Introdução. Linhas Gerais de Nutrição em Atividade Física. Recomendações Nutricionais Para a Prática de Exercício Físico.

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1 ATIVIDADE Recomendações FÍSICA Nutricionais EM SAÚDE Para E REABILITAÇÃO a Prática de Exercício CARDÍACA Físico Para a Prática de Exercício Físico Linhas Gerais de Nutrição em Atividade Física Linhas Gerais de Nutrição em Atividade Física Renato Moreira Nunes 1/89 Nutricionista Especialista em Farmacologia Especialista em Psicologia Mestre em Ciência da Nutrição Doutor em Biologia Molecular Professor Departamento Nutrição UFJF Juiz de Fora Maio de /89 Para a Prática de Exercício Físico OBJETIVO Levar o Profissional de Saúde a vislumbrar novas perspectivas do conhecimento do alimento e a importância da Nutrição no Treinamento e na Atividade física. Introdução Atualmente o interesse na prática de atividade física vem aumentando. Surge a necessidade de entender melhor o papel da nutrição nessa questão. 3/89 4/89 1

2 Nova área; Atendimento; Educadores; Público; Performance NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA O que é? Benefícios do Exercício Pessoas fisicamente ativas (atividades regulares) reduzem o risco de hipertensão, doença cardiovascular, diabetes, osteoporose, depressão, ansiedade, disordens do sono etc. Exercícios reduzem o risco de ganho de peso que pode levar o indivíduo à obesidade, reduz risco de derrame e alguns estudos apontam certos tipos de câncer tendo sua incidência diminuída pelo exercício. 5/89 6/89 PBRC, 2005 NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA 1994 Copa do Mundo Patrícia Bertolucci e a Feijoada Mauro Pompeo e Lídio de Toledo Minha filha... Faça o seu cardápio, que eu vou ver se vou usar.' Eu comentei que não sabia por que tinham me chamado. E ouvi: Também não sei. Por mim, você pode ir embora. 7/89 8/89 2

3 9/89 Trabalho. Exercícios Intensos. Atletas de Elite NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA 10/89 NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA Conhecimento Necessário. Avaliação Nutricional;. Análise Dietética;. Educação Nutricional e Alimentar;. Nutrição Clínica Riscos e Interações Suplementos e Complementos Compostos Ergogênicos Política de Regularização e Dopping. Composição de Alimentos, Técnica Dietética e UAN (Gestao de Unidades de Alimentação) 11/89 NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA Modalidades Esportivas. Freqüência,. Carga,. Periodização,. Calendário. Estratégia de Hidratação. Peso. Manutenção. Redução. Aumento de Peso 12/89 NUTRIÇAO EM ATIVIDADE FÍSICA Mercado de Trabalho. 16% Atletas de competição;. 20% Desportistas Universitários;. 5% Desportistas de Colégios.. 58% Público em geral;. 8% Atletas Nacionais;. 3% Atletas de Elite.5,1% em conjunto com o Educador Grandjeam

4 IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO ESPORTE. Redução da Gordura Corporal;. Aumento da massa magra;. Modificação do perfil lipídico;. Aumento do metabolismo;. Diminuição do risco cardiovascular;. Controle da pressão e da glicemia;. Aumento da mineralização óssea;. Maior oxidação de gorduras em indivíduos treinados;. Maior taixa metabólica basal. IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO ESPORTE. Diminuição da ingestão de: Carboidratos; Piridoxina; Cálcio; Folato; Zinco; Magnésio. Dieta Inadequada 13/89 14/89 IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO ESPORTE Dieta Inadequada. Se você tem um treinador para cuidar de você em 01h de treino, não faz sentido você ter um nutricionista que cuide da sua rotina nas 23hs restantes? IMPORTÂNCIA DA NUTRIÇÃO NO ESPORTE Dieta Inadequada. A ingestão Exagerada de Vitaminas e Minerais que exceda a RDA, não melhora o desempenho e pode causar intoxicação e alterar a biodisponibilidade de outros micronutrientes Applegate, 1996 e Probart et al, /89 16/89 4

