PREVENÇÃO POSTURAL EM AULAS DE CIENCIAS DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

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1 PREVENÇÃO POSTURAL EM AULAS DE CIENCIAS DE ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL David Lam 1 Marcos Koiti Nakanishi 1 Anelize Queiroz Amaral 2 Introdução Uma boa postura é resultado da capacidade que ligamentos articulares, cápsulas e tônus muscular têm de suportar o corpo ereto, permitindo sua permanência em uma mesma posição por períodos prolongados, com baixo consumo energético e sem desconforto (KENDALL; MCCREARY; PROVANCE, 1995). Na infância e adolescência, a postura encontra-se em processo de desenvolvimento, sendo decorrentes de vários ajustes, adaptações e mudanças corporais e psicossociais que marcam essa fase (CALVETE, 2004; SANTOS et al., 2009). É nessa fase que os padrões adequados e inadequados de postura e movimentos começam a ser determinados, e logo se tornam habituais (RESENDE; BORSOE, 2006; SANTOS et al., 2009). Fatores como hereditariedade, ambiente e condições físicas que o indivíduo vive, fatores emocionais, socioeconômicos e alterações conseqüentes do crescimento e desenvolvimento humano também podem afetar a postura da criança e do adolescente (PENHA et al., 2005). Qualquer alteração funcional em função da má postura nesse período irá repercutir negativamente no futuro. A adoção de uma postura incorreta fará com que todo o sistema locomotor participe e se adapte às novas condições mecânicas impostas, propiciando maior gasto energético na manutenção do equilíbrio corporal e na realização das atividades diárias (CALVETE, 2004). Ao relacionar o ambiente escolar e a postura, verificam-se diversas inadequações ergonômicas como, por exemplo, a arquitetura desfavorável do imóvel, as proporções inadequadas do mobiliário e o transporte de material escolar. Essas inadequações são responsáveis pela aquisição, manutenção, ou agravamento de hábitos posturais inadequados (RESENDE; BORSOE, 2006). 1 Discente do curso de Ciências Biológicas Licenciatura da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, campus Cascavel 2 Docente do curso de Ciências Biológicas Licenciatura da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, campus Cascavel

2 A postura sentada é a mais utilizada pelos alunos na escola, os quais permanecem em média, quatro horas nesta posição. A manutenção dessa postura acarreta uma sobrecarga nos músculos, tendões e articulações da coluna vertebral, além de aumentar a pressão aplicada sobre os discos intervertebrais. Essa pressão aumenta consideravelmente quando a postura sentada é mantida de forma incorreta (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006). Os padrões viciosos na postura sentada, quando instalados precocemente, são de difícil correção e em longo prazo, podem acelerar o processo de degeneração do sistema musculoesquelético. Essa alteração predispõe afecções da coluna vertebral no adulto, manifestadas, geralmente, por um quadro álgico. Isso enfatiza a necessidade da projeção de mobiliários adequados, juntamente com uma abordagem precoce de educação postural no âmbito escolar (RESENDE; BORSOE, 2006). Atualmente, observa-se uma alta incidência de problemas de dores nas costas na infância e adolescência em todo o mundo, tendo como causas mais comuns a má postura durante as aulas, o uso incorreto de mochila escolar, a utilização de calçados inadequados, o sedentarismo e a obesidade (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006; SANTOS et al., 2009). A abordagem dessa temática durante a fase escolar pode proporcionar melhora do conhecimento sobre a postura e prevenção de problemas futuros, sendo uma estratégia facilmente aplicável, eficiente e de baixo custo (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006). A escola é o espaço responsável pela formalização da educação e pelo processo ensino-aprendizagem, e são nos anos de vida escolar, quando a criança ainda se encontra em fase de crescimento, o melhor momento de iniciar um trabalho de prevenção de problemas músculo-esqueléticos, tornando-os mais eficientes (ZAPATER et al., 2004). Sendo assim, ressalte-se a importância da abordagem postural precoce em ambiente escolar para enfatizar seu enfoque preventivo. A desinformação da sociedade diante da importância da prevenção precoce de problemas posturais é recorrente. Isso é devido à falta de conhecimento dos pais ou responsáveis sobre educação postural e carência de trabalho preventivo postural no âmbito escolar, que favorece o aparecimento freqüente de alterações posturais nos escolares (RESENDE; BORSOE, 2006).

