INSTITUTO DE PSICOLOGIA Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional LABORATÓRIO DE PSICODINÂMICA DO TRABALHO

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1 1 INSTITUTO DE PSICOLOGIA Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Istitucioal LABORATÓRIO DE PSICODINÂMICA DO TRABALHO SINDICATO DOS TRABALHADORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO RIO GRANDE DO SUL AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E DE SAÚDE DOS SERVIDORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL NO RIO GRANDE DO SUL RELATÓRIO DE PESQUISA ÁLVARO ROBERTO CRESPO MERLO GERALDO DE AZEVEDO E SOUZA FILHO ROGÉRIO ALEXANDRE NEDIR DORNELLES PORTO ALEGRE 2012

2 2 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS Tabela 1. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo as variáveis sóciodemográficas, Tabela 2. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo o local de trabalho, Tabela 3. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo fução, atribuição pricipal, atividade prepoderate e tempo de trabalho, Tabela 4. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo a iformação sobre a duração diária da jorada de trabalho, Tabela 5. Percepção dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul sobre aumeto da jorada de trabalho, Tabela 6. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo a variável Trabalhar para a Justiça fora de expediete, Tabela 7. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul, segudo a opiião de mudaça a quatidade de trabalho,

3 3 Tabela 8 Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo as variáveis meta e prazo para cumprimeto de tarefas, Tabela 9 Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo as motivações e as desmotivações para trabalhar para a Justiça, Tabela 10 Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo relação com chefia, tarefas ão atribuídas ao cargo e treiameto/capacitação, Tabela 11. Preseça de fatores biomecâicos relacioados às atividades dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul, Tabela 12. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul, segudo as pausas a jorada de trabalho, Tabela 13. Distribuição do sitoma de dor osteomuscular os trabalhadores do Juizado Especial Federal do Rio Grade do Sul segudo a região do corpo, Tabela 14. Distribuição dos problemas de visão dos trabalhadores do Juizado Especial Federal do Rio Grade do Sul, Tabela 15. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal o Rio Grade do Sul de acordo com alterações do teste SRQ-20, Tabela16. Distribuição dos tratametos realizados pelos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul os últimos 12 meses, Tabela 17. Distribuição dos trabalhadores do Juizado Especial Federal do Rio Grade do Sul segudo a opiião sobre aspectos de ambiêcia, mobiliário e equipametos de iformática, Tabela 18. Percepção dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul quato a cotrole/autoomia/itesificação do trabalho, Tabela 19. Distribuição dos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo orietação sexual, etia e iformação sobre discrimiações/precoceitos. Porto Alegre, Tabela 20. Distribuição dos trabalhadores Judiciário Federal do Rio Grade do Sul segudo a satisfação com diversos aspectos dos sistemas de processo eletrôico. Porto Alegre, Tabela 21. Comparação etre o trabalho com o Sistema E-proc e com o processo físico segudo os trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul, Tabela 22. Características do sistema de processo eletrôico utilizado pelos trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul, Tabela 23. Pricipais motivos de isatisfações com e-proc V1 e V2 relacioadas às lides processuais, segudo os trabalhadores do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul,

4 4 1. INTRODUÇÃO O Judiciário brasileiro desde 1980 vem sofredo rápidas alterações, provocadas por vários fatores, etre os quais o aumeto das demadas judiciais, acompahado uma tedêcia mudial que algus autores detectam como sial de despolitização dos ideais republicaos e de exacerbação do idividualismo (Ribeiro, 2005). Somam-se a esses a Costituição de 1988, que ampliou os direitos sociais, a postura do Executivo, que descumpre a Costituição; a urbaização da população brasileira, que possibilitou melhor acesso à iformação; a exacerbação da litigiosidade, que dificulta acordos; a estrutura do Judiciário, que já era deficiete e ão foi aparelhada para o crescimeto da demada; a mauteção de procedimetos e decisões que ão teriam suporte a realidade atual, a mauteção, por puro formalismo de tarefas que poderiam ser resolvidas por outras fuções sociais; e a iteracioalização de políticas sociais e ecoômicas que requerem estudos e decisões com a rapidez dos ovos tempos. Nesse mesmo período, floresceu a iformática, modificado amplos padrões da vida em sociedade. Com relação ao trabalho, a admiistração, por meio da egeharia de produção, tem

