Caso de uma Central de distribuição. Fluxos e roteiros de processamento. Injeção de plásticos

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1 Max-Prod SIMULADORES DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE ALTA PERFORMANCE OTIMIZAÇÃO NO SEQUENCIAMENTO DE OP S E CARGA DE MÁQUINAS OTIMIZAÇÃO NA ESCOLHA DE MATERIAS DE PRODUTOS E COMPONENTES OTIMIZAÇÃO NA FORMAÇÃO DE CUSTOS E PREÇOS DE VENDA Caso de uma Central de distribuição Fluxos e roteiros de processamento Injeção de plásticos Netz Soluções Industriais Apostila_08 (11) / Emitida em 28/07/12 Revisada em 04/02/15

2 ÍNDICE 1) Simulador de planejamento de alta performance 9 2) Fluxos e roteiros de processamento 11 3) Fluxos de processamento ) Funcionalidades ) Acesso ) Telas para geração de dados ) Definição das rotinas (executáveis) ) Definição das formas de transporte ) Campos ) Campos da tela de definição das rotinas (executáveis) ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que são comuns aos 2 tipos de processamento ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que tem caráter optativo ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que estabelecem um diferencial quanto ao tipo de processamento ) Campos da tela de definição das formas 17 2

3 de transporte 3.5) Relatório ) Relatório geral ) Relatório específico ) Fluxo de processamento quando ocorre exclusão completa das OP s, a cada atualização ) Telas ) Definição das rotinas de PROC_COM_EXCLUSÃO ) Definição das formas de transporte de PROC_COM_EXCLUSÃO ) Relatório de PROC_COM_EXCLUSÃO ) Características ) Fluxo de processamento quando não ocorre exclusão completa das OP s, a cada atualização ) Telas ) Definição das rotinas de PROC_SEM_EXCLUSÃO ) Definição das formas de transporte de PROC_SEM_EXCLUSÃO ) Relatório de PROC_SEM_EXCLUSÃO 26 3

4 3.7.3) Características 27 4) Roteiros de processamento ou simulação ) Funcionalidades ) Acesso ) Telas para geração de dados ) Instruções chaves ) Instruções chaves ) Operações ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações ) Definição do número de simulações ) Campos ) Relatórios ) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 48 5) Síntese do roteiro Amplitude 1 Todas as OP s sem otimização (sem deleção de OP s) ) Telas 49 4

5 5.1.1) Instruções chaves ) Instruções chaves ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações ) Definição do número de simulações ) Relatórios ) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 54 6) Síntese do roteiro Amplitude 2 Todas as OP s com otimização (com deleção de OP s) ) Telas ) Instruções chaves ) Instruções chaves ) Operações ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações 58 5

6 6.2) Relatórios ) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 60 7) Síntese do roteiro Amplitude 3 Otimização das OP s de um setor fabril (com deleção de OP s) ) Telas ) Instruções chaves ) Instruções chaves ) Operações ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações ) Relatórios ) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 66 8) Síntese do roteiro Amplitude 4 Todas as OP s com otimização (sem deleção de OP s) ) Telas ) Instruções chaves

7 8.1.2) Instruções chaves ) Operações ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações ) Relatórios ) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 72 9) Síntese do roteiro Amplitude 5 Otimização das OP s de um setor fabril (sem deleção de OP s) ) Telas ) Instruções chaves ) Instruções chaves ) Operações ) Instruções para puxadas ) Instruções para programação ) Instruções para processamento diário ) Instruções para limitação das simulações ) Relatórios 77 7

8 9.2.1) Roteiro para simulação (1/2) ) Roteiro para simulação (2/2) 78 10) Sumarização dos roteiros ) Tela ) Relatório 80 8

9 1) Simulador de planejamento de alta performance Na verdade, o que se pretende abordar na presente matéria, é uma vez definidas todas as necessidades de componentes de um dado setor fabril, são as funcionalidades de um simulador específico para elaboração da carga de máquinas e sequenciamento de produção, que permita interagir com uma série de parâmetros pré-estabelecidos pelo usuário, de forma totalmente automática e programar os recursos de modo a suprir o que vem sendo solicitado, reduzindo custos e mantendo os estoques em seus níveis mais baixos possíveis. Trata-se de um software onde foram inseridas técnicas inovadoras, não só pertinentes à área em estudo, como também relativas ao modus operandi do processamento, além de possuir agregado um conjunto de funcionalidades, que permite de forma totalmente automática, analisar os resultados e identificar os pontos críticos do planejamento, incrementar recursos tão somente onde se fizer necessário, recalcular a programação da carga de máquinas e seqüenciar as ordens de produção, iniciando assim um novo ciclo, a partir da análise dos resultados, até que todas as necessidades de componentes venham a ser atendidas ou que os recursos disponibilizados tenham se esgotado ou então, que o número máximo de simulações haja sido atingido, conforme ilustrado na figura a seguir. 9

