PROJETO DE HÉLICES. Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE HÉLICES. Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares"

Transcrição

1 PROJETO DE HÉLICES Fernando Romagnoli Tarik Hadura Orra Ivan Caliu Candiani José Roberto Canhisares

2 DEFINIÇÃO A hélice é um dispositivo que fornece força de impulso às custas da potência gerada pelo motor. Isto se dá através da rotação de uma ou mais asas (pás) Vo Velocidade de vôo da aeronave V2 Velocidade tangencial da pá V1 Velocidade resultante em dado ponto da pá θ - Torção local da pá α Ângulo de ataque local *D.J. Auld and Srinivas, K. Aerodynamics for Students, University of Sydney

3 CONCEITOS Avanço Definido por J=V/(n.D), é a relação adimensional entre a velocidade de vôo, rotação e diâmetro da hélice, ou seja, para um giro a hélice avança V/n unidades de comprimento Coeficiente de Tração e Torque - Adimensionalização da tração e torque, atuam como o cl e cd de um perfil Solidez - Relação entre a área das pás e a área do disco Sweep - Enflechamento da pá, o sweep é justificado apenas em hélices de grande diâmetro a altas rotações Eficiência - Relação entre a potência produzida e potência aproveitada

4 Competição Aerodesign MOTIVAÇÃO Uma hélice bem projetada pode gerar maior impulso e por conseqüência a aeronave pode carregar maior carga paga Econômica Estimativa para 2008 do custo do barril do petróleo:150 US$

5 Veículos Alternativos MOTIVAÇÃO

6 Vantagens e Desvantagens Por que projetar uma hélice? Maior impulso: Aproximadamente 25% Aumento na eficiência: Em média 10 pontos percentuais Por que não projetar uma hélice? Custo Elevado Tempo de Projeto e Fabricação: Em média 2 meses

7 HISTÓRIA Na China antiga hélices eram empregadas na propulsão de embarcações No século III é desenvolvido o Parafuso de Arquimedes Em 1090 no oriente médio são encontrados os primeiros moinhos de vento

8 O DESENVOLVIMENTO NA FEI Iniciam-se as pesquisas, o ponto de partida foi uma hélice APC 13 x 4 que gera 30 N de tração estática Objetivo: Maximizar a tração durante a decolagem e vôo Inspiração: Corridas de pylon racing Resultado: Desenvolvimento da mono-pá de madeira com massa de 200 g e 37 N de tração estática (ganho de 19%)

9 O DESENVOLVIMENTO NA FEI

10 O DESENVOLVIMENTO NA FEI Buscou-se dominar as técnicas de fabricação em compósito Objetivo: Reduzir a massa do contrapeso Resultado: Hélice mono-pá de carbono com massa de 100g e 42N de tração estática (+12% em relação a 2002)

11 O DESENVOLVIMENTO NA FEI

12 O DESENVOLVIMENTO NA FEI Empregou-se um redutor de rotação na classe aberta Objetivo: Fabricar uma hélice capaz de gerar 130 N de tração estática Resultado: Aeronave Mamute equipada com hélices com diâmetro 1,3m e 120 N de tração estática total

13 O DESENVOLVIMENTO NA FEI

14 O DESENVOLVIMENTO NA FEI Buscou-se aprimorar as metodologias para projeto de hélices ótimas Objetivo: Fabricar uma hélice que produza 50 N de tração estática na classe regular Resultado: Hélice bi-pá de carbono de 16 in com 45 N de tração estática (ganho de 6,5% em relação a 2004)

15 O DESENVOLVIMENTO NA FEI

16 O DESENVOLVIMENTO NA FEI

17 O DESENVOLVIMENTO NA FEI Empregou-se um redutor planetário na classe aberta Objetivo: Miniaturização do redutor Resultado: Aeronave Kondhor Open com um redutor de 3:1 de massa 470g que utiliza uma hélice de 24in e produz 100N de tração estática

18 DINAMÔMETRO Devem-se medir as variáveis a fim de se atuar no processo O dinamômetro deve levantar as curvas experimentais da hélice Ensaio de Tração Dinâmica 110 Tração (N) ,5 5 7, , x10 24x8 22x12 22x10 24x12 m/s

19 HÉLICE MONO-PÁ Como a mono-pá projetada produz mais tração que a bi-pá comercial? CURVA DE POTÊNCIA DO MOTOR Potência MONO-PÁ PROJETADA Rotação BI-PÁ COMERCIAL

20 HÉLICE BI-PÁ Uma hélice bi-pá projetada mostrou ser melhor que uma mono-pá projetada Exemplo: Ponto de projeto Velocidade: 45 m/s Rotação: 2500 rpm Potência: 2 hp

21 ANÁLISE COMPARATIVA Hélice Impulso Eficiência Custo Massa Bi-Pá Comercial Baixo Baixa Baixo Baixa Mono-Pá Projetada Alto Baixa Alto Média Bi-Pá Projetada Alto Alta Alto Baixa