5 5 obtido exceletes resultados em produtividade, usado a iformática a idústria de serviços, sedo esses equiparáveis aos obtidos pela liha de motagem fordista o iício do século 20. Esse ovo istrumeto que agrega a escrita, a imagem, o som e a rapidez a comuicação, em poucos aos se trasformou a ferrameta domiate da orgaização do trabalho. E, a exemplo do relógio e do livro, em pouco tempo fez-se essecial ao trabalho itelectual. As lides processuais depedem basicamete da cogição, sedo que, o Brasil, são realizadas por pessoas com elevado grau de escolaridade e com acesso às iovações tecológicas; portato, seria de se esperar que a iformática fosse usada como o pricipal istrumeto de trabalho o Judiciário. No âmbito do Tribual Regioal Federal da 4ª Região, esse processo se iiciou com a Resolução º 13, de 11 de março de 2004, que implatou e estabeleceu ormas para o fucioameto do Processo Eletrôico os Juizados Especiais Federais, a 4ª Região. A Lei Federal º , de 19 de dezembro de 2006, que dispõe sobre a iformatização do processo judicial, estabelece a ova forma para todo o país. Mais uma vez tomado a diateira, o TRF da 4ª Região, com a Resolução º 64/2009, de 17 de ovembro de 2009, implemeta o processo judicial eletrôico o âmbito da Justiça Federal de 1º e 2º graus, complemetada pela Resolução º 17, de março de 2010, que regulameta o processo judicial eletrôico e-proc (V2) o âmbito da Justiça Federal da 4ª Região. Após, o Tribual Regioal do Trabalho da 4ª Região estabelece a Portaria º 3.078, de 11/07/2011, que istitui o grupo de trabalho para elaborar projeto de implemetação do processo judicial eletrôico (PJe) a Justiça do Trabalho da 4ª Região. Posteriormete é publicada a Portaria º 402, do Tribual Superior Eleitoral, de 13 de julho de 2012, que costituiu grupo de apoio técico para a implemetação do processo judicial eletrôico a Justiça Eleitoral. Fialmete, a Justiça Militar, com a Resolução º 180, de 21 de setembro de 2011, que dispõe sobre o plaejameto estratégico de tecologia da iformação e comuicação para , iicia a implemetação. Equivocadamete, a migração para o Processo Judicial eletrôico foi propagadeada como a solução para o excesso de demada o Judiciário. Dessa forma, a busca desse objetivo, foram estabelecidas metas icompatíveis com as possibilidades de recrutameto e capacitação de pessoal, bem como de produção e aperfeiçoameto dos softwares, resultado em sobrecarga de trabalho, acompahada do aumeto de queixas de saúde e elevado uso de medicametos, demostrados os resultados da pesquisa realizada em 2008 os Juizados Especiais Federais (LAUTER et al., 2010). Nessa mesma pesquisa, a itesificação e o aumeto da quatidade de trabalho tiveram papel determiate as codições de saúde dos servidores ouvidos. As ivestigações posteriores, a

6 6 exemplo da realizada a cidade de Passo Fudo, somadas às etrevistas realizadas em 2011 em duas varas federais que iiciavam a implemetação do Processo Judicial eletrôico, levaram-os a suspeitar que o próprio istrumeto a iformática poderia ter papel importate a alteração da saúde metal e física dos servidores, hipótese a ser ivestigada, pois as ovas formas de orgaizar o trabalho e a implemetação da iformatização o trabalho estão idissociáveis, complemetado-se a defiição das formas, dos coteúdos e dos tempos dos trabalhos realizados. Assim, dadas as profudas e rápidas alterações que estão ocorredo a orgaização do trabalho do Judiciário Federal do país, o registro das codições gerais de trabalho ates da implemetação da iformatização processual as Justiças do Trabalho, Eleitoral e Militar, bem como a avaliação dos efeitos do uso da iformática a Justiça Federal o Rio Grade do Sul e o Tribual Regioal Federal da 4ª Região, é vital para estabelecer um baco de dados que poderá se torar imprescidível para preveir o adoecimeto motivado pelo trabalho. Etedemos também que, sedo a iformática um istrumeto que possibilita ovas formas de orgaizar o trabalho e domiate em todos os setores produtivos, os achados e as reflexões presetes esta pesquisa podem ultrapassar as froteiras do Judiciário, pois, tal como estipulado pela Norma Regulametadora de Medicia e Seguraça do Trabalho º 17 da CLT, as soluções para os problemas costatados apotam para a iterferêcia a quatidade, a itesidade e o ritmo de trabalho. Impõem-se, portato, a implemetação de pausas durate a jorada e o debate sobre a redução da jorada de trabalho como formas de preservar a saúde dos servidores, ecessidade já detectada em outras categorias de trabalhadores que também estão sujeitas a exigêcias icompatíveis com a codição humaa. 2. OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL - Avaliar as codições de trabalho e de saúde dos servidores do Judiciário Federal do RS. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Cohecer as percepções dos servidores sobre as repercussões da implatação dos Processos Eletrôicos o Judiciário Federal;

7 7 Deliear as características demográficas, socioecoômicas e ocupacioais dos servidores; Descrever os fatores da orgaização do trabalho virtual e físico que estão relacioados com a situação de saúde-doeça desses trabalhadores; Rastrear trastoros psíquicos ão psicóticos por meio do Self-Report Questioaire-20 (SRQ 20) etre os servidores; Rastrear sitomas oculares e dor osteomuscular etre os servidores; Comparar dados etre servidores que atuam com o processo judicial físico e que atuam com o processo judicial eletrôico; Idetificar o impacto gerado pela mudaça a orgaização do trabalho a partir da iformatização dos processos judiciais; Comparar a situação atual de saúde dos servidores com os dados das pesquisas ateriores realizadas pelo Sitrajufe/RS. 3. REFERENCIAL TEÓRICO 3.1 TRABALHO E SOFRIMENTO PSÍQUICO É ampla a literatura demostrado a relação etre trabalho e sofrimeto psíquico (DEJOURS, 1988; SELIGMANN-SILVA, 1994; JAQUES, CODO, 2002). Igualmete, pesquisas realizadas pelo Sitrajufe/RS demostraram haver expressivo úmero de servidores que utilizam medicametos psicoativos e/ou que estiveram em tratameto psicológico ou psiquiátrico, sedo as mais recetes as pesquisas com os servidores dos JEFs, dos gabietes do TRT e dos oficiais de justiça da Justiça Federal Porto Alegre. Em todas elas, a prevalêcia de distúrbios psíquicos meores (DPM) foi superior a 30. Nesta pesquisa, como as ateriormete realizadas pelo Sitrajufe/RS, foi utilizado o self report questioaire 20 (SRQ 20) para o rastreameto de distúrbios

