UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA. Maykom John Staine. EFEITO DO TREINAMENTO FisICO MILITAR NA APTIDAO FislCA DE ALUNOS DE N.P.O.R.

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA Maykom John Staine EFEITO DO TREINAMENTO FisICO MILITAR NA APTIDAO FislCA DE ALUNOS DE N.P.O.R. Curitiba 2006

2 Maykom John Staine EFEITOS DO TREINAMENTO FisICO MILITAR NA APTIOAO FislCA DE ALUNOS DE N.P.O.R. Trabalho de Conclusao do Curso de Educa9ao Fisica, Aprofundamento em Treinamento Desportivo, da Faculdade de Ciencias Biol6gicas e da Saude, da Universidade Tuiuti do Parana. Orientador: Professor Candido Curitiba 2006

3 TERMO DE APROVACAO Maykon John Staine EFEITO DO TREINAMENTO FIsICO MILlTAR NA APTIDAo FlslCA DE ALUNOS DE N.P.O.R. Este Trabalho de Conclusao de Curso foi julgado e aprovado para a obten~o do titulo de Licenciado em Educac;:ao Ffsica da Universidade Tuiuti do Parana, Aprofundamento em Treinamento Desportivo. Curitiba, de de 2006.

4 SUMARIO 1. INTRODUCAO JUSTIFICATIVA DO TEMA PROBLEMA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Especificos 08 2 REVISAO DE LlTERATURA TREINAMENTO FISICO MILITAR Foco do treinamento A Sessao Treinamento Fisico Militar Fases do Treinamento Fisico Militar PROCESSO DA AVALlAc;,Ao FISICA NA ATUALIDADE Exame Medico A Finalidade da Avalia<;:ao Fisica TESTE DE APTIDAo ATUAL Os Aspectos Gerais da Portaria 014-EME/ A conceitua<;:ao do desempenho fisico individual criterio da conceitua<;:ao Os testes fisicos ASPECTOS CLiMATICOS RELACIONADOS AO TFM CONDIc;,OES DE EXECUc;,AO DO TREINAMENTO FISICO MILITAR REFLEXOS DO TFM APLICADOS A SITUAc;,Ao DE COMBATE For<;:aMuscular Potencia Muscular Resistencia Muscular Localizada Resistencia Aer6bica Resistencia it Fadiga Mental ResistEmcia Anaer6bica 30

5 2.7 TFM COMO COMPONENTE NA PREPARACAO DO COMBATENTE A EVOLUCAo NO EXERCITO BRASILEIRO METODOLOGIA TIPO DE PESQUISA POPULACAo E AMOSTRA PopuJa<;:ao Amostra INSTRUMENTO COLETA DE DADOS ANALISE DOS DADOS APRESENTACAo E DISCUssAo DOS RESULTADOS 36 5 CONCLUsAo REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 44

6 RESUMO EFEITOS DO TREINAMENTO FisICO MILITAR NA APTIDAO FislCA DE ALUNOS DE N.P.O.R. Autor: Maykom John Staine Orientador: Professor Candido Curso de Educac;:ao Fisica Universidade Tuiuti do Parana Este trabalho objetivou verificar os efeitos do treinamento fisico militar na aptidao fisica de alunos de N.P.O.R. Para isso, valeu-se de uma pesquisa descritiva comparativa, utilizando-se como base os dados do pre teste e p6s teste, com um Treinamento Fisico Militar entre eles. A amostra para 0 estudo constituiu-se de 20 alunos de N.P.O.R. que iniciaram 0 treinamento Fisico Militar no ana de Ap6s isto, contatou-se que nas variaveis antropometricas, a massa corporal representou uma queda do pre para 0 p6s teste de 0,600 Kg; a estatura, nao foi demonstrada grande variac;:ao; 0 IMC, observa-se que no pre teste a media foi de 22,21 e no p6s teste foi de 22,01. Nas variaveis de desempenho, a flexao de brac;:osapresentou um aumento de 3,65 repetic;:oes; no abdominal foi evidenciado um aumento de 8,75 repetic;:oes; nas flexoes na barra, foi evidenciado um aumento de 1,95 repetic;:oes; na corrida por 12 minutos, evidenciou-se um aumento de 70,00 metros, onde a distancia minima percorrida foi 3.300,00 metros; no indice de V02 maximo, evidenciou-se um aumento do indice em 1,57; 0 indice minimo foi de 46,80 e 0 indice maximo foi de 62,44, com uma amplitude de 15,63. Entao, de forma geral, conclui-se que nos dados antropometricos nao foram evidenciadas grandes variac;:oes, sendo que quando estas aconteceram, direcionaram-se para uma condic;:ao mais favoravel a aptidao fisica, observa-se tambem que referente ao IMC, os indices encontram-se dentro de um padrao de normalidade para a faixa etaria. Conclui-se tambem que em todas as variaveis de desempenho foram evidenciadas melhoras na media do grupo, respondendo com isto a pergunta de que 0 Treinamento Fisico Militar favorece na condic;:ao fisica dos alunos de N.P.O.R. quando comparados os Testes de Aptidao Fisica dos alunos analisados. Palavras-chave: Efeitos, Treinamento Fisico Militar, Aptidao Fisica, Alunos N.P.O.R.