22 FLYING ALARM CLOCK VEÍCULOS ALTERNATIVOS

23 TEORIAS APLICADAS Teoria da Conservação do Momento Teoria do Elemento de Pá Método dos Painéis

24 CONSERVAÇÃO DO MOMENTO Estabelece o rendimento máximo de uma hélice η = V + f V ( D,T,V, ) ρ *Roskam, J. and Edward, L. Airplane Ardodynamics and Performance, DARCorporration

25 TEORIA DO ELEMENTO DE PÁ Visa estabelecer os parâmetros da hélice em função da sua geometria *Roskam, J. and Edward, L. Airplane Ardodynamics and Performance, DARCorporration

26 MÉTODO DOS PAINÉIS Por este método potencial é possível avaliar a influência da geometria e esteira sobre o funcionamento da hélice *Stepniewski, W.Z. and Keys, C.N. Rotary-Wing Aerodynamics, Dover

27 SOFTWARES LIVRES Javaprop Metodologia empregada: Larrabee Limitações: Regime incompressível, biblioteca de perfis limitada, baixa acuracidade *http://www.mh-aerotools.com

28 REDUÇÃO

29 ESTUDO DA TRANSMISSÃO Grandes reduções: HPA (Human Powered Aircrafts) ou Mamute. Peso máximo: 35Kg. Aeronaves cargueiras: T/W = 0.25 T=85,75N

30 D n P K T D n g P C T P = = ' ρ *Durand, W.F. and Lesley Technical Report n 30, NACA POSSÍVEIS RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO Relação de transmissão 1:1 1:2 1:3 1:4 Tração (N)

31 TIPOS DE REDUÇÃO Simples Cônica

32 TIPOS DE REDUÇÃO Correia Epcicloidal

33 QUAL REDUÇÃO UTILIZAR Configuração Vantagem Desvantagem Simples Custo e construção Inversão de rotação Cônica Não inverte a rotação da hélice Peso Correia Custo e construção Não adequada para altas rotações Epcicloidal Acionamento no eixo do motor Complexidade do projeto

34 REDUÇÃO EPCICLOIDAL Vantagens Acionamento direto no eixo do motor. Sistema leve e compacto. Não inverte rotação Rápida montagem e desmontagem. Possibilita a utilização ou não da redução. Desvantagens Custo elevado. Complexidade do projeto

35 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Módulo 0,8 1 engrenagem: 40z 6 engrenagens: 20z 1 engrenagem: 80z Largura: 5 mm Redução 1:3

36 FOTOS DA REDUÇÃO

37 ESCOLHA DA HÉLICE Ensaio de Tração Dinâmica Tração (N) m/s 24x10 24x8 22x12 22x10 24x12

38 PROCESSO DE FABRICAÇÃO USINAGEM CAD MOLDE LAMINAÇÃO

39 FABRICAÇÃO DO CONTRAPESO O contrapeso deve permanecer unido a hélice sob qualquer condição de trabalho

40 AERONAVE KONDHOR OPEN Acidente na competição 2007

41 CONCLUSÃO Hélices bem projetadas tem eficiência maior que hélices padronizadas; Pode-se elevar a tração durante a corrida (shorter take off); Economia de combustível em vôos longos; O decaimento da curva tração x velocidade pode ser atenuado; Quando a velocidade de vôo não é um problema, o emprego de redutores de rotação pode elevar consideravelmente a tração estática;

42 PERGUNTAS

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

5. ENGRENAGENS Conceitos Básicos

5. ENGRENAGENS Conceitos Básicos Elementos de Máquinas I Engrenagens Conceitos Básicos 34 5. EGREAGES Conceitos Básicos 5.1 Tipos de Engrenagens Engrenagens Cilíndricas Retas: Possuem dentes paralelos ao eixo de rotação da engrenagem.

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Oferecemos a nossos clientes máquinas e equipamentos econômicos e eficientes, com atenção personalizada segundo suas necessidades.

APRESENTAÇÃO. Oferecemos a nossos clientes máquinas e equipamentos econômicos e eficientes, com atenção personalizada segundo suas necessidades. PORTFÓLIO Mecânica APRESENTAÇÃO A ProjeCrea é uma empresa que desenvolve soluções personalizadas integrais para: agroindústrias, metalúrgicas, indústrias e locais comerciais gerais. Temos parcerias com

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: As correias, juntamente com

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Nem sempre as unidades geradoras

Leia mais

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA 1) INTRODUÇÃO Rio de Janeiro, 05 de Maio de 2015. A equipe desenvolvedora deste projeto conta com: - Prof.