5 Regulaç ão da Dieta Processo de expressão Gênica Transcrição, processamento do RNA Tradução, Modificação de proteínas Técnicas de Genômica Funcional Genômica (seqüenciamento e identificação de polimorfismo) Transcriptômica (microarrays) Proteômica (Gel 2d e MS/MS) 17/89 BIOLOGIA MOLECULAR Genômica Transcriptômica Proteômica Metabolômica (Van Ommen, 2004) (Guttmacher e Collins, 2002) (Davis & Milner, 2004) Regulação da Dieta 18/89 Processo de expressão Gênica Transcrição, processamento do RNA Tradução, Modificação de proteínas Técnicas de Genômica Funcional Genômica (seqüenciamento e identificação de polimorfismo) Transcriptômica (microarrays) Proteômica (Gel 2d e MS/MS) BIOLOGIA MOLECULAR Nutrigenômica Refere-se às influências de fatores dietéticos sobre o genoma humano. Assim, o foco principal é a investigação de como os nutrientes modificam a expressão gênica nas células e nos tecidos de interesse Metaboloma (Schuch, Voigt et al., 2010) 19/89 20/89 5

6 Gene Nutrigenética Polimorfismo Nutrigenômica Expressão de Genes Nutriente ENTENDENDO A NUTRIGENÔMICA Sabemos que as diferenças na ação de uma mesma vitamina, por exemplo, dependem da herança genética. E que essa mesma herança pode influenciar o curso de certas doenças. Hoje não podemos mais prescindir desses conhecimentos para o pleno exercício da medicina e, particularmente, da nutrição e da produção de novos alimentos Tudo isso se relaciona com a expressão gênica (Vannucchi, 2008) 21/89 Adaptado de: (Steemburgo, Azevedo et al., 2009) 22/89 ALTERAÇÃO A EXPRESSÃO GÊNICA Diversos são os fatores que alteram a expressão gênica: Consumo de medicamentos; Exposição a poluentes; Práticas de exercício físico; Estresse Alimentação. Considerando que os alimentos representam o fator ambiental ao qual estamos constantemente expostos, destaca-se que são hábitos alimentares os principais responsáveis pelas alterações na expressão gênica. (Ong e Moreno, 2009) ALTERAÇÃO A EXPRESSÃO GÊNICA Nutrientes e compostos bioativos podem influenciar a expressão genética de forma direta ou indireta. Na forma direta: no interior do núcleo da célula. Se ligam a fatores de transcrição e induzem ou inibem a transcrição do gene. Na forma indireta: sua ação ocorre a partir da interação de nutrientes e compostos bioativos com receptores de membrana ou quinases com a ativação e/ou inativação de diferentes proteínas citoplasmáticas, que resultará na ativação ou inativação de um fator de trasncrição. (Ong e Moreno, 2009) 23/89 24/89 6

7 ALTERAÇÃO A EXPRESSÃO GÊNICA Nutrientes e compostos bioativos podem influenciar a expressão genética de forma direta ou indireta. Na forma direta: no interior do núcleo da célula. Se ligam a fatores de transcrição e induzem ou inibem a transcrição do gene. Na forma indireta: sua ação ocorre a partir da interação de nutrientes e compostos bioativos com receptores de membrana ou quinases com a ativação e/ou inativação de diferentes proteínas citoplasmáticas, que resultará na ativação ou inativação de um fator de trasncrição. ALTERAÇÃO A EXPRESSÃO GÊNICA Ações diretas: ácidos graxos e vitaminas A e D Ações indiretas: resveratrol (vinho tinto), catequinas (chá verde), genisteína (soja), fitoalexina (proteína enzimática (endoglicanase) da parede celular vegetal); pisatina (ervilha)), o curcumin (açafrão da Índia), a capsaicina (pimenta), partenolide + Vitamina D3 (Crisântemo), própolis, selênio e zinco, que são capazes de inibir a ativação do fator nuclear de transcrição kappa B (NFkB), associado à oncogênese. 25/89 (Ong e Moreno, 2009) 26/89 (Ong e Moreno, 2009) Histonas Metilação AÇÃO DO NUTRICIONISTA. Educação Nutricional. Objetivos realistas. Injestão X Prevenção X Performance. Avaliação Nutricional. Avaliação da ingestão Alimentar. Suplementação. Promoção da Saúde. Nutrigenômica. Ingestão Hídrica. Bioimpedância Resistência Reactância 27/89 28/89 7