7 7 1. INTRODU ;AO EFEITOS DO TREINAMENTO FisICO MILIT AR NA APTIDAO FislCA DE ALUNOS DE N.P.O.R. 1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA A primeira regulamenta<;:ao do Teste Fisico Militar (TFM) no Exercito Brasileiro ocorreu em 1934, sendo atualizado ate os dias de hoje, segundo a realidade cientifica brasileira, resultando no Manual de Campanha C Como todo treinamento fisico, 0 TFM possui objetivos que orientam a sua aplicayao: manter da saude do militar; participar do desenvolvimento das qualidades morais e profissionais do militar; desenvolver, manter ou recuperar a condi<;:ao fisica total do militar. Para entendermos por completo a defini<;:ao e os objetivos do TFM, se faz necessario compreender 0 que vem a ser condi<;:ao fisica total do militar: Eo a capacidade psicossomatica do militar para 0 desempenho de qualquer atividade funcional, que demande esforyo fisico significativo, sem 0 comprometimento da saude. Sao componentes da condi<;:aofisica total os sistemas cardiopulmonar, neuromuscular e a composi<;:ao corporal. Verificamos com 0 acima exposto, que 0 desempenho profissional do militar em suas atividades tanto em tempo de paz como em combate dependem, em grande parte, de seu condicionamento fisico. Atraves do treinamento fisico ele desenvolvera de forma racional, met6dica e harmonica as qualidades fisicas e morais, que Ihe permitirao vencer desafios e imprevistos, mantendo-o, por muitas vezes, vivo.

8 8 1.2 PROBLEMA NPOR? Quais sao os efeitos do treinamento fisico militar na aptidao fisica de alunos de 1.3 OBJETIVOS Objetivo Geral NPOR Verificar os efeitos do treinamento fisico militar na aptidao fisica de alunos de Objetivos Especfficos Determinar os efeitos do treinamento fisico militar sobre os indicadores antropometricos de alunos de N.P.O.R Determinar os efeitos do treinamento fisico militar sobre os indicadores de desempenho nos alunos de N.P.O.R Comparar os escores do T.F.M. dos alunos de N.P.O.R Analisar as possiveis melhorias na condigao fisica de alunos de N.P.O.R, em fungao do Treinamento Fisica Militar.

9 9 2. REVISAO DE L1TERATURA 2.1 TREINAMENTO FisICO MILITAR Segundo 0 C 20-20/ Manual de Treinamento Fisico Militar (MINISTERIO DO EXERCITO, 2002), 0 Treinamento Fisico Militar deve ser fundamentado de acordo com a seguinte filosofia: a) Organiza9ao o Treinamento Fisico Militar (TFM) esta preconizado no manual C 20-20, que abrange os aspectos fundamentais do TFM, padroniza os fundamentos tecnicos, fornece ccnhecimentos desejaveis e estabelecem procedimentos para 0 seu planejamento, a coordena9ao, a condu9ao e a execu<;ao da atividade fisica no Exercito Brasileiro. Fisicc Militar. b) Aplica<;ao Todo militar considerado apto para 0 servi<;o ativo esta obrigado ao Treinamento c) Defini<;ao E a prepara<;ao da condi<;ao fisica total do militar, sistematica mente organizada, por meio de atividades fisicas regulares e controlada, dentro de um processo pedag6gico.