10 10

11 2) Fluxos e roteiros de processamento Ao invés do usuário operar o software e ir ditando instruções à medida que o processamento avança, o sistema vai sendo orientado e executado por uma série de procedimentos previamente definidos e de forma totalmente automática, ou seja, uma vez defrontada uma situação em que podem existir vários caminhos a serem tomados e face às instruções armazenadas, o simulador pondera o que se apresenta e a partir daí toma uma decisão, reorientado assim o processamento. É algo que muito se assemelha ao ambiente de um piloto automático. Ao conjunto de instruções orientativas que possibilitam executar a aplicação, é o que se denomina de roteiro de processamento; normalmente tem-se um roteiro específico para cada setor fabril, nada impedindo, que um dado setor venha a ter tantos roteiros quantos se queiram definir. Seguem alguns dos parâmetros e instruções presentes em um roteiro de processamento: definição do setor fabril a ser otimizado, amplitude das simulações, permitindo selecionar todas as ordens de produção (OP s) quer com otimização ou não ou tão somente as OP s do setor fabril a ser otimizado, número de puxadas, intervalo em dias de cada puxada, adotar ou não a política de lote econômico, jornada diária mínima e máxima, incremento a ser dado a jornada, número mínimo e máximo de dias na semana. nível de simulação ou número máximo de simulações, etc.. 11

12 3) Fluxos de processamento 3.1) Funcionalidades É através do fluxo de processamento que se definem quais são as rotinas que devem participar na execução de um dado processamento, bem como estabelecer os cadastros que devem ser importados e a forma de como os transportar. Existem dois tipos básicos de processamento e que impactam profundamente no trato das OP s; em um deles, as ordens de produção são geradas, à medida que novos itens são adicionados ao Cadastro de programação de entrega e permanecem ativas até que venham a ser concluídas. No outro tipo de processamento, as OP s existentes são completamente eliminadas, à exceção daquelas em execução e um novo lote de OP s é então gerado, em substituição àquelas que foram excluídas. Tal diferenciação faz-se necessária para atender situações específicas do trato das informações e para cada uma delas, fluxos de processamento com características próprias, devem então ser disponibilizados, para atender cada um dos casos. Algumas das rotinas são comuns às duas situações, outras têm caráter optativo e duas delas são específicas, para cada um dos tipos de processamento. A cada fluxo de processamento são associados: Código do fluxo de processamento, Descrição do fluxo de processamento, Definição pela importação ou não dos dados das rotinas que tem caráter optativo e em se optando pela importação, definir a forma de como transporta-los e 12

13 Definição pela rotina quer caracterizará o diferencial do tipo de processamento. 3.2) Acesso Menu Simulador, 01. Cadastro do fluxo de processamento e 01. Cadastro do fluxo de processamento. 3.3) Telas para geração de dados 3.3.1) Definição das rotinas (executáveis) 13

14 3.3.2) Definição das formas de transporte 3.4) Campos Fluxo identifica o código do fluxo de processamento campo chave alfanumérico de 20 posições preenchimento obrigatório e Descrição identifica o descritivo do fluxo de processamento campo alfanumérico de 40 posições preenchimento obrigatório ) Campos da tela de definição das rotinas (executáveis) ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que são comuns aos 2 tipos de processamento São aqueles que se apresentam sem destaque na tela, à exceção dos executáveis PUX_PENT e PUX_PSIM, a saber: ESC_CEN Escolha do roteiro e redefinições, CONF_OPS - Conferência de OP s, 14

15 IMP_NF Importação das NF s de vendas, MAXC_SAL Cálculos dos saldos a entregar, MAXINIC Iniciação do processamento, MAXCOLET Sumarização da coleta, MAXCONS Consolidação dos dados, MAXGOP10 Consistência dos PV s importados, MAXGOP60 Geração automática de OP s, AJUSTE Ajuste de OP s, MAXPCP10 Ajuste de OP s e dependências, MAXPCP20 Consistência final, POSPCP20 Ajustes iniciais para carga de máquinas, MAXPCP40 Atualização das OP s em execução, MAX30_1 Programação de OP s recém geradas e ANAL_N_P Análise das necessidades/programado ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que que tem caráter optativo São aqueles que se apresentam em destaque na tela e definem a importação ou não de dados, a saber: IMP_PROD Importação do Cadastro de produtos, IMP_FER Importação do Cadastro de ferramentas, IMP_TIM Importação do Cadastro de tempos, IMP_STRU Importação do Cadastro de processos, 15

16 IMP_COR Importação do Cadastro de correlações, IMP_ESTQ Importação dos estoques e IMP_PENT Importação da programação de entrega ) Campos que definem as rotinas (executáveis) que estabelecem um diferencial quanto ao tipo de processamento As rotinas PUX_PENT e PUX_PSIM são as responsáveis em estabelecer grandes diferenciais quanto ao tipo de processamento; na verdade, esta escolha não ocorre de maneira direta, mas sim, ao se optar ou não pela importação dos estoques (rotina IMP_ESTQ). Ao se optar pela importação dos estoques (IMP_ESTQ = Sim ) ocorre automaticamente escolha pela rotina PUX_PENT e em não se optando pela importação dos estoques (IMP_ESTQ = Não ), a escolha recai sobre a rotina PUX_PSIM. Grandes diferenças operacionais ocorrem quando se escolhe uma, comparativamente ao que é oferecido pela outra, a saber: Rotina PUX_PENT (acionada quando ocorre opção pela importação dos estoques) os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, podem voltar a ter novas OP s geradas, 16