3 De acordo com o contexto apresentado, esse trabalho buscou desenvolver atividades voltadas para a prevenção postural com alunos das sextas (6ª) e sétimas (7ª) séries do ensino fundamental de um colégio da rede publica de ensino, localizado na cidade de Cascavel PR, no decorrer do estágio supervisionado de Ciências, com o objetivo de sensibilizar os alunos sobre os cuidados da postura em seu cotidiano e ambiente escolar, prevenindo problemas musculoesqueléticos futuros, principalmente os que acometem a coluna vertebral. Metodologia da Pesquisa O presente trabalho teve início com um levantamento de dados através da aplicação de um questionário com alunos das 6ª e 7ª séries do Ensino Fundamental de um colégio da rede publica de ensino, localizado na cidade de Cascavel PR, para diagnosticar seus conhecimentos sobre postura. O questionário aplicado foi elaborado pelos autores do presente trabalho, sendo composto de perguntas envolvendo a definição de boa postura, conhecimento de doenças que afetam a coluna vertebral, ocorrência de dor nas costas relatada pelos alunos e imagens representativas de situações do cotidiano em ambiente domiciliar e escolar. Os alunos identificaram nas imagens as posturas que eles julgavam corretas, bem como as posturas que eles adotavam nessas situações representadas (Figura 1). Após a pesquisa, os dados foram submetidos a uma análise qualitativa de acordo com Lüdke e André (1986). Num segundo momento foram ministradas palestras informativas sobre a temática aos alunos, a fim de se reduzir os problemas encontrados. Os conteúdos abordados nas palestras englobavam anatomia da coluna vertebral, principais doenças que afetam a coluna vertebral, vícios posturais adotados durante as atividades do cotidiano e formas de prevenção postural. Após intervalo de um mês, os alunos foram novamente avaliados através do mesmo questionário aplicado previamente para observar se ocorreram mudanças de conhecimentos e atitudes que possam ser benéficas na prevenção de problemas posturais. Para obter parâmetros de comparação, somente foram analisados os dados dos alunos que responderam os dois questionários aplicados (pré e pós palestra).

4 Sentar na aula Carregar peso Limpando a casa Dormir Carregar compras Carregar mochila Figura 1: Imagens representativas de situações do cotidiano em ambiente domiciliar e escolar, onde os alunos deveriam identificar as posturas que eles julgavam corretas, bem como as posturas que eles adotavam nessas situações representadas. Resultados e Discussão Os dados apresentados abaixo foram adquiridos no decorrer de uma experiência de Estágio Supervisionado e analisados de acordo com a revisitação do referencial teórico. Sessenta e oito (68) alunos das 6ª e 7ª séries do Ensino Fundamental responderam ambos os questionários aplicados. Dentre esses alunos, 31 foram do sexo feminino e 37 do sexo masculino. Nas escolas, os alunos estão a todo momento propícios a posturas inadequadas, ou seja, vulneráveis a situações de má postura, como: vícios posturais, transporte inadequado da mochila, as mesas e cadeiras não se adaptam a estatura da criança e assim muitas vezes elas não conseguem encontrar a posição adequada para enfrentar o período escolar (NETO, 1991). Quando a criança consegue se adaptar aquela situação nota-se que ela o faz comprometendo todo o seu corpo e sacrificando sua postura, adotando vícios posturais e apresentando dificuldades de aprendizagem em decorrência a má postura em sala de aula (MORO, 2005).