10 Foco do treinamento Segundo 0 Ministerio do Exercito (2002), 0 enfoque do treinamento na operacionalidade da tropa visa preservar fundamentalmente 0 interesse da Fon;:a e 0 cumprimento da sua missao institucional. o enfoque do treinamento sobre a saude tem uma conota<;:ao mais funcional, atende de melhor forma os interesses do militar e e relacionado com 0 seu bem estar. E evidente que 0 enfoque operacional e mais presente nas fun<;:6es afetas ao cumprimento de miss6es de combate enquanto 0 enfoque da saude e condi<;:ao indispensavel para 0 desempenho de qualquer fun<;:ao, inclusive aquelas de cunho administrativo. Tambem por motivos de gastos hospitalares, e de grande interesse da for<;:aque 0 militar mantenha uma boa saude, evitando assim gastos medicos por parte da institui<;:ao. o enfoque da saude tem os objetivos e 0 ganho de beneficios mais duradouros no tempo, considerando-se a carreira e a vida profissional do militar. E fundamental entender 0 TFM como um instrumento promotor da saude antes de um instrumento de adestramento do militar. Objetivos do Treinamento Fisico Militar - Contribuir para a manuten<;:ao da saude do militar; Desenvolver, manter ou recuperar a condi<;:ao fisica necessaria para 0 desempenho de sua fun<;:ao; Cooperar para 0 desenvolvimento dos atributos da area afetiva; Desenvolver e manter uma condi<;:ao fisica que garanta a rusticidade necessaria a supera<;:iio das fadigas decorrentes das atividades habituais de campanha; - Estimular a pratica desportiva em geral; - Contribuir para 0 desenvolvimento de habitos salutares de conhecimento e de pratica de atividade fisica regular.

11 A Sessao de Treinamento Fisico Militar 1) Dura~o: A durayao de uma sessao de TFM e de dois tempos de instruyao ou 90 min. 2) Frequencia: A frequencia ideal do TFM e de cinco sessoes semanais previstas em horario de instru~o. Deve-se considerar como frequencia minima do TFM aquela que ainda possibilita 0 desenvolvimento e a manutenyao dos padroes de desempenho fisico. Esta cientificamente comprovado que esta frequencia e de no minimo tres sessoes semanais. Alem disso, para que a atividade fisica possa auxiliar na prevenyao de doenyas cronico-degenerativas e necessario que seja realizada, no minimo, tres vezes por seman a (PINTO, 1993) Fases do Treinamento Fisico Militar Segundo 0 Ministerio do Exercito (2002), uma sessao de TFM e composta de tres fases: 0 aquecimento, 0 trabalho principal e a volta a calma. a) Aquecimento: Eo 0 conjunto de atividades fisicas que visa preparar 0 militar, orgi'mica e psicologicamente, para a execuyao do trabalho principal, por intermedio do aumento da temperatura corporal, da extensibilidade muscular e da frequencia cardiaca. Eo importante que haja uma transiyao gradual do repouso para 0 esforyo, ja que uma atividade fisica intensa e repentina nao provoca um fluxo suficiente de sangue para os musculos, alem de aumentar a possibilidade de lesoes musculo-articulares. o aquecimento e composto de duas fases: os alongamentos e os exercicios de efeitos localizados, seguidos posteriormente por uma corrida. Para que 0 aquecimento cumpra sua finalidade e proporcione as devidas alterayoes fisiol6gicas, e necessario