17 ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) são excluídas a cada processamento e um novo lote é então gerado em substituição e permite simulações dos tipos 2 e 3 (a serem abordadas oportunamente). Rotina PUX_SIM (acionada quando não ocorre opção pela importação dos estoques) os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, não podem voltar a ter novas OP s geradas, não ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, não ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) não são excluídas a cada processamento e permite simulações dos tipos 1, 4 e 5 (a serem abordadas oportunamente) ) Campos da tela de definição das formas de transporte Uma vez definidos quais serão os dados que devem ou não ser importados e em havendo opção de importação de pelo menos um deles, resta definir a forma de como transportar as informações. 17

18 Estas podem ser importadas através de arquivostexto ou planilhas eletrônicas. Cabe ao prestador de serviços fornecer os lay-outs de tais arquivos, ao responsável pela administração do software de gestão administrativo-financeira, a fim de que este venha a desenvolver as necessárias rotinas de exportação. Tais rotinas devem ser instaladas nas máquinas da rede (não necessariamente todas; tudo dependerá de como for definida a amplitude do processamento do simulador). Os dados uma vez importados são descarregados automaticamente em diretórios previamente estabelecidos, quando da implantação do sistema. 18

19 3.5) Relatório 3.5.1) Relatório geral 19

20 3.5.2) Relatório específico 20

21 3.6) Fluxo de processamento quando ocorre exclusão completa das OP s, a cada atualização Ao se optar pela importação dos estoques (IMP_ESTQ = Sim ) ocorre automaticamente escolha pela rotina PUX_PENT e que resulta nas seguintes características operacionais: os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, podem ter novas OP s geradas, ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) são excluídas a cada processamento e um novo lote é então gerado em substituição e permite simulações dos tipos 2 e 3 (a serem abordadas oportunamente). A seguir são ilustrados o relatório e as telas do fluxo de processamento PROC_COM_EXCLUSÃO, o qual preenche os quesitos até aqui abordados. 21

22 3.6.1) Telas ) Definição das rotinas de PROC_COM_EXCLUSÃO ) Definição das formas de transporte de PROC_COM_EXCLUSÃO 22

23 3.6.2) Relatório de PROC_COM_EXCLUSÃO 23

24 3.6.3) Características Atentar que na definição do fluxo de processamento PROC_COM_EXCLUSÃO, optou-se pela não importação de dados, à exceção da importação dos estoques (condição obrigatória para configurar este tipo de processamento), o que provocou a ativação da rotina PUX_PENT e conseqüente desativação da PUX_PSIM. A forma de transporte de dados dos estoques será através de arquivo-texto (opção escolhida). 3.7) Fluxo de processamento quando não ocorre exclusão completa das OP s, a cada atualização Ao não se optar pela importação dos estoques (IMP_ESTQ = Não ) ocorre automaticamente escolha pela rotina PUX_PSIM e que resulta nas seguintes características operacionais: os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, não podem ter novas OP s geradas, não ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, não ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) não são excluídas a cada processamento e permite simulações dos tipos 1, 4 e 5 (a serem abordadas oportunamente). A seguir são ilustrados o relatório e as telas do fluxo de processamento PROC_SEM_EXCLUSÃO, o qual preenche os quesitos até aqui abordados. 24

25 3.7.1) Telas ) Definição das rotinas de PROC_SEM_EXCLUSÃO ) Definição das formas de transporte de PROC_SEM_EXCLUSÃO 25

26 3.7.2) Relatório de PROC_SEM_EXCLUSÃO 26

27 3.7.3) Características Atentar que na definição do fluxo de processamento PROC_SEM_EXCLUSÃO, optou-se pela não importação de dados, inclusive dos estoques (condição obrigatória para configurar este tipo de processamento), o que provocou a ativação da rotina PUX_PSIM e conseqüente desativação da PUX_PENT. 27

28 4) Roteiros de processamento ou simulação 4.1) Funcionalidades O roteiro de processamento nada mais é do que uma tabela incorporada ao sistema, a qual possibilita que ao invés do usuário operar o software e ir ditando instruções à medida que o processamento avança, a aplicação vai sendo orientada e executada por uma série de procedimentos previamente definidos e de forma totalmente automática, ou seja, uma vez defrontada uma situação em que podem existir vários caminhos a serem tomados e face às instruções armazenadas, o simulador pondera o que se apresenta e a partir daí toma uma decisão, reorientado assim o processamento. É algo que muito se assemelha ao ambiente de um piloto automático. Ao conjunto de instruções orientativas que possibilitam executar a aplicação, é o que se denomina de roteiro de processamento; normalmente tem-se um roteiro específico para cada setor fabril, nada impedindo, que um dado setor venha a ter tantos roteiros quantos se queiram definir. 4.2) Acesso Menu Simulador, 02. Cadastro de roteiros para simulação e 01. Roteiros para simulação. 28