8 TREINAMENTO Treinamento e Supercompensação TREINAMENTO Treinamento e Supercompensação Carga %do maximo Recuperação Objetivo Recuperativa 10 a 20% 4 a 5h Acelerar a recuperação Manutenção 20 a 40% 4 a 8h Manter/estabilizar Estabilizadora 40 a 60% 12 a 18h Condicionamento Ordinária 60 a 80% 24 a 36h > nível de treinamento Choque 80 a 100% 48 a 72h > nível de treinamento 29/89 Tempo do processo de restauração da capacidade de trabalho após uma sessão de treinamento, representado pelo eixo vertical 30/89 PRODUÇAO DE ENERGIA EXERCÍCIO Necessidade ENERGIA Metabolismo anaeróbico Metabolismo aeróbico 31/89 32/89 8

9 Metabolismo Anaeróbico Vantagem: via rápida para fornecer ATP Desvantagens: Não sustenta produção de ATP por muito tempo (60 a 120 segundos) Apenas 5% da energia disponível na glicose é liberada na glicólise. O rápido acúmulo de lactato leva a fadiga do músculo. 33/89 34/89 Metabolismo Aeróbico Glicose quebrada + eficientemente: 18 a 19 vezes mais ATP que na via anaeróbica. LIP e PTN podem ser catabolizados e fornecer intermediários para o CK. É limitado pela disponibilidade de: substrato oxigênio coenzimas 35/89 36/89 9

10 37/89 Via Metabólica Utilizada Durante o Exercício Exercícios pesados/extenuantes Anaeróbico: Glicose é quebrada em 2 moléculas de piruvatos Piruvato é convertido a lactato Lactato é reciclado no fígado Exercícios leves/moderados Aeróbicos: Piruvato é quebrado até CO2 e água Requer fosforilação oxidativa na mitocôndria (ciclo de Krebs) 38/89 Substratos para o exercício Fonte Quanto utilizado Exemplos ATP Todos os momentos Todos os tipos Fosfocreatina (PCr) Carboidrato (anaeróbico) Carbohydrate (aeróbico) Gordura (aeróbico) Proteína (aeróbico) No início de todos os exercícios; exercícios extremos Exercícios de alta intensidade, especialmente com duração de 30 segundos a 2 minutos Exercício com duração de 2 minutos a 4-5 horas; quanto > a intensidade, > o uso Exercícios com duração maior que alguns minutos; grandes quantidades são utilizadas em baixas intensidades de exercício Baixa quantidade durante todos tipos de exercícios; quantidade moderada em exercícios de resistência, especialmente quando CHO está em falta Lançamento de peso, salto Corrida de 100m Basquete, natação, Corrida de longa distância, pedalar por longas distâncias Corrida de longa distância Substratos utilizados de acordo com a intensidade do exercício Utilização do Substrato Durante o Exercício Vários fatores determinam o tipo de substrato utilizado pelo músculo durante o exercício: Intensidade Duração Efeito do Treinamento Dieta 39/89 40/89 10

11 Intensidade Exercícios intensidade e duração ATP anaeróbico Gasta reserva de ATP e fosfocreatina Exercícios intensidade moderada 50% energia vem da quebra aeróbica do glicogênio e 50% da glicose e ácidos graxos circulantes Exercícios intensidade 100% alimentados por via aeróbica. > proporção de gordura para gerar energia Fosfocreatina Quando ADP começa a se acumular no músculo a enzima creatina cinase é ativada e transfere o fosfato de alta energia da creatina para o ADP. PCr + ADP Cr + ATP Vantagens da PCr: ativada instantâneamente: regenera ATP em taxas que atendem a demanda energética dos esportes de mais força. Desvantagens da PCr: quantidade produzida e estocada não é suficiente para sustentar o exercício de alta intensidade mais do que alguns minutos. 41/89 42/89 43/89 Duração Duração também determina o substrato a ser usado durante o exercício. Quanto > tempo gasto > contribuição da gordura como combustível. Lembrar: gordura não pode ser metabolizada a menos que haja CHO disponível. Glicogênio muscular e glicose sanguínea fatores limitantes em qualquer atividade. Efeito do Treinamento Tempo que um atleta pode oxidar ácidos graxos como fonte de energia relacionado condicionamento físico. Treinamento: Melhora sistemas cardiovasculares envolvidos na liberação de O 2 mitocôndrias e enzimas envolvidas na síntese aeróbica de ATP = capacidade de metabolismo de ácido graxo. 44/89 11