8 8 psíquicos, o qual foi desevolvido pela Orgaização Mudial de Saúde (OMS) a partir de outros istrumetos de screeig para morbidade psíquica utilizados em pesquisas psiquiátricas. Esse é um istrumeto que se destia à detecção de sitomas e que, por isso, sugere a suspeição de sofrimeto metal sem, o etato, fazer discrimiações de caráter diagóstico. Seu uso assim se justifica para o estudo de populações, fazedo a triagem de possíveis casos e ão casos. O Self-Report Questioaire é um istrumeto costituído de 20 pergutas que podem ser respodidas por meio de autopreechimeto ou de etrevista para o rastreameto de distúrbios psíquicos meores (depressão, asiedade, distúrbios somatoformes e eurasteia). A versão origial do SRQ cotiha 24 ites, distribuídos em vite questões para avaliação de trastoros ão psicóticos, e quatro para trastoros psicóticos como aluciações, delírio paraoide e cofusão metal. Os trastoros metais comus, de acordo com Goldberg & Huxley, caracterizam-se por sitomas ão psicóticos como: isôia, fadiga, irritabilidade, esquecimeto, dificuldade de cocetração e queixas somáticas. O SRQ torou-se um istrumeto amplamete utilizado para suspeição diagóstica dos trastoros metais comus; a versão brasileira foram retiradas as quatro questões referetes aos distúrbios psicóticos matedo-se a versão com vite ites 3. O SRQ já foi traduzido para oito idiomas diferetes, sedo utilizado em vários países como: Colômbia, Ídia, Filipias, Sudão, Etiópia, Guié-Bissau, Quêia, Brasil e Seegal. Na década de 90, o SRQ-20 destacou-se como o istrumeto de triagem de morbidade psíquica mais utilizado os estudos brasileiros (SANTOS, et al., 2009 ). É um istrumeto de alta sesibilidade (83) e especificidade (80) 16. Estudos utilizado o SRQ-20 costataram aumeto da prevalêcia em idivíduos mais velhos e também que as variáveis sócioecoômicas que codicioam a situação de vida tem estreita relação com os DPM, havedo relação iversa com a posição social dos idivíduos. Para além do istrumeto, fazem-se ecessários o estudo e a reflexão da própria vivêcia psíquica para aalisarmos a ifluêcia do trabalho e sua relação com a saúde metal do idivíduo. Seligma-Silva, o 3º capítulo do livro Trabalho e Desgaste Metal (2012), iicia sua aálise expodo os parâmetros para o estudo e diagóstico do desgaste metal o trabalho, assim expressa: Já vimos que para estudar o desgaste psíquico o trabalho, é idispesável focalizar as relações de poder e a orgaização do trabalho em cada cotexto aalisado. Na clíica do trabalho tora-se esclarecedora uma ótica capaz de idetificar as perdas, impedimetos e deformações que atigem e perturbam a vida metal e relacioal, empobrecedo a vida afetiva e a perspectiva existecial e a vitalidade. Trata-se, portato, de idetificar o desgaste psíquico o qual também o setido do trabalho é perdido para quem o realiza... (SELIGMANN-SILVA, 2012, p.)

9 9 Após idicar os parâmetros, Seligma-Silva avaça para aalisar a atual orgaização do trabalho reestruturação produtiva por meio do processo de produção toyotista e seu discurso moocórdio de excelêcia, expodo o domíio dela sobre as relações sociais e as expectativas idividuais de sucesso; portato, ifluido decisivamete sobre a forma como as pessoas levam a vida: A ideologia da excelêcia tem viculado uma absolutização a qual o sigificado da palavra excelêcia foi impregado pela ideia de perfeição e também de superioridade. Excelêcia etedida como perfeição passou etão a ser referêcia para tudo materiais, processos, métodos e pessoas. Emergiu, assim, uma espécie de coerção à perfeição humaa, algo que se trasformou em ivectiva oipresete as empresas. Essa ivectiva se evidecia como profudamete perversa, a medida em que igora os limites e a variabilidade dos processos fisiológicos e metais dos seres humaos. (FRANCO; DRUCK; SELIGMANN-SILVA, apud SELIGMAN-SILVA, 2012) Ao impor a cultura da excelêcia e a iformática se mostra um istrumeto eficaz para esse objetivo o trabalho e as metas vão de forma gradual ocupado os espaços que ates eram dedicados à família, ao círculo de amizades, ao lazer e ao repouso. Observa-se a domiâcia dessa ova forma de orgaizar o trabalho quado, apesar de o arcabouço legal distiguir a cotratação do trabalho o setor público do setor privado, as exigêcias e as expectativas sobre os trabalhadores e as respostas a essas exigêcias pelos próprios trabalhadores ão diferem os dois setores, apesar de o texto a seguir cetrar-se a observação da cotratação celetista do trabalho: Quado a empresa se tora doa e o cetro de sua vida, a percepção da fadiga e o temor de ão coseguir mater a própria excelêcia sigificam horror e podem ser a véspera de um horror maior perda de prestígio, ser barrado a competição itera ou até ser despedido. É também o mometo em que deixa de receber estímulos sedutores, para torar-se alvo de iroias e de pressões portadoras de ameaças iicialmete veladas, mas que, em pouco tempo, se trasformam em maifestações de uma violêcia psicológica mais explicita: zombaria, humilhação ou ameaça de rebaixameto fucioal ou de demissão. Depressões, esgotameto profissioal (burout) e outros agravos psíquicos e psicossomáticos têm emergido esses percursos. (FRANCO; DRUCK; SELIGMANN-SILVA, 2010) Assim, apesar de o serviço público possuir parâmetros orgaizacioais e legislação de proteção aos trabalhadores difereciados dos empregados a iiciativa privada, outras formas de cotrole são criadas. As fuções comissioadas, os cargos mais próximos do poder, a aspiração de subir a hierarquia do Judiciário por meio de cocurso para cargo mais elevado, exercem o papel que a iiciativa privada é capitaeado pelo aumeto de salário, pela promoção, pela ameaça de