12 12 que essas duas fases variem de acordo com 0 clima e com a atividade a ser realizada no trabalho principal. Os exercicios de alongamento se destinam a trabalhar a musculatura em toda sua amplitude, usando todo 0 arco articular e permitindo, assim, alongar as fibras musculares que se encontrem enrijecidas pela inatividade, pelo frio, ou ambos, e tammm para, ap6s 0 exercicio, auxiliar na remoyao de catab61itos provenientes da atividade muscular. A pouca flexibilidade tem sido apontada como um dos fatores que contribui para a perda da capacidade de pessoas idosas para realizar atividades cotidianas, sendo os exercicios diarios de alongamento considerados como de fundamental importancia para a manutenyao da amplitude articular e da independencia de pessoas em idades mais avanyadas (POLLOCK e WILMORE, 1993). Esta fase tera uma durayao de aproximadamente 3 min, os exercicios serao executados por imitayao ao guia e deverao ser observados os seguintes itens: - alongar a musculatura de uma forma lenta e gradual; - respirar natural mente; - permanecer aproximadamente 20 seg em cada posiyao; - nao fazer balanceios, pois sempre que se estirar em excesso, havera uma ayao contraria, um reflexo de contrayao, fazendo com que 0 musculo se mantenha encurtado; - manter a posigao ao sentir a musculatura tencionada ate a sensagao de tensao passar, retrocedendo caso nao passe; - permanecer em uma posiyao confortavel. Os Exercicios de Efeitos Localizados sao realizados de forma ritmica, de acordo com a contagem do guia. Sao feitos por imitagao, podendo ser estaticos ou dinamicos. Os exercicios estaticos sao feitos com a contagem do tempo pelo guia, devendo ser realizados a quatro repetiyoes, podendo, no entanto, aumentar para ate seis repetiyoes a sua execuyao em temperaturas muito baixas, a criterio do OTFM. Estes exercicios, por se tratarem de aquecimento, devem ser realizados de forma que toda a tropa possa acompanhar 0 ritmo do guia. Em climas frios, ou par decisao do comandante, a tropa

13 13 poden'!, ainda, realizar 0 aquecimento em movimento, em substituiyao aos exercfcios de efeitos localizados estaticos. Esta forma de aquecimento e mais eficiente, porem, dificulta 0 controle e a execuyao para grandes efetivos, sendo recomendada a divisao da tropa quando for empregada. Eo tambem indicada para grupos de militares com idades mais avanyadas. A corrida sera executada num ritmo de lento a moderado, com durayao aproximada de 2 a 3 minutos (MINISTERIO DO EXERCITO, 2002). b) Trabalho principal E a fase da sessao em que sao desenvolvidas as qualidades fisicas e morais necessarias ao militar, por meio das diversas modalidades do TFM. 0 trabalho principal, que e 0 treinamento propriamente dito, classifica-se em: Treinamento Cardiopulmonar; Treinamento Neuromuscular (Ginastica Basica; Treinamento em Circuito; Ginastica Acrobatica; Ginastica com Armas; Ginastica com Toros); Treinamento Utilitario; e Desportos. o Treinamento Cardiopulmonar e 0 conjunto de atividades fisicas planejadas, estruturadas, repetitivas e controladas, que tem por objetivo 0 desenvolvimento e a manutenyao da aptidao cardiopulmonar. Os metodos de treinamento sao: Corrida Continua I Caminhada; Corrida Variada; Treinamento Intervalado Aer6bio; e Natayao. Segundo Fox; Bowers e Foss (1991), 0 Treinamento Neuromuscular procura realizar a manutenyao de niveis adequados de forya e resistencia muscular e importante em qualquer idade ou situayao operacional e, entre os beneficios resultantes do treinamento neuromuscular, podemos citar: melhoria do desempenho nas atividades de combate, nas atividades recreativas e no desporto; prevenyao de lesoes, pois a musculatura fortalecida suporta maior carga e permite melhor postura para as atividades diarias; melhoria da composiyao corporal pelo aumento da massa muscular e, em decorrencia disto, diminuiyao da gordura corporal causada pelo aumento da taxa metab6lica; diminuiyao da perda da saude 6steo-muscular com a idade, pois previne a degenerayao neuromuscular, diminui 0 risco de fraturas p~r quedas e aumenta a densidade 6ssea; e aumento da forya e da resistencia muscular. Eo importante que os