5 Além dos escolares permanecerem na postura sentada por longo período, verifica-se que na maioria das vezes as instituições de ensino fazem uso de apenas um tipo padrão de mobília a atender às diversas faixas etárias e diferentes dimensões antropométricas de seus usuários, e isso constituem fatores que agravam a má postura adotada pelos escolares em sala de aula (FERNANDES; CASAROTTO; JOÃO, 2008; SILVA; SANTOS, s/d). Em ambiente escolar, o transporte inadequado da mochila pode causar alterações posturais em escolares. Isso está relacionada ao modo de como cada indivíduo carrega a sua mochila, o mesmo pode ser determinado por fatores como peso, tamanho e forma do utensílio escolar, tempo de transporte, terreno, clima, característica e constituição física do indivíduo (SANTOS et al., 2009). Os desequilíbrios posturais gerados nessas situações são agravados pelo fato de o peso carregado ser frequentemente desproporcional ao peso do próprio corpo e pelo uso inadequado da mochila. Destaca-se como exemplo disso o modo de carregar a mochila utilizando o apoio de um único lado do corpo, que pode contribuir para gerar assimetria do ombro, já que diante da aplicação de cargas assimétricas ocorrem ajustes posturais e ações compensatórias (SANTOS et al., 2009). O número de escolares com alterações na coluna vertebral é crescente sendo que vários estudos mostram grande incidência de alterações posturais durante a fase escolar (RESENDE; BORSOE, 2006). Em estudo realizado por Santos et al. (2009), foi identificado em 247 escolares uma grande incidência de alterações posturais, que englobavam desnível e protrusão de ombro, escápula alada, aumento do ângulo valgo de joelho, inclinação e anteroversão pélvica, hiperextensão de joelho, rotação de fêmur, protrusão e inclinação cervical, cifose torácica e hiperlordose lombar. Como os desvios posturais podem ter início em idade precoce, atualmente um número crescente de crianças já apresenta desconforto associado à postura inadequada (RESENDE; BORSOE, 2006). A ocorrência de dor nas costas pode estar associada às posturas assumidas por crianças e adolescentes em sala de aula, agravadas por serem realizadas de forma freqüente e por longos períodos e durante uma idade em que as estruturas corporais estão em pleno desenvolvimento (ALMEIDA, s/d)

6 A dor nas costas é a terceira causa mais freqüente a afetar as atividades escolares e de lazer, tendo uma elevada epidemiologia entre crianças (ALMEIDA, s/d). A maioria dos alunos entrevistados nesse trabalho (76,47%) reportou ter experimentado algum episódio de dor nas costas, um achado preocupante nesse trabalho. Esse achado está de acordo com os encontrados no estudo de Lima et al. (2007), onde 65% (n=65) dos escolares relataram este incômodo. Em virtude desse achado, justifica-se a elaboração de programas de prevenção em escolas para diminuir os riscos de alterações e dores na região da coluna em escolares, originados das más posturas adotadas em sala de aula, transporte e uso inadequados de mochilas escolares, considerando que para a criança, a meta de vida é brincar e qualquer dor que a prive disto é preocupante (FERNANDES; CASAROTTO; JOÃO, 2008). Em relação ao conhecimento dos alunos sobre a definição de boa postura, dos alunos que responderam, a maioria definiu boa postura como ficar reto ou ficar com a coluna reta. E em comparação dos dados da pré com a pós palestra, pode ser observado que teve aumento considerável dos alunos que não responderam essa questão (Tabela 1), sendo que alguns alunos definiram mais de um item descrita na tabela. Pré Pós Ficar reto, com coluna reta 50,00 52,94 Não ficar torto ou curvado 10,29 -- Sentar direito ou corretamente sem forçar a coluna 11,76 5,88 Outros 4,41 -- Em branco 23,53 45,59 Tabela 1: Definição de boa postura pelos alunos. Valores da pré e pós palestra expressos em porcentagem. A definição de boa postura como sendo coluna reta ou alinhada é um conceito amplamente aceito, já que grande parte das pessoas conhece muito pouco do funcionamento de seu corpo (ALMEIDA, s/d). Em relação às doenças que afetam a coluna vertebral, mais da metade dos alunos (52,94%) revelou não conhecer nenhum tipo de doença que afeta a coluna vertebral. Os alunos restantes foram capazes de identificar pelo menos um tipo de problema na coluna vertebral. Hérnia de disco foi a doença mais citada pelos alunos que responderam essa questão, e em comparação dos dados da pré com a pós