10 10 demissão, etre outros, aproximado, dessa forma, as codutas usadas para submeter os trabalhadores a situações patológicas de trabalho. Avaça a aálise da autora para costatar a existêcia de um afrouxameto dos pricípios éticos e morais as istituições, também sedo esse de fácil costatação a vida diária. Mas, se o cotidiao social ele é combatido, o mesmo ão se pode afirmar quato aos ambietes de trabalho, ode se observa um direcioameto o setido de aceitar com meor crítica a sedução, a falsidade, a itimidação, a humilhação e a chatagem emocioal quado são usadas como forma de fazer cumprir as metas estabelecidas pela orgaização, deixado marcas profudas a mete e o comportameto do idivíduo: Para Seett (2006) existe uma ética que assume valor orteador das codutas e relacioametos de cada idivíduo. Essa ética ocupa o cetro da oção de caráter que se desestabiliza quado o sujeito é submetido à istabilidade e iseguraça de modo cotiuado. Em reação à icerteza e à impossibilidade de cotrolar a istabilidade extera, o idivíduo pode se torar oipotete. A oipotêcia, segudo o autor, vem se estededo a sociedade, o cotexto geral do ovo capitalismo (Seett, 2006). O mesmo acotece a cultura orgaizacioal predomiate, um direcioameto que cria idividualismo e reforça o arcisismo, gerado idifereça e mesmo meosprezo pelos demais. O idivíduo é levado a acreditar que possui poteciais iesgotáveis, crê a própria superioridade e, a medida em que percebe os subordiados uicamete como istrumetos, ao mesmo tempo os colegas são vistos como cocorretes ou como estorvos, de modo que o idivíduo torase isesível ao sofrimeto de qualquer um dos demais. O arcisismo, por outro lado, gera a cegueira para os limites do eu e para todos os riscos do próprio desgaste. (SELIGMANNSILVA, 2012) O ideário da excelêcia destaca a flexibilidade, a mudaça cotiuada, a polivalêcia, a agilidade exuta, a rapidez e a iovação costate como seus pricipais pilares. Importate ressaltar que o serviço público, por ter suas regras admiistrativas determiadas por lei, essas bases são de difícil implemetação e sua imposição é mais um fator a provocar o sofrimeto metal, seja pela obstiação de trilhar um camiho obstruído, seja pelo uso das várias formas de violêcia para realizar esse matra a qualquer custo, ovamete aproximado os trabalhadores dos setores públicos e privados. Flexibilidade: a exacerbação da competitividade está a raiz do idividualismo e, muitas vezes, da própria violêcia. A supervalorização da flexibilidade é certamete o aspecto que

11 11 tem sido alvo do maior úmero de estudos críticos. Além do papel que assume a precarização do trabalho, a flexibilização cotribui para icremetar a tesão e a fadiga dos trabalhadores, por causa dos esforços de adaptação cotiuada às sucessivas mudaças de todo o tipo. Além de prejudicar os empregados, um acurado estudo costatou que a mudaça cotiuada acaba prejudicado, o médio ou logo prazo, a própria empresa e as suas ambições de competitividade (GREY,2004, apud SELIGMANN-SILVA, 2012). Cotiua aalisado a velocidade e suas cosequêcias para saúde metal dos empregados: A velocidade é altamete desejável e correspode às ideias de eergização e eficiêcia. Ao mesmo tempo, a velocidade da própria mudaça é precoizada. Assim, o paradigma da rapidez também matém proximidade com a ideia de flexibilidade. Essa ijução à velocidade codea ao meosprezo todos os que demostram casaço e tora descartáveis os atigidos pelo evelhecimeto. Portato, a maximização da itesificação do trabalho exige um superatleta, rompedo também, esse aspecto, as barreiras de sua filosofia, ou melhor, de sua dimesão psico-orgâica. Na atualidade, em muitas orgaizações, a impaciêcia é istitucioalizada, em detrimeto do trabalho bem-feito e do tempo para escutar, pesar e tratar subordiados, colegas e clietes com ateção e repeito às dificuldades que possam apresetar. (SELIGMANN-SILVA, 2012) A istituição como um todo sofre as cosequêcias. Os pequeos avaços iiciais acabam sedo suplatados pelo adoecimeto, pela rotatividade de pessoal, pelos erros, pelos acidetes e pela rapidez das modificações que impede o apredizado do trabalho. Esse quadro resultará em frustração e agústia, gerado desmotivação e redução da produtividade. Essa ova forma de orgaizar o trabalho também tem se caracterizado pela ecessidade de submeter e padroizar o modo e o tempo, impodo como desecessária a criatividade. Mesmo o trabalho itelectual fica submetido a essa lógica e, ao se excluir a idetidade pessoal do fazer, se abre uma eorme passagem para o adoecimeto, como é idetificado o texto a seguir: Em sítese: a imposição de culturas artificiais, estrahas aos valores iteralizados ao logo da costituição da idetidade pessoal e social de cada pessoa, é istrumeto poderoso direcioado ao cotrole total que visa à submissão absoluta aos atuais paradigmas orgaizacioais. Portato, ode reia a ideologia da excelêcia e uma cultura orteada por seus paradigmas, estes se toram determiates de peso o direcioameto dos processos que coduzem ao adoecimeto metal e ao desequilíbrio psicosomático, etre outras formas de patologias relacioadas ao trabalho cotemporâeo. (SELIGMANN-SILVA, 2012) 3.2 LER / DORT LER/DORT é a expressão que idetifica as Lesões por Esforços Repetitivos / Distúrbios Osteomusculares Relacioados ao Trabalho, uma sídrome relacioada ao trabalho, provocada pela iadequação do trabalho ao ser humao, caracterizada pela ocorrêcia de vários sitomas, isolados ou cocomitates, que atigem pricipalmete os membros superiores, o pescoço, a porção superior do dorso e a região lombar: dor, dormêcia, queimação, sesação de peso, fadiga,