14 14 exercicios sejam feitos corretamente, buscando-se observar as limitagoes e dificuldades individuais na execugao de cada exercicio, de forma a maximizar 0 rendimento e evitar futuras lesoes. Sendo assim, deve ser respeitada a individualidade biol6gica, mesmo que em detrimento da padronizagao dos movimentos. o Treinamento neuromuscular e uma atividade fisica de intensidade variada, realizada por meio de exercicios localizados ou contra-resistencia, que buscam desenvolver a forga e a resistencia muscular. no TFM, sao utilizados tres metodos: Ginastica Basica; Treinamento em Circuito; e Musculagao. o Treinamento Utilitario sao atividades fisicas que auxiliam no aprimoramento e na manutengao da eficiencia dos sistemas neuromuscular e/ou cardiopulmonar, alem de desenvolver atributos da area afetiva necessarias ao militar.os metodos de treinamento considerados utilitarios sao: pista de pentatio militar (PPM); ginastica com toros; e lutas. 0 treinamento utilitario e previsto para as unidades operacionais. Os desportos possibilitam maior interagao entre os integrantes de uma missao de paz. Por serem atividades menos formais e mais atraentes, facilitam 0 congragamento entre os participantes, alem de fortalecer e desenvolver 0 espirito de corpo. Esse tipo de sessao do TFM conta com maior adesao e desenvolve 0 gosto pel a pratica desportiva de uma forma geral. Desta forma, 0 desporto preenche uma lacuna das metodologias do TFM, atuando em fatores sociais, da area afetiva e na redugao do estresse, alem de proporcionar um estimulo fisiol6gico que vai participar da manutengao dos niveis de aptidao fisica da tropa. 0 desporto compreende os grandes jogos, modalidades desportivas e competigoes desportivas. A pratica desportiva tem 0 objetivo de proporcionar aos militares atividades fisicas agradaveis e momentos de descontragao. Essas atividades sao agentes da manutengao do bem-estar e melhoria do relacionamento interpessoal dos seus participantes. A atividade a ser realizada, em principio, devera atender as preferencias dos militares participantes. Aqueles que nao possuirem habilidade tecnica necessaria para a pratica da modalidade prevista poderao ser conduzidos para outra atividade desportiva que possa ser realizada pelos remanescentes. Em ultimo caso, a execugao do TFM sera orientada individual mente. Durante a preparagao para a execugao da sessao de TFM, deverao ser enfatizados os objetivos de confraternizagao e espirito de camaradagem, que devem prevalecer sobre

15 15 a vontade exagerada de vencer. A pratica desportiva nao deve ser prescrita como uma atividade de desenvolvimento de padroes de desempenho fisico Aqueles militares que nao tiverem alcanyado a suficiencia no TAF deverao realizar alguma metodologia especifica que vise recuperar sua deficiencia. Dentre os desportos existentes, alguns podem ser praticados como trabalho principal dentro das sessoes de TFM. Sao eles: futebol; basquetebol; voleibol; tenis; futebol de salao; nata gao; e orientagao. As diversas modalidades desportivas deverao, em principio, ser praticadas de acordo com as regras estabelecidas pelas respectivas entidades nacionais que as regulam. c) Volta a calma: Segundo 0 Ministerio do Exercito (2002), nesse periodo 0 militar ira se ajustar fisiologicamente: retorno da frequencia cardiaca e da pressao arterial aos valores pr6ximos ao de repouso, acelera do retorno venoso, facilita a dissipagao de calor corporal, promove a remogao mais acelerada do acido latico, entre outros. A fase de volta a calma inclui exercicios de intensidades decrescentes como caminhada ou trote mais lentos, exercicios de calistenia e de alongamento (imprescindivel nessa fase). o Instrutor nao devera omitir esta fase durante a Instrugao de Manutengao de Capacitagao Fisica, pois existem varias evidencias cientificas associando esta omissao com uma maior incidencia de complicagoes cardiovasculares (DANTAS, 1998) PROCESSO DA AVALlAC;AoFislCA NA ATUALIDADE A avaliagao fisica consiste de exames medicos e de aptidao fisica. 0 primeiro visa verificar 0 estado de saude do individuo, bem como levantar a possibilidade de serem desenvolvidas doengas motivadas pel a execugao do esforgo. 0 segundo, tem como objetivo verificar 0 que 0 avaliado pode realizar com 0 seu corpo, sem perder a capacidade funcional das diferentes partes de seu organismo (DANTAS, 1998).