Leia mais

Engrenagens cilíndricas de dentes retos. Alan Christie da Silva Dantas

Engrenagens cilíndricas de dentes retos. Alan Christie da Silva Dantas Engrenagens cilíndricas de dentes retos Alan Christie da Silva Dantas Motivação Extensamente usadas para transmissão de movimento em maquinas industriais; Rotativo rotativo; Rotativo linear. Caixas de

Leia mais

Carregadeira LW300K. Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg

Carregadeira LW300K. Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg Carregadeira LW300K Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg Qualidade, confiabilidade e força, aliada ao baixo consumo de combustível. A Pá-carregadeira LW300K

Leia mais

Transmissões de Potência

Transmissões de Potência Transmissões de Potência PMR 2201 Transmissões O emprego de transmissões torna-se necessário para compatibilizar a velocidade angular ou conjugado da máquina motriz com a necessidade da máquina acionada,

Leia mais

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES Prof. Dr. José Eduardo Mautone Barros UFMG Propulsão Departamento de Engenharia Mecânica Curso de Engenharia Aeroespacial Apoio técnico Marco Gabaldo Frederico Vieira de

Leia mais

Transmissão de Movimento

Transmissão de Movimento Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias Laboratório de Engenharia Agrícola EAG 03204 Mecânica Aplicada * Transmissão de Movimento 1. Introdução A transmissão

Leia mais

Principais funções de movimento em analisadores médicos.

Principais funções de movimento em analisadores médicos. Movimento em analisadores médicos Menor, mais rápido, mais forte. Como os motores em miniatura estão ajudando os equipamentos de diagnóstico a avançar. Os diagnósticos médicos fazem parte da vida cotidiana

Leia mais

PROJETO DE HÉLICE ÓTIMA PARA VANT ITA-CHESF

PROJETO DE HÉLICE ÓTIMA PARA VANT ITA-CHESF Anais do XVI Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XVI ENCITA / 2010 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil 20 de outubro de 2010 PROJETO DE HÉLICE ÓTIMA PARA

Leia mais

Tratores Agrícolas 1

Tratores Agrícolas 1 Tratores Agrícolas 1 TRATOR AGRÍCOLA 1 DEFINIÇÃO???? Máquina autopropelida provida de meios que, além de lhe conferirem apoio estável sobre uma superfície horizontal, capacitam-no a tracionar, transportar

Leia mais

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS

UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS VENTILADORES AXIAL UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS DESCRIÇÃO E NOMENCLATURA DE VENTILADORES AXIAL Diâmetro Fabricação Aspiração Rotor Empresa Ex: EAFN 500 Diâmetro da seleção Tipo de Fabricação G = Gabinete

Leia mais

Energia Eólica. História

Energia Eólica. História Energia Eólica História Com o avanço da agricultura, o homem necessitava cada vez mais de ferramentas que o auxiliassem nas diversas etapas do trabalho. Isso levou ao desenvolvimento de uma forma primitiva

Leia mais

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração.

Controle de vibração significa a eliminação ou a redução da vibração. Quais são os métodos mais utilizados para controle de vibrações? Defina um absorvedor de vibração? Qual é função de um isolador de vibração? Por que um eixo rotativo sempre vibra? Qual é a fonte da força

Leia mais

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles!

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! É importante lembrar que esta matéria serve para qualquer tipo de servo utilizado em aeromodelismo. Figura 1 Um dos diversos

Leia mais

SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA

SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE POTÊNCIA Introdução Funções do sistema de transmissão de potência: Transmitir potência do motor para as rodas motrizes e para a TDP (tomada de potência) Possibilitar o engate

Leia mais

Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque. Limitadores de torque Autogard Guia de seleção

Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque. Limitadores de torque Autogard Guia de seleção Visão geral do Guia de seleção do limitador de torque Limitadores de torque Guia de seleção Limitadores de torque Há mais de 80 anos, a tem sido líder no setor de proteção contra sobrecargas em equipamentos,

Leia mais

Cortina Elétrica com Controle Remoto

Cortina Elétrica com Controle Remoto FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA 1º SÉRIE DO ENSINO MÉDIO Turma 3111 Trabalho Trimestral de Física Cortina Elétrica com Controle Remoto Arian Müller (03)

Leia mais

Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Departamento de Engenharia Marítima

Escola Superior Náutica Infante D. Henrique. Departamento de Engenharia Marítima Escola Superior Náutica Infante D. Henrique Departamento de Engenharia Marítima Hidrodinâmica e Propulsão Questões e Exercícios Outubro 2013 2 Questão/Exercício 1 Um modelo com 6 m de um navio de 180 m

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 39 Relatório de Projeto Técnicas de Estruturação Tópicos Abordados Relatório de Projeto. Técnicas de Estruturação para uma boa Avaliação. Elaboração do Relatório

Leia mais

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores

Robótica Industrial. Projeto de Manipuladores Robótica Industrial Projeto de Manipuladores Robôs são os típicos representantes da Mecatrônica. Integram aspectos de: Manipulação Sensoreamento Controle Comunicação 1 Robótica e Mecatrônica 2 Princípios

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Embreagens são elementos que

Leia mais

Elementos de transmissão de potência José Queiroz - Unilins

Elementos de transmissão de potência José Queiroz - Unilins Projetos Mecânicos Elementos de transmissão de potência José Queiroz - Unilins 2 Polias e correias Polias: As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo do motor e pelas correias.