12 Utilização de substratos durante o exercício TREINAMENTO Overtraining x Intervalo de Longo Com o treinamento, a utilização de gorduras torna-se + eficiente. 45/89 Não Treinado Treinado 0% 50% 100% Glicose Sanguïnea Glicogênio Triglicerídeo Plasma Libre de Ác. Graxo Macrociclo de 17 semanas para um indivíduo que deseja hipertrofia e definição muscular. ANT: avaliação antropométrica; RM: repetições máximas; ORD: microciclo ordinário; CHO: microciclo de choque; EST: microciclo estabilizador; REC: microciclo recuperativo. 46/89 47/89 48/89 12

13 Dieta Constituição da dieta também pode determinar substrato utilizado durante o exercício. Rica em CHO usará mais glicogênio Rica em LIP mais gordura será oxidada. META: disponibilidade da gordura como combustível durante o exercício Maneira apropriada - através do TREINAMENTO e não pelo consumo de dieta rica em LIP PRESCRIÇÃO DE DIETAS. Atletas e padrão de saúde alimentar. Aumento da ingestão de gorduras. Aumento da ingestão de proteínas. Diminuição da ingestão de vitaminas. Diminuição da ingestão de minerais. Ingestão relatada inferior a 1,35 da taxa de metabolismo basal =SUBNOTIFICAÇÃO. (mulheres, obesos, idosos e praticantes de atividade física) 49/89 50/89 Minutes Tempo de exaustão dependendo da dieta Low CHO Normal Diet High CHO PRESCRIÇÃO DE DIETAS Dieta de 2800 kcal REFEIÇÃO ALIMENTO QUANTIDADE Café leite desnatado 1 copo da manhã pão francês 1 unidade 568 kcal margarina (1) 1 colher de chá Goiaba (2) 1 unidade granola (3) ½ xícara Damasco (4) 3 unidades Iogurte desnatado ½ unidade 1 com fitosterol Vitamina E 2 Vitamina C 3 Outras propriedades Funcionais 4 Carotenóides 51/89 52/89 13

14 REFEIÇÃO ALIMENTO 53/89 PRESCRIÇÃO DE DIETAS QUANTIDADE Lanche Banana 1 unidade da manhã Farelo de aveia (3) 1 colher de sopa 150 kcal Suco de acerola (2) 1 copo 1 com fitosterol Vitamina E 2 Vitamina C 3 Outras propriedades Funcionais 4 Carotenóides 54/89 PRESCRIÇÃO DE DIETAS REFEIÇÃO ALIMENTO QUANTIDADE Almoço Alface 1 prato raso /Jantar Cenoura cozida (4) 2 colheres de sopa 859 kcal Brócolo cozido (4) 2 ramos Azeite (1) 1 colher de sopa Arroz 2 escumadeiras Feijão 1 concha pequena Sardinha gralhada (3) 2 filés Espinafre refogado (3) 3 colheres de sopa Salada de frutas (3) 1 tigela pequena Suco de cajú (2) 1 copo Óleo de cocção (1) 1 com fitosterol Vitamina E 2 Vitamina C 3 Outras propriedades Funcionais 4 Carotenóides REFEIÇÃO ALIMENTO 55/89 PRESCRIÇÃO DE DIETAS QUANTIDADE Lanche Suco de uva (3) 1 copo Da tarde Pão integral (3) 2 fatias 313 kcal Queijo branco 1 fatia Castanha do pará (3) 2 unidades Gérmen de trigo (1) 1 colher de sopa Manga (4) ½ unidade Ceia leite desnatado 1 copo 1 com fitosterol Vitamina E 2 Vitamina C 3 Outras propriedades Funcionais 4 Carotenóides 56/89 no Exercício Calorias Atletas Necessidade de energia vai variar com: Peso e altura Sexo Idade Taxa metabólica Tipo, freqüência, intensidade e duração do exercício praticado 14

15 no Exercício Calorias Para indivíduos que praticam exercícios físicos sem maiores preocupações com performance, uma dieta balanceada, que atenda às recomendações dadas à população em geral, é suficiente para a manutenção de saúde e possibilita um bom desempenho. 57/89 58/89 Sabe-se que cada litro de oxigênio consumido equivale a um gasto de aproximadamente 5kcal 59/89 60/89 15