16 Exame Medico Atraves destes exames determina-se a intensidade de esfon;;o que 0 examinado pode ser submetido sem Ihe causar nenhum trauma, bem como, acompanhar a adaptayao de seu organismo (ex.: diminuiyao dos batimentos cardfacos em repouso, hipertrofia dos musculos esqueleticos e etc.) ao trabalho ffsico. Levanta-se tambem, segundo Barbanti (1996), quais as atividades que sao mais propensas a determinado tipo de indivfduo conforme suas medidas antropometricas e composiyao corporal (ex.: elementos muito pesados nao sao indicados para corridas longas, porem podem suportar exercfcios com maiores cargas de pesos) A Finalidade da Avaliac;:aoFfsica A avaliayao ffsica devera ser feita antes do infcio do treinamento, para identificar o que cad a avaliado e capaz de realizar, sem causar danos a sua saude. No decorrer da atividade, tambem serao realizados testes, que visam constatar 0 progresso obtido quanto a melhoria da aptidao e as transformayoes ocorridas no organismo, motivadas pelo exercfcio. 0 acompanhamento e essencial por corrigir os erros, direcionar as formas de trabalho e incentivar os executantes (MINISTERIO DO EXERCITO, 2002). A maioria dos fisiologistas admite que, alem da avaliayao inicial, devem ser realizados exames medicos completos de 6 em 6 meses e os testes de aptidao ffsica a cad a 3 ou 4 meses (FOX; BOWERS e FOSS, 1991) TESTE DE APTIDAo ATUAL Nos anos de 1984 e Estado Maior do Exercito-EME constituiu um grupo de trabalho cuja a finalidade era elaborar um novo TAF, que atendesse as necessidades da Forya. Este grupo era constitufdo por membros do EME e professores civis da Universidade de Brasilia. A Escola de Educayao Fisica do Exercito foi

17 17 totalmente alijada da fase inicial do projeto TAF, participando unicamente na fase de validayao, nao tendo nenhuma influencia na essencia do produto deste projeto. o resultado deste trabalho entrou em vigor em 12/03/86 atraves da porta ria 14-EME que estabelecia um novo criterio de avaliayao. Este documento procurava adaptar 0 manual C versao 1983 ao Sistema de Instrugao Militar do Exercito Brasileiro- SIMEB. A seguir sera analisado detalhadamente 0 que prescreve tal obra Os Aspectos Gerais da Portaria 014-EME/86 a. A situagao funcional o desempenho ffsico do militar passou a ser considerado tambem em relagao a sua situagao funcional, alem da faixa etaria. Estabeleceu-se tres situagoes distintas de padroes de desempenho: o padrao basico de desempenho-pbd, que deveria ser mantido por todos no servigo ativo; o padrao avangado de desempenho (PAD), para as OM operacionais e servigo em campanha e o padrao especial de desempenho-ped, para servigo em OM com caracteristicas especiais (Comandos, EsEFEx, Forgas Especiais, Cursos Especiais e etc). Esta nova concepgao foi um consideravel avango, visando racionalizar 0 condicionamento. 0 esforgo ffsico necessario para 0 desempenho das diversas fungoes, existentes na Instituigao nao e 0 mesmo, bem como, as condigoes para a pratica do treinamento e a motivagao para tal.