Leia mais

PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG

PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG SL 733 GRANDE POTÊNCIA, ALTO DESEMPENHO A carregadeira sobre rodas Hyundai Shandong entrega máxima potência todo o tempo, representando um ganho substancial

Leia mais

Projeto Gerador Eólico. Lucas Barros de Assis /Jácson de Oliveira Miguel Schuh Alles / Nathan Silveira Schneider

Projeto Gerador Eólico. Lucas Barros de Assis /Jácson de Oliveira Miguel Schuh Alles / Nathan Silveira Schneider Projeto Gerador Eólico Lucas Barros de Assis /Jácson de Oliveira Miguel Schuh Alles / Nathan Silveira Schneider Justificativa O Brasil é rico em correntes de vento. Fonte infinita. Água tende a não ser

Leia mais

Seleção de acionamentos

Seleção de acionamentos ESPECIAL Seleção de acionamentos Augusto Ottoboni Os servo-acionamentos ainda são uma incógnita para muitos profissionais de diferentes segmentos do mercado, trazendo a estes profissionais que se deparam

Leia mais

METROLOGIA APLICADA AOS CENTROS DE INSPEÇÃO E CONCESSIONÁRIOS AUTOMÓVEL

METROLOGIA APLICADA AOS CENTROS DE INSPEÇÃO E CONCESSIONÁRIOS AUTOMÓVEL SEMINÁRIO: A ENGENHARIA MECÂNICA E OS DESAFIOS DA MEDIÇÃO METROLOGIA APLICADA AOS CENTROS DE INSPEÇÃO E CONCESSIONÁRIOS AUTOMÓVEL PEDRO GOMES RESPONSÁVEL DO DEPARTAMENTO DE METROLOGIA FÍSICA TECNOLÓGICA

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO DE ESCOLHA DE HÉLICES PARA UM VEÍCULO AÉREO NÃO-TRIPULADO

ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO DE ESCOLHA DE HÉLICES PARA UM VEÍCULO AÉREO NÃO-TRIPULADO Anais do O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XII ENCITA / 006 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 6 a 9 006 ESTUDO DO FUNCIONAMENTO E DO PROCESSO

Leia mais

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas *

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * 1. Introdução Uma das principais fontes de potência, responsáveis pela alta produção agrícola com significante economia de mão-de-obra, é o trator agrícola.

Leia mais

VENTILADORES. Aspectos gerais. Detalhes construtivos. Ventiladores

VENTILADORES. Aspectos gerais. Detalhes construtivos. Ventiladores VENTILADORES Aspectos gerais As unidades de ventilação modelo BBS, com ventiladores centrífugos de pás curvadas para frente, e BBL, com ventiladores centrífugos de pás curvadas para trás, são fruto de

Leia mais

DINÂMICA DE MÁQUINAS

DINÂMICA DE MÁQUINAS DINÂMICA DE MÁQUINAS CAPITULO 2 Momentos de inércia de componentes de máquinas com diferentes geometrias 1. O corpo composto mostrado na figura consiste em uma barra esbelta de 3 kg e uma placa fina de

Leia mais

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo

DESCRIÇÃO VALOR UNIDADE Comprimento máximo CAPA Na capa da Ficha Técnica devem estar claramente as informações para identificação da equipe, escola, número do carro, semelhante às capas utilizadas nos relatórios de projeto da competição nacional.

Leia mais

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Mancais TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Introdução à Mancais O mancal pode ser definido como suporte ou guia em que se apóia o eixo; No ponto

Leia mais

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS

SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA SNAG SOS Layout e descrição do sistema Componentes do Sistema w Acoplamento de Segurança MSC II Malmedie w Disco de freio de baixa inércia PINTSCH BUBENZER LiTec w

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Buchas Guias Mancais de Deslizamento e Rolamento Buchas Redução de Atrito Anel metálico entre eixos e rodas Eixo desliza dentro da bucha, deve-se utilizar lubrificação.

Leia mais

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE

CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE CORREIA TRANSPORTADORA FACULDADE CAMPO REAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 4º SEMESTRE ACADÊMICOS: ANDERSON GOMES EVERSON SCHWAB JOSÉ OSMAR GERSON NESTOR DE SOUZA Dados Históricos Data do século 17, utilizadas

Leia mais

8 Informação Importante, Tabelas e Dimensionais

8 Informação Importante, Tabelas e Dimensionais Possíveis combinações.1 Possíveis combinações Estrutura das tabelas Estas tabelas mostram as possíveis combinações dos redutores e motores (freio) CA. Os dados a seguir são indicados para cada combinação,

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Aula 02 - Robôs e seus Periféricos Tipos de Sistemas de Controle Volume de Trabalho Dinâmica e Precisão dos Movimentos Sistemas de Acionamentos Garras Tipos de Sistemas

Leia mais

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos thinkmotion Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos Os analisadores médicos são elementos fundamentais do setor de diagnósticos médicos. São ferramentas versáteis

Leia mais

CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA. Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho

CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA. Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho SÉRIE DV14 1417 / 1422 / 1432 / 1442 CENTRO DE USINAGEM DUPLA COLUNA O Centro de Usinagem