16 61/89 62/89 Distribuição de Macronutrientes Diretrizes gerais CHO: mínimo de 50% mas ideal 60 a 70% PTN: 10 a 15% LIP: 20 a 30% Obs: atletas de elite podem ter diretrizes específicas para cada caso. 63/89 64/89 16

17 Carboidratos Funções: Fonte primária de energia, particularmente no exercício de alta intensidade e curta duração; Regulam o metabolismo das gorduras e das proteínas; Sintetizam o glicogênio muscular e hepático (essenciais no exercício de alta intensidade). Recomendações: Carboidratos 55 a 60% do VCT em não atletas 60 a 70% do VCT em atletas Treinamento pesado: 6 a 10g/kg peso/dia AS RECOMENDAÇÕES ATUAIS DIZEM MAIS SOBRE A NATUREZA DOS CHO E MENOS SOBRE AS QUANTIDADES TOTAIS 65/89 66/89 Índice Glicêmico habilidade dos alimentos de elevar a glicose sanguínea CHO com Alto Índice Glicêmico (IG) entra rapidamente na corrente sanguinea melhor ingerir durante e após o exercício ex. Batata, mel, sucrilhos (Corn Flakes) 67/89 CHO com Moderado a Baixo IG entra lentamente na corrente sanguínea desejável antes do exercício gera energia constante para o exercício ex. Arroz, banana, maçã 68/89 ALTO IG MÉDIO IG BAIXO IG Batata assada Biscoito cream craker Mel Pão branco Purê de batata Corn flakes IG dos alimentos Arroz integral Aveia Banana Batata doce Ervilha chocolate Amendoim Damasco Iogurte Leite* Pêra maçã 17

18 CHO vs Exaustão Proteínas Não atletas não existe evidências que aumento de PTN acima das recomendações para a população levará há um maior desempenho ou maior ganho muscular. Recomendações para Adolescentes: 0.66g/kg peso/dia Adultos: 0,80g/kg peso/dia = 12 a 15% do VCT 69/89 70/89 Atletas De resistência Proteínas 1.2 a 1.4 g por kg de peso corporal. De força: 1.4 a 1.8 g por kg de peso corporal. Fase inicial - anabólica: 1,8g/Kg/dia Dietas que excedem 2.0 g/kg/dia - não demonstraram aumentar os benefícios adicionais e podem prejudicar as funções renais. 71/89 72/89 18

19 Lipídios Lipídios - importantes como fonte energética devido ao limitado estoque de glicogênio. Uso das gorduras como fonte energética - retarda a exaustão, principalmente para atletas de resistência. O próprio treinamento aeróbico aumenta a capacidade do corpo de oxidar e utilizar as gorduras como fonte energética. 73/89 74/89 75/89 Recomendações: 20 a 30 % do VCT Lipídios Dieta restrita em lipídios ( 15%) pode limitar desempenho por impedir reserva intramuscular de triglicerídeos. 76/89 Vitaminas e Minerais consumo de energia geralmente garante que as necessidades de vitaminas e minerais sejam satisfeitas. Esquema de treinamento e preocupação com o peso faz com que muitos atletas raramente façam 3 refeições balanceadas = deficiência de nutrientes Suplementação só tem valor quando o indivíduo é deficiente naquele nutriente. 19

20 Vitaminas e Minerais Atletas que podem necessitar de suplementos de Fe: Corredores de longa distância Adolescentes do sexo masculino Atletas do sexo feminino com grandes perdas menstruais Atleta com dieta restrita em energia Atleta que treina em climas quentes Anemia do Esporte Treinamento pesado pode causar da ferritina e hemoglobina séricas = anemia do esporte. Resulta de aumento do volume plasmático = hemodiluição Forma dos eritrócitos e desempenho do atleta não se alteram 77/89 78/89 Líquidos Líquidos são ESSENCIAIS para o sucesso de um programa de exercícios. a água pode minimizar ou maximizar o desempenho de um atleta Equilíbrio Hídrico em Repouso Sob condições de repouso o conteúdo de água corporal é relativamente constante, pois nossa ingestão é igual ao nosso débito. Líquidos Equilíbrio Hídrico Durante o Exercício O aumento na perda hídrica aumenta com o suor durante o exercício para evitar o superaquecimento Quando a perda de água é alta e a reposição insuficiente, instala-se o quadro de desidratação. Se a desidratação exceder a 2% do peso corporal a performance física está prejudicada 79/89 80/89 20