29 4.3) Telas para geração de dados 4.3.1) Instruções chaves ) Instruções chaves 2 29

30 4.3.3) Operações 4.3.4) Instruções para puxadas 30

31 4.3.5) Instruções para programação 4.3.6) Instruções para processamento diário 31

32 4.3.7) Instruções para limitação das simulações 4.3.8) Definição do número de simulações 4.4) Campos Roteiro identifica o código do roteiro de processamento campo chave alfanumérico de 20 posições preenchimento obrigatório recomenda-se que seja identificado neste campo, a amplitude da simulação, a mais do tipo de processamento, por exemplo, AMPL 1 AUTOMÁTICO, 32

33 Tipo de carga identifica o tipo de carga que caracteriza o processamento campo alfanumérico de 20 posições preenchimento obrigatório pode ser Carga normal ou Reservas de estoques. Carga normal é o tipo de processamento que se distribui ao longo das semanas e que não apresenta maiores problemas em face daquilo que é requerido. Reservas de estoques é o tipo de processamento, a ser realizado num período pré-definido, por exemplo, um fim de semana e que procura gerar um pulmão dos produtos, que a carga normal mostrou terem problemas de atendimento nas futuras semanas, Amplitude das simulações identifica a amplitude das simulações campo numérico de 1 posição preenchimento obrigatório varia de 1 a 5 cada uma delas tem suas características próprias e sucintamente são a seguir explanadas: Amplitude 1 Todas as OP s sem otimização (sem deleção de OP s) são consideradas todas as OP s durante a execução da rotina de análise de tempo e não haverá otimização de qualquer setor fabril, os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, não podem voltar a ter novas OP s geradas, não ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, não ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) não são excluídas a cada processamento, não importa estoques, é acionada a rotina PUX_PSIM e não a PUX_PENT, ocorrem apontamentos da produção e possuem mecânica de estoques e só é possível a simulação do nível 6, ou seja, a opção Independente dos níveis, limitar 33

34 simulações ; o número de simulações fica restrito a 1. Amplitude 2 Todas OP s com otimização (com deleção de OP s) são consideradas todas as OP s durante a execução da rotina de análise de tempo e haverá otimização do setor fabril previamente definido pelo usuário, os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, podem voltar a ter novas OP s geradas, ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) são excluídas a cada processamento e um novo lote é então gerado em substituição, importa estoques, é acionada a rotina PUX_PENT e não a PUX_PSIM, ocorrem apontamentos da produção, possuem mecânica de estoques, porém estes são repassados por aqueles que foram importados e são possíveis todos os níveis de simulações e no caso do nível 6, o número de simulações não tem um valor fixo (os níveis 4 e 5 encontram-se em fase final de desenvolvimento não confundir com amplitude 4 e 5). Amplitude 3 Otimização das OP s de um setor fabril (com deleção de OP s) são consideradas somente as OP s do setor fabril escolhido pelo usuário; estas sofreram otimização, os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, podem voltar a ter novas OP s geradas, ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, 34

35 ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, as OP s na fila (não se encontram em execução) são excluídas a cada processamento e um novo lote é então gerado em substituição, importa estoques, é acionada a rotina PUX_PENT e não a PUX_PSIM, ocorrem apontamentos da produção, possuem mecânica de estoques, porém estes são repassados por aqueles que foram importados e são possíveis todos os níveis de simulações e no caso do nível 6, o número de simulações não tem um valor fixo (os níveis 4 e 5 encontram-se em fase final de desenvolvimento não confundir com amplitude 4 e 5). Amplitude 4 Todas as OP s com otimização (sem deleção de OP s) são consideradas todas as OP s durante a execução da rotina de análise de tempo e haverá otimização das OP s do setor fabril previamente definido pelo usuário, os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, não podem voltar a ter novas OP s geradas, não ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, anteriormente nesse tipo de amplitude (4), não ocorria agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo de otimização, porém notou-se que ao se optar pela política de lote econômico, ocorre um volume muito alto a produzir do setor fabril em otimização, o que acaba por não retratar a realidade de certas indústrias. A solução encontrada foi a de criar a opção de agrupar as OP s do produto em processo de otimização, desde que: = se tenha optado pela política de lote econômico, 35

36 = se tenha decidido em agrupar os componentes do segmento fabril em otimização, = os lotes das OP s a serem agrupados sejam iguais aos lotes econômicos ou múltiplos deste e = em rotinas posteriores durante o processamento diário, estes lotes das OP s venham a ser trabalhados, de forma a minimizar os seus excessos, as OP s na fila (não se encontram em execução) não são excluídas a cada processamento, não importa estoques, é acionada a rotina PUX_PSIM e não a PUX_PENT, ocorrem apontamentos da produção e possuem mecânica de estoques e são possíveis todos os níveis de simulações e no caso do nível 6, o número de simulações não tem um valor fixo (os níveis 4 e 5 encontram-se em fase final de desenvolvimento não confundir com amplitude 4 e 5) e Amplitude 5 Otimização das OP s de um setor fabril (sem deleção de OP s) são consideradas somente as OP s do setor fabril escolhido pelo usuário; estas sofreram otimização, os itens do Cadastro de programação de entrega uma vez puxados e transformados em OP s, não podem voltar a ter novas OP s geradas, não ocorre agrupamento de vários pedidos de um mesmo produto, em uma mesma data, não ocorre agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo, em uma mesma data, anteriormente nesse tipo de amplitude (5), não ocorria agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo de otimização, porém notou-se que ao se optar pela política de lote econômico, ocorre um volume muito alto a produzir do setor fabril em otimização, o que 36