Leia mais

Petróleo e Marítimo. Custo Total de Propriedade Sistemas de Propulsão e Geração de Energia. Rodrigo Feria Gerente de Vendas 11/09/2015

Petróleo e Marítimo. Custo Total de Propriedade Sistemas de Propulsão e Geração de Energia. Rodrigo Feria Gerente de Vendas 11/09/2015 Petróleo e Marítimo Custo Total de Propriedade Sistemas de Propulsão e Geração de Energia 11/09/2015 Rodrigo Feria Gerente de Vendas 1 11/09/2015 2 Sumário Custo Total de Propriedade Definição O que deve

Leia mais

Relações entre tensões e deformações

Relações entre tensões e deformações 3 de dezembro de 0 As relações entre tensões e deformações são estabelecidas a partir de ensaios experimentais simples que envolvem apenas uma componente do tensor de tensões. Ensaios complexos com tensões

Leia mais

HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA.

HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA. HTS ELEVADORES IND. E COM. LTDA. ELEVADORES DE OBRA ELEVADOR DE OBRA ELEVADOR DE OBRA Controle automático digital Eficiência de consumo: quando o a velocidade ou carga está abaixo da condição de regime

Leia mais

GUINDASTE SOBRE CAMINHÃO STC1300. Capacidade de Elevação 130t

GUINDASTE SOBRE CAMINHÃO STC1300. Capacidade de Elevação 130t GUINDASTE SOBRE CAMINHÃO STC1300 Capacidade de Elevação 130t PÁGINA 01 GUINDASTE SOBRE CAMINHÃO STC1300 Comprimento da extensão total da lança principal de 60m, perfil U, placa de aço WELDOX de alta resistência.

Leia mais

Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica. Projeto Cata-vento

Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica. Projeto Cata-vento FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Cursos Técnicos de Mecânica e Eletrônica Projeto Cata-vento Carlos Eduardo Bruxel Bernardo Juchem Becker Marcelo Felipe Veit Thomás Jung Spier 3111/4111

Leia mais

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS 2.1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é estudar o funcionamento em regime permanente e em regime dinâmico da Máquina Assíncrona Trifásica

Leia mais

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010

Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 13/06/2010 Questão 21 Conhecimentos Específicos - Técnico em Mecânica A respeito das bombas centrífugas é correto afirmar: A. A vazão é praticamente constante, independentemente da pressão de recalque. B. Quanto

Leia mais

Automatizadores Sistema DC

Automatizadores Sistema DC 2 A Atron é uma marca jovem do grupo Atriumdesign que atua á mais de duas décadas no segmento de construção, decoração e engenharia, da qual fabrica portas especiais e também importa ferragens de altíssima

Leia mais

BANCADA DIDÁTICA DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO

BANCADA DIDÁTICA DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO BANCADA DIDÁTICA DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO Pedro José Moacyr Rangel Neto pedrorangel@pucrs.br PUCRS Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Faculdade de Engenharia - Departamento de Engenharia

Leia mais

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM Introdução Os motores de tração são os equipamentos responsáveis pela propulsão dos trens. Sua falha implica na diminuição do desempenho

Leia mais

Elementos de Máquinas

Elementos de Máquinas Professor: Leonardo Leódido Sumário Correias e Polias Correntes Definição Polia: São peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo do motor e pelas correias. Correias: É o elemento da máquina que,

Leia mais

Linha de TECNOLOGIA PARA CONCRETO

Linha de TECNOLOGIA PARA CONCRETO Linha de TECNOLOGIA PARA CONCRETO 2010 2 Cortadora de Pisos HCC14 I HCC16 O design da Cortadora de Pisos Menegotti foi desenvolvido para aumentar a performance, força e vida útil do produto. É um equipamento

Leia mais

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril.

Mandrilamento. determinado pela operação a ser realizada. A figura a seguir mostra um exemplo de barra de mandrilar, também chamada de mandril. A UU L AL A Mandrilamento Nesta aula, você vai tomar contato com o processo de mandrilamento. Conhecerá os tipos de mandrilamento, as ferramentas de mandrilar e as características e funções das mandriladoras.

Leia mais

Aplicações foco madeira macia e dry-wall

Aplicações foco madeira macia e dry-wall Ferramentas a 4 Ferramentas Elétricas Bosch Ferramentas Elétricas Bosch 5 plicações foco macia e dry-wall Parafusadeira / Furadeira GSR 0,8-LI 992.9 E Mandril de encaixe rápido sextavado: para bits e brocas

Leia mais

NOSSA MISSÃO, NESTE DIA, É TENTAR MOSTRAR AOS SENHORES, QUE A CO LHEDORA SANTAL TANDEM SII, NÃO É O CORTE DE MUDAS, MAS TAMBÉM É

NOSSA MISSÃO, NESTE DIA, É TENTAR MOSTRAR AOS SENHORES, QUE A CO LHEDORA SANTAL TANDEM SII, NÃO É O CORTE DE MUDAS, MAS TAMBÉM É ALTO RENDIMENTO DE COLHEITA MECANIZADA COM BAIXO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL. NOSSA MISSÃO, NESTE DIA, É TENTAR MOSTRAR AOS SENHORES, QUE A CO LHEDORA SANTAL TANDEM SII, NÃO É SOMENTE A MELHOR MÁQUINA PARA

Leia mais

Nota: As informações apresentadas estão corretas no momento da publicação, e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio.