12 12 dimiuição de força, etre outros. O aparecimeto desses sitomas é leto e, frequetemete, causa icapacidade para trabalhar temporária ou permaete. As LER / DORT se assemelham às diversas doeças e acidetes do trabalho quato aos meios e codições em que se desevolvem. Há um local em que o trabalho se realiza, com suas características físicas, o espaço dispoível, o mobiliário, as estruturas e codições que abrigam os trabalhadores e com as quais eles se relacioarão. É esse espaço que se processam os serviços e se trasformam objetos em produtos para ossas vidas. Do poto de vista idividual, isso se dá o posto de trabalho de cada um, o espaço particular em que cada trabalhador / trabalhadora vai iteragir com os meios que lhe foram dispoibilizados e, com seu saber, sua experiêcia, sua cultura, seu taleto e suas demais características pessoais, realizará sua fução e cumprirá metas e objetivos propostos. As formas de desevolvimeto de agravos à saúde depedem essecialmete do tipo de tecologia utilizada, das exposições a agetes tóxicos, do uso de máquias e ferrametas e, pricipalmete, da forma como se orgaiza o trabalho. É fudametal que, o cumprimeto de suas fuções, os trabalhadores teham seus limites respeitados e que esse espaço compartilhado por todos seja etedido como um espaço de todos, em que a parcela de saber e as características de cada um possam ser expressas, ouvidas e relevadas quado metas de produtividade e modos operatórios forem estabelecidos. Porque uma das características comus das doeças do trabalho das LER / DORT em especial é sua previsibilidade. E, com isso, sua evitabilidade. O grade úmero de casos de LER/DORT tem sido explicado por trasformações do trabalho as empresas e o serviço público, pois, ao estabelecerem metas e produtividade, as admiistrações cosideram apeas suas ecessidades, sem levar em cota os trabalhadores e seus limites. Há uma exigêcia de adequação dos trabalhadores às características orgaizacioais das istituições públicas e das empresas, com itesificação do trabalho e padroização dos procedimetos, impossibilitado qualquer maifestação de criatividade e flexibilidade. As LER/DORT também são associados a riscos ergoômicos que podem ser ecotrados em ocupações diversas: esforço físico iteso, posturas descofortáveis, pressão mecâica localizada sobre algum segmeto, vibrações, temperaturas extremas, movimetos repetitivos e trabalho muscular estático. Muitos desses distúrbios são associados a demadas físicas excessivas e decorrem de deficiêcia de equipametos, ferrametas e métodos de trabalho (KEYSERLING; ARMSTRONG; PUNNET, 1991). A hierarquia desses fatores a gêese ou agravameto das LER/DORT pode variar de acordo com o segmeto ou estrutura aatômica, sedo cohecidas

13 13 associações etre esses fatores que potecializam os efeitos idetificados isoladamete para cada um deles. São exemplos a combiação de força/repetitividade para distúrbios do puho, postura/repetitividade para distúrbios do ombro, postura forçada/levatameto de peso para distúrbios da região lombar (LECLERC, et al., 2004; YEUNG; GENAIDY; DEDDENS, 2003; FROST; ANDERSEN, 1999; MALCHAIRE et al., 1997; BERNARD, 1997; WIKER; SHAFFIN; LANGOLF, 1989). Isolados, podem ser mais bem caracterizados a seguite maeira: Postura Em situações em que o corpo assume posições com assimetria de seus segmetos, de forma repetida, com descoforto, esforço associado, é esperável que os tecidos moles e as articulações evolvidas teham excedido seus limites de tolerabilidade ao estresse causado e que esses excessos e desequilíbrios produzam lesões. Se houver trabalho muscular estático muito prologado, ou seja, mauteção prologada de algum segmeto corporal a mesma posição como mater membros superiores elevados à altura dos ombros - ocorrerá mais rapidamete a fadiga muscular. Isso ocorre pela deficiêcia de utrietes ecessários para o músculo, que chegam a ele pela circulação saguíea, e pela dificuldade de elimiar os resíduos do metabolismo muscular. Esse mecaismo só fucioará adequadamete se houver relaxameto e cotração da musculatura. Agachar-se com frequêcia ou mater elevados os membros superiores para procurar e apahar volumes de processos em prateleiras ao ível do chão ou acima da liha do ombro e uso cotíuo de microcomputador são algus exemplos. Repetitividade A relação etre repetitividade e as LER/DORT é cohecida já há muitos aos. Cosidera-se altamete repetitivo o trabalho com um tempo de ciclo básico igual ou iferior a 30 segudos, isto é, com a realização de duas uidades de trabalho por miuto, ou quado mais do que 50 do ciclo de trabalho evolve um mesmo padrão de movimetos, uma sequêcia de passos que se repete. São exemplos a digitação em microcomputador, o uso dos botões e scroll do mouse, a umeração maual de folhas, carimbar, separar papéis, operação de máquias.