21 SUPLEMENTOS ALIMENTARES Portaria SVS/MS n 222, 24 de março de 1998 Recursos ou auxiliadores ergogênicos: capaz de produzir trabalho Qual a necessidade do uso de suplementos? 81/89 82/89 PRINCIPAIS CAUSAS DE CONSUMO Necessidade de compensar uma dieta ou estilo de vida inadequados; Para atender a um suposto aumento na necessidade energética ou de nutrientes essenciais induzida pelo treinamento; Para obter um efeito direto sobre a performance (ergogênico). 83/89 84/89 21

22 ASPECTOS IMPORTANTES JAMAIS usar suplementos em substituição da dieta O uso de suplementos é PONTUAL, ou seja, deve ser usado de forma aguda, restrito a dias de competições ou momentos específicos da periodização do treinamento. Respeitar a UL (upper level) para idade (novas recomendações DRIs) Quando usá-los? Alta demanda nutricional imposta pelo exercício Hipertrofia Otimização da oxidação de lipídios Dieta inadequada (micronutrientes) Inibição da fadiga (estimulantes) 85/89 86/89 87/89 Será que funcionam? Fatores que colocam em dúvida a eficácia dos suplementos: grande quantidade de novos produtos no mercado; falta de controle sobre os responsáveis pela propaganda; desconhecimento científico do público leigo e omissão dos pesquisadores; EFEITO PLACEBO 88/89 Nível de Evidência 1 muitos estudos e poder estatístico 2 poucos estudos e médio porte 3 poucos estudos de ótima qualidade 4 mais de um estudo de ótima qualidade 5 um estudo de qualidade 6 mais de um caso com registro 7 extrapolação de resultados, baseado na prática e sem referência. 22

23 Grau de Recomendação A. Sempre usar eficácia comprovada B. Deve ser geralmente indicada aceitável C. Critério pessoal recomendação indefinida D. Não usar no geral não recomendado E. Nunca usar - unanimidade Exemplos Evidência Recomendação Avaliação Nutricional 2 A Valor calórico da dieta 2 A Carboidrato (0,5 a 1,5/kg) 2 A Proteínas (1,4 a 1,8/kg) 2 A Lipídios (1/1/1) 2 A Vitaminas (C e E) 7 C Minerais (zinco) 7 E Reposição Hídrica 2 A 89/89 90/89 Exemplos Evidência Recomendação Aminoácidos 7 D AA ramificados (Leu, Ileu, Va) 7 E Glutamina 7 E Creatina 4 D β-hidroxi-β-metilbutirato (HMB) 7 E SUPLEMENTAÇÃO CARBOIDRATOS COMPLEXOS ALBUMINA ARGININA, LISINA e ORNITINA (GH) BCAA - Leucina, Valina e Isoleucina (ANTICATABÓLICO E FADIGA) GLUTAMINA CARNITINA (Fat Burner) b-hmb (derivado da leucina anti catabólico) CREATINA ÓXIDO NITRICO 91/89 92/89 23