Nota: As informações apresentadas estão corretas no momento da publicação, e estão sujeitas a alteração sem aviso prévio. JEEP GRAND CHEROKEE ESPECIFICAÇÕES Todas as dimensões estão em milímetros (polegadas), salvo indicação contrária. Todas as dimensões são medidas com os pneus e rodas que equipam o veículo de série. Nota:

Leia mais

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC Linha KSDX Solução em processamento CNC Automatize a produção de sua empresa Instalada em Tubarão, SC, a KEEL atua na fabricação de equipamentos para Corte, Solda e Sistemas (CNC). Fundada em 2002, a empresa

Leia mais

2. CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO

2. CARACTERÍSTICAS 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO O estabilizador portátil de câmera Tedi Cam é um equipamento de avançada tecnologia utilizado para filmagens de cenas onde há a necessidade de se obter imagens perfeitas em situações de movimento

Leia mais

Acionamento elétrico 4X4 Acionamento elétrico do sistema de tração 4x4 e reduzida com luz indicadora do sistema acionado (nas versões 4x4).

Acionamento elétrico 4X4 Acionamento elétrico do sistema de tração 4x4 e reduzida com luz indicadora do sistema acionado (nas versões 4x4). S10 Colina Disponível nas versões cabine simples ou dupla e equipada com o motor 2.8L Turbo Diesel Eletrônico MWM, a camionete Chevrolet S10 Colina tem freios ABS nas quatro rodas, acionamento elétrico

Leia mais

Polias e correias. Polias

Polias e correias. Polias A U A UL LA Polias e correias Introdução Às vezes, pequenos problemas de uma empresa podem ser resolvidos com soluções imediatas, principalmente quando os recursos estão próximos de nós, sem exigir grandes

Leia mais

NOVA TRANSMISSÃO ZF8HP45 DE 8 VELOCIDADES. UTILIZADA NOS VEÍCULOS VW AMAROK, DODGE GRAND CHEROKEE e CHRYSLER 300M 2011 EM DIANTE.

NOVA TRANSMISSÃO ZF8HP45 DE 8 VELOCIDADES. UTILIZADA NOS VEÍCULOS VW AMAROK, DODGE GRAND CHEROKEE e CHRYSLER 300M 2011 EM DIANTE. NOVA TRANSMISSÃO ZF8HP45 DE 8 VELOCIDADES UTILIZADA NOS VEÍCULOS VW AMAROK, DODGE GRAND CHEROKEE e CHRYSLER 300M 2011 EM DIANTE. A transmissão ZF 8HP45 é uma nova unidade de 8 velocidades à frente. Ela

Leia mais

Armazenagem temporária Investimento em eficiência

Armazenagem temporária Investimento em eficiência Armazenagem temporária Investimento em eficiência Por que utilizar a armazenagem temporária? Características e Benefícios A melhor relação Custo-Benefício O de armazenagem temporária de grãos Temp Stor

Leia mais

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação CURSO

Leia mais

ANEXO 02- EXEMPLO DE VEÍCULOS ELÉCTRICOS HÍBRIDOS

ANEXO 02- EXEMPLO DE VEÍCULOS ELÉCTRICOS HÍBRIDOS ANEXO 02- EXEMPLO DE VEÍCULOS ELÉCTRICOS HÍBRIDOS 123 Conteúdo 1 Exemplo de Veículos eléctricos Híbridos... 124 1.1 Exemplo de Híbrido Paralelo... 124 1.1.1 Toyota Hybrid System II... 124 1.2 Exemplo de

Leia mais

Compressor Parafuso. Principais tipos: Parafuso simples. Parafuso duplo (mais empregado)

Compressor Parafuso. Principais tipos: Parafuso simples. Parafuso duplo (mais empregado) Principais tipos: Parafuso simples Parafuso duplo (mais empregado) Vantagens em relação aos alternativos: Menor tamanho Número inferior de partes móveis Desvantagens em relação aos alternativos: Menor

Leia mais

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela

Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Mecânica I (FIS-14) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá Sala 2602A-1 Ramal 5785 rrpela@ita.br www.ief.ita.br/~rrpela Onde estamos? Nosso roteiro ao longo deste capítulo A equação do movimento Equação do movimento

Leia mais

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade thinkmotion Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade A criação de bombas de infusão pequenas e portáteis

Leia mais

Engrenagens V. A ponte rolante precisava de reparos. A coroa. Conceito

Engrenagens V. A ponte rolante precisava de reparos. A coroa. Conceito A UU L AL A Engrenagens V A ponte rolante precisava de reparos. A coroa e o parafuso com rosca sem-fim estavam com defeitos. Os dentes da coroa e os filetes da rosca do parafuso estavam desgastados. O

Leia mais

1 ATUADORES HIDRÁULICOS

1 ATUADORES HIDRÁULICOS 1 ATUADORES HIDRÁULICOS Danniela Rosa Sua função é aplicar ou fazer atuar energia mecânica sobre uma máquina, levando-a a realizar um determinado trabalho. Aliás, o motor elétrico também é um tipo de atuador.

