle, partilha desta visão. «Com o aumento das necessidades analíticas por parte dos utilizadores e com o desenvolvimento de ferramentas cada vez mais user friendly e com capacidade para responder a todo o tipo de solicitações de informação, podemos dizer que, independentemente do sector de actividade da economia, todas as organizações poderão consumir, explorar melhor e potenciar a utilização do BA no suporte à sua actividade». Para Bruno Trigo Alves, business development manager da Timestamp:biw, os melhores exemplos de utilização de BA assentam tipicamente na classificação ou segmentação dos activos, ou perfis de vendas, para melhor conhecer a concorrência, os utilizadores finais, os consumidores finais, os sectores de negócia-alvo, e adequar convenientemente a oferta às reais necessidades dos seus mercados. A análise do perfil de consumidor ou dos consumos associados às campanhas ou ofertas de novos produtos no retalho podem ser usados como bons exemplos. Outros sectores, como Administração Pública, transportes e energia, estão ainda numa fase embrionária destas ferramentas, sobretudo devido ao facto de inicialmente ser necessário um investimento considerável para construir bons sistemas de BA e de os sistemas operacionais serem inexistentes ou não darem resposta, uma questão que se alterou com o aparecimento de middleware capaz de integrar com estas ferramentas e de fornecer a base de dados necessária para explorar a capacidade analítica. Mais do que pelos sectores de actividade, Joaquim Freire, da SAP, admite que a diferenciação entre quem usa ou não ferramentas de BA na sua actividade faz-se mais pela dimensão ou complexidade dos processos das empresas, estendendo-se a aplicação destas soluções «não só a empresas

5 de grande dimensão, mas também a empresas com várias unidades de negócio, com produtos complexos e presentes em diversas geografias». Mas mesmo dentro das empresas o BA pode ser explorado mais intensamente, saindo da área da gestão e do marketing. Os recursos humanos, as operações e a qualidade são players cada vez mais activos na utilização destas ferramentas, utilizadas na caracterização de colaboradores, performance, desenvolvimento e cálculo de compensações. Daniel Ribeiro, associate manager da Safira, divide as áreas dentro das organizações em dois grupos distintos: um que possui uma visão reactiva dos dados baseada na extracção da informação operacional, tipicamente nas áreas de controlo de custos, orçamentação e compliance; e um outro onde é necessário ter uma visão de futuro, mais participativa na definição de estratégias, e que abarca as áreas de pricing, comercial, controlo e detecção de fraude. E são estas as principais beneficiadas pelas ferramentas de BA. Luís Bettencourt Moniz admite também que o BA está a transformar a esfera de relacionamento entre cliente e empresa em termos de transparência e eficiência. «Com as ferramentas de BA, as empresas oferecem aos clientes os produtos e/ou serviços correctos, no momento adequado, à pessoa certa, através do canal mais eficiente, levando assim a um aumento da satisfação, e por consequência, a um aumento da lealdade e dos investimentos», CENÁRIOS DE EVOLUÇÃO afirma. A curto prazo, a integração de análises em tempo real é uma das tendências-chave no business analytics, prevê Manuel dei Pino, responsável pela área de Pré-venda na Information Builders em Portugal, Espanha e México. E o cenário é de crescimento em novas empresas e novas áreas, acrescenta. Mas o caminho faz-se também pela simplificação da utilização por parte das áreas de negócio da empresa. «A IBM disponibiliza ferramentas totalmente gráficas que permitem aos utilizadores finais obter resultados analíticos diferenciadores para as suas 'decisões, sem recurso a linguagens de programação ou comandos complexos. Esta capacidade é fundamental para as organizações que queiram ser mais competitivas no futuro, pois é nas decisões tácticas e operacionais que residem os principais diferenciadores», salienta Duarte Caldas, da IBM Portugal. Em linha com a simplificação, Daniel Ribeiro, associate manager da Safira, acredita que o BA será cada vez mais integrado com sistemas de apoio à decisão, em processos de negócio complexos, com uíjííi grande necessidade de intervenção manual, reduzindo tempos de resposta e risco operacional. «Esta característica transforma as ferramentas de BA num instrumento do dia-a-dia, fazendo cada vez mais parte dos processos operativos», justifica. O aumento da mobilidade é outra das tendências incontornáveis, aponta ainda Vítor Rodrigues, country manager da Oracle,^»- sim como a integração, interpretação e corelacionamento da informação proveniente das redes sociais, para que as organizações tenham a capacidade de analisar relações, atitudes e comportamentos dos clientes. I

6 OPORTUNIDADE DE DIFERENCIAÇÃO COMPETITIVA NAS PME Mesmo que o business analytics (BA) seja ainda visto como uma ferramenta ao alcance apenas das grandes empresas, «algumas PME já começam a percepcionar o BA como uma oportunidade de diferenciação competitiva, pois nem os grandes estão a tirar proveito das oportunidades», afirma Carlos Cardoso, executivepartner da GStep. A Oracle sente também este movimento de empresas de pequena e média dimensão, sendo que a mudança do tradicional BI para BA é um processo de transição mais gradual por questões de escala, de pressão dos custos e margens. «Observamos que as necessidades das PME são muito similares quanto ao BA, pois enfrentam os mesmos desafios que as grandes empresas para conseguirem tomar as melhores decisões estratégicas com vista a continuarem a sua inovação e competitividade no mercado», revela Vítor Rodrigues, country manager da Oracle em Portugal. O facto de as ferramentas serem mais ágeis, mais fáceis de implementar e operacionalizar, reduzindo o investimento necessário e o tempo de resposta às necessidades das áreas, é uma ajuda para chegar a empresas de menor dimensão, afirma Daniel Ribeiro, associate managerda Safira. «A visibilidade e o valor acrescentado destas ferramentas levavam algum tempo a obter e o seu retorno não era imediato, tornando este investimento não prioritário para curto e médio prazo. Actualmente, com um investimento menor e um retorno mais célere, é possível obter uma ferramenta de apoio ao negócio, adaptada à realidade de cada empresa.» No SAS, com a entrada no mercado do SAS Visual Analytics, sente-se também por parte das PME uma grande apetência para a adopção de soluções all-in-one que permitem em pouco tempo e de forma rápida efectuar análises de grandes volumes de dados, sem que para tal seja necessário um conhecimento técnico aprofundado, revela Luís Bettencourt Moniz, uma tendência semelhante à sentida pela IBM com o IBM Cognos Express, mais orientado para este mercado. ' Duarte Caldas, client technical professional business analytics da IBM Portugal, explica que este se baseia em modelos predefinidos que aceleram a implementação e que respondem da mesma forma que a versão Cognos Enterprise, mas com limite a 100 utilizadores. A empresa lançou ainda o Cognos Insight, um motor analítico instalado directamente no desktope que pode ser alavancado, caso a empresa já utilize a solução. A ferramenta pode ser adquirida no siteda IBM.

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