37 acaba por não retratar a realidade de certas indústrias. A solução encontrada foi a de criar a opção de agrupar as OP s do produto em processo de otimização, desde que: = se tenha optado pela política de lote econômico, = se tenha decidido em agrupar os componentes do segmento fabril em otimização, = os lotes das OP s a serem agrupados sejam iguais aos lotes econômicos ou múltiplos deste e = em rotinas posteriores durante o processamento diário, estes lotes das OP s venham a ser trabalhados, de forma a minimizar os seus excessos, as OP s na fila (não se encontram em execução) não são excluídas a cada processamento, não importa estoques, é acionada a rotina PUX_PSIM e não a PUX_PENT, ocorrem apontamentos da produção e possuem mecânica de estoques e são possíveis todos os níveis de simulações e no caso do nível 6, o número de simulações não tem um valor fixo (os níveis 4 e 5 encontram-se em fase final de desenvolvimento não confundir com amplitude 4 e 5), Tipo de processamento identifica o tipo de processamento a ser associado ao roteiro campo alfanumérico de 10 posições preenchimento obrigatório pode ser Automático ou Manual cada um deles tem suas características próprias e sucintamente são a seguir explanados: Automático uma vez o usuário tendo definido o roteiro de processamento a ser utilizado pelo sistema, este praticamente independe de quaisquer ações do usuário, calculando, analisando e incrementando recursos às OP s críticas, até que a carga de máquinas atenda ao que é requerido, ou 37

38 então, que os recursos disponibilizados tenham-se esgotados e Manual o usuário tem participação efetiva no processamento, embora o sistema direcione a tomada de decisões de cada uma de suas etapas, atendendo ao que é instruído pelo roteiro, sendo dada ampla liberdade ao usuário de modificar o que é sugerido. Caso o usuário não tenha intenções de mudar as instruções contidas no roteiro, recomenda-se o uso do automático, visto a rapidez de execução que é observada nesta opção, Trato da coleta de dados campo utilizado quando à aplicação encontra-se associado um sistema de coleta de dados; identifica a maneira de como devem ser tratados os apontamentos oriundos deste sistema, podendo ocorrer conversão automática para os estoques ou o usuário consolida os apontamentos. O trato dos apontamentos do sistema de coleta independe do tipo de amplitude das simulações; o padrão adotado pelo roteiro é a 2ª. opção, ou seja, quando o usuário consolida os apontamentos. Fluxo de processamento identifica o código do fluxo de processamento a ser associado ao roteiro campo alfanumérico de 20 posições preenchimento obrigatório. A rotina consiste a informação do usuário e permite somente o fluxo de processamento, que seja compatível com a amplitude da simulação associada ao roteiro; fluxos de processamento com importação de estoques, só podem ser associados aos roteiros de amplitudes 2 e 3 e em não ocorrendo importação de estoques, estes são compatíveis com os roteiros de amplitude 1, 4 e 5. Agrupar os itens de um mesmo produto em uma mesma data? campo preenchido automaticamente pelo sistema, após consulta ao fluxo de processamento e a amplitude das simulações; os conteúdos deste preenchimento são relacionados a seguir, desde que atendidas algumas restrições, a saber: 38

39 Sim optou-se pela importação dos estoques no fluxo de processamento e a amplitude das simulações é a 2 ou 3; neste caso, os itens que atendem os quesitos são agrupados e podem voltar a ser simulados quantas vezes se fizerem necessárias e Não não se optou pela importação dos estoques no fluxo de processamento e a amplitude das simulações é a 1, 4 ou 5; neste caso, os itens não são agrupados e podem ser simulados uma única vez, Backup automático pode ocorrer que após a finalização de um dado processamento é constatada a presença de erros, porém nesta altura dos acontecimentos, a base de dados do Servidor está comprometida. Em havendo o usuário optado pela sua realização, a idéia é a num dado ponto do processamento proceder com o backup das tabelas ativas do Servidor, antes que os dados sofram alterações maiores (este é executado ao fim da rotina CONF_OPS, de forma totalmente automática). Caso o usuário tenha optado pela não sua realização, este pode vir a ser executado de forma manual, através da opção Backup do menu principal do sistema. A restauração destes backups ao Servidor são realizadas através da opção Administrador do menu principal do sistema. A opção pela sua realização, não isenta o usuário da obrigatoriedade de fazer o backup diário completo dos diretórios do Servidor, Considerar o faturado nos ajustes da programação de entrega? cabe ao usuário definir se as quantidades faturadas devem ou não, ajustar as figuras da programação der entrega, quando da geração de novas ordens de produção, Operações identifica os códigos das operações fabris do segmento a ser otimizado; não é aplicado à amplitude das simulações 1. 39