Leia mais

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado

Fuso de esferas de precisão/eixo estriado 58-2BR s BNS-A, BNS, NS-A e NS Vedação Anel externo Placa para calços Vedação Castanha do eixo estriado Eixo Vedação Colar Placa para calços Vedação Bujão terminal Esfera Anel externo Castanha do fuso

Leia mais

MINI PIVÔ REBOCÁVEL IRRIGABRAS

MINI PIVÔ REBOCÁVEL IRRIGABRAS MINI PIVÔ REBOCÁVEL IRRIGABRAS Rebocado pelo Balanço Rebocado pelo Centro Características do Mini Pivô Irrigabras O Mini Pivô Irrigabras une as vantagens da mecanização, do baixo consumo de energia, da

Leia mais

VENTILADORES LIMIT LOAD

VENTILADORES LIMIT LOAD VENTILADORES LIMIT LOAD UM A M ARC A DO GRUPO ESPIRODUTOS DESCRIÇÃO E NOMENCLATURA VENTILADORES LIMIT LOAD Diâmetro Fabricação Aspiração Rotor Empresa Ex: ELSC 560 Diâmetro da seleção Tipo de Fabricação

Leia mais

Introdução. Mudanças na forma de utilizar

Introdução. Mudanças na forma de utilizar Introdução Para você que já possuía e já conhecia os produtos Modelix, existe uma novidade na área de mecânica. Agora as polias Modelix evoluíram e, ao invés de serem de metal e com furo redondo, elas

Leia mais

TÚNEL DE VENTO DO LACAF/FEC/UNICAMP - INSTRUMENTO PARA ENSAIOS DE MODELOS FÍSICOS REDUZIDOS E VENTILAÇÃO NATURAL

TÚNEL DE VENTO DO LACAF/FEC/UNICAMP - INSTRUMENTO PARA ENSAIOS DE MODELOS FÍSICOS REDUZIDOS E VENTILAÇÃO NATURAL TÚNEL DE VENTO DO LACAF/FEC/UNICAMP - INSTRUMENTO PARA ENSAIOS DE MODELOS FÍSICOS REDUZIDOS E VENTILAÇÃO NATURAL Edson Matsumoto, Lucila C. Labaki, Renata Martinho de Camargo e Alessandra R. Prata-Shimomura

Leia mais

FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico. Cx 0,38

FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico. Cx 0,38 FICHA TÉCNICA CARROCERIA Hatchback em monobloco, 4 lugares, 2 portas AERODINÂMICA Coeficiente aerodinâmico Área frontal Cw x A MOTOR Cx 0,38 2.17 m2 0.82 m2 Dianteiro, transversal, 2.0 litros, 4 cilindros

Leia mais

Jeep Renegade Sport 1.8 MT5 - FWD Ficha Técnica

Jeep Renegade Sport 1.8 MT5 - FWD Ficha Técnica JEEP Renegade Sport 1.8 MT5 - Flex MY'2016 Atualizado em 27/02/15 Jeep Renegade Sport 1.8 MT5 - FWD 1.8 E.TorQ Evo Flex MT5 - SPORT FWD 1.8 E.TorQ Evo Flex MT5 características Número de cilindros 4 em

Leia mais

MINI USE A IMAGINAÇÃO PARA O SEU NEGÓCIO.

MINI USE A IMAGINAÇÃO PARA O SEU NEGÓCIO. USE A IMAGINAÇÃO PARA O SEU NEGÓCIO. Fundada em 1862, a Changan foi uma das pioneiras da industrialização moderna na China. A Changan tem uma história de mais de um século e é uma empresa de primeira linha

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial Jhonathan Junio de Souza Motores de Passo Trabalho apresentado à disciplina

Leia mais

CINEMÁTICA DE MÁQUINAS

CINEMÁTICA DE MÁQUINAS CINEMÁTICA DE MÁQUINAS CAPITULO I Rotação em torno de um eixo fixo 1. A barra dobrada ABCDE mostrada na figura 1, roda com velocidade angular constante de 9 rad/s em torno do eixo que liga as extremidades

Leia mais

FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN

FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN PRESSÃO Definida como sendo a distribuição das forças atuantes num corpo, através da área que a

Leia mais

Valtra Vol. Linha Média 10/1/09 11:27 AM Page 1. www.valtra.com.br BM 100. Foto meramente ilustrativa. Valtra é uma marca mundial da AGCO.