18 18 b. As faixas etarias Modificaram-se as faixas pre-estabelecidas anteriormente. As amplitudes dessas faixas passaram a ser muito gran des. Os casos mais marcantes sao nas faixas etarias mais baixas, onde a diferenga de idade e de 8 anos. Um homem de 26 anos tera muita dificuldade de manter 0 mesmo nivel de condicionamento aos 33 anos, epoca em que sua vida profissional e particular provavelmente tera sofrido grandes transformagoes. c. 0 escalonamento dos padroes de desempenho Estes padroes foram estruturados, de modo que, todos teriam que atingir 0 PBD, como condigao para permanecerem no servigo ativo. 0 PAD abrangeria 0 padrao anterior e seria a condigao necessaria e desejavel para aqueles que prestassem seus servigos nas OM operacionais. 0 PED abrangeria os do is primeiros e seria destin ado aqueles que servem em OM especiais, que nao sera mencionado neste trabalho por ser muito especifico para cada caso. Foram estipulados prazos para que estes niveis de aptidao fossem atingidos, por aqueles que 0 perdessem ou recem integrassem OM operacionais ou especiais. A previsao deste escalonamento foi muito acertada, porem nao formulou-se mecanismos adequados que penalizassem verdadeiramente aqueles que nao atingissem os indices estabelecidos no devido tempo. d. As epocas de realizagao Os recrutas fariam os testes na g", 22" e 40" semanas de instrugao. Estas ocasioes estao bem compativeis com os padroes de condicionamento desejados e coincidentes com 0 termino dos diferentes periodos de instrugao. Os quadros farad tres vezes por ano, nos meses de margo, julho e novembro, epocas ja consagradamente aprovadas. A frequencia dos testes e suficiente para 0 acompanhamento do treinamento.

19 19 e. Os padr6es de aptidao fisica inicial- PAFI Foi estabelecido que 0 Departamento Geral de Pessoal-DGP determinaria quais seriam estes padr6es para a sele~ao e incorpora~ao dos recrutas. Haveria uma inspe~o medica e verifica~ao das medidas biometricas e das qualidades fisicas inatas (coordena~ao, agilidade, velocidade de impulsao, velocidade de resposta, reflexo e equilibria) A verifica~o dos PAFI, para aqueles que iraq prestar 0 servi~o militar inicial, e uma atividade valida, porem delicada. Foram previstos testes muito simples, cujos resultados sao modestos para influirem decisivamente no processo de sele~ao. f. Os militares impedidos de realizar 0 TAF previsto Os portadores de qualquer anormalidade nao ficariam mais alijados da avalia~o. Foi prevista a realiza~ao de testes alternativos, entretanto nao foi especificado quais seriam estas provas, ficando a criterio dos Gmt das OM especifica-ios. Os executantes receberiam somente a men~ao "Regular". Esta situa~o tem gerado um impasse, pois a maioria desses elementos sao militares esfor~ados e que canseguem superar suas deficiencias, sendo uma injusti~ mante-ios com uma men~ao baixa no conceito. g. 0 registro dos resultados As men~6es conceituais e os niveis de desempenho sao registrados nos acentamentos de cada militar, para fins administrativos, influenciando na avalia~ao profissional de cada elemento. Este quadro, tem aspectos positiv~s, pois 0 senso de profissionalismo e 0 espirito competitiv~ motivaram a pratica da atividade fisica, contribuindo geral dos niveis de condicionamento. para a melhoria

20 20 h. As tabelas Surgiram novas tabelas para 0 PBD e PAD e de conceituac;:ao do desempenho fisico individual. 1) 0 padrao basico de desempenho - PBD: Os indices previstos estao muito acessiveis. Sao considerados fracos na prova aer6bica, para as faixas etarias mais baixas, permitindo que muitos militares s6 realizem exercicios fisicos durante as provas do TAF. 2) 0 padrao avanc;:ado de desempenho - PAD: Alem de constar as provas do PBD e incluida tambem a prova de Pista de Pentatlo Militar e flexao de brac;:o na barra. Os indices tambem sao fracos para aqueles que, pel a natureza de suas func;:6es, podem entrar em confronto direto com 0 inimigo A conceitua~ao do desempenho ffsico individual Segundo 0 Ministerio do Exercito (2002), existe uma desproporcionalidade entre a dificuldade de se atingir os indices mais elevados das provas neuromuscularares e na prova aer6bica, principalmente para as faixas etarias mais baixas. Observa-se que 0 homem magro, com facilidade para corridas e com desempenho limitado da musculatura dos brac;:os e do tronco, tem 0 biotipo ideal para atingir um bom resultado no TAF. Desprestigiam-se os que sao mais pesados e dotados de consideravel forc;:a muscular que, sem duvida, tambem tem grande utilidade em operac;:6es de combate. Registra-se uma discrepancia de indices dentro de uma mesma menc;:ao. Pode-se citar como exemplo a prova de corrida, onde existem diferenc;:as de mais de 400m na mesma faixa de conceito. Um homem de 18 anos de idade que corra 3070m, enquanto que outro, de mesma idade, corre 2600m e fiquem igualados no conceito nao e justo, pois 0 condicionamento nao e 0 mesmo.