14 14 Força / esforço físico Força é a eergia gerada pelo sistema musculoesquelético para ser aplicada sobre um objeto para sustetá-lo ou movê-lo. Isso ocorre, por exemplo, ao trasportar ou mobilizar peso, que pode ser de volumes de processos, peças, etc. Pressão mecâica localizada O cotato físico de uma parte do corpo com um determiado objeto, sempre o mesmo local e a mesma posição, é também um fator determiate de lesões. São exemplos as ferrametas que possuem pegas ão arredodadas, que comprimem ou matêm cotato com as laterais dos dedos ou das mãos, como tesouras, ou que causam pressão sobre as palmas das mãos, como a utilização dos puhos como martelos (como o uso de algus tipos de carimbos, de furadores de papel ou para fixação de peças). Forças de cotato o segurar ou utilizar ferrametas também são resposáveis por lesões, como o uso de alicates que tedem a ferir a palma da mão sempre o mesmo poto, ou em áreas de cotato da face vetral dos puhos que se apoiam em quias ou bordas de mesas, produzido pressão sobre os tedões dessa região. Fatores psicossociais e orgaizacioais Há muito se compreede que as explicações para os expoeciais aumetos de casos de LER / DORT ão passam apeas pelos fatores biomecâicos já cohecidos (repetitividade, postura, força, vibração). A estruturação do trabalho pode ter impactos diferetes em idivíduos expostos a situações laborais semelhates, sedo a explicação para esse fato associada aos fatores psicossociais do trabalho. Os fatores psicossociais são defiidos como as percepções subjetivas que o trabalhador tem dos fatores da orgaização do trabalho, como as repercussões idividuais relativas à carreira, à carga e ao ritmo de trabalho. Se a percepção for egativa, podem-se observar reações geradoras de problemas físicos, como a tesão muscular ou a produção elevada de catecolamias e hidrocortisoa. O mecaismo etiopatogêico que vem sedo avetado para explicar a ligação etre estes fatores e as alterações fisiopatológicas das LER/DORT presetes em algumas situações é o do estresse. O estresse pode ser etedido como um cojuto de alterações psicoeuroedócrias

15 15 desecadeadas o orgaismo em decorrêcia de estímulos de atureza física, cogitiva ou psicoafetiva que, uma vez bem assimilado pelo idivíduo, pode resultar uma reação de defesa saudável. Etretato, o caso de desequilíbrio etre o estímulo e a resposta, ou etre o ambiete e o idivíduo, a reação de estresse pode trazer cosequêcias egativas. Os efeitos podem ser tão ou mais ocivos quato meor for a capacidade do idivíduo de lidar com os agetes estressores, adaptar-se a eles e desevolver seus mecaismos de defesa (ROCHA; FERREIRA JR., 2000). Os estilos de gereciameto, formas de apoio e icetivo aos trabalhadores, cotroles de ritmo determiados por máquias, por outros trabalhadores ou supervisores, falta de cotrole sobre a quatidade de trabalho realizado, pouca ou ausêcia de satisfação com a tarefa realizada ou com o trabalho como um todo, excesso ou ausêcia de resposabilidades também se relacioam com esses quadros dolorosos. Os fatores psicossociais podem iflueciar as cargas biomecâicas e as reações ao estresse o trabalho através da variação os íveis de algus hormôios, etre eles a adrealia e oradrealia, as quais coduzem alterações físicas em vários tecidos, iflueciado a percepção da dor. O surgimeto das LER / DORT depederá da existêcia desses fatores de risco, da itesidade e da frequêcia com que se apresetam, da maior ou meor fragilidade dos trabalhadores diate deles e que ão será sempre a mesma ao logo do tempo, pois há várias situações que podem fragilizar. Mas é possível afirmar que a orgaização do trabalho sempre assumirá papel prepoderate as gêese das LER / DORT, pois os desarrajos ou desequilíbrios etre o ambiete, os processos de trabalho e os trabalhadores guardam ítima relação com as formas de orgaizar o trabalho, a idetificação de situações coflitivas e o respeito aos limites dos trabalhadores. O ecadear dos parágrafos acima mostra que o cohecimeto sobre as LER/DORT evoluiu ao poto de podermos estabelecer estratégias e formas de orgaização do trabalho que propiciem o desevolvimeto de um clima orgaizacioal sadio e que acolha as difereças etre os trabalhadores, seus limites e suscetibilidades. Mas caso surjam queixas etre os trabalhadores, é idispesável a iterveção a fase iicial de sitomas para que possam ser evitadas a croificação e suas sequelas. Pode ser comprometida ão apeas a cotiuidade do trabalhador a fução que exercia, mas em quase todas as outras fuções que requeiram o uso de membros superiores. Tal icapacidade apota para a exclusão do mercado de trabalho e deterioração da qualidade de vida.

16 16 Há muitos exemplos de bos trabalhos de preveção das LER / DORT, iclusive o Judiciário, quase sempre acorados pelo biômio compromisso/respeito. Do poto de vista da orgaização do trabalho, uma importate medida de preveção para as LER / DORT, bem como para diversos outros agravos à saúde, é a redução da jorada de trabalho. Aida que ão haja determiação legal para isso, essa discussão é imprescidível para o bem-estar dos trabalhadores. Além disso, é importate que as formas de orgaização do trabalho e de cotrole sobre produtividade e desempeho teham participação dos trabalhadores, de forma que ão se produza itesificação do trabalho em joradas reduzidas, o que aumetaria em muito os riscos à saúde. 3.3 PAUSAS E RECUPERAÇÃO DE FADIGA A idetificação de tempos adequados de recuperação de fadiga é um desafio para ergoomistas, profissioais de saúde e orgaizadores do trabalho. É uma preocupação presete já os estudos de Taylor, o começo do século vite, mas, até hoje, sem ser estabelecido um ídice ou valor uiversalmete aceito, eis que egloba diversas variáveis que evolvem os próprios trabalhadores, a orgaização do trabalho, o ambiete físico do trabalho, o ambiete psíquico do trabalho e a atividade de trabalho (COUTO, 2006). A troca rítmica etre gastos eergéticos e reposição de força ou, dito de outra forma, etre trabalho e descaso, é idispesável para o fucioameto de todos os sistemas orgâicos (GRANDJEAN, 1998). Para o sistema musculoesquelético, a pricipal fução das pausas é proporcioar um alívio para os grupos musculares que estão sedo mais exigidos (MACIEL, 1998). A recuperação de fadiga com o estabelecimeto de pausas durate a jorada de trabalho, com itervalos etre as joradas ou com redução da jorada diária de trabalho, é um importate elemeto para a preveção de distúrbios osteomusculares e de acidetes de trabalho (MATHIASSEN; WINKEL, 1996; TUCKER, FOLKARD; MACDONALD, 2003; KONZ, 1998), aida que haja discussão e disseso sobre tempos e a forma de estabelecer as pausas (MACIEL, 1998; KONZ, 1998). Os períodos de descaso podem ser divididos etre os que implicam iterrupção das atividades fora do local de trabalho (itervalos etre as joradas, fiais de semaa, férias, feriados), as pausas formais (almoço, café), pausas iformais (iterrupções de processo, treiameto), micropausas (de um miuto ou meos ao logo da jorada) e outras atividades que sigificam descaso detro do trabalho, em que outras tarefas são desevolvidas com uso de outros segmetos corporais (KONZ, 1998).