7 palestra, pode ser observado um aumento considerável dos alunos que citaram hérnia de disco e bico de papagaio como doenças que afetam a coluna (Tabela 2). Pré Pós Hérnia de disco 7,35 17,64 Bico de papagaio 2,94 13,24 Escoliose 4,41 4,41 Osteoporose 2,94 4,41 Cifose/Lordose 1,47 5,88 Desconhecem 52,94 58,82 Tabela 2: Doenças que afetam a coluna citadas pelos alunos. Valores da pré e pós palestra expressos em porcentagem. Essa incapacidade da maioria dos alunos de identificar uma doença que afeta a coluna sugere que eles não participaram de programas educativos sobre postura corporal, já que provavelmente o colégio não promove tal tipo de atividade (ALMEIDA, s/d). Na análise das figuras que retratavam as posturas adotadas nas atividades do cotidiano, a maioria dos alunos identificou corretamente as posições que preservavam uma boa postura. Os dados tanto da pré como da pós palestra demonstraram similaridade nas respostas, somente na postura de dormir que foi observado um aumento considerável de acertos na pós palestra (Tabela 3). Atividades Correto Errado Em Branco Pré Pós Pré Pós Pré Pós Carregar peso 92,65 94,12 2,94 2,94 4,41 2,94 Sentar na aula 97,07 89, ,94 2,94 7,35 Carregar 89,71 88,24 5,88 7,35 4,41 4,41 mochila Limpar casa 94,12 91, ,47 5,88 7,35 Carregar 94,12 92, ,94 5,88 4,41 compras Dormir 57,35 73,53 39,71 20,59 2,94 5,88 Tabela 3: Valores referentes às respostas pré e pós palestra dos alunos que identificaram as posturas que preservavam uma postura adequada durante algumas atividades do cotidiano. Na análise das figuras que retratavam as posturas adotadas nas atividades do cotidiano, menos da metade dos alunos relataram adotar uma postura adequada nas situações retratadas. Porém na atividade de sentar na aula foi observado um aumento considerável de acertos na pós palestra (Tabela 4).

8 Atividades Correto Errado Em Branco Pré Pós Pré Pós Pré Pós Carregar peso 27,94 17,65 45,59 69,12 26,47 13,24 Sentar na aula 17,65 35,29 66,78 51,47 16,18 13,24 Carregar 47,06 36,76 29,41 39,71 23,53 23,53 mochila Limpar casa 29,41 35,29 39,71 36,76 30,88 27,94 Carregar 45,59 39,71 36,76 45,59 17,65 14,71 compras Dormir 35,29 38,24 54,41 51,47 10,29 10,29 Tabela 4: Valores referentes às respostas pré e pós palestra dos alunos que relataram as posturas que os mesmos adotavam durante algumas atividades do cotidiano. Em comparação dos dados da Tabela 3 com a Tabela 4, pode ser observado que ao solicitar para identificarem as posturas adequadas nas figuras que retratavam situações do cotidiano, a maioria nos alunos respondeu de forma satisfatória, demonstrando possuir alguma informação sobre os riscos posturais e postura adequada. Em contrapartida, a maioria dos alunos também revela não adotar as posturas que eles mesmos identificaram como sendo corretas. Mesmo após a palestra preventiva abordando a importância de adotar uma boa postura, os alunos não modificaram seus hábitos posturais (Tabela 5). Esses achados estão em consonância com os argumentos de Almeida (s/d), a qual afirma que intervenções pontuais sobre o assunto não possuem uma grande efetividade no meio escolar e são fortes argumentos para a realização de atividades preventivas sistemáticas e preferencialmente, de natureza interdisciplinar. Atividades Correto Errado Em Branco Saber Fazer Saber Fazer Saber Fazer Carregar peso 94,12 17,65 2,94 69,12 2,94 13,24 Sentar na aula 89,71 35,29 2,94 51,47 7,35 13,24 Carregar 88,24 36,76 7,35 39,71 4,41 23,53 mochila Limpar casa 91,18 35,29 1,47 36,76 7,35 27,94 Carregar 92,65 39,71 2,94 45,59 4,41 14,71 compras Dormir 73,53 38,24 20,59 51,47 5,88 10,29 Tabela 5: Valores comparativos do saber e fazer das posturas adotadas durante algumas atividades do cotidiano.