40 Podem ser escolhidas tantas operações do setor fabril em estudo, quantas se fizerem necessárias, no caso das amplitudes das simulações 2, 3, 4 ou 5 (pelo menos uma obrigatoriamente deve ser escolhida). Recomenda-se não utilizar mais que 10 (dez) operações do segmento fabril a ser otimizado, em um único roteiro. Número de puxadas identifica o número de puxadas a ser realizado sobre os dados do Cadastro de programação de entrega; este tem início a partir da data de atualização do processamento campo numérico de 2 posições preenchimento não obrigatório não pode ser negativo, Intervalo de cada puxada identifica o número de dias que está sendo associado ao intervalo da puxada; este tem início a partir da data de atualização do processamento campo numérico de 2 posições preenchimento não obrigatório não pode ser negativo, Adendo I sobre o número e intervalo entre puxadas pode ocorrer que o usuário ao executar um dado processamento, não pretenda fazer quaisquer puxadas (proceder com a inserção de novo itens à programação, a partir do Cadastro de programação de entrega). Para que isto seja possível, faz-se necessário que o número de puxadas e o intervalo das puxadas sejam preenchidos com 0 (zero), Adendo II sobre o número e intervalo entre puxadas deve-se ao iniciar uma simulação, definir o menor número de puxadas e associar a cada uma delas, o maior intervalo em dias; isto impacta em lotes maiores associados às OP s, menor número de set-ups, menores custos de produção, porém a possibilidade de que não se atenda as necessidades do setor fabril é maior. Caso as necessidades não venham a ser satisfeitas, uma vez esgotados todos os demais recursos, procede-se então com a redução progressiva do intervalo em dias de cada puxada e conseqüente aumento do número de puxadas; isto resulta em lotes 40

41 menores associados às OP s, maior número de setups, maiores custos de produção, porém as chances de que não se atenda as necessidades do setor fabril que vem sendo otimizado são menores. Na figura a seguir encontra-se ilustrado o comportamento do que aqui acaba de ser exposto, porém ressalta-se que as inflexões das respectivas funções têm caráter didático e não necessariamente mostram-se fidedignas à realidade, Número de dias excedentes após a data de término das puxadas para delimitação do estudo ao se definir o número e o intervalo das puxadas, contados a partir da data de atualização do processamento, é então, determinada a data de término das puxadas. Este campo permite definir o número de dias que serão incorporados após a data de término das puxadas para delimitação do estudo campo numérico com 3 posições preenchimento não obrigatório normalmente é utilizado com valor nulo não pode ser negativo, Número de puxadas a serem agrupadas quando da elaboração da carga de máquinas o fato de se definir um intervalo muito curto para as puxadas, apresenta o 41

42 inconveniente de se ter pouca versatilidade para otimização da carga de máquinas e sequenciamento das ordens de produção, visto que o número de OP s presentes em cada um deles é relativamente pequeno. É em face do exposto que foi gerada a idéia de se agrupar várias puxadas em uma única, visando aumentar a potencialidade da solução; o fato de se agrupar as puxadas em excesso, também apresenta o seu lado negativo, visto que se acabam gerando um baixo número de OP s, com lotes excessivamente grandes e que podem comprometer o atendimento do que vem sendo requerido. Trata-se de um campo numérico com 2 posições preenchimento obrigatório não pode ser nulo e nem negativo normalmente é utilizado como 1. Sábados contam na composição do intervalo? identifica se os sábados devem ser considerados na contabilização do número de dias que devem compor o intervalo pode ser Sim ou Não, Domingos contam na composição do intervalo? identifica se os domingos devem ser considerados na contabilização do número de dias que devem compor o intervalo pode ser Sim ou Não, Feriados contam na composição do intervalo? identifica se os feriados devem ser considerados na contabilização do número de dias que devem compor o intervalo pode ser Sim ou Não, Semana para contagem do intervalo identifica o calendário a ser utilizado para definir os dias que devem compor cada uma das puxadas; são disponibilizados os calendários com semanas de 5, 6 e 7 dias campo numérico de 1 posição preenchimento obrigatório varia de 5 a 7, Adotar política de lote econômico (mínimo)? identifica se deve ou não ser adotada a política de lote econômico; em não se optando pela adoção desta, nada deve ser feito e caso contrário, investigar a quantidade a ser produzida em cada uma das puxadas e confrontar com o lote econômico que se encontra gravado no 42