21 criterio de conceitua~ao Conceituam-se somente os tres exercfcios (provas) mais faceis de serem aplicadas, abdominal, flexao de brago e corrida. 0 processo 9 simples e bem sernelhante aos ja utilizados anteriormente. A mengao obtida no desempenho fisico individual 9 mais valorizada que a situagao de SUFICIENCIA e NAo SUFICIENCIA A questao da SUFICIENCIA ser de responsabilidade de comando e a conceituagao ser um problema do militar, mot iva 0 elemento para seu pr6prio aperfei<;oamento (MINISTERIO DO EXERCITO, 2002) Os testes fisicos 1) A prova de Abdominal: Nao foram bem descritas as condi<;:6es de execugao, portanto cada elemento procura adaptar seus movimentos conforme a capacidade de seu corpo. A subjetividade do avaliador pode influir muito no resultado, deixando de considerar determinados aspectos, que permitem a obtengao de marcas al9m do que 0 elemento seria capaz de executar. Varios sao os erros normalmente cometidos, tais como: nao distender os bragos a retaguarda, segurar as pernas auxiliando a flexao das mesmas; descoordenagao do tronco com as pernas, semiflexao das pernas e outros que nao tem sido considerados. o exercicio adotado (remador) provoca um esforgo indesejavel na regiao 10mbar, podendo causar problemas na coluna enos nervos. Ha dificuldade em se avaliar os individuos que tem a regiao abdominal muito desenvolvida e os poucos flexiveis. Estes hom ens nao conseguem flexionar devidamente as pernas, aproximando-as do tronco. E criado um impasse, cujas solugoes tem sido das mais diversas que desvalorizam 0 resultado.

22 22 2) A prova de Flexao: Como na anterior, 0 aspecto subjetivo do avaliador pode beneficiar muito 0 executante. Normalmente nao sao observados erros graves, tais como: auxiliar 0 trabalho dos brayos pelo movimento do tronco, a nao distenyao completa dos brayos, paradas no decorrer da prova e a nao simetria do movimento dos dois brayos. A nao observancia desses aspectos facilita a execuyao. 3) A prova de corrida Eo a prova que, por ser mensuravel, 0 resultado e 0 mais real. Contudo, em varias OM sao realizadas adaptay6es nao previstas, tais como: acrescentar algum tempo em face do grande efetivo, diminuiyao do percurso por causa da existencia de curvas em angulos retos,subidas e etc. Foi feita uma sensivel alterayao, em relayao ao exame anterior, por ser adotado o processo de tempo fixe em substituiyao ao da distancia fixa. A conseqoencia foi que a prova tornou-se mais curta e com mais percentagem de trabalho aer6bico, 0 que nao e desejado, nas faixas etarias mais elevadas. 4) A prova de Barra: A barra e um aparelho de impulsao, assim sendo, 0 trabalho de brayo pode ser auxiliado pelo galeio do tronco e 0 movimento das pernas, como, tambem, pela flexao alternada dos brayos. Inadvertidamente, muitos avaliados usam destes artificios, que devido a generica descriyao da Portaria 014-EME/86, sao aceitos pelos examinadores tomando 0 resultado fora dos objetivos propostos. A barra, apesar do julgamento subjetivo, e um trabalho natural e de grande utilidade pratica, que pode ser aperfeiyoado.

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