9 Nas fases mais novas do desenvolvimento do sistema músculo-esquelético, as correções das alterações posturais instaladas são mais fáceis. Dessa forma, corrigir hábitos de postura através de estratégias preventivas e tratar eventuais problemas ortopédicos precocemente em crianças e adolescentes é fundamental para evitar o agravamento de problemas posturais que podem se tornar graves ou irreversíveis na idade adulta (ALMEIDA, s/d). Um trabalho preventivo na área escolar é de suma importância, destaca-se o trabalho da escola como promotora de uma boa postura, considerando dois aspectos: a inspeção e a instrução. Esse mecanismo deverá dar ênfase às formas corretas e incorretas para a atitude postural, determinando uma linha de trabalho de orientação e prevenção (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006). Verderi (2008) afirma que na ausência de informações preventivas, os desequilíbrios posturais aumentam significativamente a cada ano nas crianças. A compreensão de fatores que afetam o desenvolvimento corporal, assim como conhecimento de conceitos do funcionamento muscular e da coluna vertebral, pode ser fundamental na prevenção (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006). O conhecimento postural deve-se iniciar na infância, quando a criança está em fase de seu desenvolvimento e seu corpo está na fase de grandes mudanças, porque depois quando chegam à fase adulta sem conhecimento necessário os indivíduos vão ter maiores dificuldades de se adaptar a uma boa postura. Por isso torna-se primordial o trabalho corporal com as crianças na escola, de maneira a desenvolver não só habilidades corporais, mas também uma educação postural que as oriente para um trabalho corporal em que saibam respeitar o próprio corpo, não exigindo dele além do necessário (VERDERI, 2008). A falta de prevenção pode provocar deformidades graves na coluna e quando o adolescente for um adulto entre 35 e 40 anos, ele poderá desenvolver diversos males, dentre eles a artrose (MENOCHELLI; SOMAZZ, 2007). A escassez de informação e por conseqüência falta de preocupação com o assunto, torna um desafio para a sensibilização da população. O desenvolvimento de projetos de natureza preventiva pode ser uma boa alternativa para instruir a população em geral sobre as alterações posturais e a importância da detecção e tratamento precoce (MENOCHELLI; SOMAZZ, 2007). Ressalta-se também a importância dos professores estarem participando de programas posturais, já que muitos professores não se sentem seguros para tratar

10 com os alunos sobre o tema, pois possuem pouca preparação sobre o assunto. Portanto, um trabalho de aprendizado sobre os problemas que a má postura em sala de aula pode acarretar para a vida futura dos alunos seria necessário para que os professores possam ter conhecimento específico sobre tais questões (ALMEIDA, s/d). A abordagem preventiva em ambiente escolar demonstra ser eficaz. Fernandes, Casarotto e João (2008) verificaram que após receberem palestras educativas sobre a quantidade de carga transportada, modelo e modo de transportar as mochilas, os escolares apresentaram significativa mudança no comportamento em relação aos assuntos abordados. Zapater et al. (2004) afirmam que programas educacionais referentes à postura sentada são eficazes por produzirem mudanças de conhecimentos, além de possibilitar uma prevenção longitudinal durante toda a vida escolar. Também consideram que a escola de ensino fundamental é o espaço ideal para promover ações preventivas de problemas músculo-esqueléticos, pela necessidade de redução dos efeitos nocivos da postura sentada. O rastreamento de alterações posturais durante a fase escolar pode proporcionar a prevenção de problemas futuros, sendo uma estratégia facilmente aplicável, eficiente e de baixo custo. Contudo, trará melhores resultados se praticado em conjunto com uma conscientização de bons hábitos posturais através de campanhas educativas que envolvam escolares, pais, professores, e profissionais treinados para tal, como por exemplo, fisioterapeutas e educadores físicos. Além disto, análises ergonômicas e avaliações antropométricas também deveriam constar como parte integrante do planejamento pedagógico da rede de ensino fundamental, visto que fatores externos também podem influenciar no alinhamento postural (PEREIRA; FORNAZARI; SEIBERT, 2006). O sucesso dessas atividades para a prevenção de problemas posturais em escolares depende do envolvimento efetivo do corpo docente (ALMEIDA, s/d). Conclusão O presente trabalho não identificou mudanças nos hábitos posturais dos alunos, porém serviu como meio informativo sobre o assunto para os mesmos. Para que a abordagem preventiva sobre postura seja eficaz, é necessária a realização de atividades preventivas sistemáticas e preferencialmente, de natureza