Valtra Vol. Linha Média 10/1/09 11:27 AM Page 1. www.valtra.com.br BM 100. Foto meramente ilustrativa. Valtra é uma marca mundial da AGCO. Valtra Vol. Linha Média 10/1/09 11:27 AM Page 1 www.valtra.com.br BM 100 Valtra é uma marca mundial da AGCO. Foto meramente ilustrativa. Valtra Vol. Linha Média 10/1/09 11:27 AM Page 2 Características

Leia mais

MOTORES ELÉTRICOS. Aula 1. Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009. Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1

MOTORES ELÉTRICOS. Aula 1. Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009. Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 MOTORES ELÉTRICOS Aula 1 Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009 Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 CONTEÚDO INTRODUÇÃO; 1.1 TIPOS DE MOTORES; 1.2 FATORES DE SELEÇÃO; 1.3 MOTORES DE INDUÇÃO; 1.4 MOTORES

Leia mais

Potência Instalada (GW)

Potência Instalada (GW) Modelagem e simulação de um aerogerador a velocidade constante Marcelo Henrique Granza (UTFPR) Email: marcelo.granza@hotmail.com Bruno Sanways dos Santos (UTFPR) Email: sir_yoshi7@hotmail.com Eduardo Miara

Leia mais

Empilhadeiras a combustão:

Empilhadeiras a combustão: Empilhadeiras a combustão: 5FG/5FD A Teoria Toyota da Evolução: um triunfo da estabilidade e do desempenho. A Toyota introduz uma nova classe de empilhadeiras de alta performance: a nova série de 5 a 8

Leia mais

QY 50K. Guindaste XCMG Modelo QY 50K. Espaçosa Cabine de Transporte. Moderna Cabine de Operação

QY 50K. Guindaste XCMG Modelo QY 50K. Espaçosa Cabine de Transporte. Moderna Cabine de Operação 3Y 50K Guindaste Telescópico Classe Mundial Sistema Telescópico da Lança 30 QY 50K equipado com lança telescópica de 40,10 Lança Telescópica de Excelente Desempenho ü Lança de perfil OVIFORME reduz o peso

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Engrenagens Cilindricas de Dentes Retos

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Engrenagens Cilindricas de Dentes Retos UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS Faculdade de Engenharia Mecânica da UNICAMP Engrenagens Cilindricas de Dentes Retos Apostila para o Curso: EM 718 Elementos de Maquinas II Professor Responsável: Prof.

Leia mais

MOTOR SISTEMA ELÉTRICO TRANSMISSÃO SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO PARTE RODANTE CABINE E COMANDOS CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO

MOTOR SISTEMA ELÉTRICO TRANSMISSÃO SISTEMA HIDRÁULICO SISTEMA DE GIRO PARTE RODANTE CABINE E COMANDOS CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO MOTOR Tier II Modelo F4GE0684B*D600 Marca New Holland Fabricante FPT Tipo diesel, de injeção direta, 4 tempos, turboalimentado, intercooler Bomba Injetora Rotativa Potência líquida (SAE J1349) 170 hp (120

Leia mais

MÁQUINAS DE EQUILÍBRIO

MÁQUINAS DE EQUILÍBRIO MÁQUINAS DE EQUILÍBRIO MFPINTO IMPORT. EXPORT. DE PEÇAS, S.A. CMT - 47 Tr Polimer A CMT - 47 Tr Polimer, é uma máquina de equilíbrio de última geração. Esta máquina possibilita o equilíbrio de um elevado

Leia mais

ANDRITZ Atro Turbinas helicoidais

ANDRITZ Atro Turbinas helicoidais ANDRITZ Atro Turbinas helicoidais www.andritz.com ANDRITZ Atro Turbinas Helicoidais Efi cientes, robustas e ambientalmente sustentáveis Você pessoa física ou jurídica ou alguma autoridade local é detentor

Leia mais

1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES

1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES 1 1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES 1.1 - Introdução As correntes fazem parte das transmissões flexíveis, conjuntamente com as correias. Apresentam menor capacidade de absorção de choques em virtude de sua

Leia mais

Plano de curso Tecnologia em Plataforma Aérea

Plano de curso Tecnologia em Plataforma Aérea PLANO DE CURSO MSOBRFDPTA08 PAG1 Plano de curso Tecnologia em Plataforma Aérea Justificativa do Curso A plataforma aérea de trabalho se tornou um dos equipamentos mais comuns em obras e sites de trabalho

Leia mais

Guindaste Truck Crane STC250H. Capacidade de carga: 25 t

Guindaste Truck Crane STC250H. Capacidade de carga: 25 t Guindaste Truck Crane STC250H Capacidade de carga: 25 t Sumário Grupo Sany... 4 Sany do Brasil... 5 Linha de produtos... 6 Apresentação do guindaste STC250H... 8 Velocidade de giro e ângulo de elevação...

Leia mais

mini grua metax.com.br

mini grua metax.com.br mini grua metax.com.br mini grua metax (guincho de elevação) A Mini Grua Metax é útil nas mais variadas situações. Desde obras civis de todos os portes, indústrias, cargas e descargas, o equipamento possui

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção Capítulo 5 Torção 5.1 Deformação por torção de um eixo circular Torque é um momento que tende a torcer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o comprimento e

Leia mais