43 Cadastro de produtos, relativo ao item em estudo e em sendo a primeira figura inferior, esta deve ser corrigida para o valor do lote econômico correspondente. A política de lote econômico não é adotada pelo sistema, no caso da amplitude das simulações ser igual a 1 e nas demais (2 a 5), o usuário tem ampla liberdade em optar ou não pela sua adoção, Agrupar os componentes do segmento fabril em otimização, mesmo no caso de amplitude ser igual a 4 ou 5 Anteriormente nas amplitudes 4 e 5, não ocorria agrupamento de várias OP s de um mesmo produto em processo de otimização, porém notou-se que ao se optar pela política de lote econômico, ocorre um volume muito alto a produzir do setor fabril em otimização, o que acaba por não retratar a realidade de certas indústrias. A solução encontrada foi a de criar a opção de agrupar as OP s do produto em processo de otimização, desde que: = se tenha optado pela política de lote econômico, = se tenha decidido em agrupar os componentes do segmento fabril em otimização, = os lotes das OP s a serem agrupados sejam iguais aos lotes econômicos ou múltiplos deste e = em rotinas posteriores durante o processamento diário, estes lotes das OP s venham a ser trabalhados, de forma a minimizar os seus excessos. Jornada mínima diária de trabalho identifica o número de horas que deve possuir a jornada mínima diária de trabalho, a ser associada às OP s do segmento fabril em otimização campo numérico de 5 posições com 2 decimais preenchimento obrigatório não pode ser inferior a 8 e nem superior a 24, Jornada máxima diária de trabalho identifica o número de horas que deve possuir a jornada máxima diária de trabalho, a ser associada às OP s do segmento fabril em otimização campo numérico de 5 posições com 2 decimais preenchimento obrigatório não pode ser inferior a 8, nem superior a 24 e nem inferior a jornada mínima diária de trabalho, 43

44 Incremento a ser dado a jornada durante o transcorrer do processamento são dados incrementos às jornadas de trabalho das OP s críticas, desde que existam disponibilidades para tal e não tenha sido atendido o que é requerido; este campo quantifica o número de minutos que deve ser somado à figura da jornada anterior campo numérico de 4 posições preenchimento obrigatório não pode ser negativo ou nulo, Antecipação na programação das operações fabris a serem analisadas identifica o número de dias em que deve ser antecipada a programação das operações fabris a serem analisadas e otimizadas; esta opção é válida para as amplitudes das simulações 2, 3, 4 e 5, não sendo aplicada à amplitude da simulação 1 campo numérico de 3 posições preenchimento não obrigatório não pode ser negativo, Número mínimo de dias na semana identifica o número mínimo de dias na semana, que deve ser associado às OP s do segmento fabril a ser otimizado campo alfanumérico de 1 posição preenchimento obrigatório pode variar de 1 a 7, Número máximo de dias na semana identifica o número máximo de dias na semana, que deve ser associado às OP s críticas do segmento fabril a ser otimizado campo alfanumérico de 1 posição preenchimento obrigatório pode variar de 1 a 7 e não pode ser inferior ao número mínimo de dias na semana, Prioridade nas simulações identifica a forma pela qual devem ser dados os incrementos às OP s críticas do setor fabril a ser otimizado; existem duas opções, a saber: Dias/semana e jornada e Jornada e Dias/semana Por ora, somente a opção 1 está disponibilizada; esta consiste em utilizar primeiramente do menor número de dias na semana e variar a jornada, se seu menor valor e ir incrementando até o seu limite superior, desde que não tenha sido atendido tudo que é requerido. 44

45 Nos estágios subseqüentes, é então adotado o número de dias na semana imediatamente superior e os mesmos procedimentos são então simulados. Isto vai assim sendo simulado até que se esgotem todos os recursos disponibilizados ou venha a ser atendido, o que é requerido em toda a sua amplitude. Agrupar OP s na MAXGOP60? esta opção uma vez aceita pelo usuário, permite sua interação com o sistema na rotina de geração de OP s, de forma a permitir o agrupamento de OP s. Sua utilização é restrita a áreas específicas da indústria e deve ser utilizada com muita atenção, visto que seu grande inconveniente é o de ignorar as dependências entre as OP s até então geradas, o que impacta nos cálculos da análise de tempo. Encontra-se disponível para as amplitudes de simulações 1, 4 e 5, não se encontrando habilitada para as opções 2 e 3. Horas de início da jornada diária de trabalho identifica a hora de início da jornada diária de trabalho campo numérico de 5 posições com 2 decimais preenchimento não obrigatório tem que ser maior ou igual a 0 (zero) e menor que 24. Editar telas de cálculos nas rotinas de programação? em ocorrendo escolha do usuário pelo processamento automático é dada a este, a opção de editar ou não as telas durante a execução das rotinas de programação o padrão do roteiro é dada pela edição das telas, Habilitar interrupção de OP s? - identifica se as OP s em execução podem ou não ser interrompidas; esta informação será utilizada durante a rotina CONF_OPS. Caso positivo, podem ser interrompidas tantas OP s, quantas aquelas selecionadas pelo usuário. Ressalta-se que mesmo não se tendo optado pela interrupção e em havendo mais de uma OP em execução, para uma dada máquina, estas devem ser interrompidas e só uma deve permanecer em execução, Instruções para limitação das simulações são disponibilizados 5 níveis diferentes de ações, a mais de 45