11 interdisciplinar. Quando a mesma é realizada por profissionais interessados em melhorar a saúde escolar, pode contribuir muito para a sociedade, evitando enfermidades futuras na coluna vertebral, melhorando o rendimento do aluno e promovendo o seu bem-estar físico e emocional. Referências Bibliográficas ALMEIDA, M. A. A educação postural na escola. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/ pdf?phpsessid= > Acesso em: 21/07/10 CALVETE, A. S. A relação entre alteração postural e lesões esportivas em crianças e adolescentes obesos. Motriz, Rio Claro, v.10, n.2, p.67-72, FERNANDES, S. M. S.; CASAROTTO, R. A.; JOÃO, S. M. A. Efeitos de sessões educativas no uso das mochilas escolares em estudantes do ensino fundamental. Rev. bras. fisioter., v.12, n.6, p , KENDALL, F. P.; MCCREARY, E.K.; PROVANCE, P.G. Músculos: provas e funções. 4 ed. São Paulo: Manole; LIMA, A. C. L. et al. Prevalência de aspectos relacionados ao uso da mochila e índice de massa corporal (IMC) em escolares da rede pública e privada de João Pessoa-PB, Brasil. In: Livro de Memórias do III Congresso Científico Norte-nordeste CONAFF, Fortaleza CE, LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, MENOCHELLI, G.; Somazz M. C. Triagem em escolares: uma forma de se evitar complicações futuras da coluna vertebral. In: 5ª Mostra Acadêmica UNIMEP. Piracicaba-SP, MORO, A. R. P. Ergonomia da sala de aula: constrangimentos posturais impostos pelo mobiliário escolar. Revista digital, n. 85, NETO, F.R., Avaliação Postural em escolares de 1ª à 4ª série do 1º grau. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v. 4, n. 2, p , PENHA, P. J.; JOÃO, S. M.; CASAROTTO, R. A.; AMINO, C. J.; PENTEADO, D. C. Postural assessment of girls between 7 and 10 years of age. Clinics. v. 60, p. 9-16, PEREIRA, V. C. G; FORNAZARI, L. P.; SEIBERT, S. N. O rastreamento de alterações posturais nas escolas como ferramenta ergonômica na prevenção de afecções da coluna vertebral. In: 14ª Congresso Brasileiro de Ergonomia, Curitiba- PR, 2006.

12 RESENDE, F. L. S.; BORSOE, A. M. Investigação de distúrbios posturais em escolares de seis a oito anos de uma escola em São José dos Campos, São Paulo. Rev Paul Pediatria, v. 24, n. 1, p. 42-6, SANTOS, C. I. S.; CUNHA, A. B. N.; BRAGA, V. P.; SAAD, I. A. B.; RIBEIRO, M. A. G. O.; CONTI, P. B. M.; OBERG, T. D. Ocorrência de desvios posturais em escolares do ensino publico fundamental de Jaguariúna, São Paulo. Revista Paulista de Pediatria, v. 27, n. 1, p , SILVA, M. T. M.; SANTOS, A. P. Análise descritiva da adequação do mobiliário escolar nas séries iniciais do ensino fundamental. Disponível em: <http://www.ergopro.com.br/artigos/(2).pdf> Acesso em: 09/10/10 VERDERI, E., Programa da Educação postural, São Paulo, Phorte, ZAPATER, A. R.; SILVEIRA, D. M.; VITTA, A.; PADOVANI, C. R.; SILVA, J. C. P. Postura sentada: a eficácia de um programa de educação para escolares. Ciência & Saúde Coletiva, v. 9, n. 1, p , 2004.

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