17 17 Algus autores (DABABNEH; SWANSON; SHELL, 2001; KONZ, 1998) cosideram mais efetivas as pausas mais frequetes e de curta duração do que pausas mais prologadas após períodos maiores de trabalho. As pausas de curta duração são também medidas de baixo custo para a redução de risco de distúrbios osteomusculares (KOGI; KAWAKAMI; ITANI; BATINO, 2003), aida que ão seja a forma preferida por grade parte dos trabalhadores, por ocasioarem quebra de ritmo com as frequetes iterrupções de tarefas, acarretado queda da produtividade (DABABNEH; SWANSON; SHELL, 2001). A efetividade das pausas e de rotatividade de tarefas para redução de distúrbios musculoesqueléticos é questioada por Mathiasse (2006), que em revisão de estudos epidemiológicos ão idetifica evidêcias empíricas que deem suporte a essa covicção. Efatiza em seu estudo os coceitos de variação e de diversidade como sedo mais importates que a rotatividade de tarefas e a realização de pausas. Defie variação como a mudaça a exposição aos fatores biomecâicos através do tempo, que poderia ser avaliada com variáveis capazes de expressar o quato e quão rapidamete uma determiada exposição se modifica e se há recorrêcia de seus elemetos. Defie diversidade como a extesão da difereciação etre essas exposições e, embora recoheça haver ecessidade de desevolver estudos sobre esse tema, apota como promissora a ideia de aferir a diversidade com base em medidas estatísticas tradicioais de dispersão. 3.4 PLASTICIDADE CEREBRAL A INFLUÊNCIA DA INFORMÁTICA NA FUNCIONALIDADE CEREBRAL Ao igressar o mudo do trabalho, a iformática está operado alterações profudas a ecoomia, obrigado os vários setores a se adaptarem e o aparelho de Estado ão ficou imue a essa mudaça. Levado-se em cosideração a saúde dos operadores, o igresso dos computadores os ambietes de trabalho foi acompahado de aumeto da prevalêcia das LER/DORT e sitomas idesejados o sistema visual, que foram rapidamete decifrados, provavelmete dado o caráter mecâico e de fácil acesso dos órgãos evolvidos. O cérebro, órgão que iterage diretamete com os programas operacioais dos computadores, apeas recetemete está sedo alvo de pesquisas para avaliar a iterferêcia da iformática sobre o seu fucioameto.

18 18 Sitomas importates de casaço, dimiuição de cocetração e asiedade são relatados com frequêcia por usuários. Iicialmete, a explicação para esse feômeo se cocetrou em aspectos como a sobrecarga de iformações, a alta velocidade em que acotecem e são divulgadas as iovações e os debates sobre o tema, bem como a itesificação do trabalho provocado pela iformática em todos os segmetos da ecoomia. Apeas recetemete, a partir do avaço das pesquisas sobre o fucioameto do cérebro, foi possível comprovar a plasticidade cerebral, referedado o que vários pesadores ituíram sobre terem as ferrametas ifluêcia direta a formação dos ossos pesametos. Álvaro Pascual-Leoe (apud CARR, 2011), professor pesquisador da Escola Médica de Harvard, defede que a plasticidade é o estado ormal correte do sistema ervoso (SN) ao logo da ossa vida. Ele estaria em costate modificação em resposta às ossas experiêcias e comportametos, remodelado seus circuitos a cada estímulo sesorial, ação motora, associação, sial de recompesa, plao de ação, ou [deslocameto da] cosciêcia. A europlasticidade é um dos importates produtos da evolução, uma característica que permite que o sistema ervoso escape às restrições do osso geoma e assim se adapte a pressões ambietais, mudaças psicológicas e experiêcias. A cofirmação da plasticidade do cérebro, e que ela ão se restrige aos primeiros aos de vida, é fudametal para embasar políticas de educação e atividade de modificação comportametal. Mas plasticidade ão sigifica elasticidade. As ovas siapses, depois de estabelecidas, ão retoram ao estado aterior com facilidade. Dessa forma, a plasticidade mecaismo essecial para o apredizado também pode se costituir a causa de patologias, sejam elas viculadas à depedêcia química, sejam decorretes da cocetração em sitomas como dor ou zumbido, etre outros. A memória é outra fução fudametal do cérebro. Nicholas Carr, citado Joh Sweller, afirma que A profudidade de ossa iteligêcia depede da ossa capacidade de trasferir iformações da memória de trabalho para a memória de logo prazo e de tecer com ela esquemas coceituais. Mas a passagem da memória de trabalho para a memória de logo prazo também forma o gargalo mais importate do osso cérebro. Ao cotrário da memória de logo prazo, que tem uma vasta capacidade, a memória de trabalho é capaz de lidar apeas com uma quatidade muito pequea de iformação. Assim, quado a carga cogitiva iformação que flui para a ossa memória de trabalho em um dado istate de tempo supera a capacidade de ossa mete de processar a iformação, somos icapazes de reter a iformação e de fazer coexões com as já armazeadas em ossa memória de logo prazo. Não coseguimos traduzir a ova iformação em esquemas. Existem muitas fotes possíveis de sobrecarga cogitiva, mas duas das mais importates são, segudo Sweller, a resolução de problemas exteros e a ateção dividida (CARR, 2011).