46 uma opção que visa limitar o número de simulações, todas objetivando eliminar a criticidade dos itens envolvidos na programação, através de incrementos de mais horas ao dia e/ou mais dias na semana; o roteiro pode ser associado a um dos possíveis níveis de ações: nível 1 as ações ocorrem exclusivamente na OP do item crítico, nível 2 as ações ocorrem em todas as OP s do item crítico, nível 3 as ações ocorrem em todas as OP s associadas à maquina indicada para produção do item crítico, nível 4 caso o item crítico persista após simulações nos três níveis anteriores e desde que o usuário tenha antecipadamente autorizado, o simulador investiga a existência de outra ferramenta que possa vir a produzir o item em estudo e, encontrando-o, gera automaticamente uma nova ordem de produção com o excedente não atendido e nível 5 persistindo a criticidade do item após simulações nos quatro níveis anteriores, o simulador investiga a existência de outras máquinas ou parte em busca da alocação de serviços de terceiros, de forma a atender ao que vem sendo requerido e É disponibilizado o nível 6 para todas as amplitudes, ficando o número de simulações restrito a 1 para a amplitude 1; para as demais não existe limitação do número de simulações. 46

47 4.5) Relatórios 4.5.1) Roteiro para simulação (1/2) 47

48 4.5.2) Roteiro para simulação (2/2) 48

49 5) Síntese do roteiro Amplitude 1 Todas as OP s sem otimização (sem deleção de OP s) São a seguir editadas as telas e os relatórios do roteiro mencionado, com tipo de processamento Automático (em termos de configuração, a única diferença para o Manual é somente na opção do tipo de processamento). 5.1) Telas 5.1.1) Instruções chaves 1 49

50 5.1.2) Instruções chaves ) Instruções para puxadas 50

51 5.1.4) Instruções para programação 5.1.5) Instruções para processamento diário 51

52 5.1.6) Instruções para limitação das simulações 5.1.7) Definição do número de simulações 52

53 5.2) Relatórios 5.2.1) Roteiro para simulação (1/2) 53

54 5.2.2) Roteiro para simulação (2/2) 54

55 6) Síntese do roteiro Amplitude 2 Todas as OP s com otimização (com deleção de OP s) São a seguir editadas as telas e os relatórios do roteiro mencionado, com tipo de processamento Automático (em termos de configuração, a única diferença para o Manual é somente na opção do tipo de processamento). 6.1) Telas 6.1.1) Instruções chaves 1 55

56 6.1.2) Instruções chaves ) Operações 56

57 6.1.4) Instruções para puxadas 6.1.5) Instruções para programação 57

58 6.1.6) Instruções para processamento diário 6.1.7) Instruções para limitação das simulações 58

59 6.2) Relatórios 6.2.1) Roteiro para simulação (1/2) 59

60 6.2.2) Roteiro para simulação (2/2) 60

61 7) Síntese do roteiro Amplitude 3 Otimização das OP s de um setor fabril (com deleção de OP s) São a seguir editadas as telas e os relatórios do roteiro mencionado, com tipo de processamento Automático (em termos de configuração, a única diferença para o Manual é somente na opção do tipo de processamento). 7.1) Telas 7.1.1) Instruções chaves 1 61

62 7.1.2) Instruções chaves ) Operações 62

63 7.1.4) Instruções para puxadas 7.1.5) Instruções para programação 63

64 7.1.6) Instruções para processamento diário 7.1.7) Instruções para limitação das simulações 64

65 7.2) Relatórios 7.2.1) Roteiro para simulação (1/2) 65

66 7.2.2) Roteiro para simulação (2/2) 66

67 8) Síntese do roteiro Amplitude 4 Todas as OP s com otimização (sem deleção de OP s) São a seguir editadas as telas e os relatórios do roteiro mencionado, com tipo de processamento Automático (em termos de configuração, a única diferença para o Manual é somente na opção do tipo de processamento). 8.1) Telas 8.1.1) Instruções chaves 1 67

68 8.1.2) Instruções chaves ) Operações 68

69 8.1.4) Instruções para puxadas 8.1.5) Instruções para programação 69

70 8.1.6) Instruções para processamento diário 8.1.7) Instruções para limitação das simulações 70

71 8.2) Relatórios 8.2.1) Roteiro para simulação (1/2) 71

72 8.2.2) Roteiro para simulação (2/2) 72

73 9) Síntese do roteiro Amplitude 5 Otimização das OP s de um setor fabril (sem deleção de OP s) São a seguir editadas as telas e os relatórios do roteiro mencionado, com tipo de processamento Automático (em termos de configuração, a única diferença para o Manual é somente na opção do tipo de processamento). 9.1) Telas 9.1.1) Instruções chaves 1 73

74 9.1.2) Instruções chaves ) Operações 74

75 9.1.4) Instruções para puxadas 9.1.5) Instruções para programação 75

76 9.1.6) Instruções para processamento diário 9.1.7) Instruções para limitação das simulações 76

77 9.2) Relatórios 9.2.1) Roteiro para simulação (1/2) 77

78 9.2.2) Roteiro para simulação (2/2) 78

79 10) Sumarização dos roteiros 10.1) Tela 79

80 10.2) Relatório 80

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