24 Planilha para cálculo de aminoácido limitante Padrão FAO mg/g Tripitofano treonina isoleucina leucina lisina metionina cistina fenilalanina tirosina valina Planilha para cálculo de aminoácido limitante Padrão FAO mg/g Tripitofano treonina isoleucina leucina lisina metionina cistina fenilalanina tirosina valina produto Porção 33 aminoácido s total Limitantes produto Porção 1 aminoácidos totais limitantes /89 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 60 ml (4 colheres de sopa) Quantidade por porção VALOR CALÓRICO 127,00 kcal / 531 kj %VD(*) CARBOIDRATOS 12,00 g 4 PROTEINAS 20,00 g 26 GORDURAS TOTAIS 0,00 g 0 SÓDIO 32,00 mg 1 (*) Valor Diário de Referência baseado em uma dieta de kcal. OBS. Aminograma em 100g 5 94/89 Água %VD (*) Leite Desnatado %VD (*) Valor calórico 290kcal kcal 16 Carboidratos 49g 13 65g 17 Proteínas 21g 42 33g 66 Gorduras Totais 1g 1 1g 1 Referências Bibliográficas Roy HJ, Lundy S, Brantley P. Sports Nutrition. Pennington Biomedical Research Center. Nutrition for Health Professionals Wardlaw G., Kessel M. Perspectives in nutrition. 5th ed Dias R. Nutrição aplicada à prática esportiva. Santos EZ, Dutra A, Fin C. Nutrição e Ergogênicos Nutricionais Kathleen Mahan, L; Escott-Stump, S. Krause - Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. São Paulo: Roca. 1242p, Hirschbruch, M.D; Carvalho, J.R. Nutrição Esportiva Uma visão Prática. Barueri. 430 p, ADA (American Dietetic Association) Reports. Practice paper of the American Dietetic Association: Dietary Supplements. Journal of the American Dietetic Association. v. 105, n. 103, p , ADA (American Dietetic Association) Reports. Practice paper of the American Dietetic Association: Dietary Supplements. Journal of the American Dietetic Association. v. 105, n. 103, p , ALVAREZ, T.,BRASIOLI, M., NABHOLZ, T.V. PROTEÍNAS E SUPLEMENTAÇÃO. In: NABHOLZ, T.V. Nutrição Esportiva: aspectos relacionados à suplementação nutricional. 1 ed. São Paulo: Sarvier, 2007, p ARAUJO A.C.M., SOARES Y.N.G., Perfil de Utilização de Repositores Protéicos nas Academias de Belém, Pará. Rev. Nutr. Campinas, v.12, n.1, p.5-19, COSTILL, D.L. Nutrição: A base para o desempenho humano. In: McARDLE, W.D., KATCH, F.I., KATCH, V.L. Fisiologia do Exercício. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, p BUCCI, L.R. AUXÍLIOS ERGOGÊNICOS NUTRICIONAIS. In: WOLINSKY, I., HICKSON Jr, JF. Nutrição no Exercício e no Esporte. 2 ed. São Paulo: Roca, 2002, p /89 96/89 24

25 BURKE, L. PREPARATION FOR COMPETITION. In: BURKE, L., DEAKIN, V. Clinical Sports Nutrition. 3.ed. Austrália: McGrawHill, 2006, p DSBME (Diretriz da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte): Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para saúde. Rev Bras Med Esporte. v.9, n.2, p , DWYER, J., PICCIANO, M.F., RAITEN, D.J., MEMBERS OF THE COMMITTEE. Food and dietary supplement databases for what we eat in America-NHANES. J. Nutr. v.133, p. 624S-634S, GENTON, L., VAN GERMERT, W.G., SOETERS, P.B. Basic concepts in nutrition: Nutritional requeriments for health at rest and on exercise, adult subjects. e-spen, the European e-journal of Clinical Nutritionand Metabolism, 2008, e163-e166. GLEESON, M., BISHOP, N.C. Modification of immune responses to exercise by carbohydrate, glutamine and anti-oxidant supplements. Immunology and Cell Biology. v. 78, p , GOMES, M.R., GUERRA, I., TIRAPEGUI, J. CARBOIDRATOS E ATIVIDADE FÍSICA. In: TIRAPEGUI, J. Nutrição, Metabolismo e Suplementação na Atividade Física. 1. ed. São Paulo: Atheneu, 2005, p HUANG, SS., JOHNSON, K., PIPE, AL. The use of dietary supplements and medications by Canadian athletes at the Atlanta and Sydney Olympic Games. Clinical Journal of Sport Medicine. v.16(1), p.27-33, LANCHA JR, A.H., RAMIRES, P.R., OLIVEIRA, E.M.O. Nutrição e Bioquímica do exercício. Rev. Paul. Educ. Fís., São Paulo, v.18, p.7-19, MAUGHAN, R. The athlete s diet: ntritional goals and dietary strategies. Proceedings of Nutrition Society. v. 61, p , MAUGHAN, R.J, BURKE, LM. Nutrição Esportiva. Porto Alegre: Artmed, p.134 MAUGHAN, R., GLEESON, M. O ATLETA DE ENDURO. In: MAUGHAN, R., GLEESON, M. As bases Bioquímicas do Desempenho nos Esportes. 1ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, p /89 98/89 Obrigado! As pessoas que mudam o mundo, são aquelas que tem coragem de fazer perguntas e dignidade de elaborar respostas coerentes com a realidade. O setor de Saúde precisa de mais pessoas assim, urgentemente..." 99/89 RMNunes 100/89 25

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