19 19 Para que algo seja gravado a memória de logo prazo é ecessário que a quatidade de iformação recebida ão supere a capacidade de processameto da memória de curto prazo. A leitura profuda, em fução da cadêcia e da cocetração ecessárias, é um istrumeto poderoso para a memorização por logo prazo dos dados. Ressaltamos que essa aptidão é uma coquista recete da humaidade. Apeas o iício do segudo milêio, quado algumas líguas começaram a separar as palavras e a itrodução de sitaxe, a leitura começou ser realizada em silêcio. Até etão, a escrita era cotíua e a leitura executada em voz alta, para poder iterpretar o sigificado do texto. Algus autores (DESIMONE, BELL, apud CARR, 2011) afirmam que a desateção seria o estado atural da mete, à semelhaça de ossos paretes do reio aimal. Teríamos a predisposição de deslocar ossa ateção para qualquer modificação do ambiete, para dessa forma os ateciparmos ao perigo ou aproveitarmos uma oportuidade. A observação do computador equato istrumeto e sua coexão em rede possibilitam combiar diferetes tipos de iformações, tais como textos, vídeo, áudio, alterativas de avegação, aúcios, recados da chegada de s, jaelas como diferetes temas, etre outros, produzido uma cacofoia de estímulos à distração. No livro, as bordas delimitam e focam a ateção do leitor. Não há a rápida fadiga ocular causada por palavras formadas de pixels sobre uma tela ilumiada e, fialmete, oferece a possibilidade de sublihar e escrever as págias, o que favorece a memorização, a aálise e a itegração do cohecimeto. A leitura a tela, além de mais casativa, desfavorece a memorização devido ao ambiete impróprio para a cocetração. A mete, por sua europlasticidade, está se sitoizado a essa ova ferrameta itelectual e começa a aceitar apeas estímulos de curta duração, ada que exija muita ateção, o que dificulta sobremaeira a leitura de textos logos a tela pelas dificuldades acima descritas, pela perda da capacidade de se focar em uma tarefa. A iformática, em acordo ao proposto, estaria alterado substacialmete o que até etão cohecíamos como trabalho itelectual. 4. MATERIAIS E MÉTODOS 4.1 POPULAÇÃO/AMOSTRA

20 20 Etre os meses de setembro de 2011 e jaeiro de 2012, foram distribuídos os questioários da pesquisa para 6273 servidores ativos dos quatro ramos do Judiciário Federal do Rio Grade do Sul e do TRF da 4ª Região, atigido 143 muicípios do estado e recebidos 3744 questioários preechidos, a seguite proporção da amostra: 41,7 Justiça do Trabalho, 30,3 Justiça Federal, 14,8 TRF 4ª Região, 12,6 Justiça Eleitoral e 0,7 Justiça Militar. Por ordem alfabética, são os seguites os muicípios que respoderam à pesquisa: Alegrete, Alvorada, Atôio Prado, Arroio do Meio, Arroio do Tigre, Arroio Grade, Augusto Pestaa, Bagé, Barra do Ribeiro, Beto Goçalves, Bom Jesus, Cachoeira do Sul, Cachoeiriha, Camaquã, Campia das Missões, Campo Bom, Caela, Caoas, Capao da Caoa, Caraziho, Carlos Barbosa, Casca, Caxias do Sul, Cerro Largo, Costatia, Crissiumal, Cruz Alta, Dom Pedrito, Ecatado, Ecruzilhada do Sul, Erechim, Espumoso, Estâcia Velha, Estrela, Farroupilha, Faxial do Soturo, Feliz, Flores da Cuha, Frederico Westphale, Garibaldi, Gaurama, Getúlio Vargas, Giruá, Gramado, Gravataí, Guaíba, Horizotia, Ijuí, Itaqui, Jaguarão, Julio de Castilhos, Lagoa Vermelha, Lajeado, Marau, Moteegro, Mostardas, Nova Petrópolis, Nova Prata, Novo Hamburgo, Osório, Palmares do Sul, Palmeira das Missões, Paambi, Passo Fudo, Pelotas, Piheiro Machado, Piratii, Porto Alegre, Quaraí, Restiga Seca, Rio Grade, Rio Pardo, Roda Alta, Rosário do Sul, Saaduva, Sata Cruz do Sul, Sata Maria, Sata Rosa, Sata Vitória do Palmar, Sataa do Livrameto, Satiago, Sato Âgelo, Sato Atôio das Missões, Sato Augusto, Sato Cristo, São Fracisco de Assis, São Gabriel, São Jerôimo, São José do Norte, São Leopoldo, São Loureço do Sul, São Luiz Gozaga, São Marcos, São Pedro do Sul, São Sebastiao do Caí, São Valetim, São Vicete do Sul, Sapiraga, Sapucaia do Sul, Seberi, Sobradiho; Tapera, Taquara, Teutôia, Torres, Tramadaí, Três de Maio, Três Passos, Triufo, Uruguaiaa, Vacaria, Viamão. 4.2 INSTRUMENTO E COLETA DE DADOS Os trabalhadores foram covidados a respoder ao questioário durate sua jorada de trabalho e a participar da pesquisa mediate assiatura de um Termo de Cosetimeto Livre e Esclarecido (TCLE). Tratava-se de um istrumeto estruturado com 137 questões, que abordavam dados sociodemograficos, codições ambietais e de orgaização do trabalho, sitomas oculares, dor osteomuscular, saúde metal (com o Self-Report Questioaire-20, para rastrear trastoros psíquicos ão psicóticos), trabalho com processos eletrôicos, questões específicas para os oficiais de justiça e os agetes de seguraça. O questioário cotiha uma questão aberta após as questões objetivas, com espaço para a livre maifestação dos servidores.

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